Elite: Trailer legendado da 3ª temporada revela morte de personagem
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada da série espanhola “Elite”, que apresenta a morte de um dos personagens e uma nova investigação. “Elite” estreou em 2018, criada por Carlos Montero e Darío Madrona, que anteriormente conceberam juntos a série “Vive Cantando” para a TV espanhola. A trama passa em Las Encinas, uma escola exclusiva da Espanha frequentada pelos filhos da elite. Quando alunos menos favorecidos vão parar lá, após sua escola original sofrer uma catástrofe, o choque entre os privilegiados e aqueles que não têm nada mexe com os ânimos do colégio, culminando em tragédia. O elenco destaca três integrantes de “La Casa de Papel”, Miguel Herrán (Rio), María Pedraza (Alison/Cordeirinho) e Jaime Lorente (Denver), que contracenam na nova produção com Itzan Escamilla (“As Telefonistas”), Miguel Bernardeau (“Ola de Crímenes”), Arón Piper (“15 Anos e um Dia”), Ester Expósito (“Estoy Vivo”), Mina El Hammani (“El Príncipe – Amor e Corrupção”), Álvaro Rico (“Velvet Collection”), o estreante Omar Ayuso e Danna Paola (“Dare to Dream”), atriz e cantora muito popular no México, além das novidades da 2ª temporada, Georgina Amorós (“Velvet”), Jorge López (“Sou Luna”) e Claudia Salas (“La Peste”). Os próximos capítulos ainda terão o reforço de dois novos alunos que irão frequentar o colégio de Las Encinas, vividos por Leiti Sene (“Benvinguts a la Família”) e Sergio Momo (“Zona Hostil”). Os dois novos personagens serão os primeiros estudantes negros do Las Encinas. A série volta à plataforma de streaming no dia 13 de março.
Artemis Fowl: “Harry Potter” da Disney ganha novo trailer legendado
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, fantasia baseada nos livros de Eoin Colfer, que tem muito em comum com “Harry Potter”. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a ação envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, assim como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresenta a “origem” da saga, mas a prévia atenua várias características do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Ele é o único herdeiro da família Fowl, tem o maior Q.I. da Europa, uma frieza perceptível e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. No livro, ele enfrenta sérios problemas quando sequestra uma fada, com o objetivo de usar sua mágica para salvar sua família. Entretanto, o trailer sugere que ele é um herói que herda do pai a missão de salvar o mundo de criaturas mágicas, e sua ação é motivada pelo nobre motivo de libertar o pai, sequestrado por um inimigo misterioso. O elenco inclui Colin Farrell (“Dumbo”) como o pai Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Judi Dench (“007: Operação Skyfall”), Lara McDonnell (“Simplesmente Acontece”) e o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolve um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para uma empresa árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood. A Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme finalmente deve estrear em maio no Brasil e nos Estados Unidos. Atualização: os planos mudaram.
Playlist indie: Veja 600 clipes de dreampop rock folk rap punk twee eletrônico underground moderno
O pulso subterrâneo do YouTube bate com vários ritmos nesta nova seleção da safra indie moderna, num giro por 600 vídeos de diferentes países, sotaques, sons, estilos, ao longo de um dia inteiro de música – são 24 horas de duração. Trata-se de uma rodada completa entre gêneros musicais distintos, que abre e fecha com dreampop, da dupla austríaca HVOB (Her Voice Over Boys) e do projeto australiano prettything (da cantora Bella Venutti). Já a foto acima ilustra um destaque do miolo: o trio pós-punk multinacional Deep Tan, formado pela sobrinha de Osama Bin Laden, a herdeira da cervejaria Guinness e uma modelo francesa. Estes são apenas três nomes da música alternativa, underground, independente e vital da lista abaixo, selecionada entre junho e setembro passados e organizada em playlists durante muitas madrugadas – pós-trabalho diário – para render o fluxo de discotecagem contínua que só precisa de um play – e de um bloqueador de anúncios do YouTube – para fluir sem sobressaltos. Uma fluência várias vezes comprometida por vídeos que somem da noite para o dia, ao virar “privados” e fazer o trabalho de semanas precisar ser refeito, mudando sequências inteiras de “discotecagem”. Mesmo ao final, com tudo pronto, três clipes foram nada gentilmente para a malvada escuridão. Vencido pelo cansaço, o último a cair no bueiro de “It”, um folk do britânico David Ellis (ex-Razorlight), foi simplesmente trocado pela própria música para manter a sequência original. Diferente das playlists anteriores, a nova coleção também vem sem “compêndio” (relacionando os artistas a seus respectivos países) para não encher a página com 600 nomes. Mas o Google continua funcionando para quem quiser se aprofundar nas possíveis descobertas apresentadas abaixo, que o YouTube prontamente identifica. São centenas de artistas novos, alguns não tão novos e até um punhado de veteranos alternativos. Boa viagem.
O Homem Invisível transforma masculinidade tóxica em terror
A Universal Pictures já foi a principal referência do cinema de horror em Hollywood, lar do primeiro “Drácula”, depois “Frankenstein”, “A Múmia”, “O Homem Invisível”, “O Lobisomem” e “O Monstro da Lagoa Negra”, que renderam variadas continuações e derivados. Foi um sucesso estrondoso que durou mais de duas décadas, entre os anos 1930 e 1950. E que nunca mais se repetiu. Tanto que as tentativas de retomar essa era de ouro resultou numa sucessão de fracassos – tendência comprovada, recentemente, entre as refilmagens de “O Lobisomem” de 2010 e “A Múmia” de 2017. “O Homem Invisível”, inspirado na obra centenária do escritor W.G. Wells, jamais foi um personagem tão marcante quanto os demais. Mas o australiano Leigh Whannell, apesar de ter dirigido apenas dois longas, já tinha originado duas franquias de terror bem-sucedidas, “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”. E ao reinventar completamente a premissa do personagem, deu à luz o primeiro remake/reboot digno do legado clássico da Universal. Seu grande acerto foi proporcionar uma mudança completa de ponto de vista. Sua história passa a acompanhar a esposa do cientista-monstro, uma mulher que foge de um casamento abusivo, escapando literalmente de sua prisão, uma moderna e sofisticada casa de vidro em uma primeira sequência cheia de tensão. Vivida pela excelente Elisabeth Moss (de “Handmaid’s Tale”), Cecilia Kass consegue unir a fragilidade e a fortaleza em um único personagem, uma mulher tão profundamente traumatizada pelo marido que duvida até que ele esteja morto, quando essa notícia lhe é apresentada. Mas a verdade é que ele deu um jeito de forjar a própria morte e se tornou invisível para atormentá-la. Obviamente ninguém acredita nessa história e ela é tida como louca. O próprio filme explora a possibilidade de que tudo não passa de loucura da personagem. O interessante é que jamais vemos os maus tratos sofridos por Cecilia durante o casamento. Ele é expresso apenas pelo medo intenso que ela sente do marido sádico. Tampouco vemos o terror que a apavora nos momentos mais intensos da produção. Um dos feitos mais fantásticos do filme é sua capacidade de transmitir um clima de medo e tensão constantes, com a simples sugestão de que há uma ameaça invisível à solta em qualquer parte da tela. Whannell explora os cenários e enfatiza os espaços amplos da residência, enquadrando a protagonista sempre nos cantos das cenas, enquanto os móveis e as paredes ocupam os dois terços restantes da imagem. Quem tiver a oportunidade de ver o filme em uma sala IMAX, deve aproveitar essa chance para absorver o impacto cinematográfico dessa opção. A elegância dos planos, quase sem close-ups, é um dos destaques da encenação, assim como o uso magnífico do som e da trilha musical, que amplificam o horror da situação sofrida pela desacreditada personagem. Vale destacar o nome do compositor: o inglês Benjamin Wallfisch, que havia trabalhado em filmes como “Blade Runner 2049” e “It – A Coisa”, entre outros. Mas é neste “O Homem Invisível” que vemos a excelência de seu trabalho. Em entrevista ao site Moviemaker, ele contou que se inspirou na trilha de Bernard Herrmann para “Psicose”. Ou seja, há momentos de completo silêncio e outros em que a música irrompe como uma faca nas mãos de alguém louco ou desesperado. Há outros elementos hitchcockianos em “O Homem Invisível”, como as reviravoltas e surpresas. Diferente de muitos filmes do gênero, isso ajuda a trama a chegar ao seu clímax sem perder força e intensidade, fazendo o espectador prender a respiração. Há também uma dose generosa de gore e pelo menos uma cena de ação fora de série, passada num manicômio. Claro que ter uma atriz como Elisabeth Moss, que já interpretou outras mulheres sofridas em séries como “Top of the Lake” e “The Handmaid’s Tale”, faz uma diferença e tanto, e ela entrega a alma nas cenas, ao manifestar fisicamente a luta contra a violência doméstica e o abuso sexual, numa performance que simboliza o embate de inúmeras vítimas de feminicídio, assédio e masculinidade tóxica.
Johnny Depp queria afogar e queimar Amber Heard, revelam mensagens de texto
Johnny Depp parece gostar de ver seu nome associado a escândalos. Detalhes cada vez mais sensacionalistas da sua separação da atriz Amber Heard continuam a vir à público, em razão de sua insistência em abrir processos públicos contra quem o acusa de violência doméstica. Em julgamento em Londres, a ação de difamação que moveu contra o jornal britânico The Sun, por causa de um artigo que o chama de “espancador de esposa”, acabou revelando ameaças que renderiam títulos piores que o motivo do processo. Na verdade, estão rendendo atualmente, como o deste post. Durante a audiência desta semana, mensagens de texto enviadas por Depp para o também ator Paul Bettany (o Visão dos filmes dos Vingadores) em 2013 foram lidas no Tribunal Superior de Londres. E nelas Depp afirma que gostaria de “queimar” e “afogar” a ex-esposa, entre outros detalhes macabros e de mau gosto. “Vamos queimar Amber”, diz uma mensagem datada de 6 de novembro de 2013. “Depois f**** seu corpo queimado”. Só que ele se arrependeu desse texto. Era pouco. “Vamos afogá-la antes de queimá-la!!! Depois f**** com o cadáver queimado dela para ter certeza de que ela está morta”, corrigiu, em nova mensagem. Estas ameaças são apenas o capítulo mais recente da falta de noção que tem empurrado a carreira de Depp ladeira abaixo, desde o fim de seu casamento em 2016. O casal se conheceu em 2009, quando Heard foi escalada para interpretar o par romântico de Depp em “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011). O affair resultou no fim do casamento de 14 anos do ator com a atriz e cantora francesa Vanessa Paradis, mãe de seus dois filhos. Em setembro de 2012 foi noticiado que os dois teriam terminado, mas Depp reconquistou a então namorada com envios diários de flores e poemas. Em maio de 2013, Depp comprou uma fazenda na cidade de Nashville para que os dois morassem juntos. Em janeiro de 2014 ficaram noivos e se casaram em fevereiro de 2015. O pedido de divórcio veio um ano depois, em 2016, em meio a acusações de violência doméstica, acompanhadas por imagens da atriz com o rosto machucado, vídeo de bebedeira de Depp e crise de nervos no tribunal. Ela conseguiu inclusive uma ordem judicial que impediu Depp de se aproximar dela. O divórcio foi assinado no início de 2017, com Heard ganhando US$ 7 milhões da fortuna estimada em mais de US$ 514 milhões que o ator teria na época. A atriz doou todo o dinheiro a organizações beneficentes, inclusive algumas voltadas à assistência de vítimas de agressões domésticas, enquanto Depp torrou quase tudo o que tinha com gastos perdulários, segundo seus ex-empresários, ficando praticamente falido. Após o divórcio, ele foi processado pelos ex-empresários, ex-seguranças, ex-advogados e até por um assistente de produção das filmagens de “City of Lies”, que teria agredido durante as filmagens do longa de 2018, sequer lançado no Brasil. Mas resolveu abrir seus próprios processos, que incluem uma ação contra a ex-esposa, após ela assinar um artigo na imprensa norte-americana sobre sua história como vítima de violência doméstica. Mesmo sem ser citado no texto, Depp vestiu a carapuça e foi à justiça querendo uma indenização de US$ 50 milhões de Heard, afirmando ter perdido oportunidades de trabalho por conta da declaração. Este processo promete revelar mais detalhes da vida particular do ator, que já teve um dos maiores salários de Hollywood e uma carreira invejada. Atualmente, ele só tem um trabalho agendado, como Gellert Grindelwald no terceiro filme da franquia “Animais Fantásticos”. E até isso pode ser alterado para pior. Já Amber Heard está confirmada em “Aquaman 2”, no thriller “Run Away with Me” e na minissérie “The Stand”, baseada no clássico de Stephen King, em produção para a plataforma CBS All Access.
Intérprete de Chewbacca nos filmes de Star Wars chama filha recém-nascida de princesa Bacca
O ator finlandês Joonas Suotamo, que se tornou o intérprete do herói Chewbacca na nova trilogia dos filmes de “Star Wars”, decidiu chamar sua filha recém-nascida com um nome em homenagem ao famoso personagem. “Bem vinda ao mundo princesa Bacca”, ele escreveu no Instagram, junto da primeira foto do bebê. “Temos notícias emocionantes: Fomos abençoados ao receber a mais nova membro de nossa família”, escreveu Joonas nas redes sociais junto de uma foto da criança. “Nossa pequena princesa (ou senadora, ou general ou o que ela quiser ser) nasceu essa semana e está bem”. Mas graças à esposa Milla Pohjasvaara, princesa Bacca é um nome provisório. Um segundo post esclarece que a escolha não é definitiva. Vale lembrar que o casal já tem um filho pequeno, Aatos, que Suotamo apresentou nas redes sociais como “Babybacca” em 2018. Joonas Suotamo assumiu o papel de Chewbacca durante as filmagens de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), em que serviu de dublê para Peter Mayhew, responsável por dar vida ao personagem desde 1977. Com problemas de saúde, Mayhew abandonou o papel em meio a essa produção, morrendo em abril passado aos 74 anos. Seu dublê continuou a dar vida a Chewbacca em “Han Solo: Uma História Star Wars”, que por coincidência apresentou uma versão mais jovem do rebelde wookie. Desde então, também estrelou “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, além de um videogame da franquia. Ver essa foto no Instagram We have some exciting news: we were blessed to welcome the newest member of our family! Our little princess (or senator, or general, or whatever she wants to be!) was born this week and is doing great. We want to thank the personnel at HUH Women’s Hospital, they were extraordinary and we are lucky to have been in their world-class care during our stay. We also want to thank Grandma Sonja for taking care of Aatos during the birth, he is gonna have to get used to there being two little ones in the house now. So far he is doing well with it, and we expect him to grow up to be a great big brother. Welcome to the world Princess Bacca! Uma publicação compartilhada por Joonas Suotamo (@joonassuotamo) em 28 de Fev, 2020 às 7:11 PST Ver essa foto no Instagram We're overwhelmed by everyone's congratulations and we appreciate the love! Thank you all! And just to clarify once more, Babybacca #2 aka Princess Bacca has not yet been named. We're just enjoying the moment right now! 🥰 Uma publicação compartilhada por Joonas Suotamo (@joonassuotamo) em 29 de Fev, 2020 às 7:55 PST
Após anunciar carreira pornô, filha de Steven Spielberg é presa nos EUA
Pouco mais de uma semana após anunciar que iria tentar carreira como atriz pornô, Mikaela Spielberg, filha adotiva do cineasta Steven Spielberg, foi presa no sábado (29/2) na cidade de Nashville, nos EUA, após uma denúncia de violência doméstica. Segundo a coluna Page Six, do jornal New York Post, a atriz de 23 anos passou uma fiança de US$ 1 mil para sair da cadeia. Ela vive em Nashville com seu noivo Chuck Pankow, um jogador de dardos com o dobro da idade dela. O canal Fox News divulgou uma declaração suscita de Pankow, que confirmou a prisão – “é verdade” – , mas disse se tratar de um “mal entendido”. Adotada ainda bebê por Spielberg e sua esposa, a atriz Kate Capshaw, Mikaela tinha revelado recentemente seus planos para trabalhar como stripper e fazer pornografia, mas apenas vídeos solos para não prejudicar seu relacionamento com Pankow.
Toni Collette e Bella Heathcote vão estrelar minissérie baseada no best-seller Ninguém Pode Saber
As atrizes australianas Toni Collette (“Hereditário”) e Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) vão estrelar, como mãe e filha, uma nova minissérie de suspense da Netflix. Trata-se de “Pieces of Her”, adaptação em oito episódios do best-seller homônimo de Karin Slaughter, que foi lançado no Brasil com o título de “Ninguém Pode Saber”. Veja a capa abaixo. A história se passa no interior da Geórgia, EUA, onde um ato de violência durante um passeio inocente desencadeia eventos inesperados para Andy Oliver (Heathcote) e sua mãe, Laura (Collette). Em busca de respostas, Andy embarca numa jornada perigosa que muda para sempre a imagem que ela tem da própria mãe, conhecida como uma mulher perfeita. A adaptação foi escrita por Charlotte Stoudt, roteirista de “Homeland” e da minissérie “Fosse/Verdon”. Ainda não há previsão para a estreia.
Mark Ruffalo revela negociações para participar das séries de Mulher-Hulk e Parasita
Mark Ruffalo, intérprete do Hulk no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), revelou que já teve “conversas” com a Marvel Studios para se juntar ao elenco de “She-Hulk”, a série da Mulher-Hulk, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Mas a discussão ainda está “num estágio preliminar”. O ator confirmou que suas negociações são um pouco mais avançadas para viver “o papel do pai” no remake televisivo de “Parasita”, filme sul-coreano que venceu o Oscar 2020. “Eu adoraria fazer”, acrescentou, sugerindo que o acerto para estrelar a minissérie da HBO está próximo de ser definido. “É verdade, está sendo negociado”. As declarações foram dadas durante sua participação na convenção geek C2E2 em Chicago, neste domingo (1/3), onde ele respondeu perguntas dos fãs. Ruffalo também sugeriu que Bong Joon-ho, o cineasta de “Parasita”, seria um “excelente diretor para um filme da Marvel”. E ainda se disse disposto a estrelar uma série solo do Hulk. “A Universal detém os direitos de um filme solo do Hulk, por isso não podemos fazer um filme, mas podemos fazer uma série”, ele contou, como se o assunto já tivesse sido tratado na Marvel. E até abordou a premissa: “Gostaria de começar novamente com o Hulk em fuga, acho que isso funciona. E acredito que essa era digital atual, em que estamos todos sob vigilância, acrescentaria uma dimensão interessante para retratar a dificuldade dele permanecer em fuga”. Assim que a série da Mulher-Hulk foi confirmada, Ruffalo foi ao Twitter dar as boas-vindas à prima do Hulk nos quadrinhos. Caso a Marvel decida criar uma série fiel aos quadrinhos, Ruffalo deverá mesmo fazer pelo menos uma participação especial no piloto de “She-Hulk”. Afinal, a advogada Jennifer Walters é prima de Bruce Banner (o Hulk) e só se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de Banner. Mulher-Hulk foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores. Diferente do primo (nos quadrinhos clássicos, ao menos), Jennifer preferia ser a Mulher-Hulk em tempo integral, já que mantém sua inteligência durante a transformação. A série foi anunciada em agosto passado junto com as produções de outras duas atrações, “Cavaleiro da Lua” e “Ms. Marvel”, para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que tem perspectiva de chegar ao Brasil no final de 2020. Veja abaixo dois vídeos que registram a participação integral de Mark Ruffalo na C2E2.
O Homem Invisível estreia em 1º lugar nos EUA
“O Homem Invisível” se tornou o primeiro filme de terror a liderar as bilheterias da América do Norte em 2020. A reimaginação do clássico da Universal faturou US$ 29 milhões em sua estréia, atraindo público com críticas elogiosas e 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se do melhor desempenho do gênero desde “It: Capítulo Dois” em setembro passado, e uma das melhores aberturas de uma coprodução da Blumhouse, a produtora especializada em terrores baratos de Jason Blum. Mantendo a característica econômica dos orçamentos da produtora, o filme foi rodado com apenas US$ 7 milhões (sem P&A, as despesas de marketing e divulgação) e já registra lucro em seu lançamento. Além dos US$ 29 milhões nos EUA e Canadá, “O Homem Invisível” faturou mais US$ 20,2 milhões no exterior e soma US$ 49,2 milhões mundiais. São números excelentes para um mercado enfraquecido, que não conta com os cinemas da China, devido ao coronavírus, e sofre diminuição de público em vários países pelo mesmo motivo. Também representa uma reação importante diante do quadro de filmes de terror que o antecederam, grandes fracassos de crítica e bilheteria, que criavam risco de generalização em relação a novos lançamentos. Campeão por duas semanas consecutivas, “Sonic: O Filme” caiu para o 2º lugar com US$ 16 milhões, mas ainda manteve sua liderança no exterior, onde somou outros US$ 26,8 milhões. Ao todo, a adaptação do videogame já faturou US$ 265,4 milhões em todo o mundo. O Top 3 se completa com “O Chamado da Floresta”, que fez mais US$ 13,2 milhões e totaliza US$ 79,3 milhões mundiais. Entretanto, por causa de seu pesado orçamento de US$ 150 milhões, deve terminar como mais um prejuízo na fatura da compra da Fox pela Disney. As bilheterias ainda registraram, em 4º lugar, a estreia do anime “My Hero Academy: Heroes Rising”, baseado na popular franquia animada japonesa, que fez US$ 6,3 milhões em 1,2 mil cinemas. Trata-se de um desempenho acima da média para um anime que, mesmo dublado em inglês, ocupa apenas um terço do circuito habitual dos blockbusters americanos. Outra curiosidade, “Impractical Jokers: The Movie”, versão de cinema de um reality show televisivo, atingiu o 7º lugar com U$ 3,5 milhões. Lançado na semana passada em circuito limitado, o longa já soma US$ 6,6 milhões no circuito doméstico. O fim de semana ainda registrou algumas marcas importantes para outros filmes em cartaz. “Bad Boys para Sempre” superou os US$ 400 milhões globais, confirmando seu potencial lucrativo. A produção da Sony foi orçada em US$ 90 milhões e, mesmo com despesas altas de marketing, já rendeu o suficiente para justificar os planos de uma nova sequência. A marca mais impressionante, porém, ficou com “Parasita”. O suspense sul-coreano vencedor do Oscar 2020 tornou-se o quarto filme não falado inglês a superar os US$ 50 milhões em ingressos vendidos no mercado norte-americano. Ao todo, faturou US$ 51,6 milhões nos EUA e Canadá e continua movimentando as bilheterias – foram US$ 1,5 milhão de arrecadação nos últimos três dias, em 12º lugar. Confira a seguir os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana no mercado norte-americano – e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Homem-Invisível Fim de semana: US$ 29M Total EUA e Canadá: US$ 29M Total Mundo: US$ 49,2M 2. Sonic: O Filme Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 128,2M Total Mundo: US$ 265,4M 3. O Chamado da Floresta Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA e Canadá: US$ 45,8M Total Mundo: US$ 79,3M 4. My Hero Academy: Heroes Rising Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 8,4M Total Mundo: US$ 23,5M 5. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 197,3M Total Mundo: US$ 405,3M 6. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 78,7M Total Mundo: US$ 188,3M 7. Impractical Jokers: The Movie Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ 6,6M 8. 1917 Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 155,8M Total Mundo: US$ 362,3M 9. Brahms: O Boneco do Mal 2 Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 9,7M Total Mundo: US$ 16,1M 10. Ilha da Fantasia Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 24M Total Mundo: US$ 40,4M
Tales from the Loop: Série sci-fi com Rebecca Hall e Jonathan Pryce ganha primeiro trailer
A Amazon divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Tales from the Loop”, uma série sci-fi estrelada pela atriz Rebecca Hall, conhecida por filmes como “Vicky Christina Barcelona” e “Homem de Ferro 3”, e Jonathan Pryce, indicado ao Oscar 2020 por “Dois Papas”. A série é inspirada pelas ilustrações do artista sueco Simon Stålenhag, que foram transformadas num RPG (role-playing game) de mesmo nome em 2017. Na trama, The Loop é o nome de um acelerador de partículas, criado para descobrir todos os mistérios do universo, e a série vai mostrar o que acontece na cidade onde ele foi construído, onde os habitantes passam a viver experiências inusitadas. O roteiro é de Nathaniel Halpern (de “Legion”), a direção do piloto é assinada pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”) e o elenco ainda inclui Paul Schneider (“Regras Não se Aplicam”), Nicole Law (“Todo Dia”), Daniel Zolghadri (“Fahrenheit 451”) e Duncan Joiner (“Camping”). “Tales from the Loop” será apresentada ao mundo em 16 de março no Festival SXSW, em Austin, Texas (EUA), e sua estreia em streaming está marcada para o dia 3 de abril.
Robert the Bruce: “Continuação” de Coração Valente ganha primeiro trailer
A Screen Media divulgou pôsteres e o primeiro trailer de “Robert the Bruce”, uma sequência não oficial – e de baixo orçamento – dos eventos retratados no blockbuster “Coração Valente” (Braveheart), que rendeu o Oscar de Melhor Direção para Mel Gibson em 1996. O filme começa logo após os eventos de “Coração Valente”, acompanhando a luta da Escócia pela independência da Inglaterra nos anos 1300. A produção é escrita e estrelada por Angus Macfadyen, que retorna o personagem que ele viveu em “Coração Valente”, Robert the Bruce. Na trama, após a derrota de rebelião de William Wallace, Robert se coroa rei e assume a causa da liberdade da Escócia. Mas ele não consegue superar a força da Inglaterra e, eventualmente, seu exército se dispersa, a nobreza o abandona e o rei da Inglaterra coloca sua cabeça a prêmio. Sozinho, ferido e caçado pelos soldados que liderou, ele é salvo pela esposa de um ex-soldado (Anna Hutchison, de “Spartacus”), seu filho e dois jovens órfãos que cuidam dele até recuperar a saúde. Ele se torna parte da família deles, e eles se tornam os primeiros soldados em seu novo exército. O filme tem direção de Richard Gray (“Aventura Perigosa”) e o elenco ainda inclui Jared Harris (“Chernobyl”), Patrick Fugit (“Outcast”), Zach McGowan (“Black Sails”), Emma Kenney (“Shameless”) e os irmãos Talitha Bateman (“Com Amor, Simon”) e Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”). A première está marcada para 24 de abril no Reino Unido, dia em que se comemora o 700º aniversário da Declaração de Arbroath, quando Robert declarou a Escócia uma terra livre, bem como 25º aniversário do lançamento de “Coração Valente”. Mas a estreia comercial só vai acontecer em junho.










