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    Nova série animada Star Wars: The Bad Batch ganha primeiro trailer

    10 de dezembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o trailer da série animada “Star Wars: The Bad Batch”, um spin-off de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), que foi resgatada no ano passado para uma temporada final na plataforma de streaming – após ser tirada do ar do Cartoon Network pela própria Disney. Revelado durante o Dia do Investidor da Disney, na noite desta quinta (10/12), o vídeo mostra vários personagens clássicos da franquia, como o Imperador Palpatine e Grand Moff Tarkin, entre muitas cenas de ação. A trama acompanha o chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles uma habilidade excepcional. Após o fim da Guerra dos Clones, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito. O produtor-roteirista Dave Filoni, responsável por “Star Wars: A Guerra dos Clones”, também é o showrunner da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. A expectativa é que a série estreie em 2021. Confira abaixo o trailer nas versões dublada e legenda em português.

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    Andor: Disney+ (Disney Plus) revela primeira prévia da nova série live-action de Star Wars

    10 de dezembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) revelou a primeira prévia de “Andor”, série de “Star Wars” em que Diego Luna revive seu personagem de “Rogue One”, Cassian Andor. Revelado durante o Dia do Investidor, da Disney, na noite desta quinta (10/12), o vídeo apresenta os sets, criaturas, figurinos, o trabalho da equipe e diversos detalhes dos bastidores da produção, em meio a trechos de “Rogue One”, storyboards da série e depoimentos entusiasmados do ator mexicano. A série recém-batizada será uma das dez atrações derivadas do universo de “Star Wars” que povoarão o streaming da Disney. Seu elenco também inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e mais dois integrantes de “Rogue One”, Genevive O’Reilly como Mon Mothma e Alan Tudyk como a voz do robô K-2SO. Em desenvolvimento desde 2018, “Andor” é escrita e produzida por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e deverá ser a segunda atração live-action de “Star Wars” a estrear na plataforma de streaming, que já conta com “The Mandalorian”. A série mostrará a formação da Aliança Rebelde antes dos eventos apresentados em “Rogue One”, localizando sua trama depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e contará com direção de Toby Haynes, que assinou o episódio “USS Callister”, de “Black Mirror”, vencedor do Emmy em 2018. “Andor” ainda não tem previsão de estreia.

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    Disney+ anuncia e dá detalhes de 10 séries de Star Wars

    10 de dezembro de 2020 /

    Em sua apresentação do Dia do Investidor, na noite desta quinta (10/12), a Disney revelou a expansão massiva de seu negócio de streaming, que já atinge quase 90 milhões de assinantes em todo o mundo e ganhará em breve a companhia da Star+, uma plataforma de conteúdo da ABC, FX e 20th Century Studios, além de esportes. Para acompanhar esses planos, a empresa revelou um cronograma ambicioso de produção de conteúdo exclusivo para a Disney+ (Disney Plus), que pretende levar 35 novos títulos da Lucasfilm, Marvel Studios, Disney Animation e Pixar Animation para o streaming em 2021. Kareem Daniel, o novo chefe de distribuição da Disney, anunciou nada menos que 10 séries de “Star Wars”, 10 séries da Marvel e 15 séries da Disney e Pixar Animation, prometendo que os detalhes seriam anunciados pelo presidente do estúdio, Bob Iger, e outros executivos da Disney mais tarde na apresentação – prevista para ter quatro horas de duração. Talvez a maior surpresa tenha sido o anúncio de 10 séries “Star Wars”, a expansão criativa mais agressiva da franquia desde que a Disney adquiriu a Lucasfilm em 2012. Até o momento, a Disney lançou cinco longas-metragens “Star Wars” e uma série, “The Mandalorian”, que se tornou o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus). Mas a verdadeira bomba ficou por conta do anúncio do filme “Star Wars: Rogue Squadron”, da diretora Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), feito pela presidente da Lucasfilm, Katlheen Kennedy. Com direito a teaser! A apresentação de Kennedy também confirmou o projeto de um filme de “Star Wars” em desenvolvimento por Taika Waititi (“Thor Ragnarok”), mas se concentrou basicamente em detalhar as novas séries, a começar por “Andor”, atração do personagem de Diego Luna em “Rogue One”, que finalmente ganhou título. Outra produção que já estava confirmada, “Obi-Wan Kenobi”, ganhou um acréscimo bombástico no elenco. Além de trazer de volta Ewan McGregor como o personagem-título, que ele interpretou entre os Episódios I e III da franquia cinematográfica, Hayden Christensen também retornará como Anakin Skywalker/Darth Vader. As gravações vão começar em março. Duas séries ganharão vida como derivados de “The Mandalorian”, com produção de Jon Favreau e Dave Filoni: “The Rangers of the New Republic” e “Ahsoka”. A primeira deve ser estrelada por Gina Carano no papel da rebelde Cara Dune, enquanto a segunda trará Rosario Dawson no papel de Ahsoka Tano, que ela desempenhou em episódio recente do atual hit da Disney+ (Disney Plus). A lista é longa e ainda destaca “Lando”, uma nova série desenvolvida por Justin Simien (criador de “Dear White People”) focada em Lando Calrissian. Não foi divulgado se eles pretendem trazer Donald Glover (“Atlanta”) para viver o personagem, que ele interpretou em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Outros projetos incluem “The Acolyte”, uma série centrada em personagens femininas e ambientada nos dias finais da era áurea da República, desenvolvida por Leslye Headland (“Boneca Russa”), além de três produções animadas: “Star Wars: The Bad Batch”, sequência de “Star Wars: The Clone Wars”, “Star Wars: Visions”, antologia de curtas criados por 10 diferentes mestres dos animes japoneses, e “A Droid Story” em que R2-D2 e C-3PO vivem uma nova aventura. Para quem está contando, junto com “The Mandalorian”, isso compõe todos os 10 títulos prometidos de “Star Wars”. A Marvel Studios, por sua vez, já tinha anunciado oito títulos para a Disney+ (Disney Plus), alguns prestes a estrear, como “WandaVision”, prevista para 15 de janeiro, “O Falcão e o Soldado Invernal” e “Loki”, que também chegam em 2021, “Hawkeye” (do Gavião Arqueiro) e “Ms. Marvel”, que começaram a ser gravadas, “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua) e “She-Hulk” (Mulher-Hulk), em fase de escalação, a série animada “What If…?”, mas outras novidades ligadas ao Homem de Ferro e um crossover encabeçado por Nick Fury (Samuel L. Jackson) também vieram à tona no evento. Para completar, entre as novidades de animação foram reveladas uma inesperada série baseada nos filmes da “Era do Gelo”, do Blue Sky Studios, e um revival do desenho clássico “Tico e Teco – Defensores da Lei”, com dublagem de John Mulaney (“Mulaney”) e Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”).

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    Plataforma de streaming adulto da Disney, Star+ chega ao Brasil em junho

    10 de dezembro de 2020 /

    Durante seu evento do Dia do Investidor, na noite desta quinta (10/12), a Disney revelou seus planos de streaming para suas marcas adultas, como ABC, FX e 20th Century Studios. Enquanto este conteúdo é disponibilizado na plataforma Hulu nos EUA, ele alimentará um novo serviço no resto do mundo, batizado de Star, cujo logo e cronograma de lançamento foi apresentado pela primeira vez em público. A oficialização da plataforma Star confirma notícias que estavam surgindo a conta-gotas, como a transformação dos canais Fox em Star a partir de 2021 na América Latina. O nome Star vem de uma propriedade adquirida pela Disney na compra dos negócios da Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana, com atividades multimídias. A marca agora se tornará lar da ampla gama de conteúdo que não se encaixa na proposta da Disney+ (Disney Plus), como os filmes “Logan”, “Deadpool” e “Alien”. Mas a forma como a Star será disponibilizada será diferente de região a região. Na Europa, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, o conteúdo da Star poderá ser encontrado dentro do aplicativo Disney+ (Disney Plus) a partir de 23 de fevereiro. Os interessados passarão a pagar um pouco mais pela assinatura, concentrando a cobrança num único produto. Na Europa, por exemplo, o app com acesso à Disney+ (Disney Plus) e Star custará 9 euros. Na América Latina, a Star se tornará um serviço de streaming independente com nome ligeiramente diferente. Será Star+, com lançamento já marcado para junho de 2021. A Star+, na versão que chega ao Brasil, contará com filmes, séries e também esportes ao vivo, incluindo partidas de futebol. Isto indica que a Disney optou por não apostar numa versão internacional da ESPN+. A nova plataforma não será disponibilizada nos Estados Unidos, onde o conglomerado manterá seu conteúdo adulto e de entretenimento geral na Hulu e o esporte na ESPN+. A Disney teria considerado a possibilidade de internacionalizar a Hulu, que tem quase 39 milhões de assinantes americanos, mas decidiu que seria melhor lançar um novo serviço com marca de maior apelo global. O streaming da Star India, Hotstar, já parte com 18 milhões de assinantes na região.

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    Disney+ (Disney Plus) já tem quase 90 milhões assinantes

    10 de dezembro de 2020 /

    A Disney realizou um evento com investidores na noite desta quinta (10/12) para apresentar números e falar de seus planos de investimento em streaming. Quando a empresa apresentou sua estratégia de streaming pela primeira vez, num evento similar em abril de 2019, previu que poderia atrair de 60 milhões a 90 milhões de assinantes nos primeiros cinco anos do serviço Disney+ (Disney Plus). Pois logo no começo da nova apresentação, que durou quatro horas, o CEO do conglomerado, Bob Chapek, revelou aos investidores que esses números foram subestimados. A Disney+ (Disney Plus) já tem 86,8 milhões de assinantes… em apenas 13 meses. A empresa lançou sua plataforma de streaming em 11 de novembro de 2019, com muito alarde. Mas embora o novo serviço tivesse pouca programação original, uma atração tornou sua assinatura obrigatória: “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, que com o hype gerado por uma certa criança ajudou a impulsionar o serviço para mais de 10 milhões de inscrições nas primeiras 24 horas. O serviço agora serve como a espinha dorsal de uma estratégia de streaming ainda em evolução na Disney, que também inclui o serviço Hulu nos EUA e a ESPN+ com foco em esportes. Embora o streaming continue sendo um negócio caro – a divisão que cuida do setor perdeu US$ 2,8 bilhões em 2020, graças a investimentos iniciais pesados – , a empresa não poderia ter escolhido um momento melhor para mudar suas prioridades e redefinir seus métodos de distribuição. Apenas cinco meses após o lançamento do Disney+ (Disney Plus), grande parte do mundo mergulhou na pandemia de coronavírus e numa nova realidade de isolamento social, com cinemas fechados em vários países, transformou o streaming em estrela do entretenimento mundial. A Disney foi forçada a suspender a produção de muitos de seus projetos, fechar seus parques temáticos e suspender o lançamento global de diversos blockbusters. O conglomerado também decretou cortes salariais e demitiu milhares de funcionários para estancar as perdas. Mas assim mesmo, foi um dos poucos estúdios de Hollywood a ter o que comemorar, com o sucesso de seus lançamentos em streaming e a chegada de seu serviço à Europa e América Latina – que ajudou a plataforma a atingir seus números elevados de assinaturas. Agora, a Disney prepara novos e ousados voos, tendo atingido um estágio com o Disney+ (Disney Plus) que achou que chegaria apenas daqui a quatro anos.

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    Tiffany Hadish revela que Grammy queria que ela apresentasse evento de graça e pagasse seus custos

    10 de dezembro de 2020 /

    Rolou polêmica nos bastidores da premiação do Grammy (o Oscar da indústria da música). Convidada a apresentar um pré-show do evento, a comediante Tiffany Haddish revelou que não aceitou a oferta, porque a produção do evento queria que ela apresentasse três horas de programação sem receber cachê. Pior que isso, ela ainda teria que pagar seus custos com maquiagem, cabelo e figurino. “Tudo isso teria que sair do meu bolso. Eu não sei se isso significa que nunca mais serei nomeada, mas eu achei desrespeitoso”, ela desabafou em entrevista à revista Variety. A publicação buscou a Academia da Gravação para explicações. Um representante disse que “todos os anfitriões, apresentadores e atrações musicais tradicionalmente participam gratuitamente, incluindo neste ano”. A alegação é que a Academia é uma organização sem fins lucrativos. Tiffany achou desaforo. “Eu disse: ‘a exposição é maravilhosa, mas eu acho que já tenho bastante. Obrigada por me convidarem’. E ainda que eu aprecie a honra de ser nomeada, isso não está okay”, reclamou. A atriz, que está indicada ao Grammy 2021 na categoria de Melhor Álbum de Comédia – por “Black Mitzvah”, seu trabalho para a Netflix – já tinha sido indicada no ano passado por “The Last Black Unicorn”, na categoria de Melhor Álbum Falado. Diante da polêmica o chefe interino da Academia, Harvey Mason Jr, procurou pessoalmente a comediante, antes de se manifestar pelo Instagram. Em vídeo postado em sua conta pessoal, Mason, que assumiu o cargo provisoriamente em janeiro passado, disse que não sabia da oferta e da conversa. “Acabei de saber que a Academia de Gravação convidou Tiffany Haddish para apresentar a pré-cerimônia deste ano”, ele contou. “Infelizmente e sem o meu conhecimento, a profissional que trabalha para a Academia disse à Sra. Haddish que nem mesmo cobriríamos seus custos enquanto ela apresentasse este evento para nós. Para mim, isso está errado”, ele continuou. “Estou frustrado com essa decisão. Foi um lapso de julgamento, foi de mau gosto e foi desrespeitoso com a comunidade criativa – faço parte da comunidade criativa e sei como é isso, e não é certo”, acrescentou Mason, que é um veterano compositor, produtor e músico. “Felizmente, a Sra. Haddish foi gentil o suficiente para permitir que eu tivesse uma conversa com ela. Pedi desculpas a ela pessoalmente, pedi desculpas em nome da Academia e expressei a ela meu pesar e meu desagrado sobre como isso aconteceu e como foi tratado. E vou repetir: Tiffany, sentimos muito e agradecemos por me permitir falar sobre isso”. Esta não é a única polêmica da Academia neste longo 2020, que começou com a demissão da presidente da organização, Deborah Dugan, primeira mulher eleita para o cargo, defenestrada em janeiro sob acusação de má conduta. Ao sair, ela fez uma série de acusações contra a Academia, citando um comitê secreto que deixou Ed Sheeran e Ariana Grande fora da categoria de Música do Ano em 2019 após o favorecimento de outro artista por parte do conselho. Mais recentemente, a ausência de The Weeknd entre os indicados a prêmios no Grammy 2021 despertou raiva no cantor e em vários colegas que lhe deram razão, após seu disco ser consagrado como Melhor do Ano em várias premiações, alimentando novas acusações de corrupção no prêmio. A cerimônia do Grammy Awards 2021 está marcada para o dia 31 de janeiro. O comediante Trevor Noah, do “The Daily Show”, foi escolhido como anfitrião do evento e vai estrear na função. Não se sabe se ele também vai trabalhar de graça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Harvey Mason jr. (@harveymasonjr)

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    Emma Stone vai estrelar série dos diretores de Joias Brutas

    10 de dezembro de 2020 /

    A atriz Emma Stone, vencedora do Oscar por “La La Land”, vai se juntar aos irmãos Safdie, diretores de “Joias Brutas”, em sua primeira série de comédia. Produzida para o canal Showtime, “The Curse” vai acompanhar como uma suposta maldição perturba o relacionamento de dois jovens recém-casados. Na trama, eles tentam conceber um filho e co-estrelam um problemático programa da HGTV, um canal de decoração da TV americana (que faz parte do conglomerado Discovery). O elenco também inclui Nathan Fielder (“Nathan For You”) como o marido de Stone e Benny Safdie no papel de produtor do programa da HGTV. Além de estrelar, Emma Stone também vai produzir a atração, por meio de sua empresa Fruit Tree, em parceria com a Elara Pictures, de Josh e Benny Safdie, e o estúdio A24. A empresa de Stone tem um contrato de desenvolvimento com o A24. “A inteligência feroz e sagacidade da incomparável Emma Stone fazem dela a parceira perfeita para as mentes engenhosas dos irmãos Safdie e da comédia subversiva de Nathan Fielder”, disse a vice-presidente do Showtime Amy Israel em comunicado. “Juntos, eles prometem criar uma sátira que é inesperada e profundamente humana. O Showtime continua a brilhar como um farol para cineastas visionários que procuram criar programas ambiciosos e singulares”, completou. “The Curse” marca a mais recente incursão de Stone numa série. Ela também estrelou e produziu a fantasia “Maniac” para a Netflix em 2018. Já os Safdies estreiam na TV, após brilharem nos filmes “Amor, Drogas e Nova York” (2014), “Bom Comportamento” (2017) e “Joias Brutas” (2019).

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    Jon Bernthal desenvolve série criminal para a Amazon

    10 de dezembro de 2020 /

    Jon Bernthal, intérprete do Justiceiro na série da Marvel, emplacou “The Bottoms”, um projeto que ele vai coescrever e no qual vem trabalhando há uma década, na Amazon. Por enquanto, apenas o roteiro do piloto foi encomendado, que Bernthal assinará ao lado de Ben Watkins (“Burn Notice”). A trama de “The Bottoms” segue as conexões de famílias, amigos e vizinhos, em meio à criminalidade de Shreveport, Louisiana, no início dos anos 1990. Situado em um canto particularmente selvagem do Sul, a série deve refletir as conexões entre crime e amizade, e o custo elevado que as relações cobram de todos. Os detalhes sobre o papel que Bernthal interpretará não foram disponibilizados, pois o projeto ainda está em estágio de desenvolvimento. Caso o roteiro siga em frente, Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”) vai dirigir o piloto. Bernthal tem um ano movimentado pela frente. Ele vai estrelar três filmes da Warner Bros em 2021. Um deles é “King Richard”, que é dirigido justamente por Green. Além disso, é o protagonista da série baseada no filme “Gigolô Americano” (1980), prevista para o canal pago Showtime.

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    Roteirista de Homem-Aranha vai escrever novo filme do Besouro Verde

    10 de dezembro de 2020 /

    O roteirista veterano David Koepp, que escreveu “Jurassic Park” (1993), “Missão: Impossível” (1998) e “Homem-Aranha” (2002), foi escalado para criar a história do novo filme do herói clássico Besouro Verde. A Universal vai produzir a adaptação em parceria com a produtora Amasia, que adquiriu os direitos de franquia após uma guerra de ofertas altamente competitiva em janeiro passado. A produtora é comandada pelo ex-presidente da Marvel Studios Michael Helfant em sociedade com Bradley Gallo, ex-Troika Pictures. Apesar de só agora ter contrato roteirista, o projeto já tem título oficial pelo menos desde abril: “The Green Hornet and Kato”, em inglês, sinalizando que o ajudante do Besouro Verde será igualmente celebrado desta vez. Na famosa série de TV do “Besouro Verde”, nos anos 1960, Kato era vivido por ninguém menos que Bruce Lee. O Besouro Verde foi originalmente criado como radionovela em 1936 por George W. Trendle e Fran Strike, que também foram os pais de “O Cavaleiro Solitário”. Ele estreou nos quadrinhos em 1940, com roteiros do próprio Strike, no mesmo ano em que chegou aos cinemas com o primeiro de seus três seriados de aventura. Mas, curiosamente, acabou se tornando mais conhecido como herói da TV, após ganhar sua série em 1966. Interpretado por Van Williams, o personagem acabou eclipsado por seu assistente, já que Bruce Lee era bem mais conhecido. Além de sua própria atração, o Besouro Verde ainda teve crossovers com a série do “Batman” daquela época. Na trama original, Britt Reid, o dono milionário do jornal O Sentinela Diária, transformava-se num vingador mascarado no estilo do Sombra, que a polícia considerava um criminoso. Como a situação o ajudava a obter informações do submundo do crime, ele nunca quis limpar sua ficha. Em suas aventuras, o Besouro Verde era ajudado por Kato, seu mordomo e motorista de origem asiática, mestre em artes marciais, que dirigia o Beleza Negra, um carro tecnologicamente avançado. A última vez que os dois apareceram nas telas foi em 2011, numa comédia de ação da Sony, estrelada por Seth Rogen, Jay Chou e Cameron Diaz. A ideia era lançar uma franquia, mas o filme “Besouro Verde” fracassou nas bilheterias, rendendo apenas US$ 227 milhões mundiais – para um orçamento de US$ 120 milhões.

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    Chris Evans se junta a Jennifer Lawrence e Leonardo DiCaprio em filme da Netflix

    10 de dezembro de 2020 /

    O ator Chris Evans (o Capitão América da Marvel) estaria se juntando ao elenco estelar do próximo filme de Adam McKay, vencedor do Oscar por “A Grande Aposta” (2015) e indicado por “Vice” (2018). A informação é do site Deadline, que já conta o ator na produção de “Don’t Look Up”, ao lado de ninguém menos que Jennifer Lawrence (“Mãe!”), Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. “Don’t Look Up” está sendo desenvolvido para a Netfilx, que não fez comentários sobre a escalação. Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega (DiCaprio) são recebidos com desdém e descrença. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra de “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro.

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    Julia Roberts vai estrelar e produzir nova série de streaming

    10 de dezembro de 2020 /

    A atriz Julia Roberts está retornando para a televisão como estrela e produtora de uma nova série. Depois de “Homecoming”, ela fará “The Last Thing He Told Me”, minissérie dramática, que conta com produção de Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). Baseada no vindouro romance homônimo de Laura Dave, a minissérie é uma coprodução da Hello Sunshine, empresa de Witherspoon, e a 20th Television para a plataforma Apple TV+. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista vencedor do Oscar Josh Singer (“Spotlight”) em parceria com sua esposa, que é justamente a escritora do livro original. A trama segue uma mulher (Roberts) que forma um relacionamento inesperado com sua enteada de 16 anos, enquanto busca a verdade sobre o porquê seu marido desapareceu misteriosamente. “The Last Thing He Told Me” ainda não foi lançado. O livro só será publicado pela editora Simon & Schuster em 4 de maio. Apesar disso, já tem uma arte de capa. Confira abaixo.

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    Volta de Rachel McAdams é confirmada em Doutor Estranho 2

    10 de dezembro de 2020 /

    Depois de meses de especulações sobre a volta de Rachel McAdams ao seu papel na franquia de “Doutor Estranho”, o site Deadline cravou que a atriz fechou um acordo para se juntar à continuação, “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”. Em abril, chegou a circular a notícia de que ela não participaria do filme, mas todas as agendas foram refeitas por conta da pandemia, o que pode ter permitido mudança de planos. McAdams interpreta a Dra. Christine Palmer, uma cirurgiã e ex-namorada de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch), a quem ele recorre em “Doutor Estranho” (2016) quando precisa de “tratamento” após uma batalha contra adversários mágicos. Ela se junta a Cumberbatch, Benedict Wong (Wong), Chiwetel Ejiofor (Mordo) e Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), todos já confirmados na continuação. A direção está a cargo de Sam Raimi (“Homem-Aranha”), que substituiu o diretor do original, Scott Derrickson, após sua saída do projeto por diferenças criativas. O longa tem estreia marcada para março de 2022.

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    Diretora de Mulher-Maravilha detona Liga da Justiça

    10 de dezembro de 2020 /

    A diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, não mediu palavras ao falar da versão de cinema de “Liga da Justiça”, filme refeito por Joss Whedon a pedido do Warner em 2017, e que incluiu a heroína introduzida nas telas alguns meses antes. Ao podcast ReelBlend, Jenkins disse ter descartado o filme “como a maioria dos fãs” e criticou a produção por apresentar uma Mulher-Maravilha muito diferente daquela vista em seu filme. Segundo Jenkins, ela não foi a única diretora dos filmes da DC a achar que “Liga da Justiça” devia ser ignorado ou jogado no lixo. “Eu acho que nós, diretores da DC, descartamos aquele filme como a maioria dos fãs. Eu senti que a visão de ‘Liga da Justiça’ contradizia o meu filme, e também a continuação [‘Mulher-Maravilha 1984’], na qual eu já estava trabalhando na época.” Jenkins ainda comentou que tinha uma boa relação com Zack Snyder, o diretor original de “Liga da Justiça”, com quem compartilhou planos para uma continuidade mais homogênea entre os filmes, por isso ficou ainda mais desapontada pelas mudanças aplicadas pelo estúdio e pelo diretor Joss Whedon, contrariando o que tinha combinado com Snyder. “Quando Zack estava fazendo ‘Liga da Justiça’, ele me disse até onde levaria a Mulher-Maravilha na sua história. Eu nunca quis contradizer os filmes dele, mas, ao mesmo tempo, tenho que fazer os meus próprios, e ele sempre me apoiou nisso. O problema com ‘Liga da Justiça’ é que eles [o estúdio] estavam tentando pegar o filme e transformá-lo em algo que não era. Quando assisti, pensei: ‘Não reconheço metade desses personagens!’.” As críticas de Jenkins reforçam o equívoco da Warner ao desfazer o trabalho de Zack Snyder. Este ano, detalhes dos bastidores da produção de Whedon vieram às tona, acompanhados por acusações de comportamento abusivo contra o diretor e produtores, feitas pelo ator Ray Fisher (o Ciborgue). Ao mesmo tempo, Snyder prepara-se para finalmente lançar a sua versão de “Liga”, recuperando cenas que foram cortadas do original e incluindo outras criadas especialmente para um relançamento online, em forma de minissérie de 4 horas, que chegará à plataforma HBO Max em 2021.

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