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    Regina Duarte defende sua gestão na Cultura com ataques à esquerda

    22 de maio de 2020 /

    Regina Duarte já tenta fazer controle de danos de sua breve passagem pela Secretaria Especial da Cultura do desgoverno atual. Em artigo publicado nesta sexta-feira (22/5) no jornal O Estado de S. Paulo, ela se defendeu das críticas “à esquerda e à direita” que recebeu enquanto foi a secretária cultural de Bolsonaro, mas principalmente “à esquerda”. Dizendo-se consciente de que sua passagem pela Secretaria seria alvo de críticas, ela afirma que assumiu a missão com a convicção de que teria de “enfrentar interesses entrincheirados em ideologias cujo anacronismo não parece suficiente para sepultá-las”, mas mesmo assim lamenta “a ação coordenada de apedrejar uma pessoa que, há mais de meio século, vem se dedicando às artes e à dramaturgia brasileira”. No artigo, Regina diz ter sido “formuladora de diretrizes” na política cultural de Bolsonaro, sem detalhar suas realizações nos 77 dias em que esteve à frente da pasta. E sem trabalho para mostrar, o texto se revela apenas um roteiro para papel de vítima. Não da direita, que promoveu hashtag #ForaRegina, mas de colegas “de esquerda”. Os colegas que ficaram horrorizados com sua falta de sensibilidade às vítimas reais, da covid-19, e sua defesa da ditadura, com direito à marchinha patriótica, durante a entrevista fatídica para a CNN Brasil, em que tentou agradar terraplanistas para permanecer no cargo. “Amo meu país, sim, e tenho deixado isso sempre bem claro, a ponto de, numa recente entrevista à TV, ter cantado a conhecida marchinha dos anos 70, que fala de ‘todos ligados na mesma emoção’. Nada a ver com defesa da ditadura, como quiseram alguns, mas com o sonho de brasilidade e união que venho defendendo ao longo de toda a minha vida”, justificou a atriz. “E me desculpo se, na mesma ocasião, passei a impressão de que teria endossado a tortura, algo inominável e que jamais teria minha anuência, como sabem os que conhecem minha história. Dito isso, não será o veneno destilado nas redes sociais que me fará silenciar nem renegar amor à minha pátria”. Ela chega a lembrar da novela “Roque Santero”, de Dias Gomes, e seu famoso papel como a Viúva Porcina para dizer que enfrentou a censura nos primórdios da redemocratização – o que é meia-verdade. “Nos anos 80, na pele da Viúva Porcina e integrante do elenco da novela ‘Roque Santeiro’, enfrentei a censura nos primórdios da redemocratização. Fui aplaudida”, falou. “Duas décadas mais tarde, não me abstive de alertar a sociedade sobre a ameaça que representaria para o País um governo de matiz notoriamente socialista. Fui vaiada”. Na verdade-inteira, “Roque Santero” foi completamente censurada pela ditadura e proibida de ser produzida, mas em sua primeira versão, em 1975. Na ocasião, Betty Faria interpretaria a viúva “que foi sem nunca ter sido”. Regina até participou de movimento de repúdio à produção da obra, mas quando a novela foi liberada uma década depois, permitindo que ela vivesse Porcina, o Brasil já tinha um civil na presidência, José Sarney, e a infame Dona Solange, a burocrata que encarnou a censura no Brasil, já estava com a tesoura confiscada, de forma que Regina não enfrentou censura nenhuma para viver esse papel. Ao mesmo tempo, ela chama de “ameaça” “de matiz notoriamente socialista” um governo que, ao ser eleito, jamais ameaçou a democracia ou promoveu atos contra os poderes legislativo e judiciário, em defesa de um novo AI-5, como a administração da qual ela fez parte. Regina não enxerga essas diferenças. Pior: ela diz que chamar atenção para essas diferenças é ruim e sintomático de uma “infodemia” de esquerda. A citação a uma pandemia não vem com a lembrança, tão cobrada pelos artistas, às vítimas da covid-19, mas a uma “pandemia de informações tendenciosas em que conta o viés de quem as veicula e não o factual isento, não a verdade”. Trata-se, por óbvio, de uma visão ideológica do que é “verdade” – para bolsonaristas, ideológica é a “esquerda” e a verdade é “de direita”. Por fim, Regina Duarte acrescenta que o país precisa “de uma política cultural que transcenda ideologias”. Ou seja, que transcenda a esquerda. E finaliza: “Num país que tivesse nas comunicações uma elite pensante que não optasse pelo ‘quanto pior, melhor’, esse era o trabalho que deveria estar sob os holofotes da opinião pública – nunca a minha pessoa”. Vale lembrar, já que Regina esqueceu, que a elite que está nas comunicações lhe pagou salário por cinco décadas, e foi lembrada por ela, em seu próprio texto, via citação de novela, como produtora de arte que merecia ser defendida de um governo autoritário, na época em que estavam “todos ligados na mesma emoção”.

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  • Filme

    Cachorro de O Artista é eleito melhor astro canino da história do Festival de Cannes

    22 de maio de 2020 /

    O famoso cachorrinho Uggie, que faleceu em 2015, ganhou uma homenagem póstuma do Festival de Cannes nesta sexta-feira (22/5). O cãozinho da raça Jack Russell, vencedor do troféu de Melhor Ator Canino do festival em 2011, ao roubar as cenas de seus colegas humanos no filme vencedor do Oscar “O Artista”, foi celebrado com o troféu “Palma Canina das Palmas Caninas”, como o melhor vencedor canino dos 20 anos de história desta premiação. “Uggie ficaria muito orgulhoso disso”, disse seu treinador Omar von Muller, ao receber o troféu, em forma de coleira, em sua casa em Los Angeles. Falecido em 2015, aos 13 anos, Uggie ficou mundialmente conhecido pelo papel de companheiro do ator francês Jean Dujardin no filme em preto e branco, sobre a transição do cinema mudo para o falado em Hollywood. Mas ele fez muitos outros filmes, como “Roqueiros” (2005), “Sr. Cupido” (2006), “Água para Elefantes” (2011) e “Os Candidatos” (2012), além de ter aparecido num episódio da série “Key and Peele” (em 2012) pouco antes de se aposentar, para, segundo seu treinador, viver seus últimos anos brincando e descansando. Uggie se tornou o primeiro cachorro a deixar as marcas de suas patinhas ao lado das impressões de astros como Marilyn Monroe e Clark Gable em frente ao Grauman’s Chinese Theater de Hollywood, além de participar das cerimônias do Globo de Ouro e do Oscar. Ele também “escreveu” um livro sobre sua vida.

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  • Série

    Little Fires Everywhere: Amazon estreia minissérie com Reese Witherspoon e Kerry Washington

    22 de maio de 2020 /

    A plataforma da Amazon estreia nesta sexta (22/5) a minissérie “Little Fires Everywhere”, estrelada por Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Kerry Washington (“Scandal”). Lançada em março nos EUA, a trama adapta o livro homônimo de Celeste Ng, lançado no Brasil sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”. A história acompanha duas famílias distintas que se aproximam numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. Uma delas é liderada por Elena (Witherspoon) e Bill Richardson (Joshua Jackson, de “The Affair”), casal da classe alta, com “problemas de classe alta”, que aluga uma casa para uma artista misteriosa, Mia Warren (Washington), que vive de forma itinerante com sua filha, Pearl (Lexi Underwood, de “Reunião de Família”), e cuja a história é revelada ao longo dos oito episódios. O detalhe é que este relacionamento gera um futuro incêndio, que destrói completamente a mansão da personagem de Witherspoon, em uma cena mostrada nos primeiros segundos da atração. Segundo a sinopse, as duas “viram suas vidas do avesso”. “A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre”. Quem assina os roteiros é a showrunner Liz Tigelaar (criadora da série “Life Unexpected”) e o elenco também inclui Lexi Underwood (“Reunião de Família”), Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”), Jordan Elsass (“Macabre”), Gavin Lewis (“O Príncipe de Peoria”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Lu Huang (“Pássaro do Subúrbio”). “Little Fires Everywhere” é uma realização da Hello Sunshine, produtora de Witherspoon, que também fez “Big Little Lies” no canal pago HBO e emplacou “The Morning Show” e mais duas séries, ainda inéditas, na Apple TV+. Veja abaixo o trailer legendado para o lançamento no streaming da Amazon Prime Video.

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  • Filme

    Filmagens de Avatar 2 serão retomadas na semana que vem

    22 de maio de 2020 /

    O produtor Jon Landau anunciou que as filmagens de “Avatar 2” já vão ser retomadas, com toda a equipe pronta para retomar seus trabalhos. Ele postou a notícia em seu Instagram, acompanhada por uma foto do set, que mostra dois barcos criados para a produção, batizados de Matador e Picador. Nomes delicados. A sequência de uma das maiores bilheterias de todos os tempos teve suas filmagens paralisadas no meio de março, como prevenção contra a pandemia de coronavírus, e elas serão retomadas na próxima semana, na Nova Zelândia. “Nossos sets de ‘Avatar’ estão prontos – e não poderíamos estar mais animados de voltar à Nova Zelândia na semana que vem”, escreveu Landau. A Nova Zelândia foi um dos poucos países a decretar lockdown logo no começo da pandemia. Fechou tudo e, após a população ficar trancada em casa por dois meses, sua curva de contaminação entrou em queda vertiginosa, permitindo um relaxamento da quarentena. O diretor James Cameron já estava trabalhando no filme desde o ano passado, mas as filmagens são complexas, pois envolvem dois longas, “Avatar 2” e “Avatar 3”, que estão sendo rodados simultaneamente, visando terminar o primeiro para lançamento em dezembro de 2021 e o outro no final de 2023. Ver essa foto no Instagram Our #Avatar sets are ready — and we couldn’t be more excited to be headed back to New Zealand next week. Check out the Matador, a high speed forward command vessel (bottom) and the Picador jetboat (top) — can’t wait to share more. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 21 de Mai, 2020 às 2:47 PDT

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  • Música

    Atriz de Elite lança clipe com Luísa Sonza, Paula Fernandes e o elenco da série

    22 de maio de 2020 /

    Conhecida por seu papel na série “Elite”, a mexicana Danna Paola também é uma cantora de sucesso, que começou a carreira quando ainda era criança. Nesta semana, a intérprete de Lucrécia lançou o clipe de seu novo single, “Contigo”, que em 48 horas atingiu 3 milhões de visualizações. O vídeo conta com colegas de elenco de “Elite”, os espanhóis Ester Expósito (Carla), Georgina Amorós (Cayetana) e o novato Sergio Momo (Yeray), além de trazer participações das brasileiras Luísa Sonza e Paula Fernandes, do colombiano Sebastian Yatra, da banda pop britânica New Hope Club e muitos outros que aparecem entre a profusão de rostos de videoconferência na tela. Confira e tente identificar todo mundo abaixo.

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  • Filme

    Tenet: Thriller misterioso de Christopher Nolan ganha novo trailer legendado

    22 de maio de 2020 /

    A Warner divulgou o segundo trailer legendado de “Tenet”, o novo e misterioso thriller de Christopher Nolan (“Interestelar”). A prévia mostra uma organização capaz de inverter o fluxo do tempo e que usa esse poder para salvar pessoas de perigos eminentes e “tentar impedir a 3ª Guerra Mundial”. Não há maiores explicações, mas é possível ver balas que disparam na direção contrária de tiros e carros capotando de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem”. O elenco inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Mas como a pandemia de coronavírus mantém os cinemas fechados, o trailer troca a data definitiva por em “breve”, ao mesmo tempo que ressalta que a estreia será “somente nos cinemas”. Ou seja, o estúdio vai esperar o quanto for necessário para a exibição em tela grande – IMAX, incluso.

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  • Série

    ABC renova sete séries veteranas, incluindo os dramas A Million Little Things e The Rookie

    21 de maio de 2020 /

    A rede ABC apostou na consolidação de sua programação ao anunciar a renovação de sete séries veteranas: as comédias “The Goldbergs” (8ª temporada), “Black-ish” (7ª temporada), “American Housewife” (5ª temporada), “The Conners” (3ª temporada) e “Mixed-ish” (2ª temporada), além dos dramas “A Million Little Things” e “The Rookie” (ambos vão pra 3ª temporada). “Em um momento em que estamos fisicamente separados e as experiências compartilhadas importam mais do que nunca, esses programas são base da estratégia que nos colocou em 1º lugar nesta temporada – aproximando pessoas, criando momentos culturais e criando conteúdo que diverte e inspira gerações”, afirmou a presidente da rede, Karey Burke, em comunicado. “Nossa principal prioridade agora é trabalhar com nossos parceiros de estúdio para garantir um retorno seguro às produções, para que possamos aproveitar o forte momento de uma programação vencedora”, acrescentou. As renovações desta quinta (21/5) juntam-se a anúncios anteriores, que reforçam a continuidade das atrações consagradas no canal, como os dramas “Grey’s Anatomy” e seu spin-off “Station 19”, sem esquecer do novo sucesso “The Good Doctor”. Em compensação, três séries tradicionais da emissora foram encerradas: “Modern Family”, “How to Get Away with Murder” e “Fresh off the Boat”, que serão substituídas por novos projetos em 2021.

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  • Série

    Stumptown é renovada para 2ª temporada

    21 de maio de 2020 /

    A rede ABC anunciou a renovação de “Stumptown” para sua 2ª temporada. A série estrelada por Cobie Smulders (intérprete da agente da SHIELD Maria Hill nos filmes da Marvel) foi um dos melhores lançamentos da TV aberta americana na temporada recém-finalizada, mas não tinha um grande público, vista por 2,6 milhões em sua season finale. Em compensação, a avaliação do Rotten Tomatoes atingiu 92% de aprovação, com base no piloto. Baseada na história em quadrinhos homônima de Greg Rucka (“Terror na Antártida”), desenhada por Matthew Southworth, a trama acompanha Dex Parios (Smulders), uma ex-militar do exército dos EUA que trabalha como detetive particular em Portland. Inteligente, durona e assertiva, ela enfrenta a má vontade da polícia local, sua própria inexperiência como investigadora, a falta de dinheiro e decisões erradas em sexo e apostas, enquanto resolve seus casos. O elenco também inclui Michael Ealy (“Secrets and Lies”), Jake Johnson (“New Girl”), Camryn Manheim (“Ghost Whisperer”), Tantoo Cardinal (“Frontier”) e Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”). Adaptada por Jason Richman (criador de “Detroit 1-8-7”), a série ainda conta com o cineasta Ruben Fleischer (“Venom”) entre seus produtores.

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  • Série

    ABC cancela Emergence, Bless This Mess, Schooled e Single Parents

    21 de maio de 2020 /

    A rede ABC cancelou a sci-fi “Emergence” e mais três comédias, “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents”. “Emergence” era a única estreante, e seu desempenho deixava tanto a desejar que os produtores conceberam o final da temporada inaugural como possível fim da série. Exibido em janeiro, o último capítulo foi visto por apenas 1,8 milhão de espectadores ao vivo. Em contraste com os 94% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, a série era fraquíssima – a forma como o site avalia séries é totalmente equivocada, baseada apenas na exibição do piloto. Criada por Tara Butters e Michele Fazekas, dupla responsável por “Reaper” e “Kevin (Probably) Saves the World”, “Emergence” era um “Exterminador do Futuro” com robô-criança. Na trama, a xerife Jo (interpretada por Allison Tolman, de “Fargo”) encontrava uma menina sem memórias no local de um acidente misterioso e acabava levando-a para sua casa, sem saber que ela era uma inteligência artificial com corpo de criança, cuja evolução poderia causar o fim do mundo. Uma das reviravoltas incluía a ameaça de outros robôs de aparência humana, que viajam para eliminar Sarah Conn… Jo e pegar sua “filha” (Alexa Swinton, da série “Billions”) para acabar com a humanidade. “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents” estavam todas em suas segundas temporadas. O destaque era “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990, que saiu do ar diante de 3,2 milhões de espectadores na quarta passada (13/5). No mesmo dia, “Single Parents” se despediu com uma audiência de 2,5 milhões. Já “Bless This Mess” tinha mais público que todas as demais, atingindo 3,8 milhões de espectadores em seu final – mais pessoas, inclusive, que “Prodigal Son”, que a Fox renovou. O apelo estava no carisma dos intérpretes principais, Lake Bell (“Childrens Hospital”) e Dax Shepard (“The Ranch”). A atriz também era uma das criadoras da série, sobre um casal que se mudava da cidade grande para o campo.

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    Prodigal Son é renovada para 2ª temporada

    21 de maio de 2020 /

    A rede Fox anunciou a renovação de “Prodigal Son” para sua 2ª temporada, que assim se tornou a última série a definir seu destino na programação da emissora. A série teve um desempenho mediano, com 3,3 milhões de espectadores ao vivo e 54% de aprovação da crítica, na medição do site Rotten Tomatoes. Mas, no final, a decisão de renovar a série dependeu mais da disponibilidade de Michael Sheen (“Masters of Sex”), que tinha contrato apenas para uma temporada. Com nova assinatura do ator, a atração voltará ao ar em 2021. Produzida por Greg Berlanti, o produtor com mais séries no ar atualmente e em todos os tempos, “Prodigal Son” é uma espécie de “Hannibal”/”O Silêncio dos Inocentes” em versão família. A produção traz Tom Payne (o Jesus de “The Walking Dead”) como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers, graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai (Michael Sheen) era um psicopata famoso, o serial killer conhecido como Cirurgião, que agora lhe dá dicas sobre como psicopatas pensam, em encontros na prisão. “Desde o momento em que o ‘Prodigal Son’ estreou, os fãs ficaram cativados pelas surpreendentes performances de Tom Payne e Michael Sheen, que enfrentam um dos relacionamentos familiares mais únicos da televisão”, disse o presidente da Fox Entertainment, Michael Thorn, no comunicado sobre a renovação. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception”, a série também aborda os demais integrantes da família do protagonista, como uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). O elenco ainda inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”).

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  • Série

    Outmatched é cancelada no final da 1ª temporada

    21 de maio de 2020 /

    A rede americana Fox cancelou “Outmatched”, série de comédia estrelada por Jason Biggs (“American Pie”) e Maggie Lawson (“Psych”), após o final da 1ª temporada. Desenvolvida por Lon Zimmet (“LA to Vegas”), “Outmatched” foi a única comédia lançada pela Fox na temporada recém-encerrada, e não conseguiu agradar nem público e crítica, com um média de 2,3 milhões de espectadores ao vivo e somente 22% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção era uma sitcom tradicional, com auditório e claque, sobre um casal de classe baixa de Atlantic City (Jason e Maggie) que tenta sobreviver com pouco dinheiro e criar quatro filhos. O detalhe é que todas as crianças são mini-gênios, que os pais mal conseguem entender. As crianças eram interpretadas por Connor Kalopsis (“The Grinder”), Ashley Boettcher (“Dia Amarelo”), Jack Stanton (“The Mick”) e Oakley Bull (“Querido Menino”).

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  • Filme

    Bolsonaro nomeou Regina Duarte para cargo que não existe

    21 de maio de 2020 /

    Pegadinha do Mallandro? O cargo para o qual Jair Bolsonaro nomeou a ex-atriz e ex-secretária da Cultura Regina Duarte não existe. O presidente da República disse que ela iria presidir a Cinemateca Brasileira, responsável pela preservação e difusão do patrimônio audiovisual brasileiro. Mas a Cinemateca deixou de ser administrada diretamente pelo governo federal há quatro anos, quando teve sua gestão transferida para uma organização social, a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto). Desde então, o governo faz um repasse anual à Roquette Pinto para gerir o espaço. No ano passado, a previsão era de entrada de R$ 13 milhões, mas só R$ 7 milhões foram transferidos até dezembro. Neste ano, nada. A falta de recursos é um espelho do desgoverno na área da Cultura, administrada de forma deliberadamente incompetente, com demissões em série e cancelamentos de contratos, que visam manter a Secretaria Especial da Cultura desestruturada e paralisada. No Congresso, parlamentares já relataram dificuldades para transferir recursos de emendas para a Cinemateca por impedimento por parte do governo federal em empenhá-las. Enquanto isso, os arquivos da Cinemateca já sofreram com incêndio e inundação nos últimos meses. Muito material precioso já foi perdido. Para piorar, Bolsonaro odeia “ongistas”, a quem já culpou por incendiar a Amazônia e jogar petróleo no litoral brasileiro, sem provas ou razão. Administrada por uma ONG autônoma, a Cinemateca não está ao alcance da caneta nomeadora do presidente. No máximo, Regina poderia participar da coordenação-geral, um cargo de confiança, como representante da Secretaria do Audiovisual para supervisionar as ações do equipamento. Mas até a Secretaria do Audiovisual está desestruturada. Como se não bastasse, a Acerp está em briga declarada com o governo, após o ministro da Educação romper contrato com a associação, que era responsável pelos programas da TV Escola. Uma solução seria o governo “estatizar” a administração da Cinemateca, para desagradar seu desestatizante ministro da Economia. Só após promover o retorno da Cinemateca à administração federal é que o governo poderia alocar sua diretoria. O mais provável, porém, é Bolsonaro fazer o que tem feito com relação a todas as decisões urgentes que precisa tomar na pasta da Cultura: nada. Simplesmente deixar o tempo passar. Responsável por costurar a saída de Regina Duarte da Secretaria Especial da Cultura, a deputada Carla Zambelli, principal bolsonarista da Câmara, confessou na quarta (20/1) para a imprensa que a formalização da ida da atriz para a Cinemateca de São Paulo “ainda está pendente”. E, como se pode apostar, assim ficará por muito tempo. Segundo a própria deputada, a nomeação depende de questões burocráticas que não têm prazo para serem resolvidas. Um detalhe que veio à tona em meio a essa indefinição foi uma indefinição ainda maior na pasta da Cultura. Aparentemente, Regina Duarte foi saída sem realmente sair, deixando um vácuo em seu lugar, que não será preenchido enquanto o governo protelar a questão da Cinemateca. “A secretária [Regina] não saiu ainda [do cargo]. Ela vai fazer a transição”, disse Zambelli no Palácio do Planalto, apontando que ela continua como secretária da Cultura, sem ser mais a secretária de Cultura. Os detalhes do que seriam essa transição não foram esclarecidos nem pela parlamentar, nem pelo Planalto e nem pela atriz. Se não existisse de verdade, o governo Bolsonaro seria um pesadelo digno de Kafka – que não é comida árabe, ao contrário do que acredita o ministro da Educação.

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    Jackpot: Showrunner do Arrowverso vai escrever filme de heroína do Aranhaverso

    21 de maio de 2020 /

    A Sony contratou o showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, para escrever um filme do Aranhaverso. Ele foi encarregado de adaptar a heroína Jackpot para o universo cinematográfico baseado nos quadrinhos do Homem-Aranha. A escolha não foi aleatória. Guggenheim já escreveu uma minissérie da personagem nos quadrinhos. Criada em 2007 pelo roteirista Dan Slott com arte de Phil Jimenez, a personagem é o alter ego de Sara Ehret, uma cientista que ganhou superforça e resistência após ser exposta a um vírus que reescreveu seu DNA. Mãe de um bebê, ela reluta em se dedicar à vida de combatente do crime e, após alguns meses de atividade, permite que outra mulher assuma seu uniforme. Mas Alana Jobson não tinha seus poderes e essa história termina de forma trágica. Não há detalhes sobre a trama cinematográfica. Especialista em quadrinhos, Marc Guggenheim também foi um dos responsáveis pelo roteiro de “Lanterna Verde” e está desenvolvendo outra adaptação do gênero para a Sony, baseada no cultuado mangá “GantZ”. Além de Jackpot, a Sony Pictures trabalha em muitos outros projetos do universo do Homem-Aranha, como a sequência de “Venom”, o vindouro “Morbius”. Nesta semana, o estúdio anunciou a contração da diretora S.J. Clarkson (“Jessica Jones”) para comandar um filme estrelado por uma heroína do Aranhaverso. Pode ser a própria produção de “Jackpot”, mas Madame Teia, Teia de Seda (Silk) e Mulher-Aranha também estão entre as personagens visadas pela Sony para o lançamento de longas individuais.

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