Lifetime anuncia primeiro filme gay de Natal
O canal pago americano Lifetime anunciou nesta segunda (3/8) a produção do primeiro filme com temática de Natal a contar uma história de amor LGBTQIA+. Intitulado “The Christmas Set Up”, o telefilme está em processo de seleção do elenco, mas a produção já está programada para começar em agosto. A trama vai acompanhar um advogado de Nova York que se reconecta com um velho amigo do colégio, que era sua paixão secreta na escola, enquanto passa o feriado de fim de ano com sua mãe em Milwaukee. No ano passado, o canal exibiu um beijo gay no natalino “Twinkle All the Way”, trocado pelos atores Brian Sills e Mark Ghanimé (juntos na foto acima). Agora, o Lifetime reforça seu compromisso com a representação LGBTQIA+ ao colocar um romance gay no centro da trama.
Festival de Telluride divulga relação de filmes de edição cancelada
Assim como fez o Festival de Cannes, a organização do Festival de Telluride, que aconteceria entre os dias 3 e 7 de setembro no estado do Colorado, nos Estados Unidos, anunciou a seleção dos filmes que seriam exibidos no evento, cancelado em virtude da pandemia de covid-19. Como algumas obras não foram selecionadas para outros festivais, a diretora-executiva do evento de Telluride, Julie Huntsinger, afirmou que divulgar as escolhas se tornou uma necessidade artística. Trata-se de uma reviravolta em relação ao costume dos organizadores, que até então mantinham seus títulos em segredo até a véspera das exibições. Huntsinger e sua equipe chegaram a discutir alternativas para a realização do festival de uma maneira segura, incluindo exibições ao ar livre e com distanciamento social, mas o distrito escolar local solicitou aos organizadores que suas instalações não fossem utilizadas, inviabilizando qualquer alternativa. Apesar de menos conhecido do que os festivais de Cannes, Veneza e Toronto, Telluride tem sido importante para a chamada “temporada do Oscar”, quando os estúdios apresentam seus filmes buscando criar burburinho para a premiação. Os que conseguem aprovação da crítica nestes eventos passam a estrelar campanhas de marketing ferrenhas. A repercussão em Telluride foi vital, por exemplo, para o Oscar de “O Parasita” neste ano, além de ter dado fôlego para as indicações de “Dois Papas”, até então ignorado pela crítica. Embora não seja uma mostra competitiva, com prêmios para os melhores trabalhos, o festival presta homenagens anuais a artistas, por meio do troféu Silver Medallion. Os homenageados deste ano seriam os atores Anthony Hopkins e Kate Winslet, que estariam presentes com seus novos filmes, “The Father” e “Ammonite”, respectivamente, além da diretora Chloé Zhao, que lançaria “Nomadland” (foto acima, com Frances McDormand). Confira abaixo a seleção completa de filmes da edição cancelada do Festival de Telluride. “After Love” (Reino Unido), de Aleem Khan “All In: The Fight for Democracy” (EUA), de Liz Garbus e Lisa Cortés “The Alpinist” (EUA), de Peter Mortimer e Nick Rosen “Ammonite” (Reino Unido), de Francis Lee “Andrey Tarkovsky. A Cinema Prayer” (Itália, Rússia e Suécia), de Andrey A. Tarkovsky “Apples” (Grécia, Polônia e Eslovênia), de Christos Nikou “The Automat” (EUA), de Lisa Hurwitz “The Bee Gees: How Can You Mend a Broken Heart” (EUA), de Frank Marshall “Charlatan” (República Tcheca, Irlanda, Polônia e Eslováquia), de Agnieszka Holland “Concrete Cowboy” (EUA), de Ricky Staub “Dear Mr. Brody” (EUA), de Keith Maitland “The Duke” (Reino Unido), de Roger Michell “The Father” (Reino Unido e França), de Florian Zeller “Fireball: Visitors From Darker Worlds” (EUA e Reino Unido), de Werner Herzog e Clive Oppenheimer “Ibrahim” (França), de Samir Guesmi “Mainstream” (EUA), de Gia Coppola “Mandibules” (França), de Quentin Dupieux “MLK/FBI” (EUA), de Sam Pollard “The Most Beautiful Boy in the World” (Suécia), de Kristina Lindström, Kristian Petri “Never Gonna Snow Again” (Alemanha e Polônia), de Ma?gorzata Szumowska e Micha? Englert “Nomadland” (EUA), de Chloé Zhao “Notturno” (Itália, França e Alemanha), de Gianfranco Rosi “Pray Away” (EUA), de Kristine Stolakis “There Is No Evil” (Irã e Alemanha), de Mohammad Rasoulof “To the Moon” (Irlanda), de Tadhg O’Sullivan “Torn” (EUA), de Max Lowe “The Truffle Hunters” (EUA, Itália e Grécia), de Michael Dweck e Gregory Kershaw “Truman & Tennessee: An Intimate Conversation” (EUA), de Lisa Immordino Vreeland “The Way I See It” (EUA), de Dawn Porter
A Mulher da Janela: Netflix negocia lançar suspense estrelado por Amy Adams
A Netflix está finalizando um acordo de aquisição de “A Mulher da Janela”, suspense estrelado por Amy Adams (“A Chegada”) e dirigido por Joe Wright (“O Destino de uma Nação”). “A Mulher da Janela” era a última produção da Fox 2000, estúdio fechado pela Disney após completar a aquisição do acervo da 21st Century Fox, e tinha lançamento previsto para maio passado. Entretanto, a data coincidiu com o período de fechamento dos cinemas como prevenção contra a covid-19. Devido à pandemia, a Disney tem dado diferentes destinos para algumas de suas produções já finalizadas. Filmes de baixa classificação etária, como “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” e “O Grande Ivan”, foram encaminhados para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Mas títulos produzidos para o público mais velho começam a ser negociados com o mercado. Com a negociação com a Netflix, “A Mulher da Janela” não deverá mais chegar aos cinemas, assinalando um final amargo para a Fox 2000. Criado e comandado por Elizabeth Gabler desde 1999, o estúdio era especializado em filmes contemporâneos de médio orçamento. E lançou muitos sucessos, como “O Clube da Luta” (1999), “Nunca Fui Beijada” (1999), “Johnny & June” (2005), “O Diabo Veste Prada” (2006), “Marley & Eu” (2008), “A Culpa É Das Estrelas” (2014), “Joy: O Nome do Sucesso” (2015), “Ponte dos Espiões” (2015), “Estrelas Além do Tempo” (2016), “Com Amor, Simon” (2018) e “O Ódio que Você Semeia” (2018). Adaptação do best-seller homônimo de A.J. Finn, “A Mulher da Janela” é um suspense hitchcockiano, que combina “Janela Indiscreta” (1954) e “Um Corpo que Cai” (1958). Como não é a primeira vez que um filme junta as duas tramas, “Dublê de Corpo” (1984), de Brian De Palma, é outra inspiração óbvia. No filme, Adams vive Anna Fox, uma psicóloga infantil que mora sozinha em Nova York. Ela sofre de fobia por espaços públicos e locais abertos, e passa os dias em casa assistindo filmes e interagindo com as pessoas apenas pela internet. Mas um dia permite que sua vizinha (Julianne Moore, de “Kingsman: O Círculo Dourado”) a visite, descobrindo que ela sofre nas mãos do marido (Gary Oldman, de “O Destino de uma Nação”). Pouco depois, testemunha uma agressão pela janela, mas o que viu é refutado por fatos, que a levam a questionar se foi verdade ou se imaginou tudo, devido a seus remédios. O elenco ainda inclui Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Wyatt Russell (“Operação Overlord”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) e Jennifer Jason Leigh (“Os 8 Odiados”). Veja abaixo o primeiro trailer legendado da produção, divulgado em dezembro passado.
Inédito no Brasil, filme de Beyoncé inspira arte e até polêmica no país
O novo “álbum visual” de Beyoncé é um fenômeno paradoxal no Brasil. Filme mais falado por brasileiros no último fim de semana, “Black Is King” não foi lançado oficialmente no país. Mesmo assim, a produção inspirou muitos brasileiros. O artista Atila Britto, por exemplo, criou uma “versão nacional” da obra, numa ilustração (acima) em que Beyoncé aparece cercada por artistas como IZA, Preta Gil, Camila Pitanga, Taís Araujo, Cris Vianna, Aline Dias e até a vencedora do BBB Thelma Assis, entre outras. A maioria dos fãs de Beyoncé, porém, apenas compartilhou sua “opinião” sobre o trabalho inovador da cantora, disponibilizado na plataforma americana Disney+ (Disney Plus). Mas nem todas as vozes tiveram tom de exaltação. A exceção, escrita pela antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz, foi publicada no jornal Folha de S. Paulo e chegou a gerar grande repercussão, rendendo seus próprios comentários nas redes sociais. A ira se deve principalmente à edição do texto, que contou com título e subtítulo infelizes, buscando fomentar polêmica sobre uma suposta alienação da cantora. De cara, o título afirma que “Beyoncé erra ao glamorizar negritude com estampa de oncinha” e o subtítulo emenda: “Diva pop precisa entender que a luta antirracista não se faz só com pompa, artifício hollywoodiano, brilho e cristal”. Não é difícil entender porque este texto causou revolta. Schwarcz é uma mulher branca, que parece querer ensinar como se faz “a luta antirracista”, reclama das “imagens estereotipadas” e conclui que Beyoncé deve “sair um pouco da sua sala de jantar” para falar sobre História. A cantora IZA não conseguiu se conter e escreveu nas redes sociais. “Lilia Schwarcz, meu anjo, quem precisa entender SOU EU. Eu preciso entender que privilégio é esse que te faz pensar que você tem uma autoridade para ensinar uma mulher negra como ela deve, ou não, falar sobre seu povo. Se eu fosse você (valeu Deus) estaria com vergonha agora. MELHORE!”, publicou, revoltada. A jornalista e humorista Maíra Azevedo, também conhecida como Tia Ma, também não deixou o artigo passar batido. “O erro é uma mulher branca acreditar que pode dizer a uma mulher preta como ela pode contar a história e narrar a sua ancestralidade. A branquitude acostumou a ter a negritude como objeto de estudo e segue crendo que pode nos dizer o que falar sobre nossas narrativas e trajetórias”, reclamou em seu Instagram. Ela segue: “Lilia é uma historiadora, pesquisa sobre escravidão, mas está longe de sentir na pele o que é ser uma mulher preta. Beyoncé, do alto da sua realeza no mundo pop, nunca deixar de ser negra, mesmo sentada no trono em sua sala de estar. A branquitude segue acreditando que pode nos ensinar a contar nossa própria história. Enquanto todas as pessoas negras se emocionam, se reconhecem e se identificam, a branca aliada diz que Beyoncé deixa a desejar! É isso! No final, nós por nós e falando por nós! Como diz um provérbio africano: “enquanto os leões não contarem suas próprias histórias, os caçadores seguirão sendo vistos como heróis”… E aqui, quando a gente conta, dramatiza e sonoriza, querem apontar o roteiro! Parem! Estamos no comando das nossas narrativas!”. Aline Ramos também escreveu sobre a polêmica em sua coluna no UOL. “É importante que você saiba que Lilia é uma mulher branca. Reforço esse ponto porque a antropóloga relembra o fato de Beyoncé ser uma mulher negra o tempo todo em seu texto. Não são apenas pessoas negras que devem criticar ou analisar o trabalho de Beyoncé. Não acredito que seja necessário um ‘lugar de fala’ para isso. Mas quando uma mulher branca diz como uma mulher negra deve lutar contra o racismo, isso nada mais é do que racismo”, apontou. A jornalista continua: “Estamos cansados não só da violência policial, mas de sermos submetidos a imagens de violência todo tempo. Fazer sorrir, sonhar e gerar esperança também é papel da arte. ‘Black is King’ é importante em qualquer tempo, principalmente no presente. E espero que surjam mais Beyoncés contando histórias bonitas e lúdicas. O desdém só nos prova isso”. E ainda reflete: “Cobrar Beyoncé por mais ativismo antirracista e não fazer isso do mesmo modo com cantoras pop, e brancas, como Taylor Swift, por exemplo, é só mais uma demonstração de como o racismo pode afetar pessoas negras”. Diante da repercussão negativa, a autora da crítica da Folha também resolveu se manifestar. “Agradeço a todos os comentários e sugestões. Sempre. Gostaria de esclarecer que gostei demais do trabalho de Beyoncé. Penso que faz parte da democracia discordar. Faz parte da democracia inclusive apresentar com respeito argumentos discordantes. Já escrevi artigo super elogioso à Beyoncé, nesse mesmo jornal o que só mostra meu respeito pela artista. E por respeitar, me permiti comentar um aspecto e não o vídeo todo”, Lilia Schwarcz explicou em seu Instagram. “Agradeço demais a leitura completa do ensaio. Penso que o título também levou a má compreensão. Dito isso, sei que todo texto pode ter várias interpretações e me desculpo diante das pessoas que ofendi. Não foi minha intenção. Continuamos no diálogo que nos une por aqui”, finalizou.
Atriz de A Irmã do Meio e The Originals é presa por lesão corporal
A atriz Ronni Hawk, que estrelou a série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) no Disney Channel e apareceu em “On My Block” e “The Originals”, foi presa na sexta passada (31/1) em Los Angeles, nos Estados Unidos, sob acusação de lesão corporal. A prisão aconteceu após a polícia receber uma ligação de vizinhos alegando “perturbação doméstica” na casa da atriz. Lá, o namorado da atriz foi encontrado com vários ferimentos visíveis, incluindo arranhões. Segundo os oficiais, uma briga verbal entre o casal levou Ronni Hawk a agredir fisicamente o namorado, o que fez os policiais a levarem algemada. Ronni encontra-se na prisão de Van Nuys, em Los Angeles, segundo o site TMZ, e sua fiança foi estabelecida em US$ 100 mil. Ela tinha recentemente conseguido um papel recorrente na série “The Originals”, como uma bruxa em busca de redenção. Mas não é exatamente uma atriz querida pelos fãs de séries. Em 2018, os espectadores de “On My Block” foram ao Twitter pedir que a Netflix demitisse a atriz após descobrirem postagens antigas em que ela manifestava apoio ao presidente Donald Trump e se manifestava contrária às políticas de controle de armas nos Estados Unidos. Depois da campanha, ela não voltou na 2ª temporada.
Atriz de A Cabine do Beijo vai estrelar filme de ação com Brad Pitt
A atriz Joey King, estrela da trilogia “A Cabine do Beijo” da Netflix, está em negociações para se juntar a Brad Pitt no thriller de ação “Bullet Train” A produção da Sony Pictures tem direção de David Leitch (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”), e é uma adaptação do best-seller japonês “Maria Beetle”, de Kotaro Isaka. A trama gira em torno de um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos no longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. Segundo o Deadline, o papel da atriz não deve tão ser grande. Ela já participou de filmes de ação nesta condição anteriormente, especialmente em “O Ataque” (2013), em que viveu a filha de Channing Tatum durante um atentado na Casa Branca. “Bullet Train” será o primeiro trabalho de Brad Pitt após vencer o Oscar por “Era uma Vez… em Hollywood”. A produção deve começar nas próximas semanas, assim que a permissão para filmagens for restabelecida em Los Angeles. Por ser uma história contida num único ambiente, a produção se encaixa com facilidade nos padrões de prevenção sanitária que tem sido exigidos para as filmagens durante a pandemia de covid-19.
Leonardo DiCaprio fecha contrato com a Apple TV+
O astro Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em… Hollywood”) fechou contrato com a Apple para desenvolver filmes e séries com exclusividade para sua plataforma de streaming, Apple TV+. A produtora do ator, Appian Way, já vinha desenvolvendo dois projetos para a empresa de tecnologia, o filme “Killers of the Flower Moon” e a série “Shining Girls”. Só o filme, que tem direção de Martin Scorsese e vai juntar DiCaprio e Robert De Niro, recebeu um orçamento de US$ 200 milhões da Apple para sua realização. Sob o contrato recém-firmado, a produtora de DiCaprio deixará de apresentar seus projetos no mercado, oferecendo-os diretamente para a Apple. A negociação aconteceu após a Appian Way completar um contrato de três anos com a Paramount Pictures – que ainda dá direito à exibição de “Killers of the Flower Moon” nos cinemas. Antes disso, a empresa estava alojada na Warner Bros. O novo contrato tem uma diferença em relação aos anteriores. Pela primeira vez, abrange produções de séries. A Appian Way começou a desenvolver séries apenas recentemente, entre elas as minisséries “Grant”, para o History Channel, e “The Right Stuff”, para a National Geographic/Disney+ (Disney Plus). Sua primeira série na Apple TV+, “Shining Girls”, é um thriller estrelado por Elisabeth Moss (vencedora do Emmy por “The Handmaid’s Tale”). A produtora também é conhecida por seus documentários ecológicos, e um deles, “Virunga”, vai virar drama de ficção na Netflix. O acordo com a empresa de DiCaprio aumenta a lista seleta de parceiro produção da Apple, que incluem a Scott Free (produtora de Ridley Scott), Green Door Pictures (de Idris Elba), o estúdio A24, Imagine Documentaries, Sesame Workshop (da “Vila Sésamo”) e Peanuts Worldwide (dos desenhos de Charlie Brown).
Bradley Cooper negocia estrelar próximo filme de Paul Thomas Anderson
O astro Bradley Cooper (Nasce uma Estrela”) está negociando estrelar o próximo filme do cineasta Paul Thomas Anderson (“Trama Fantasma”, “Sangue Negro”). Ainda sem título, o longa será um drama sobre amadurecimento ambientado no vale de San Fernando nos anos 1970. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo, mas o site The Hollywood Reporter apurou que envolve várias histórias centradas em torno de um ator infantil que ainda estuda no ensino médio no vale. Esta região da Califórnia já foi cenário de alguns dos títulos mais conhecidos de Anderson, como “Boogie Nights” (1997), “Magnolia” (1999) e “Embriagado de Amor” (2002). Não está claro qual será o papel de Cooper no filme. Anderson escreveu e produzirá o longa, que será realizado pelo tradicional estúdio MGM. As filmagens devem começar no final do ano, mas dependem de aprovação das autoridades locais, que ainda não permitem produções na região de Los Angeles. Cooper também está no elenco de “Nightmare Alley”, de Guillermo Del Toro, que interrompeu suas filmagens devido à pandemia, e se prepara para dirigir seu segundo longa. Após os elogios conquistados por “Nasce uma Estrela”, ele vai continuar no universo musical com uma cinebiografia do lendário compositor Leonard Bernstein.
Hunters: Amazon renova série de Al Pacino para 2ª temporada
A Amazon anunciou a encomenda da 2ª temporada de “Hunters”, que destaca a participação do ator Al Pacino (“O Irlandês”) na primeira série de sua carreira. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra!”), a série se passa nos anos 1970 e tem reviravoltas taranti(cartu)nescas ao acompanhar um grupo especializado em caçar criminosos nazistas. Na trama, os Caçadores descobrem que vários oficiais nazistas do alto escalão estão vivendo de forma impune, sob disfarce, e conspirando para criar um Quarto Reich nos Estados Unidos. A eclética equipe tem o objetivo de desmascará-los, levá-los à justiça e frustrar seus novos planos genocidas. “Com a ‘Hunters’, a visão ousada e a imaginação destemida de David Weil impulsionaram uma 1ª temporada emocionante, cheia de ação e emocionante, que envolveu os clientes da Prime Video em todo o mundo”, disse Jennifer Salke, chefe da Amazon Studios, “Estamos muito felizes por David, Jordan e os Caçadores voltarem conosco para mais”. Embora a Amazon não divulgue dados de visualização, a série teve uma aprovação mediana da crítica, com 64% de comentários positivos no Rotten Tomatoes. O anúncio da renovação não deixa claro se os atores originais voltarão, mas David Weil disse recentemente ao site da revista The Hollywood Reporter que “há uma oportunidade empolgante para todos esses personagens na 2ª temporada” e “além disso, ficaria muito animado em trazê-los de volta e trabalhar com eles novamente”. Além de Al Pacino, o elenco da 1ª temporada contou com Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Carol Kane (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Saul Rubinek (“Warehouse 13”), Tiffany Boone (“The Chi”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”), Greg Austin (“Class”), Lena Olin (“A Insustentável Leveza do Ser”) e Dylan Baker (“Homem-Aranha”). Mas alguns dos personagens, inclusive o de Pacino, tiveram arcos concluídos na temporada inaugural. Não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Chris Hemsworth vai mergulhar com tubarões para o canal National Geographic
Chris Hemsworth vai mergulhar no Sharkfest, o festival de programas sobre tubarões do canal pago National Geographic. O intérprete de Thor e astro dos Vingadores será o destaque da edição de 2021 do evento no Nat Geo. Graças à sinergia da Disney (Marvel e Nat Geo fazem parte do conglomerado), ele vai estrelar “Shark Beach”, especial documental que também contará com biólogos marinhos, surfistas, conservacionistas e defensores de tubarões. As gravações vão acontecer na Austrália, país do ator, para investigar as razões por trás do aumento do número de ataques de tubarões nos últimos anos e tentar descobrir maneiras em que seres humanos e tubarões possam coexistir. “Passei boa parte da minha vida perto ou dentro do oceano, dividindo o mesmo quintal com tubarões e, recentemente, tem havido uma preocupação crescente em relação ao aumento da atividade dos tubarões”, disse Hemsworth, em comunicado sobre o projeto. “É crucial que reverenciamos e respeitemos os tubarões. Nossos oceanos dependem desses predadores de ponta para seu ecossistema de biodiversidade; no entanto, também precisamos aprender a nos proteger, e esse é o meu principal objetivo em ‘Shark Beach'”. No especial, Hemsworth mergulhará em locais habitados por diferentes espécies de tubarões para entender seus comportamentos, além de se juntar a biólogos locais para explorar medidas preventivas para impedir ataques e mostrar inovações em tecnologia projetada para proteger tubarões e pessoas. “O Sharkfest se tornou o ponto de partida para cientistas e cineastas compartilharem nossa paixão por tubarões e a saúde dos oceanos do planeta. Com o sucesso, também atraímos celebridades que têm o poder de aumentar a conscientização e o impacto através de suas incríveis plataformas sociais”, disse Geoff Daniels, vice-presidente executivo de entretenimento global da National Geographic. “É por isso que eu estou entusiasmado com ‘Shark Beach’ e com nossa mais recente colaboração com Chris Hemsworth. Ele é um defensor destemido da natureza, com um compromisso comprovado com a conservação e uma vontade inigualável de fazer o que for necessário para ajudar a proteger os tubarões por gerações vindouras.” Além de apresentar o programa, Hemsworth vai coproduzir “Shark Beach” com a produtora Nutopia (“O Mundo Segundo Jeff Goldblum” e “One Strange Rock”). A data exata da exibição ainda não foi definida, mas vai acontecer durante o verão norte-americano (entre junho e agosto) de 2021.
Diretor chinês de O Grande Mestre vai fazer sua primeira série
O premiado cineasta chinês Wong Kar-Wai, vencedor da Palma de Ouro por “Felizes Juntos” (1997) e que lançou seu último filme, “O Grande Mestre”, há sete anos, decidiu fazer sua primeira série. Ele prepara uma adaptação do romance “Blossoms”, de Jin Yucheng, como seu primeiro projeto em capítulos. Criada e produzida por Wong Kar-Wai, a série recebeu o título de “Blossoms Shanghai” e será uma homenagem à cidade natal do diretor, explorando o enorme crescimento econômico de Xangai nos anos 1990. A trama vai acompanhar o Sr. Bao e sua jornada de reinvenção, desde a época em que era um jovem oportunista com um passado conturbado até sua transformação em milionário. O papel principal será interpretado por Hu Ge (“O Lago do Ganso Selvagem”). “O romance de Jin Yucheng, ‘Blossoms’, foi o cenário perfeito para visualizar e compartilhar meu amor pela minha cidade natal”, disse Wong Kar-Wai em comunicado. “Com a série, gostaria de convidar o público a mergulhar nas intrigas de Xangai e de seus habitantes no início dos anos 1990, um momento emocionante que abriu o caminho para a prosperidade da moderna Xangai.” Ainda não há previsão para a estreia nem informação sobre canal ou plataforma de exibição, mas a produtora Block 2 Pictures divulgou um pôster inicial em inglês, sinalizando um lançamento internacional. Veja abaixo.
Até criador do musical Cats acha o filme “ridículo”
Não foram só os críticos – e boa parte do público – que acharam “Cats” terrível. O próprio criador do musical original considerou a adaptação cinematográfica um horror, usando a palavra “ridículo” para definir seu resultado. Em entrevista ao jornal Sunday Times, Andrew Lloyd Weber, o criador de “Cats”, destruiu o filme. “O principal problema foi que Tom Hooper [o diretor] não quis, no filme, a participação de ninguém que esteve envolvido com a produção teatral. A coisa toda ficou simplesmente ridícula”, ele resumiu. Lloyd Weber criou “Cats” há 39 anos. Desde a estreia em Londres, em 11 de maio de 1981, o musical ganhou o mundo, multiplicou-se em exibições e estima-se que tenha arrecadado US$ 3,5 bilhões de bilheteria. Mas esse sucesso nem passou perto do cinema. Além das críticas negativas, “Cats” arrecadou apenas US$ 73 milhões nas bilheterias mundiais, dando um prejuízo animal para a Universal, que investiu US$ 95 milhões só nas filmagens. Para completar, o longa ainda venceu seis Framboesas de Ouro, a premiação dos piores de Hollywood, incluindo a desprestigiada categoria de Pior Filme do ano.
Shows clássicos: Veja 18 vídeos com Bauhaus, The Cure, Siouxie and the Banshees, Echo & the Bunnymen, etc
A 8ª seleção de shows clássicos da Pipoca Moderna destaca a era gótica dos anos 1980, reunindo 18 apresentações extraídas de documentários, VHS caseiros e programas de TV raros, disponíveis em diferentes portais de vídeos da internet. A mostra abre com o famoso show do Bauhaus no Old Vic Theater em 1982, que foi retalhado e lançado separadamente em dois vídeos diferentes pela gravadora Beggars Banquet na companhia de clipes da época. Para apresentar a performance completa, os dois VHS originais foram reunidos numa miniplaylist, que emenda um vídeo oficial atrás do outro. A banda Siouxsie and the Banshees também entra na lista com um célebre lançamento da época do VHS: o show “Nocturne”, gravado em 1983 no Royal Albert Hall com participação de Robert Smith, do Cure, na guitarra. O próprio The Cure aparece num show de 1988, logo após o lançamento do disco “Kiss Me Kiss Me Kiss Me”. Ao lado dos artistas mais conhecidos da geração gótica, como Sisters of Mercy, The Mission, Cocteau Twins e Clan of Xymox, a seleção inclui outros talentos que combinaram punk rock e estilo gótico, como Killing Joke e Lords of New Church, e avança pelo neopsicodelismo que também brotou no Reino Unido durante aquele período por meio de seus representantes mais destacados. Não só Echo & The Bunnymen, The Cult e Psychedelic Furs, mas também a banda Colourfield de Terry Hall (ex-The Specials), a sensacional Teardrop Explodes de Julian Cope, Icicle Works de Ian McNabb e The Chameleons, possivelmente a banda mais subestimada da história de Manchester. Além da seleção atual, abaixo também estão disponíveis os atalhos para as curadorias anteriores, com diferentes períodos da História do Pop/Rock. E aguardem para breve os vídeos da mostra de synthpop. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) Bauhaus | 1982 The Sisters of Mercy | 1985 The Misson | 1987 Lords of the New Church | 1984 Killing Joke | 1985 Siouxsie and the Banshees | 1983 The Cure | 1986 Clan of Xymox | 1989 Xmal Deutchland | 1985 Cocteau Twins | 1984 Echo and the Bunnymen | 1982 The Teardrop Explodes | 1981 The Mighty Lemon Drops | 1988 The Chameleons | 1984 The Colourfield | 1984 Icicle Works | 1984 The Psychedelic Furs | 1984 The Cult | 1986












