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  • Série

    Coisa Mais Linda: Trailer da 2ª temporada tem mais melodrama que bossa nova

    9 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Coisa Mais Linda”, série brasileira passada na época da Bossa Nova, que chega ao streaming em 19 de junho. Apesar do contexto musical, a prévia opta pelo melodrama típico de novela ao dar maior ênfase à jornada de suas personagens femininas na sociedade machista do período, que chega aos anos 1960 nos novos episódio. Segundo a sinopse, Malu (Maria Casadevall) continua sendo a mesma mulher determinada, mãe dedicada e amiga leal. No entanto, após os acontecimentos do final da temporada inaugural, a mocinha ganha uma força interior, alimentada pelo trauma. Ela fica ainda mais forte, sem filtro e desinibida. Já Thereza (Mel Lisboa) opta por dedicar-se ao lar e à família, mas não demora muito para sentir falta do trabalho, criando conflito no casamento ao se aventurar em uma rádio. Enquanto isso, Adélia (Pathy Dejesus) deseja começar do zero a relação com Capitão (Ícaro Silva), decidida a seguir em frente, e sua irmã Ivone (Larissa Nunes) passa de uma adolescente típica a uma talentosa aspirante a artista, que tem a chance de provar sua capacidade numa indústria ainda dominada por homens, com a ajuda de Malu. Vale observar que Fernanda Vasconcellos, intérprete de Lígia, pouco aparece, o que pode ser uma dica sobre o que aconteceu após a tragédia do último episódio do drama. No elenco da 2ª temporada, também retornam Leandro Lima, Gustavo Machado, Alexandre Cioletti e Gustavo Vaz. Já entre os intérpretes dos novos personagens estão Val Perré, Breno Ferreira, Eliana Pittman, Angelo Paes Leme, Alejandro Claveaux e Kiko Bertholini. A nova temporada de “Coisa Mais Linda” terá apenas seis episódios de 50 minutos cada.

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  • Etc,  Série

    Supergirl: Chyler Leigh diz que momento em que Alex assumiu-se lésbica ecoou sua vida real

    9 de junho de 2020 /

    Casada com o ator Nathan West, após os dois se conhecerem na série “Sétimo Céu”, e mãe de três crianças, a atriz Chyler Leigh tem aproveitado seu papel na série “Supergirl” para revelar detalhes de sua sexualidade que não parecem tão evidentes. Assim como Alex Danvers se assumiu lésbica na série, a atriz vem trazendo à tona que não é tão hetero quanto seu casamento sugere, e que ao longo dessa jornada de autodescoberta tem contado com o apoio do próprio marido. Depois de se assumir queer no ano passado, ela revelou na segunda-feira (8/6) que a saída do armário de sua personagem em “Supergirl” foi muito parecida com sua própria experiência pessoal. A confissão foi feita num texto do site Create Change, que Chyler lançou com o marido e outros parceiros para encorajar positividade e mudanças, com o objetivo de criar um mundo melhor. É importante notar que, embora o post de Leigh fale sobre sua jornada pessoal, a atriz não rotulou sua sexualidade, mas descreveu como pessoas próximas sentiram-se ressentidas pelo que viram na série e, pelo que dá para entender, também em sua vida. “Quando me disseram que minha personagem sairia do armário na 2ª temporada, uma enxurrada de pensamentos e emoções passou por mim por causa da responsabilidade que senti em representar autenticamente a jornada de Alex”, escreveu Leigh. “O que eu não percebi na época era como a cena em que ela finalmente confessou sua verdade saltaria das páginas do roteiro e se tornaria genuinamente uma variação da minha situação. Na vida real. Meu coração parecia que ia sair do meu peito em cada take que gravamos, sempre apresentando uma oportunidade para tirar essas palavras honestas da minha boca. Embora elas não correspondam exatamente ao meu diálogo pessoal, o coração por trás delas certamente foi o mesmo. O diretor, a imprensa, a mídia, o elenco e os fãs ainda me dizem que foi a saída do armário mais realista que eles já assistiram, e para roubar as palavras de Alex, é porque havia alguma verdade no que ela disse sobre mim. A cena está na 2ª temporada, episódio 6, se vocês quiserem ver por si mesmos”, acrescentou. Leigh também comentou como aquele episódio levou sua família a perder amigos, mas que ela e o marido aprenderam “a se orgulhar de quem somos, não importa o custo”. “Aqui está o lado ruim”, continuou. “Desde que o episódio foi ao ar, amigos queridos (e até seguidores ávidos de ‘Supergirl’) me disseram que eles não assistiriam mais à série por causa da jornada de Alex ter se afastado do que suas crenças consideravam aceitável. Logo depois, eles começaram a se distanciar e, eventualmente, minha família e eu fomos excluídos, marcando a perda de muitas pessoas que amávamos. No entanto, após essa ferida inicial, não guardei rancor pela resposta negativa, porque, como eu disse, todos nós temos dificuldades de uma maneira ou de outra com aceitação (seja qual for o assunto), seja em relação a nós mesmos ou com os outros”, considerou. “Tem sido um caminho longo e solitário para meu marido e para mim, mas posso dizer de todo o coração que, depois de todos esses anos, ele e eu ainda estamos descobrindo as profundezas de nós mesmos e um do outro, mas ao longo de nossa jornada aprendemos a ter orgulho de quem somos, não importa o custo”. Veja abaixo a cena citada pela atriz e outra em que Alex revela sua sexualidade para a irmã Kara (Melissa Benoist), a Supergirl.

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  • Filme

    Luccas Neto em o Hotel Mágico é primeiro sucesso nacional lançado na pandemia

    9 de junho de 2020 /

    A comédia infantil “Luccas Neto em o Hotel Mágico”, do artista e empresário Luccas Neto, dono de um dos maiores canais do YouTube, é o primeiro sucesso nacional a surgir em meio à pandemia de coronavírus. O filme estreou em 15 de maio nas plataformas digitais e já acumula mais de R$ 1,8 milhão em arrecadação de público. No longa, produzido pela empresa do próprio Luccas Neto, o ator e sua irmã Gi (Giovanna Alparone) precisam se livrar de elfos que conheceram no Polo Norte e que agora estão de volta para perturbar a paz dos dois no Rio de Janeiro. O filme está disponível em várias plataforma de VOD a preços bem diferentes. Confira: Google Play (venda, R$19,90), YouTube (venda, R$19,90), Now (aluguel, R$14,90), Vivo Play (aluguel, R$11,90), AppleTV (compra, R$29,90, ou aluguel, R$14,90) e Sky Play (aluguel, R$14,90). Assista ao trailer abaixo.

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  • Filme

    Auto Posto: Comedy Central lança nova série brasileira

    9 de junho de 2020 /

    O canal pago Comedy Central estreia na noite desta terça (9/6) a série nacional “Auto Posto”, sobre a rotina de um típico posto de gasolina em uma cidade brasileira. Criada e dirigida por Marcelo Bott, “Auto Posto” foi gravada na cidade de Paraibuna, no interior de São Paulo, e gira em torno da conturbada relação entre o dono do posto, um ex-cantor de sucessos populares chamado Nelson, e seus funcionários – frentistas, lavadores, caixas, segurança, borracheiro e até seu velho “amigo” fiscal. Cada um dos personagens representa um arquétipo contemporâneo e, segundo os produtores, a forma como cada um reage aos absurdos cometidos por Nelson deixa essas personalidades cada vez mais claras e fáceis de serem identificadas. Nelson é vivido por Walter Breda (o Pessanha da novela “Bom Sucesso”) e elenco ainda inclui, entre outros, Micheli Machado, Paulo Tiefenthaler, Robson Nunes, Neusa Borges e os gêmeos Luan e Raony Iaconis. Além disso, a série conta com participações especiais de Felipe Torres e Adriano Silva (da trupe Hermes e Renato), Rappin Hood e até Rita Cadillac, que, pela primeira vez, dá vida a uma personagem fictícia. Em suas participações em outras produções, ela sempre interpretou a si mesma. A série é uma coprodução entre Comedy Central e Salvatore Filmes, com distribuição da VIS (ViacomCBS International Studios). Para o lançamento, o Comedy Central ainda programou uma live em seu Instagram, 21h30, mediada por Micheli Machado (que interpreta a personagem Suelen), com participação de Paulo Tiefenthaler, os gêmeos Luan e Raony Iaconis e Robson Nunes. Confira o trailer abaixo.

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  • Série

    Série sobre “Corona Party” reúne Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu e Karol Conká

    9 de junho de 2020 /

    Enquanto produtores do mundo inteiro buscam formas de adequar o distanciamento social à obras de ficção, uma série humorística brasileira faz sucesso nas redes sociais mostrando o caminho, ao explorar todo o potencial do formato. Trata-se de “Alta Sociedade Baixa”, uma Insta-série, isto é, uma série com episódios publicados no Instagram, que começou a ser disponibilizada no começo de maio. Um mês depois, a produção já rendeu seis episódios e tem aumentado sua lista de participações especiais com diversas celebridades. Criada pelos diretores Rodrigo Pitta e Marcello Bosschar, com direção também de Mariana Jorge, a série gira em torno de um grupo da alta sociedade carioca que não aguenta mais o tédio da quarentena e pretende se reunir numa “Corona Party” ilegal. O humor é ácido e debochado e todo o elenco gravou suas participações em suas próprias casas, sem contato entre si. A montagem, entretanto, às vezes sugere maior proximidade. Assim como na trama, o elenco é repleto de famosos, como Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu, Karol Conká, Theodoro Cochrane, Glamour Garcia, Gustavo Mendes, Gorete Milagres, Leonardo Miggiorin, Reynaldo Machado e Pablo Morais. O ponto de partida é a decretação de um lockdown no Rio. Quem sair na rua pode ser preso imediatamente, crime inafiançável. Mas a socialite Lidia, papel de Schmütz, e aspirante a futura primeira dama do Rio de Janeiro arma em seu apartamento uma festinha para oito convidados. A série é veiculada apenas no Instagram, em um perfil criado especialmente para a obra (@altasociedadebaixa) e também nos perfis de todos os atores e produtores do elenco. Ao todo, serão 12 capítulos, dos quais metade já foram disponibilizados, sempre às sextas-feiras, a partir das 11h. Veja o trailer abaixo. Ver essa foto no Instagram Ficção ou Realidade ?! Um grupo de socialites cariocas , resolve driblar a quarentena durante a pandemia e fazer uma festinha….Vem aí uma INSTASÉRIE no IGTV. Tudo filmado de casa , sem contato físico entre diretores e atores que estão em cidades diferentes , entre o Brasil e os EUA. Uma crítica ácida e bem humorada sobre a alta sociedade brasileira , sobre o momento atual, com um elenco incrivel, dirigido pelo Rodrigo Pitta e a Mariana Jorge! @samanthaschmutz @theocochrane @galisteuoficial @gustavomendestv @glamourgarcia @leo_miggiorin @karolconka @pabloxmorais @tomcavalcante @goretemilagres @rodrigo_pitta @marianajustmariana @teamo.live @altasociedadebaixa #altasociedadebaixa #instaserie Uma publicação compartilhada por Alta Sociedade, Baixa ⚘ (@altasociedadebaixa) em 30 de Abr, 2020 às 7:06 PDT

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  • Etc

    Fabio Porchat se desculpa por vídeo gordofóbico do Porta dos Fundos

    9 de junho de 2020 /

    O comediante e apresentador Fabio Porchat usou a conta do grupo Porta dos Fundos no Instagram para promover uma conversa ao vivo sobre gordofobia e se desculpar pelo vídeo “Teste de Covid”, publicado pelo grupo em seu canal no YouTube. No vídeo, o ator Fabio de Luca interpretava um paciente em busca do resultado de um teste para covid-19, que fala ao telefone com a atriz Thati Lopes, no papel de atendente de laboratório que lhe passa o laudo e orientações médicas via telefone. A personagem avisa que o resultado foi negativo, uma vez que o vírus não teria conseguido “resistir ao seu corpo podre”, enquanto faz críticas à sua saúde e estilo de vida. O esquete foi acusado de gordofobia e atraiu a ira de várias pessoas nas redes sociais, inclusive de colegas, como Fabiana Carla e Leandro Hassum. Outra que protestou, a criadora de conteúdo Bianca Barroca, foi convidada por Porchat para participar do debate sobre o tema na live. Ao se desculpar, Fabio reforçou que críticas de minorias não podem ser encaradas como “mimimi”. “Para mim, o problema não é a ignorância, porque ninguém nasce sabendo. O problema é não querer aprender”. Ele explicou que, no Porta dos Fundos, todos os roteiros passam por uma aprovação. “Cada um escreve o roteiro e leva para uma reunião, para uma leitura coletiva. A gente ouviu, leu junto e o mais curioso foi que ninguém ficou com o pé atrás, porque não havia indicação de ator. Então a piada central era uma pessoa com o organismo tão podre que nem o vírus iria querer ficar lá dentro”, disse. No entanto, reconheceu que, depois de pronto, o material ganhou um potencial diferente. “Não importa se você teve a intenção ou não, o que importa é que aquilo passou. No meio do caminho, alguma coisa torta atrapalhou. Não precisa querer ser racista, por exemplo, para ser. A gordofobia é muito forte e já está na cabeça de todo mundo”. Diante de indagações de Bianca, ele ainda comentou vídeos do passado produzidos pelo grupo. “O Porta dos Fundos já fez vídeos em que o gordo era a piada central. O nosso primeiro vídeo tinha o nome ‘Traveco na Firma’. A gente jamais falaria isso hoje. Acreditamos que estamos em uma constante evolução. A mesma coisa com a gordofobia, essa conversa é uma ótima discussão para que a nossa luta não seja seletiva”, disse. Fabio reforçou ainda que a ideia é fazer as piadas com os opressores e não com os oprimidos. Durante a conversa ao vivo, o ator Fabio de Luca também fez uma breve participação, alegando que, devido a repercussão com o vídeo, sua relação com o próprio corpo mudou. “Esse alerta me fez me enxergar de maneira diferente. Eu sempre fiz piada com o meu corpo porque achava que tinha que ser assim e não precisa, é só viver”, resumiu. Veja a íntegra da live abaixo. Ver essa foto no Instagram com @biancabarroca e @alexandrismos Uma publicação compartilhada por Porta dos Fundos (@portadosfundos) em 8 de Jun, 2020 às 1:59 PDT

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  • Etc

    Fabiana Carla e Leandro Hassum reclamam de piada gordofóbica do Porta dos Fundos

    9 de junho de 2020 /

    Um vídeo produzido pelo canal de humor Porta dos Fundos, supostamente para divertir, acabou sendo criticado por gordofobia. Intitulado “Teste de Covid”, o vídeo ridiculariza um homem gordo e insinua que ele não pegou o novo coronavírus por ter um “corpo podre”. Vários ativistas mostraram indignação com o esquete, entre eles a atriz e apresentadora Fabiana Carla e o humorista Leandro Hassum. A apresentadora do “Se Joga” publicou um post com vídeo no Instagram, em que diz que o conteúdo é um desserviço em tempos tão delicados. “Eu fico perplexa com a ignorância de ainda associarem um corpo gordo a doença e a desleixo. Aí você me fala ‘ Obesidade é doença’ e eu te digo ‘É!’. Mas que tipo de pessoa, então, ri de doente? Com problemas cardíacos, câncer… É isso que chamam de arte? Eu nunca fiz apologia à gordura e nunca farei. Eu sou adepta do movimento corpo livre, body positive e do bem estar e da saúde”, reclamou. “É irresponsável. Essas pessoas que escrevem piadas gordofóbicas são as mesmas que falam em empatia na internet e sobem hashtags nas redes sociais, mas escorregam em algo que pode afetar seriamente o psicológico de muita gente”, concluiu Fabiana, que pediu desculpas aos colegas do Porta dos Fundos pela crítica pública. Mesmo assim, ela disse que não poderia se calar porque eles não pensaram nela ou outras pessoas com obesidade quando produziram o vídeo gordofóbico. E ainda apelou: “Retirem o vídeo! Já causaram dor através de milhares de compartilhamentos. Mas ainda dá tempo de exercitar a empatia que vocês tanto pregam na internet. E a todos os atingidos pelo vídeo, não se esqueçam, vocês são maravilhosos. Esqueçam isso e entrem todos pela porta da frente, porque vocês são protagonistas”, finaliza. Leandro Hassum também usou seu Instagram para reclamar. Ele compartilhou uma montagem de seu corpo antes e depois de emagrecer e disse que quem é obeso merece respeito. “Esse corpo da esquerda nunca foi podre. Nem o outro. Possuo, assim como muitos brasileiros, uma doença crônica chamada obesidade e me trato. Não é fácil. Você que também sofre dessa doença merece respeito”, desabafou. Atendendo a pedidos, o vídeo saiu do portal durante a segunda-feira (8/6), mas acabou replicado em outras páginas do YouTube. Ver essa foto no Instagram Esse post é um desabafo! É muito difícil se posicionar e eu sempre acreditei que o bullying nunca me atingiu, mas com o passar do tempo, eu fui entender que isso não significa que ele não existiu por perto….E agora ele se apresenta pra mim disfarçado de ARTE. Eu defendo tantas causas, sou parceira de tanta gente, então nessa hora, no meu lugar de fala, eu não posso calar. Chega de empatia seletiva. Todos somos pessoas e merecemos RESPEITO.Desta vez não dá pra só SER, precisei falar, agir, desabafar, mas não é um ataque, é realmente um desabafo. Estou à disposição pra aprendermos juntos, mas preciso estar a serviço e como esse é meu lugar de fala, aqui estou eu. #naoagordofobia Uma publicação compartilhada por Fabiana Karla ✨ (@fabianakarlareal) em 7 de Jun, 2020 às 6:08 PDT Ver essa foto no Instagram Esse corpo da esquerda nunca foi podre. Nem o outro. Possuo ,assim como muitos Brasileiros uma doença crônica chamada Obesidade e me trato. Não é fácil. Vc que tb sofre dessa doença merece respeito. Estou sempre do lado da boa piada, até piada de gordo. Fiz muitas e ainda faço. Porém chamar um gordo de “corpo podre” nesse momento ,que se fala em igualdade e espalhar o bem é um desserviço.Poderia colocar aqui vários ##### mas não farei. Só gostaria de dizer que uma piada não pode ficar acima de um balde de lágrimas. Só se forem lágrimas de alegria. Um abraço respeitoso e carinhoso para meus colegas que reconheço o talento e qualidade mas…erraram na mão. De coração amo vcs mesmo… morro de rir. Vocês merecem todo sucesso que tem. São batalhadores ,inteligentes e atuais. Por isso me espantou um piada tão velha. ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Leandro Hassum (@leandrohassum) em 8 de Jun, 2020 às 9:04 PDT

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  • Etc

    Daniel Radcliffe briga com J.K. Rowling por comentário transfóbico

    8 de junho de 2020 /

    A escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, causou repúdio na comunidade LGBTQIA+ após comentários considerados transfóbicos no Twitter, no momento em que protestos contra a discriminação acontecem em todo o mundo. E agora o próprio Harry Potter, ou melhor, Daniel Radcliffe, intérprete do personagem no cinema, manifestou-se contra ela. As mensagens da autora foram reação a um artigo no site de desenvolvimento global Devex. Ela ficou ressentida com o título “Criando um mundo mais igualitário pós-Covid-19 para pessoas que menstruam”. “‘Pessoas que menstruam’. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude? Wumben? Wimpund? Woomud? [modificações propositais da palavra ‘woman’, que significa mulher em inglês]”, escreveu Rowling na noite de sábado (6/5). Críticos apontaram que as visões de Rowling igualavam feminilidade à menstruação – sendo que há muitos homens transsexuais que menstruam. “Mulheres transgêneros são mulheres”, escreveu Radcliffe em um ensaio publicado no site do Trevor Project, uma organização sem fins lucrativos dedicada à intervenção em crises e prevenção de suicídio para pessoas LGBTQIA+. “Qualquer declaração em contrário apaga a identidade e a dignidade das pessoas trans e vai contra todos os conselhos dados por associações profissionais de saúde que têm muito mais conhecimento sobre esse assunto do que Jo ou eu.” Ele comentou que, embora a mídia possa transformar sua afirmação numa “briga entre JK Rowling e eu”, “como alguém que foi homenageado por trabalhar com e continua contribuindo para o Projeto Trevor na última década, e, como ser humano, sinto-me compelido a dizer algo neste momento”. O ator de 30 anos citou que 78% dos jovens trans e não-binários relataram ter sido discriminados devido à sua identidade de gênero. “Está claro que precisamos fazer mais para apoiar pessoas trans e não-binárias, não invalidar suas identidades e não causar mais danos”, conclui Radcliffe. Não é a primeira vez que Rowling é acusada de transfobia. Em dezembro, ela defendeu uma mulher que foi demitida por tuitar que as pessoas não podiam alterar seu sexo biológico, posicionando-se contra uma legislação que permitiria que as pessoas trans pudessem assumir suas identidades sociais. Diante da segunda polêmica consecutiva, fãs de Harry Potter também reviveram um antigo debate sobre a representação LGBTQIA+ e de minoria étnicas nos livros da autora, lembrando que a personagem Cho Chang é a única personagem não branca na saga literária. Katie Leung, que interpretou Cho Chang nos filmes, também acabou se pronunciando sobre o assunto. Sem citar o nome da escritora, a atriz escreveu: “Então vocês querem as minhas opiniões sobre a Cho Chang? Ok, aí vai” e anexou vários links de petições e doações para projetos de ajuda a transexuais negras.

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  • Série

    Grant Gustin se manifesta após demissão de ator da série The Flash

    8 de junho de 2020 /

    Grant Gustin, estrela da série “The Flash”, manifestou-se nas redes sociais sobre a demissão de Hartley Sawyer, intérprete do Homem-Elástico na série. O intérprete de Barry Allen, o Flash, repostou o texto do showrunner Eric Wallace, que se disse de coração partido pelos tuítes racistas e machistas escritos por Sawyer, e acrescentou seus próprios comentários. Falando para seus seguidores no Instagram, Gustin revelou que “ficou chocado, triste e com raiva” quando viu os tuítes ofensivos. “Palavras importam”, acrescentou. O ator foi demitido da produção nesta segunda (8/6), após os tuítes contendo referências misóginas e racistas virem à tona. Eram postagens antigas, feitas antes de Sawyer ingressar na série, com tentativas de humor com referências à agressões sexuais e repletos de linguagem racista e homofóbica. A conta do Twitter de Sawyer chegou a ser excluída, mas capturas de tela dos textos chocantes começaram a se multiplicar após a primeira denúncia. Sua demissão ocorreu em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. Após sua demissão, Sawyer publicou um pedido de desculpas no Instagram. “Minhas palavras, independente de serem feitas com uma intenção de humor, eram dolorosas e inaceitáveis. Tenho vergonha de ter sido capaz dessas tentativas realmente horríveis de obter atenção naquele momento. Lamento profundamente. Não era um comportamento aceitável. Essas foram as palavras que joguei na época sem pensar nem reconhecer o dano que poderiam causar, e que agora causaram hoje”, escreveu. O ator se juntou a “The Flash” em 2017 como Ralph Dibny, o Homem-Elástico, e se tornou um integrante fixo do elenco em 2018. Ver essa foto no Instagram A statement from our leader and showrunner, Eric Wallace. — @ewrote — I don’t have much to add because Eric’s thoughts are stated so eloquently and powerfully. I will say I was shocked, saddened and angry when I saw the tweets. Words matter. Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 8 de Jun, 2020 às 11:56 PDT

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  • Filme

    Bryce Dallas Howard não recomenda Vidas Cruzadas como filme antirracista

    8 de junho de 2020 /

    Os protestos contra a brutalidade policial e o racismo estrutural ajudaram o drama “Vidas Cruzadas”, de 2011, a se tornar um dos filmes mais assistidos nos últimos dias na Netflix. Mas o longa – baseado em romance de Kathryn Stockett – também atraiu críticas por sua narrativa de “salvador branco”. E justamente uma de suas estrelas brancas, Bryce Dallas Howard, resolveu recomendar outros filmes para o público interessado em dramas sobre injustiça racial, que para ela são mais educativos e antirracistas que “Vidas Cruzadas”. “‘Vidas Cruzadas’ é uma história fictícia contada sob a perspectiva de uma personagem branca e foi criada por contadores de histórias predominantemente brancos”, escreveu Howard no Facebook. “Todos nós podemos ir além disso.” Howard, que interpretou um dos vilões racistas do filme, sugeriu que o público prestigiassem filmes e séries que contassem histórias de vidas negras com a perspectiva de roteiristas, cineastas e artistas negros. “As histórias são uma porta de entrada para a empatia radical e as melhores delas são catalisadoras de ações”, escreveu ela. Para aqueles que desejam aprender mais sobre o movimento dos direitos civis, linchamentos, segregação e leis racistas, Howard destacou os seguintes filmes: os documentários “A ⁣13ª Emenda” (2016), de Ava DuVernay, “Eu Não Sou Seu Negro (2016), sobre James Baldwin, “Say Her Name: The Life and Death of Sandra Bland” (2018), a série documental “Eyes on the Prize” (1987–1990), sobre os Direitos Civis, os dramas biográficos “Luta por Justiça” (2019), “Malcolm X” (1992)” e “Selma” (2014), além das minisséries “Watchmen” e “Olhos que Condenam” (When They See Us), do ano passado. “Vidas Cruzadas” rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Octavia Spencer, que interpretava uma criada negra de família branca durante a era dos Direitos Civis. Outra intérprete de empregada no filme, Viola Davis, depois expressou seu arrependimento por estrelar a produção. “No fim das contas, senti que não eram as vozes das criadas que eram ouvidas”, disse Davis em entrevista de 2018. “Conheço Aibileen. Eu conheço Minny. Eles são minha avó. Eles são minha mãe. E sei que, se você faz um filme com toda essa premissa, quero saber como é trabalhar para pessoas brancas e criar crianças em 1963, quero ouvir como você realmente se sente sobre isso. Eu nunca ouvi isso no decorrer do filme”, ela declarou. Até Ava DuVernay, que, antes de virar cineasta, era assessora de imprensa, também manifestou arrependimento por ter relação com o longa. Promover “Vidas Cruzadas” foi o que a fez desistir de seu trabalho e a “empurrou” para começar a fazer seus próprios filmes.

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  • Etc

    MTV Movie & TV Awards de 2020 é adiado por tempo indeterminado

    8 de junho de 2020 /

    A MTV decidiu adiar a edição deste ano do MTV Movie & TV Awards por tempo indeterminado, devido à pandemia de coronavírus. A emissora também descartou realizar o evento de forma virtual, preferindo esperar para reunir artistas e público diante de suas câmeras. Embora a MTV não tenha revelado uma data ou plano relativo ao Movie & TV Awards, o evento do ano passado foi gravado em Los Angeles em 15 de junho e transmitido em 17 de junho no canal. Durante a maior parte de sua existência, a premiação de filmes era conhecida como MTV Movie Awards e aproveitava o início da primavera nas bilheterias do verão. Em 2017, o nome foi alterado para MTV Movie & TV Awards e passou a incluir categorias de séries. Em 2018, a MTV mudou o programa para junho, a fim de capitalizar a temporada de campanhas do Emmy e os primeiros blockbusters do verão norte-americano. No ano passado, as indicações foram anunciadas em 14 de maio e os vencedores incluíram “Vingadores: Ultimato” como Melhor Filme e “Game of Thrones” como Melhor Série.

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  • Etc,  Filme

    Criador de Percy Jackson detona adaptações da Fox

    8 de junho de 2020 /

    Apesar de ter cedido os direitos de “Percy Jackson” para uma série da Disney+ (Disney Plus), o autor Rick Riordan revelou odiar as adaptações cinematográficas de seus romances populares, feitas pela Fox, escrevendo que eles são como o “trabalho de uma vida passando por um moedor de carne”. Riordan fez o comentário para fãs que também compartilharam sua insatisfação com os filmes de “Percy Jackson” no Twitter. “Eu não sei, mas claramente é um erro”, escreveu Riordan depois que um fã apontou que uma cena foi alterada em relação ao filme original ao ser transmitido pela Disney+ (Disney Plus). “Eles deveriam censurar a coisa toda. Apenas duas horas de tela em branco. Outro fã reagiu ao tuíte de Riordan, escrevendo: “É refrescante que o tio Rick odeie os filmes de PJo ainda mais do que nós”. Foi quando Riordan acrescentou que os filmes são apenas “algumas horas de entretenimento” para o público, mas para ele, “é o trabalho da minha vida passando por um moedor de carne, quando implorei para que não fizessem isso”. Ao longo da conversa, Riordan admitiu que nunca viu os filmes, mas não culpa os atores por eventuais problemas. “Ainda não vi os filmes e não pretendo fazê-lo”, ele tuítou. “Eu os julgo por ter lido os roteiros, porque me preocupo mais com a história. Eu certamente não tenho nada contra os atores muito talentosos. Não é culpa deles. Lamento que tenham sido arrastados para essa bagunça”, comentou. As estrelas do filme original ainda não comentaram os tuítes de Riordan, mas Logan Lerman, que interpretou Percy Jackson no cinema, demonstrou recentemente apoiar a adaptação dos livros de Riordan numa série, após o anúncio da produção para a plataforma de streaming da Disney. Mas seu comentário também pode ser interpretado como uma crítica aos filmes. “Animado para ver isso! Espero que a adaptação consiga ser aquilo os livros merecem”, ele escreveu. A data de estréia da série ainda não foi anunciada. I don't know, but clearly it's a mistake. They should censor the entire thing. Just two hours of blank screen. https://t.co/nPq9TPg9Sd — Rick Riordan (@rickriordan) June 8, 2020 Well, to you guys, it's a couple hours entertainment. To me, it's my life's work going through a meat grinder when I pleaded with them not to do it. So yeah. But it's fine. All fine. We're gonna fix it soon . . . 😀 https://t.co/YFuk55kGJU — Rick Riordan (@rickriordan) June 8, 2020 Finally, I still have not seen the movies, and don't plan on ever doing so. I judge them from having read the scripts, because I care most about the story. I certainly have nothing against the very talented actors. Not their fault. I'm just sorry they got dragged into that mess. — Rick Riordan (@rickriordan) June 8, 2020

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  • Série

    The Outpost: Produção da 3ª temporada é retomada na Sérvia

    8 de junho de 2020 /

    As produtoras Electric Entertainment e Arrowstorm Entertainment revelaram nesta segunda-feira (8/6) que já estão de volta à Sérvia para retomar as gravações da 3ª temporada de “The Outpost”, série de fantasia e aventura exibida nos EUA pela rede The CW. A produção foi interrompida no início do surto de coronavírus em meados de março, mas, com a reabertura gradual do comércio na Europa, já recebeu autorização para retornar aos sets. O anúncio foi feito em conjunto por Dean Devlin, CEO da Electric Entertainment, e Jason Faller e Kynan Griffin, da Arrowstorm Entertainment. Eles vão trabalhar nas gravações com a Balkanic Media, uma empresa de produção com sede em Belgrado, que possui um extenso plano de produção pós-bloqueio, contendo diretrizes completas e abrangentes sobre como manter a segurança e a higiene no local das gravações. Todos os membros da equipe estão passando por treinamento para garantir que as medidas de segurança sejam seguidas. “Estamos empolgados em ser uma das primeiras produções a retomar o trabalho após a pausa na indústria de TV e cinema”, disse Devlin. “A Balkanic Media se empenhou para garantir a segurança de todos no set, e estamos felizes por a 3ª temporada de The Outpost ser concluída e ficar pronta para estrear no outono [norte-americano] de 2020.” Entre as medidas tomadas, estão exames diários do elenco, conduzidos na chegada ao estúdio, e a produção de arquivos médicos para cada membro da produção, com o registro de todos os exames. A série de fantasia conquistou um público fiel na CW, tanto que manteve praticamente os mesmos índices de audiência em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco conhecidos, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), Jake Stormoen (da franquia “Mythica”), Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo. Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção. Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada, justamente ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma civilização medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. Geralmente exibida no verão (entre maio e julho) nos Estados Unidos, a 3ª temporada vai estrear excepcionalmente na temporada nobre de outono, devido à pandemia de coronavírus. A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.

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