HBO renova série de comédia espacial Avenue 5
A HBO renovou a comédia espacial “Avenue 5”, estrelada por Hugh Laurie (“House”), para sua 2ª temporada pela HBO. O anúncio foi feito pelo próprio ator em seu perfil no Twitter e confirmada pela emissora num comentário à postagem. A renovação aconteceu após a exibição de apenas quatro episódios da série, que estreou no dia 19 de janeiro. Na trama concebida por Armando Iannucci, o criador de “Veep”, Laurie vive o capitão de uma nave espacial luxuosa de turismo, que passa por diversas dificuldades técnicas, enquanto os responsáveis por enfrentar a situação demonstram sua incompetência. A atração marca uma nova parceria entre Laurie e o produtor. O ator teve participação recorrente em “Veep”, aparecendo em 15 episódios entre a 4ª e a 6ª temporada da série. Além disso, também está no novo filme de Iannucci, “The Personal History of David Copperfield”, que lhe rendeu o troféu de Melhor Ator Coadjuvante na recente premiação do BIFA (British Independent Film Awards). O elenco ainda inclui Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Zach Woods (“Silicon Valley”), Nikki Amuka-Bird (“Hard Sun”), Rebecca Front (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Lenora Crichlow (“Deception”), Suzy Nakamura (“Dr. Ken”), Himesh Patel (“Yesterday”) e Ethan Phillips (“12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição”). OF COURSE IT HAS 👏👏👏 — HBO (@HBO_UK) February 13, 2020
Miguel Falabella diz que é “uma vergonha” ministro da Economia ser comparado a Caco Antibes
Uma fala do ministro da Economia Paulo Guedes viralizou nas redes sociais e fez com que ele fosse comparado a Caco Antibes, personagem arrogante e esnobe que odiava pobres na sitcom “Sai de Baixo”. O intérprete do personagem, Miguel Falabella, acabou comentando a comparação. Para o ator, roteirista e diretor é “lamentável” que uma declaração de um ministro faça lembrar o marido de Magda, famoso por dizer que “tem horror a pobre”. “Caco Antibes é um personagem psicótico da ficção, que representa o que há de pior na elite brasileira. Ser comparado a ele deveria ser uma vergonha pro ministro. Uma vergonha”, afirmou Falabella ao jornal carioca Extra. O assunto tomou as redes sociais após o ministro da Economia defender na quarta-feira (12/2), em um evento em Brasília, que o dólar alto era bom para o país. Durante sua argumentação, ele afirmou que antes, com a moeda baixa, era uma “festa danada” e que até empregadas domésticas estavam visitando a Disney. “Todo mundo indo para a Disneylândia, empregada doméstica indo para Disneylândia, uma festa danada. Pera aí. Vai passear ali em Foz do Iguaçu, vai passear ali no Nordeste, está cheio de praia bonita. Vai para Cachoeiro do Itapemirim, vai conhecer onde o Roberto Carlos nasceu, vai passear no Brasil, vai conhecer o Brasil. Está cheio de coisa bonita para ver”, disse. A frase de Guedes disputa lugar entre as piores do ministro, que já disse que a mulher do presidente francês Emmanuel Macron “é feia mesmo”, que a culpa da destruição do meio ambiente é dos pobres e chamou os funcionários públicos de “parasitas” do orçamento nacional. Todas caberiam na boca do personagem de Miguel Falabella.
Disney contrata roteiristas para dar início à continuação de Aladdin
A Disney deu início ao projeto de filmar a continuação do blockbuster “Aladdin”. Segundo a revista Variety, o estúdio contratou John Gatins (“Power Rangers”) e Andrea Berloff (“Rainhas do Crime”) para desenvolver o roteiro da sequência. Os dois já foram indicados ao Oscar – ele por “O Vôo”, ela por “Straight Outta Compton”. O elenco do primeiro filme, encabeçado por Will Smith, Mena Massoud e Naomi Scott, deve voltar na continuação, respectivamente como Gênio, Aladdin e Jasmine, mas as negociações só vão começar após os produtores aprovarem o roteiro. Por enquanto, também não há nada definido a respeito do retorno do diretor Guy Ritchie. O estúdio planeja a sequência desde agosto do ano passado, quando o filme ultrapassou a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. A continuação será um lançamento de cinema, não um título da Disney+ (Disney Plus). A ressalva é importante, porque o longa animado original teve duas sequências lançadas diretamente em vídeo. A nova produção também não será baseada nas histórias desses produtos, mas numa ideia inédita, que por enquanto não está sendo detalhada. Ainda de acordo com as fontes da Variety, os produtores passaram seis meses discutindo ideias e se encontrando com roteiristas, até optarem pela premissa proposta por Gatins e Berloff. A produção ainda não tem previsão de estreia.
Natalie Portman responde ataque de Rose McGwan
A atriz Natalie Portman respondeu o ataque de Rose McGowan, que a chamou de “fraude” por desfilar no tapete vermelho do Oscar com uma capa da Dior, onde era possível ver os nomes das diretoras que fizeram trabalhos de destaque neste ano, mas não foram lembradas na categoria de Melhor Direção nos prêmios da Academia. Apenas homens receberam indicações ao prêmio, vencido pelo sul-coreano Bong Joon Ho. McGowan foi ao Facebook reclamar da aparição da atriz, dizendo que o protesto era, em sua opinião, “profundamente ofensivo”. Ela escreveu: “[É] O tipo de protesto que recebe elogios da grande mídia por sua bravura. Corajoso? Não, nem de longe. Mais como uma atriz representando o papel de alguém que se importa, como muitas fazem”. Ela ainda sugeriu que a vencedora do Oscar por “Cisne Negro” “pendure seu casaco de ativista”, apontando que Portman trabalhou com poucas mulheres cineastas na carreira, além de ter uma produtora que já realizou seis filmes, dos quais apenas um foi dirigido por mulher – por sinal, a própria Portman. “O que há com atrizes do seu tipo? Vocês do primeiro escalão podem mudar o mundo caso se posicionem, em vez de ser o problema”, escreveu McGowan. “Sim, você, Natalie. Você é o problema. O apoio falso a outras mulheres é o problema.”. Na noite de quarta (12/1), Portman respondeu à provocação num comunicado. “Eu concordo com McGowan que é impreciso me chamar de ‘corajosa’ por usar uma roupa com nomes femininos. Bravo é um termo que eu associo mais fortemente a ações como as das mulheres que testemunharam contra Harvey Weinstein nas últimas semanas, sob incrível pressão”. A citação a Weinsten não é casual, porque apesar de se apresentar como líder do movimento #MeToo, McGowan não foi testemunha da acusação contra Weinstein no atual julgamento do ex-produtor por abuso sexual em Nova York. Na verdade, ela nem quis ser entrevistada na reportagem pioneira do New York Times que precipitou o #MeToo e derrubou o poderoso magnata de Hollywood, embora tivesse sido citada e procurada pelas repórteres. Isto porque teria recebido dinheiro para ficar quieta. Já Ashley Judd foi corajosa e deu voz à denúncia, dando início a um movimento. Depois que várias outras atrizes acusaram Weinstein, McGowan trocou a fuga do assunto pelo tom de ativista nas redes sociais, faturando com o lançamento um livro sobre sua suposta coragem. Portman ainda acrescentou: “Nos últimos anos, surgiram oportunidades na direção (de filmes) para as mulheres, devido aos esforços coletivos de muitas pessoas que estão desafiando o sistema. O presente tem sido esses filmes incríveis. Espero que o que foi concebido como um simples aceno para elas não desvie suas grandes realizações”, disse. “É verdade que só fiz alguns filmes com mulheres. Em minha longa carreira, só tive a chance de trabalhar com diretoras algumas vezes – fiz curtas, comerciais, videoclipes e longas-metragens com Marya Cohen, Mira Nair, Rebecca Zlotowski, Anna Rose Holmer, Sofia Coppola, Shirin Neshat e eu mesma. Infelizmente, os filmes não feitos que tentei fazer são como uma história de fantasmas”. Natalie Portman realmente teve vários projetos com direção feminina abortados. Entre eles, um “Thor” dirigido por Patty Jenkins. A atriz jogou sua influência na contratação da futura cineasta de “Mulher-Maravilha”, mas conflitos artísticos no começo da produção de “Thor: O Mundo Sombrio” (2013) fizeram a cineasta ser substituída por Alan Taylor. Portman chegou a ameaçar se demitir, mas precisou cumprir o contrato que assinou quando Jenkins entrou no filme. Outro projeto que deu errado foi o western feminista “Em Busca da Justiça” (2015), que seria originalmente dirigido por Lynne Ramsay. Logo na primeira semana de filmagem, a cineasta inglesa surtou e foi demitida, interrompendo a produção até que um substituto fosse contratado – Gavin O’Connor realizou o filme em situação de emergência – , dando grande prejuízo para a própria Portman, que empenhou seu dinheiro como produtora. Sem contar a história dos fantasmas que assombraram sua carreira, Portman continuou: “Como Stacy Smith da USC bem documentou, os filmes femininos têm sido incrivelmente difíceis de serem feitos nos estúdios ou de serem financiados de forma independente. Se esses filmes são feitos, as mulheres enfrentam enormes desafios durante a realização deles. Eu tive a experiência algumas vezes de ajudar as mulheres a serem contratadas em projetos dos quais elas foram forçadas a sair por causa das condições que enfrentavam no trabalho”, relembrou. “Depois de feitos, os filmes dirigidos por mulheres enfrentam dificuldades para entrar em festivais, obter distribuição e receber elogios por causa de obstáculos de todos os níveis. Então, eu quero dizer, eu tentei e continuarei tentando. Embora eu ainda não tenha tido sucesso, espero que estejamos entrando em um novo dia”, finalizou. A polêmica com Portman é apenas a última de uma série de ataques de McGowan contra colegas da indústria cinematográfica. Em 2018, ela também atacou a iniciativa Time’s Up, criada por um grupo de personalidades femininas para apoiar vítimas de abuso e lutar por maiores oportunidades e igualdade salarial para as mulheres. O motivo, aparentemente, foi o fato de não ter sido convidada a fazer parte de sua liderança. A atriz reclamou especificamente de não ter chamada para os “almoços e eventos” do grupo. “Honestamente, eu nem quero ir. É tudo a m**** de uma mentira. É uma mentira que faz com que elas se sintam melhor”, disse, em entrevista à revista dominical do jornal britânico The Times. “Elas não são campeãs, são perdedoras. Eu não gosto delas. Como você explica o fato de que ganhei um prêmio de ‘homem do ano’ da GQ, mas nenhum grupo de mulheres ou revista de mulheres me apoiou?”. Ela também caluniou e levou Asia Argento a ser demitida de um programa da TV italiana, posteriormente retratando-se com um pedido de desculpas por espalhar “um número de fatos incorretos”, e é acusado pela família de sua ex-empresária, Jill Missick, de tê-la levado ao suicídio. Missick admitiu, em email usado pela defesa de Weinstein, que McGowan teria lhe dito que seu relacionamento com o produtor tinha sido “consensual”. McGowan reagiu como costuma reagir e sua ex-empresária, que sofria de depressão, matou-se em fevereiro de 2018.
Estreias de Sonic: O Filme e O Grito são bons motivos para ir ao cinema… (re)ver Parasita
Sem empolgar, a programação de estreias desta quinta (13/2) serve de desculpa para rever ou – para quem ainda não viu – conhecer “Parasita”, que vai dobrar sua ocupação de salas após vencer o Oscar no domingo passado (9/2). Quando estreou no território nacional, em novembro passado, o filme de Bong Joon Ho recebeu distribuição limitada em apenas 60 salas, mas, graças ao boca-a-boca e conquista ininterrupta de prêmios, já tinha atingido 137 salas no fim de semana passado. A partir de agora, a oferta aumenta para 248 salas em todo o país. A distribuição ampla torna “Parasita” a melhor alternativa aos lançamentos dos cinemas de shopping center, que recebem a produção infantil “Sonic: O Filme” e o terror “O Grito”. “Sonic: O Filme” teve um desenvolvimento conturbado, precisando refazer seus efeitos após o visual humanizado do personagem-título, um ícone dos videogames, ter sido amplamente rejeitado pelo público. Infelizmente, não deu para refazer o filme inteiro, cujas críticas estão sendo escondidas dos espectadores. Apesar de estrear na sexta nos EUA, as primeiras análises foram derrubadas na internet por intervenção do estúdio Paramount. Fato: o Google indexou várias resenhas, inclusive nacionais, que levam a páginas com erro 404. A maioria tinha teor negativo. Por outro lado, exaltações de comentaristas obscuros estão liberadas no Twitter. Ao esconder as críticas profissionais, o estúdio aposta na curiosidade dos fãs do game para fazer a maior bilheteria de abertura possível, antes da constatação de sua qualidade. Fica a dica. “O Grito”, por outro lado, já é constatadamente ruim. Como o filme estreou em janeiro na América do Norte, a péssima recepção já se encontra disseminada. Não apenas entre a crítica, que lhe deu só 21% de aprovação (podre) no Rotten Tomatoes, mas também entre o público, com direito à pior nota CinemaScore possível, F, votada pelos espectadores na saída das sessões de cinema dos EUA. No circuito limitado, o título que ocupa mais telas é “O Preço da Verdade”, um drama jurídico ao estilo de “Conduta de Risco” (2007), em que Mark Ruffalo (o Hulk) vive um advogado de grandes corporações. Inspirado em história real, o longa mostra como ele sofre uma crise de consciência ao perceber que um de seus maiores clientes está poluindo sua cidadezinha natal, matando o gado e envenenando a população – inclusive sua família. É quando decide usar tudo o que sabe sobre litígio empresarial para enfrentar seus colegas de trabalho e (ex)patrão. Com 89% no Rotten Tomatoes, o drama tem direção do premiado Todd Haynes (“Carol”) e ainda traz no elenco Anne Hathaway (“As Trapaceiras”). Já a distinção de melhor lançamento inédito do fim de semana cabe ao elogiadíssimo “Antologia da Cidade Fantasma”, considerado o ponto alto da carreira do canadense Denis Côté (“Vic+Flo Viram um Urso”). Apesar da premissa de terror sobrenatural, a história é apresentada como um drama. Numa cidadezinha em que nada acontece, um acidente de carro fatal inicia um ciclo de perturbações. Pessoas estranhas começam a aparecer ao redor da cidade, observando os moradores à distância, em cada vez maior número, e o tempo parece não passar como deveria. Altamente atmosférico, conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. A programação se completa com “Dilili em Paris”, mais recente animação de Michel Ancelot, premiada no César de 2019 – mas sem a qualidade de “Kiriku e a Feiticeira” (1999) e “Príncipes e Princesas” (2000) – , o drama sérvio “Cicatizes”, em que mãe justiceira enfrenta complô de rapto de bebês, e o documentário musical “Inaudito”, dedicado à carreira do guitarrista Lenny Gordin, cujos acordes eletrificaram a Tropicália. Confira abaixo os detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. Sonic: O Filme | EUA | Infantil Sonic tenta se adaptar à sua nova vida na Terra com seu recém-descoberto melhor amigo humano Tom Wachowski, e os dois unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik capture Sonic e use seus poderes para dominar o mundo. O Grito | EUA | Terror Em uma casa, uma maldição nasce após uma pessoa morrer em um momento de terrível terror e tristeza. Voraz, a entidade maligna não perdoa ninguém, fazendo vítima atrás de vítima e passando a maldição adiante. O Preço da Verdade | EUA | Drama Robert Bilott (Mark Ruffalo) é um advogado de defesa corporativo que ganhou prestígio trabalhando em casos de grandes empresas de químicos. Quando fazendeiros de sua cidade chamam sua atenção para mortes que podem estar ligadas a lixo tóxico de uma grande corporação, ele embarca em uma luta pela verdade, em um processo judicial que dura anos e põe em risco sua carreira, sua família e seu futuro em geral. Antologia da Cidade Fantasma | Canadá | Drama Em uma pequena e distante cidade do interior do Canadá, um homem morre em um acidente de carro sob circunstâncias misteriosas. Enquanto os poucos habitantes do local permanecem relutantes em debater as possíveis causas da tragédia, a família do falecido e o prefeito Smallwood começam a perceber estranhos e atípicos eventos que mudam suas concepções de realidade. Dilili em Paris | França | Animação Com a ajuda do seu amigo, um entregador, Dilili, uma jovem Kanak, investiga uma série de sequestros misteriosos a jovens garotas que está assolando a Paris da Belle Epoque. Encontrando uma série de personagens misteriosos, cada um deles com pistas que vão ajudar na sua busca. Cicatrizes | Sérvia | Drama Há 20 anos, Ana sofre de uma dor implacável. Ela passou todo esse tempo convicta de que seu filho, alegado natimorto pelo hospital, na realidade teria sido vendido para um esquema de adoção ilegal que vigora até os dias atuais na Sérvia. Com uma nova pista e o relato de outras dezenas de mulheres que acreditam ter passado pela mesma situação, Ana vê motivos para recuperar as esperanças. Inaudito | Brasil | Documentário Nascido na China, Lanny Gordin fez carreira como músico no Brasil durante as décadas de 1960 e 1970. Neste período, trabalhou em discos e shows de Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Jards Macalé e outros ícones da música popular brasileira. O ostracismo veio no final da década de 1970, associado ao desenvolvimento de esquizofrenia. Aos 65 anos, Lanny relata sua chegada ao país e revela seus pensamentos sobre a vida e, especialmente, sua relação com a música.
Godfather of Harlem é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano Epix renovou “Godfather of Harlem” para sua 2ª temporada. A serie criminal de época é uma criação de Chris Brancato e Paul Eckstein (que também criaram “Narcos”) e estrelada por Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A produção é inspirada na vida real do chefão do crime Bumpy Johnson, papel de Whitaker, e retrata uma colisão do movimento dos direitos civis dos anos 1960 com o submundo do crime. A trama se passa no início da década de 1960 e acompanha o protagonista, um gângster negro, após cumprir dez anos de prisão e reencontrar o Harlem, que ele comandou, controlado pela máfia italiana. Disposto a retomar a influência sobre a região nova-iorquina, ele decide se aliar ao ativista radical Malcolm X, pegando carona nos discursos de agitação social para iniciar uma guerra pelo tráfico de drogas, que ameaça destruir a cidade. Vale reparar que o intérprete de Malcolm X, Nigel Thatch, já interpretou o famoso ativista no filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” (2014). O elenco grandioso ainda incluiu Vincent D’Onofrio (o Chefão do Crime de “Demolidor”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Ilfenesh Hadera (“Billions”), Paul Sorvino (“Os Bons Companheiros”), Chazz Palminteri (“Lendas do Crime”), Lucy Fry (“11.22.63”), Kelvin Harrison Jr. (“StartUp”) e Kathrine Narducci (“Power”). Além de estrelar, Whitaker também é um dos produtores da atração, ao lado de Brancato e Eckstein. A série teve 10 episódios na 1ª temporada, que estreou em 29 de setembro, alcançando 91% de aprovação da crítica, na média registrada pelo site Rotten Tomatoes.
The Iron Mask: Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger brigam em trailer de fantasia russa
A Signature Entertainment divulgou o trailer americano de “The Iron Mask”, filme russo que conta com Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger em seu elenco. A prévia traz Schwarzenegger e Chan brigando no interior da Torre de Londres. E logo fica claro que todas as participações dos dois astros acontecem na mesma cena, picotada e estendida ao longo do vídeo. Isto porque o filme, na verdade, é continuação de “Império Proibido” e estrelado pelo inglês Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), que volta ao papel do cartógrafo do século 18 Jonathan Green. Depois de mapear a Transilvânia no primeiro longa – maior bilheteria russa de 2014 – , o personagem recebe do czar Pedro, o Grande, a missão de mapear o Leste da Rússia, junto ao território chinês, onde encontra criaturas bizarras, princesas e mestres de artes marciais. Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger fazem apenas uma pequena participação no longa, que ainda inclui no elenco Yao Xingtong (“Operação Zodíaco”), Charles Dance (série “Game of Thrones”) e o falecido Rutger Hauer (do “Blade Runner” original) num de seus últimos trabalhos. Com direção de Oleg Stepchenko (de “Império Proibido”), o filme estreou em setembro passado na Rússia e na China com o título de “Journey to China: The Mystery of Iron Mask”. O lançamento está marcado para abril nos EUA e ainda não há previsão para o Brasil.
Após vencer o Oscar, Parasita chegará em mais salas de cinema no Brasil
Grande vencedor do Oscar 2020, “Parasita” vai multiplicar seu circuito de exibição no Brasil. A partir desta quinta-feira (13/2), o suspense de Bong Joon-ho será exibido em 248 salas por todo o país. Quando estreou no território nacional, em novembro passado, o filme recebeu distribuição em apenas 60 salas. Mas aí começou a ganhar diversos prêmios, atraindo curiosos ao cinema, que fizeram seu circuito ser ampliado de forma gradual. Até esta quarta, “Parasita” estava sendo exibido em 137 salas. Ao todo, a produção sul-coreana já foi vista por mais de 400 mil espectadores no Brasil. Primeiro longa de língua não inglesa a vencer o Oscar de Melhor Filme, a obra-prima de Bong Joon Ho também conquistou os troféus de Melhor Filme Internacional, Melhor Roteiro Original e Melhor Direção do ano, na cerimônia realizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas no último domingo (9/2) em Los Angeles. Antes disso, já tinha vencido o Festival de Cannes e se consagrado no Globo de Ouro, Critics Choice, SAG Awards, WGA Awards, BAFTA Awards, Spirit Awards e em muitas outras premiações internacionais.
Bob Esponja zoa Sonic: O Filme
Nem toda sinergia é elogiosa, como demonstrou um post da conta oficial de Bob Esponja sobre “Sonic: O Filme”. Publicado na terça (11/2), o post traz uma imagem de Bob Esponja totalmente distorcida, com olhos pequenos, olheiras e dentes realistas, que chega a aparecer assustadora. Veja abaixo. A legenda explica a inspiração da imagem: “Se Bob Esponja fosse ‘Sonic: O Filme'”. O comentário faz referência ao primeiro design de Sonic no filme live-action, que estreia nesta quinta (13/2). O visual humanizado, com dentes e pernas muito longas, adotado para retratar o ouriço azul no primeiro trailer (devidamente deletado pelo estúdio) sofreu grande rejeição do público – no Brasil, chegou a ser comparado à Carreta Furacão. Diante da repercussão negativa, o estúdio e o diretor Jeff Fowler decidiram interromper a pós-produção para que a equipe de efeitos mudasse o visual de Sonic. O resultado é um Sonic mais fofo, que mesmo mantendo o aspecto felpudo (como Pikachu em seu filme live-action) lembra mais o personagem dos games clássicos da Sega. Jeff Fowler faz sua estreia como diretor de longas à frente de “Sonic”, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O elenco inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”), Ben Schwartz (“House of Lies”) como a voz em inglês de Sonic e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic nos games. Vale lembrar que Bob Esponja é um personagem da série homônima do canal pago Nickelodeon e “Sonic: O Filme” tem produção da Paramount. Nickelodeon e Paramount fazem parte do mesmo conglomerado, ViacomCBS, e o estúdio de cinema vai distribuir um novo longa animado de Bob Esponja em dezembro – o primeiro com visual computadorizado, mais realista, ops. if SpongeBob were the #SonicMovie pic.twitter.com/T4OzpG0yYA — SpongeBob (@SpongeBob) February 11, 2020
Rick Moranis larga aposentaria por continuação de Querida, Encolhi as Crianças
O ator Rick Moranis vai abandonar a aposentadoria para voltar a atuar no novo filme da franquia “Querida, Encolhi as Crianças”. Assim como no longa clássico de 1989 e em suas continuações (de 1992 e 1997), ele vai interpretar o cientista Wayne Szalinski, que vive inventando tecnologias para “encolher” ou “esticar” objetos e causando confusões. A nova sequência vai girar em torno do filho do personagem de Moranis, que em sua versão adulta será interpretado por Josh Gad (“A Bela e a Fera”). Ele também se torna um cientista e, obcecado em repetir a experiência que o encolheu na infância, acaba repetindo o erro de seu pai e encolhe os próprios filhos. Recentemente, Moranis recusou convites para fazer participações em dois filmes derivados de outra franquia famosa de sua filmografia, a versão feminina de “Caça-Fantasmas” e a nova continuação, ainda inédita, que trará de volta os personagens originais. Ele se aposentou em 1997, logo após “Querida, Encolhi a Gente”, para cuidar das duas filhas após a morte da mulher, Ann Belsky, de câncer de mama. Desde então, fez apenas eventuais trabalhos de dublagem, como em “Irmão Urso” (2003), da Disney, e sua continuação para o mercado de home video, lançada em 2006. Intitulado apenas “Shrunk” (Encolhido, em português), o filme deverá ser dirigido pelo diretor do longa 1989, Joe Johnston, que hoje mais conhecido por “Capitão América: O Primeiro Vingador”. Ainda não há previsão de estreia para a produção.
Rose McGowan ataca feminismo de Natalie Portman: “Fraude”
A atriz Rose McGowan, uma das primeiras a denunciar o produtor Harvey Weinstein, criticou a colega Natalie Portman pelo look pseudo-feminista que ela adotou na cerimônia do Oscar 2020, chamando-a de “fraude”. Portman usou uma capa no qual apareciam os sobrenomes das cineastas esnobadas pela Academia: Lorene Scarfaria (“As Golpistas”), Lulu Wang (“A Despedida”), Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”), Mati Diop (“Atlantique”), Marielle Heller (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), Melina Matsoukas (“Queen & Slim”), Alma Har’el (“Honey Boy”) e Céline Sciamma (“Retrato de uma Jovem em Chamas”). Nenhuma diretora mulher foi indicada ao Oscar 2020, categoria vencida pelo sul-coreano Bong Joon Ho na cerimônia realizada no domingo (9/2) passado. Para McGowan, a iniciativa não foi realmente feminista e mostrou apenas que Portman representou um “papel” de feminista. “[É] O tipo de protesto que recebe elogios da grande mídia por sua bravura. Corajoso? Não, nem de longe. Mais como uma atriz representando o papel de alguém que se importa, como muitas fazem”, escreveu McGowan nas redes sociais. “Não estou escrevendo isso com amargura, estou escrevendo com nojo. Eu só quero que ela e outras atrizes mostrem que se importam”, continou. Para demonstrar a hipocrisia da colega, McGowan apontou que Portman trabalhou com poucas mulheres cineastas na carreira, além de ter uma produtora que já realizou seis filmes, dos quais apenas um foi dirigido por mulher -por sinal, a própria Portman. “O que há com atrizes do seu tipo? Vocês do primeiro escalão podem mudar o mundo caso se posicionem, em vez de ser o problema”, escreveu McGowan. “Sim, você, Natalie. Você é o problema. O apoio falso a outras mulheres é o problema.” Para McGowan, Portman é uma “fraude”, já que ela “não diz nada e não faz nada”. E ainda sugere que a vencedora do Oscar por “Cisne Negro” “pendure seu casaco de ativista”. “Estou dizendo para parar de fingir que você é algum tipo de militante de algo que não seja você mesma. Quanto a mim, estarei aqui levantando minha voz e lutando por mudanças sem qualquer compensação financeira. Isso é ativismo.” Cinismo por cinismo, vale lembrar que Rose McGowan lançou recentemente um livro em que se apresenta como ativista feminista, que esse tipo de “papel” militante ajuda a divulgar. Em 2018, ela também atacou a iniciativa Time’s Up, criada por um grupo de personalidades femininas para apoiar vítimas de abuso e lutar por maiores oportunidades e igualdade salarial para as mulheres. O motivo, aparentemente, foi o fato de não ter sido convidada a fazer parte de sua liderança. A atriz reclamou especificamente de não ter chamada para os “almoços e eventos” do grupo. “Honestamente, eu nem quero ir. É tudo a m**** de uma mentira. É uma mentira que faz com que elas se sintam melhor”, disse, em entrevista à revista dominical do jornal britânico The Times. “Eu acho que elas [os membros do Time’s Up] são umas cretinas”, acrescentou. “Elas não são campeãs, são perdedoras. Eu não gosto delas. Como você explica o fato de que ganhei um prêmio de ‘homem do ano’ da GQ, mas nenhum grupo de mulheres ou revista de mulheres me apoiou?”. As diatribes que ela dispara geralmente são dirigidas a colegas de profissão, em contraste à afirmação da sororidade que costuma ser defendida pela nova geração de feministas. Para piorar, McGowan chegou a fazer alegações mentirosas contra a atriz Asia Argento, acusando-a de ter tido relações com um ator-mirim de 12 anos que foi seu filho num filme. A bomba serviu de farto material para a imprensa sensacionalista e prejudicou a italiana. Depois de Argento perder o emprego e a reputação, McGowan veio à público pedir desculpas, dizendo-se “profundamente” arrependida por ter divulgado “um comunicado sobre Asia Argento que agora eu sei que continha um número de fatos incorretos”. E ficou tudo por isso mesmo.
Margot Robbie vai estrelar filme com Christian Bale
Batman e Arlequina juntos no cinema? Quase isso. Margot Robbie (a Arlequina) vai protagonizar o próximo filme do diretor David O. Russell ao lado de Christian Bale (o Batman da trilogia do “Cavaleiro das Trevas”), além de Michael B. Jordan (Erik Killmonger em “Pantera Negra”). Bale e Russell já tinham trabalhado juntos em “Trapaça” (2013), mas é a primeira vez que a estrela de “Aves de Rapina” e o vilão de “Pantera Negra” participarão de um filme do diretor. Ainda sem título oficial, mas chamado de “Amsterdam” durante seu desenvolvimento, o filme tem roteiro do próprio Russell e sua premissa está sendo mantida em sigilo pelo estúdio New Regency. O diretor não filmava desde “Joy: O Nome do Sucesso”, de 2015, tendo perdido tempo ao se envolver numa série da The Weinstein Company para a Amazon, que teve a produção interrompida e descartada após o estouro do escândalo sexual do produtor Harvey Weinstein. Com agenda lotada, Margot Robbie está atualmente em cartaz com “Aves de Rapina” e reprisará o papel de Arlequina em “Esquadrão Suicida 2”, atualmente em pós-produção. Além disso, está confirmada em mais três filmes, entre eles a versão live-action da boneca “Barbie”.
Bruna Marquezine vai estrelar série da Netflix com Keanu Reeves
Começam a vir à tona os projetos que levaram Bruna Marquezine à sair da Globo. A atriz, que disse querer dedicar mais tempo aos estudos e ao cinema, abriu mão do contrato de exclusividade com o canal para tentar também a carreira internacional. Ela estará em “Conquest”, série estrelada e produzida por Keanu Reeves (“John Wick”), que foi rodada em São Paulo e Santos com direção de Carl Erik Rinsch (“47 Ronins”), e ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Com a atração, a atriz segue o caminho de seus colegas Marco Pigossi, Bruno Gagliasso e Tainá Muller, que trocaram contratos por longo prazo na Globo para estrelar produções da plataforma de streaming. Bruna também poderá ser vista, a partir de 5 de março, em “Vou Nadar Até Você”, drama codirigido por Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick, que marca sua estreia como protagonista de cinema, após pequenos papéis na infância e participação no filme americano “Breaking Through: No Ritmo do Coração” (2015). Enquanto isso, a atriz continua ligada na Globo, como comentarista não oficial do Big Brother Brasil nas redes sociais, por conta de sua torcida pela amiga Manu Gavassi, e aproveitando a exposição para fazer muitas campanhas de publicidade.












