“Star Trek” vai voltar ao cinema com elenco do reboot
A Paramount divulgou o logotipo do novo filme de “Star Trek” e confirmou que a produção voltará a reunir o elenco dos três longas anteriores. O anúncio foi feito pelo cineasta JJ Abrams, diretor do reboot lançado em 2009 e produtor da franquia a partir de então. Entretanto, trata-se mais de uma vontade que uma definição, porque Chris Pine (Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Simon Pegg (Scotty), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldaña (Tenente Uhura) e John Cho (Sr. Sulu) ainda não assinaram contrato para voltar a seus papéis, embora alguns tenham manifestado publicamente o interesse em continuar a bordo da nave Enterprise. O estúdio vem tentando reagrupar este elenco desde pelo menos 2018, quando negociações para reunir Pine e Chris Hemsworth, intérprete de seu pai num flashback do filme de 2009, fracassaram. Depois disso, a Paramount conversou com Quentin Tarantino e Noah Hawley sobre projetos da franquia, mas nenhum avançou. No final, o próximo filme será dirigido por Matt Shakman, que assinou a série “WandaVision”. Já o roteiro, que não teve detalhes revelados, foi escrito por duas duplas. O primeiro rascunho tem assinatura de Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”), e a versão final é de Josh Friedman (criador de “Foundation” e “Expresso do Amanhã”) e Cameron Squires (também de “WandaVision”). A estreia está marcada para 22 de dezembro de 2023. Veja o logotipo inicial abaixo.
Paramount+ renova série do game “Halo” antes da estreia
A Paramount+ renovou a série baseada no game “Halo” mais de um mês antes de sua estreia, marcada para 24 de março. “’Halo’ é uma oportunidade expansiva de construção de mundo para a Paramount+, e estamos entusiasmados em dar aos fãs uma 2ª temporada para esperar antes de lançarmos a série no próximo mês”, disse Tanya Giles, diretora de programação da Paramount+, durante evento para investidores. Em desenvolvimento há quase uma década, a série vai chegar cheia de efeitos visuais para narrar a luta da humanidade contra uma aliança alienígena. Inspirado no jogo original, lançado em 2001, a trama de guerra interplanetária destaca o supersoldado Master Chief, estrela do game, que na série é interpretado por Pablo Schreiber (“American Gods”). A adaptação é assinada por Kyle Killen (criador de “Mind Games”) e Steven Kane (criador de “The Last Ship”), que foram demitidos sem alarde durante a produção, deixando o comando nas mãos de Otto Bathurst, cineasta de “Robin Hood: A Origem”, responsável pela direção de alguns episódios. O nome mais imponente dos bastidores, porém, é o de Steven Spielberg, chefão do negócio via sua produtora Amblin, que tirou a adaptação do papel após várias idas e vindas, incluindo mudança de endereço – o projeto seria uma série do canal pago Showtime. O elenco inclui Natascha McElhone (“Designated Survivor”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Shabana Azmi (“Os Filhos da Meia-Noite”), Yerin Ha (“Reef Break”), Bentley Kalu (“No Limite do Amanhã”), Natasha Culzac (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Kate Kennedy (do telefilme “A Midsummer Night’s Dream”), Olive Gray (“Save Me”) e Charlie Murphy (“Peaky Blinders”). Confira abaixo o trailer oficial da atração.
Paramount+ chega a 56 milhões de assinantes e faz ViacomCBS mudar de nome
O conglomerado ViacomCBS está muito satisfeito com o desempenho global da plataforma Paramount+, que atingiu 56 milhões de assinantes em todo o mundo no final do ano passado. Os números constam do relatório financeiro da companhia relativo ao último trimestre de 2021 (também chamado de Q4, em inglês), apresentados ao mercado nesta terça (15/2). Vale lembrar que o streaming da ViacomCBS começou em 2014 como um serviço exclusivo dos EUA, chamado CBS All Access, e só virou a plataforma Paramount+ em março do ano passado, quando começou sua expansão internacional e lançou sua nova configuração na América Latina (inclusive no Brasil). Trata-se, portanto, de um dos mais novos serviços de streaming baseados em Hollywood. Para ter uma comparação do desempenho, com quase um ano a mais de atividade, a HBO Max atingiu 73,8 milhões de assinantes mundiais em dezembro passado. Junto do relatório em que celebra suas conquistas em streaming, a ViacomCBS também anunciou ao mercado que está mudando de nome. A partir já desta quarta (16/2), o conglomerado de mídia, que inclui canais de TV e estúdios de cinema nos EUA, passará a se chamar Paramount Global. A mudança enfatiza ainda mais a estratégia de priorizar o streaming, aproximando o nome da empresa da marca de sua plataforma. Mas Paramount também é um nome tradicional, que batiza um dos mais antigos estúdios de Hollywood, assim denominado desde 1925 – quase a 100 anos. Foi esta, por sinal, a razão apresentada para transformar a CBS All Access em Paramount+, valorizando o nome do ativo mais conhecido da empresa. “Uma empresa global icônica merece um nome global icônico – um que reflita o poder de nosso conteúdo, que reflita nosso papel como administradores de uma rica herança e líderes no futuro do entretenimento”, disseram o CEO Bob Bakish e a presidente do conselho de administração da empresa Shari Redstone, em um memorando enviado aos funcionários. “Com isso em mente, como anunciamos hoje em nosso evento para investidores, a ViacomCBS está se tornando a Paramount Global, ou, mais simplesmente, a Paramount.” Apesar do sucesso internacional, a Paramount+ é a única das grandes plataformas sem aplicativo disponível para Smarts TV no Brasil. Ela só pode ser assistida na televisão por meio de sua parceria com a concorrente direta Amazon Prime Video ou por transmissão pontual de celular, tablet ou computador via wifi.
“Homem-Aranha” supera “Avatar” e vira 3ª maior bilheteria dos EUA
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” virou a 3ª maior bilheteria de cinema dos EUA em todos os tempos nesta terça (15/2), ao atingir US$ 760,9 milhões de arrecadação para ultrapassar “Avatar” (US$ 760 milhões). Os números foram oficializados pela Sony no final da tarde. O filme ainda está em cartaz em 3,3 mil cinemas na América do Norte e arrecadou US$ 1,6 milhões nas últimas horas, surpreendendo como opção do Dia dos Namorados, celebrado na segunda (14/2) nos EUA. À frente da coprodução da Sony e da Disney/Marvel nos EUA ainda estão as bilheterias de “Vingadores: Ultimato” (US$ 858 milhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936 milhões). O sucesso também é grande no Brasil, onde “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” superou US$ 300 milhões e virou a segunda maior arrecadação do país há duas semanas. Apesar de estar em exibição há dois meses, a filme continua a ser um dos mais vistos do Brasil, ocupando, no último fim de semana, o 3º lugar no ranking nacional. Em todo o mundo, o filme chegou a US$ 1,8 bilhão na soma de todos os mercados durante o fim de semana passado, o que equivale à 6ª maior bilheteria da História.
Netflix anuncia filme baseado no game “BioShock”
A Netflix anunciou nesta terça (15/2) que vai produzir um filme inspirado na franquia de jogos “BioShock”. O projeto existe desde 2008 e passou por várias configurações antes de chegar ao streaming. Passado inteiramente numa cidade no fundo do mar, o filme estava sendo orçado em US$ 160 milhões há 13 anos, quando tinha roteiro de John Logan *”007 – Operação Skyfall”) e deveria virar a primeira superprodução do espanhol Juan Carlos Fresnadillo, que fez sua estreia hollywoodiana com o terror “Extermínio 2” (2007). Lançado em 2007, o game de tiro se passa nos anos 1960 e acompanha a queda de Rapture, uma cidade utópica criada para os ricos e famosos no fundo do mar. O protagonista é Jack, um homem que adentra a cidade após sofrer um acidente de avião e descobre uma população enlouquecida, após um plasmídeo na região dar poderes sobre-humanos a quem o consumir. Ele se alia aos poucos habitantes ainda sãos do local para tentar encontrar uma forma de escapar do “paraíso” milionário. A nova versão do projeto não teve nenhum roteirista, diretor ou ator revelado pela Netflix. "Todos nós fazemos escolhas na vida, mas no final nossas escolhas nos fazem." Um filme sobre a história da franquia Bioshock está sendo produzido em parceria com a 2k e a Take-Two interactive. Quem não ficar animado é maluco. pic.twitter.com/cx0XvGtzDT — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 15, 2022
“All Of Us Are Dead” é 3ª série internacional mais vista da Netflix em todos os tempos
A produção sul-coreana “All Of Us Are Dead” continua rendendo grande audiência na Netflix. Em sua terceira semana liderando o streaming, a série foi assistida ao longo de impressionantes 113,2 milhões de horas. Com isso, saltou de 5ª para 3ª série não falada em inglês mais vista da plataforma em todos os tempos. A atualização do ranking, publicada nesta terça (15/2), revelou o total de 474,2 milhões de horas consumidos pelos fãs da série em streaming, superando as partes 5 e 3 de “La Casa de Papel”. À frente de “All Of Us Are Dead” entre as produções internacionais, não faladas em inglês, estão apenas a parte 4 de “La Casa de Papel” (614 milhões de horas) e o fenômeno “Round 6” (1,6 bilhão de horas). Os números de “All Of Us Are Dead” também a colocam em 8º lugar geral na audiência das séries da plataforma, contando os lançamentos em inglês. Mas é uma posição temporária, já que está a poucas horas de superar a 1ª temporada de “13 Reasons Why” (475,5 milhões) e a 2ª de “The Witcher” (484,3 milhões). A trama de “All of Us Are Dead” acompanha um surto de zumbis numa escola do Ensino Médio e a luta de um grupo de estudantes para sobreviver, enquanto esperam ser resgatados, sem saber que a epidemia se alastrou por toda a cidade. Apesar de concluída em seus 12 episódios, a trama deixou gancho para uma 2ª temporada, que o sucesso da atração deve materializar. Baseada no webtoon “Now at Our School”, a produção foi desenvolvida por Chun Sung-il (“Os Piratas”) e conta com direção de Lee Jae-kyoo (“Estranhos Íntimos”). Veja abaixo o trailer legendado em português da atração.
“Através da Minha Janela” vai virar trilogia
A Netflix anunciou a transformação do romance água com açúcar “Através da Minha Janela” em mais uma trilogia adolescente de seu catálogo. A plataforma publicou nas redes sociais que a produção terá mais duas sequências, juntando-se à outras trilogias do gênero, como “A Barraca do Beijo” e “Para Todos os Garotos que já Amei”. No vídeo divulgado, a protagonista do longa (Clara Galle) procura no celular se haverá mais filmes da franquia e encontra a resposta. Nesta terça (15/2), a Netflix revelou que “Através da Minha Janela” foi seu filme não falado em inglês mais visto da semana passada, com 34,7 milhões de horas de exibição. A produção é espanhola e conta a história de amor entre dois vizinhos adolescentes, que não podem ser mais diferentes. Dirigido por Marçal Flores (“Amor Eterno”), o filme destaca Clara Galle (“O Internato: Las Cumbres”) como a vizinha apaixonada e Julio Peña (“Bia”) como seu vizinho convencido. O filme original é baseado num livro de Ariana Godoy, que também teve duas continuações literárias. Por enquanto, as sequências não têm previsão de estreia em streaming. Apesar da popularidade, a adaptação romântica não foi bem vista pela crítica americana. Com poucas resenhas, não conseguiu cotação no Rotten Tomatoes, mas as duas únicas críticas que foram selecionadas pelo portal são negativas. Quero ver quem vai ser hacker o suficiente pra desvendar essa notícia: V40 T3R + 2 F1LM35 D3 4TR4V35 D4 M1NH4 J4N3L4!❤️🔥 pic.twitter.com/60A2n8Exae — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 15, 2022
Netflix pagou fortuna à golpista real de “Inventando Anna”
Para transformar a história da golpista Anna Sorokin/Delvey na minissérie “Inventando Anna”, a Netflix pagou US$ 320 mil para a criminosa real. Mas ela não pôde usufruir de todo o dinheiro, devido a uma lei de Nova York que impede que criminosos lucrem com seus crimes. Desta forma, o pagamento foi usado para ressarcir prejuízos causados pelos atos da criminosa. Foram US$ 199 mil de restituição às instituições financeiras lesadas e US$ 24 mil para liquidar multas, além de US$ 75 mil para quitar honorários advocatícios. Graças à liquidação das dívidas, ela ainda conseguiu que sua conta bancária fosse desbloqueada. Anna Delvey foi a identidade falsa usada por Anna Sorokin para circular na alta sociedade de Nova York e fingir que era milionária, aparentando um estilo de vida de opulência. Na série, ela foi vivida por Julia Garner (“Ozark”). A trama foi desenvolvida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e baseada numa reportagem da jornalista Jessica Pressler sobre o caso. Outro artigo da jornalista já tinha inspirado o filme “As Golpistas” (2019) com Jennifer Lopez. Sorokin nasceu em Domodedovo, na Rússia. Seu pai era um caminhoneiro e sua mãe dona de uma loja de conveniência. Eles se mudaram para a Alemanha em 2007, quando ela tinha 16 anos. Em 2014, ela se mudou para os Estados Unidos e passou a aplicar golpes em hotéis de luxo com a identidade falsa de Anna Delvey, que usava para circular na alta sociedade de Nova York e fingir que era milionária, aparentando um estilo de vida de opulência. A farsa durou até 2017, quando não conseguiu pagar um almoço de US$ 200 e precisou se explicar com a polícia. A golpista foi presa em 2017 e julgada em 2019, sendo considerada culpada de oito acusações e condenada a 12 anos de prisão. Entretanto, sua sentença foi encurtada por bom comportamento e, em fevereiro do ano passado, depois de passar quase quatro anos presa, ela foi colocada em liberdade condicional. A liberdade, porém, foi curta. Um mês depois foi detida novamente pela imigração, por estar com visto vencido. Mas conseguia fazer postagens no Instagram com seu nome fictício, Anna Delvey, explorando a popularidade da série para arrecadar mais seguidores. Ainda assim, não chegou em nível “BBB”. Atualmente, 271 mil “fãs” seguem suas publicações, que tem destacado a divulgação da produção da Netflix, lançada na sexta passada (11/2). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Delvey2.0 (@theannadelvey) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Delvey2.0 (@theannadelvey)
Público acredita que Maria saiu do “BBB 22” com peruca caríssima de Brunna
Uma teoria envolvendo a expulsão de Maria do “BBB 22” tomou grandes proporções entre os telespectadores do programa nas redes sociais. Muitos acreditam que a atriz, pega de surpresa, possa ter deixado o programa usando uma peruca de cabelo natural que supostamente pertence a Brunna Gonçalves, e a situação já rendeu vários memes. “Maria foi embora com o cabelo de mais de 10 mil da Brunna, socorro”, reagiu um usuário do Twitter. “A Ludmilla vai bater na porta da Maria hoje mesmo pra pegar o cabelo da Brunna”, brincou outro. Um terceiro ainda comentou que, em apenas 12h, Brunna teria perdido suas duas perucas laces, somando quase R$ 30 mil de prejuízo. A primeira foi supostamente danificada no Jogo da Discórdia, em que os confinados jogaram água suja uns nos outros, e a segunda teria saído do confinamento na cabeça de Maria. Para demonstrar como a imaginação do povo é forte, Ludmilla, esposa de Brunna, negou o boato. “Realidade: o rabo é da Maria e a lace tá na cabeça da Bru”. Veja alguns dos comentários abaixo. Ludmilla no portão da casa da Maria pra pegar o cabelo da brunna que a Maria levou embora #BBB22 pic.twitter.com/iC5nm0KwLg — #AsMaravilhasOriginais (@asmaravilhasof) February 15, 2022 Maria foi embora com o cabelo da brunna mesmo? pic.twitter.com/rEdgXd8gxi — fretta (@vihfretta) February 15, 2022 maria indo embora com o cabelo de 10 mil da brunna #bbb22 pic.twitter.com/MbF7lFqarX — instagram: pedro.rafhael (@falarafha) February 15, 2022 a brunna batendo na casa da maria pra pegar a lace de volta #bbb22 pic.twitter.com/3ZTQFCrswD — BARBIE FASCISTA (@BarbieDeBem) February 15, 2022 Realidade: o rabo é da Maria e a lace tá na cabeça da bru. https://t.co/lKbHJi5zJL — LUDMILLA 🤙🏾 (@Ludmilla) February 15, 2022
Antonio Fagundes será Dom João VI em série da TV Cultura
Ao contrário de Cristiana Oliveira, o ator Antonio Fagundes recebeu convite para participar do remake da novela “Pantanal”. Mas recusou. Ele preferiu fechar contrato com a TV Cultura para ser um dos protagonistas de uma minissérie sobre os 200 anos da proclamação da independência, que serão comemorados em 7 de setembro deste ano. O projeto tem direção de Luís Fernando Carvalho, que tem no currículo produções como “Meu Pedacinho de Chão”, “Velho Chico”, “Capitu” e “A Pedra do Reino”, e também deixou a Globo recentemente. Fagundes dará vida ao rei Dom João VI. Ele será acompanhado por Ilana Kaplan (“5X Comédia”), no papel de Carlota Joaquina, e a inglesa Louisa Sexton (que foi colega de Harry Potter em “A Pedra Filosofal”), que interpretará a princesa Leopoldina, além de Gabriel Leone (“Verdades Secretas”), Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”), Cássio Scapin (“Castelo Rá-Tim-Bum”) e Maria Fernanda Cândido (“O Traidor”). Além do elenco ilustríssimo, os figurinos também terão uma assinatura famosa: Alexandre Herchcovitch. A produção terá 16 capítulos, que compreenderão todo o período do reinado de Dom Pedro I, do nascimento até sua morte.
Cristiana Oliveira pode perder imóvel por dívidas de IPTU
A prefeitura do Rio entrou com uma ação de execução fiscal contra a atriz Cristiana Oliveira por dívidas de IPTU que, juntas, somam R$ 64.516,68, valores que ainda serão reajustados. A última atualização da dívida foi feita há quase um ano. Como a atriz deixou de pagar o imposto de 2016 até 2019, o imóvel no Itanhangá, Zona Oeste da cidade, pode ser penhorado pela Justiça, uma vez que, segundo a ação, não houve qualquer aceno por quitação da dívida ou acordo no Tribunal de Justiça do Rio. Na última citação judicial, Cristiana não foi encontrada no imóvel. O último trabalho da atriz na TV foi na novela “Topíssima”, exibida pela Record em 2019. Ela se tornou uma das estrelas mais populares do Brasil quando interpretou Juma Marruá na novela “Pantanal”, maior sucesso da extinta rede Manchete, em 1990. Por coincidência, a Globo está prestes a estrear um remake daquela produção. A atriz não foi convidada a fazer nem sequer uma participação especial na nova versão da novela. Muitos esperavam que ela fosse escalada no papel de Maria, a mãe de Juma, que acabou com Juliana Paes.
Globo é multada por racismo em piada de programa humorístico
Por decisão da Justiça de São Paulo, o Grupo Globo foi multado em R$ 88 mil por racismo. A denúncia por discriminação racial foi motivada por uma piada do programa humorístico “Jornal Sensacionalista”, exibido no Multishow, que relacionou um cachorro à religião de matriz africana candomblé. O episódio polêmico foi exibido nos dias 26 e 28 de outubro de 2013. Na piada, o animal denominado “cãodomblé” aparecia com vestimentas brancas e era tratado por sua tutora e pela comunidade local como um animal especial, já que ele “recebe entidades”, “prevê o futuro” e “joga búzios”. A denúncia foi feita pela Coordenação de Políticas para a População Negra e Indígena (CPPNI) à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. A multa foi estabelecida ainda em 2013, mas o Grupo Globo recorreu. Em outubro do ano passado, a emissora conseguiu decisão favorável na primeira instância. O Estado de São Paulo recorreu e o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) autorizou a cobrança da multa. Na decisão do TJ-SP, a desembargadora Maria Fernanda De Toledo Rodovalho ponderou: “Conclui-se que discriminação, no caso em tela, é deliberada e dirigida especificamente à identidade de um grupo étnico minoritário (candomblecistas), o que configura ato ilícito de prática discriminatória e preconceituosa de raça e de cor, com as consequências administrativas que o acompanham”.
Ator americano é condenado a 20 anos de prisão por golpe em Hollywood
O ator americano Zachary Horwitz (“Filhos de Ninguém”) foi condenado a 20 anos de prisão após fraudar investidores em cerca de US$ 650 milhões em um esquema de pirâmide em Hollywood. Além da pena de prisão, o juiz do caso ordenou que Horwitz pagasse US$ 230 milhões às vítimas do golpe, que ele aplicou para financiar um estilo de vida luxuoso de iates, aviões e carros esportivos. Horwitz, que atuou em alguns filmes de baixo orçamento sob o pseudônimo de Zach Avery, convenceu investidores de que tinha contratos de distribuição de filmes e séries para plataformas de entretenimento como HBO Max e Netflix, e que uma parceria de financiamento renderia grandes lucros. Mas os contratos eram falsos. “Horwitz se apresentava como uma história de sucesso de Hollywood”, disse a promotoria, de acordo com o documentos do Departamento de Justiça. “Ele fingiu ser uma figura da indústria cinematográfica que tinha relacionamentos com plataformas de streaming como HBO e Netflix para vender direitos de distribuição para produções estrangeiras a um valor fixo”. “Mas, como suas vítimas acabaram descobrindo, [Horwitz] não era um empresário de sucesso ou tinha conexões em Hollywood. Ele apenas fingia ser”, seguiu a acusação. “Ele começou traindo a confiança de seus próprios amigos, pessoas que baixavam a guarda porque não podiam imaginar que alguém que conheciam há anos poderia enganá-los e roubar suas economias e as de seus parentes”, enfatizou a promotoria. No maior desempenho como ator de sua vida, Horwitz manteve o esquema por sete anos, usando dinheiro de novos investidores para pagar aqueles que tinha atraído inicialmente com a promessa de grandes lucros, de forma a manter a farsa. Quando o esquema desmoronou, o ator de 35 anos devia US$ 230 milhões.












