The Sonata: Último terror estrelado por Rutger Hauer ganha trailer
A Screen Media divulgou o pôster e o trailer de “The Sonata”, último terror estrelado pelo ator Rutger Hauer (“Blade Runner”), falecido em julho passado. Ele deixou mais três filmes inéditos, mas em outros gêneros. Na trama, Hauer é um músico excêntrico que deixa sua mansão de herança para a filha (Freya Tingley, de “Hemlock Grove”), uma violinista virtuosa. Ao descobrir a partitura de uma composição inédita do pai no imóvel, ela inicia uma pesquisa que a convence se tratar da “música do diabo”, uma sonata capaz de seduzir o anticristo. O diretor Andrew Desmond (“Galaxy of Horrors”) foi premiado pelo trabalho no FilmQuest, festival de cinema fantástico de Utah (EUA). Coprodução entre França e Reino Unido, o filme também traz no elenco Simon Abkarian (“No Limite”), James Faulkner (“Game of Thrones”) e Matt Barber (“Downton Abbey”). A estreia nos cinemas americanos está marcada para 10 de janeiro e não há previsão para lançamento no Brasil.
Blog de extrema direita acusa Fabio Porchat de forjar ataque terrorista contra Porta dos Fundos
O blog de extrema direita Better Call Glenn publicou um post acusando o comediante Fabio Porchat de forjar o ataque terrorista de que o grupo Porta dos Fundos foi vítima. A publicação foi compartilhada pelo guru dos bolsonaristas Olavo de Carvalho, nas redes sociais. “O mais falso que nota de 3 reais ataque ao Porta dos Fundos na noite de 24/12 foi forjado por Fábio Porchat e mais três pessoas ainda não identificadas… eu suspeitaria de participar do teatrinho tosco, o Padre Fábio de Melo (que ofendeu fiéis para defender Duvivier e Porchat) e de outro Fábio: o Pannunzio”, diz o texto, assinado por Luc Michel – pessoa que parece não existir nas redes sociais brasileiras, mas homônima de um político belga identificado com a extrema direita europeia. A acusação segue: “Até mesmo investigadores da 10ª DP de Botafogo que registraram o boletim de ocorrência dão riso de canto de boca sobre a farsa de Porchat. O malandro veio a sua página de Facebook todo bobão: não vão nos calar. Fosse algo real, um atentado de verdade e tanto Porchat quanto o resto do Porta dos Fundos já estariam escondidos na Tanzânia”. Citado pelo texto, o jornalista Fábio Pannunzio pronunciou-se, avisando que vai processar os responsáveis pelo blog e seu divulgador Olavo de Carvalho. “O autor dessa notícia absolutamente falsa é um profissional do crime. Ele e o Olavo de Carvalho vão ter que provar judicialmente o que postaram. Pode ir preparando outra vaquinha, Olavo de Carvalho. Vou processar você aí nos EUA e aqui no Brasil”, afirmou o jornalista. Diante da ameaça, o blog de direita disse que fez uma “piada” e, em seguida, reforçou a notícia. “O desempregado (por que será?) jornapetralha Fábio Pannunzio pegou uma piada nossa e nos chamou de profissionais do crime. Ele tem alguma noção da gravidade dessa acusação? Se não tinha Fábio, agora terá”, diz o texto de “Luc Michel”, retomando o tom acusador. “Disse uma vez e REPITO: o arara-ataque aos Porta dos Fundos foi armado pelo próprio grupo. Tudo armado! Um bando de párias que se gabam de ofender a fé cristã, humilhar milhões de cristãos que professam ardentemente sua fé cristã e zombam da figura de Jesus Cristo. Não sou cristão, mas sou judeu: como judeu tenho todas as razões do mundo de me revoltar ao ver Jesus Cristo sendo retratado com tamanho desrespeito”. Para deixar as teorias de conspiração equilibradas, vale lembrar que Lula também considera o ataque à faca contra Bolsonaro muito suspeito.
Guerra Cultural: Bolsonaro veta incentivos ao audiovisual brasileiro
O presidente Jair Bolsonaro vetou, na sexta-feira (27/12), o projeto de lei que prorrogaria até 2024 benefícios fiscais voltados ao audiovisual por meio do Recine (Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica) e a renovação da Lei do Audiovisual. A lei destinava incentivos fiscais à modernização e expansão de salas de cinema pelo país e também à produção cinematográfica e televisiva brasileira. De acordo com a Presidência, o veto ocorreu por uma questão técnica: faltou ao projeto esclarecer a fonte de custeio e os impactos orçamentários dos incentivos. O secretário do Audiovisual André Sturm afirma que o veto não tem relação com a guerra cultural levada adiante por Bolsonaro contra o audiovisual visual brasileiro, que se reflete em vários outros bloqueios que ele já realizou no setor, como a proibição de apoios estatais a festivais de cinema, suspensão de edital de produção de séries, eliminação de programas voltados à exportação de filmes e o congelamento total das verbas do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), que não foram liberadas durante todo o ano de 2019. Para ele, o veto foi “técnico”. “Garanto que não tem nada nisso”, disse Sturm para a imprensa. “Quando o Congresso aprova um benefício fiscal, ele tem que apontar de onde vem o dinheiro para custeá-lo, porque é uma receita a menos. Infelizmente, isso não foi feito, então o que acontece agora é que o projeto tem que voltar para o Congresso”, explicou. O projeto de lei foi aprovado pela Câmara dos Deputados no começo de dezembro e votado no último dia 12 pelo Senado, que também deu sinal verde para a prorrogação dos benefícios. O veto de Bolsonaro será agora analisado pelo Congresso, que pode derrubá-lo. Curiosamente, o veto acontece dois dias após Bolsonaro declarar que não poderia ficar vetando tudo que vem do Congresso. “Na elaboração de leis quem dá a última palavra sempre é o Congresso, ‘derrubando’ possíveis vetos. Não posso sempre dizer não ao Parlamento, pois estaria fechando as portas para qualquer entendimento”, falou o presidente na quarta-feira (25/12), como justificativa para aprovar vários pontos polêmicos do pacote anticrime, contrariando o ministro da Justiça Sergio Moro e, inclusive, criando despesa obrigatória (não discricionária) com a invenção do “juiz de garantias”. Na quinta (26/12), Bolsonaro também adiantou que pretende acabar com a Lei de Cota, que protege o cinema nacional da distribuição predadora dos blockbusters americanos, e que vai proibir que determinados filmes recebam verba do FSA, dinheiro que vem do próprio mercado audiovisual. Entre os alvos citados estariam filmes que contem “mentiras” sobre a ditadura. Mas também devem entrar na lista de censura federal as produções com temática LGBTQIA+, que foram atacadas em oportunidades anteriores por Bolsonaro, e as produções da Globo, que o presidente considera sua inimiga pessoal. Para realizar esse controle, que ele já chamou de “filtros”, Bolsonaro colocou algumas peças importantes em lugares estratégicos, contando com a participação de um diretor da rede Record, braço televisivo da Igreja Universal, no comitê que administra o caixa do FSA, e de um pastor nomeado como diretor da Ancine, justamente na outra ponta da liberação da verba. Vale lembrar que, ao tomar conhecimento desse projeto em agosto passado, o então secretário da Cultura, Henrique Pires, demitiu-se e acusou o governo de planejar impor censura à expressão artística no Brasil por meio da implantação de “filtros” para a liberação de verbas e incentivos fiscais. Caso o Congresso derrube o novo veto, tornará mais difícil para Bolsonaro exercer seu desejo imperial de censurar veladamente o audiovisual do país, prejudicar a Globo e trocar a atual produção premiada brasileira por filmes evangélicos e de “educação moral e cívica”.
Sue Lyon (1946 – 2019)
A atriz Sue Lyon, eternizada na tela como a Lolita do clássico de Stanley Kubrick, morreu na quinta-feira (26/7) em Los Angeles, aos 73 anos de idade. Uma pessoa descrita como amigo informou ao jornal The New York Times que a saúde da atriz vinha se deteriorando nos últimos anos, mas a causa da morte não foi informada. Lyon tinha feito apenas duas figurações em séries antes de ser escalada por Kubrick. Ela iniciou a carreira aos 13 anos, com uma aparição em “The Loretta Young Show”, e superou cerca de 800 candidatas aos 15 para fazer sua estreia no cinema, no papel da ninfeta mais famosa da literatura – que no polêmico livro de Vladimir Nabokov tem apenas 12 anos. “Lolita” dividiu os críticos pela descrição do relacionamento entre um adulto de meia idade (James Mason) e sua enteada adolescente. O livro de 1955 chegou a ser proibido em vários países, e o filme de 1962 enfrentou diversas restrições, a ponto de sua história precisar se afastar da trama original de Nabokov. Devido ao tema, o filme também teve que ser filmado secretamente em Londres, mas o estúdio nem pensou duas vezes ao destacar em sua publicidade imagens sugestivas de Lyon de biquíni, óculos de sol e lambendo um pirulito. O próprio Nabokov aprovou a escolha da atriz para viver seu símbolo sexual impróprio, aceitando as condições da Warner, que vetou a contratação de uma garota mais nova. Repleto de imagens fetichistas, “Lolita” escandalizou ao erotizar sua jovem intérprete. Mas, apesar da toda a polêmica que gerou em seu lançamento, acabou ganhando um forte culto ao longo das décadas, tanto que, atualmente, tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, atingindo um consenso crítico extremamente positivo entre as novas gerações. Não só o filme, mas sua iconografia foi incorporada à cultura pop, levando Sue Lyon à capas de discos e colagens da pop art. A personagem de Dolores Haze, a Lolita, consagrou a jovem atriz, que chegou a vencer o Globo de Ouro de Melhor Revelação do ano – categoria que não existe mais – , e lhe rendeu até uma curta carreira musical, com a gravação da música-tema “Lolita Ya Ya”, mas também limitou suas ofertas de novos papéis a ninfetas sedutoras. Ela apareceu em seguida em outro clássico, o drama “A Noite do Iguana” (1964), de John Huston, como uma “lolita” que tenta seduzir Richard Burton. Mas conseguiu ir contra o clichê em “7 Mulheres” (1966), último filme de John Ford, no qual viveu uma das sete missionárias do título, que enfrentavam uma horda de bárbaros mongóis. A atriz ainda estrelou “O Magnífico Farsante” e “Tony Rome” em 1967. Em ambos viveu garotas ricas rebeles. “Tony Rome” ainda a mostrou seminua pela primeira vez, aos 21 anos, sob lençóis, diante de Frank Sinatra. Mas seu auge não durou muito. Já nos anos 1970 foi relegada a terrores de baixo orçamento, até rumar para a TV, onde apareceu em episódios de “O Homem de Virgínia”, “Galeria do Terror”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “Os Novos Centuriões” e “A Ilha da Fantasia”. Seu último papel foi uma repórter no clássico trash de terror “Alligator – O Jacaré Gigante”, de 1980 – um dos filmes mais reprisados do SBT – , aposentando-se de Hollywood com apenas 34 anos. Lyon se casou cinco vezes. A primeira aos 17 anos, com o ator e roteirista Hampton Fancher (que escreveu “Blade Runner”). Ela teve um filho no segundo casamento, com o fotógrafo e treinador de futebol americano Roland Harrison. E culpava seu terceiro casamento, com Cotton Adamson, por arruinar sua carreira. Ele era um assassino condenado no momento do casamento, e a união a fez perder vários papéis no começo dos anos 1970, dando início à sua decadência profissional. Seu único casamento duradouro foi o último, com um engenheiro chamado Richard Rudman. Eles só se casaram meia década após ela ter largado a atuação, em 1985, e ficaram juntos até 2002, quando se divorciaram. Curiosamente, a atriz nunca saiu de perto de Hollywood, morando em Los Angeles até sua morte. Mas recusava-se a dar entrevistas e falar de seu passado artístico.
Cartoon Network estreia novo desenho de Steven Universo
O canal pago Cartoon Network vai estrear no sábado (28/12) a série animada “Steven Universo Futuro”, espécie de epílogo do cultuado desenho “Steven Universo”. A nova série tem 10 episódios inéditos de 11 minutos de duração, que pretendem responder as questões que ainda ficaram abertas após cinco temporadas e 151 capítulos, além do longa “Steven Universo – O Filme”. Após salvar o universo e solucionar os problemas de todo mundo, agora Steven terá que enfrentar os seus próprios desafios. Assombrado pelo passado e perdido no presente, o garoto meio humano e meio Gem começará a manifestar poderes incontroláveis, algo que as Crystal Gems nunca viram antes. O que será que isso significa? “Steven Universo” é uma criação da escritora, animadora e compositora Rebecca Sugar, lançada em 2013, que se tornou a primeira série animada a ganhar o Peabody Award, uma das premiações artísticas de maior prestígio nos EUA. O detalhe é que “Steven Universo Futuro” vai ser exibido em ritmo de maratona. Os seis primeiros episódios vão ao ar neste sábado, e os quatro últimos no sábado que vem (4/1), sempre a partir das 20h. Para completar, o Cartoon programou uma reprise integral de todos os 10 capítulos no sábado seguinte (11/11). Veja abaixo a versão oficial dublada da abertura da nova atração.
Atriz de Roseanne e cantora do 4 Non Blondes se divorciam
A atriz Sara Gilbert, conhecida pelo papel de Darlene em “Roseanne” e no atual spin-off “The Conners”, divorciou-se da cantora Linda Perry após cinco anos de casamento. Segundo o site TMZ, Gilbert assinou os documentos nesta sexta (27/12), listando a data oficial de separação como 13 de agosto. Ela e Linda Perry se casaram em 2014 em uma cerimônia que foi comparada a um show de rock. O casal tem um filho, Rhodes Emilio Gilbert Perry, que nasceu em 2015, mas Gilbert ainda tem ainda mais duas crianças de um relacionamento anterior com Ali Adler. Linda Perry ficou mais conhecida no mundo da música como líder da banda 4 Non Blondes, do hit “What’s Up?”, um dos maiores sucessos da década de 1990, que toca até hoje, tendo inclusive virado uma espécie de tema informal da série “Sense8”. Depois do fim da banda, ela se dedicou às funções de compositora e produtora, criando hits para Christina Aguilera, Gwen Stefani e Pink. Além de aparecer em “The Conners”, Sara Gilbert ainda pode ser vista atualmente na série “Atypical”, da Netflix, como a Professora Judd. Ela também é lembrada por suas participações recorrentes em “The Big Bang Theory”, na qual viveu Leslie Winkle.
Medical Police: Spin-off de Childrens Hospital ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer de “Medical Police”, nova série de comédia da trupe de “Childrens Hospital”. A prévia apresenta a premissa do spin-off, que surge como uma mistura besteirol dos dois gêneros mais populares da TV aberta americana: séries médicas e policiais. Na trama, os protagonistas são médicos e policiais “ao mesmo tempo”, como ressalta o cartaz. Um detalhe curioso é que a trama se passa em São Paulo, no Brasil, onde os médicos de um hospital pediátrico descobrem um vírus que ameaça toda a civilização, sendo recrutados como agentes do governo para investigar e prender os culpados. Erinn Hayes e Rob Huebel estrelam a atração, retomando seus personagens de “Childrens Hospital”, respectivamente a Dra. Lola Spratt e o Dr. Owen Maestro. Quem viu a série original, pode lembrar que Owen era um ex-policial e Lola, por sua vez, ainda é… advogada! Outros integrantes da série clássica do Adult Swim também fazem participações especiais, como Ken Marino, Lake Bell e Rob Corddry, e o novo elenco inclui Sarayu Blue (“I Feel Bed”), Eric Nenninger (“Wet Hot American Summer”) e o veterano Fred Melamed (“Lady Dynamite”). Os produtores-criadores de “Medical Police” também são os mesmos de “Childrens Hospital” – Rob Corddry, Jonathan Stern e David Wain. E a estreia está marcada para 10 de janeiro em streaming.
Gal Gadot vai filmar romance proibido pelo governo de Israel
A atriz Gal Gadot, estrela de “Mulher Maravilha”, vem buscando novos projetos desde que criou uma produtora com o marido, Jaron Varsano. Chamada de Pilot Wave, a empresa lançada em outubro já anunciou a produção de um remake americano da série criminal “Queens”, que fez sucesso em Israel, e agora prepara-se para adaptar outra obra famosa em seu país de origem. A fama do livro “Borderlife”, porém, deve-se ao fato de ter sido proibido nas escolas de Israel pelo ministro da educação em 2015. A obra da escritora Dorit Rabinyan conta um romance entre uma mulher israelense e um homem palestino, e tornou-se best-seller após ser atacada pelo ministro Naftali Bennett. Além de produzir, Gadot está considerando também estrelar o filme. Mas o projeto deve demorar a sair do papel, porque a atriz está comprometida com a divulgação de “Mulher Maravilha 1984” e de “Morte no Nilo”, ambos em fase de pós-produção, além de ter na frente o projeto da minissérie do canal pago Showtime sobre a vida da atriz e inventora Hedy Lamarr e as filmagens de “Red Notice”, que a juntarão a Dwayne Johnson e Ryan Reynolds numa superprodução da Netflix.
Star Wars: Diretor de Podres de Ricos quer fazer série de Rose Tico no Disney+
O cineasta Jon M. Chu, diretor de “G.I. Joe: Retaliação” (2013), “Truque de Mestre: O 2º Ato” (2016) e “Podres de Ricos” (2018), ofereceu-se para desenvolver uma série de Rose Tico, personagem de Kelly Marie Tran na nova trilogia “Star Wars”. Ele foi direto ao assunto num post curto publicado no Twitter: “Ok Disney+ (Disney Plus), me coloquem no comando. Vamos fazer essa série acontecer.” A mensagem também incluiu a hashtag #RoseTicoDeservedBetter (Rose Tico Merecia Mais), que os fãs de “Os Últimos Jedi” dispararam após o site Comic Book revelar que a personagem teve apenas 76 segundos de tela em “A Ascensão Skywalker” – filme de 2h20 de duração. Várias críticas de “A Ascensão Skywalker” também condenaram a decisão do diretor e roteirista J.J. Abrams de transformar Kelly Marie Tran em figurante, após a atriz sofrer bullying nas redes sociais de “fãs” contrariados com a escalação de mais uma mulher – e asiática, ainda por cima – na saga. Por este e outros motivos, o novo filme foi considerado “covarde” e um dos piores da franquia – com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, só não é pior que “A Ameaça Fantasma” (53% em 1999). Jon M. Chu é um dos grandes defensores da representatividade asiática em Hollywood. O sucesso de “Podres de Ricos”, estrelado apenas por atores asiáticos e descendentes, provou seu ponto de vista e lhe deu maior visibilidade. Seu próximo filme vai abordar imigrantes de outra etnia – latinos em Nova York. Trata-se do musical “Em um Bairro de Nova York”, que tem estreia marcada para 25 de junho no Brasil. Mas Chu também está envolvido em duas continuações de “Podres de Rico” e na filmagem do drama dos meninos tailandeses que ficaram presos numa caverna em 2018. Ok @disneyplus . Put me in coach. Let’s make this series happen. #RoseTicoDeservedBetter @starwars — Jon M. Chu (@jonmchu) December 27, 2019
The Mandalorian: Jon Favreau anuncia previsão de estreia da 2ª temporada
O diretor Jon Favreau (“O Rei Leão”) aproveitou o final da 1ª temporada de “The Mandalorian”, que foi ao ar nesta sexta (27/12) na plataforma Disney+ (Disney Plus), para anunciar a previsão de estreia do segundo ano da produção. No Twitter, o cineasta revelou que os próximos episódios chegam ao streaming no outono norte-americano, ou seja, entre setembro e novembro de 2020. Veja abaixo. A série é o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), lançada em novembro nos Estados Unidos e Canadá, graças à popularidade inesperada e viral de um de seus coadjuvantes: The Child (a criança), mais conhecido pelo nome dado pelos fãs, “Baby Yoda”. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” foi criada por Favreau, que curiosamente não dirigiu nenhum episódio, deixando a tarefa para Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard (que comandou “Han Solo: Uma História Star Wars”). Odisseia de um caçador de recompensas especial, a série combina perfeitamente tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, ao acompanhar o personagem do título, um nativo do planeta Mandalore – a terra natal de Boba Fett – , que se transforma em alvo dos colegas de profissão ao se recusar a cumprir uma missão contratada: entregar “Baby Yoda” para um representante decadente do antigo Império. O elenco destaca Pedro Pascal (“Narcos”) e seus dublês (entre eles, um neto de John Wayne) no papel-título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi, e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chegue ao Brasil em 2020, provavelmente junto da 2ª temporada da série. Season 2 of #TheMandalorian coming Fall 2020 pic.twitter.com/8VQYLDMQ0V — Jon Favreau (@Jon_Favreau) December 27, 2019
Lily Tomlin, que estrela Grace & Frankie com Jane Fonda, também é presa em protesto
Lily Tomlin se juntou à amiga Jane Fonda, com quem estrela a série “Grace & Frankie”, para participar dos protestos semanais que viraram rotina em Washington, contra a inércia do governo americano para agir diante das mudanças climáticas. E o resultado foi o esperado: ela acabou presa nesta sexta-feira (27/12). A prisão da artista de 80 anos ocorreu em meio à 12ª semana de protestos climáticos consecutivos em Washington, cuja causa encontrou em Jane Fonda sua maior garota-propaganda. Fonda não foi detida desta vez, apesar de já ter sido presa em cinco protestos anteriores. Ela se mudou para Washington no outono passado para ajudar a liderar as manifestações semanais, batizadas de Fire Drill Fridays, após se sentir inspirada pela ativista adolescente Greta Thunberg. O Twitter do movimento publicou um vídeo do momento da prisão de Tomlin. Veja abaixo. .@LilyTomlin was just arrested because forests can’t wait! To maximize the climate benefit of forests, we must keep more forest landscapes intact, manage forests sustainably, and restore those that we have lost. #FireDrillFriday pic.twitter.com/xplGWayri4 — Fire Drill Fridays (@FireDrillFriday) December 27, 2019
Lucas Grabeel volta a High School Musical em cena da nova série da Disney+ (Disney Plus)
O ator Lucas Grabeel voltou ao universo de “High School Musical”, numa participação especial no novo projeto da franquia, “High School Musical: The Musical: The Series”, série do Disney+ (Disney Plus). A aparição foi antecipada pela divulgação de um vídeo da atração, que mostra seu número musical na íntegra. Veja abaixo. O intérprete de Ryan Evans na trilogia original do Disney Channel aparece como ele mesmo, durante um sonho da professora de teatro (Kate Reinders) da high school da série, ajudando-a a ganhar confiança para produzir a nova adaptação do musical. Durante a participação, Lucas canta e lembra seu papel famoso, citando até “We’re All in This Together”, um dos hits do telefilme original de 2006. Depois de “High School Musical”, o ator viveu Connor Kent (o Superboy) em “Smallville” e estrelou “Switched at Birth”, que durou 5 temporadas e mais de 100 episódios. Atualmente, tem feito dublagens para vários desenhos animados – vivendo, por exemplo, Jiku em “Elena de Avalor” e Pinky Malinky na série homônima. “High School Musical: The Musical: The Series” faz parte do catálogo de novidades exclusivas do Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que só chega ao Brasil em 2020. A crítica norte-americana considerou sua mistura de nostalgia e metalinguagem bastante criativa, merecendo 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Ryan Reynolds revela que Deadpool 3 já está em desenvolvimento
O ator Ryan Reynolds revelou, durante sua participação na edição natalina do programa “Live with Kelly and Ryan”, que o terceiro filme do mercenário Deadpool está em produção. “Estamos trabalhando nisso neste momento, com o time todo”, comentou ele. “Estamos na Marvel agora. É como se fôssemos da primeira divisão, de repente. É meio louco”, começou a explicar, antes da apresentadora Kelly Ripa mudar de assunto sem aprofundar nada. O “time todo” deve significar que os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick estão de volta, e muito provavelmente também o diretor David Leitch, que assinou o segundo longa – e sua edição natalina, “Era uma Vez um Deadpool”. Como Reynolds ressaltou, “Deadpool 3” será o primeiro filme do herói produzido pela Marvel Studios, após a Disney comprar o estúdio 20th Century Fox, responsável pelos longas iniciais do personagem. Com isso, o mercenário falastrão poderá contracenar com outros heróis dos quadrinhos, além dos X-Men que apareceram anteriormente. A Disney ainda não anunciou uma data de estreia oficial para a produção, mas reservou várias datas de filmes misteriosos da Marvel (isto é, sem títulos divulgados) até 2023. Veja abaixo a entrevista completa.








