The Mandalorian: Baby Yoda terá mais destaque na 2ª temporada e pode até ganhar série própria
Baby Yoda vai ganhar ainda mais destaque na 2ª temporada de “The Mandalorian”, que estreia em outubro. A revelação foi feita pelo CEO da Disney, Bob Iger, na terça-feira (5/2), indicando ainda a possibilidade do personagem, que virou febre nas redes sociais, estrelar sua própria série. “Ele conquistou o mundo”, causando “uma recepção sensacional”, disse Iger, durante uma teleconferência com investidores para a apresentação do balanço financeiro trimestral da Disney. “Sabemos que existem grandes expectativas para a gama de produtos Baby Yoda que serão lançados nos próximos meses”, acrescentou. Iger também garantiu que “The Mandalorian”, primeiro grande sucesso da plataforma Dysney+, terá várias temporadas, com “a possibilidade de integrar novos personagens”, que também poderão ter suas próprias séries independentes. O executivo acrescentou ainda que, sem nenhum novo filme em processo de produção, para “Star Wars”, “a prioridade são séries nos próximos anos”. Além de “The Mandalorian”, a plataforma Disney+ (Disney Plus) já tem encaminhadas um prólogo de “Rogue One” centrada em Cassian Andor, o personagem de Diego Luna, e uma série sobre Obi-Wan Kenobi, que marcará o retorno de Ewan McGregor ao papel. Durante a apresentação, o chefão da Disney também revelou que a Disney+ (Disney Plus) atingiu 28,6 milhões de assinantes, em menos de três meses desde seu lançamento.
The Walking Dead: Volta da série ganha coleção de pôsteres e novos comerciais
O canal pago americano AMC divulgou quatro pôsteres de personagens e dois novos comerciais do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. As prévias mostram o avanço da horda numerosa de zumbis comandada por Alpha (Samantha Morton), que cercam e atacam Alexandria no vídeo mais longo. Intitulado “Squeaze”, o capítulo que abre a segunda metade da 10ª temporada será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Brooklyn Nine-Nine: Trailer da 7ª temporada homenageia Esquadrão Classe A
A rede NBC divulgou um novo trailer da 7ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que repete a estética retrô da primeira prévia. Desta vez, o vídeo mostra Jake Peralta (Andy Samberg) e seus colegas numa montagem que homenageia a série clássica “Esquadrão Classe A” (The A Team), grande sucesso televisivo dos anos 1980. Compare abaixo o trailer da comédia policial com a abertura de série de ação estrelada por George Peppard e Mr. T. Os novos episódios estreiam nesta quinta (6/2) na TV americana e a atração já se encontra renovada para sua 8ª temporada. No Brasil, a série é transmitida pelo canal TNT Series.
Aubrey Plaza e Bill Murray parodiam O Farol em comercial dos Independent Spirit Awards
O Film Independent Spirit Awards 2020 divulgou um teaser de sua premiação, que traz Bill Murray (“Encontros e Desencontros”) e Aubrey Plaza (“Legion”) em uma paródia de “O Farol”. A atriz é a apresentadora oficial da cerimônia, que será realizada no sábado (8/2) em Santa Monica, nos EUA, um dia antes do Oscar. A premiação, criada em 1985, celebra anualmente os melhores filmes independentes dos EUA. Mas nunca antes sua seleção esteve tão diferente da relação dos indicados ao Oscar quanto em 2020. Se no passado recente os vencedores do Spirit e do Oscar chegavam até a coincidir (“O Artista”, “12 Anos de Escravidão”, “Birdman”, “Spotlight” e “Moonlight”), neste ano apenas um longa indicado à Melhor Filme independente foi selecionado para os troféus da Academia. Os candidatos ao troféu principal são “A Hidden Life”, “Clemency”, “A Despedida” (The Farewell), “História de um Casamento” e “Joias Brutas” (Unuct Gems). Outros filmes com destaque na premiação são “O Farol”, “Honey Boy”, “As Golpistas”, “The Mustang”, “Luce” e “Judy”. Além disso, o brasileiro “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, concorre como Melhor Filme Internacional. Veja aqui a lista completa dos indicados.
Castlevania: 3ª temporada ganha pôster e data de estreia
A Netflix divulgou um pôster e a data de estreia da 3ª temporada do anime “Castlevania”, baseado na franquia clássica de games. Pelo Twitter, a plataforma informou que a série retorna em 5 de março. Não foram divulgados maiores detalhes sobre os novos episódios, apenas que terão “mais mistério, mortes, tumulto e vampiros do que nunca”. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série animada segue a trama dos games, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Na 2ª temporada ele contou com apoio do filho do vampiro, mas enfrentou um exército de criaturas das trevas sedentas. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, Graham McTavish (também de “O Hobbit”) como Drácula, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. O terceiro ano da adaptação da clássica franquia de videogames da Konami contará com 10 episódios. .@Castlevania is back on March 5th, and there’s more mystery, murder, mayhem, and vampires than ever. #Castlevania pic.twitter.com/9se4mRR2K8 — NX (@NXOnNetflix) February 4, 2020
Altered Carbon: Teaser da 2ª temporada destaca Anthony Mackie como novo protagonista
A Netflix divulgou um novo teaser legendado da 2ª temporada de “Altered Carbon”, destacando a participação de Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) como protagonista. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”), Takeshi Kovacks será agora interpretado por Mackie. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “The Good Doctor”) em flashbacks da temporada inaugural. E os três intérpretes aparecem na prévia, refletidos num pedaço de espelho quebrado. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão continuar a interpretar seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Will Yun Lee também voltará a fazer participações especiai na trama. Além de Mackie, as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). A 2ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de fevereiro.
Anatel revela que TV paga brasileira perdeu quase 2 milhões de assinantes em 2019
Relatório divulgado no fim da tarde de terça-feira (4/2) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) revelou que a TV por assinatura brasileira perdeu 1,7 milhão de assinantes em 2019, fando o ano passado com 15,7 milhões de clientes em todo o Brasil. Em 2018, eram 17,3 milhões. A queda de 9,7% atingiu todas as quatro maiores operadoras do Brasil. Até a Claro/Net, líder no setor, fechou pela primeira vez na história com menos de 50% do mercado. Em 2019, a operadora recuou para 49,2%. Já a Sky continua em segundo lugar, com 29,7% do número de assinantes, seguida pela Oi, com 9,6%, e a Vivo com 8,4% dos assinantes do Brasil. Operadoras regionais e de cunho religioso complementam 3,4% do total. Desde que a Anatel começou a registrar quedas de assinantes da TV paga no Brasil em 2015, o encolhimento do setor em 2019 foi o maior registrado pelo órgão. E tendência deve aumentar, com a chegada de novas ofertas de serviços de streaming. A diferença de preços entre a TV por assinatura e as plataformas digitais é gritante, e muitos usuários estão mudando o modo como assistem suas programações favoritas. Mas também chama atenção o avanço da pirataria. Estima-se que 7 milhões de pessoas tenham acesso a TV por assinatura através de sinal pirata. Entretanto, não se trata de iniciativas pulverizadas. O crescimento da oferta ilegal se concentra no Rio de Janeiro, em áreas sob o controle de milícias.
Imprensa mundial repercute ataque do governo à Petra Costa e ela responde: “Não podemos ficar calados”
O ataque oficial do governo Bolsonaro a uma cidadã brasileira, a cineasta Petra Costa, repercutiu no mundo inteiro. A notícia foi distribuída pela agência AP a jornais tão diferentes quanto o New York Times e publicações da Ásia. Outras grifes da imprensa buscaram refletir por conta própria o que foi considerado “extraordinário” – isto é, foram do comum. “A maioria dos governos celebram quando seus cidadão são indicados para o Oscar, mas não no Brasil de Jair Bolsonaro”, escreveu o jornal inglês The Guardian, que citou a forma como o documentário “Democracia em Vertigem” e sua diretora estão sendo agredidos verbalmente por representantes do Estado brasileiro. Ao retuitar a reportagem sobre as ofensas que recebeu, a diretora se manifestou sobre o ataque. “O governo brasileiro usou sua conta oficial da Secretária de Comunicação nas mídias sociais para me atacar, chamando-me de anti-patriota. Este é mais um passo em direção ao autoritarismo, em relação ao qual não podemos permanecer calados”, ela escreveu, em inglês, falando ao mundo. A repercussão levou o Washington Post a contatá-la, dando espaço para que ela apontasse que o ataque contra ela foi também um ataque contra a liberdade de expressão. “Quando eles me chamam de ‘militante anti-Brasil’, como fazem com muitos que não concordam com eles, estão tentando censurar críticas e pensamentos divergentes, o que é garantido por nosso direito fundamental à liberdade de expressão”, Petra disse ao jornal americano. Diretora de “Democracia em Vertigem”, que disputa o Oscar de Melhor Documentário, Petra vem dando uma série de entrevistas para a imprensa americana, conforme a data da premiação se aproxima. E uma delas causou a ira do clã Bolsonaro. Um dos filhosdo presidente chegou a chamá-la de “canalha” e a comparou a um criminoso. Eduardo Bolsonaro, que queria ser embaixador do Brasil nos EUA, costuma usar essa truculência para consumo interno de seus seguidores, mas ao atacar Petra, no momento de maior visibilidade da cineasta, acabou jogando o comportamento agressivo de sua família nos holofotes da mídia internacional. Mas o que realmente motivou interesse mundial foi o fato de a Secom (Secretaria de Comunicação do governo) usar seus canais oficiais para perseguir a diretora, acusando-a de “denegrir uma nação” durante a entrevista “polêmica” ao canal americano PBS. Num série de posts publicados em inglês e português no Twitter, a Secom sustentou que a cineasta “assumiu o papel de militante anti-Brasil e está difamando a imagem do País no exterior”, “sem respeito por sua Pátria e seu povo”. O motivo? Ela denunciou justamente o perfil autoritário do governo, auto-exemplificado pela Secom. O responsável pela secretaria, Fabio Wajngarten, investigado por suspeita de corrupção (peculato e outros crimes) pela Polícia Federal, ainda foi ao Twitter defender o tom gravíssimo do ataque. “Um dos deveres da comunicação do governo é informar os fatos, sobretudo quando informações falsas são espalhadas no Brasil e no exterior. Porém, o que muitos querem, de fato, é denegrir o país sem direito a réplica por parte dos brasileiros. Isso sim é censura”, disse, repetindo a expressão “denegrir”, politicamente incorreta. Vale pausar para tentar entender o raciocínio: dar entrevistas contra o governo, fazendo uso da liberdade de expressão, “isso sim é censura”. Em seu clássico distópico “1984”, George Orwell batizou o ato de usar contradições evidentes em manifestações oficiais de “duplipensar”. A frase de Wajngarten é um dos melhores exemplos do significado desse uso político da boa e velha hipocrisia. Ouvidos pelos jornais Folha de S. Paulo e O Globo, diversos juristas consideraram o uso da Secom para atacar uma cidadã brasileira como anticonstitucional, pois fere o princípio da impessoalidade. Em outras palavras, Eduardo Bolsonaro pode chamar Petra Costa de “canalha” – e talvez responder por isso num processo por calúnia e difamação. Mas o Estado não pode perseguir nenhum cidadão, especialmente se esta pessoa não cometeu crime algum. À Folha, a advogada Mônica Sapucaia Machado, professora da Escola de Direito do Brasil, disse que os posts atropelam o artigo 37 da Constituição, que alerta para a forma de comunicação permitida ao governo, com termos como “impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, e determina ainda que a publicidade dos governos terá caráter educativo, informativo ou de orientação social”. Para Machado, a Secom se comportou “como um instrumento de opinião sobre determinada obra cultural” num país onde “a liberdade de expressão é um pilar constitucional”. Por conta da polêmica, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) já protocolou no Ministério Público Federal uma representação contra Fabio Wajngarten, que vai se acumular a seu processo criminal. “Esta importante secretaria do Poder Executivo Federal, em sua conta oficial do Twitter (@secomvc), de forma inacreditável, passou a atacar de forma pessoalizada e nada republicana a cineasta Petra Costa”, diz o texto encaminhado à Procuradoria pela equipe da deputada. Importante salientar que no exterior ninguém sabe quem é o subalterno de Bolsonaro responsável pela Secom. As reportagens internacionais simplesmente ignoram qualquer distinção entre a figura do secretário e a cabeça do governo. Todos são Bolsonaro. Como Bolsonaro costuma dizer que a imprensa brasileira tem “má vontade” contra seu governo, ele já deve saber como proceder. Após um órgão da presidência atacar a liberdade de expressão de uma artista brasileira em plenos Estados Unidos, país que considera a liberdade de expressão sagrada, ele só vai precisar estender a denúncia de “má vontade” à cobertura de toda a imprensa internacional. “Democracia em Vertigem” não era favorito ao Oscar de Melhor Documentário, mas a divulgação de última hora do governo Bolsonaro pode ter mudado a intensão de voto. A votação se encerrou nesta terça (4/2) e o resultado será conhecido no domingo (9/2), com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT. The Brazilian government used its Secretary of Communication official account on social media to attack me calling me an anti-patriot. This is yet another step towards authoritarianism, in face of which we should not remain silent #TheEdgeofDemocracy https://t.co/4rJ9VmRNsy — Petra Costa (@petracostal) February 4, 2020
Making of revela como Carrie Fisher foi inserida em Star Wars: A Ascensão Skywalker
A Industrial Light & Magic, empresa de efeitos visuais da Lucasfilm, divulgou um “making of” dos efeitos digitais de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. O vídeo revela vários segredos das filmagens, além de alguns estudos visuais. O mais interessante está logo no começo. O vídeo revela como imagens antigas de Carrie Fisher, falecida em dezembro de 2016, foram tratadas para que ela pudesse ser inserida no novo filme. Um dos trechos mostra que os cabelos e as roupas da atriz foram recriados digitalmente para acompanhar as novas cenas da produção. O vídeo também revela o uso de uma montagem similar para as cenas de flashback, que mostraram Luke Skywalker (Mark Hamill) e Leia (Fisher) treinando lutas com sabre de luz. A ILM capturou imagens dos atores em “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi” para recriar seus rostos em computador. Fisher teria desempenhado um papel maior em “A Ascensão Skywalker”, mas os planos foram alterados quando a atriz morreu repentinamente durante uma viagem de avião, logo depois de terminar seu trabalho em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. “A Ascensão Skywalker” disputa a categoria de Melhores Efeitos Visuais no Oscar 2020, que acontece no domingo (9/2), em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.
Eduardo e Mônica ganha pôster e nova data de estreia
A Gávea Filmes divulgou o pôster e uma nova data de estreia de “Eduardo e Mônica”, romance estrelado por Alice Braga (“A Rainha do Sul”) e inspirado na famosa música da banda Legião Urbana. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. Alice Braga vive a Mônica e Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) é o Eduardo do filme, casal com diferença cultural gritante, que também pertence a gerações diferentes. “O filme é uma delicada história de amor que fala, entre outras coisas, sobre como é possível amar e respeitar quem pensa muito diferente de você”, define o diretor René Sampaio, que é “especialista” em Legião Urbana. Sampaio já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante do novo filme inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica”, que tinha previsão de estreia para abril, será lançado nos cinemas em 11 de junho.
Ray Donovan: Cancelamento na 7ª temporada deixa série sem fim
O canal pago americano Showtime decidiu cancelar a série “Ray Donovan” no final da sua 7ª temporada. “Após sete temporadas incríveis, ‘Ray Donovan’ concluiu sua exibição no Showtime”, disse o canal em um comunicado divulgado nesta terça-feira (4/20. “Estamos orgulhosos de que a série tenha terminado em meio a uma audiência tão forte e com uma nota tão poderosa. Nossos agradecimentos mais profundos aos atores Liev Schreiber, Jon Voight, ao showrunner David Hollander e todo o elenco e equipe, do passado e do presente, por seu trabalho dedicado”. O cancelamento significa que a série ficou sem final. O último episódio, exibido em 19 de janeiro, acabou num cliffhanger e deixou o destino de vários personagens em aberto. Por conta disso, centenas de fãs já estão protestando contra o canal nas redes sociais. “Foi um grande f***-se para os fãs”, resumiu no Twitter Steven Weintraub, editor do Collider, sobre a decisão. Liev Schreiber, que interpreta o personagem-título, e Eddie Marsan, seu irmão mais velho na série, já demonstravam desconfiar desse destino ao convocarem os fãs, ao final da temporada, a pressionarem por um final junto à Showtime. “A história não foi completada, a última página não foi escrita. Se vocês querem outra temporada de ‘Ray Donovan’, deixem a Showtime saber. O que quer que aconteça, foi uma honra participar da série”, escreveu Marzan em 22 de janeiro. “A verdade é que a decisão está nas mãos do canal”, ponderou Schreiber, mais pessimista, na mesma ocasião. O cancelamento de “Ray Donovan” se junta ao recente final de “The Affair” e às despedidas de “Homeland” e “Shameless”, que terão desfechos apropriados ao longo de 2020. O fato é que estas “aposentadorias” decretam o fim de uma era no canal pago americano. Graças aos cortes, “Billions”, que vai para a 5ª temporada, tornou-se a atração mais longeva ainda em exibição no Showtime. E não há notícias de encomenda de novos hits, à exceção do spin-off de “Penny Dreadful”, para substituir as grandes perdas citadas.
Sonic se revela fã de Velozes e Furiosos em cena legendada do filme
A Paramount Pictures divulgou novos pôsteres e uma cena inédita legendada de “Sonic: O Filme”, na qual o ouriço azul e seu aliado Tom (James Marsden) enfrentam um dos robôs do vilão Dr. Eggman/Robotnik (Jim Carrey). A prévia é uma cena de perseguição na estrada e inclui uma divertida referência a “Velozes e Furiosos”, em que Sonic diz se sentir como Vin Diesel atrás do volante. E, como fã assumido, ainda cita uma frase de Toretto (Diesel) no filme. Segundo a sinopse, um policial da cidade de Green Hills (James Marsden) ajudará o Sonic (voz original de Ben Schwartz) a fugir das autoridades que estão atrás dele. O filme marca a estreia de Jeff Fowler como diretor de longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004), e conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. A estreia está marcada para 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. A estreia no Brasil está marcada para 13 de fevereiro de 2020.
Chris Pratt vai voltar a estrelar uma série
Cinco anos depois de sair da sitcom “Parks and Recreation” para um bem-sucedida carreira no cinema, Chris Pratt vai voltar para o universo das séries. O astro da franquia “Guardiões da Galáxia” vai estrelar e produzir o thriller “The Terminal List”, nova série criada por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), que tem sua história baseada no livro de mesmo nome de Jack Carr. Na trama, Pratt vai interpretar Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas, e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. O projeto ainda marca um reencontro entre Pratt e o diretor Antoine Fuqua, após trabalharem juntos em “Sete Homens e um Destino” (2016). Fuqua é coprodutor da série e vai assinar a direção do episódio piloto. A dupla se juntou à produtora MRC Television para oferecer a série ao mercado, visando o lançamento de várias temporadas. Por conta disso, ainda não há canal ou plataforma atrelados ao projeto, muito menos previsão de estreia.












