Fargo: Chris Rock enfrenta a máfia no trailer da 4ª temporada
O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada de “Fargo”, que será estrelada pelo humorista Chris Rock. A prévia confirma que os novos episódios terão humor mais evidente que nas temporadas anteriores, mas isso não vai tornar a série mais leve, já que não faltam drogas e violência na prévia. Além da mudança de tom e de apresentar seu primeiro protagonista negro, a série de antologia criminal criada por Noah Hawley também está alterando sua locação. A trama sai da zona rural do centro-oeste americano para retratar a metrópole de Kansas City. E ainda retrocede bastante no tempo para contar uma história passada durante os anos 1950. A 4ª temporada vai explorar o encontro de dois grupos de migrantes na cidade grande: os europeus, que vieram da Itália, e os afro-americanos, que deixaram os estados mais racistas do Sul, com suas leis discriminatórias. Diante do conflito dos dois grupos pelo controle do tráfico de drogas na cidade, uma tênue paz é organizada por meio de um pacto inusitado: cada família rival vai criar o filho do chefe da outra. Isto significa que Chris Rock interpreta um pai que entregou sua própria criança para ser criado pelo chefe do grupo inimigo e, em contrapartida, pega o herdeiro do inimigo para criar. Até que o chefe da máfia resolve fazer uma cirurgia de rotina e morre no hospital, mudando tudo. O elenco também destaca Ben Whishaw (“O Retorno de Mary Poppins”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Jason Schwartzman (“Moonrise Kingdom”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”) e o músico Andrew Bird (“O Caminho”). A estreia da 4ª temporada vai acontecer em abril, em data ainda não divulgada.
Brooklyn Nine-Nine: 7ª temporada ganha trailer ao estilo de série dos anos 1980
A 7ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” ganhou dois pôsteres e seu primeiro trailer, com uma peculiaridade. A prévia divulgada pela rede NBC é acompanhada por uma narração à moda antiga e imagens de baixa resolução, que remetem à era do VHS. O estilo oitocentista apresenta o cotidiano de Jake Peralta (Andy Samberg) e seus colegas de distrito policial no estilo dos comerciais da série clássica – e dramática – “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), exibida entre 1981 e 1987 nos EUA. Os novos episódios estreiam em 6 de fevereiro na TV americana e a atração já se encontra renovada para sua 8ª temporada. Esta aprovação na emissora contrasta de forma gritante com o passado recente da série. “Brooklyn Nine-Nine” foi salva pela rede NBC após ter sido cancelada pela Fox em 2018, ao final de sua 5ª temporada. O cancelamento durou só 24 horas, porque, no dia seguinte, a NBC, que já era associada à atração via seu estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. E a decisão se provou um grande acerto. “Brooklyn Nine-Nine” se tornou a série mais forte da NBC em plataformas digitais, atingindo 6,4 milhões de espectadores durante um mês de visualização multiplataforma. No Brasil, a série é transmitida pelo canal TNT Series.
Leonardo DiCaprio doa US$ 3 milhões para ajudar na luta contra incêndios na Austrália
Leonardo DiCaprio vai doar US$ 3 milhões, através de sua organização ambiental, para ajudar a luta contra os incêndios na Austrália. A organização do ator, Earth Alliance, anunciou que criará um fundo para contribuir com a “resposta internacional aos incêndios catastróficos”. O incêndio já matou 26 pessoas, destruiu mais de 2 mil casas e devastou uma área do tamanho do estado de Santa Catarina. Um estudo estima que 1 bilhão de animais já morreram na catástrofe. Com sua doação, DiCaprio se junta a outros artistas que estão contribuindo financeiramente com o esforço dos bombeiros do país – como Chris Hemsworth, Liam Hemsworth, Nicole Kidman, Elton John, Pink e Kylie Minogue. Vale observar que o governo australiano não culpa o astro de “Era uma Vez em Hollywood” pelos incêndios. Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @earthalliance: Earth Alliance, created in 2019 by @LeonardoDiCaprio, Laurene Powell Jobs, and Brian Sheth, has launched the #AustraliaWildfireFund, a $3 million commitment to assist critical firefighting efforts, aid local communities most affected by the wildfires, enable wildlife rescue and recovery, and support the long term restoration of unique ecosystems, with partners @aussieark @bushheritageaus @wireswildliferescue @emersoncollective @global_wildlife_conservation @oxygenseven. Join Earth Alliance in supporting these critical efforts – please see the link in my bio to donate. #AustraliaFires Photos by Brad Fleet, Wolter Peeters/The Sydney Morning Herald Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 9 de Jan, 2020 às 3:52 PST Ver essa foto no Instagram Yesterday, @EarthAlliance announced the #AustraliaWildfireFund, a $3 million commitment to support organizations on the front lines in Australia combating the devastating bushfires, and helping to support recovery and restoration projects for affected wildlife. Please see the link in my bio to find out more and to donate. @aussieark @bushheritageaus @wireswildliferescue @emersoncollective @global_wildlife_conservation @oxygenseven Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 10 de Jan, 2020 às 1:08 PST
Star Trek: Próximo filme deve acompanhar nova tripulação espacial
A imprensa americana aproveitou a participação do showrunner e cineasta Noah Hawley (criador das séries “Fargo” e “Legion”) no evento semestral da TCA (Associação de Críticos da TV dos EUA) para descobrir o que vai acontecer no próximo longa-metragem da franquia “Star Trek”. Hawley foi confirmado em novembro passado como roteirista e diretor do quarto filme da saga espacial – desde o reboot de 2009 – , e finalmente deu os primeiros detalhes da produção. Para começar, o longa não deverá ter o número 4 em seu título. Isto porque não será centrado na tripulação da Enterprise introduzida no filme de 2009. Todo o elenco dos três filmes anteriores já está com contratos vencidos e o filme de Hawley deve relançar a franquia com novos atores. Na verdade, ele deve ir além, filmando personagens completamente diferentes. Perguntado especificamente sobre o elenco, Hawley confirmou que pretende escalar novos atores. “Sim, acredito que sim. Ainda estamos no começo do projeto, mas novos personagens costumam implicar novos atores”, disse, sinalizando que o longa pode ser mais um spin-off que uma continuação. “Eu tenho a minha própria visão da franquia, como qualquer fã de longa data”, comentou. Isto não significa o fim da jornada das atuais encarnações do Capitão Kirk (Chris Pine), Sr. Spock (Zachary Quinto), Dr. McCoy (Karl Urban), Scotty (Simon Pegg), Tenente Uhura (Zoe Saldana) e Sr. Sulu (John Cho). Mesmo com a opção por outros personagens, a inclusão de algum(ns) protagonista(s) conhecido(s) pode servir de ponto de intersecção para o lançamento de uma “nova geração” – como aconteceu com Leonard Nimoy, ao interpretar o Sr. Spock original no longa de 2009. Além do “Star Trek” dirigido por J.J. Abrams, a nova versão da franquia cinematográfica também incluiu os filmes “Além da Escuridão: Star Trek” (2013) e “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). Recentemente, Quentin Tarantino também esteve entusiasmado com a possibilidade de filmar um exemplar da franquia, mas suas últimas declarações indicam que ele já desistiu da ideia.
Megxit: Imprensa britânica culpa Meghan Markle por ruptura na família real
A imprensa britânica batizou a recente ruptura na família real de “Megxit”, uma mistura do nome de Meghan Markle com a Brexit (a saída da Grã-Bretanha da União Europeia). A ex-atriz da série “Suits”, que virou Duquesa de Sussex ao se casar com o príncipe Harry, está sendo responsabilizada por criar uma crise na monarquia, em artigos que lembram a abdicação do Rei Eduardo VIII do trono britânico devido a seu casamento com outra “plebeia” americana, Wallis Simpson. A crise foi anunciada pelas redes sociais, onde Harry e Meghan declararam em conjunto que não vão mais representar a família real britânica em compromissos públicos. Mais do que isso: disseram que vão buscar meios de se tornar “financeiramente independentes” da realeza. Publicado no Instagram na quarta (8/1), o post rendeu 1,7 milhão de curtidas e mais de 135 mil comentários. O anúncio caiu como uma bomba na imprensa do Reino Unido, tornando-se mais comentado que o Brexit e a crise entre Irã e EUA. Segundo especialistas em fofocas reais, a declaração surpreendeu até a Rainha Elizabeth II. E está gerando mais ódio que apoio entre os súditos britânicos. Meghan foi rapidamente escalada como vilã, enquanto as redes sociais passaram a acumular ataques contra os duques, exigindo a devolução do equivalente a R$ 12,8 milhões em impostos, usados para pagar a reforma da mansão onde o casal vive em Windsor, a pedido de Harry e Meghan para seu conforto. Muitos ainda exigem que eles abram mão de seus títulos de nobreza, já que estão decididos a morar no Canadá. Mas a maior parte apenas lamenta a decisão, culpando a própria imprensa sensacionalista do país por acuar o casal, que prefere deixar os holofotes para cuidar de suas vidas — e da criação do pequeno Archie, nascido em maio de 2019. Os tabloides, porém, viram na decisão uma oportunidade de destilar ainda mais comentários negativos contra Meghan e Harry. Na quinta, o Daily Mail acusou o casal de abandonar “dramaticamente a linha de frente real sem avisar a rainha Elizabeth, o príncipe Charles ou o príncipe William”. Em tom sensacionalista, a manchete exclama: “Rainha em fúria após Harry e Meghan dizerem: ‘Estamos fora'”. Mas foi o jornal The Sun que cunhou o termo “Megxit”, rapidamente popularizado a ponto de cruzar o oceano e ir parar no New York Post. Por coincidência, o tabloide inglês já enfrenta um processo do príncipe Harry por supostos grampos telefônicos e invasão de privacidade. Na ação de outubro passado, o príncipe Harry diz que o Sun participou de uma suposta intercepção ilegal de mensagens provadas de correio de voz. Apesar do trocadilho, até os apoiadores do Brexit se posicionaram contra a ex-atriz — e de maneira agressiva. Meghan é acusada de tudo. A nova Yoko Ono teria afastado os irmãos William e Harry, e arruinado as chances de seu marido de assumir o trono britânico, caso a posição se tornasse disponível – ele é apenas o sexto na linha de sucessão, após o pai, o irmão mais velho e os três sobrinhos. Nos Estados Unidos, a escritora Afua Hirsch, colunista do New York Times, respondeu às críticas centradas em Meghan, dizendo que elas podem ser explicadas com uma palavra: “racismo”. Para ela, “o aparente projeto da imprensa britânica de perseguir Meghan foi bem sucedido — mas a parte que talvez não fosse esperada foi a perda do príncipe Harry junto com ela”. Na avaliação da colunista, a imprensa e a opinião pública foram muito mais duros com Meghan, de origem negra, do que com Kate Middleton, esposa do príncipe William, que é branca. A polêmica levou uma usuária do Twitter a escrever que está com “vergonha de ser britânica” por causa do “tratamento à primeira pessoa não-branca a entrar na família real”. Há poucos meses, o jornalista da BBC Andrey Kozenko fez um balanço sobre o tratamento destinado a Meghan na imprensa do Reino Unido. “Os tabloides britânicos receberam Meghan há dois anos com simpatia, e agora a atacam a todo o momento”, disse. “Julgam-na por tudo”, ela acrescenta, “desde as reformas caras feitas em sua casa, até sua aparência, seu comportamento em eventos sociais e suas declarações públicas”. Nos últimos meses, ambos fizeram diversas críticas à forma como a imprensa se referiu a suas vidas pessoais. Ao falar da morte inesperada de sua mãe, a princesa Diana, em 1997, Harry disse: “Já vi o que acontece quando alguém que amo é tão mercantilizado ao ponto de não ser tratado ou visto como uma pessoa de verdade.” Ver essa foto no Instagram “After many months of reflection and internal discussions, we have chosen to make a transition this year in starting to carve out a progressive new role within this institution. We intend to step back as ‘senior’ members of the Royal Family and work to become financially independent, while continuing to fully support Her Majesty The Queen. It is with your encouragement, particularly over the last few years, that we feel prepared to make this adjustment. We now plan to balance our time between the United Kingdom and North America, continuing to honour our duty to The Queen, the Commonwealth, and our patronages. This geographic balance will enable us to raise our son with an appreciation for the royal tradition into which he was born, while also providing our family with the space to focus on the next chapter, including the launch of our new charitable entity. We look forward to sharing the full details of this exciting next step in due course, as we continue to collaborate with Her Majesty The Queen, The Prince of Wales, The Duke of Cambridge and all relevant parties. Until then, please accept our deepest thanks for your continued support.” – The Duke and Duchess of Sussex For more information, please visit sussexroyal.com (link in bio) Image © PA Uma publicação compartilhada por The Duke and Duchess of Sussex (@sussexroyal) em 8 de Jan, 2020 às 10:33 PST
Grey’s Anatomy: Justin Chambers revela que está saindo da série
O ator Justin Chambers, um dos poucos integrantes do piloto de “Grey’s Anatomy” que ainda fazia parte do elenco, está deixando a atração após 16 temporadas. O intérprete do Dr. Alex Karev revelou sua saída da série em comunicado enviado à imprensa americana nesta sexta (10/1). “Não há tempo certo para me despedir de um programa e personagem que definiu grande parte da minha vida nos últimos 15 anos”, disse Chambers no texto. “Há algum tempo, porém, espero diversificar meus papéis de ator e minhas escolhas de carreira. E, ao completar 50 anos e abençoado por minha mulher e cinco filhos maravilhosos, agora é a hora”, completou. “Ao sair de ‘Grey’s Anatomy’, quero agradecer à família da ABC, [a criadora] Shonda Rimes, aos membros originais do elenco Ellen Pompeo, Chandra Wilson e James Pickens, e ao restante do elenco e equipe incríveis, tanto no passado quanto no presente. E, é claro, aos fãs por esta jornada extraordinária”, acrescentou. Os três atores que ele citou nominalmente são os últimos integrantes que estão na série desde sua 1ª temporada, exibida em 2005 nos EUA. Chambers interpretou Alex Karev desde o primeiro episódio. Ele iniciou como estagiário de cirurgia no fictício Seattle Grace Hospital antes de finalmente ganhar a posição de médico residente e depois se tornar um cirurgião pediátrico. No começo da 15ª temporada, atingiu o ponto mais alto da hierarquia hospitalar, ao se tornar o chefe interino do Grey Sloan Memorial Hospital, novo nome do centro médico original da série. Ele também se casou duas vezes na série, com as colegas Izzy Stevens (Katherine Heigl, que saiu da atração na 6ª temporada) e Jo Wilson (Camilla Luddington), na 14ª temporada. Apesar de toda essa trajetória, o personagem não terá uma despedida especial, como costuma acontecer quando algum ator sai série. Fontes da revista Variety afirmaram que ele não voltará mais a aparecer na atração. Sua última participação já foi ao ar, exibida em 14 de novembro nos EUA. Neste episódio, Karev decidiu voltar para sua cidade para cuidar de sua mãe doente. “Grey’s Anatomy” está atualmente na 16ª temporada, condição que a tornou a série mais longeva exibida pela rede ABC, e já se encontra renovada para a 17ª temporada, que por ser sua última, caso Ellen Pompeo (intérprete da Grey do título) também decida abandonar a produção. Em 2018, ela renovou seu contrato com grande aumento salarial. No ano passado, a atração superou “E.R.” (também conhecida no Brasil como “Plantão Médico”) como o drama médico de maior duração da TV americana.
Joaquin Phoenix é preso em manifestação contra mudanças climáticas
O ator Joaquin Phoenix, vencedor do recente Globo de Ouro 2020 por “Coringa”, foi preso nesta sexta (10/1) ao participar de mais um protesto organizado por Jane Fonda contra a mudança climática na frente do Capitólio, em Washington (EUA). Ele terá a companhia do ator Martin Sheen, que trabalha com Fonda na série “Grace and Frankie”, também detido na manifestação. Joaquin discursou para os manifestantes — que incluíam ainda as atrizes Maggie Gyllenhaal e Susan Sarandon — e aproveitou para chamar atenção para os malefícios causados pela agropecuária para o meio ambiente. “Eu não tenho nada preparado, mas acho que poucos falam nesses protestos sobre a indústria de carne e laticínios”, afirmou o ator, sendo aplaudido. “Às vezes nos perguntamos o que podemos fazer nesta luta contra a mudança climática, e você pode mudar já, hoje ou amanhã o que consome”, disse. Todos os manifestantes foram alertados pela polícia de que seriam presos caso não cooperarem com as autoridades e começassem a se dispersar. A multidão de hoje foi uma das maiores desde que Fonda começou seus protestos. Even the Joker believes in climate change! Joaquin Phoenix calls out the meat and dairy industry for being the 3rd leading cause of the climate crisis #FireDrillFriday pic.twitter.com/NpxdC7aU38 — Fire Drill Fridays (@FireDrillFriday) January 10, 2020
Normani e Megan Thee Stallion lançam clipe da trilha de Aves de Rapina
A cantora Normani e a rapper Megan Thee Stallion lançaram o clipe de seu dueto “Diamonds”, que faz parte da trilha sonora de “Aves de Rapina”. O vídeo traz algumas cenas inéditas do longa, com Arlequina (Margot Robbie) perseguindo um carro de patins e enfrentando vilões genéricos com sua marreta, em um cenário de circo ou parque de diversões. Mas o ponto alto é simulação do famoso número musical de Marilyn Monroe em “Os Homens Preferem as Loiras” (1953), onde ela canta “Diamond’s Are a Girl’s Best Friend”, música que inspira o título e o refrão da nova faixa. Para quem não lembra do filme, vale citar que a cena é tão famosa que foi recriada em outro vídeo bastante conhecido: “Material Girl”, de Madonna, em 1985. No clipe de “Diamonds”, Normani e Megan Thee Stallion também recriam a coreografia clássica de outrora e a pancadaria do filme atual. Com direção da chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), “Aves de Rapina” chega aos cinemas brasileiros em 6 de fevereiro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Jeremy Irons vai presidir o júri do Festival de Berlim 2020
A organização do Festival de Berlim anunciou que Jeremy Irons (Adrian Veidt na série “Watchmen”) foi escolhido como presidente do júri da edição de 2020 do evento. “É sentindo grande prazer e honra incomensurável que eu assumo esse papel para a Berlinale 2020, um festival que eu admiro há tempos e sempre gostei de frequentar”, contou o ator em comunicado oficial. O ator inglês, que venceu o Oscar por “O Reverso da Fortuna” (1990), esteve mais recentemente no festival para acompanhar a exibição dos filmes “Margin Call – O Dia Antes do Fim” (2011) e “Trem Noturno para Lisboa” (2013). O Festival de Berlim 2020 ocorrerá entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março. We are excited to announce the legendary actor #JeremyIrons as our president of the International Jury at this year´s #Berlinale! He has embodied numerous iconic characters and won multiple awards, including the #AcademyAward for Best Actor. 👉 https://t.co/rHXJYteLRD pic.twitter.com/eBia12qmA2 — Berlinale (@berlinale) January 9, 2020
American Horror Story é renovada para mais três temporadas
O canal pago americano FX anunciou a renovação de “American Horror Story” por mais três temporadas. Isto garante a série no ar até a sua 13ª temporada – um número interessante para uma produção de terror. A série está atualmente produzindo os episódios de seu 10º ano, que serão exibidos no final de 2020. “Ryan [Murphy] e Brad [Falchuk, cocriadores da série] são mestres do terror televisivo. Eles criaram o formato de antologia em temporadas com ‘American Horror Story’, e a sustentaram por quase uma década como a série mais assistida do nosso canal”, comentou John Landgraf, presidente da FX, durante participação no encontro semestral de executivos de TV e imprensa, organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Lançada em 2011, “American Horror Story” popularizou as produções de formato antológico ao contar uma história diferente a cada temporada. A mais recente edição da série, exibida no ano passado, foi batizada de “1984” e apresentou um serial killer à solta num acampamento de verão dos anos 1980.
Nicholas Hoult vai enfrentar Tom Cruise na próxima Missão: Impossível
A franquia “Missão: Impossível” definiu o vilão de seus próximos dois filmes. Nicholas Hoult, conhecido pelo papel de Fera nos filmes dos X-Men, foi escalado para enfrentar Tom Cruise. A natureza do papel foi confirmada por várias publicações americanas de cinema, após o diretor Christopher McQuarrie, que vai assinar ambos os longas, revelar o ingresso do ator no filme. Postando uma imagem de Hoult, ele escreveu no Instagram: “E aí, quer causar um pouco de confusão?”. O próprio ator respondeu ao “convite” nos comentários: “Adoraria. Mas por que só um pouco?”. Os próximos filmes de “Missão: Impossível” serão o sétimo e oitavo da franquia. Eles serão filmados consecutivamente para chegar aos cinemas com um ano de diferença entre si, em julho de 2021 e agosto de 2022. Além de Hoult, Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) estão entre as novidades do elenco. Ver essa foto no Instagram Say, @nicholashoult, care to raise a little hell? Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 9 de Jan, 2020 às 9:50 PST
Crime do goleiro Bruno vai virar minissérie da Globo
A condenação do goleiro Bruno de Souza, ex-Flamengo, pelo assassinato de Eliza Samudio vai virar minissérie da Globo. A história – mais macabra – do “O.J. Simpson brasileiro” está sendo desenvolvida pelo roteirista Lucas Paraíso (de “Sob Pressão”) e pela cineasta Gabriela Amaral (“A Sombra do Pai”), e é baseada no livro “Indefensável – O Goleiro Bruno e a História da Morte de Eliza Samudio”, da editora Record. A diretora Amora Mautner informou á Coluna de Leo Dias, no UOL, que após o roteiro ser aprovado, a equipe começará a definir o elenco, mas Vanessa Giácomo (“O Sétimo Guardião”) é considerada favorita para viver Eliza Samudio. Ela “está desde a origem do projeto. Todos pensamos nela como Eliza”, disse a diretora de TV. A série ainda não tem previsão de estreia, mas só deve chegar à Globo depois da exibição de “Verdades Secretas 2”. A atração deverá inaugurar uma linha de séries sobre crimes reais famosos, ao estilo de “American Crime Story” – que, vale lembrar, começou pelo crime do O.J. Simpson “americano”. A ideia é adaptar diversos crimes já solucionados e sentenciados pela Justiça brasileira.
Criadora de Lizzie McGuire é afastada do revival
Uma das séries mais antecipadas da Disney+ (Disney Plus), o revival de “Lizzie McGuire”, perdeu sua showrunner Terri Minsky. A produtora e criadora da série original deixou o revival após a gravação de dois episódios. Em comunicado oficial, a Disney informou que a saída de Minsky se deu pelos famosos “conflitos criativos”. Houve uma mudança de perspectiva sobre a produção da série após o estúdio perceber o tamanho da expectativa do público em relação à estreia. “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série”, disse um porta-voz da Disney ao site TVLine. “Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. Minsky também estava ligada ao revivel como produtora executiva, mas atualmente não está claro se ela continuará nesse papel. A busca por um novo showrunner está em andamento. Todo o elenco central estava confirmado na série – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Uma coisa é certa: a personagem, que tinha 14 anos quando “Lizzy McGuire” foi lançada no Disney Channel em 2001, voltará às telas com mais de 30 anos de idade.












