Filme de Downton Abbey surra Rambo nas bilheterias da América do Norte
Sylverster Stallone foi com Rambo até o fim. Um fim melancólico nas bilheterias deste fim de semana na América do Norte. O longa distribuído pela Lionsgate teve o menor público entre as estreias amplas da semana, faturando apenas US$ 19M, que lhe rendeu o 3º lugar no ranking. Ficou atrás da sci-fi “Ad Astra”, estrelada por Brad Pitt, e levou uma surra de “Downton Abbey”. O filme baseado na série dramática britânica estreou em 1º lugar com US$ 31M nos Estados Unidos e Canadá. E liderou também as bilheterias do Reino Unido, somando US$ 61,8M em todo o mundo. O resultado foi o melhor desempenho da história do estúdio Focus, divisão da Universal especializada em produções de baixo orçamento e nos chamados filmes de arte. Na prática, os resultados deste fim de semana sinalizam que a grosseria brutal de Rambo pertence definitivamente ao passado. Não foi páreo para um drama sobre aristocratas refinados. O que deve motivar muita reflexão em Hollywood. Outro aspecto a ser considerado no sucesso de “Downton Abbey” é a iniciativa de produzir uma continuação de série de TV para o público de cinema. Embora seja um caminho óbvio no Brasil, é uma opção rara em Hollywood, que popularizou reboots e remakes, em vez de revivals para o cinema. Filmes derivados diretamente de séries costumam virar especiais de TV ou, mais recentemente, lançamentos de streaming, como o anunciado “El Camino”, spin-off de “Breaking Bad”. A bilheteria da produção britânica pode alterar essa estratégia. Nem a Universal devia acreditar no potencial da produção, já que deixou o lançamento fora de vários mercados internacionais importantes. A estreia no Brasil está marcada somente para daqui a dois meses, em 21 de novembro. “Ad Astra” ocupou o 2ª lugar com US$ 19,2M, mas rendeu mais no exterior, atingindo US$ 45,2M mundiais. O desempenho surpreendeu as expectativas de analistas, que projetaram uma derrota clamorosa para “Rambo”. Mas as críticas positivas encheram os cinemas. Assim como “Downton Abbey”, a sci-fi espacial foi muito elogiada na imprensa, atingindo 83% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil acontece já nesta quinta (26/9). Já “Rambo: Até o Fim” fracassou em tudo. Sua bilheteria sequer conseguiu superar a de “Rambo II”, lançado há 34 anos – e isso sem reajuste pela inflação. Para demonstrar a preocupação do estúdio, os valores do exterior não estão sendo liberados. Diante disso, a consultoria Comscore avalia que o filme fez apenas US$ 9,2M nos 33 mercados externos em que foi lançado, valor que contabilizaria inclusive o Brasil. A produção custou US$ 50 milhões, fora P&A (despesas de cópias e publicidade, que costumam aumentar o orçamento em mais 30%). A pá de cal ficou por conta das críticas extremamente negativas. A avaliação não para de cair desde o começo do fim de semana. Está atualmente em 28% de aprovação geral no Rotten Tomatoes, desabando para 9% entre a crítica “top” – categoria dedicada à grande imprensa dos Estados Unidos. Com os três lançamentos ocupando o topo do ranking, o campeão das duas últimas semanas, “It: Capítulo Dois”, desceu para o 4º lugar. A comédia “As Golpistas”, estrelada por Jennifer Lopez, completa o Top 5. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Downton Abbey Fim de semana: US$ 31M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 61,8M 2. Ad Astra Fim de semana: US$ 19,2M Total EUA e Canadá: US$ 19,2M Total Mundo: US$ 45,2M 3. Rambo: Até o Fim Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 28,3M 4. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 179,1M Total Mundo: US$ 358,8M 5. As Golpistas Fim de semana: US$ 17M Total EUA e Canadá: US$ 62,5M Total Mundo: US$ 72,3M 6. O Rei Leão Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 537,5M Total Mundo: US$ 1,6B 7. Bons Meninos Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 77,3M Total Mundo: US$ 98,7M 8. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 64,6M Total Mundo: US$ 118,2M 9. Mais que Vencedores Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 31,5M Total Mundo: US$ 31,5M 10. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 170,6M Total Mundo: US$ US$ 750,1M
Emmy 2019: Veja todas (todas!) opções para acompanhar a premiação da TV americana
A premiação do Emmy Awards 2019 acontece neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. E é possível acompanhá-la de várias formas no Brasil. A transmissão oficial acontece pelo canal pago TNT ao vivo, desde o tapete vermelho, a partir das 20h. O mesmo programa estará disponível pelo aplicativo da TNT em dispositivos móveis. Quem perder ou quiser rever, também contará com uma reprise na segunda-feira, dia 23, na faixa da manhã. Carol Ribeiro e Hugo Gloss são os responsáveis pelas entrevistas no tapete vermelho, enquanto a narração do evento fica a cargo de Dane Taranha, com comentários de Michel Arouca. Junto com a transmissão na TV, haverá uma live no YouTube e no Twitter da TNT Brasil, também com início às 20h, sob o comando de Didi Effe, que comentará todos os acontecimentos da noite e receberá convidados especiais. Mas há outras formas de acompanhar o Emmy, além da cobertura da TNT. Como já é tradicional, o canal pago E! também transmite o evento direto do tapete vermelho, com entrevistas exclusivas e destaque para o visual das estrelas. O “E! Ao Vivo do Tapete Vermelho do Emmy Awards” começa, inclusive, mais cedo que a programação da TNT, às 19h. Os sites das revistas People e Entertainment Weekly farão a mesma cobertura, com programas ao vivo no tapete vermelho do Emmy. A Academia da Televisão ainda oferece um sinal alternativo para quem quiser acompanhar os bastidores do evento. O programa “Backstage LIVE!” será exibido em streaming nos sites Emmys.com, Fox.com e na página oficial da Academia no Facebook durante a cerimônia. Conteúdos exclusivos também serão postados no Instagram e no Twitter da Academia via a hashtag #Emmys. A rede americana Fox, que é o canal oficial da transmissão nos Estados Unidos, vai exibir o Emmy ao vivo em seu site oficial, mas o acesso ao sinal é oferecido apenas para residentes nos Estados Unidos. Como alguns desses sites podem bloquear visitas de usuários estrangeiros, os interessados em assisti-los podem fazer uso de uma VPN (informações no Google), o que não é proibido por nenhuma lei brasileira ou americana, e dá acesso a todos os endereços citados. Para completar, o site IMDb vai apresentar um programa pós-premiação, “IMDb LIVE After the Emmys Presented by CBS All Access”, que vai debater os resultados. Ele será transmitido simultaneamente no IMDb.com, na Amazon.com, Amazon Live, Twitch e Twitter.
Emmy 2019: Conheça os indicados e todos os detalhes da cerimônia de premiação deste domingo
A 71ª edição do Emmy Awards, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, conclui-se neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. Considerado o “Oscar da TV”, o evento é dividido em três noites e já entregou os chamados “prêmios criativos” (basicamente técnicos) no fim de semana passado. Por isso, o líder em indicações, “Game of Thrones”, já levou 10 das 32 estatuetas a que concorre neste ano. Além de “Game of Thrones”, que se despede como série mais premiada da história do Emmy, a cerimônia também pode fazer a atriz Julia Louis-Dreyfus atingir o recorde de sete troféus pelo mesmo papel, na série “Veep”, e igualar o recorde de Cloris Leachman como atriz de TV mais premiada de todos os tempos, com nove vitórias na carreira. O que torna sua disputa com Rachel Brosnahan, a “Maravilhosa Mrs. Meisel”, uma das mais esperadas da noite. Outro confronto que gera expectativas vai se dar entre as minisséries aclamadas “Chernobyl” e “Olhos que Condenam”. Assim como aconteceu o Oscar 2019, a entrega de prêmios da Academia da Televisão deste ano não terá apresentador. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação será realizada dessa forma. A última vez foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, a cerimônia foi mais rápida, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), o produtor Don Mischer, responsável pelo evento, disse que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”. Algumas “surpresas”, porém, já vazaram. Se não vai haver apresentador, o Emmy terá, em compensação, um narrador oficial. O comediante Thomas Lennon (“Santa Clarita Diet”) vai fazer algumas intervenções de áudio entre os anúncios e os discursos dos vencedores – os famosos “comentários” com factoides sobre os premiados. A cerimônia também romperá com a tradição de ter acompanhamento orquestral ao vivo. Em vez disso, o evento será embalado por hits que tenham relação com séries, personagens ou astros premiados. Algumas participações especiais já estão confirmadas. A sessão “In Memoriam”, que homenageia artistas falecidos no último ano, será acompanhada por uma performance ao vivo da cantora Halsey. E o comediante Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) comandará um número musical na introdução das categorias de variedade. O Emmy 2019 será exibido na íntegra a partir das 20h, desde seu tapete vermelho, no canal pago TNT. Mas também poderá ser acompanhado em outras plataformas. Veja aqui todas as alternativas. Aproveite para lembrar abaixo os indicados que competem pelos troféus mais cobiçados do evento. Além destes, já foram anunciados os vencedores das categorias de documentário e reality show, os premiados em animação e os principais prêmios técnicos do Emmy 2019. Clique nos links para saber mais. Indicados ao Emmy 2019 Melhor Série de Drama Game of Thrones This Is Us Killing Eve Ozark Better Call Saul Succession Segurança em Jogo Pose Melhor Série de Comédia Veep Boneca Russa The Marvelous Mrs. Maisel Barry Fleabag The Good Place Schitt’s Creek Melhor Telefilme Black Mirror: Bandersnatch Deadwood – O Filme Brexit Meu Jantar com Herve Rei Lear Melhor Minissérie ou Série Limitada Sharp Objects Escape at Dannemora Chernobyl Olhos que Condenam Fosse/Verdon Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (This Is Us) Milo Ventimiglia (This Is Us) Jason Bateman (Ozark) Billy Porter (Pose) Bob Odenkirk (Better Call Saul) Kit Harington (Game of Thrones) Melhor Atriz em Série de Drama Sandra Oh (Killing Eve) Jodie Comer (Killing Eve) Emilia Clarke (Game of Thrones) Laura Linney (Ozark) Robin Wright (House of Cards) Mandy Moore (This Is Us) Viola Davis (How to Get Away With Murder) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Alfie Allen (Game of Thrones) Peter Dinklage (Game of Thrones) Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) Jonathan Banks (Better Call Saul) Giancarlo Esposito (Better Call Saul) Michael Kelly (House of Cards) Chris Sullivan (This Is Us) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Gwendoline Christie (Game of Thrones) Lena Headey (Game of Thrones) Fiona Shaw (Killing Eve) Maisie Williams (Game of Thrones) Sophie Turner (Game of Thrones) Julia Garner (Ozark) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (Black-ish) Bill Hader (Barry) Ted Danson (The Good Place) Michael Douglas (The Kominsky Method) Don Cheadle (Black Monday) Eugene Levy (Schitt’s Creek) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) Julia Louis-Dreyfus (Veep) Natasha Lyonne (Boneca Russa) Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) Christina Applegate (Disque Amiga para Matar) Catherine O’Hara (Schitt’s Creek) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler (Barry) Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel) Alan Arkin (O Método Kominsky) Tony Hale (Veep) Stephen Root (Barry) Anthony Carrigan (Barry) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (Saturday Night Live) Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel) Anna Chlumsky (Veep) Betty Gilpin (GLOW) Marin Hinkle (The Marvelous Mrs. Maisel) Sarah Goldberg (Barry) Olivia Colman (Fleabag) Sian Clifford (Fleabag) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Mahershala Ali (True Detective) Jared Harris (Chernobyl) Jharrel Jerome (Olhos que Condenam) Sam Rockwell (Fosse/Verdon) Benicio del Toro (Escape at Dannemora) Hugh Grant (A Very English Scandal) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (Fosse/Verdon) Patricia Arquette (Escape at Dannemora) Amy Adams (Sharp Objects) Joey King (The Act) Aunjanue Ellis (Olhos Que Condenam) Niecy Nash (Olhos Que Condenam) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Asante Blackk (Olhos Que Condenam) Paul Dano (Escape At Dannemora) John Leguizamo (Olhos Que Condenam) Stellan Skarsgård (Chernobyl) Ben Whishaw (A Very English Scandal) Michael K. Williams (Olhos Que Condenam) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (The Act) Patricia Clarkson (Sharp Objects) Emily Watson (Chernobyl) Margaret Qualley (Fosse/Verdon) Marsha Stephanie Blake (Olhos Que Condenam) Vera Farmiga (Olhos Que Condenam) Melhor Direção em Série de Drama Game of Thrones (The Iron Throne) Game of Thrones (The Last of the Starks) Game of Thrones (The Long Night) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Desperate Times) Ozark (Reparations) Succession (Celebration) Melhor Direção em Série de Comédia Barry (The Audition) Barry (ronny/lilly) The Big Bang Theory (The Stockholm Syndrome) Fleabag (Episódio 1) The Marvelous Mrs. Maisel (All Alone) The Marvelous Mrs. Maisel (We’re Going To The Catskills!) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora Fosse/Verdon (Glory) Fosse/Verdon (Who’s Got the Pain) A Very English Scandal Olhos Que Condenam Melhor Roteiro em Série de Drama Better Call Saul (Winner) Segurança em Jogo (Episódio 1) Game of Thrones (The Iron Throne) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Nice and Neat) Succession (Nobody is Ever Missing) Melhor Roteiro em Série de Comédia Barry (ronny/lilly) Fleabag (Episódio 1) The Good Place (Janet(s)) PEN15 (Anna Ishii-Peters) Boneca Russa (Nothing In This World Is Easy) Boneca Russa (A Warm Body) Veep Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora (Episódio 6) Escape at Dannemora (Episódio 7) Fosse/Verdon (Providence) A Very English Scandal Olhos Que Condenam (Parte 4) Melhor Programa de Esquetes Saturday Night Live Drunk History I Love You, America At Home with Amy Sedaris Documentary Now Who Is America? Melhor Programa de Variedade Full Frontal with Samantha Bee Jimmy Kimmel Live! Last Week Tonight The Daily Show with Trevor Noah The Late Late Show with James Corden The Late Show with Stephen Colbert Melhor Programa de Competição RuPaul’s Drag Race American Ninja Warrior Mandou Bem! (Nailed It) Top Chef The Voice The Amazing Race
Criadora e atriz de The L Word desenvolvem série LGBTQIA+ para canal adolescente da Disney
Ilene Chaiken e Jennifer Beals, respectivamente criadora e estrela da série “The L Word”, juntaram-se num novo projeto LGBTQIA+. Desta vez, para adolescentes. As duas vão produzir o piloto de uma adaptação do aclamado romance “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo”, de Taylor Jenkins Reid, para o canal pago da Disney voltado à adolescentes, o Freeform. A produção dramática é o primeiro projeto do estúdio Fox 21, agora propriedade da Disney, a ganhar encomenda do Freeform. A história de “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo” gira em torno de Monique, uma jornalista de 20 e poucos anos que é escolhida a dedo por Evelyn Hugo, uma estrela icônica da Era de Ouro de Hollywood, para escrever sua biografia. A trama acontece em tempos paralelos, acompanhando as memórias de juventude de Evelyn, em seus desafios de carreira, busca de afirmação racial e sexualidade, e o impacto dessas revelações na vida de Monique, que passa a assumir riscos para descobrir sua verdadeira identidade – que pode ter a ver com a própria estrela de cinema. O projeto é o segundo romance de Reid atualmente em fase de adaptação para o formato de série. O outro é “Daisy Jones & The Six”, em desenvolvimento para a Amazon com produção da também atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). Para o Freeform, “The Seven Husbands of Evelyn Hugo” (título original) reflete sua nova meta de virar o canal dos “becomers” – telespectadores em vias de se definir em relação ao amor, aos estudos e à profissão. Caso o piloto seja aprovado, a série vai se juntar a “Grown-ish” e “The Bold Type”, que exemplificam o tipo de produção almejada. As produtoras Ilene Chaiken e Jennifer Beals também estão envolvidas na nova série derivada de “The L Word”, chamada de “The L Word: Generation Q”, em que Beals vai reprisar o papel de Bette Porter, que viveu na série original. Esta série estreia em 8 de dezembro no canal pago americano Showtime.
Brasil entra na lista de países intolerantes em nova HQ dos X-Men
A mais nova edição de “House of X”, publicação que marca a volta dos X-Men aos quadrinhos da Marvel, coloca o Brasil entre as nações inimigas e hostis aos mutantes. O país foi listado ao lado de Rússia, Venezuela e Irã como o grupo mais intolerante, que não se dispõe a aceitar o reconhecimento de uma nação mutante na ONU. Na trama concebida por Jonathan Hickman, Charles Xavier luta na ONU para que a Ilha de Krakoa, povoada apenas por mutantes, seja considerada uma nação soberana. Para convencer os outros países, o Professor oferece remédios feitos a partir de uma planta nativa. O Brasil rejeita a proposta, ao lado dos países citados. Sem entrar em detalhes, a recusa é resumida a um quadro que ilustra o mapa da rejeição. Veja abaixo. Como todo fã dos X-Men sabe, os personagens são metáforas para minorias perseguidas. O registro acontece após o prefeito do Rio de Janeiro tentar censurar uma publicação da editora, por conter um beijo gay entre dois super-heróis. A notícia repercutiu nos Estados Unidos. A trama de “House of X” parece refletir uma mudança mundial de percepção sobre o país. Antes celebrado por sua aparente tolerância generalizada, o país passou a ser encarado como um dos mais intolerantes do mundo. Para demonstrar que os quadrinhos não estão exagerando, nesta semana vieram à tona na imprensa os planos do Brasil para comandar uma reação conservadora na ONU, visando impedir que minorias tenham seus direitos reconhecidos. Usando a defesa da família como escudo, o país se juntou ao Egito e aos regimes mais conservadores do Oriente Médio e do mundo islâmico para evitar que direitos LGBTQs e femininos apareçam em documentos da ONU. No Brasil, ONGs solicitaram acesso aos documentos do Itamaraty sobre o assunto, e o acesso foi negado.
Ainda inéditos, streamings da Disney e Apple já fazem Netflix se desvalorizar
A Netflix tomou um tombo no mercado de ações de Nova York na sexta-feira (20/9). Suas ações caíram 5,5% em um único dia. A responsabilidade pela desvalorização súbita é atribuída à sinceridade de Reed Hastings, CEO da companhia, ao admitir para a revista Variety que será muito difícil se manter na liderança do mercado de streaming com a chegada da Disney+ (Disney Plus) e outras plataformas. “Embora tenhamos competido com muitas pessoas na última década, é um mundo totalmente novo a partir de novembro, entre o lançamento da Apple e o lançamento da Disney e, é claro, o crescimento da Amazon. Será uma competição difícil. Os consumidores terão muitas opções de escolha”, disse E a competição só vai aumentar. Em 2020, também vão se juntar às ofertas de streaming os serviços HBO Max (da WarnerMedia), Peacock (da Comcast – isto é, NBCUniversal) e a plataforma ainda sem nome da ViacomCBS (inclui a Paramount)
The Aeronauts ganha novo trailer de tirar o fôlego
A eOne divulgou o pôster e o trailer britânicos de “The Aeronauts”, aventura de época que volta a juntar os atores Eddie Redmayne e Felicity Jones após a parceria bem-sucedida de “A Teoria de Tudo” (2014). A prévia é de tirar o fôlego, tanto pela fotografia belíssima quanto pelas cenas de tensão sobre os céus da Inglaterra vitoriana. Baseada em fatos reais, a produção inglesa conta a história de um casal que desafiou a gravidade no século 19, em voo pioneiro num balão movido a ar quente. Redmayne vive o papel do cientista James Glaisher, que queria provar a plausibilidade de uma nova ciência, a meteorologia, em sua capacidade de prever mudanças climáticas, e Jones interpreta a piloto Amelia Wren, que desafiou o machismo vitoriano para se tornar a única pessoa capaz de conduzir Glaisher em sua missão, e ir mais alto que nenhum homem jamais tinha ido num balão. Além da reconstituição de época, a trama explora o clima de aventura e toda a tensão da viagem de balão, que encontra beleza nas alturas, mas também a fúria de tempestades, mostrando a fragilidade do empreendimento voador. O roteiro foi escrito por Jack Thorne (“Extraordinário”) e a direção é de Tom Harper (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”). O longa teve première no Festival de Toronto, onde foi elogiadíssimo, conquistando 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e muitas recomendações para que o público vá assisti-lo nos cinemas – de preferência, em telas IMAX. Apesar disso, enfrenta boicote das grandes redes de cinema, porque, após lançamento limitado em novembro no Reino Unido e dezembro nos EUA, será disponibilizado rapidamente na plataforma da Amazon, coprodutora do filme. Por sinal, “The Aeronauts” não deve passar nos cinemas brasileiros, chegando aqui diretamente em streaming.
Marvel libera curta integral do Porco-Aranha com dublador do Aranhaverso
A Marvel divulgou em seu canal no YouTube o curta animado “Peter Porker – O Espetacular Porco-Aranha” (“Spider-Ham: Caught in a Ham”), que mostra uma aventura solo do personagem de “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018). Peter Porker fazia parte de um universo antropomórfico da Marvel, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. A tentativa de lançar quadrinhos de humor da Marvel teve curta duração. Por isso, a ideia de um Porco-Aranha só foi voltar a fazer rir numa piada aleatória do filme de “Os Simpsons” (em 2007), antes de ganhar proeminência no primeiro longa animado do Homem-Aranha. O curta foi lançado originalmente como um extra do blu-ray do filme vencedor do Oscar de Melhor Animação, e traz o comediante John Mulaney repetindo seu papel vocal como Porco-Aranha. Na trama, ele enfrenta seu grande inimigo, o Dr. Crawdaddy (voz de Aaron LaPlante, dublador dos Gremlins de “Hotel Transilvânia 3”) Roteiro e direção são de Miguel Jiron, que trabalhou na animação do “Aranhaverso”. Além de vencer o Oscar, “Homem-Aranha no Aranhaverso” foi sucesso de público e crítica e já teve sua sequência encomendada.
Um Conto de Natal vai virar musical com Will Ferrell e Ryan Reynolds
O clássico “Um Conto de Natal” de Charles Dickens, adaptado diversas vezes para o cinema e a TV, vai ganhar mais uma versão. Desta vez, será um musical produzido e estrelado por Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e Ryan Reynolds (o “Deadpool”). O filme tem roteiro e direção de Sean Anders e John Morris, responsáveis pela comédia “Pai em Dose Dupla” e sua continuação, ambas estreladas por Ferrell. Escrito por Dickens em 1843, “Um Conto de Natal” conta a conhecidíssima história de Ebenezer Scrooge, um homem avarento e solitário, que odeia o Natal e tudo o que a festa representa, até que recebe a visita de três fantasmas que o fazem repensar seu comportamento, despertando sentimentos aparentemente adormecidos. Trata-se de uma das histórias mais filmadas de todos os tempos, cujas primeiras adaptações datam da década de 1920. Mais recentemente, “Um Conto de Natal” também virou comédia com Bill Murray, romance com Matthew McConaughey, animação computadorizada com Jim Carrey e foi até encenada pelos Muppets. Por enquanto, a versão musical segue sem previsão de estreia.
O Massacre da Serra Elétrica vai ganhar novo filme do diretor de O Homem das Trevas
“O Massacre da Serra Elétrica” vai ganhar mais uma continuação. Os direitos do filme original de 1974 foram revertidos para o co-roteirista do longa, Kim Henkel, que negociou com a Legendary para dar continuidade à franquia. A sequência será produzida pelo cineasta uruguaio Fede Álvarez, que já dirigiu um reboot/sequência de terror clássico, “A Morte do Demônio”, em 2013, além de “O Homem das Trevas” (2016) e “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018). O acordo não garante que ele também vai dirigir o longa. Com direção do falecido Tobe Hooper, “O Massacre da Serra Elétrica” original acompanhava um grupo de jovens que, ao viajar ao Texas, acabava na propriedade de parentes canibais, sendo caçados por um maluco que matava com serra elétrica e usava pedaços de suas vítimas como máscara. O próprio Hopper assinou a primeira sequência, simplesmente chamado de “O Massacre da Serra Elétrica 2”, em 1986. E vários outros filmes se seguiram, entre eles um remake, um prólogo e até alguns que se apresentaram como continuações diretas do primeiro longa. Até Henkel dirigiu uma dessas sequências, “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno” (1994), transformando o filme numa continuação oficial – e pior exemplar da franquia. Portanto, não é surpresa que o novo projeto prometa ignorar as outras continuações para retomar a trama a partir da história original. Embora não seja novidade, a ideia tem uma justificativa recente: o sucesso de “Halloween”, que ignorou décadas de continuações para emendar sua trama diretamente no primeiro filme. O novo “Massacre” ainda não tem previsão de estreia.
Watchmen: Pôster da série destaca personagem de Regina King
A HBO divulgou um novo pôster da série “Watchmen”, que é o primeiro a incluir uma foto – os anteriores tinham apenas textos. A imagem destaca a personagem da atriz Regina King (“American Crime”), que pelos trailers será mesmo a protagonista da série. Confira abaixo, junto à versão animada. Desenvolvida por Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”), a série vai continuar a trama dos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, que já foi transformada em filme em 2009, e se passa vários anos após os acontecimentos anteriormente vistos. A trama vai incluir pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpretará Adrian Veidt e Jean Smart (“Legion”) será a Espectral madura. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e pode ser representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A 1ª temporada vai estrear no dia 20 de outubro. A HBO Brasil confirmou que a exibição nacional da série será simultânea com os Estados Unidos, estratégia que o canal já utilizou com “Game of Thrones”, “Euphoria” e “Succession”, e os episódios serão exibidos todos os domingos às 22h (horário de Brasília). It's time. #WatchmenHBO pic.twitter.com/S0VSHkvFqo — Watchmen (@watchmen) September 20, 2019
Billie Lourd vai homenagear a avó Debbie Reynolds com participação especial em Will & Grace
A atriz Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) fará participação especial na última temporada de “Will & Grace” num papel em homenagem à sua avó, a célebre atriz Debbie Reynolds (“Dançando na Chuva”). Ela vai aparecer na série como Fiona, sobrinha de Grace (Debra Messing) e neta de Bobbi Adler, personagem interpretada por sua avó nas primeiras temporadas da série. Reynolds viveu Bobbi Adler em 12 episódios ao longo das oito temporadas originais de “Will & Grace”. A atriz faleceu em 28 de dezembro de 2016, um dia depois de sua filha, Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia de “Star Wars”). O episódio com a participação de Lourd será gravado na próxima quarta (25/9) e mostrará Fiona tentando se reconectar com a tia Grace. A despedida da série terá 18 episódios, mas ainda não teve data de estreia divulgada pela rede NBC. No Brasil, a nova fase da série de comédia, que foi revivida em 2017, é exibida pelo canal pago Fox.
The Sinner: Teaser da 3ª temporada destaca participação de Matt Bomer
O canal pago americano USA Network divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “The Sinner”, que destaca a participação do ator Matt Bomer como principal suspeito do próximo caso misterioso do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman). Bomer vai viver Jamie, que espera o seu primeiro filho com a mulher quando um acidente muito suspeito abala sua jovem família. O papel marca a volta do ator para o canal que, entre 2009 e 2014, exibiu “White Collar”, a série que o projetou. Mais recentemente, ele apareceu em produções como “American Horror Story” e “The Last Tycoon”, e atualmente estrela “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino), renovada para sua 2ª temporada. O criador de “The Sinner”, Derek Simonds, permanece como showrunner no terceiro ano, que só vai estrear em 2020, em data ainda não revelada. A série é disponibilizado no Brasil pela Netflix.











