P-Valley: Starzplay estreia série dramática sobre strippers
O Starzplay, serviço premium de streaming internacional do canal pago Starz, lança neste domingo (12/7) no Brasil a nova série original “P-Valley”. Trata-se de um lançamento simultâneo com os EUA, mostrando a evolução da plataforma no país. “P-Valley” é uma série sobre strippers negras concebida, escrita, produzida e dirigida por mulheres negras. A série se passa num clube barato de strip-tease do interior do Mississippi e acompanha os sonhos e desilusões de um grupo de funcionárias do local, que atende principalmente homens negros de baixo poder aquisitivo. A produção foi desenvolvida por Katori Hall, que faz sua estreia como produtora-roteirista televisiva. Ela é autora da peça “Pussy Valley”, em que a série se baseia. O primeiro episódio tem direção de Karena Evans, que comandou vários clipes do rapper Drake – “In My Feelings”, “Nice for What”, “God’s Plan”, etc. Já o elenco destaca Brandee Evans (“The Bobby Brown Story”), Nicco Annan (“This is Us”), Shannon Thornton (“Power”), Elarica Johnson (“Harry Potter e o Enigma do Príncipe”), Skyler Joy (“Ma”), J. Alphonse Nicholson (“Chicago P.D.”), Parker Sawyers (“Southside with You”), Harriet D. Foy (“Elementary”), Tyler Lepley (“The Haves and the Have Nots”) e Dan J. Johnson (“Underemployed”). Veja o trailer legendado abaixo.
Nova série animada de Star Trek ganha primeiro trailer
A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro trailer da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela os personagens e o tom de humor da nova série animada passada no universo trekker. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.
Warrior Nun desbanca Dark e vira “novo Stranger Things” na Netflix
A Netflix tem um novo fenômeno em seu catálogo. Lançada em 2 de julho, a série “Warrior Nun” desbancou “Dark” da lista das atrações mais assistidas da plataforma e já tem fãs aflitos por notícias de sua renovação. Isto porque o final da temporada inaugural é um cliffhanger, que acontece no meio de uma grande batalha, e quem acompanhou todos os capítulos está desesperado para saber como esse confronto vai se resolver. Ainda mais após a reviravolta que antecipa essa luta. A série também conquistou a crítica. A ironia é que as primeiras resenhas, baseadas nos capítulos iniciais, não previa nada desse frisson. Muitos jornalistas apressados consideraram a série convencional e até arrastada, com muitas outras reclamações sobre clichês e intérpretes – o elenco é cheio de atrizes novatas. Em compensação, as críticas escritas por quem viu a temporada completa soam entusiasmadíssimas. Até o geralmente contido jornal inglês The Guardian ousou chamar “Warrior Nun” de “o novo ‘Stranger Things'”. “A coisa toda é uma viagem de besteirol absoluto, mas você sente que o algoritmo de produções da Netflix pode ter tido um orgasmo total quando foi apresentado à premissa”, diz o texto que elogia como os clichês de outras séries, de “Buffy” a “Sense8”, são mesclados para gerar um resultado altamente viciante. “O programa é um monte de garotas que chuta traseiros e usa espadas para matar monstros em igrejas. Honestamente, como não amar?”. Além de muitos elogios para as coreografias de lutas e as reviravoltas da trama, alguns críticos também prevem futuro promissor para as atrizes reveladas na série, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das noviças rebeldes. O bom elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é parcialmente europeia, gravada na Espanha. Criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”, a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. A plataforma ainda não anunciou oficialmente a renovação da série, mas o site What’s on Netflix, especialista em produções da plataforma, apurou que novos episódios foram encomendados antes mesmo da estreia. Em entrevista na semana passada, Simon Berry foi bastante otimista sobre o futuro da série. “Acho que dá para fazermos de 5 a 7 temporadas. Quando estávamos terminando o roteiro da 1ª temporada, tínhamos muitos caminhos a seguir. Então criamos uma coletânea de ideias para usarmos em uma possível segunda temporada”, afirmou o produtor.
Produtores de American Horror Story e O Homem Invisível vão adaptar novo livro de Stephen King
Os produtores Ryan Murphy (“American Horror Story”) e Jason Blum (“O Homem Invisível”) se juntaram para produzir um novo filme de terror baseado em livro de Stephen King para a Netflix. Eles vão tirar do papel “Mr. Harrigan’s Phone”, um dos quatro contos que integram o mais recente livro do escritor, “If It Bleeds”, publicado em abril passado nos EUA. O conto acompanha um garoto que faz amizade com um velho bilionário que vive em sua cidade pequena. Eles passam a conversar a partir do primeiro iPhone do homem. Mas quando o homem morre, o garoto descobre que ainda é capaz de se comunicar com seu amigo falecido deixando mensagens de voz no iPhone que foi enterrado com ele. A produção da obra faz parte de um acordo geral de Murphy com a Netflix, que já rendeu duas séries, “The Politician” e “Hollywood”, e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A adaptação está a cargo do cineasta John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”), que além de assinar o roteiro também fará a direção do filme. O filme mais recente do diretor, “Estrada Sem Lei”, foi lançado pela Netflix no ano passado. Ainda sem previsão de estreia, “Mr. Harrigan’s Phone” será o quarto longa baseado em obras do escritor filmado para a plataforma, após “Jogo Perigoso”, “1922” e “Campo do Medo”. Já a Blumhouse, produtora de Jason Blum, além deste filme tem outra adaptação de livro de Stephen King encaminhada junto à Universal: “Chamas da Vingança” (Firestarter), que já foi filmado em 1984 com a ainda menina Drew Barrymore no papel principal.
Apple vai produzir adaptação de quadrinhos estrelada por Jake Gyllenhaal
A Apple vai financiar a adaptação de “Snow Blind”, história em quadrinhos da editora BOOM! Studios, que será protagonizada por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). A gigante de informática superou propostas de outras plataformas e estúdios para obter exclusividade sobre o filme, que será lançado em sua plataforma Apple TV+ quando estiver finalizado. A aquisição é a mais recente iniciativa da Apple para consolidar sua plataforma como endereço de filmes exclusivos. Na sexta, a Apple TV+ lançou a superprodução de guerra “Greyhound”, com Tom Hanks no papel principal. E o estúdio também vai produzir “Emancipation“, estrelado por Will Smith, e “Killers of the Flower Moon“, de Martin Scorsese, que trará Leonardo DiCaprio e Robert De Niro como protagonistas. “Snow Blind”, baseada na graphic novel homônima de Ollie Masters e Tyler Jenkins, acompanha um garoto que descobre que sua família está no programa de proteção a testemunhas. O adolescente Teddy, que mora em um subúrbio pacato do Alasca, vê sua vida virar de cabeça para baixo quando ele inocentemente publica uma foto de seu pai online e torna sua família alvo de vingança de criminosos. Conforme a verdade vem à tona, o jovem passa a questionar se as razões de seu pai para entrar no programa foram tão inocentes quanto ele diz. A produção é descrita como uma mistura de “Os Suspeitos” (2013), que o próprio Gyllenhaal estrelou, e o drama clássico “O Peso de um Passado” (1988), em que River Phoenix interpretou o filho de fugitivos. As filmagens marcarão a estreia do diretor sueco Gustav Möller em Hollywood, após se lançar com o impactante “Culpa”, vencedor do Prêmio do Público na Mostra de São Paulo de 2018. O roteiro está a cargo de Patrick Ness, escritor dos livros em que se baseiam os filmes “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls) e o vindouro “Chaos Walking”. Além de viver o pai de Teddy, Gyllenhaal será um dos produtores do longa, que ainda não tem previsão de estreia. Veja abaixo a capa da graphic novel original.
Diretor de Toy Story 4 fará filme infantil com monstros clássicos da Universal
A Universal contratou Josh Cooley, diretor de “Toy Story 4”, vencedor do Oscar 2020 de Melhor Animação, para escrever e dirigir um projeto infantil com os monstros clássicos do estúdio. Intitulado “Little Monsters”, o filme será inspirado em designs de Crash McCreery, que trabalhou nas artes conceituais de filmes como “Rango”, “Jurrassic World” e “Kong: Ilha da Caveira”. McCreery atuará também como produtor executivo. “Little Monsters” não será uma animação em stop-motion como “A Festa do Monstro Maluco” (1967), que a Universal realizou com dublagem de Boris Karloff, nem uma animação convencional como “Hotel Transilvânia”, do estúdio rival Sony. A produção pretende ser um híbrido de live-action (atores reais) e CGI (animação computadorizada) e é descrita pelo site The Hollywood Reporter como uma carta de amor à Hollywood clássica, com uma história multigeracional sobre os monstros da Universal. A data de estreia não foi anunciada.
Charlize Theron diz que continuação de Atômica deve ser lançada pela Netflix
A atriz Charlize Theron informou que “Atômica 2”, sequência do filme de ação da Universal que ela estrelou em 2017, deve ser lançada na Netflix. “Nós levamos ‘Atômica 2’ para a Netflix e Scott Stuber [diretor da divisão de filmes da plataforma] ficou bastante interessado. Nós conversamos com ele e estamos no processo de escrever o roteiro agora”, contou a atriz, em entrevista para a revista Total Film. Ela disse que a continuação vai aprofundar a história da espião Lorraine Broughton. “Aquela personagem foi construída de uma forma em que pouco foi revelado sobre ela. Então eu sinto que o projeto tem bastante potencial. O parâmetro está bem alto, mas nós estamos bastante animados com isso”. Embora tenha mencionado o desenvolvimento do projeto anteriormente, é a primeira vez que Theron aponta a negociação com a Netflix. Ela acaba de estrelar seu primeiro filme para o serviço de streaming: “The Old Guard”, adaptação de quadrinhos que estreou na sexta-feira (10/7) na plataforma. “Atômica” também é uma adaptação da quadrinhos – da graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, que não tem sequência. Mas o filme termina com um gancho para novas aventuras, graças a mudanças do roteirista Kurt Johnstad (“300”), que foi responsável, entre outras coisas, por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”) no longa, dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. No filme original, Charlize vive a “loira atômica” do título durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Caso o filme ganhe sequência, será o segundo trabalho do diretor David Leitch a virar franquia. O primeiro foi “De Volta ao Jogo”, em que Keanu Reeves deu vida ao matador John Wick. Leitch não deve retornar para a direção de “Atômica 2”, e não há confirmação se o roteirista do primeiro filme também está envolvido na sequência. Não há maiores informações sobre o projeto.
Jennifer Aniston será madrinha da filha de Katy Perry e Orlando Bloom
A atriz Jennifer Aniston será a madrinha da filha da cantora Katy Perry e do ator Orlando Bloom. Segundo o jornal Daily Mirror, ela aceitou o convite feito por Perry, que espera o nascimento do bebê para as próximas semanas. Uma fonte próxima a Perry e Bloom disse ao diário britânico que Aniston sempre foi a primeira opção do casal e que a cantora foi às lágrimas após a amiga aceitar o convite. “A Katy e a Jen são muito amigas e durante a quarentena elas fizeram algumas caminhadas juntas e se aproximaram ainda mais”, disse a fonte. “A Katy ficou muito emocionada e chorou quando a Jennifer topou o convite”. Hoje aos 51 anos, Aniston já é madrinha de Coco Arquette, filha da amiga e ex-colega de ‘Friends’ Courteney Cox com o ator David Arquette, que hoje já tem 16 anos. A menina será a primeira filha da cantora, que manteve sua gravidez em segredo até março passado, quando a revelou ao mundo no clipe da música “Never Worn White”. Orlando Bloom já é pai de um menino de 9 anos de seu casamento anterior com a modelo Miranda Kerr. O casal tinha planos de realizar uma cerimônia de casamento no começo do ano no Japão, mas a pandemia de covid-19 fez com que adiassem os planos. Eles ainda não definiram uma nova data para o matrimônio.
Johnny Depp tentou fazer Amber Heard ser demitida de Aquaman
A ideia de Johnny Depp ao processar o jornal The Sun por difamação, após um artigo de abril de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, pode ter sido defender sua carreira, mas muitos se perguntam se ele ainda terá carreira depois das revelações feitas no tribunal de Londres em que corre a ação. Confrontado pela advogada do jornal, Sasha Wass, os depoimentos de Depp no caso, ao longo da semana passada, transformaram-se em matéria-prima de notícias pouco lisonjeiras sobre o ator. Wass tem conseguido pintar Depp não apenas como um “espancador de esposa”, mas quase como um psicopata. Depois de arrancar a admissão de uma cabeçada “involuntária” na ex-mulher, Amber Heard, e apresentar fotos da destruição causada pela ira do ator em sua casa e no rosto machucado da atriz, a advogada trouxe à tona mais detalhes sobre a raiva incontida do ex-“Piratas do Caribe”. Ameaças à amigos de Heard e controle de papéis e roupas que ela poderia usar foram os primeiros detalhes apresentados na quinta-feira (10/3) na corte. E na sexta, Wass conseguir fazer Depp confessar ter pressionado a Warner a demitir a atriz da franquia “Aquaman”, após os dois se separarem. A defesa do jornal apurou que ele mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Diante da revelação, Depp negou ter orquestrado uma petição que reuniu 400 mil assinaturas online para removê-la da franquia. Mas confirmou: “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Na verdade, na data apontada, Heard tinha vivido a personagem Mera em “Liga da Justiça”, mas ainda não havia iniciado as filmagens de “Aquaman”, que só começaram um ano depois. O longa virou um grande blockbuster ao chegar aos cinemas em 2018. Ela também estará na sequência do filme, que ainda não tem previsão para ser produzida. Depp apresentou sua justificativa para a tentativa de sabotagem. “Eu fui caracterizado globalmente, como o Sun colocou, como um ‘espancador de esposa’. Eu fui de Cinderela a Quasimodo em 0,6 segundos e eu estava sem voz naquele momento”, afirmou, segundo o relato do Sun, que faz cobertura privilegiada do caso como parte do processo. Ele também foi acusado de tentar controlar os filmes que Heard fazia enquanto foi casada com ele, a ponto de a atriz precisar esconder se a produção incluía alguma cena de nudez. O ator disse ao juiz que ficava “desconfortável com a ideia dela fazer nudez” e argumentou que “ela não precisava ficar nua em filmes”. Mas ele também não a queria vestindo roupas sensuais nos tapetes vermelhos, disse a advogada do jornal. Embora admitisse sentir ciúmes, Depp afirmou que estava apenas cuidando da reputação profissional da atriz e negou que tentasse controlar sua imagem. “A Srta. Heard estava desconfortável em ser vista como um objeto sexual, esperava fazer filmes melhores, por isso não queria ser objetificada e não queria mais fazer cenas de nudez”, disse Depp ao tribunal. “Eu nunca diria a ela o que vestir, mas certamente faria menção se achasse que ela estava se vestindo de forma completamente contrária ao que me dizia desejar, porque achava não ser muito útil para o objetivo dela, em termos de ser levada a sério como atriz”. Além desse controle exercido sobre papéis e aparência, a advogada buscou demonstrar que Depp também tentou cercar Heard em sua vida pessoal. Ela mostrou uma mensagem de texto escrita por Depp em que ele chama a ex-mulher de uma série de nomes extremamente depreciativos, os quais não se deve publicar, e com ameaças ao bilionário Elon Musk, dono da fábrica de carros Tesla e da empresa espacial privada SpaceX, de quem Heard era próxima – os dois acabaram namorando após o divórcio. Um trecho diz: “Vamos ver se Mollusk [um trocadilho com a palavra molusco] tem um par de c****** para me encontrar cara a cara. Vou mostrar a ele coisas que ele nunca viu antes, como o outro lado de seu p** quando eu cortá-lo.” Também foi apresentada como evidência uma gravação de tortura psicológica, em que Depp provoca Heard para cortá-lo com uma faca, porque se não fizesse isso ele se cortaria diante dela. “Me corte, me corte, se não, eu mesmo vou”, diz sua voz no registro de julho de 2016, um mês antes do divórcio, enquanto a atriz implora para ele largar a faca. Segundo a advogada, ele segurava a faca no momento da gravação. A corte britânica também ouviu que Depp jogou uma garrafa de champanhe na atriz no dia em que ela completou 30 anos. Como presente, ela ainda teve os cabelos puxados e foi jogada na cama, para depois encontrar uma bilhete dizendo “Feliz p**** de aniversário”. Em sua defesa, Depp revelou que pode ter usado drogas naquele dia, mas negou ser violento, embora a advogada tenha apresentado fotos da destruição causada na casa em que ele morava com a atriz. No dia seguinte, ele encontrou um cocô em sua cama. Ele disse que foi isso que o fez considerar o fim do casamento. Em sua primeira semana, a corte britânica ouviu o testemunho de Depp, autor do processo. A partir de segunda (13/7), será a vez da defesa apresentar suas testemunhas, entre elas Amber Heard.
Família se desespera em visita ao lago em que Naya Rivera desapareceu
A família de Naya Rivera foi neste fim de semana ao lago Piru, na Califórnia, onde a atriz, dada como morta pela polícia, teria se afogado na última quarta (8/7). As redes sociais registraram várias fotos e vídeos do desespero dos familiares da ex-intérprete de Santana em “Glee”. O ator Ryan Dorsey, ex-marido e pai do filho de quatro anos de Naya Rivera, foi o mais emocionado, segundo o site TMZ. Ele foi flagrado por fotógrafos sozinho e chegou a entrar brevemente na água. Depois disso, sentou-se inerte diante do lago, enquanto autoridades continuavam a busca pelo corpo. Dorsey está com a custódia de Josey, filho do casal, que estava com Rivera durante o trágico passeio. Mãe, pai e irmão da atriz também estiveram no local e entraram na água por alguns momentos. A mãe foi fotografada de braços abertos, rezando. Já seu pai chegou a mergulhar. Autoridades locais confirmaram que as buscas pela atriz prosseguem. “Estamos sendo auxiliados pelos xerifes de Tulare e de San Luis Obispo. Manteremos vocês atualizados”, escreveu o perfil oficial do xerife de Ventura nas redes sociais. The search continues for Naya Rivera. @VENTURASHERIFF told press that this man and woman are Naya’s mother and brother. Her mother is kneeling on the dock with her arms outstretched towards the water. pic.twitter.com/5q6eGrWojR — Anastasia (@AnastasiaElyseW) July 11, 2020 NAYA RIVERA’S FATHER RUNNING INTO THE LAKE TO SEARCH FOR HIS DAUGHTER. MY HEART IS HURTING SO BAD. PLEASE CONTINUE TO PRAY FOR NAYA AND PLEASE PRAY FOR HER LOVED ONES. 💔 pic.twitter.com/q7von57GoF — valentina (@JEHLANl) July 12, 2020 Powerful, heartbreaking photos of Naya Rivera’s family assisting with the search efforts at Lake Piru 💔 pic.twitter.com/Sqyb08gl9g — The AHS Zone (@ahszone) July 12, 2020 Naya Rivera's ex-husband Ryan Dorsey was seen at the banks of Lake Piru on Saturday, could be seen wiping away tears as he walked around the banks of the lake close to the Rivera family, Dorsey was given a friendly hug by a member of his former in-laws family in a moment of grief pic.twitter.com/mdrnfvfPaY — Lilian Chan (@bestgug) July 12, 2020 Today’s search operation at Lake Piru is winding down. The mission will resume Sunday morning in the ongoing effort to locate Naya Rivera. pic.twitter.com/oy25vTdDLi — Ventura Co. Sheriff (@VENTURASHERIFF) July 12, 2020
The 100: Piloto do spin-off tem uma das piores audiências da série
O episódio de “The 100” programado para servir de piloto de um spin-ff da série não atraiu grande público na rede americana The CW. Intitulado “Anaconda”, o capítulo foi ao ar na quarta (8/7) nos EUA e apresentou um longo flashback sobre o primeiro apocalipse nuclear da Terra, mostrando a origem de vários elementos da mitologia da série. Apesar de incluir alguns personagens anteriormente estabelecidos na franquia, como Becca Franco (Erica Cerra), a cientista que criou a Inteligência Artificial Alie à sua imagem e semelhança, o piloto mostrou que, caso vire série, o spin-off acompanharia apenas personagens inéditos, que lutam pela sobrevivência num planeta dizimado pela radiação. Jason Rothenberg, criador de “The 100”, aproveitou a exibição para fazer bastante propaganda do projeto, demonstrando o que pretende contar, caso a produção saia do papel. Mas o público não pareceu se entusiasmar com a premissa por se tratar de um prólogo. “Anaconda” foi um dos episódios menos assistidos da série, com 669 mil telespectadores sintonizados ao vivo, abaixo da média atual da temporada de “The 100” (682 mil) e uma audiência qualificada de 0,2 ponto na demo. Além desse spin-off, a CW ainda avalia a produção de uma série derivada de “Arrow”. Especula-se que apenas um dos dois projetos será aprovado. Desse modo, a demora na definição do futuro da atração do Arrowverso estaria relacionada à espera da exibição de “Anaconda”. O piloto embutido de mais uma atração da DC Comics foi exibido em janeiro, no penúltimo episódio de “Arrow”. Na ocasião, o capítulo “Green Arrow and the Canaries” bateu recorde de audiência, tornando-se o mais assistido da season finale da série do Arqueiro Verde, à exceção do episódio do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Ao todo, foi visto por 893 mil telespectadores ao vivo e registrou 0,33 ponto na demo.
Vivica A. Fox lança campanha para Tarantino escalar Zendaya em Kill Bill: Volume 3
A atriz Vivica A. Fox lançou uma campanha para Quentin Tarantino realizar o Volume 3 da franquia “Kill Bill”. Para convencer o cineasta a cumprir a promessa antiga de criar uma continuação para sua saga de vingança de 2003, ela já até escalou a protagonista: Zendaya. Fox interpretou Vernita Green, que foi brutalmente assassinada pela Noiva, vivida por Uma Thurman, na cena de abertura de “Kill Bill: Volume 1″. Há alguns anos, Tarantino disse que imaginou “Kill Bill: Volume 3” como uma jornada da filha de Green para vingar a morte de sua mãe. “A estrela será Nikki, filha de Vernita Green [Fox]”, disse Tarantino à Entertainment Weekly em uma entrevista em 2004 . “Eu já tenho toda a mitologia: Sofie Fatale [Julie Dreyfus] receberá todo o dinheiro de Bill. Ela criará Nikki, que irá atrás da Noiva. Nikki merece sua vingança tanto quanto a Noiva mereceu a dela”. A trama de vingança foi, inclusive, estabelecida no Volume 1, quando a Noiva teve uma interação direta com Nikki depois de assassinar sua mãe. “Não era minha intenção fazer isso na sua frente. Por isso, me desculpe”, diz a Noiva para Nikki. “Mas você pode acreditar na minha palavra, sua mãe merecia. Quando você crescer, se ainda sentir revolta, estarei esperando”. Veja a cena abaixo. Embora a menina Nikki tenha sido interpretado anteriormente por Ambrosia Kelley, Fox disse que Zendaya seria uma ótima decisão de elenco para interpretar a versão adulta da personagem. “Então eu pensei: Zendaya! Quão quente isso seria? E isso provavelmente conseguiria luz verde para esse projeto”, disse Fox à NME. “Ela e Uma são muito altas, as duas lutando seria matador, e eu a amo.” Fox espera que a ideia de escalar Zendaya seja o empurrãozinho que falta para Tarantino começar a escrever o Volume 3. “Espero iniciar a campanha ‘Tarantino, escale Zendaya!’ E que isso desperte seu interesse em acelerar o projeto”, conclui Fox.
Parte 5 do Mundo Sombrio de Sabrina seria crossover com Riverdale
O cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” acabou impedindo um crossover muito aguardado com “Riverdale”. O criador e showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, sugeriu que esse seria o tema da Parte 5, que jamais será produzida. Num tuíte publicado na sexta (10/7), ele publicou uma arte que junta Archie, Jughead, Betty, Veronica e Cheryl, os principais personagens de “Riverdale”, ao elenco de “CAOS” (abreviatura, em inglês, do título original da série: “Chilling Adventures of Sabrina”). E indicou que esta história será contada agora em quadrinhos. “A Parte 4 é a melhor que já fizemos”, tuitou Aguirre-Sacasa. “E a Parte 5, ‘Guerra das Bruxas’, teria sido INCRÍVEL. Vai continuar nas páginas dos quadrinhos de ‘CAOS’.” Após essa informação, os fãs passaram a perguntar se Sabrina não poderia aparecer em “Riverdale”. Aguirre-Sacasa, que também é criador e showrunner de “Riverdale”, ainda não se pronunciou sobre esta possibilidade. Mas se o contrato da série da Archie Comics for similar aos da Marvel, seria preciso esperar dois anos após o lançamento da Parte 4 para isto acontecer. E os últimos episódios de “Sabrina” ainda não tem previsão de estreia. Confira o tuíte do produtor abaixo, incluindo a arte da capa dos quadrinhos da história de “Guerra das Bruxas”. Thank you for all the love, #sabrinanetflix fans. Part Four is our best yet and Part Five, “Witch War,” would’ve been AMAZING. To be continued in the pages of #CAOS comic book… 💔🔮☠️🍔👨🏻💻 pic.twitter.com/wNvTfxYNfX — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) July 10, 2020












