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    Série animada do Garfinho de Toy Story 4 ganha primeiro trailer

    30 de outubro de 2019 /

    A Pixar divulgou o trailer de “Garfinho Faz Uma Pergunta” (Forky Asks a Question), série animada estrelada por Garfinho (Forky), personagem introduzido em “Toy Story 4”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Definida como “uma coleção de curtas da Pixar”, cada episódio trará o Garfinho e outros personagens de “Toy Story” em busca de respostas para perguntas específicas. A pergunta do episódio piloto é: “O que é dinheiro?”. Na trama, o porquinho tenta ajudá-lo a entender como funciona o dinheiro, mas as coisas não dão certo. Os dubladores dos filmes animados de “Toy Story” participarão da produção, com Tony Hale (“Veep”) reprisando o papel do Garfinho. A 1ª temporada, com 10 episódios, vai estrear em 12 de novembro, junto com o lançamento da plataforma de streaming nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. Embora demore um pouco mais para os fãs brasileiros poderem acessar a Disney+ (Disney Plus), a plataforma tem planos de expandir sua cobertura para a América Latina em 2020, já com produções locais.

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  • Série

    Sparkshorts: Conheça os curtas da Pixar da nova série da Disney+ (Disney Plus)

    30 de outubro de 2019 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) vai lançar “Pixar SparkShorts”, uma coleção de curtas da Pixar. O projeto ganhou pôsteres e um trailer, que podem ser vistos abaixo. Quatro dos curtas serão disponibilizados no lançamento do serviço, em 12 de novembro nos Estados Unidos: “Purl”, “Kitbull”, “Smash and Grab” e “Float”. Os dois restantes, “Wind” e “Loop”, chegarão à plataforma em 13 de dezembro e 10 de janeiro, respectivamente. Detalhe interessante: a equipe responsável pelos seis curtas se divide igualmente entre cineastas homens e mulheres. Embora demore um pouco mais para os fãs brasileiros poderem acessar a Disney+ (Disney Plus), a plataforma tem planos de expandir sua cobertura para a América Latina em 2020, já com produções locais. De todo modo, a primeira leva dos “Sparkshorts” não é inédita. Os três primeiros curtas tiveram première na SIGGRAPH (conferência de computação gráfica) do ano passado e foram disponibilizados no YouTube. Eles podem ser vistos já, imediatamente, logo abaixo. Confira após o trailer do projeto.

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    2ª temporada de The End of the F***ing World ganha trailer dramático

    30 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer legendado da 2ª temporada da série adolescente britânica “The End of the F***ing World”. A prévia é extremamente dramática, refletindo o destino solitário de Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”) após o final sangrento de sua road trip com James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata. A atração adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e foi desenvolvida pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), que volta a escrever a 2º temporada. Um detalhe interessante da produção é que a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que só na 1ª temporada fez 40 músicas inéditas para a produção. É dele a versão de “White Wedding”, hit de Billy Idol, que toca no trailer abaixo. Os oito episódios da 2ª temporada vão estrear em 5 de novembro em streaming.

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    Pennyworth: Série sobre a juventude do mordomo de Batman terá 2ª temporada

    30 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano Epix renovou “Pennyworth” para sua 2ª temporada. Espécie de prólogo de “Batman”, a série acompanha as aventuras do jovem Alfred, futuro mordomo de Bruce Wayne, na Inglaterra mod dos anos 1960. A série é o maior sucesso do canal, que pertence ao estúdio MGM, fato admitido no comunicado. “‘Pennyworth’ foi um grande sucesso para nós, abraçado por críticos e fãs”, disse o presidente da Epix, Michael Wright. “Foi a série original de melhor desempenho que já estreou no Epix, mais do que duplicando a audiência dos programas anteriores. Mal podemos esperar para trabalhar com esse elenco fenomenal e a equipe criativa em mais uma temporada emocionante”, completou. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. Há um pouco de “Vingadores” (a série britânica), “Agente da UNCLE” e até do “Batman” de 1966, mas principalmente influência de Harry Palmer (o “James Bond” vivido por Michael Caine, ator que foi Alfred nos anos 2000) na produção, que tem como protagonistas Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título e Ben Aldridge (“Reign”) com Thomas Wayne. O elenco ainda destaca a cantora Paloma Faith (“Juventude”) e Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”) como vilões, além de Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. Em ascensão, Corrin também viverá a Princesa Diana na série “The Crown”. A 1ª temporada estreou em 28 de julho nos Estados Unidos e está disponível no Brasil pelo serviço de streaming Starzplay.

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  • Etc,  Filme

    John Witherspoon (1942 – 2019)

    30 de outubro de 2019 /

    O ator John Witherspoon, parceiro de comédias de Eddie Murphy e Ice Cube, morreu na terça (29/10) aos 77 anos. Sua família confirmou a notícia no Twitter, sem divulgar a causa da morte. Witherspoon começou a carreira como comediante de stand-up. Após tentar, sem sucesso, se apresentar em shows de comédia em Las Vegas, foi para Los Angeles e começou a frequentar as noites de microfone aberto na Comedy Store. Ele também trabalhou de porteiro no clube de comédia e acabou contratado como MC, para apresentar os shows. Acabou criando amizade com o famoso comediante Richard Pryor, que o convidou a participar de seu programa humorístico, “The Richard Pryor Show”. Foi a estreia de Witherspoon nas telas, em 1977. Ele também apareceu em séries dramáticas, como “O Incrível Hulk”, “Barnaby Jones” e “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), antes de se lançar no cinema com um pequeno papel no remake de “Nasce um Cantor” (1980). A carreira cinematográfica ganhou fôlego no final dos anos 1980, a partir de parcerias com os cineastas que se destacaram nas primeiras comédias de elenco negro no período. Escalado no sucesso “Confusões em Hollywood” (1987), de Robert Townsend, ele entrou em seguida em “Vou Te Pegar Otário” (1988), de Keenen Ivory Wayans (que escreveu o filme anterior), e ainda repetiu a parceria com Townsend no cultuado musical “Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso” (1991) e em “Homem Meteoro” (1993). Também apareceu em mais duas obras clássicas relacionadas à música, a cinebiografia “Bird” (1988), sobre a vida do jazzista Charlie “Bird” Parker, dirigida por Clint Eastwood, e na popular comédia “Uma Festa de Arromba” (1990), de Reginald Hudlin, com os rappers adolescentes Kid & Play. Hudlin foi quem o transformou em parceiro de Eddie Murphy, dirigindo ambos em “O Príncipe das Mulheres” (1992). Witherspoon ainda filmou “Um Vampiro no Brooklyn” (1995), “Dr. Dolittle 2” (2001) e “As Mil Palavras” (2012) com o famoso comediante. Mas foi a comédia “Sexta-Feira em Apuros” (1995) que lhe deu seu papel mais famoso: Willie Jones, o pai do personagem preguiçoso de Ice Cube. Willie era, entre outras coisas, propenso a dar conselhos paternais enquanto usava o banheiro. Witherspoon apareceu em três filmes da franquia Ele também participou de mais de 100 episódios da série de comédia “Dupla do Barulho” (1995-1999), estrelada pelos irmãos Marlon e Shawn Wayans, com quem ainda contracenou no cinema em “O Pequenino” (2006). Sua filmografia inclui até uma produção de Adam Sandler, “Um Diabo Diferente” (2000), em meio a dezenas de outros projetos. Entre seus últimos trabalhos estão a dublagem da série animada “The Boondocks” (2005-2014), como o vovô Robert Freeman, e a série de comédia “Black Jesus”, atualmente em sua 3ª temporada.

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  • Etc,  Série

    Séries originais da HBO Max terão um episódio inédito por semana

    30 de outubro de 2019 /

    Um dos detalhes que chamou atenção na apresentação da WarnerMedia para a plataforma HBO Max, realizada na noite de terça (29/10), foi o modelo de distribuição das séries. A plataforma da Warner pretende romper com o modelo de streaming estabelecido pela Netflix, disponibilizando apenas um episódio inédito de suas séries originais por semana. A ideia é repetir na plataforma o engajamento gerado pelas séries da HBO na TV paga. As maratonas esgotam rapidamente as discussões sobre as séries, enquanto a disponibilização semanal tem a capacidade de prolongar a duração do interesse do público nas produções. A estratégia “espelhará amplamente o padrão de lançamento da HBO”, disse o chefe de conteúdo do serviço de streaming Kevin Reilly. “Gostamos de criar impacto cultural e nutrir grande valor a partir de nossas propriedades intelectuais. Nossos criadores de conteúdo também veem o valor de implantar programas gradualmente e de deixá-los respirar. Sucessos da HBO como ‘Succession’ e ‘Chernobyl’ tornaram-se parte do zeitgeist com um cronograma semanal de lançamentos, em vez de desaparecer rapidamente após uma maratona de episódios. Sabemos que as pessoas gostam de maratonar e, na HBO Max, também poderão empilhar temporadas anteriores e o conteúdo do catálogo repleto de séries favoritas”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear em maio de 2020 com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a HBO Max. A WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.

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  • Série

    Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott será lançada pela HBO Max

    30 de outubro de 2019 /

    A série sci-fi “Raised by Wolves”, produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), será lançada com exclusividade pela plataforma HBO Max. A atração estava sendo desenvolvida para o canal pago TNT, mas mudou seu endereço com a promoção da diretora de conteúdo Sarah Aubrey, que encomendou a série, para o serviço de streaming da WarnerMedia. “Conforme nos esforçamos para estabelecer um nível alto de criatividade para a HBO Max, não há pessoa melhor para definir esse nível do que Ridley Scott, pois ele entrega uma realização visionária”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente dos canais TBS, TNT e truTV. “Raised by Wolves” já terminou a produção de sua 1ª temporada, que foi gravada na África do Sul. A paisagem do país servirá de cenário para outro mundo. Na trama, dois androides têm a missão de cuidar de crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam aprender como controlar as pessoas. O elenco é encabeçado pelo ator Travis Fimmel, que ficou conhecido por seu papel como Ragnar Lothbrok na série “Vikings”. Ele viverá Father (Pai), um dos robôs, e contracenará com a atriz dinamarquesa Amanda Collin (“Departamento Q: Uma Conspiração de Fé”), que desempenhará o papel de Mother (Mãe). Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013), do remake de “Papillon” (2017) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” também marcará a estreia de Ridley Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Para garantir que a série tenha um visual cinematográfico, Scott usou sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), no piloto da produção. “Os mundos de tirar o fôlego, personagens atraentes e histórias complexas que Ridley, Aaron e equipe criaram para este projeto são fascinantes”, disse Aubrey, sobre a produção.

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    HBO Max encomenda séries de comédia de Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling

    29 de outubro de 2019 /

    A HBO Max anunciou a produção de três novas séries de comédia originais, que serão produzidas por Elizabeth Banks (do novo “As Panteras”), Issa Rae (“Insecure”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”). As atrações foram reveladas na noite de terça (29/10) pela WarnerMedia, em evento dedicado a detalhar a plataforma de streaming, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. “Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling são três das mulheres mais talentosas de nossa indústria e agora estão trazendo seus projetos originais e impressionantes para a HBO Max”, disse Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da plataforma. “Esses três talentos incríveis incorporam as vozes distintas e diversas que darão vazão à promessa da marca HBO Max de qualidade para todos os públicos”, acrescentou Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. O programa de Kaling se chama “College Girls”, vai acompanhar três colegas de faculdade, irritantes e sexualmente ativas, e já ganhou encomenda de 13 episódios. A produção de Banks é “DC Super Hero High”. Escrita por Scott Weinger (“90210”) e inspirada nos quadrinhos da DC Comics, vai mostrar estudantes do Ensino Médio que podem se tornar super-heróis. E a atração de Rae, “Rap Sh*t”, reflete as aspirações de um grupo de hip-hop feminino de Miami. As duas últimas ainda estão em desenvolvimento. Ao todo, a HBO Max pretende oferecer 31 produções inéditas e exclusivas já em seu lançamento no ano que vem.

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    Lodge 49 é cancelada após 2ª temporada

    29 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano AMC anunciou o cancelamento de “Lodge 49” após sua 2ª temporada. A série de comédia dramática, sobre um ex-surfista “alto astral” que passa a morar em uma comunidade de Long Beach após a morte de seu pai e o colapso do negócio da família, recebeu muitos elogios da crítica, mas não conseguiu transformar isso em audiência. Foram 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, porém apenas 350 mil telespectadores na média do primeiro ano de exibição, número que ainda caiu pela metade ao final da 2ª temporada. O último capítulo da série, exibido em 14 de outubro nos Estados Unidos, foi visto por apenas 176 mil telespectadores ao vivo. Criada pelo estreante Jim Gavin, a série era estrelada por Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, e incluía no elenco Sonya Cassidy (“Humans”) e Brent Jennings (“O Homem que Mudou o Jogo”). Para completar, o ator Paul Giamatti (“Billions”) era um de seus produtores.

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  • Série

    House of the Dragon: HBO oficializa spin-off de Game of Thrones sobre a família Targaryan

    29 de outubro de 2019 /

    A HBO oficializou a produção de uma nova série passada no mundo de Westeros. O canal pago americano anunciou a produção de um spin-off de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys. A atração foi aprovada na fase de roteiro, dispensando a produção de piloto, e já ganhou a primeira arte oficial com seu título: “House of the Dragon”. Veja abaixo. O anúncio desta terça-feira (29/10) veio logo após a notícia de que o canal recusou o piloto de outra série passada no mesmo universo, que seria estrelada por Naomi Watts (“O Impossível”). Após gastar uma fortuna na gravação do piloto inicial, a HBO interrompeu sua pós-produção, rejeitando o projeto sem nem ver a edição final de imagens. Talvez por isso o presidente do canal, Casey Blois, tenha decidido aprovar a nova série sem insistir num novo piloto. O projeto foi encomendado há cerca de 50 dias. “House of the Dragon” é assinada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e pelo escritor George R.R. Martin, e vai se basear num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A atração recebeu encomenda de 10 episódios iniciais e contará entre seus diretores com um veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, vencedor do Emmy pelo celebrado capítulo da “Batalha dos Bastardos”. Além de dirigir o primeiro capítulo, Sapochnik também será um dos produtores da nova série. Ainda não há previsão para a estreia da produção, que ainda nem escalou seu elenco central.

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    HBO Max terá novas séries animadas de Pernalonga, Zé Colmeia e do cineasta Robert Zemeckis

    29 de outubro de 2019 /

    A WarnerMedia anunciou que a HBO Max será lar de novas séries animadas, incluindo produções com personagens famosos do estúdio, entre eles os tradicionais Pernalonga e Zé Colmeia. A revelação foi feita na noite desta terça (29/10) em evento dedicado à plataforma, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. As novas versões dos personagens clássicos existirão juntamente com todo o conteúdo animado da biblioteca da Warner, que será disponibilizado na plataforma de streaming. “Essas novas séries das equipes talentosas da Warner Bros. Animation e Cartoon Network Studios certamente se tornarão clássicos instantâneos”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. “Somos administradores de alguns dos maiores personagens animados de todos os tempos”, acrescentou Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. “E para cada nova série com esses personagens, nosso ponto de partida é sempre focar no que os tornou tão amados. Em primeiro lugar, com as novas séries ‘Looney Tunes’ e ‘Jellystone’, nossos artistas capturaram o charme atemporal desses personagens para criar cartoons que pais e filhos amarão assistir juntos”. “Looney Tunes Cartoons” será uma nova produção com Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Papa-Léguas e toda a turma conhecida dos curtas de “Looney Tunes”. Ao todo, estão sendo produzidos 80 episódios de 11 minutos cada, que, além de histórias inéditas, incluirão remakes de curtas clássicos adaptados para o público atual. A produção da Warner Bros. Animation está a cargo de Sam Register (produtor de “Os Jovens Titãs em Ação!”) e Pete Browngardt (criador de “Titio Avô”). Já “Jellystone” vai juntar diversos personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, incluindo Zé Colmeia, Catatau, Bibo Pai e Bobi Filho, Tutubarão, Capitão Caverna e muitos outros que vivem na cidade de Jellystone – onde eles não podem deixar de criar problemas uns para o outros. A produção também está a cargo de Register, desta vez em parceria com CH Greenblatt (criador de “Chowder” e “Harvey Beaks”). A lista de animações inéditas ainda vai incluir duas produções exclusivas da equipe do canal Cartoon Network, chamadas de “The Fungies!” e “Tig ‘n Seek”. Para completar, “Tooned Out” será uma série híbrida, produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“Uma Cilada para Roger Rabit”), que vai acompanhar um rapaz que passa a ver personagens de desenhos animados em sua vida cotidiana. Mas eles não surgem como piada e sim para ajudar o protagonista a superar um período difícil em sua vida.

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    HBO Max anuncia série live-action do Lanterna Verde

    29 de outubro de 2019 /

    Os executivos da WarnerMedia fizeram uma série de anúncios nesta noite de terça (29/10) sobre a plataforma HBO Max, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. Além da data de inauguração, o evento de imprensa que aconteceu nos estúdios da Warner em Burbank, na grande Los Angeles, incluiu a oficialização de algumas produções novas. O destaque são duas novas séries de super-heróis da DC Comics. Uma delas é centrada no herói Lanterna Verde e a outra será a primeira antologia de super-heróis, intitulada “Strange Adventures”. Ambas terão produção de Greg Berlanti, maior especialista nas adaptações de quadrinhos da editora – ele produz todo o Arrowverso do canal CW, além de três séries de heróis na plataforma DC Universe. “As duas propriedades originais de DC que desenvolveremos para a HBO Max serão diferentes de tudo o que é visto na televisão”, disse Berlanti no evento para a imprensa americana. “Uma delas é uma antologia de contos passados num mundo onde os superpoderes existem, e, no que promete ser nossa maior série da DC já produzida, iremos ao espaço com os Lanternas Verdes, mas não posso revelar mais nada sobre isso ainda”. Vale lembrar que a Warner estava desenvolvendo um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, que deveria chegar aos cinemas em 2020. O projeto chegou a contratar roteiristas e foi até discutido na Comic-Con de San Diego em 2015, antes de sumir no buraco negro aberto pelo fiasco de “Liga a Justiça”. Mas isso não é o mais curioso. O detalhe que realmente chama atenção é que Greg Berlanti foi um dos autores do roteiro de “Lanterna Verde” (2011), o maior fracasso da DC Comics nos cinemas, estrelado por Ryan Reynolds. E ele escreveu a história em parceria com Marc Guggenheim, que é showrunner do Arrowverso. Não há maiores detalhes sobre a série do herói espacial, nem sequer se sabe o título oficial da produção, ao contrário de “Strange Adventures”, cujo nome deriva de uma publicação clássica da DC Comics. Lançada em 1950 com histórias de ficção científica e terror sobrenatural, a “Strange Adventures” dos quadrinhos também serviu de berço para os heróis Capitão Cometa, Homem-Animal e Desafiador (Dead Man), além de ter sido lar de Adam Strange. Nenhum personagem está confirmado na versão televisiva, que irá contar histórias completas com diferentes heróis a cada episódio. A série do Lanterna Verde e “Strange Adventures” elevam o número de programas de Berlanti para a HBO Max para quatro – sem contar quatro longas-metragens de tema adolescente encomendados. Com isso, seu recorde, que já era impressionante, subiu para um total de 22 séries atualmente em produção, em 7 canais/plataformas diferentes. Ninguém chega nem perto desse número absurdo de produções simultâneas. A lista inclui “Arrow” “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning”, “Batwoman”, “Riverdale”, “All American” e “Katy Keene” na rede CW; “Prodigal Son” na Fox; “Blindspot” na NBC; “God Friended Me” na CBS; “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Stargirl” na plataforma DC Universe, “Você” (You), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) e “The Girls on the Bus” na Netflix; mais “The Flight Attendant”, “Equal”, “Strange Adventures” e a série do “Lanterna Verde” (Green Lantern) na HBO Max. Todas essas séries são produzidas pela WBTV (Warner Bros. Television), que tem contrato de exclusividade com o produtor.

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    Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos

    29 de outubro de 2019 /

    A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.

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