Surto de coronavírus cancela filmagens de Missão: Impossível 7 em Veneza
As filmagens do novo “Missão: Impossível” foram canceladas em Veneza, na Itália, devido a epidemia do coronavírus que atinge o país, onde há 220 casos confirmados e sete mortes causadas pelo vírus. Além das filmagens da produção hollywoodiana, Veneza também cancelou a comemoração do tradicional carnaval da cidade. “Num excesso de prevenção para a segurança e o bem-estar de nosso elenco e equipe, atendendo aos esforços do governo de Veneza para que sejam evitadas aglomerações, estamos alterando os planos de produção de nossas três semanas de filmagem em Veneza na primeira parte da extensa produção de ‘Missão: Impossível 7′”, informou a Paramount Pictures em comunicado. “Durante este hiato e cientes das preocupações da equipe, permitimos que eles retornem para suas casas até o início efetivo da produção. Continuaremos a monitorar a situação e trabalharemos em conjunto com as autoridades sanitárias e do governo local”, completa a nota. O elenco encabeçado pelo ator Tom Cruise ainda não havia embarcado para a Itália para as filmagens. Os planos da produção são filmar não um, mas dois longas da franquia, escritos e dirigidos pelo cineasta Christopher McQuarrie, que retorna após o sucesso dos dois últimos filmes. Cruise viverá novamente o agente Ethan Hunt ao lado de outros integrantes da saga de espionagem, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, as novidades incluem Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”), Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”). O sétimo “Missão: Impossível” tem estreia prevista para julho de 2021, enquanto o oitavo é esperado em agosto de 2022.
Vítimas famosas de Weinstein comemoram condenação do produtor nas redes sociais
Diversas atrizes que denunciaram o produtor Harvey Weinstein por abuso sexual comemoraram a decisão do juri que o condenou por estupro e agressão sexual nesta segunda (24/2) em Nova York. “Harvey Weinstein é agora um estuprador condenado. Duas sobreviventes choram e comemoram”, escreveu a atriz Asia Argento em seu Instagram. Ela foi a primeira mulher a revelar publicamente ter sido estuprada pelo ex-dono dos estúdios The Weinstein Company, Dimension e Miramax, durante reportagem histórica da revista New Yorker em outubro de 2017, poucos dias após Ashley Judd contar ter sido assediada violentamente por Weinstein na denúncia do jornal New York Times que deu início ao movimento #MeToo. Ashley Judd também se manifestou, agradecendo às mulheres que testemunharam no caso “e atravessaram um inferno traumático”. “Vocês prestaram um serviço público a meninas e mulheres em todos os lugares. Obrigada”, postou no Twitter. Ela foi ecoada por Rose McGowan, igualmente citada na primeira denúncia pública contra Weinstein. “Tenho orgulho das mulheres corajosas que testemunharam e que mataram um monstro na terra. Obrigado ao promotor e júri que não disse basta. Obrigado ao público por examinar as coisas mais profundamente. Posso finalmente expirar”, escreveu. A atriz Rosanna Arquette, outra vítima de Weinstein, postou o print de uma notícia na TV, falando da condenação. Ela acusou o ex-produtor de tentativa de abuso sexual nos anos 1990. A condenação de Weinstein encerra a história aterradora de assédio e violações do ex-todo poderoso de Hollywood, que atravessou décadas atacando jovens atrizes com o subterfúgio de realizar reuniões em seu hotel sobre projetos de cinema. Exercendo sua enorme fortuna e influência para calar as vítimas, Weinstein agiu com impunidade desde os anos 1980, e aquelas que denunciaram seu comportamento no departamento de recursos humanos de suas companhias tiveram a carreira prejudicada por ordens do produtor. Recentemente, o diretor Peter Jackson confirmou que Weinstein difamou Ashley Judd e Mira Sorvino para vetar a escalação delas em sua trilogia “O Senhor dos Anéis”. Mira Sorvino também se manifestou. “Nós, as rompedoras do silêncios, as mulheres a quem Harvey Weinstein causou danos irreparáveis – ao nosso corpo, nossa psique, nossa carreira e sensação de bem-estar – , sabemos a verdade. Harvey fez tudo o que foi acusado várias vezes”. Como a maioria dos ataques aconteceu há muito tempo, nenhuma das atrizes prejudicadas conseguiu levar Weinstein à Justiça. Entretanto, Miriam Haley, uma ex-assistente de produção de Weinstein, e a atriz Jessica Mann foram vítimas mais recentes e conseguiram levar seus denúncias à julgamento, que rendeu a condenação do produtor nesta segunda. Apesar de sua denúncia ter prescrito, a atriz Annabella Sciorra compareceu ao julgamento como testemunha da acusação, detalhando o estupro violento que sofreu nas mãos do produtor. “Falei por mim e com a força das mais de 80 vítimas de Harvey Weinstein em meu coração”, disse ela, em comunicado divulgado após a decisão do júri. Weinstein será sentenciado em 11 de março e pode enfrentar penas que variam de 5 a 25 anos pela condenação por agressão sexual e 18 meses a 4 anos pela condenação por estupro. For the women who testified in this case, and walked through traumatic hell, you did a public service to girls and women everywhere, thank you.#ConvictWeinstein #Guilty — ashley judd (@AshleyJudd) February 24, 2020 I'm proud of the brave women who testified, they have taken out a monster on earth. Thank you to the prosecutor & jury who said not one more. Thank you to the public for examining things more deeply. I can finally exhale — rose mcgowan (@rosemcgowan) February 24, 2020 We the Silence Breakers, we the women to whom Harvey Weinstein did irreparable harm to our bodies, our psyches, our careers and sense of well-being, we know the truth. Harvey did everything he has been accused of many times over.Don’t believe his minions.GUILTY #ConvictWeinstein — Mira Sorvino (@MiraSorvino) February 19, 2020 Ver essa foto no Instagram Harvey Weinstein is now a convicted rapist. Two survivors cry and and celebrate. Thank you God. Thank you to all the brave women. Thank you to the judge and jury in NYC — @samyliscious — this one goes out to you Anthony ❤️ Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 24 de Fev, 2020 às 9:13 PST Ver essa foto no Instagram ⚔️⛓ *CAPTION THIS* ⚔️ ⛓ #HarveryWeinstein #Swinestein #serialrapistconvicted #justice #believewomen ✊🏼 Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 24 de Fev, 2020 às 12:51 PST Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ro (@rosannaarquette) em 24 de Fev, 2020 às 8:47 PST
Netflix vai passar a divulgar Top 10 de séries e filmes mais vistos no Brasil
A Netflix anunciou nesta segunda (24/2) que está estendendo ao Brasil – e ao resto do mundo – a divulgação de seu Top 10 de programas mais populares, que permitirá aos assinantes descobrirem quais conteúdos estão sendo mais vistos na plataforma de streaming. A iniciativa foi testada com sucesso no Reino Unido e no México, onde a plataforma publica um ranking semanal há cerca de seis meses. Na verdade, a proposta foi tão bem-sucedida que a imprensa americana passou a repercutir o Top 10 britânico. A ideia é agora oferecer um Top 10 diário. Além de um listão completo com todos os programas, o serviço também oferecerá um Top 10 de séries e outro de filmes. As listas vão aparecer nas abas respectivas de filmes e séries. E os títulos que estiverem bombando também terão uma indicação ao ranking, onde quer apareçam na Netflix. O objetivo é permitir que o usuário possa facilmente ver o que está fazendo sucesso no momento, seja navegando por gênero, por sua lista pessoal ou ao pesquisar por séries ou filmes específicos. Um detalhe curioso é que a Netflix não está chamando seu Top 10 de ranking, mas de “fileira”, provavelmente porque o exemplo apresentado para a imprensa traz os resultados enfileirados horizontalmente. Confira abaixo.
Atypical é renovada para 4ª e última temporada
A Netflix anunciou a renovação/cancelamento de “Atypical”, que vai acabar em sua 4ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo. “Estou emocionada por estarmos fazendo a 4ª temporada de Atypical. E, embora eu esteja triste por estar chegando ao final desta série, estou extremamente agradecida por ter sido capaz de contar essa história”, disse a criadora e showrunner Robia Rashid em comunicado, que acompanhou a divulgação. “Nossos fãs têm sido tão belos e vibrantes apoiadores desta série. Obrigada por serem tão abertos à voz e às histórias de Sam e às de toda a família Gardner. É minha esperança que o legado de ‘Atypical’ seja que mais vozes continuem sendo ouvidas e que, mesmo após o término desta série, continuemos contando histórias engraçadas e emocionais de pontos de vista sub-representados”, acrescentou. A trama gira em torno de um jovem autista de 18 anos, que decide se tornar mais independente da mãe superprotetora e começar a namorar. Diante do crescimento do garoto, a família inteira precisa se adaptar às mudanças, enquanto questiona o que significa ser “normal”, especialmente quando a irmã assume uma namorada. Estrelada por Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Keir Gilchrist (“Corrente do Mal”), respectivamente como mãe e filho, “Atypical” ainda inclui Michael Rapaport (série “Justifed”) como pai do garoto, Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) como sua irmã caçula andrógina e Amy Okuda (série “How to Get Away with Murder”) como a terapeuta. Os últimos 10 episódios da série criada pela roteirista Robia Rashid (que escrevia “How I Met Your Mother”) e o cineasta Seth Gordon (“Baywatch”) irão ao ar em 2021. A quarta e última temporada de @Atypical logo logo chega. Eu tô tentando não ficar ansiosa pra saber desse final 🐧🐧🐧 pic.twitter.com/uL1Dg1rKzn — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 24, 2020 Join Sam on one last expedition. Atypical will return for a fourth and final season. 🐧 pic.twitter.com/0IfN0fEIUG — Netflix US (@netflix) February 24, 2020
Filme Bacurau inspira profusão de fantasias de Carnaval
O filme “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, inspirou bastante fantasias no Carnaval de todo o Brasil, dos blocos de Recife ao paulista A Espetacular Charanga do França, onde virou quase tema. Os desfiles dos últimos dias registraram uma profusão de Lungas, o cangaceiro queer vivido pelo ator Silvero Pereira, e também de Domingas, a personagem de Sônia Braga. Lunga, porém, foi claramente a fantasia favorita, levando foliões a desfilarem com facões de plástico e avisos de que vieram “matar os fascistas”. No filme, Lunga lidera cangaceiros que defendem a cidade de Bacurau de mercenários estrangeiros que querem exterminar os moradores como se fossem alvos de caça. O diretor Kleber Mendonça Filho já tinha previsto o sucesso, ao reparar em algumas fantasias que estavam surgindo no começo do ano. “Pelo que entendi, Bacurau vai ser relançado no carnaval, mas não em forma de filme”, ele escreveu em seu Instagram. “Bacurau” conquistou reconhecimento internacional com o Prêmio do Juri no Festival de Cannes de 2019, além de vencer os festivais de Munique e Lima, entre outras premiações.
Guerra Cultural: Bruna Linzmeyer revela que muitos filmes que ia fazer foram cancelados
Em meio a conversas fúteis de Carnaval – gosta de folia?, como vai a vida amorosa? – a atriz Bruna Linzmeyer (“O Grande Circo Místico”) desabafou com a revista Quem, em plena Sapucaí, na noite de domingo (24/2), que a crise política que ameaça o cinema brasileiro é muito maior do que a imprensa tem noticiado. Enquanto via o desfile das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro, ela contou que muitos filmes que tinha concordado em estrelar não serão mais realizados, devido ao impasse criado no setor pelo governo Bolsonaro. “Muitos filmes que eu ia fazer foram cancelados, muitos trabalhadores do cinema estão sem emprego, migrando para a televisão. As pessoas estão tentando se virar, mas está bem perigoso mesmo”, ela afirmou. Um levantamento realizado no começo do mês pelo jornal O Globo apurou que entre 400 e 600 projetos audiovisuais estão atualmente paralisados no Brasil. O governo Bolsonaro não publicou nenhum edital de fomento em 2019 e a aprovação do orçamento do ano passado foi confirmada apenas em dezembro, ainda assim deixando sua liberação para 2020. Normalmente, a verba do FSA (Fundo do Setor Audiovisual) é encaminhada no começo de cada ano, não no seu final. Na prática, isto significa que Bolsonaro paralisou a liberação da verbas para o audiovisual brasileiro desde que assumiu o governo. E ainda não liberou. O dinheiro que se encontra parado não faz parte do orçamento federal para outras áreas, como Saúde, Educação, etc. Não é fruto de Imposto de Renda, mas de uma taxa de mercado, chamada Condecine, que incide exclusivamente sobre o lucro da própria atividade cultural – é paga por produtoras, emissoras e provedores de conteúdo – e vinculada à aplicação no próprio mercado. Portanto, é uma verba que não pode ser realocada. Este montante, que alimenta o FSA, serve para regular e fomentar a produção, e supera R$ 700 milhões só em 2019, valor coletado entre janeiro e dezembro de 2018 e estacionado há mais de um ano. Detalhe: mesmo tendo sentado em cima dessa fortuna, o governo não deixou de cobrar a taxa. Isso significa que uma soma equivalente ao valor de 2019 já deve ter sido levantada (entre janeiro e dezembro passados) para 2020. Graças a isso, é bastante provável que o total de recursos paralisados pelo governo, que deveriam estar fomentando o audiovisual brasileiro, esteja atualmente girando em torno de R$ 1,5 bilhão. Enquanto o governo senta nesse dinheiro, “muitos trabalhadores do cinema estão sem emprego”, como relatou Bruna Linzmeyer.
Harvey Weinstein é considerado culpado por agressão sexual e estupro
O produtor Harvey Weinstein foi considerado culpado nesta segunda (24/2) por agressão sexual e estupro, em seu julgamento em Nova York. Entretanto, o júri o absolveu de duas acusações de agressão sexual predatória, que poderiam levá-lo à prisão perpétua. Ele será sentenciado em 11 de março e pode enfrentar penas que variam de 5 a 25 anos de prisão pela condenação por agressão sexual e 18 meses a 4 anos pela condenação por estupro. As penas são somadas. O julgamento midiático durou seis semanas e os jurados levaram quatro dias para tomar uma decisão depois de ouvir seis mulheres que forneceram relatos de como Weinstein, um dos produtores mais poderosas de Hollywood durante décadas, usou seu poder e influência para coagi-las a ter encontros sexuais não consensuais com ele. O caso foi considerado por muitos como um momento crucial no movimento #MeToo. O júri condenou Weinstein por ato sexual criminoso em primeiro grau por praticar sexo oral à força em Miriam Haley, uma ex-assistente de produção, e por estupro de terceiro grau no caso da atriz Jessica Mann. Mann, cujas acusações eram centrais no caso, deu um testemunho forte sobre como Weinstein forçou sexo oral, a estuprou e a manipulou para manter um relacionamento degradante, que incluía querer filmá-la fazendo sexo e urinar nela. A promotora Joan Illuzzi-Orbon disse que Weinstein era o “mestre de seu universo”, que tratava as mulheres em sua esfera de poder como “descartáveis” que não reclamavam quando eram “pisadas, cuspidas, desmoralizadas e estuprada e abusadas” pelo outrora poderoso magnata de Hollywood. A acusação também trouxe como testemunha a atriz Annabella Sciorra (“Rainhas do Crime”), que disse sob juramento ter sido estuprada pelo ex-produtor de Hollywood no começo dos anos 1990. Como foi há mais de duas décadas, o caso prescreveu e não poderia ser julgado, mas ela se dispôs a narrar para o júri o que sofreu para demonstrar que o caso das vítimas atuais não era isolado. Seu depoimento foi corroborado pela colega Rosie Perez (“Aves de Rapina”), que confirmou aos jurados que Sciorra lhe contou na época os mesmos detalhes sobre a violência, incluindo que Weinstein havia prendido as mãos dela acima de sua cabeça enquanto a estuprava. Os advogados de Weinstein tentaram convencer os jurados de que foram as mulheres que manipularam ele para ascender profissionalmente e que seus encontros sexuais com ele eram consensuais. A equipe de defesa também tentou desmoralizar os depoimentos das vítimas, questionando as mulheres sobre suas memórias, suas escolhas de vida, suas aparências e suas escolhas de não denunciar a agressão sexual à polícia na época em que aconteceram.
Tom Hardy revela novas fotos dos bastidores de Venom 2
O ator Tom Hardy e o fotógrafo Greg Williams, responsável pelas fotos oficiais do set de “Venom 2”, compartilharam cinco imagens dos bastidores da produção da Sony no Instagram. Uma das fotos, tiradas por Hardy, é um registro do próprio fotógrafo atrás de sua câmera. As outras duas disponibilizadas pelo astro captam a roteirista Kelly Marcel (que também escreveu o primeiro “Venom”) e o diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”). Já as duas fotos de Williams são imagens de Hardy – sozinho na chuva, e numa conversa animada com Woody Harrelson, que aparece de peruca como Cletus Kasady, o serial killer que se torna o supervilão Carnificina. A continuação também destaca em seu elenco as atrizes Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), e Michelle Williams, que volta ao papel de Anne Weying, a namorada de Eddie Brock/Venom (Hardy). As filmagens estão acontecendo na cidade americana de São Francisco, na Califórnia, e a estreia está marcada para daqui a sete meses, em 2 de outubro nos EUA. Ver essa foto no Instagram Serkis and Marcel 💯🔥 V2 ♠️ Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 22 de Fev, 2020 às 7:50 PST Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 22 de Fev, 2020 às 6:38 PST Ver essa foto no Instagram Greg 💯@gregwilliamsphotography Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 22 de Fev, 2020 às 7:41 PST Ver essa foto no Instagram Tom Hardy behind the scenes last night #venom #eddiebrock @sonypictures #gregwilliams #gregwilliamsphotography #leicaq2 Uma publicação compartilhada por Greg Williams (@gregwilliamsphotography) em 22 de Fev, 2020 às 7:22 PST Ver essa foto no Instagram Tom and Woody #venom 2020 last night in San Francisco #eddiebrock @sonypictures #gregwilliams #gregwilliamsphotography #leicaq2 Uma publicação compartilhada por Greg Williams (@gregwilliamsphotography) em 22 de Fev, 2020 às 8:05 PST
Riverdale: Skeet Ulrich e Marisol Nichols deixam a série
A série “Riverdale” vai ter duas baixas importantes em seu elenco ao final da 4ª e atual temporada. Os atores Skeet Ulrich e Marisol Nichols, que interpretam, respectivamente, o xerife FP Jones, pai de Jughead (Cole Sprouse), e Hermione Lodge, mãe de Veronica (Camila Mendes), não voltarão no próximo ano da atração. Detalhes da saída de seus personagens são mantidos em segredo, mas o desfecho não demorará a ser conhecido, pois a série tem apenas mais cinco episódios até encerrar a temporada em 15 de abril. Os dois atores emitiram comunicados de despedidas e agradecimentos à produção. “Sou incrivelmente grato pelas amizades que fiz em ‘Riverdale’ e sentirei falta de ver todo mundo diariamente”, disse Ulrich. “Tenho orgulho de fazer parte de um grupo talentoso, na frente e atrás das câmeras. Mas decidi que é hora de seguir em frente para explorar outras oportunidades criativas”. “Eu me diverti muito dando vida à Hermione Lodge e trabalhando com o elenco incrível, que se tornou uma família”, disse Nichols. “Tivemos tantos momentos maravilhosos juntos durante os períodos mais alegres e os mais tristes. Nós realmente temos os melhores fãs de todos os tempos. Estou ansiosa pelo próximo capítulo e estou animada com o futuro”. O futuro de ambos são produções de cinema. Skeet Ulrich filmou a sci-fi “Bios” com Tom Hanks, que estreia em outubro, e vai estrelar o terror “The Mystery of Casa Matusita”. Ele também entrou na série “#Freerayshawn”, produção de mini-episódios da plataforma Quibi. Já Marisol Nichols poderá ser vista em “Espiral – O Legado de Jogos Mortais”, continuação da franquia “Jogos Mortais”, que chega às telas em maio. “Riverdale” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Família Winchester vai voltar a se juntar em Walker, Texas Ranger
A família Winchester vai voltar a se reunir na nova série de Jared Padalecki. O ator Mitch Pileggi, que interpretou o avô materno de Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) na 6ª temporada de “Supernatural”, entrou no elenco do reboot de “Walker, Texas Ranger”. Desta vez, Pileggi viverá o pai de Padalecki, que interpreta o personagem-título da produção. “Walker, Texas Ranger” é um nova versão da famosa série homônima dos anos 1990 estrelada por Chuck Norris – e que foi exibida no Brasil com o nome do astro original em seu título, “Chuck Norris: Homem da Lei”. Em nove temporadas (entre 1993 e 2001), a “Walker, Texas Ranger” original acompanhou o veterano Cordell Walker (Norris), um Texas Ranger que acreditava nos próprios instintos e lidava com os malfeitores à moda antiga. A nova versão trará Padalecki como o mesmo Cordell Walker, que, entretanto, não será mais tão veterano – Chuck Norris tinha 53 anos no começo da série, Padalecki está com 37. Na sinopse divulgada, Walker volta para sua cidade natal após servir na força policial de elite do Texas. Pai viúvo de dois filhos, ele chega em sua casa em Austin depois de dois anos trabalhando infiltrado em um caso de alta prioridade, e acaba descobrindo que tem muito mais o que fazer em sua comunidade. Ele tentará se reconectar com seus filhos, negociar confrontos familiares e encontrar um consenso com seu novo parceiro (uma das primeiras mulheres na história do Texas Rangers), enquanto investiga as circunstâncias que cercaram a morte de sua esposa. O remake/reboot tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake, “Being Human”), com produção executiva do próprio Padalecki e Dan Lin (“Lethal Weapon”), e está sendo desenvolvido pelo estúdio CBS. A rede The CW é uma joint venture da Warner e da CBS e sempre encomenda produções das duas empresas. Padalecki, que é texano de verdade, ainda pode ser visto nos últimos episódios de “Supernatural”, que está atualmente em hiato e retorna em 16 de março nos EUA, para se encerrar definitivamente em 18 de maio. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
Museu de Auschwitz critica Amazon por transformar Holocausto em caricatura na série Hunters
O Museu de Auschwitz criticou a Amazon neste domingo (23/2) por transformar o Holocausto em caricatura delirante na sua série “Hunters”, lançada no serviço de streaming Prime Video. O museu estatal polonês, também conhecido como Auschwitz Memorial, aproveitou ainda para reforçar reclamações contra a Amazon por vender livros de propaganda nazista. Lançado na sexta-feira, “Hunters” apresenta uma equipe de caçadores de nazistas na década de 1970 que, liderados por Al Pacino, descobrem centenas de nazistas escondidos nos Estados Unidos. Mas apesar de ter sido anunciada como sendo supostamente baseada em fatos reais, optou por criar atrocidades ficcionais nos campos de extermínio nazistas, como um jogo de xadrez humano no qual as pessoas são mortas quando uma peça é retirada. “Inventar um jogo falso de xadrez humano não é apenas uma tolice perigosa e uma caricatura. Também acolhe futuros negacionistas”, tuitou o Museu de Auschwitz, como protesto contra a série. “Honramos as vítimas preservando a precisão factual.” O Museu de Auschwitz é responsável pela preservação do campo de extermínio nazista no sul da Polônia, onde mais de 1,1 milhão de pessoas, a maioria de judeus, foram assassinados em câmaras de gás ou morreram de fome, frio e doenças. Setenta e cinco anos após a libertação do campo de extermínio nazista pelas tropas soviéticas, ativistas e líderes mundiais vem chamando atenção contra revisionismos que alimentam um crescente sentimento antissemita. A instituição polonesa também retuitou uma carta do Fundo Educacional do Holocausto para a Amazon, que pedia que os livros infantis antissemitas do nazista Julius Streicher, executado por crimes contra a humanidade, fossem removidos da plataforma. “Quando você decide lucrar com a venda de propaganda nazista antissemita, publicada sem nenhum comentário ou contexto crítico, é preciso lembrar que essas palavras levaram não apenas ao Holocausto, mas também a muitos outros crimes de ódio”, escreveu o Museu de Auschwitz no Twitter neste domingo. Em dezembro, a Amazon retirou produtos decorados com imagens de Auschwitz, incluindo decorações de Natal, depois de manifestações do Museu. Veja abaixo os vários protestos do Memorial. Auschwitz was full of horrible pain & suffering documented in the accounts of survivors. Inventing a fake game of human chess for @huntersonprime is not only dangerous foolishness & caricature. It also welcomes future deniers. We honor the victims by preserving factual accuracy. pic.twitter.com/UM2KYmA4cw — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 23, 2020 When you decide to make a profit on selling vicious antisemitic Nazi propaganda published without any critical comment or context, you need to remember that those words led not only to the #Holocaust but also many other hate crimes motivated by #antisemitism. https://t.co/qX4Gsz5h6E — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 23, 2020 The @AuschwitzMuseum demands @Amazon drop ‘Nazi propaganda’ books https://t.co/qCTetIfEGH — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 22, 2020 The @AuschwitzMuseum and @HolocaustUK calls out @amazon, @AmazonUK, @amazonDE & @JeffBezos for selling virulent antisemitic Nazi propaganda https://t.co/VjSXQGJ97U — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 21, 2020 It seems that @amazon has removed all of the "Christmas ornaments" with the images of the former Auschwitz camp. Thank you everyone for your activity and response. https://t.co/VGFnSDMWM9 — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) December 1, 2019
Sonic: O Filme lidera bilheterias da América do Norte pela segunda semana
“Sonic: O Filme” liderou as bilheterias dos EUA e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, após vencer uma disputa acirrada com “O Chamado da Floresta”. As duas produções infantis chegaram a se alternar no topo ao longo do fim de semana, mas a adaptação de videogame acabou faturando US$ 1,5 milhão a mais nas projeções deste domingo (23/2). Com os US$ 26,3 milhões dos últimos três dias, “Sonic: O Filme” superou a marca de US$ 100 milhões na América do Norte e atingiu o dobro disso no mercado mundial. “O Chamado da Floresta” ficou em 2ª lugar com US$ 24,8 milhões, somando US$ 40,2 milhões em todo o mundo. Mas esse desempenho não deve evitar mais uma “herança maldita” da Disney, numa cortesia da antiga Fox. Isto porque, na verdade, a diferença para “Sonic: O Filme” não é de US$ 1,5 milhão nas bilheterias, mas de US$ 50 milhões no orçamento de produção. O filme estrelado por Harrison Ford e um cachorro digital era uma tentativa da Fox de concorrer com a Disney nas adaptações infantis que misturam animação computadorizada e atores reais, e foi encomendado após o sucesso de “Mogli, o Menino Lobo” com um orçamento de US$ 135 milhões. Numa reviravolta do mundo dos negócios, a tentativa da Fox de parecer a Disney acabou virando Disney de verdade, com a aquisição da 20th Century Fox e sua transformação em 20th Century Studios. A trama até funciona bem no contexto das fábulas live-action do estúdio do Mickey Mouse, mas não é uma novidade como “Sonic”. Ao contrário, trata-se de uma história conhecida demais nos EUA, onde o clássico literário de Jack London (1876–1916) que a inspira faz parte do currículo escolar. Por sinal, se o lançamento não tivesse acontecido nas férias, talvez mais crianças fossem conferir o longa como lição de aula. “Aves de Rapina”, que mudou de nome para “Arlequina: Aves de Rapina”, ficou em 3º lugar com US$ 7 milhões e, após três fins de semana, somou US$ 173,7 milhões mundiais, praticamente o dobro de seu orçamento de US$ 84,5 milhões. Entretanto, a arrecadação em queda e o colapso do mercado asiático após o surto do coronavírus podem virar barreiras para a produção atingir a meta mínima de US$ 250 milhões, ponto em começa a se distanciar do prejuízo. Segundo lançamento amplo do fim de semana, “Brahms: Boneco do Mal 2” abriu em 4º lugar com US$ 5,9 milhões. Trata-se de um fiasco até mesmo para os padrões de um terror barato que custou US$ 10 milhões. Mas ainda mais baixa que a arrecadação foi a avaliação da crítica. Com apenas 8% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, “Boneco do Mal 2” foi considerado pior que “Ilha da Fantasia” (10%), “Os Órfãos” (12%) e “O Grito” (20%), confirmando que 2020 não é um bom ano para filmes de terror. A qualidade da safra é tão fraca que pode afastar de vez o público do gênero e prejudicar possíveis exceções no baixo nível atual. Confira a seguir os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana no mercado norte-americano – e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Sonic: O Filme Fim de semana: US$ 26,3M Total EUA e Canadá: US$ 106,6M Total Mundo: US$ 203,1M 2. O Chamado da Floresta Fim de semana: US$ 24,8M Total EUA e Canadá: US$ 24,8M Total Mundo: US$ 40,2M 3. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 7M Total EUA e Canadá: US$ 72,5M Total Mundo: US$ 173,7M 4. Brahms: O Boneco do Mal 2 Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA e Canadá: US$ 5,9M Total Mundo: US$ 8,1M 5. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 191,1M Total Mundo: US$ 391,1M 6. 1917 Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 151,9M Total Mundo: US$ 347,2M 7. Ilha da Fantasia Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 20,1M Total Mundo: US$ 33,7M 8. Parasita Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 48,9M Total Mundo: US$ 204,5M 9. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 310,9M Total Mundo: US$ 787,9M 10. A Fotografia Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 17,6M Total Mundo: US$ 17,6M
Quentin Tarantino vira pai de seu primeiro filho
Nasceu o primeiro filho de Quentin Tarantino. O bebê, fruto do casamento do cineasta americano de 56 anos com a cantora israelnse Daniella Pick, 36, nasceu no sábado (22/2), segundo informou um representante do diretor à imprensa. “Daniella e Quentin Tarantino estão felizes em anunciar o nascimento de seu primeiro filho. Um menino nascido em 22 de fevereiro de 2020”, disse o comunicado. De acordo com o site TMZ, a criança nasceu em Tel-Aviv, a cidade mais moderna de Israel. Tarantino e a cantora isralense Daniella Pick se conheceram lá em 2009, enquanto o diretor promovia o filme “Bastardos Inglórios”. Os dois se casaram em uma cerimônia íntima em Los Angeles, nos Estados Unidos, em novembro de 2018. Em entrevista no mês passado para a revista Rolling Stone, Tarantino revelou que se tornar pai fazia parte de seu anunciado plano de aposentadoria. “Eu acho que é hora do terceiro ato da minha vida, que consistiria em ser um novo pai, um novo marido”, disse. “Eu não iria pegar minha família e arrastar para a Alemanha ou Sri Lanka ou qualquer outro lugar. Eu posso ser mais caseiro.”











