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    Jennifer Aniston revela foto e vídeo do set de “Mistério no Mediterrâneo 2”

    7 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Jennifer Aniston revelou que as filmagens da continuação de “Mistério no Mediterrâneo” já começaram, com a postagem de uma foto ao lado de Adam Sandler e um vídeo do set, em que Sandler aparece dançando. A continuação da comédia de 2019 terá roteiro e direção de Jeremy Garelick, que já tinha trabalhado com Aniston antes, como roteirista e produtor da comédia “Separados pelo Casamento” (2006). Ele vai revisar um roteiro original anterior de James Vanderbilt, que escreveu o primeiro filme. O filme original seguia um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino entre diversos candidatos prováveis. A premissa é claramente inspirada na peça de Albert Hackett que virou o clássico “A Ceia dos Acusados” (1934), com William Powell e Myrna Loy. Curiosamente, a famosa comédia sobre um ex-detetive policial e sua esposa que resolviam crimes também virou franquia, ganhando várias sequências até 1947. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston)

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  • Etc

    Warner é processada por lançamento híbrido de “Matrix Resurrections” na HBO Max

    7 de fevereiro de 2022 /

    O estúdio Village Roadshow Pictures, que se associou à Warner Bros. para produzir “Matrix Resurrections”, resolveu processar o sócio poderoso pelo lançamento do filme simultaneamente em streaming nos EUA. Os advogados da companhia argumentam que a decisão exclusiva da Warner de lançar o filme no streaming ao mesmo tempo que nos cinemas “eviscerou o valor considerável de uma propriedade intelectual que também pertence à Village Roadshow”. “Matrix Resurrections” foi um grande fracasso nos EUA, onde arrecadou apenas US$ 37,3 milhões desde sua estreia em dezembro. De acordo com a Village Roadshow, a razão para esse desempenho foi a disponibilização do filme na HBO Max. A decisão da Warner de lançar todos seus filmes de 2021 de forma híbrida nos EUA sofreu muitas críticas de parceiros. O estúdio Legendary chegou a ameaçar processo, mas fechou um acordo, enquanto críticas do cineasta Denis Villeneuve conseguiram atrasar a estreia de “Duna” nos EUA, o que permitiu uma carreira cinematográfica internacional ao filme antes de sua chegada na HBO Max. A estratégia ajudou a disparar o número de assinantes da plataforma, mas abalou a credibilidade do estúdio. Depois de Christopher Nolan abandonar sua longa parceria com a Warner e o valor de mercado da empresa desabar, a AT&T correu para fechar negócio com o grupo Discovery, passando a Warner e todos os problemas adiante. Mas apesar das críticas, o presidente da WarnerMedia, Jason Kilar, vinha conseguindo manter um verniz de sucesso no negócio, graças ao desempenho da HBO Max. Até a Village Roadshow abrir o primeiro processo diretamente pelo ocorrido. Os advogados da empresa australiana, que tem laços fortes em Hollywood, não especificaram o valor de reparação financeira que gostariam de receber caso vençam o caso. Mas em caso de vitória, outros parceiros da Warner podem seguir o mesmo caminho. O processo está em trâmite na Corte Superior de Los Angeles, nos EUA. Embora não tenha sido lançado de maneira simultânea no Brasil, “Matrix Resurrections” já está disponível para streaming na HBO Max nacional.

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  • Série

    “Vikings: Valhalla” ganha trailer épico da Netflix

    7 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Vikings: Valhalla”. A prévia exibe batalhas épicas, com inúmeros figurantes e efeitos visuais, além de apresentar os personagens centrais, destacando a “ascensão dos vikings que se tornarão lendas”. A nova série é uma continuação da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst. Mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos, como Leif Eriksson, Freydis Eriksdotter, Harald Sigurdsson e William, o Conquistador, primeiro rei normando da Inglaterra. A ligação com os personagens da série anterior se dá justamente por William, que é descendente direto de Rollo, o irmão de Ragnar, cuja ascensão na monarquia franca (atual França) foi mostrada em “Vikings”. Desta vez, Hirst terá um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , deixando o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). O elenco destaca Sam Corlett (o Caliban de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Jóhannes Jóhannesson (o rei do gelo Cumber em “Cursed”), Frida Gustavsson (“Swoon”), Leo Suter (“The Liberator”), Bradley Freegard (“Keeping Faith”), Laura Berlin (“Immenhof – The Adventure of a Summer”), David Oakes (“The Pillars of the Earth”), Caroline Henderson (“Tuya Siempre”) e Pollyanna McIntosh (a Jadis de “The Walking Dead”). A estreia acontece em 25 de fevereiro.

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  • Música

    Coldplay lança clipe com Selena Gomez, que evoca sci-fi de cineasta argentino

    7 de fevereiro de 2022 /

    A banda Coldplay lançou o clipe de sua parceria com Selena Gomez, intitulada “Let Somebody Go”. A balada sobre separação ganhou um vídeo em preto e branco dirigido por Dave Meyers (dos últimos clipes de Ed Sheeran) que, com muitos efeitos especiais, traz Selena e o cantor Chris Martin como duas pessoas apaixonadas que se separam por viverem em mundos diferentes. A ideia do clipe envolve inspiração nas escadarias infinitas de Echer, mas a verdade é que a historinha toda recicla a sci-fi “Mundos Opostos”, dirigida pelo argentino Juan Solanas. No filme de 2012, Jim Sturgess e Kirsten Dunst viviam um casal apaixonado, apesar de viverem em planetas diferentes, localizados um sobre o outro, e precisavam superar as gravidades opostas que impediam sua aproximação, além da repressão contra a confraternização entre os mundos, proibida por lei. Confira abaixo o clipe e o trailer do filme.

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  • Série

    “Maravilhosa Sra. Maisel” está mais ousada no trailer da nova temporada

    7 de fevereiro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), que mostram a personagem-título decidida a não se autocensurar mais, rendendo apresentações mais ousadas e feministas. Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Antes do estouro da atração, sua criadora, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. Fora do ar há dois anos, os novos capítulos chegarão em 18 de fevereiro com novidades no elenco, incluindo Milo Ventimiglia, astro de “This Is Us”.

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  • Filme

    “Moonfall” tira “Homem-Aranha” do topo das bilheterias no Brasil

    7 de fevereiro de 2022 /

    Fracasso nos EUA, “Moonfall: Ameaça Lunar” estreou em 1º lugar no Brasil, mas quase que “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” manteve seu domínio, que já dura quase dois meses nas bilheterias brasileiras. De acordo com dados da consultoria Comscore, a catástrofe do diretor Roland Emmerich (“O Dia Depois de Amanhã”) estreou com R$ 3,18 milhões de arrecadação, levando 157,2 mil aos cinemas, enquanto o filme do Homem-Aranha fez R$ 3,06 milhões, visto por 152,6 mil espectadores no fim de semana. Em 3º lugar, ficou uma estreia nacional: a comédia “Tô Ryca 2”, com Samantha Schmütz, que vendeu 123 mil ingressos e faturou R$ 2,26 milhões. O cinema brasileiro tem outros dois representantes entre os filmes mais vistos. “Eduardo e Mônica” ficou em 6º lugar, com 44,9 mil espectadores e R$ 941 mil, e “Turma da Mônica – Lições” em 8º, com 21,2 mil ingressos vendidos e faturamento de R$ 407 mil. Os dois filmes podem se considerar bem-sucedidos. O romance inspirado pela música da Legião Urbana acumula público de 308 mil pessoas e R$ 5,8 milhões em bilheteria. Já a adaptação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa foi assistida por 770 mil pessoas e totaliza R$ 12,7 milhões em ingressos vendidos. Confira abaixo o Top 10 nacional, de acordo com o levantamento da Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 3 – 6/Fev:1. #Moonfall 2. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 3. #ToRyca2 4. #PanicoOFilme #ScreamMovie 5. #Sing26. #EduardoEMonica 7. #Spencer 8. #TurmaDaMonica #Lições9. #OBecoDoPesadelo 10. #aventurasgulliver — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) February 7, 2022

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    Margarita Lozano (1931-2022)

    7 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Margarita Lozano, que atuou em vários clássicos do cinema europeu, morreu na madrugada desta segunda-feira (7/2) em Lorca, na Espanha, aos 91 anos. Nascida no então protetorado espanhol de Marrocos, Lozano mudou-se para Madri com 19 anos, visando se tornar atriz, e um ano depois iniciou a carreira cinematográfica, no começo da década de 1950. Focada em melodramas e aventuras descartáveis, sua filmografia começou a mudar de rumo a partir do clássico “Veridiana” (1961), de Luis Buñuel, em que desempenhou um papel coadjuvante, como criada, após uma década de atuação. Ela também coadjuvou em “Noite de Verão” (1963), de Jorge Grau, e “Paixão Proibida” (1963), de Francisco Rovira Beleta, que disputou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A projeção desses filmes lhe abriu as portas do mercado italiano, que na época representava a indústria cinematográfica mais bem-sucedida da Europa. Sergio Leone a escalou em seu primeiro western spaghetti, o icônico “Por Um Punhado de Dólares” (1964), estrelado por Clint Eastwood. E ela acabou virando estrela frequente de filmes italianos, desde produções comerciais como o thriller “Resgate de uma Vida” (1968) com Franco Nero e a inglesa Charlotte Rampling, até dramas premiadíssimos, como “Diário de uma Garota Esquizofrênica” (1968), de Nelo Risi. Entre os filmes dessa fase, destaca-se o controvertido “Pocilga” (1969), de Pier Paulo Pasolini. Lozano sumiu das telas nos anos seguintes, voltando apenas na década de 1980 em nova leva de clássicos. Seu retorno se deu em nada menos que “A Noite de São Lourenço” (1982), dos irmãos Taviani, premiado no Festival de Cannes e vencedor de seis troféus David di Donatello (o Oscar Italiano), incluindo Melhor Filme. A parceria com Paolo e Vittorio Taviani ainda se estendeu para “Kaos” (1984), “Bom Dia Babilônia” (1987) e “Noites Com Sol” (1990). Também atuou no cultuado “A Missa Acabou” (1985), de Nanni Moretti, premiado no Festival de Berlim, e filmou em francês duas das melhores obras de Claude Berri, “Jean de Florette” (1986) e “A Vingança de Manon” (1986). No mesmo ano intenso, ainda integrou o sucesso “Aldo Moro – Herói e Vítima da Democracia”, de Giuseppe Ferrara, e o drama espanhol “A Metade do Céu”, de Manuel Gutiérrez Aragón, vencedor do Festival de San Sebastián, que lhe rendeu prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante. Apesar de diminuir o ritmo a partir da década de 1990, fez mais seis longas, despedindo-se das telas em 2006 com “Meu Caso com o Imperador”, de Paolo Virzi. Em junho passado, ela foi homenageada pelo governo espanhol, recebendo do Conselho de Ministros a Medalha de Ouro das Belas Artes, como reconhecimento pelas realizações profissionais.

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    Ator de “Scandal” é preso por violência doméstica

    7 de fevereiro de 2022 /

    O ator Columbus Short, conhecido pelo papel de Harrison Wright na série “Scandal”, foi preso pela segunda vez sob acusação de violência doméstica. Segundo o site americano TMZ, vizinhos relataram à polícia uma briga na residência do ator. Short acusou a esposa, Aida, de ter socado seu rosto. Contudo, ao chegar ao local a polícia reparou que o ator não tinha ferimentos na face, enquanto sua esposa apresentava uma lesão no rosto. Isto levou Short a ser detido pelos policiais. Após a prisão do marido, Aida fez uma publicação em seu Instagram afirmando que casamento não é fácil, pediu privacidade e orações. Mas logo depois o post foi removido da plataforma. O ator já tinha ficado 34 dias preso em 2018, após ser acusado de violência pela ex-esposa, a dançarina Tanee McCall. Antes disso, passou 12 horas detido por uma briga de bar em 2014, sendo liberado após pagar uma fiança de US$ 50 mil dólares e passar alguns meses em liberdade condicional.

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  • Série

    Lily James usou 50 seios postiços para parecer Pamela Anderson em “Pam and Tommy”

    7 de fevereiro de 2022 /

    A produção da minisssérie “Pam and Tommy” surpreendeu ao deixar Lily James (“Rebecca”) parecida com Pamela Anderson. Originalmente, as duas atrizes são muito diferentes. Mas a equipe de maquiagem conseguiu realizar uma transformação completa. Em entrevista ao site Refinery29, Jason Collins, chefe de maquiagem da produção, contou alguns dos segredos. Entre eles, estão o uso de nada menos que 50 seios postiços. “A verdade é usávamos um novo par todos os dias para filmar, o que significava ter 50 deles produzidos”, disse. Segundo Collins, outros 20 pares de seios acabaram sendo descartados durante as filmagens por causa de acidentes. Mais de uma dúzia foram destruídos durante as filmagens das cenas de sexo da atriz. “Nós passamos de 65 a 70 seios”, contou o chefe da maquiagem, revelando o atrito gerado pelas cenas íntimas entre Lily James e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”), intérprete do roqueiro Tommy Lee, foi responsável pela perda de várias próteses. Além das próteses, a produção também contou com um time de cabeleireiros para mudar o cabelo de Lily James, além de uma equipe de maquiadores para mudar sua expressão. Barry Lee Moe, chefe do departamento de cabelo da produção, contou à revista Variety que antes das câmeras começarem a gravar, James passava de 3 a 5 horas diárias com cabeleireiros e maquiadores para ficar parecida com a estrela dos anos 1990. “Acabamos usando 25 perucas no final”, contou, lembrando ainda que todos os atores, incluindo Seth Rogen (“Vizinhos”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) usaram perucas na produção. “Nós os transformamos em novos personagens”, contou Lee Moe. Lançada na semana passada pela plataforma Star+, “Pam and Tommy” lembra o vazamento da sex tape mais famosa de todos os tempos, gravada na lua de mel da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) e do baterista da banda Mötley Crüe, trazendo Lily James e Sebastian Stan nos papéis de Pamela Anderson e Tommy Lee. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro casal nos anos 1990. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen ainda interpreta o homem que roubou a fita infame. Os três primeiros episódios já estão disponíveis, com os demais (de um total de oito) liberados semanalmente às quartas.

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    Framboesa de Ouro 2022 destaca decadência de Bruce Willis

    7 de fevereiro de 2022 /

    Um dos troféus mais aguardados da temporada de premiação, o Framboesa de Ouro, revelou seus indicados a piores filmes e artistas do ano, indicando a decadência de um antigo astro de ação e a saturação dos musicais. Para começar, a Netflix não deve ter ficado nada satisfeita de ver seu logotipo no título com o maior número de indicações. “Diana: O Musical”, gravação de um musical da Broadway exibida pela plataforma de streaming, foi a produção mais votada, aparecendo em nove categorias. O segundo mais citado foi o thriller “Karen”, inédito no Brasil, com cinco indicações, seguido pelo musical “Querido Evan Hansen”, com quatro nomeações, incluindo a de Pior Ator para Ben Platt. Entre os intérpretes, Jared Leto e o jogador de basquete LeBron James tiveram duas indicações, respectivamente por “Casa Gucci” e “Space Jam: Um Novo Legado”, enquanto Amy Adams se destacou em dois filmes diferentes, concorrendo a Pior Atriz por “A Mulher na Janela” e Pior Atriz Coadjuvante por “Querido Evan Hansen”. Nenhum deles, porém, superou Bruce Willis. Os organizadores dos Razzies, como o prêmio também é conhecido, consideraram que o ex-“Duro de Matar” virou duro de assistir e fez tantos filmes ruins no ano passado que mereceu uma categoria própria. Na disputa do troféu especial de Pior Filme de Bruce Willis há nada menos que oito filmes. O detalhe é que a categoria pode se tornar permanente, já que o ator filmou até agora 11 filmes diferentes com previsão de lançamento em 2022. Como já é tradição, a cerimônia do Framboesa de Ouro 2022 acontecerá em Los Angeles um dia antes do Oscar, em 26 de março. Confira abaixo a lista completa de indicados. Pior Filme “Diana: O Musical” “Infinite” “Karen” “Space Jam: Um Novo Legado” “A Mulher na Janela” Pior Ator Scott Eastwood, por “Dangerous” Roe Hartrampf, por “Diana: O Musical” LeBron James, por “Space Jam: Um Novo Legado” Ben Platt, por “Querido Evan Hansen” Mark Wahlberg, por “Infinite” Pior Atriz Amy Adams, por “A Mulher na Janela” Jeanna de Waal, por “Diana: O Musical” Megan Fox, por Meia-Noite no “Switchgrass” Taryn Manning, por “Karen” Ruby Rose, por “Conquista” Pior Atriz Coadjuvante Amy Adams, por “Querido Evan Hansen” Sophie Cookson, por “Infinite” Erin Davi, por “Diana: O Musical” Judy Kaye, por “Diana: O Musical” Taryn Manning, por “Every Last One of Them” Pior Ator Coadjuvante Ben Affleck, por “O Último Duelo” Nick Cannon, por “Os Renegados” Mel Gibson, por “Dangerous” Gareth Keegan, por “Diana: O Musical” Jared Leto, por “Casa Gucci” Pior Performance de Bruce Willis Bruce Willis, por “Emboscada” Bruce Willis, por “Apex” Bruce Willis, por “A Fortaleza” Bruce Willis, por “Deadlock” Bruce Willis, por “Meia-Noite no Switchgrass” Bruce Willis, por “Sobreviva ao Jogo” Bruce Willis, por “Out of Death” Bruce Willis, por “Invasão Cósmica” Pior Casal, Dupla ou Combinação Qualquer ator & qualquer número musical mal escrito ou coreografado em “Diana: O Musical” LeBrown James & qualquer personagem de desenho animado que ele tenta driblar em “Space Jam: Um Novo Legado” Jared Leto & sua maquiagem pesada de látex, suas roupas feias e seu sotaque ridículo em “Casa Gucci” Ben Platt & qualquer outro personagem que finge que cantar 24h por dia é normal em “Querido Evan Hansen” Tom & Jerry em “Tom & Jerry”) Pior Remake, Plágio ou Sequência “Karen” (remake não intencional de “Cruella”) “Space Jam: Um Novo Legado” “Tom & Jerry” “Twist” (remake hip-hop de “Oliver Twist”) “A Mulher na Janela” (plágio de “Janela Indiscreta”) Pior Direção Christopher Ashley, por “Diana: O Musical” Stephen Chbosky, por “Querido Evan Hansen” “Coke” Daniels, por “Karen” Renny Harlin, por “Os Renegados” Joe Wright, por “A Mulher na Janela” Pior Roteiro Joe DiPietro & David Bryan, por “Diana: O Musical” “Coke” Daniels, por “Karen” Kurt Wimmer & Robert Henny, por “Os Renegados” John Wrathall & Sally Collett, por “Twist” Tracy Letts, por “A Mulher na Janela”

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    As 10 melhores séries de streaming lançadas em janeiro

    6 de fevereiro de 2022 /

    Com várias plataformas de streaming lançando conteúdo sem parar, não é difícil deixar passar em branco atrações que poderiam se tornar favoritas. Será que você está perdendo alguma das melhores séries disponibilizadas neste começo do ano por falta de tempo e excesso de opções? Pensando nisso, disponibilizamos abaixo uma repescagem, com um Top 10 dos melhores seriados lançados em janeiro. Confira se está acompanhando tudo ou se perdeu alguma das indicações. E lembre-se: não é porque ficaram de fora que outras séries do período deixam de ser valorosas. É que a maravilhosa 11ª atração não coube na contagem.   PACIFICADOR | HBO MAX   A série filhote de “O Esquadrão Suicida” acompanha a nova missão do vilão sem noção vivido por John Cena, ao lado de dois personagens do filme e adições divertidas do DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics). Criação do diretor de “O Esquadrão Suicida”, cada episódio tem uma ou duas reviravoltas inteligentes e cenas muito engraçadas, mas o que deve fisgar a atenção dos espectadores são os diálogos surpreendentemente profundos, que surgem sem aviso. Com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Pacificador” agrada em cheio os muitos fãs do humor pueril, rude e repleto de referências de quadrinhos do cineasta James Gunn, além de ter se tornado (segundo o diretor) o maior sucesso da HBO Max.   EUPHORIA | HBO Max   Um dos retornos mais aguardados de 2022, “Euphoria” chega a sua 2ª temporada após consagrar Zendaya com o Emmy em 2020. A pandemia estendeu muito a espera entre os episódios – mesmo com o lançamento de dois especiais intermediários – , e a ansiedade dos fãs rendeu recordes de audiência e comentários nas redes sociais, abordando inúmeros momentos dramáticos, divertidos, caóticos e tensos do grupo de jovens da trama, enquanto eles tentam se encontrar em meio a um mundo repleto de drogas, sexo e violência. Para a 2ª temporada, a produção adicionou algumas novidades no elenco, com destaque para Minka Kelly, intérprete da super-heroína Columba (Dove) na série “Titãs”, que vive uma dona de casa suburbana, cínica e viciada; o cantor Dominic Fike, do hit “3 Nights”, que estreia como ator no papel de um novo amigo de Rue e Jules; e Demetrius “Lil Meech” Flemory Jr., que viveu o próprio pai, o gângster Demetrius “Big Meech” Flemory, na série biográfica “BMF” (Black Mafia Family) e agora é um novo interesse romântico de Maddy (Alexa Demie).   OZARK | NETFLIX   O começo do fim, também conhecido como Parte 1 da 4ª e última temporada da série em que todos são maus caráteres, estabelece um clima de guerra iminente pelo controle do dinheiro do tráfico de drogas local. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a atração acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos, após Marty se endividar com um cartel do narcotráfico mexicano. Lá, eles constroem seu próprio império criminal. A reviravolta do final mostra a ex-aprendiz local de Marty, vivida por Julia Garner (“The Americans”), recrutando o filho dele (Skylar Gaertner, o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) para suas atividades criminosas. As apostas são altas e uma morte impactante impulsiona o clima extremamente tenso, deixando claro que ninguém estará a salvo no fim da série.   ALL OF US ARE DEAD | NETFLIX A nova série sul-coreana de terror é baseada num webtoon (quadrinhos) e combina horror sangrento com romance e humor bizarro em meio a um surto de zumbis. A trama acompanha a epidemia desde seu começo em uma escola do Ensino Médio, enfatizando a luta dos estudantes para sobreviver, enquanto esperam ser resgatados, sem saber que a contaminação se alastrou por toda a cidade. Virou um fenômeno de audiência, que rende comparações a “Round 6”. E uma curiosidade é que compartilha um detalhe com “Round 6”: a participação de Lee Yoo-mi, que viveu Ji-yeong (a jogadora #241) na série anterior. Apesar de concluída em seus 12 episódios, a trama deixou gancho para uma 2ª temporada, que o sucesso da atração deve materializar.   GIRLS5EVA | Globoplay   Desenvolvida por Tina Fey e Meredith Scardino (parceiras de “Unbreakable Kimmy Schmidt”), a comédia musical gira em torno da turnê da volta de um grupo pop feminino que fez sucesso nos anos 1990. Após seu maior hit ser sampleado por um jovem rapper, o Girls5eva – uma criação inspirada em Spice Girls e Pussycat Dolls – se vê subitamente de volta à moda e suas integrantes decidem dar mais uma chance ao sonho do estrelato pop. Só que elas não são mais adolescentes – têm filhos, empregos, dívidas e algumas nem se parecem mais fisicamente com suas versões jovens. O elenco é encabeçado pela cantora Sara Bareilles (“Little Voice”), Renée Elise Goldsberry (“Altered Carbon”), Paula Pell (“A.P. Bio”) e Busy Philipps (“Cougar Town”), e a atração já foi renovada, após atingir 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.   DEPOIS DA FESTA | APPLE TV+ Outra boa série de comédia, gira em torno do mistério de um assassinato numa festa, que se desenrola em oito episódios, cada um filmado num estilo diferente para combinar com a perspectiva do suspeito da semana. Divertida e inteligente ao mesmo tempo, a trama criada por Christopher Miller (“Anjos da Lei”) traz Tiffany Hadish (“Viagem das Garotas”) como a detetive policial que tenta descobrir quem matou o anfitrião da festa (Dave Franco, de “Artista do Desastre”), uma celebridade que organiza uma reunião com antigos colegas de escola. O ótimo elenco ainda destaca Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Ilana Glazer (“Broad City”), Ike Barinholtz (“Projeto Mindy”), Sam Richardson (“Ted Lasso”), Zoe Chao (“Love Life”) e John Early (“Search Party”).   ARQUIVO 81 | NETFLIX   Inspirada em um podcast homônimo, o terror acompanha o personagem de Mamoudou Athie (“Ameaça Profunda”), que recebe a missão de restaurar uma coleção de fitas de vídeo danificadas num incêndio em 1994. O conteúdo é trabalho de uma documentarista que investigava fenômenos sobrenaturais e uma provável seita diabólica num antigo prédio residencial. E quanto mais ele restaura as imagens, mais envolvido se torna, a ponto de se ver passando pelas mesmas situações enfrentadas pela documentarista há 28 anos. A série foi desenvolvida por Rebecca Sonnenshine (produtora-roteirista de “The Boys” e “The Vampire Diaries”), tem direção de Rebecca Thomas (“A Fita Azul”) e produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). E é daquelas que fazem o espectador maratonar noite a dentro, hipnotizado com o quebra-cabeças narrativo e torcendo por uma 2ª temporada.   NAOMI | HBO MAX Produzida e com piloto dirigido pela cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”), “Naomi” destaca a jovem atriz Kaci Walfall (“Army Wives”), de 16 anos, como uma adolescente apaixonada por super-heróis, que leva um choque quando começa a manifestar superpoderes durante uma aparição inesperada de Superman, personagem que todos sabem que só existe nos quadrinhos. Seu mundo é abalado de vez quando ela descobre outros superpoderosos em sua cidadezinha, um deles vindo do planeta Thanagar, que não só jura que Superman existe como é seu amigo. Entretanto, se existem super-heróis, também há supervilões. A série foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (de “Arrow”).   A IDADE DOURADA | HBO MAX A nova série criada por Julian Fellowes, responsável pelo fenômeno britânico “Downton Abbey” (2010-2015), é um drama de época que trata de conflitos de classe. Mas em vez de aristocratas e seus funcionários, a disputa se dá entre famílias tradicionais e novos ricos. O título da atração remete a um termo cunhado pelo escritor Mark Twain (1835-1910) para caracterizar uma época na qual a alta sociedade dos EUA, apesar da aparência de riqueza, vivia entre falências, corrupção e escândalos. “The Gilded Age” não seria uma era de ouro (golden age), mas um período que tentava se passar por dourado. O enredo gira em torno de Marian Brook (Louisa Jacobson), jovem herdeira de uma família conservadora, que chega sem um centavo em Nova York e é abrigada pela tia “rica”, a aristocrata Agnes van Rhijn (Christine Baranski), que não aceita as mudanças da época, apesar da decadência financeira de sua família. Enquanto isso, a família pouco sofisticada de seu novo vizinho, o barão da indústria ferroviária George Russell (Morgan Spector, de “Homeland”), mostra-se cada vez mais rica e influente. A guerra de classes em espartilhos é valorizada por uma cenografia e figurinos deslumbrantes, que surpreendem com sua opulência e pela recriação da Nova York do começo do século 20.   1883 | PARAMOUNT+   Prólogo de “Yellowstone”, série de maior audiência da TV paga americana, a nova atração do roteirista-produtor Taylor Sheridon é um western autêntico. A história começa como uma jornada perigosa de caravana pelo Oeste selvagem, que leva os ancestrais de John Dutton (Kevin Costner) em busca de um futuro melhor na terra prometida de Montana, através das Grandes Planícies, em meio a índios e foras-da-lei. O elenco destaca dois astros famosos da música country: o casal da vida real Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”), que formam a família protagonista com a adolescente Isabel May (“Young Sheldon”) e o menino Audie Rick. Além deles, o elenco inclui Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como guias e seguranças da viagem, e Billy Bob Thornton (“Goliath”) como um famoso ex-xerife texano, Jim Courtright, que em 1883 se transformou em fora-da-lei.

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    Netflix comemora uma década de conteúdo original

    6 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix completou uma década de exibição de conteúdo original neste domingo (6/2), dia que se completam dez anos do lançamento de sua primeira série inédita em streaming. Para marcar a data, o responsável pelo conteúdo da empresa, o co-CEO Ted Sarandos, publicou um vídeo com o ator e guitarrista Stevie Van Zandt, da E Street Band de Bruce Springsteen. Van Zandt foi o astro da primeira série da Netflix, “Lilyhammer”, sobre um mafioso americano escondido numa cidadezinha congelada da Noruega. Lançada em 6 de fevereiro de 2012, a série durou três temporadas. Mas como os dois admitem no vídeo, apesar de ser a primeira exibida, “Lilyhammer” não foi a primeira produzida especificamente para a Netflix. A honra cabe a “House Of Cards”, num negócio que surpreendeu Hollywood. Mas a repercussão do acordo com o diretor e produtor David Fincher motivou Van Zandt a procurar Sarandos com uma proposta que atropelou os planos da plataforma. Na época, “Lilyhammer” já tinha sua 1ª temporada concluída, prestes a estrear na TV norueguesa. Por isso, quando Sarandos topou adquirir o programa para o mercado internacional, ele já estava pronto para ir ao ar e, assim, superou a estreia de “House of Cards” em exatamente um ano – a série produzida por Fincher chegou apenas em fevereiro de 2013. Como o protagonista de “House of Cards”, Kevin Spacey, acabou denunciado como predador sexual num dos casos mais ruidosos do movimento #MeToo, a primazia acidental de “Lilyhammer” acabou revista e hoje recebe todo o reconhecimento, a glória e o destaque por ter sido a produção que inaugurou a era moderna do streaming mundial. Não deixa de ser simbólico também que o primeiro conteúdo inédito da Netflix tenha sido uma produção norueguesa exibida com legendas. A estratégia de internacionalização de conteúdo acabou sendo um dos grandes diferenciais da plataforma, impulsionando sua expansão global e fazendo com que programas não falados em inglês se tornassem fenômenos globais, como “La Casa de Papel”, “Lupin” e “Round 6”. Além do vídeo, Sarandos emitiu um comunicado oficial da Netflix para marcar a data. Leia a íntegra abaixo. “Quando você pensa na primeira série original da Netflix, no que você pensa? Na Casa Branca? Na Penitenciária de Litchfield… Não, não foram essas. Nossa primeira série original real foi ‘Lilyhammer’ e hoje, 6 de fevereiro, marca o 10º aniversário de sua histórica estreia na Netflix. Um momento seminal na história da Netflix começou em um estúdio de gravação no Mar do Norte. Bergen é onde os criadores noruegueses Eilif Skodvin e Anne Bjørnstad abordaram Stevie Van Zandt sobre uma série que escreveram para ele em uma pequena cidade norueguesa chamada Lillehammer. Alguns meses depois, ao saber que a Netflix estava procurando conteúdo original, recebi uma ligação direta de Stevie, que queria nos enviar a série. Perguntei se podíamos ler os scripts e Stevie disse ‘Scripts? Posso te enviar toda a temporada’. Assistimos e adoramos. Eu pensei que era uma história clássica de peixe fora d’água, com Stevie interpretando um papel que seria amado pelo público, e a interação entre seu assassino sensato Frank Tagliano e a comunidade gentil ao seu redor era uma ótima comédia. Era um personagem muito familiar, mas numa cultura que poucas audiências tinham visto. Eu não tinha certeza do que viria daquele primeiro telefonema com Stevie. Eu era (sou) um grande fã de sua música e eu o amava em ‘Os Sopranos’, então fiquei feliz em conversar com ele por alguns minutos. Em seu novo livro ‘Unrequited Infatuations’, Stevie disse que a ligação levou à melhor reunião de negócios de sua vida – que foi quando nos encontramos pessoalmente. Lembro-me de que Stevie era um ator e músico muito melhor do que um vendedor. Ele humildemente descrevia o programa como ‘diferente, estranho, peculiar, às vezes é em inglês e às vezes tem legendas…’, quase como se estivesse tentando me convencer a desistir. O que ele não sabia era que já tínhamos assistido aos episódios e estávamos apaixonados pela série. Nós concordamos em comprá-la e encomendar uma 2ª temporada, sem saber que os programas de TV noruegueses geralmente só duravam uma temporada e geralmente tinham longos hiatos entre as temporadas se retornassem. Fizemos um acordo. A reunião foi ótima e Stevie adorou todas as ideias, exceto uma. Quando eu disse a ele que não mostraríamos os episódios um por semana, entregaríamos a temporada inteira de uma só vez. Isso o congelou. ‘Você trabalha e sofre e alguém pode assistir um ano do seu trabalho em uma noite? Isso soa um pouco estranho’, disse ele. ‘Não é estranho’ eu lhe disse. ‘É como trabalhar em um álbum’. Ele então riu e concordou. Após a exibição do primeiro episódio na TV norueguesa NRK em 25 de janeiro de 2012, lançamos ‘Lilyhammer’ na Netflix em 6 de fevereiro de 2012, oferecendo todos os oito episódios para nossos membros nos EUA, Canadá e América Latina (seguidos pelo Reino Unido, Irlanda e os nórdicos no final daquele ano). Esta foi a primeira vez que transmitimos um programa simultaneamente em vários países e idiomas… e funcionou. Olhando para trás, ‘Lilyhammer’ talvez tenha sido uma escolha pouco ortodoxa para nossa primeira série. Mas funcionou porque era uma história profundamente local que podíamos compartilhar com o mundo. As piadas e referências funcionaram localmente e os temas mais universais viajaram perfeitamente. Desde então, vimos tantas grandes histórias locais ressoarem com pessoas de outros países e de outras culturas: séris e filmes ambientados em qualquer lugar e contados em qualquer idioma. ‘Lilyhammer’ foi a precursora de tantos grandes séries por vir – “Desejo Obsucro’ e ‘Quem Matou Sara?’ do México, ‘La Casa de Papel’ da Espanha, ‘The Rain’ e ‘O Homem das Castanhas’ da Dinamarca, ‘Dark’ e ‘Bárbaros’ da Alemanha, ‘Lupin’ da França, ‘Jogos Sagrados’ da Índia e, claro, mais recentemente, ‘Round 6’ da Coréia, nossa maior série de todos os tempos. Mas a primeira sempre será ‘Lilyhammer’. Obrigado ‘Lilyhammer’ e Stevie Van Zandt por iniciarem esta incrível jornada de dez anos. É sempre difícil prever o que está por vir nos próximos dez, mas uma coisa é certa: teremos muitas outras ótimas histórias de qualquer lugar que podem ser amadas em todos os lugares. Ted Sarandos, co-CEO da Netflix.”

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    Awkwafina se desculpa por sotaque negro do começo da carreira e sai do Twitter

    6 de fevereiro de 2022 /

    A atriz e comediante Awkwafina decidiu abandonar o Twitter após uma velha polêmica sobre seu apropriação do sotaque negro voltar aos tópicos mais comentados nos últimos dias. Antes de ficar conhecida por filmes como “Oito Mulheres e um Segredo” (2018), “Podres de Ricos” (2018), “A Despedida” (2019), “Jumanji: Próxima Fase” (2019) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), Awkwafina tentou a carreira como rapper, usando expressões associadas à fala negra (“AAVE”, sigla que significa Inglês Vernacular Afro-Americano, também conhecido como “ebonics”) e abusando de forte sotaque supostamente negro (“blaccent”). A polêmica retornou após um artigo na revista Vice, escrito por Bettina Makalintal. “Enquanto pegava emprestados elementos da cultura negra para fazer um nome para si mesma, a mulher nascida como Nora Lum performou uma série de esterótipos racistas para parecer legal. Por meio disso, ela construiu seu nome e se transformou de uma rapper viral da internet em uma atriz aclamada pela crítica.” Vale lembrar que Awkwafina nasceu e cresceu no Queens, em Nova York, um bairro classe média de grande presença negra – Run-DMC veio de lá. E ela detalha sua origem e influências numa série de sucesso, “Awkwafina Is Nora from Queens”. Diante da repercussão do artigo da Vice, ela publicou um comunicado se desculpando e anunciou sua saída do Twitter. “Existe um contexto socio-político para tudo, especialmente da comunidade negra deste país”, escreveu a atriz. “Estamos falando de um grupo afetado de forma desproporcional por políticas institucionais e pela força da lei, tudo isso enquanto vêem sua cultura sendo apropriada para ganhos monetários sem respeito por suas origens”. “Mas devo enfatizar: zombar, menosprezar ou ser indelicado de qualquer maneira possível às custas dos outros: Simplesmente. Não. É. Minha. Natureza. Nunca foi e nunca será”, continuou. “Na vida, apropriações linguísticas e a globalização da internet interpretam um papel na linha tênue entre ofensa e cultura pop”, acrescentou. “Como uma pessoa de cor não-negra, reafirmo que sempre vou ouvir e trabalhar para entender o contexto histórico do AAVE, o que é apropriado e o que não é a respeito de qualquer grupo marginalizado.” Ela atribui seu uso de “blaccent” à sua própria origem imigrante, ambiente escolar público, consumo de TV e cinema, bem como seu “respeito pelo hip-hop”. “Acho que, como grupo, os americanos asiáticos ainda estão tentando descobrir o que essa jornada significa para eles, o que é correto e onde eles não pertencem”, disse ela, “e embora eu ainda esteja aprendendo e fazendo esse trabalho pessoal, tenho certeza de que quero passar o resto da minha carreira sem fazer nada além de elevar nossas comunidades. Fazemos isso primeiro falhando, aprendendo, reconhecendo, ouvindo e tendo empatia, e continuarei incansavelmente a fazer exatamente isso.” Para completar, ela anunciou sua saída do Twitter “por alguns anos”, mas avisou que continuará presente em todas as “outras plataformas que não sugerem que eu me mate”, porque “não agredi ninguém bêbada para virar fugitiva”. pic.twitter.com/pxSLXZD2J0 — nora (@awkwafina) February 5, 2022 To Clarify: I am retiring from the ingrown toenail that is Twitter. Not retiring from anything else, even if I wanted to, and I didn’t drunkenly hit someone with a shoehorn and now escaping as a fugitive. Also am avail on all other socials that don’t tell you to kill yourself! — nora (@awkwafina) February 5, 2022

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