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    Antes Só do que Mal Acompanhado vai ganhar remake com Will Smith e Kevin Hart

    17 de agosto de 2020 /

    A Paramount Pictures encomendou a produção do remake da comédia clássica “Antes Só do que Mal Acompanhado” (Planes, Trains & Automobiles), grande sucesso do diretor John Hughes de 1987. O filme original juntava Steve Martin e John Candy como uma dupla incompatível, forçada a se tornar companheiros de viagem em uma tentativa desesperada de voltar para casa a tempo de passar o Dia de Ação de Graças com a família, depois que seus voos foram cancelados. O remake vai juntar pela primeira vez num mesmo filme os astros Will Smith (“Bad Boys Para Sempre”) e Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”). Além de protagonizarem, Hart e Smith vão coproduzir a refilmagem. A produção também marcará a estreia no cinema de Aeysha Carr, encarregada de atualizar a trama. Ela é roteirista de sitcoms clássicos, como “Eu, a Patroa e as Crianças” e “Todo Mundo Odeia o Chris”, além do atual sucesso “Brooklyn Nine-Nine”. Ainda não há diretor definido, cronograma de filmagens nem previsão de estreia. Aproveite e recorde abaixo o trailer do filme original dos anos 1980.

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  • Série

    Astro de Supernatural entra na série The Boys

    17 de agosto de 2020 /

    Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”) vai se juntar ao elenco da 3ª temporada de “The Boys”. Após o próprio ator fazer o anúncio nas redes sociais, a Amazon confirmou que ele interpretará Soldier Boy – o super-herói original. Segundo os quadrinhos adultos de Garth Ennis (autor de “Preacher”), Soldier Boy lutou na 2ª Guerra Mundial e, após o conflito, tornou-se a primeira supercelebridade, permanecendo uma referência da cultura americana por décadas. Ackles é velho conhecido do criador e showrunner de “The Boys”. Afinal, Erik Kripke também criou “Supernatural”. “Jensen é um ator incrível, uma pessoa ainda melhor, que cheira a biscoitos quentes de chocolate, e eu o considero um irmão. Como Soldier Boy, o primeiro dos super-heróis, ele trará muito humor, emoção e perigo para o papel. Eu mal posso esperar para estar no set de gravação com ele novamente, e trazer um pouco de ‘Supernatural’ para ‘The Boys'”, disse o produtor, em comunicado. O anúncio da renovação da série para a 3ª temporada foi feito durante a Comic-Con@Home, em 23 de julho. Mas embora a equipe de produção já esteja bastante envolvida com o terceiro ano, a 2ª temporada ainda não estreou. Isto só vai acontecer em 4 de setembro, com o lançamento simultâneo dos três primeiros episódios na plataforma Amazon Prime Video. Veja abaixo o vídeo em que Jensen Ackles brinca com sua escalação. “Eu ficava me perguntando o que fazer quando ‘Supernatural’ finalmente terminar neste ano. Até que…” Ver essa foto no Instagram I keep wondering what I’ll do….when @cw_supernatural finally ends this year. Then it hit me. *volume ⬆️ Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em 17 de Ago, 2020 às 9:04 PDT

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  • Série

    Jon Favreau assume que Baby Yoda é inspirado em E.T.

    17 de agosto de 2020 /

    O cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, assumiu que o Baby Yoda, personagem que fez grande sucesso na atração, foi inspirado em “E.T. – O Extraterrestre”. Em entrevista ao site Deadline, Favreau contou que a cena de introdução de Baby Yoda nasceu de uma ilustração do E.T. assinada pelo animador e diretor Dave Filoni, seu parceiro em “The Mandalorian”. “Dave havia desenhado este momento misturando Michelangelo e ‘E.T.’, e isso nos inspirou. Então Doug Chiang e todo o departamento de arte da série começou a gerar outros desenhos parecidos, e o pessoal da Legacy [empresa de efeitos especiais] construiu a cena.” Na mesma entrevista, Favreau falou sobre como lidou com a pressão de criar algo novo no universo de “Star Wars” criado por George Lucas. “Conseguir criar algo novo, ao mesmo tempo precisando respeitar o que veio antes, é um dos grandes desafios dos contadores de histórias atualmente. Somos inundados com tanto conteúdo, e tudo está na ponta dos nossos dedos. Como criador, você sabe que todo mundo tem um contexto cultural para julgar o seu trabalho. É como se você fosse um DJ tocando músicas dos Beatles. Ele [George Lucas] é os Beatles”, comentou.

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  • Série

    This Is Us vai encarar pandemia “de frente” na 5ª temporada

    17 de agosto de 2020 /

    A pandemia da covid-19 terá um impacto significativo nas séries de TV — e não estamos falando só de filmagens e datas e estreia adiadas. Um número crescente de produções tem confirmado que vai abordar a pandemia de uma forma ou de outra nas suas tramas, como “Grey’s Anatomy” e “Sob Pressão”. A série “This Is Us” vai “encarar de frente” a pandemia na sua 5ª temporada, de acordo com o criador Dan Fogelman, que falou sobre o tema nas redes sociais. “Decidimos encarar as coisas de frente. Tenho muito orgulho da sala re roteiristas”, ele escreveu no Twitter, mas não entrou em detalhes sobre como os Pearsons serão afetados pela pandemia. Com um trama que viaja ao passado (voltando por vezes até os anos 1950), reflete os acontecimentos no presente e imagina o futuro (décadas a frente), a trama dificilmente conseguiria ignorar a pandemia, que marcou o ano de 2020. Quanto às outras questões, Fogelman disse que não há uma data definida para o início da produção da 5ª temporada nem previsão para a exibição dos novos episódios. Ele também disse que, apesar dos acontecimentos atuais que o país enfrenta, a série vai manter o “mesmo final planejado” para sua trama. Ou seja, os planos para encerrar “This Is Us” na 6ª temporada segue inalterado. Some vague #ThisIsUs answers (sorry) – Not sure yet on production start. – Not sure when new eps will air.– Yes on Covid. We've decided to attack things head on. Very proud of @ThisIsUsWriters – Same planned ending. Same route to get there. Hope that's (somewhat) useful? https://t.co/gx0YJQxq5f — Dan Fogelman (@Dan_Fogelman) August 17, 2020

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  • Etc

    Sharon Stone perdeu avó e tem irmã internada na pandemia

    17 de agosto de 2020 /

    A atriz Sharon Stone contou no Instagram que perdeu sua avó na pandemia, e que sua irmã e seu cunhado estão internados por complicações do coronavírus. Reclamando das pessoas que se recusam a tomar precauções básicas, como usar máscaras em locais públicos, ela reclamou ainda da falta de testes nos EUA e fez campanha contra o presidente Donald Trump. “Minha irmã Kelly, que já tem lúpus, agora contraiu a covid-19. Este é o quarto de hospital dela”, escreveu ela ao lado uma foto do local em que a irmã está internada. “Um de vocês que não usa máscaras fez isso. Ela não tem um sistema imunológico. O único lugar em que ela foi recentemente foi a farmácia. Não há testagem no país dela [os EUA] a não ser que você tenha sintomas, e daí você precisa esperar cinco dias pelo resultado. Você conseguiria ficar nesse quarto sozinho por tanto tempo? Use máscara! Por você e pelos outros. Por favor”, acrescentou. Mais tarde, a atriz compartilhou uma foto que a irmã havia postado em março, ao lado do marido, quando começou a notar os sintomas da doença. “Estes somos nós. 13 de março. Dirigimos até o nosso paraíso em Montana. Achamos que, aqui, a covid-19 não nos alcançaria. Não fomos às compras, não fomos a festas, mal vimos um ser humano. Agora cada respiração é uma luta”, escreveu Kelly, irmã da atriz. Para completar, Sharon Stone publicou um vídeo em que se revolta contra o descaso com a saúde pública, pedindo que os fãs votem nas próximas eleições presidenciais para tirar Donald Trump do poder. “Minha mãe, que tem problemas no coração, não pode ser testada, embora ela possa ter sido a pessoa que passou a covid-19 para minha irmã e meu cunhado, já que foi a única que os viu durante este tempo. As enfermeiras que estão cuidando da minha irmã também não podem ser testadas, porque não há testes para elas. Elas estão arriscando as suas vidas pela minha família. […] Infelizmente, eu já tive uma avó que morreu de covid. Votem pelas suas vidas”, desabafou. Veja as postagens originais abaixo. Ver essa foto no Instagram My sister Kelly, who already has lupus, now has COVID-19. This is her hospital room. One of you Non-Mask wearers did this. She does not have an immune system. The only place she went was the pharmacy. There is no testing in her county unless you are symptomatic, & then it’s 5 day wait for results. Can YOU FACE THIS ROOM ALONE? Wear a mask! For yourself and others. Please 💜. Uma publicação compartilhada por Sharon Stone (@sharonstone) em 15 de Ago, 2020 às 6:08 PDT Ver essa foto no Instagram Please light candles for my sister Kelly and her husband, my dear friend Bruce 🤍🙏🏻🌿 Repost from @thekellystone • This is us. March 13. Drove to our paradise in Montana. We thought covid wouldn’t and couldn’t find us. No shopping, no parties, barely saw a human. Now fighting for a breath.you don’t want covid. Uma publicação compartilhada por Sharon Stone (@sharonstone) em 16 de Ago, 2020 às 5:29 PDT Ver essa foto no Instagram 🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸 Uma publicação compartilhada por Sharon Stone (@sharonstone) em 16 de Ago, 2020 às 3:18 PDT

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  • Música

    Shows Clássicos: 30 performances de Kraftwerk, Devo, Duran Duran, A-ha, New Order, Depeche Mode, etc

    16 de agosto de 2020 /

    A mostra de shows clássicos da Pipoca Moderna chega a sua 9ª seleção com 30 apresentações da era do syhthpop e do movimento new romantic. A curadoria abre com os precursores da música eletrônica, Kraftwerk, num especial da TV alemã de 1982, e avança pelos pioneiros da new wave que promoveram o convívio das guitarras de rock com sintetizadores das marcas Korg, Roland e Yamaha. Alguns foram esquecidos, como a banda americana Xex, outros lotam shows até hoje, como o New Order. Mas em 1981, um ano após a morte de Ian Curtis, New Order ainda cabia num porão em Nova York, como no registro abaixo. Sete anos depois, o som eletrônico já tinha se popularizado a ponto do Depeche Mode lotar o estádio Rose Bowl. Este show foi documentado pelo mestre D.A. Pennebaker, o cineasta que inventou o “lyric video” em 1965 com “Subterranean Homesick Blues”, de Bob Dylan. Vale reparar que a lista abaixo inclui algumas playlists do YouTube, porque certos shows foram disponibilizados em duas partes ou espalhados em vídeos individuais. Além disso, há duas “antologias” de performances televisivas. Para mergulhar ainda mais na história do pop/rock, também estão disponíveis abaixo os atalhos para as mostras anteriores, que cobrem diferentes gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) Kraftwerk | 1981 Devo | 1982 Xex | 1981 Gary Numan | 1984 Soft Cell | 1982 New Order | 1981 The Sound | 1982 Orchestral Manoeuvres in the Dark | 1981 Visage | 1981 Ultravox | 1982 Human League | 1982 Depeche Mode | 1988 Erasure | 1988 Yazoo | 1982 Pet Shop Boys | 1989 Eurythmics | 1987 Tears for Fears | 1983 Talk Talk | 1986 The Art of Noise | 1986 Flock of Seagulls | 1982 Spandau Ballet | 1983 Duran Duran | 1982 a-Ha | 1989 Simple Minds | 1984 Japan | 1982 Thompsons Twins | 1984 Propaganda | 1985 Berlin | 1983 Missing Persons | 1983 Wall of Voodoo | 1983

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  • Etc

    Streaming gratuíto da Vix chega ao Brasil

    16 de agosto de 2020 /

    Um novo serviço de streaming com filmes, séries e shows começou a operar no Brasil neste fim de semana. O diferencial da plataforma Vix é que ela é totalmente gratuita. Não é preciso nem se cadastrar para utilizá-la. A plataforma segue o padrão AVOD, sigla em inglês para “vídeo sob demanda com suporte de anúncio”. Ou seja, a monetização vem da publicidade. Para isso, o conteúdo exibe anúncios a cada 12 minutos assistidos. Não é só nisso que a Vix lembra a TV. A grande maioria do conteúdo atualmente disponibilizado na versão brasileira do serviço é dublado em português, sem oferecer opção de idioma original e legendas. A imagem também não é HD. No máximo, chega em 720p, mas filmes mais antigos tem imagem com grãos e fantasmas da época do VHS. O catálogo não é muito abrangente. Há poucas séries disponíveis e não estão completas. A maioria são produções canadenses do início dos anos 2010 do canal Syfy, como “Haven”, “Bitten” e “Primeval: New World”. Já os filmes reúnem muitos refugos recentes de VOD, mas há alguns títulos nacionais decentes, como os dois “Boleiros”, a comédia “Sábado”, de Ugo Georgetti, e o documentário sobre grafiti “Cidade Cinza”. Lá pelo meio, ainda é possível encontrar dois cults dos anos 1980: o drama indie “Five Corners” (lançados nos cinemas como “Vingança Tardia”) e a sci-fi “The Hidden”. Felizmente, foram disponibilizados com idioma original e legendas. Infelizmente, a resolução de suas imagens é péssima. Também há cinco shows variados, de Foo Fighters, Adele, Katy Perry, Coldplay, Ed Sheeran e Kanye West. Nas próximas semanas, devem ser liberadas no catálogo as séries infantis “Galinha Pintadinha” e “Palavra Cantada”, além do filme de 2015 “Breaking Through – No Ritmo do Coração”, estrelado por Bruna Marquezine e Anitta. Mas, além do conteúdo tradicional, o Vix ainda oferece vídeos exclusivos que combinam experiências do YouTube e da Netflix, como dicas de beleza e produções de temática científica – que exploram temas como “É possível viajar no tempo?” e “Como a humanidade conseguiu superar as pandemias mais letais?”. A empresa Vix surgiu em Miami originalmente como Batanga, em 1999. Começou como serviço de rádio e foi ampliando seus recursos, sempre com foco nos moradores latinos dos Estados Unidos. Por conta disso, tem até hoje uma sessão de telenovelas latinas. O nome atual foi adotado em 2017 e, desde então, a Vix se consagrou no Top 3 de aplicativos gratuitos de streaming na Roku (uma empresa que oferece dispositivos que se integram às televisões para rodar streamings, como o Google Chromecast). Dá para assistir no PC, direto na página do site (https://www.vix.com/tv/) ou em celular via aplicativo disponível na Apple Store e Google Play.

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  • Filme

    Aprendiz de Espiã: Comédia com Dave Bautista deve ganhar sequência

    16 de agosto de 2020 /

    A comédia de ação “Aprendiz de Espiã” (My Spy), que trocou o cinema pelo streaming da Amazon, deve ganhar continuação. O estúdio STX foi surpreendido pelo sucesso do filme em formato digital e, segundo o site Deadline, agora estaria interessado em produzir mais um longa com o mesmo elenco e equipe, em parceria com a Amazon. “Aprendiz de Espiã” deveria ter sido lançado em setembro do ano passado nos cinemas americanos, mas foi adiado para abril deste ano para se distanciar de outra comédia do ator Dave Bautista – o filme “Stuber”. Só que os cinemas fecharam devido a pandemia de coronavírus, deixando a produção sem data de estreia nos EUA – apesar do lançamento internacional em alguns territórios, como o Brasil em março, na véspera do fechamento dos cinemas. O filme segue uma fórmula já explorada com sucesso por Arnold Schwarzenegger (“Um Tira no Jardim de Infância”), Jackie Chan (“Missão Quase Impossível”), Dwayne Johnson (“O Fada de Dentes”) e outros adeptos do cinema de pancadarias para ampliar seu público e conquistar a simpatia infantil. No filme, Bautista vive um agente da CIA que prefere explodir os inimigos a cumprir os objetivos de suas missões. Por conta disso, é colocado sob observação. Para piorar, durante uma tocaia, é flagrado por uma menina de 9 anos, que grava sua espionagem com um celular e negocia não colocar o vídeo no ar em troca de aulas para virar espiã. E ela dá um baile no durão, além de descobrir que ele não é tão insensível quanto tenta parecer. A precoce Chloe Coleman (de “Big Little Lies” e que também estará em “Avatar 2”) vive a garotinha e o elenco ainda inclui Kristen Schaal (de “O Último Cara na Terra/The Last Man on Earth”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Parisa Fitz-Henley (“Midnight Texas”). O roteiro é dos irmãos Jon e Erich Hoeber (“RED: Aposentados e Perigosos”) e a direção é assinado pelo veterano Peter Segal (“Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final”). Veja abaixo o trailer legendado de “Aprendiz de Espiã”.

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  • Etc,  Filme

    Ash Christian (1985 – 2020)

    16 de agosto de 2020 /

    O cineasta Ash Christian na sexta-feira (14/8), enquanto dormia durante uma viagem de férias à Puerto Vallarta, no México. Ele tinha 35 anos e a causa de sua morte ainda não foi divulgada. Christian ficou conhecido ainda aos 19 anos, quando dirigiu o filme “Fat Girls” (2006), lançado no Festival de Tribeca e que lhe rendeu o prêmio de Talento Emergente no Outfest. Além de dirigir, ele escreveu o roteiro e atuou como o protagonista da produção. Também venceu o Daytime Emmy Awards com seu curta-metragem de 2014, “mI Promise”. Como produtor, Christian trabalhou em diversos filmes ao longo dos últimos anos, entre eles os dramas indies premiados “Irmã” (2016) e “O Ano de 1985” (2018), e o recente thriller “Uma Noite Infernal” (2019). Ele ainda desenvolveu uma carreira como ator, estrelando a série “Cleaners” e tendo um papel recorrente em “The Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”, sem esquecer de filmes como “O Reencontro” (2012) e “Uma Dupla Genial” (2013). “Boa noite, amigos”, ele escreveu em seu último post no Instagram.

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  • Série

    The Crown: Elizabeth Debicki será a Princesa Diana nas temporadas finais da série

    16 de agosto de 2020 /

    A atriz Elizabeth Debicki (estrela de “As Viúvas” e do vindouro “Tenet”) vai interpretar a princesa Diana nas duas temporadas finais da série “The Crown”. O anúncio foi feito nos perfis oficiais da série nas redes sociais. “O espírito da princesa Diana, suas palavras e suas ações vivem no coração de tantos. É um verdadeiro privilégio e uma honra fazer parte desta série magistral, que me prendeu totalmente desde o primeiro episódio”, disse Debicki no anúncio postado na tarde deste domingo (16/8). A princesa Diana, que nasceu em 1961, será apresentada na vindoura 4ª temporada, passada nos anos 1980, por Emma Corrin (“Pennyworth”). A série troca seus intérpretes a cada duas temporadas. Assim, Debicki vai se juntar à terceira geração do elenco, que também contará com Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), nova intérprete da rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”), que assume o papel da princesa Margaret, e Jonathan Pryce (“Dois Papas”) como o príncipe Philip. Por enquanto, a série teve apenas suas três primeiras temporadas disponibilizadas na Netflix. A 4ª temporada deve estrear ainda este ano, mas a 5ª ainda não começou a ser gravada devido à pandemia de coronavírus. Elizabeth Debicki will play Princess Diana in the final two seasons of The Crown (Seasons 5 and 6). pic.twitter.com/Z3CjHuJ56B — The Crown (@TheCrownNetflix) August 16, 2020

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  • Música

    Weezer lança clipe da trilha de Bill & Ted: Encare a Música com Keanu Reeves

    16 de agosto de 2020 /

    A banda Weezer lançou o clipe de “Beginning Of The End”, que faz parte da trilha de “Bill & Ted: Encare a Música”. O vídeo contém alguns cenas do filme, mas seu destaque principal é a interação dos personagens do título com a banda. O vídeo mostra o Weezer tocando a canção num pequeno palco, enquanto vai se transformando com perucas, bandanas e óculos escuros numa banda de hair metal dos anos 1980. Ao final, Keanu Reeves e Alex Winter aparecem como seus personagens para dizer que eles foram aprovados para abrir uma turnê da Wyld Stallyns – banda deles no filme. Mas para bater o martelo, só falta uma coisa: saber se eles tocam cover do Kiss. Trata-se de uma referência ao filme anterior da trilogia, “Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo” (1991), que incluía “God Gave Rock ‘N’ Roll To You”, do Kiss, em sua trilha sonora. Para quem não lembra dos personagens, eles foram introduzidos em “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989). Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. O novo filme promete o desfecho da história, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. Depois de algumas mudanças, a estreia acabou remarcada para a semana que vem, dia 28 de agosto, nos cinemas que estiverem abertos nos EUA e Canadá, e com lançamento simultâneo em VOD. Devido à pandemia de coronavírus, não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    A Cor que Caiu do Espaço traz Nicolas Cage em modo insano

    16 de agosto de 2020 /

    Com uma carreira bem acidentada, Richard Stanley volta à direção de longas-metragens depois de um longo período apenas trabalhando em curtas, segmentos de antologias e documentários. Hollywood não foi muito gentil com ele depois de demiti-lo no meio das filmagens de “A Ilha do Dr. Moreau” (1996), filme achincalhado mesmo com sua substituição por John Frankenheimer. Lembrando que Stanley era uma promessa para o cinema de horror nos anos 1990, com filmes como “Hardware – O Destruidor do Futuro” (1990) e “O Colecionador de Almas” (1992). Ainda assim, mesmo tendo tanta dificuldade de conseguir entrar novamente em um grande projeto, Stanley seguiu sendo cultuado por parte de fãs do gênero. A boa notícia é que seu novo filme, “A Cor que Caiu do Espaço” (2019), baseado em um conto de H.P. Lovecraft, é muito possivelmente seu melhor trabalho. Não está sendo e não será nada próximo de uma unanimidade, mas é muito bonito plasticamente e tem uma atmosfera de pesadelo crescente bastante envolvente. Chama a atenção também a participação de Nicolas Cage, ator incansável que só em 2019 estrelou seis produções. Este filme de Stanley é um dos que mais lhe permite extrapolar. Ou seja, ele não economiza nos gritos, nos tiques, naquilo que os fãs se acostumaram a ver. E não chega a atrapalhar nenhum pouco. Cai como uma luva para o filme. Cage interpreta um pai de família que mora em uma região rural bastante afastada. Esse detalhe é importante para que possamos nos dar conta do distanciamento da família quando o inferno chega. E o inferno chega em cores, em especial na cor-de-rosa bem viva. Quando a família está se preparando para dormir, algo parecido com um meteorito cai no jardim, deixando uma cratera imensa e muitas dúvidas sobre o que se trata. Aos poucos, cada membro da família passa a se comportar de maneira muito estranha. Apesar da presença de Cage, podemos dizer que a verdadeira protagonista do filme é Madeleine Arthur, uma jovem com poucos títulos marcantes no currículo, mas que aqui demonstra muito carisma. Ela faz o papel da filha de Cage. Na primeira cena do filme, ela está praticando um ritual de magia à beira de um rio quando é flagrada por um rapaz que está passando. Sua intenção é fazer um feitiço para curar definitivamente sua mãe do câncer. Sua mãe é uma mulher frágil e carinhosa vivida por Joely Richardson, e que possui outros dois filhos, um adolescente e um garotinho, cada um deles de importância pontual para a trama. Fazem parte da família também as alpacas que o patriarca cria com muito carinho. Mas quem espera dessa premissa algo parecido com uma boa construção de personagens ou diálogos ricos, pode esquecer. Não que os diálogos sejam fracos ou que o roteiro seja ruim. É que não parece haver nenhuma intenção por parte de Stanley de fazer um filme com essas bases. Seu maior interesse é na beleza, tanto das cores artificiais geradas por efeitos visuais quanto da fotografia da natureza. E também a beleza dos efeitos gore, que em alguns momentos remetem a “O Enigma de Outro Mundo”, de John Carpenter, e outros filmes de horror oitentistas. Em entrevista à revista britânica Sight & Sound, Stanley disse que teve que fazer algumas alterações na adaptação do conto, já que Lovecraft carrega de maneira quase explícita seu racismo e sua misoginia. Quanto aos aspectos niilistas do escritor, eles seguem presentes na adaptação, em especial quando a família vai se desintegrando mais e mais, tornando-se, literalmente, monstros sob o efeito da radiação alienígena. Stanley também se sente muito grato a Nicolas Cage, um grande fã de Lovecraft. O cineasta afirma que ele foi o homem que restaurou sua fé em Hollywood novamente. Depois do trauma de “A Ilha do Dr. Moreau”, poder filmar tudo com tranquilidade, em uma região rural de Portugal, e com todo o apoio dos atores e dos técnicos, e ter um resultado favorável não tem preço. As coisa foram tão bem que Stanley planeja duas novas adaptações de Lovecraft para breve. Disponível em Telecine e Vivo Play.

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    Whindersson Nunes vai dublar Jackie Chan em lançamento de VOD

    16 de agosto de 2020 /

    O próximo filme de Jackie Chan vai chegar no Brasil com voz de Whindersson Nunes. O comediante do YouTube está trabalhando na versão dublada de “Contos do Caçador de Sombras”, uma produção de 2019 do ator. Ele já começou a colocar sua voz nas falas do astro chinês num estúdio de dublagem em São Paulo. O filme conta a história de um lendário caçador de demônios, vivido por Chan, que rastreia monstros que entram na dimensão humana e as combate com a ajuda de um grupo de criaturas amigas. O lançamento vai acontecer no Brasil via VOD (aluguel digital) em 9 de outubro.

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