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    Isla Fisher vai estrelar série de comédia jornalística da plataforma CBS All Access

    7 de março de 2020 /

    A plataforma CBS All Access encomendou a série de comédia sombria “Guilty Party”, que será produzida e estrelada pela atriz Isla Fisher (“Truque de Mestre”). Criada pela roteirista Rebecca Addelman (“New Girl”), a série gira em torno de Beth Baker (Fisher), uma jornalista desacreditada e desesperada para salvar sua carreira, que se apega à história de uma jovem mãe condenada à prisão perpétua por mutilar e assassinar seu marido, crimes que ela alega não ter cometido. Na tentativa de descobrir a verdade, Beth se vê em luta contra contrabandistas de armas do Colorado, a cultura dos click baits, a crise de seu casamento e seu próprio passado desabonador. “‘Guilty Party’ é um programa que aborda questões contemporâneas – o sistema penitenciário, a morte do jornalismo impresso e a cultura das armas, para citar alguns – , mas tem, em seu núcleo, personagens femininas inteligentes, engraçadas, ambiciosas e profundamente complicadas”, disse Addelman, no comunicado que anuncia a produção. “‘Guilty Party’ é um passeio selvagem, alimentado pela coragem de Beth, por sua paixão e seu desespero para se redimir”, acrescentou Julie McNamara, vice-presidente executiva e chefe de programação da CBS All Access. “Sabíamos que precisávamos de um talento versátil e magnético no papel, e Isla encarnará perfeitamente o personagem totalmente original que Rebecca criou. Estamos empolgados em adicionar ‘Guilty Party’ à nossa crescente lista de comédia, que inclui ‘Why Women Kill’, ‘No Activity’ e o vindouro desenho animado de ‘Star Trek: Lower Decks’.” Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Flack é cancelada na véspera da estreia da 2ª temporada, junto com mais duas séries em produção avançada

    7 de março de 2020 /

    O canal pago americano Pop TV cancelou inesperadamente três das suas cinco séries. Duas delas tinham sido renovadas para 2ª temporada e a terceira, que estava em produção, ainda não havia estreado. Os títulos cancelados foram “Flack”, “Florida Girls” e “Best Intentions”. A decisão foi tomada após a ViacomCBS assumir completamente o controle do canal, que era uma joint venture com o estúdio Lionsgate. Todas as séries canceladas eram feitas por produtoras de fora do conglomerado da rede CBS, incluindo a própria Lionsgate, e seus destinos refletem a linha adotada por Bob Bakish, CEO da ViacomCBS, que em fevereiro determinou priorizar franquias e conteúdo produzido pelo próprio conglomerado. “Nossa estratégia não é gastar mais, mas valorizar nosso conteúdo por toda a nossa vasta base de comunicação”, ele discursou em fevereiro passado. O cancelamento mais chocante foi o de “Flack”. A produção da comédia estrelada por Anna Paquin (de “True Blood”), no papel de uma profissional de relações públicas especializada em resolver escândalos de celebridades, recebe a notícia de que deixaria de ser exibida a uma semana da estreia de sua 2ª temporada, prevista para 13 de março. Renovada para a 2ª temporada, “Florida Girls”, sobre quatro amigas numa cidade litorânea arruinada e cheia de alcoólatras, encontrava-se em fase avançada de gravação dos novos episódios. Já “Best Intentions” estava iniciando seus trabalhos, após ter sido encomendada pelo canal. Os estúdios responsáveis pelas três séries vão agora buscar canais alternativos para exibir o trabalho feito. A 2ª temporada de “Flack” tem garantia de exibição no Reino Unido, já que está toda gravada e é uma coprodução do canal pago britânico UKTV. Mas as demais não tem destino garantido. Para completar, outra série do Pop, “Schitt’s Creek”, vai se encerrar em 7 de abril, ao final de sua 6ª temporada. Com isso, a última série remanescente do canal passa a ser, ironicamente, “One Day at a Time”, que foi resgatada do cancelamento na Netflix. A 4ª temporada e primeira produzida para a TV tem estreia marcada para 24 de março. O desmonte do Pop remete ao que aconteceu recentemente com outro canal do conglomerado ViacomCBS, o TVLand, que atualmente também só tem uma série original no ar, “Younger”. Além dos cancelamentos, a equipe do Pop também encolheu com várias demissões.

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  • Etc

    Telecine Cult tem a melhor programação comemorativa do Dia Internacional da Mulher

    7 de março de 2020 /

    Vários canais televisivos anunciaram programação especial para marcar o Dia (e até Mês) Internacional das Mulheres, que é comemorado neste domingo (8/3). O Canal Brasil, por exemplo, vai de “Irmã Dulce” a “Bruna Surfistinha” em sua seleção eclética de retratos femininos, e ainda programou para este mês sua “mostra” feminina chamada “Cine-Delas”, que exibe filmes dirigido por mulheres duas vezes por semana. Mas a lista que realmente merece destaque é a do Telecine Cult. Enquanto os demais canais – inclusive do pacote Telecine – selecionaram opções genéricas, o Telecine Cult tomou a grande iniciativa de atender a reivindicação feminina mais importante no mercado audiovisual, priorizando filmes dirigidos por mulheres. A diferença para o “Cine-Delas” é será uma maratona com 16 títulos e mais de 30 horas consecutivas de filmes de cineastas femininas – praticamente o dobro da iniciativa espaçada do Canal Brasil. A maratona Telecine Cult têm um início literalmente bombástico às 22h de sábado com “Filhas do Sol” (2018), da francesa Eva Husson (atualmente à frente da série “Hanna”) sobre um batalhão composto apenas por mulheres curdas na guerra contra extremistas islâmicos, que lhes renegam direitos. E se encerra na madrugada de segunda, à 1h30 com “Rafiki” (2018), da queniana Wanuri Kahiu, que se tornou o primeiro filme a abordar o lesbianismo na sociedade machista do Quênia. Os títulos destacam ainda o brasileiro “Que Horas Ela Volta?” (2015), drama da brasileira Anna Muylaert, que aborda luta de classes e ascensão social sob a ótica da maternidade, e foi premiado no Festival de Sundance por conta das interpretações de Regina Casé e Camila Márdila, além do francês “Tomboy” (2011), segundo longa de Céline Sciamma (do recente “Retrato de uma Jovem em Chamas”), que desde a época já discutia a identidade de gênero sob o ponto de vista feminino. Ainda há animação, western, documentário, thriller criminal e dramas familiar, religioso e adolescente, representando produções de Hollywood, Bollywood e dos cinemas europeu, latino e asiático. A disputa das cineastas por mais espaço é uma das mais reivindicações atuais mais importantes na indústria cultural, e é bom lembrar disso num dia em que se celebra não como as mulheres são bonitas, fortes, diversas, interessantes, mas sua luta por direitos e oportunidades iguais. Confira a programação completa abaixo. 7/3 22h – “Filhas do Sol” (Suiça), de Eva Husson 8/3 00h – “Matar Jesus” (Colômbia), de Laura Mora Ortega 1h50 – “Minha Filha” (Itália), de Laura Bispuri 3h40 – “Entre Laços” (Japão), de Naoko Ogigami 6h – “Meu Anjo” (França), de Vanessa Filho 8h05 – “Noviciado” (EUA), de Maggie Betts 10h15 – “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert 12h20 – “Bao” (EUA), de Domee Shi 12h40 – “A Costureira De Sonhos” (Índia), de Rohena Gera 14h30 – “Deixe a Luz do Sol Entrar” (França), de Claire Denis 16h20 – “Varda por Àgnes” (França), de Àgnes Varda 18h30 – “Lady Bird – Hora de Voar” (EUA), de Greta Gerwig 20h15 – “O Estranho que Nós Amamos” (EUA), de Sofia Coppola 22h – “Papicha” (Qatar), de Mounia Meddour 9/3 00h – “Tomboy” (França), de Céline Sciamma 1h30h – “Rafiki” (Quênia), de Wanuri Kahiu

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  • TV

    Após investigação, Globo diz que Marcius Melhem é inocente de acusação de assédio

    7 de março de 2020 /

    Após investigação de denúncia, o comitê de ética e compliance do Grupo Globo absolveu Marcius Melhem de acusações de assédio moral apresentadas pela atriz Dani Calabresa. O processo, iniciado em janeiro, levou dezenas de funcionários e ex-funcionários a testemunharem sobre o caso. Eles também assinaram um abaixo-assinado em defesa de Melhem, descrevendo a acusação como uma “maldade” contra o ex-diretor do Departamento de Humor da emissora. Ex-diretor, porque assim que sua inocência foi constatada, Melhem pediu uma licença de quatro meses para cuidar de um problema de saúde de sua filha de 10 anos. Ele vai viajar com a família para os Estados Unidos, onde a menina deverá passar por uma cirurgia, segundo o próprio humorista informou em comunicado. A Globo informou que, durante seu afastamento, o roteirista Silvio de Abreu, responsável pela teledramaturgia da emissora, também acumulará a supervisão dos programas de humor. Mas, segundo apurou o colunista Mauricio Stycer, do UOL, Melhem teria dito a colegas que não pretende reassumir o cargo executivo ao retornar. Apesar de bastante polêmica, a briga entre Melhem e Calabresa segue envolvida em mistério. Quem revelou a confusão foi outro colunista do UOL, Leo Dias, que em dezembro passado criou sua própria confusão ao envolver no caso pessoas que prontamente disseram não ter problema algum com Melhem. O especialista em fofocas publicou que, além de Calabresa, as atrizes Renata Castro Barbosa e Maria Clara Gueiros também haviam denunciado Melhem. As duas negaram a mentira no mesmo dia. Leo Dias também informou que Marcelo Adnet testemunhou a favor das atrizes, o que ele contestou no dia seguinte. Restou, portanto, apenas Dani Calabresa, que jamais negou a história. Em sua apuração, Styler descobriu que o desentendimento correu no processo de criação do programa “Fora de Hora”, no primeiro semestre de 2019. A atriz queria que, em vez de um projeto novo, a emissora reeditasse o programa “Furo”, que ela apresentou em parceria com Bento Ribeiro na MTV, entre 2009 e 2012. Melhem jamais teria considerado a opção de reviver o “Furo” na Globo, mas Calabresa foi escalada para ser a apresentadora do “Fora de Hora”, ao lado de Paulo Vieira. A atriz acabou deixando o projeto, provavelmente durante uma briga. Em seu texto, Stycer acrescenta a palavra “plágio” às acusações de assédio movidas pela comediante, trazendo à tona uma possível disputa pela autoria do projeto.

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  • Série

    Orange Is The New Black: Série premiada da Netflix estreia na Band

    7 de março de 2020 /

    A série “Orange Is The New Black”, uma das primeiras produções originais e maiores sucessos da plataforma de streaming Netflix, chega à TV aberta brasileira neste sábado (7/3). A Band vai exibir os 13 episódios da 1ª temporada sem cortes, durante este e os próximos sábados, sempre às 23h. Será a primeira vez que uma série da Netflix terá uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, “Orange Is The New Black” pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Anteriormente, “Stranger Things” chegou a ter um episódio veiculado no SBT, em uma ação comercial da Netflix, que comprou o horário de exibição para promover o lançamento da atração. Desta vez, porém, foi o contrário. A Band adquiriu os direitos de “Orange Is The New Black” para exibir a série integralmente, dentro de sua programação normal. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 na plataforma de streaming, acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling) como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, aprendendo o melhor e o pior da vida de presidiária. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019, mostrando o destino de Piper na conclusão da trama. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Curiosamente, “Orange Is the New Black” não é a primeira série sobre prisioneiras exibida na TV brasileira. O SBT arriscou mostrar a atração australiana “As Prisioneiras” em sua grade dominical, durante 1979, mas jamais completou a trama. Originalmente uma novela, “As Prisioneiras” teve nada menos que 692 capítulos produzidos.

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  • Série

    Natalie Dormer é o diabo no trailer de Penny Dreadful: City of Angels

    7 de março de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou um trailer completo da série derivada de “Penny Dreadful”, que destaca a reconstituição de época e uma combinação entre crítica social, clima noir e atmosfera sobrenatural, além de trazer Natalie Dormer (“Game of Thrones”) como o diabo. Intitulada “Penny Dreadful: City of Angels”, a série vai mostrar novos personagens e se passar nos anos 1930, explorando terrores reais, como o fascismo e o racismo, ao lado de aparições do além. Na trama, um detetive (Daniel Zovato, de “O Homem nas Trevas”) investiga um assassinato macabro e acaba descobrindo um submundo das trevas na cidade de Los Angeles. O elenco inclui ainda Lorenza Izzo (“Bata antes de Entrar”), Rory Kinnear (“Penny Dreadful”), Jessica Garza (“The Purge”), Nathan Lane (“Os Produtores”), Ethan Peck (“Star Trek: Discovery”), Adam Rodriguez (“Criminal Minds”), Piper Perabo (“Covert Affairs”) e a veterana Adriana Barraza (“Dora e a Cidade Perdida”). Desenvolvido por John Logan, roteirista da franquia “007” que também criou “Penny Dreadful”, “Penny Dreadful: City of Angels” tem estreia marcada para 26 de abril nos EUA.

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  • Etc

    Ewan McGregor virá ao Brasil participar de evento geek

    7 de março de 2020 /

    O ator Ewan McGregor virá ao Brasil pela primeira vez, para participar de um evento geek. O intérprete de Obi-Wan na segunda trilogia de “Star Wars” – e na vindoura série do Disney+ (Disney Plus) – é a principal atração internacional confirmada na Geek Nation Brasil, uma comic con mais humilde, que também acontece em São Paulo. O ator escocês participará de um painel no último dia do evento, em que falará sobre sua carreira e participará de uma sessão de fotos e autógrafos com os fãs. McGregor está atualmente nos cinemas com o papel do vilão de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”. A Geek Nation Brasil acontecerá durante três dias, entre 22 e 24 de maio, no Transamerica Expo, em São Paulo.

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  • Série

    The Mandalorian: Gina Carano anuncia o fim das gravações da 2ª temporada

    7 de março de 2020 /

    A atriz Gina Carano confirmou o término de gravações da 2ª temporada de “The Mandalorian”, primeira série live-action do universo de “Star Wars”, com a divulgação de uma foto tirada no set. “Encerramos a produção da 2ª temporada. Eu absolutamente amo esse trabalho e todas as pessoas envolvidas nele”, ela escreveu ao lado da foto, no Instagram. O post também confirma a volta de sua personagem Cara Dune, uma combatente rebelde que, apesar de aparecer em apenas três episódios da 1ª temporada, tornou-se uma das favoritas dos fãs da série nos EUA. A 2ª temporada vai estrelar em outubro na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Ver essa foto no Instagram That’s a wrap on season 2.. I absolutely love this work and the people in it. 🤍 #storytelling ✨#themandalorian Uma publicação compartilhada por G I N A J🌹Y C A R A N O (@ginajcarano) em 6 de Mar, 2020 às 1:36 PST

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  • Filme

    Terror de A Hora da Sua Morte mata minutos preciosos da sua vida

    7 de março de 2020 /

    Os telefones celulares deixaram de ser uma comodidade e se tornaram uma necessidade. Ao mesmo tempo, a dependência deste tipo de tecnologia se transformou em vício. A imensidão da realidade foi substituída pela limitação da tela. O afeto humano deu lugar à gratificação digital. Portanto, não é nenhuma surpresa que o gênero de terror tenha visto aí uma oportunidade a ser explorada. É o caso de “A Hora da Sua Morte”, cuja proposta é discutir a dependência dos aplicativos do celular. Porém, sua abordagem rasa e ultrapassada o torna tão dispensável quanto aquelas notificações que arrastamos para o lado sem ler. Escrito e dirigido por Justin Dec (fazendo aqui a sua estreia em longas-metragens), o filme tem início mostrando um grupo de jovens em uma festa. Sentados à mesa, com seus celulares à mão, eles descobrem um aplicativo chamado Countdown que, supostamente, diz a hora exata da sua morte. Como brincadeira, todos o instalam. Enquanto alguns se divertem com o fato de ainda terem dezenas de anos pela frente, uma das participantes se assusta ao perceber que sua morte está agendada para dali a três horas. Temendo o destino trágico, ela se recusa a entrar no carro com o namorado bêbado. Em vez disso, vai a pé para casa. Porém, ao chegar lá, é atacada por um demônio que veio “cobrar” a morte dela na hora prevista. Em seguida, conhecemos a protagonista: a enfermeira Quinn (Elizabeth Lail). Ela trabalha em um hospital movimentado e evita contato com a família desde a morte da sua mãe. Quinn fica sabendo do aplicativo e o instala. Depois de descobrir que sua morte está agendada para acontecer em poucos dias, ela começa a ter estranhas visões e resolve investigar o aplicativo, procurando uma forma de vencê-lo antes que o cronometro chegue ao zero. “A Hora da Sua Morte” levanta questionamentos interessantes a respeito da curiosidade relacionada à nossa própria mortalidade e da segurança gerada pela ignorância acerca deste assunto. Nada disso, porém, é bem explorado. Os personagens são guiados apenas pela banalidade das suas relações com a tecnologia. Assim, a amplitude desta discussão se transforma em uma trama rasa sobre os perigos de não se ler os termos e condições dos aplicativos. Além do mais, nenhum dos coadjuvantes – inclui-se aí um jovem que também instalou o aplicativo, a irmã da protagonista, um excêntrico especialista em tecnologia e um padre nerd obcecado por demônios – ganha muito desenvolvimento, o que é até esperado nesse tipo de produção. Mas isto se torna mais irritante porque o filme insiste em soluções canhestras para comprovar a ameaça do aplicativo mortal. Tais soluções reforçam a incapacidade do cineasta em criar situações verossímeis, capazes de gerar alguma empatia pelos personagens. Em vez disso, ficamos torcendo para que sejam punidos logo pela sua estupidez. Ainda assim, o diretor estreante acerta na composição de algumas cenas, especialmente quando usa a profundidade de campo para fazer o demônio se esconder em meio às sombras. A visualidade do vilão também é bem explorada, lembrando a imagem icônica do ceifador. Os méritos, porém, são poucos. E durante a maior parte de “A Hora da Sua Morte”, o público fica mesmo contando os minutos perdidos de sua vida, até o filme acabar.

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  • Filme

    Martin Eden traz o desempenho que ofuscou Joaquin Phoenix como Coringa

    7 de março de 2020 /

    “Martin Eden”, uma fascinante história do escritor norte-americano Jack London (1876-1916) com elementos autobiográficos, deu origem a um filme italiano que discute questões atualíssimas. Essas questões dizem respeito às relações entre as classes sociais refletidas pela literatura, à relação desta com o mercado editorial, à liberdade de expressão, à natureza da criação, ao compromisso ético do escritor consigo mesmo e com suas crenças políticas e responsabilidades sociais, ao papel do indivíduo nas transformações socioculturais e políticas. O veículo para expressar os questionamentos é o personagem-título do filme, o escritor Martin Eden, mostrado na complexidade necessária para abranger as diversas dimensões de sua experiência concreta, de suas angústias, contradições, de seu ativismo inspirado na leitura de Herbert Spencer (1820-1903), de suas relações com anarquistas e comunistas, de seu desenvolvimento como escritor a partir de uma vida de baixa renda, mirando a classe alta, tentando ser como eles. Da forma como lidará com o sucesso tão buscado, mas, ao mesmo tempo, tão massacrante. O contexto histórico é o do período anterior à 1ª Guerra Mundial, de grande efervescência cultural, propício à conquista de espaços e descobertas incentivadoras, mas tenso, conflitivo. O foco do filme, porém, coerentemente com as teses de um chamado darwinismo social de Spencer, está no indivíduo, na sua batalha pessoal frente aos demais e à coletividade. As sociedades se desenvolveriam a partir da realização individual de forma positivamente evolutiva. Isso está no modo de ser do personagem, embora enfatizando mais o mistério do que o progresso inexorável. Mais a crise do que o otimismo. No papel do escritor Martin Eden está Luca Marinelli, um grande ator que surgiu há dez anos em “A Solidão dos Números Primos” (2010) e também esteve no vencedor do Oscar “A Grande Beleza” (2013). Ele mergulhou intensamente na atuação e conseguiu expressar muito bem as muitas faces, fases, sentimentos e pensamentos do personagem. Teve o reconhecimento por essa brilhante performance, conquistando o prêmio de melhor ator no Festival de Veneza, no ano em que Joaquin Phoenix levou tudo pelo papel em “Coringa”. Marinelli foi o único a conseguir vencê-lo, ao menos uma vez. “Martin Eden” foi bem recebido e premiado também nos Festivais de Toronto, Sevilha e do Rio. A direção de Pietro Marcello imprime a “Martin Eden” uma dinâmica e uma força envolvidas por belas sequências que mesclam imagens ficcionais e documentais e, claro, alimentadas pelo desempenho criativo de Luca Marinelli, que está em todas as cenas, garantindo o filme com seu talento. O elenco de apoio também está muito bem dirigido, sustentando a trama. É verdade que o cinema italiano da atualidade não consegue competir com o grande cinema italiano do passado, mas isso não significa que não haja belos trabalhos a apreciar. “Martin Eden” é um deles.

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    Dois Irmãos: Animação da Pixar é banida no Oriente Médio por incluir personagem LGBTQIA+

    7 de março de 2020 /

    Vários mercados do Oriente Médio resolveram banir a animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica” por incluir uma personagem LGBTQIA+ em sua história. A proibição se baseia numa fala da personagem Specter, uma ciclope dublada em inglês pela atriz e cineasta Lena Waithe, que revela que ela namora outra personagem feminina. A mera troca de gênero da palavra “namorada” a torna a primeira personagem abertamente LGBTQIA+ da história do estúdio. No “polêmico” trecho, Specter diz “a filha da minha namorada está me deixando louca”. Tudo se resume a uma palavra. E ela foi suficiente para o filme ter seu lançamento cancelado em Oman, Kuwait, Arábia Saudita e Qatar. Já a Rússia, conhecida por sua longa história de censura aos direitos da comunidade LGBTQIA+, trocou a palavra “namorada” por “parceiro” na animação. A animação estreou na quinta-feira (5/3) nos cinemas brasileiros.

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    Adiamento de 007: Sem Tempo Para Morrer pode gerar despesa extra de até US$ 50 milhões

    7 de março de 2020 /

    O adiamento do lançamento de “007: Sem Tempo Para Morrer” em seis meses, transferido de abril para novembro, custará ao estúdio MGM entre US$ 30 e 50 milhões. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os valores correspondem a gastos de publicidade já dispendidos para anunciar a estreia em abril, incluindo um comercial milionário no Super Bowl, e os custos adicionais que serão necessários para divulgar a nova data. A produtora Eon Productions acertou o adiamento com a MGM nos EUA e a Universal no mercado internacional após fãs lançarem campanha pedindo a mudança, devido ao perigo de contágio pelo coronavírus nas salas fechadas de cinema. O 25º filme da franquia do agente secreto James Bond é o primeiro grande blockbuster afetado pelo vírus que já se espalhou por todo o mundo – apesar da OMS (Organização Mundial de Saúde) ainda não considerar o contágio uma pandemia. O adiamento também foi motivado por problemas de outro tipo de saúde: a financeira. Hollywood já começa a perceber uma queda grande nas bilheterias de locais com maior taxa de incidência da covid-19, o coronavírus, como China, Itália, França, Suíça, Japão, Hong Kong e Coreia do Sul. Estes lugares contribuíram com cerca de 38% da bilheteria total do último filme da franquia, lançado em 2015. Por isso, apesar da despesa extra, não adiar o lançamento poderia causar prejuízo maior. Com direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), “007: Sem Tempo Para Morrer” marcará a despedida de Daniel Craig como o agente secreto 007 e também traz em seu elenco Lea Seydoux, Ben Whishaw, Naomie Harris, Ralph Fiennes e Christoph Waltz, todos vistos em “007 Contra Spectre”, além de Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que estreiam na franquia. A data do lançamento no Brasil foi remanejada para 19 de novembro, uma semana antes dos EUA.

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    James Wan vai produzir novo filme de monstro clássico da Universal

    7 de março de 2020 /

    Depois do sucesso de “O Homem Invisível”, a Universal já planeja seu próximo lançamento baseado num de seus monstros clássicos. O site The Hollywood Reporter apurou que James Wan, diretor de “Invocação do Mal”, vai produzir uma nova adaptação das propriedades do estúdio. Maiores detalhes sobre o filme não foram revelados, mas a descrição sugere uma abordagem moderna de “Frankenstein”, que seria tão diferente da trama clássica quanto o reboot de “O Homem Invisível”. Segundo a sinopse apurada pelo site, a trama acompanharia um grupo de jovens que descobre que um de seus vizinhos está construindo um monstro no porão da sua casa. E o monstro escapa. Wan não vai dirigir o filme, que será coproduzido por sua empresa, Atomic Monster. O roteiro foi escrito por Robbie Thompson, roteirista e produtor da série “Supernatural”.

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