Marvel cancela metade das séries animadas que estava desenvolvendo para a Hulu
A Marvel Studios resolveu cortar pela metade os projetos de séries animadas que a antiga Marvel Television estava desenvolvendo para a plataforma Hulu. O estúdio limou as atrações de maior apelo comercial, centradas em Howard, o Pato, e na parceria entre Tigresa & Cristal. Por outro lado, as animações do vilão M.O.D.O.K. e do assassino símio Hit-Monkey seguem em produção. As quatro foram apresentadas como um novo universo animado da Marvel na Hulu, que se juntaria num crossover batizado de The Offenders (Os Ofensores), da mesma forma que as quatro séries live-action da Netflix se uniram na minissérie “Os Defensores”. A série “Tigra & Dazzler” (da Tigresa & Cristal) já vinha apresentando problemas desde dezembro de 2019, quando todos os roteiristas foram demitidos, após 15 semanas de trabalho, e seus roteiros descartados. Já “Howard the Duck”, cujo personagem-título apareceu nos filmes dos “Guardiões da Galáxia” e em “Vingadores: Ultimato”, nem chegou a entrar em pré-produção. Os cancelamentos acompanham o apagar das luzes da Marvel Television e se juntam ao projeto de “Ghost Rider” (a série do Motoqueiro Fantasma), que também foi descartado na Hulu. Os fracassos consecutivos das produções televisivas da Marvel, a partir do fiasco de “Inhumans” (Inumanos), fez o departamento ser absorvida pela divisão cinematográfica. Essa mudança foi sacramentada por uma promoção de Kevin Feige, que em outubro deixou de ser Presidente da Marvel Studios para assumir o cargo de Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, passando a responder também pelas séries da empresa. Os cancelamentos das últimas séries live-action produzidos pela Marvel Television, “Cloak & Dagger” (Manto e Adaga), “Runaways” (Fugitivos) e “Agents of SHIELD”, representam o fim de uma era.
Donald Trump é acusado de plagiar Star Trek com logo de sua Força Espacial
O presidente dos EUA Donald Trump criou outra polêmica hollywoodiana ao revelar em seu Twitter oficial, nesta sexta (24/1), o símbolo da Space Force, nova divisão das Forças Armadas americanas, que é um aparente plágio do logo da Federação das Nações Unidas do universo “Star Trek”. A ideia da Força Espacial saiu da cabeça de Trump, com a justificativa de que os EUA precisam militarizar o espaço. Mas imediatamente virou piada. Greg Daniels, criador de “The Office”, está até desenvolvendo uma série de comédia sobre esse projeto com o comediante Steve Carell (também de “The Office”), chamada, justamente, de “Space Force” – deve estrear na Netflix no fim do ano. Mas a a piada já começou a fazer muita gente perder o humor, diante de seu novo desenvolvimento. “Após consulta com nossos grandes líderes militares, designers e outros, tenho o prazer de apresentar o novo logotipo da Força Espacial dos Estados Unidos, o sexto ramo de nossas magníficas forças armadas!”, escreveu Trump, para apresentar o logotipo de sua invenção. Imediatamente, George Takei, que viveu o Sr. Sulu na “Star Trek” original, respondeu: “Hmm. Estamos esperando alguns royalties disso”, sugerindo o plágio do logo da Frota Espacial da série sci-fi. As atrizes Alissa Milano e Mia Farrow completaram a crítica, colocando os dois logotipos lado a lado, para demonstrar como são parecidos. “Parece familiar”, escreveu Farrow. Defensores de Trump correram em defesa do presidente para apontar que se tratava de uma atualização de um logo anterior. Não convenceram. Apenas a seta central foi aproveitada do design anterior. Confira a polêmica abaixo. Ahem. We are expecting some royalties from this… https://t.co/msYcJMlqjh — George Takei (@GeorgeTakei) January 24, 2020 🧐 pic.twitter.com/j1A1yDcTOy — Alyssa Milano (@Alyssa_Milano) January 25, 2020 Looks familiar pic.twitter.com/qmWa21Ztp3 — Mia Farrow (@MiaFarrow) January 24, 2020 Lord. It's an update from the current one. pic.twitter.com/uEO1xIY8u5 — Cat (@catmann3200) January 25, 2020
Riverdale faz crossover-surpresa com O Mundo Sombrio de Sabrina
O episódio mais recente de “Riverdale”, exibido na quarta-feira (22/1), trouxe um crossover sutil com “O Mundo Sombrio de Sabrina”. No capítulo intitulado “Varsity Blues”, Betty (Lili Reinhart) realiza diversas entrevistas com jogadores de times de futebol americano de outras escolas. E um deles é Billy Marlin (Ty Wood), um personagem recorrente de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que estuda na escola Baxter High – a escola de Sabrina na série da Netflix. Esta não é a primeira vez que personagens das duas séries se encontram. Anteriormente, Ben Button (Moses Thiessen) apareceu brevemente em “Sabrina”, entregando uma pizza logo após morrer em “Riverdale”. Na época, o intérprete do personagem explicou que os eventos de “Sabrina” poderiam se passar antes de “Riverdale”, mas o criador de ambas as séries, Roberto Aguirre-Sacasa, preferiu deixar o mistério no ar. Disponibilizada nesta sexta (24/1) na Netflix, a Parte 3 do “Mundo Sombrio de Sabrina” também é cheia de referências à “Riverdale”, com direito até a um personagem da família Blossom – sobrenome da ruivinha Cheryl Blossom (Madelaine Petsch). Pra quem não sabe, originalmente a série da bruxinha teria maior ligação com o universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque este canal preferiu apostar num remake de “Charmed” e achou que ficaria com muitas séries de bruxas. Sabrina e Riverdale tem tudo a ver, porque a loirinha sombria surgiu na antologia “Archie Madhouse”, uma publicação da (futura) editora Archie Comics nos 1960, e logo foi promovida a coadjuvante da “Turma de Archie”, antes de ganhar sua própria revista. A abertura da atração da Netflix, inclusive, contém uma imagem do primeiro quadrinho de Sabrina, desenhado por Dan DeCarlo em 1962. Também vale lembrar que, em sua primeira aparição televisiva, Sabrina foi apresentada como estudante recém-matriculada na Riverdale High School, passando a estudar com Archie, Jughead, Reggie, Betty e Veronica. Isto foi ao ar num especial televisivo animado de 1969, que originou a segunda série animada de “A Turma de Archie”. Relembre abaixo o comercial da estreia de Sabrina na TV, a abertura de duas séries crossovers e o clipe da mais famosa música da banda The Archies, “Sugar Sugar”, criada em homenagem à famosa aprendiz de feiticeira. Para completar, nunca é demais lembrar que “Riverdale” é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner, no mesmo dia de sua exibição nos EUA.
Anaconda vai ganhar nova versão nos cinemas
A Sony aprovou uma nova versão de “Anaconda”, filme de 1997 sobre uma cobra gigante, que foi um dos primeiros sucessos da carreira de Jennifer Lopez no cinema. O estúdio contratou o roteirista Evan Daugherty, de “Branca de Neve e o Caçador”, “Divergente” e “As Tartarugas Ninja”, para escrever a nova história. Todos os filmes citados originaram franquias – as sequências é que decepcionaram. Daugherty também é autor da trama de “Tomb Raider: A Origem”, cuja continuação está atualmente em desenvolvimento. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, o novo “Anaconda” não será um remake, mas uma reimaginação da história original – ou seja, terá outra premissa e personagens. A ideia é fazer uma produção assumidamente B, mas com orçamento de filme A, tentando emular o sucesso de “Megatubarão” em 2018, que, como revela o título, era sobre um tubarão gigante. No filme de 1997, documentaristas vividos por Jennifer Lopez, Ice Cube, Eric Stoltz e Owen Wilson embarcam numa viagem pelos rios da Amazônia com o guia malucaço encarnado por Jon Voight, visando gravar uma tribo indígena isolada, quando se deparam com a cobra monstruosa do título. Destruído pela crítica na época (40% no Rotten Tomatoes), o filme acabou arrecadando mais de US$ 136 milhões e virou cult. Seu legado, porém, foi uma franquia de produções trash lançadas diretamente em vídeo – mais três “Anacondas” e um crossover, “Lake Placid vs. Anaconda” (2015), em que a cobra amazônica enfrenta o crocodilo gigante de “Pânico no Lago” (1999). Vale lembrar que, antes de escrever o primeiro “Anaconda”, os roteiristas Jim Cash e Jack Epps Jr. também tinham blockbusters no currículo, como “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986), “Perigosamente Juntos” (1986) e “Dick Tracy” (1990). O novo “Anaconda” não tem previsão de estreia nos cinemas. Reveja abaixo o trailer do filme original, que atualmente pode ser assistido em vários serviços de VOD.
Irresistible: Nova comédia política com Steve Carell ganha primeiro trailer
A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Irresistible”, comédia política escrita e dirigida pelo ex-apresentador de talk show Jon Stewart. A prévia destaca o papel de Steve Carell (“Querido Menino”) como um consultor político que resolve transformar um militar aposentado em prefeito de sua cidadezinha, no Wisconsin, para demonstrar o rumo que o Partido Democrata precisa seguir para vencer os Republicanos. Convencer o militar não é o mais difícil. Ele se mostra o candidato perfeito, com família, amigos e uma vida decente no campo. O problema é que o Partido Republicano tem outros planos e manda sua própria consultora política para a cidadezinha, criando um microcosmo que replica as disputas e intrigas eleitorais de Washington. Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”) vive o militar, Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) é sua filha e Rose Byrne (“Vizinhos”) aparece loira como a adversária política. O elenco também inclui Topher Grace (“Infiltrado na Klan”), Natasha Lyonne (“Roleta Russa”), Debra Messing (“Will & Grace”) e Will Sasso (“Loudermilk”). O filme estreia em 29 de maio nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Disney vai refilmar Bambi ao estilo de Rei Leão
A Disney deu início ao desenvolvimento de um novo “Bambi”, baseado no clássico animado que venceu três Oscars e emociona gerações desde 1942. O estúdio contratou Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”) e Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) para escrever o roteiro da nova versão, que não será filmada em estúdio, mas criada em computador, como o remake de “Rei Leão”. Apesar do estúdio definir o recente filme de Simba como “live-action”, ele é 99,99% animado (há segundos de savana africana real em sua abertura). A ideia da Disney é replicar o sucesso de “O Rei Leão”, que mesmo contando a mesma história do desenho original de 1994 rendeu mais de US$ 1,6 bilhão de bilheteria em 2019. Além de também ser uma animação de bichos falantes, “Bambi” tem vários outros pontos em comum com “Rei Leão”, ao acompanhar a história de um animalzinho órfão que sobrevive com a ajuda de amigos na floresta. A grande diferença é que a história de “Bambi” se tornou muito, mas muito mais politizada com o passar do tempo. Basta lembrar que o antagonista do filme não é outro animal de aparência vilanesca, mas “o homem”, cuja ação criminosa inspira várias pautas sensíveis, como a defesa dos direitos dos animais, veganismo e ambientalismo. Difícil rever o incêndio na floresta, causado por caçadores, sem lembrar das queimadas na Amazônia ou da devastação da Austrália. Reveja abaixo o impacto do incêndio retratado por Walt Disney há quase 70 anos. Ainda não há previsão de estreia para o remake de “Bambi”.
Robert Zemeckis fecha com a Disney para dirigir versão live-action de Pinóquio
A Disney oficializou o cineasta Robert Zemeckis como diretor de sua versão live-action da animação clássica “Pinóquio” (1940). Além de dirigir, ele vai reescrever um roteiro que estava em desenvolvimento, em parceria com Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”), visando um início de filmagens no final de 2020. Embora tenha se focado em dramas adultos nos últimos anos — seus filmes mais recentes foram “O Voo”, “Travessia”, “Aliados” e “Bem-vindos a Marwen” —, Zemeckis também já teve uma fase voltada à animação e até trabalhou com a Disney num clássico híbrido, “Uma Cilada para Roger Rabbit”, em 1988. Originalmente, o filme seria dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e destacaria Gepeto, o velho marceneiro que cria o boneco de madeira. Magicamente, o boneco ganha vida e passa a desejar virar um menino de verdade. Zemeckis estaria interessado em participar do processo de escolha do elenco, apesar do nome de Tom Hanks, ventilado para o papel, estar praticamente confirmado. O veterano cineasta dirigiu Hanks em dois de seus filmes mais bem-sucedidos, “Forest Gump” (1994) e “O Náufrago” (2000). A Disney optou por não acelerar a produção, porque outra adaptação do personagem criado por Carlo Collodi já foi filmada e estará nos cinemas nos próximos meses. O cineasta italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) assina a próxima versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). O filme faz parte da programação do Festival de Berlim, que acontece em fevereiro na Alemanha. Além desse projeto, o cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix. Em compensação, a Warner já desistiu de sua ideia de filmar Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto – decisão anterior ao fracasso de “Dolittle”. Ainda não há previsão para a estreia.
The Undoing: Nicole Kidman estrela trailer tenso de nova minissérie da HBO
A HBO divulgou o primeiro trailer legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia é extremamente tensa, e mostra Kidman surpreendida por uma investigação criminal em que é a principal suspeita. Com seis episódios, a atração é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant em sua primeira minissérie americana, como o marido de Kidman. O elenco também destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). A série tem previsão de estreia para maio.
InSUBs, uma das equipes de legendas mais tradicionais do Brasil, encerra atividades
Uma das equipes de legendas mais tradicional do Brasil, a InSUBs, anunciou seu “series finale”. O grupo responsável pelas legendas “não oficiais” de várias séries – baixadas ilegalmente – publicou um post de despedida em seu site oficial, após quase 13 anos de atividades, deixando órfãos os fãs de muitas atrações. Entre tristes e gratos pelo serviço voluntário, diversos consumidores das legendas do grupo lamentaram a perda nas redes sociais. “Tenho perda auditiva e as legendas são fundamentais”, agradeceu um usuário. “Nem todo herói usa capa”, brincou outro, destacando a dedicação dos tradutores para legendar séries inéditas no Brasil. Pioneiro na tradução de séries em larga escala, o InSUBs introduziu diversos fãs brasileiros à séries como “Grey’s Anatomy”, “Mr. Robot”, “American Horror Story”, “Pose”, “The Magicians”, “NCIS”, “The Americans” e diversas produções de super-heróis. Foram, ao todo, mais de 350 produções legendadas em português e mais de 12 milhões de downloads. Tamanho volume gerou impacto não apenas na pirataria. Canais pagos passaram a programar estreias de séries mais rapidamente, para evitar a “concorrência” dos legendadores. Em seu auge, o InSUBs chegou a ter mais de mil colaboradores, mas encerra as atividades com 192 membros, entre tradutores, revisores e administradores. Além da maior agilidade dos canais pagos, a popularização do streaming ajudou a diminuir o interesse na atividade da legendagem, com queda de downloads. Todas as séries e filmes das plataformas digitais, como Netflix, Amazon e Apple TV+, são disponibilizadas simultaneamente em todo o mundo, o que minou a empolgação dos “legenders”, que prosperaram num período em que o mercado era menos globalizado. “Toda história deve ter começo, meio e fim”, diz o texto de despedida da equipe. “A nossa começou com um pequeno grupo de pessoas que estava cansado de esperar meses e meses para que séries americanas fossem disponibilizadas nos canais da TV a cabo brasileira e começaram a se dedicar a este processo fantástico que se chama legendagem. Como é algo voluntário, a renovação da equipe sempre foi muito comum. Pessoas entravam e saíam, outras entravam e ficavam, os legenders antigos viravam revisores, a administração ia se modificando”, continua o texto, antes de concluir com o slogan que ajudou a popularizar. “A realidade é que cada vez menos temos pessoas interessadas em legendar (e te garanto que não é fácil!) e cada vez mais as séries estão saindo com prazos mais curtos em relação à TV americana, seja na TV a cabo ou em streamings como Netflix e Amazon Prime. Resolvemos colocar um ponto final em grande estilo, cumprindo com todos os nossos prazos e ainda prezando pela qualidade, que é InSUBstituível!”
Warner marca data do final de Arrow no Brasil
A Warner definiu a data de exibição do episódio final de “Arrow” no Brasil. O canal pago transmitirá o capítulo no dia 9 de fevereiro, às 22h20. O final da série vai reunir um elenco grandioso e, pelo conteúdo das fotos já divulgados, será marcado pelo funeral de Oliver Queen/Arqueiro Verde (Stephen Amell). Entre os personagens confirmados estão Felicity (Emily Bett Rickards), Thea (Willa Holland), Mia (Katherine McNamara), Emiko Queen (Sea Shimooka), Roy Harper (Colton Haynes), Laurel Lance (Katie Cassidy), Lyla Michaels (Audrey Marie Anderson), John Diggle (David Ramsey), Curtis Holt (Echo Kellum), Rene Ramirez (Rick Gonzalez), Dinah Drake (Juliana Harkavy), Rory/Retalho (Joe Dinicol), que havia deixado a série na 5ª temporada, e Moira Queen (Susanna Thompson), que pode ter voltado à via no Arrowverso pós-“Crise nas Infinitas Terras”, além de Barry Allen (Grant Gustin) e Sara Lance (Caity Lotz), ainda em clima de crossover. Intitulado “Fadeout”, o episódio que conclui “Arrow” vai ao ar na próxima terça (28/1) nos EUA.
Kumail Nanjiani diz que “Eternos” será o filme mais sci-fi da Marvel
O ator Kumail Nanjiani declarou que “Eternos” será o filme mais sci-fi já feito pela Marvel. “É realmente, realmente um épico. É uma história tão de ficção científica. É uma história de super-heróis, mas em alguma medida é o filme mais sci-fi e mais épico da Marvel. E a história se estende por milhares de anos. Então, realmente não é como um outro filme da Marvel”, ele contou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Uma declaração e tanto, considerando que a Marvel já lançou dois filmes dos heróis cósmicos conhecidos como Guardiões da Galáxia. Em “Eternos”, o ator da série “Silicon Valley” vive “o cosmicamente poderoso” Kingo, um dos Eternos da trama. Segundo a sinopse oficial, “‘Os Eternos’ apresenta um empolgante novo time de super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel, alienígenas antigos que viveram em segredo na Terra por milhares de anos. Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes”. Nos quadrinhos, os Eternos são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. A citação da sinopse a “Vingadores: Ultimato” pode ser justamente uma referência à Thanos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics, alguns anos antes. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. Por conta disso, os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso que Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. Além de Kumail Nanjiani, o elenco de “Eternos” inclui Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Kit Harrington (“Game of Thrones”), Richard Madden (também de “Game of Thrones”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”). A estreia está marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Brad Pitt revela ter recusado papel de Neo em Matrix
O ator Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) fez algumas revelações durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, na qual foi homenageado. Ele afirmou que ainda pretende fazer mais um filme com David Fincher (“Clube da Luta”), que lhe entregou o prêmio por sua carreira. E relembrando sua carreira durante um bate-papo no palco com o veterano crítico Leonard Maltin, citou “Matrix” como o filme que ainda lembrava de ter recusado. Segundo o ator, o personagem não lhe pertencia. “Eu deixei passar ‘Matrix’. Tomei a pílula vermelha”, disse. “Não me ofereceram o segundo ou o terceiro. Somente o primeiro. […] Realmente acredito que [o papel] nunca foi meu. Não é meu”, afirmou. Veja abaixo o trecho da conversa em que Pitt fala de “Matrix”. Embora não tenha entrado em detalhes de qual seria o personagem em questão, no ano passado o produtor Lorenzo di Bonaventura deu a entender que seria justamente Neo. “A primeira estrela a dizer ‘sim’ foi Brad Pitt, ele estava fazendo ‘Sete Anos no Tibet’. Quando terminou, porém, mudou de ideia. Disse ‘Estou muito exausto para assumir isso’ e deixou o projeto”, o produtor contou ao site The Wrap. Segundo di Bonaventura, Pitt não foi o único a recusar o filme. Leonardo DiCaprio e até Will Smith estiveram envolvidos na pré-produção, até Keanu Reeves ser definido como protagonista. O primeiro “Matrix” foi lançado em 1999. Junto com as sequências, “Matrix Reloaded” e “Matrix Revolutions”, a franquia faturou US$ 1,6 bilhão nas bilheterias mundiais. Agora, a franquia será estendida com a produção de “Matrix 4”, que tem estreia prevista para 21 de maio de 2021. Por enquanto não há informações sobre a trama, mas estão confirmados os retornos de Reeves como Neo e Carrie-Anne Moss como Trinity.
Série baseada em Parasita será uma espécie de versão estendida do filme
O diretor Bong Joon Ho revelou que a adaptação de “Parasita”, que vai virar minissérie da HBO, será uma espécie de versão estendida do filme com novos atores e não uma nova história. “Tinha todas essas ideias acumuladas de quando comecei a escrever o roteiro. Não consegui inclui-las em duas horas de filme, então elas ficaram no meu iPad e meu objetivo com essa minissérie é criar um filme de seis horas”, ele contou, em entrevista ao The Wrap. Na minissérie, Bong Joon Ho trabalhará ao lado do também cineasta e roteirista Adam McKay (“Vice”), que produz “Succession”, atração premiada no recente Globo de Ouro 2020 como Melhor Série Dramática. Ainda não está claro se a trama vai manter os atores originais, premiados com o SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores dos EUA) de Melhor Elenco do ano, ou se a trama será transportada para os EUA. “Parasita” gira em torno de uma família pobre que, por meio de subterfúgios, invade a vida de uma família rica, arranjando empregos sob falsas premissas. Entretanto, eles não são os primeiros a parasitar a mansão dos Park. Vencedora do Festival de Cannes, a produção concorre a seis Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Bong Joon Ho.











