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    Ex-Batman, Christian Bale negocia papel no novo filme de Thor

    6 de janeiro de 2020 /

    Christian Bale pode estar planejando uma volta aos filmes de super-herói. Após viver Batman em três adaptações dos quadrinhos da DC Comics, ele está cotado para estrear na Marvel. O site Collider apurou – e o Hollywood Reporter confirmou – , que Bale negocia um papel em “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão), o quarto filme solo do herói Thor. A Marvel não comentou a notícia e o papel de Bale é um mistério. Caso a negociação seja bem-sucedida, ele será o segundo Batman a virar ator da Marvel. Michael Keaton, que viveu o herói da DC em dois longas entre 1989 e 1992, já apareceu como vilão em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, em 2017. Novamente dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnorok”), o próximo filme do Deus do Trovão será baseado num arco de quadrinhos em que Thor Odinson se revela indigno para levantar o Mjölnir – depois dos acontecimentos da saga “Pecado Original”. Com isso, Jane Foster vira a nova portadora do martelo encantado, escolhida por seu altruísmo e dedicação em salvar vidas (nos quadrinhos, como médica), tornando-se a Poderosa Thor. Neste contexto, não está descartada a possibilidade de Bale “aparecer” como Bill Raio Beta, um alienígena que também assume a identidade de Thor nos quadrinhos. Neste caso, o papel pode ser de captura de performance ou simples dublagem, já que o personagem não tem aparência humana. O elenco vai trazer de volta Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, além de manter a participação de Tessa Thompson como Valquíria. A estreia de “Thor: Love and Thunder” está marcada para outubro de 2021.

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    WGA Awards: Coringa, Parasita, O Irlandês e 1917 disputam prêmio do Sindicato dos Roteiristas dos EUA

    6 de janeiro de 2020 /

    O sindicato dos roteiristas dos EUA, conhecido pela sigla WGA, anunciou nesta segunda (6/1) os indicados ao seu prêmio anual. A lista inclui os filmes que devem disputar as categorias de Melhor Roteiro Original e Adaptado no Oscar, entre eles “Coringa”, “Parasita”, “O Irlandês”, “História de um Casamento” e “1917”. Mas não “Era uma Vez em Hollywood”, que rendeu a Quentin Tarantino o Globo de Ouro de Melhor Roteiro na noite de domingo. Ele nunca é indicado ao prêmio do WGA por se recusar a se associar ao sindicato, devido a uma polêmica sobre a autoria do roteiro de “Assassinos por Natureza” (1994), no começo de sua carreira. Mesmo sem aval do sindicato, já tem dois Oscars de Roteiro Original em seu currículo. O WGA tinha revelado anteriormente os indicados nas categorias televisivas. Veja abaixo a lista completa dos concorrentes à premiação, que vai acontecer em 1º de fevereiro. CINEMA Melhor Roteiro Original Sam Mendes e Krysty Wilson-Cairns, por “1917” Emily Halpern, Sarah Haskins, Susanna Fogel e Katie Silberman, por “Fora de Série” Rian Johnson, por “Entre Facas e Segredos” Noah Baumbach, por “História de um Casamento” Bong Joon Ho e Han Jin Won, por “Parasita” Melhor Roteiro Adaptado Micah Fitzerman-Blye e Noah Harpster, por “Um Lindo Dia na Vizinhança” Steven Zaillian, por “O Irlandês” Taika Waititi, por “Jojo Rabbit” Todd Phillips e Scott Silver, por “Coringa” Greta Gerwig, por “Adoráveis Mulheres” Melhor Roteiro em Documentário Alex Gibney, por “Citizen K” Mark Jonathan Harris, por “Foster” Alex Gibney, por “The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley” Robert Seidman & Oren Rudavsky, por “Joseph Pulitzer: Voice of the People” Lauren Greenfield, por “The Kingmaker” TELEVISÃO Melhor Roteiro em Série de Drama “The Crown”, Neflix “The Handmaid’s Tale”, Hulu “Mindhunter”, Netflix “Succession”, HBO “Watchmen”, HBO Melhor Roteiro em Série de Comédia “Barry”, HBO “The Marvelous Mrs. Maisel”, Amazon Prime Video “PEN15”, Hulu “Russian Doll”, Netflix “Veep”, Netflix Melhor Roteiro em Série Nova “Dead To Me”, Netflix “PEN15”, Hulu “Russian Doll”, Netflix “Watchmen”, HBO “What We Do In the Shadows”, FX Melhor Roteiro Original em Minissérie/Telefilme “Chernobyl”, HBO “The Terror”, AMC “Togo”, Disney+ (Disney Plus) “True Detective”, HBO Melhor Roteiro Adaptado em Minissérie/Telefilme “El Camino”, Netflix “Fosse/Verdon”, FX “The Loudest Voice”, Showtime “Unbelievable”, Netflix Melhor Roteiro de História Curta “After Forever”, Amazon Prime Video “Special”, Netflix Melhor Roteiro de Episódio de Animação “Bed,Bob & Beyond” – “Bob’s Burgers”, Fox; “The Gene Mile” – “Bob’s Burgers”, Fox “Go Big or Go Homer” – “The Simpsons”, Fox “A Horse Walks Into A Rehab” – “BoJack Horseman”, Netflix “Livin’ La Pura Vida” – “The Simpsons”, Fox “Thanksgiving of Horror” – “The Simpsons”, Fox Melhor Roteiro de Episódio de Drama “407 Proxy Authentication Required” – “Mr. Robot”, USA Network “A Good Man Is Hard to Find” – “Ray Donvan”, Showtime “Mirror Mirror” – “The OA”, Netflix “Moondust” – “The Crown”, Netflix “Our Little Island Girl” – “This Is Us”, NBC “Tern Haven” – “Succession”, HBO Melhor Roteiro de Episódio de Comédia “Here’s Where We Get Off” – “Orange Is The News Black”, Netflix “It’s Comedy or Cabbage” – “The Marvelous Mrs. Maisel”, Prime Video “Nice Knowing You” – “Living With Yourself”, Netflix “Pilot” – “Dead To Me”, Netflix “The Stiknker Thinker” – “On Becoming a God in Central Florida”, Showtime “Veep” – “Veep”, HBO

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    1917: Vencedor do Globo de Ouro ganha trailer final legendado

    6 de janeiro de 2020 /

    A Universal divulgou a versão legendada do trailer final de “1917”. O vídeo original, em inglês, chegou na internet há quase um mês, mas o lançamento oficial no Brasil acontece um dia após o longa de Sam Mendes vencer o Globo de Ouro. Por ser uma simples tradução de material antigo, a menção ao prêmio ainda não aparece entre os elogios da crítica destacados na prévia. Repleto de explosões, correrias, desabamentos, saltos impossíveis e coragem diante da morte certa, o trailer acompanha dois soldados britânicos encarregados de enfrentar bombas e o tiroteio inimigo para entregar uma mensagem que pode salvar milhares de vidas, inclusive a de um irmão deles. O que ele não mostra é que todas as cenas foram filmadas tendo em mente a projeção em plano contínuo – isto, com o objetivo de passar a ilusão de que o filme não tem cortes, como em “Birdman”. Isto também faz com que a ação aconteça em tempo real, transportando o público para as trincheiras do front europeu da 1ª Guerra Mundial. Além do Globo de Ouro, a façanha tem rendido muitos elogios ao cineasta Sam Mendes e ao veterano diretor de fotografia Roger Deakins (que trabalharam juntos em “007: Operação Skyfall”), e colocado “1917” em várias listas de Melhores do Ano – o filme está com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco é encabeçado por George McKay (“Capitão Fantástico”) e Dean-Charles Chapman (“Game of Thrones”), como os dois soldados da sinopse. Seu comandante é vivido por Colin Firth (vencedor do Oscar por “O Discurso do Rei”) e ainda há participações de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), Mark Strong (“Shazam!”) e Richard Madden (também de “Game of Thrones”). Sam Mendes, que também venceu o Globo de Ouro de Melhor Direção, escreveu o roteiro em parceria com Krysty Wilson-Cairns (“Penny Dreadful”). De olho no Oscar 2020, o filme teve a estreia antecipada no Brasil. Originalmente previsto para 20 de fevereiro, agora vai estrear em 23 de janeiro, “apenas” um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Os Novos Mutantes: Trailer confirma clima de terror na última adaptação da Marvel feita pela Fox

    6 de janeiro de 2020 /

    A Fox divulgou o aguardado segundo trailer de “Os Novos Mutantes”, adaptação de quadrinhos que tinha caído no limbo após a compra do estúdio pela Disney. A prévia chega dois anos após o lançamento do primeiro trailer. E, de forma frustrante, continua a ser considerada uma produção separada da Marvel, apesar do logo do estúdio aparecer rapidamente no meio do vídeo – como acontecia nos filmes dos “X-Men”, da Fox. Apesar dos problemas, a prévia é empolgante, combinando história de super-heróis com clima de filme de terror, como o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) prometia. Não se sabe se as refilmagens prometidas aconteceram, já que o vídeo explora a situação dos personagens em clima claustrofóbico. Eles aparecem numa clínica, após o despertar de seus poderes causarem mortes acidentais, mas logo desconfiam que na verdade estão presos e não sendo tratados. E algo terrível ronda aquele lugar. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. O elenco se completa com a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além desses personagens de carne e osso, o trailer apresenta o grande vilão da trama, uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra a heroína Miragem. No trailer, enfrenta Magia, que aparece com sua espada de energia – numa cena para deixar os fãs dos quadrinhos animados. A estreia no Brasil está marcada para 2 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Patricia Arquete acerta cabeça de Joey King com seu Globo de Ouro

    6 de janeiro de 2020 /

    Um acidente nos bastidores do Globo de Ouro 2020 acabou deixando um galo na cabeça da atriz Joey King. E a culpa foi de sua “mãe” na minissérie “The Act”. Durante a produção de um vídeo especial para a revista de moda InStyle, Patricia Arquette acertou, sem querer, a testa de sua jovem colega de elenco com a estatueta do Globo de Ouro que tinha acabado de vencer por seu desempenho na atração. O momento foi captado pelas câmeras da InStyle e pode ser visto abaixo. Na manhã desta segunda (6/1), King mostrou a marca que ficou em seu rosto, mas manteve o bom-humor sobre a situação. “Patricia Arquette me acetou na cabeça com o seu Globo de Ouro. Eu vou me gabar disso pelo resto da minha vida”, escreveu no Twitter. Ao que Arquette respondeu: “O que acontece no elevador, fica no elevador! Não, sério, eu sinto muito, docinho”. A situação parece saída das cenas de “The Act”, em que as duas interpretam mãe e filha, que querem matar uma a outra. Produção da plataforma Hulu, “The Act” conta história real da jovem Gypsy Blanchard (King), que luta para escapar do relacionamento tóxico com sua mãe superprotetora, Dee Dee (Arquette). Ela é uma menina doente, que vira fonte de renda ao ganhar apoio financeiro de causas beneficentes. Mas sua busca pela independência acaba trazendo à tona as mentiras da mãe exploradora, que a mantém propositalmente debilitada para perpetuar o ingresso de dinheiro. Ela logo percebe que o único jeito de evitar morrer envenenada seria matar a própria mãe. A HBO também chegou a produzir um documentário sobre esta história, “Mamãe Morta e Querida” (2017), que mostra as verdadeiras personagens, fisicamente diferentes de suas intérpretes. As duas atrizes foram indicadas ao Globo de Ouro, mas apenas Arquete venceu, como Melhor Atriz Coadjuvante. This is one show we'd pay to see. 🎟@PattyArquette @JoeyKing #InStyleWBGlobes pic.twitter.com/9zTSTSDQxh — InStyle (@InStyle) January 6, 2020 What happens in the elevator stays in the elevator! No seriously I’m so sorry sweetest one! — Patricia Arquette (@PattyArquette) January 6, 2020

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  • Etc

    Russell Crowe acrescenta o Globo de Ouro à sua luta contra os incêndios australianos

    6 de janeiro de 2020 /

    O ator Russell Crowe, que não participou do Globo de Ouro por estar na Austrália, “protegendo a família dos incêndios florestais devastadores”, nas palavras de Jennifer Aniston, acrescentou um vídeo no Twitter para completar o curto pronunciamento que enviou ao evento, que deveria ser lido caso vencesse um prêmio. Ele foi considerado o Melhor Ator em Minissérie por seu retrato de Rober Ailes em “The Loudest Voice in the Room”. Nascido na Nova Zelândia, Crowe enviou um texto, que foi lido por Aniston durante a transmissão do Globo de Ouro. Nele, o ator de 55 anos declarou: “Não se enganem, a tragédia em curso na Austrália é baseada na mudança climática. Precisamos agir com base na ciência, encaminhar nossa mão de obra global para a energia renovável e respeitar nosso planeta. Assim todos nós teremos um futuro”. Nesta segunda (6/1), ele agradeceu aos organizadores do prêmio pela vitória e postou o vídeo de uma caminhonete em sua fazenda australiana, que ele improvisou com tanques de água, mangueiras e equipamento de combate a incêndio. No interior, também se pode ver um novo item essencial para sua luta contra o fogo: uma estatueta do Globo de Ouro. Veja abaixo. Thanks to the @goldenglobes .What a cast I got to work with.Naomi Watts, @WallisAnnabelle Sienna Miller, Aleksa Palladino @JoshStamberg @SethMacFarlane Simon McBurney and everybody else. They created a complete world. Their commitment, sensitivity and courage was inspiring. pic.twitter.com/AW9PtKwKF3 — Russell Crowe (@russellcrowe) January 6, 2020

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    Ozzy Osbourne adota estética black block em novo clipe

    6 de janeiro de 2020 /

    Se Ozzy Osbourne estava à beira da morte, conforme boatos recentes alegaram, ele fez um pacto demoníaco para voltar ao rock com um novo clipe. No vídeo de “Straight to Hell”, o segundo single de seu próximo álbum solo, “Ordinary Man”, Ozzy tem seu dia de Metallica, aparecendo em meio à protestos anarquistas, que celebram a estética black block em conflitos contra tropas de choque. Entre bombas incendiárias de coquetel molotov e golpes de botinas e cassetetes, Ozzy aponta dedos, faz caretas e afirma que vai “te fazer gritar e te fazer defecar”. “Você vai se matar e eu vou assistir você sangrar”, acrescenta, confortável numa limousine, enquanto a violência corre solta e o guitarrista Slash exagera nos solos. Os cartazes de protestos engraçadinhos, como “Agora você irritou a vovó!” e “Parem a decoração de Natal prematura!”, lembram que se trata de uma paródia, mas é tudo tão over que acaba com a explosão de uma bomba atômica. Para quem não entendeu a referência ao Metallica, o clipe remete à cenas do filme “Metallica Through the Never” (2013), feito com um orçamento claramente maior – e solos melhores.

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    Alice Braga assume namoro com Bianca Comparato

    6 de janeiro de 2020 /

    Alice Braga revelou nesta segunda-feira (6/1) que está namorando a também atriz Bianca Comparato. A informação foi confirmada à imprensa pela assessoria de Braga, mas Comparato não se manifestou. As atrizes estariam namorando já há três anos, mas à distância, uma vez que Braga mora nos Estados Unidos. De tempos em tempos, Comparato passa alguns dias por lá. O período coincide com a reunião das duas num projeto ainda não lançado: uma animação que elas dublaram. Depois disso, Bianca Comparato ainda dirigiu o documentário “Elogio da Liberdade”, lançado em março passado no canal pago Max, da HBO, com produção de Alice Braga. O relacionamento era conhecido apenas por amigos e pessoas mais próximas do casal, mas se tornou evidente após as atrizes passaram a última virada de ano juntas em Salvador. Estrela da série americana “A Rainha do Sul” (Queen of the South), Braga será vista a seguir no filme brasileiro “Eduardo e Mônica”, adaptação da música homônima da banda Legião Urbana (1982-1996), e na superprodução da Marvel “Os Novos Mutantes”. Ambos os filmes têm estreia marcada para abril. Já Comparato é uma das protagonistas da série “3%, da Netflix, que vai acabar em sua 4ª temporada, ainda sem previsão de estreia, e vai viver a poeta Ana Cristina Cesar (“A Teus Pés”), ícone da geração marginal, no drama autobiográfico “Doce Coração Cleptomaníaco”.

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    1917 e Era uma Vez em Hollywood vencem o Globo de Ouro 2020

    6 de janeiro de 2020 /

    O Globo de Ouro 2020 premiou “1917” e “Era uma Vez em Hollywood” como Melhores Filmes do ano, respectivamente nas categorias de Drama e Comédia. Seus diretores, também. Sam Mendes levou o troféu de Melhor Direção e Quentin Taratino o de Melhor Roteiro. Mas na soma de prêmios, “Hollywood” levou um troféu a mais: Melhor Ator Coadjuvante, conquistado por um sorridente Brad Pitt. As estatuetas de interpretação dramática ficaram com os favoritos, Joaquin Phoenix, por “Coringa”, e Renée Zellweger, por “Judy”, enquanto Taron Egerton e Awkwafina venceram em Comédia ou Musical, respectivamente por “Rocketman” e “The Farewell”. Vale ressaltar que “The Farewell” representa o desempenho mais dramático da carreira de Awkwafina. Embora a atriz seja conhecida como comediante, o filme da diretora Lulu Wang não é, de forma alguma, uma comédia. Assim como é possível questionar o quanto “Era uma Vez em Hollywood” é mais cômico que os demais filmes de Tarantino – todos considerados Dramas nos Globos de Ouro pregressos. O fato é que essas imprecisões só aumentam o folclore a respeito da falta de seriedade do troféu com o globo dourado, mesmo com interesses corporativos reforçando o mito da sua suposta importância – nunca é demais lembrar que no máximo 90 votantes elegem os 25 vencedores. A relevância do prêmio é alimentada pela rede NBC, que assumiu sua transmissão após perder o Oscar para a ABC em 1976, e pelos estúdios de cinema, que inflam o significado do prêmio para impulsionar filmes recém-lançados. É o caso de “1917”, que só vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Podem apostar: o filme vai ganhar um novo pôster com seus dois Globos de Ouro em destaque. O próprio Sam Mendes apontou, ao receber o troféu de Melhor Filme, que o reconhecimento ajudaria a levar mais público para ver seu filme no cinema. E isso realmente é verdade. O Globo de Ouro não é um premiação da indústria de entretenimento americana, como o Oscar, mas sua transmissão televisiva é uma forte ferramenta de divulgação, que inclui um verniz de prestígio embalado e marketado por Hollywood. Pela falta de solenidade, o Globo de Ouro é também a cerimônia em que os vencedores jogam as regras para cima, dando discursos muito mais longos que o combinado, repletos de palavrões e também mais politizados – o que torna o Oscar monótono, em comparação. Um exemplo típico foi representado por Joaquin Phoenix, ao receber seu troféu de atuação por “Coringa”. Metade de seu agradecimento foi censurada, com corte de som, tornando-se mais desconexo do que o habitual. Mas outros discursos desafiaram limites de duração para ressoar de forma integral, cortados apenas por aplausos efusivos. Ao agradecer sua vitória como Melhor Atriz de Minissérie, por “Fosse/Verdon”, Michelle Williams fez um verdadeiro manifesto, frisando a palavra choice (escolha), um dos slogans da luta feminista por direitos como contracepção e aborto. “Quando você coloca isso [troféu] nas mãos de uma pessoa, reconhece as escolhas que ela fez como ator. Momento a momento, cena a cena, dia a dia”, ela começou. “Mas você também reconhece as escolhas que ela faz como pessoa. A educação que ela busca, o treinamento que procura, as horas que dedica. Sou grata pelo reconhecimento das escolhas que fiz e também por viver em um momento em nossa sociedade em que essa escolha existe, porque, como mulheres e meninas, coisas podem acontecer aos nossos corpos”, ela continuou. “Eu não teria sido capaz de fazer meu papel sem empregar meu direito de escolher como uma mulher”, acrescentou. “Escolher quando ter meus filhos e com quem. Quando me sentir apoiada e capaz de equilibrar nossas vidas, sabendo, como todas as mães sabem, que a balança deve se inclinar para nossos filhos”. A atriz acrescentou que suas escolhas podem ser diferentes das dos espectadores. “Mas graças a Deus, ou a quem você ora, que vivemos em um país fundado no princípio de que eu sou livre para viver pela minha fé e você é livre para viver pela sua”, disse ela. “Então, mulheres, de 18 a 118 anos, quando for a hora de votar, faça-o por seu próprio interesse. É o que os homens fazem há anos, e é por isso que o mundo se parece tanto com eles”, continuou ela. “Não esqueçam que somos o maior gênero de eleitores neste país. Vamos fazer com que ele se pareça mais com a gente”. Com esse texto vigoroso, Michelle Williams mostrou quão sem graça e ultrapassado se tornou Ricky Gervais, o apresentador da noite, que em seu monólogo inicial também soltou uma palavrão, mas para condenar discursos politizados no evento. De fato, Gervais desafinou completamente do tom da premiação, que já tinha embutido politização na escolha de uma de suas homenageadas, Ellen DeGeneres, cujo pioneirismo em se assumir gay na televisão americana, durante os anos 1990, abriu caminho para um mundo muito mais tolerante. Alguém poderia dizer até que abriu caminho para o século 21, mas, infelizmente, num outro país, piadas sobre homossexualidade ainda geram coquetéis molotov de militantes fascistas. Algumas marcas do próprio Globo de Ouro merecem ser citadas antes da lista dos vencedores. Com sua vitória por “The Farewell”, Awkwafina se tornou a primeira atriz asiática premiada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. A islandesa Hildur Guðnadóttir também fez história ao conquistar o troféu de Melhor Trilha Sonora por “Coringa”, virando a primeira mulher a vencer o prêmio sozinha desde que ele foi criado – até então, apenas outra compositora tinha ficado com a estatueta, Lisa Gerrard, que dividiu a honra com Hans Zimmer por “Gladiador”, há 20 anos. Também chamou atenção o fiasco da Netflix. Estúdio com maior quantidade de indicações – 34, somadas entre filmes e séries – , a plataforma só venceu dois prêmios, ambos de interpretação. As performances de Olivia Colman, Melhor Atriz em Série Dramática, por “The Crown”, e de Laura Dern, Melhor Atriz Coadjuvante de cinema, por “História de um Casamento”, impediu um desastre maior – como, por exemplo, o desempenho de “O Irlandês”, grande aposta da empresa, premiada zero vezes. A sensação deve ter sido ainda mais amarga nas categorias televisivas, onde a plataforma ficou atrás da HBO e de seus rivais de streaming, Amazon e Hulu. Graças a “Chernobyl” e “Succession”, a HBO liderou a relação de séries, com quatro troféus. Amazon e Hulu aparecem em seguida com dois troféus cada, enquanto Showtime e FX empataram com a Netflix com um Globo de Ouro televisivo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” Melhor Ator de Drama Joaquin Phoenix, “Coringa” Melhor Atriz de Drama Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator de Comédia ou Musical Taron Egerton, “Rocketman” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, “The Farewell” Melhor Diretor Sam Mendes, “1917” Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern, “História de um Casamento” Melhor Animação “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Roteiro Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Trilha Sonora “Coringa”, Hildur Gudnadóttir Melhor Canção “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Fleabag” (Amazon) Minissérie ou Telefilme “Chernobyl” (HBO) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” (HBO) Melhor Atriz de Drama Olivia Colman, “The Crown” (Netflix) Melhor Ator de Comédia ​Ramy Yousef, “Ramy” (Hulu) Melhor Atriz de Comédia ​Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” (Amazon) ​​Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Russell Crowe, “The Loudest Voice” (Showtime) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” (FX) Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård, “Chernobyl” (HBO) Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette, “The Act” (Hulu)

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    Nicole Kidman, Pink e Bindi Irwin juntam-se à luta contra os incêndios na Austrália

    5 de janeiro de 2020 /

    A atriz Nicole Kidman, que lançou sua carreira na Austrália, a cantora Pink e a filha do falecido ator e apresentador australiano Steve Irwin (“O Caçador de Crocodilos”) são as mais recentes celebridades a se engajar na luta contra os incêndios devastadores que assolam o país. Kidman e o marido, o músico neozelandês Keith Urban, doaram US$ 500 mil para o Rural Fire Services, organização de brigadistas de incêndio da Nova Gales do Sul, região mais atingida pela devastação incendiária, que “estão fazendo e doando tanto neste momento”. Ela também postou uma lista de organizações que lutam contra o incêndio em suas redes sociais, conclamando seus seguidores a seguir seu exemplo e fazer doações. Veja abaixo. A cantora americana Pink retuitou o post e também prometeu uma doação de US$ 500 mil. Ela escreveu no sábado (4/1): “Estou prometendo uma doação de US$ 500 mil diretamente para os bombeiros locais que estão lutando tanto nas linhas de frente. Meu coração está com nossos amigos e familiares em Oz (Austrália)”. Já Bindi Irwin, filha de 21 anos do apresentador Steve Irwin, foi além do dinheiro, arregaçando as mangas para resgatar e salvar animais selvagens em perigo. Dando continuidade ao legado do pai, Bindi, que também é atriz (“De Volta à Ilha da Imaginação”), já ajudou a resgatar e tratar mais de 90 mil animais da região de Nova Gales do Sul, junto com parentes e voluntários. Ela revelou que Ollie, um ornitorrinco órfão, foi o paciente de número 90 mil no Wildlife Hospital, mantido por sua família no Zoológico da Austrália. Além desse anúncio, publicado em seu Instagram na quinta-feira (2/1), Bindi compartilhou fotos e vídeos de alguns animais resgatados, muitos dos quais estavam feridos pelos incêndios florestais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Our family’s support, thoughts and prayers are with everyone affected by the fires all over Australia. We are donating $500,000 to the Rural Fire Services who are all doing and giving so much right now. Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) em 4 de Jan, 2020 às 3:10 PST Ver essa foto no Instagram I am totally devastated watching what is happening in Australia right now with the horrific bushfires. I am pledging a donation of $500,000 directly to the local fire services that are battling so hard on the frontlines. My heart goes out to our friends and family in Oz ❤️ Uma publicação compartilhada por P!NK (@pink) em 3 de Jan, 2020 às 10:47 PST Ver essa foto no Instagram With so many devastating fires within Australia, my heart breaks for the people and wildlife who have lost so much. I wanted to let you know that we are SAFE. There are no fires near us @AustraliaZoo or our conservation properties. Our Wildlife Hospital is busier than ever though, having officially treated over 90,000 patients. My parents dedicated our Australia Zoo Wildlife Hospital to my beautiful grandmother. We will continue to honour her by being Wildlife Warriors and saving as many lives as we can. 💙🙏🏼 Uma publicação compartilhada por Bindi Irwin (@bindisueirwin) em 2 de Jan, 2020 às 2:07 PST Ver essa foto no Instagram Blossom the possum was admitted to the #AustraliaZoo Wildlife Hospital after being caught in one of the bushfires burning in other parts of Queensland. We have such an incredible team who work day and night to protect gorgeous animals like Blossom. Devastatingly this beautiful girl didn’t make it even after working so hard to save her life. I want to thank you for your kind words and support. This is the heart-wrenching truth, every day is a battle to stand up and speak for those who cannot speak for themselves. Now more than ever we need to work together to make a difference and protect our Mother Earth. For more on how you can become a Wildlife Warrior visit www.wildlifewarriors.org 💙🙏🏼 Uma publicação compartilhada por Bindi Irwin (@bindisueirwin) em 3 de Jan, 2020 às 2:38 PST Ver essa foto no Instagram Our @AustraliaZoo Wildlife Hospital takes in animals from all over Australia. Hundreds of grey-headed flying foxes, a species listed as vulnerable, have been flown to Queensland after the rescue centre they were recovering in was at risk from fire and evacuated. Some of the orphans are now being cared for by the team at the hospital until they’re big enough to go home, and there’s no threat of fire. 🦇 In September, flying fox admissions to the hospital skyrocketed by over 750% due to drought conditions and lack of food. Flying foxes are now being drastically affected by wildfires and we’re again seeing an influx of these beautiful animals from across the country. This week, we treated our 90,000th patient. To cope with so many animals being admitted to the hospital, in 2019 we opened a sea turtle rehabilitation centre, sea snake ward and are about to complete a new bird recovery area, but it’s still not enough to keep up. We need to build a new ward for our patients. Wildlife Warriors from around the world are asking how they can help us save native wildlife, you can donate on our website www.wildlifewarriors.org , or support our fundraiser to start construction of our newest ward by visiting the link in my bio! 💚 Uma publicação compartilhada por Bindi Irwin (@bindisueirwin) em 4 de Jan, 2020 às 2:04 PST

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    Frozen 2 supera primeiro filme nas bilheterias mundiais

    5 de janeiro de 2020 /

    “Frozen 2” continua lotando cinemas em todo o mundo. Embora tenha sido lançado no Brasil apenas na quinta passada (2/1), a produção da Disney superou neste fim de semana a bilheteria mundial do primeiro filme. Ao todo, “Frozen 2” já soma US$ 1,325 bilhão de arrecadação global, bem mais que o montante de US$ 1,274 bilhão do longa de 2013. Segundo a Disney, esta façanha é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Mas não é exatamente assim. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Vale lembrar que o indicado ao Globo de Ouro 2020 na categoria de Melhor Animação nem sequer usa captura de performance para dar vida aos animais falantes, criados inteiramente por computador em sua produção. Por mais foto-realista que seja sua tecnologia, a única cena real de “O Rei Leão” são alguns segundos que apresentam a savana africana logo em sua abertura. E se 99,9% do filme é animado… O recorde de maior bilheteria de animação, de “O Rei Leão”, é de US$ 1,656 bilhão. Na verdade, esta “polêmica” não passa de uma questão “interna” da Disney, que discute consigo mesma como celebrar seu sucesso impressionante em 2019. Ao todo, o estúdio teve seis filmes bilionários em 2019, um recorde nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Como se não bastasse, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” ainda vai aumentar nos próximos dias esse número para sete – a bilheteria é considerada pelo ano do lançamento. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker já se aproxima de US$ 1 bilhão nas bilheterias

    5 de janeiro de 2020 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” lidera as bilheterias da América do Norte – e do mundo – pela terceira semana consecutiva. Apesar da reprovação da crítica e de informações sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm, o longa já superou os US$ 450 milhões em arrecadação doméstica e está prestes a atingir US$ 1 bilhão de faturamento mundial. Ao todo, sua soma global está em US$ 918,7 milhões. Outras marcas importantes foram registradas no Top 5. Em 2º lugar, “Jumanji: Próxima Fase” ultrapassou os US$ 600 milhões de ingressos vendidos em todo o mundo. E “Frozen 2”, atualmente em 5º, somou US$ 1,3 bilhão e deixou para trás o montante mundial do primeiro longa. Segundo a Disney, a façanha de “Frozen 2” é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Só que não. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Saiba mais sobre estes números e a polêmica aqui. Para completar a discussão de recordes, a semana ainda teve um desempenho que gera preocupação. Em meio à programação repleta de blockbusters, a Sony arriscou lançar um filme de terror. E mesmo sendo a única estreia da semana na América do Norte, o reboot de “O Grito” provou-se um grande fiasco. Após ser destruído pela crítica (17% no Rotten Tomatoes) e receber a pior nota possível do público (F no CinemaScore), “O Grito” abriu em 4º lugar com US$ 11,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Sem assustar ninguém, o filme ainda bateu o recorde negativo de abertura da franquia no mercado norte-americano, abaixo até do lançamento fracassado de “O Grito 2”, em 2006. O estúdio não revelou o orçamento da produção, mas o site Deadline apurou que ela não custou menos de US$ 10 milhões, o que significa que, mesmo barato, pode dar prejuízo financeiro. Mais um para a Sony, que aumenta as dívidas geradas em outras tentativas de reviver franquias desgastadas, como “Homens de Preto” e “As Panteras”. Não foi por acaso que a empresa decidiu priorizar um novo longa do Homem-Aranha, mesmo que esta decisão tenha lhe rendido mais perdas em outro projeto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 33,7M Total EUA e Canadá: US$ 450,7M Total Mundo: US$ 918,7M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26.5M Total EUA e Canadá: US$ 236,2M Total Mundo: US$ 610,2M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 60M Total Mundo: US$ 80,4M 4. O Grito Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 17,1M 5. Frozen 2 Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 449,8M Total Mundo: US$ 1,3M   6. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 46,7M Total Mundo: US$ 88,8M 7. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 130,2M Total Mundo: US$ 247,4M 8. Joias Brutas Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,8M Total Mundo: US$ 36,8M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 24,5M Total Mundo: US$ 25M 10. Cats Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 24,6M Total Mundo: US$ 57M

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    Globo de Ouro 2020: Onde assistir, quem concorre e o que esperar

    5 de janeiro de 2020 /

    A 77ª edição do Globo de Ouro 2020 acontece neste domingo (5/1) em Los Angeles. O prêmio entregue pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood aos melhores do cinema e da televisão pode ser assistido ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT e pelo app TNT Go, que começam a exibição a partir das 21 horas (horário de Brasília), com o tapete vermelho, seguido da premiação oficial, às 22h. Quando o comediante inglês Ricky Gervais estiver constrangendo os vencedores no palco do evento, a responsabilidade de conduzir o programa estará a cargo de Dane Taranha e Michel Arouca, com participação de Carol Ribeiro e Phelipe Cruz direto da recepção dos famosos no hotel Beverly Hilton. Além do canal oficial, há outras formas de acompanhar a premiação. A mais popular é pelo canal E!, que cobre apenas o tapete vermelho, mas com mais fôlego: a exibição começa às 20h. Fora da TV brasileira, o Facebook também oferece uma cobertura alternativa do tapete vermelho na aba Facebook Watch – o programa oficial se chama “HFPA Presents Globes Red Carpet Live”. E o Twitter ainda programou um aftershow, com entrevistas com os vencedores e comentários de jornalistas especializados. Em relação à cerimônia propriamente dita, vários canais do YouTube farão a transmissão nos Estados Unidos. Não está claro se essa programação – e talvez a cobertura das redes sociais – será aberta para residentes fora dos EUA, mas os interessados em assistir a transmissão podem fazer uso de uma VPN (informações no Google), o que não é proibido por nenhuma lei brasileira ou americana, e dá acesso a qualquer site que realize restrição geográfica. Apesar de não ter influência alguma na premiação da Academia – trata-se de uma lista de favoritos de cerca de 80 jornalistas quem sequer são americanos – , o Globo de Ouro acaba ganhando projeção pela cobertura desproporcional que recebe da imprensa – num desdobramento da guerra de audiência da TV dos EUA, em que a NBC investe pesado em seu programa de prêmios para fazer frente à ABC, casa oficial do Oscar. Mesmo sem relevância na indústria do entretenimento, a cerimônia é bastante popular pelas saias-justas que alimenta, graças à liberação – e incentivo – do consumo de bebidas durante sua transmissão. Não é segredo que a Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood torce por memes – senão, escândalos. Tanto é assim que insiste em trazer o polêmico Ricky Gervais para apresentar a premiação. Esta é a quinta vez, que ele apresentará a cerimônia, estabelecendo um recorde para a premiação. Nas anteriores, ele comprou brigas com Mel Gibson, Angelina Jolie, Jennifer Lawrence, Jim Carrey, Ewan McGregor, Tim Allen e Kathleen Jenner. Entre os candidatos a receber os troféus dourados, a lista é dominada por produções da Netflix – algo que já tem chamado atenção nas demais premiações da temporada. Se no ano passado a plataforma tinha em “Roma” sua principal aposta, neste ano ela tem vários favoritos a prêmios. Dos dez filmes que receberam indicações, quatro são da Netflix. Mais impressionante que isso, dos cinco indicados a Melhor Filme de Drama, três são produções da gigante do streaming: “Dois Papas”, do brasileiro Fernando Meirelles, “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, e “O Irlandês”, de Martin Scorsese. O quarto filme da empresa é “Meu Nome É Dolemite”, que disputa na categoria de Comédia ou Musical, O longa com maior número de indicações foi “História de um Casamento”, com seis. Metade delas foi para o elenco, liderado por Scarlett Johannson e Adam Driver, além de Laura Dern, como Melhor Atriz Coadjuvante. Empatados em 2º lugar, com cinco indicações cada, aparecem “O Irlandês” e o novo longa de Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood”. Vencedor do Festival de Veneza, “Coringa” conquistou quatro indicações, assim como o “Dois Papas”.​ Já o vencedor do Festival de Cannes, o sul-coreano “Parasita”, do Bong Joon-ho, recebeu três indicações, e vai disputar a categoria de Melhor Filme Estrangeiro com “Dor e Glória”, do espanhol Pedro Almodóvar”, dois filmes franceses (“Retrato de uma Jovem em Chamas” e “Os Miseráveis”) e um longa americano. Isto mesmo, “The Farewell” apareceu na categoria de filmes estrangeiros porque o Globo de Ouro… é o Globo de Ouro. Estrelado por Awkwafina, que vem vencendo vários prêmios da crítica, a comédia da diretora americana Lulu Wang tem elenco asiático como “Podres de Ricos”, e diálogos em inglês, mandarim e japonês, o que talvez explique a confusão. Nas categorias televisivas, o Globo de Ouro decidiu esnobar “Game of Thrones” — a temporada final da série da HBO teve apenas uma indicação, de Melhor Ator para Kit Harrington – , o que aumentou ainda mais a distância da Netflix para os rivais. Liderada pelo elenco renovado da 3ª temporada de “The Crown” e o lançamento de “Inacreditável” (Unbelievable), as atrações “televisivas” da plataforma somaram 17 indicações – duas a mais que a HBO e o mesmo número atingido por suas produções “cinematográficas”, levando o total da Netflix a impressionantes 34 nomeações. Fora da Netflix, “Chernobyl”, da HBO, foi a produção televisiva mais reverenciada, com 4 citações – empatada com “The Crown” e “Inacreditável”. O reconhecimento a “The Crown” e “Chernobyl” ainda marcou uma invasão britânica, com 15 indicações no total para programas e estrelas do Reino Unido. Outro dado interessante foi que Hulu, Amazon e até a recém-lançada Apple TV+ também se destacaram, levando as plataformas de streaming a superar a TV convencional, com 30 indicações ao todo. Atrações da TV paga conquistaram 22 nomeações. E sabe quantas séries da TV aberta foram lembradas? Nenhuma. Entre feitos individuais, a atriz Meryl Street aumentou ainda mais seu recorde como estrela mais indicada ao Globo de Ouro em todos os tempos. Seu papel de coadjuvante em “Big Little Lies” lhe valeu sua 34ª indicação ao prêmio. Confira abaixo a lista completa dos indicados aos prêmios. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” “O Irlandês” “Coringa” “Dois Papas” “História de um Casamento” Melhor Ator de Drama Christian Bale, por “Ford vs. Ferrari” Antonio Banderas, por “Dor e Glória” Adam Driver, “História de um Casamento”Joaquin Phoenix, “Coringa” Jonathan Pryce, “Dois Papas” Melhor Atriz de Drama Cynthia Erivo, “Harriet” Scarlett Johansson, “História de um Casamento” Saoirse Romana, “Little Women” Charlize Theron, “Bombshell” Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Meu Nome É Dolemite” “Jojo Rabbit” “Entre Facas e Segredos” “Era Uma Vez em Hollywood” “Rocketman” Melhor Ator de Comédia ou Musical Daniel Craig, por “Entre Facas e Segredos” Roman Griffin Davis, por “Jojo Rabbit” Leonardo DiCaprio, por “Era Uma Vez em Hollywood”) Taron Egerton, por “Rocketman” Eddie Murphy “Meu Nome É Dolemite” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, por“The Farewell” Ana de Armas, por “Entre Facas e Segredos” Beanie Feldstein, por “Fora de Série” Emma Thompson, por “Late Night” Cate Blanchett, “Cadê você, Bernadette?” Melhor Diretor Bong Joon-ho, por “Parasita” Sam Mendes, por “1917” Todd Phillips, por “Coringa” Martin Scorsese, por “O Irlandês” Quentin Tarantino, por “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator Coadjuvante Tom Hanks, por “Um Lindo Dia na Vizinhança” Al Pacino, por “O Irlandês” Joe Pesci, por “O Irlandês” Brad Pitt, por “Era Uma Vez em Hollywood” Anthony Hopkins, por “Dois Papas” Melhor Atriz Coadjuvante Annette Bening, por “O Relatório” Margot Robbie, por “O Escândalo” Jennifer Lopez, por “As Golpistas” Kathy Bates, por “Richard Jewell” Laura Dern, por “História de um Casamento” Melhor Animação “Frozen 2” “O Rei Leão” “Toy Story 4” “Como Treinar seu Dragão 3” “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” “Dor e Glória” “The Farewell” “Os Miseráveis” “Retrato de uma Jovem em Chamas” Melhor Roteiro “Parasita” “Dois Papas” “O Irlandês” “Era Uma Vez em Hollywood” “História de um Casamento” Melhor Trilha Sonora “Brooklyn Sem Pai Nem Mãe” “Adoráveis Mulheres” “Coringa” “1917” “História de um Casamento” Melhor Canção “Beautiful Ghosts”, de “Cats” “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” “Into the Unknown”, de “Frozen 2” “Spirit”, de “O Rei Leão” “Stand Up”, de “Harriet” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Big Little Lies” (HBO) “The Crown” (Netflix) “Killing Eve” (BBC America) “The Morning Show” (Apple TV+) “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Barry” (HBO) “Fleabag” (Amazon Prime Video) “O Método Kominsky” (Netflix) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “The Politician” (Netflix) Minissérie ou Telefilme “Catch-22” (Hulu) “Chernobyl” (HBO) “Fosse/Verdon” (FX) “The Loudest Voice” (Showtime) “Inacreditável” (Netflix) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” Kit Harington, “Game of Thrones” Rami Malek, “Mr. Robot” Tobias Menzies, “The Crown” Billy Porter, “Pose” Melhor Atriz de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Jodi Comer, “Killing Eve” Nicole Kidman, “Big Little Lies” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Melhor Ator de Comédia Ben Platt, “The Politician” Paul Rudd, “Cara x Cara” (Living with Yourself) ​Ramy Yousef, “Ramy” Bill Hader, “Barry” Michael Douglas, “O Método Kominsky” (The Kominsky Method) Melhor Atriz de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me) ​Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” Natasha Lyonne, “Boneca Russa” (Russian Doll) Kirsten Dunst, “On Becoming a God in Central Florida” Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel) ​​Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Chris Abbott, “Catch-22” Sacha Baron Cohen, “O Espião” (The Spy) Russell Crowe, “The Loudest Voice” Jared Harris, “Chernobyl” Sam Rockwell, “Fosse/Verdon” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” Helen Mirren, “Catherine the Great” Merritt Wever, “Inacreditável” (Unbelievable) Kaitlyn Dever, “Inacreditável” (Unbelievable) Joey King, “The Act” Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Alan Arkin, “O Método Kominsky” (The Kominsky Method) Kieran Culkin, “Succession” Andrew Scott, “Fleabag” Stellan Skarsgård, “Chernobyl” Henry Winkler, “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Meryl Streep, “Big Little Lies” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emily Watson, “Chernobyl” Patricia Arquette, “The Act” Toni Collette, “Inacreditável” (Unbelievable)

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