A Outra Face: Clássico dos anos 1990 vai ganhar remake
O estúdio Paramount Pictures anunciou que vai produzir um remake/reboot do filme “A Outra Face” (Face/Off, 1997), estrelado por John Travolta e Nicolas Cage. Thriller de ação clássico dos anos 1990, o longa original dirigido pelo mestre John Woo acompanhava um agente do FBI que passava por um transplante facial para assumir a identidade de um terrorista. Porém, o plano dá errado quando o vilão também começa a se passar pelo agente. O roteiro da nova versão está a cargo de Oren Uziel (“Paradoxo Cloverfield”) e ainda não há ninguém mais contratado na produção, nem previsão para seu lançamento. O estúdio pretende escalar um novo elenco e contar com novo diretor. Relembre abaixo o trailer do filme original.
Ação social de Felipe Neto repercute na revista americana The Advocate
A revista The Advocate, principal veículo LGBTQIA+ dos Estados Unidos, que existe desde 1967, publicou um artigo sobre a ação social do youtuber e ator Felipe Neto (“Tudo por um Pop Star”), ao comprar e distribuir gratuitamente 14 mil livros com temática LGBTQIA+ na Bienal do Livro que se encerrou no domingo (9/8) no Rio de Janeiro. A iniciativa foi uma resposta à tentativa de censura do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que enviou fiscais à Bienal para recolher uma história em quadrinhos dos Vingadores em que dois super-heróis masculinos se beijavam. O prefeito, que é bispo evangélico, classificou o beijo como “impróprio” e exigiu que a publicação fosse lacrada com saco opaco e tivesse indicação de venda “proibida” para menores. Como a Bienal se recusou a considerar o beijo de um casal como pornografia, o prefeito chegou a ameaçar fechar o evento, enviando uma segunda leva de fiscais para recolher todo o material LGBTQIA+ que não estivesse ensacado. Os censores, porém, não encontraram nada, porque Felipe Neto já tinha comprado as publicações do gênero e distribuído entre o público. A reportagem da Advocate explicou a história para o público americano, citando os títulos dos livros que Felipe distribuiu. Para completar, ainda postou um link para a matéria no Twitter com uma dedicatória especial. “Obrigado, Felipe Neto”, disse a publicação, escrevendo em português. Obrigado, @felipeneto ???https://t.co/2cOKT07vih — The Advocate (@TheAdvocateMag) September 9, 2019
Felipe Neto vira alvo de campanha de ódio de integrantes do partido de Bolsonaro
O youtuber e ator Felipe Neto (“Tudo por um Pop Star”) entrou na política. Ele (ainda) não é candidato a nada, mas já virou alvo de campanha destrutiva de membros de um partido. Integrantes do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, resolveram atacar o jovem após ele tomar o que muitos consideram a melhor e mais efetiva iniciativa social do ano, ao comprar e distribuir gratuitamente 14 mil livros com temática LGBTQIA+ na Bienal do Livro que se encerrou no domingo (9/8) no Rio de Janeiro. A iniciativa foi uma resposta à tentativa de censura do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que enviou fiscais à Bienal para recolher uma história em quadrinhos dos Vingadores em que dois super-heróis masculinos se beijavam. O prefeito, que é bispo evangélico, classificou o beijo como “impróprio” e exigiu que a publicação fosse lacrada com saco opaco e tivesse indicação de venda “proibida” para menores. Como a Bienal se recusou a considerar o beijo de um casal como pornografia, o prefeito chegou a ameaçar fechar o evento, enviando uma segunda leva de fiscais para recolher todo o material LGBTQIA+ que não estivesse ensacado. Os censores, porém, não encontraram nada, porque Felipe Neto já tinha comprado as publicações do gênero e distribuído entre o público. A escalada autoritária do prefeito bispo também foi recebida com protestos dos frequentadores da Bienal. E acabou barrada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que definiu a intromissão do município como “censura” e “descriminação de gênero”. Ou seja, o verdadeiro comportamento impróprio. Inconformados pela derrota, a extrema direita encomendou um ataque de bots nas redes sociais, com a missão de espalhar o tópico #PaisContraFelipeNeto, que viralizou entre os comentários no Twitter. Segundo o cientista de dados Fábio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo, que analisou o ciclo viral, o ataque cibernético atingiu a média de 20 tuítes por minuto durante a madrugada. Malini identificou o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) como responsável por criar o tópico. Com essa informação, Felipe Neto escreveu: “O deputado que começou a tag de ataque a minha reputação é o Carlos Jordy. Ele está sendo processado por mim após ter dito publicamente que eu tive ligação com o ataque terrorista na escola de Suzano. Ele criou fake news sem qualquer indício a respeito.” Em abril, o juiz Arthur Eduardo Magalhães Ferreira, da 1ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, determinou a exclusão de uma postagem no Twitter de Jordy que ligava Felipe Neto ao massacre em escola de Suzano, em São Paulo. O processo segue com pedidos de retratação pública e pedido indenizatório. Apesar desse antecedente, Carlos Jordy voltou a atacar Felipe Neto. No post que está sendo apontado como marco zero do surto viral, ele afirmou: “14 mil livros LGBTs distribuídos pelo Felipe Neto na Bienal. Ainda bem que, pelos vídeos, só aparecem militantes adultos pegando o material. Não permitam que seus filhos acessem conteúdo de quem quer que eles vejam material que contrarie suas convicções morais”. Os vídeos a que o deputado se refere registram milhares de adolescentes fazendo filas para receber os livros distribuídos pelo youtuber. Não são “militantes adultos”. Ou seja, trata-se de nova fake news. Mas Jordy não se prende a esse detalhe, pois em outros posts reclama da má influência de Felipe Neto para as crianças. Num dos posts mais claros em sua missão de promover a hashtag do ódio, o deputado afirmou: “#PaisContraFelipeNeto já está nos trending topics do Brasil. Não permitam que seus filhos tenham acesso ao conteúdo imoral desse sujeito que entra em suas casas julgando que pode ensinar a seus filhos a visão sexual e moral de mundo dele.” Outra integrante do PSL, a deputada Carla Zambelli acrescentou: “Felipe Neto retuitou foto com crianças segurando os livros impróprios para a idade. Sem problemas a distribuição para os mais velhos. Mas crianças?” O youtuber respondeu: “E os deputados do PSL seguem sendo o esgoto da política. Nenhuma criança pegou livro sem estar com os pais ou representantes legais. Os livros estavam lacrados. Eles mentem, distorcem, manipulam tudo em prol de sua agenda fascista e doente.” Ele ainda alterou o texto da “biografia” de seu perfil no Twitter para “Orgulhosamente odiado pelos integrantes do PSL”. Procurada pelo UOL, a assessoria de imprensa nacional do PSL disse que o partido não iria se manifestar sobre o caso porque é “impossível responder” sem saber se a acusação é contra o diretório nacional ou estadual da legenda. Além disso, afirmou que iria processar o youtuber e o UOL, caso ligasse os bots ao partido “sem apontar provas e sem esclarecer” contra quem é a acusação. Em reação aos bots, a hashtag #PaisComFelipeNeto começou a bombar. Entre os incentivadores, apareceu até o escritor Paulo Coelho. Mas não foi a única atitude da internet contra a campanha fundamentalista. Para completar, a hashtag do contra foi invadida por posts com fotos de beijos LGBTQIA+ e congratuações ao youtuber, transformando a corrente de ódio numa manifestação coletiva de apoio e amor. Com a dispersão, os bots tentaram emplacar nova hashtag, #FelipeNetoLixo. E o resultado foi o mesmo. “Clica na hashtag #FelipeNetoLixo e a maioria dos posts são a favor dele e contra a censura kkkkkk. Bots derrotados”, escreveu o jornalista Guga Noblat, da rádio Jovem Pan, no Twitter. Sem se dar por vencido, Carlos Jordy passou então a pregar o boicote ao canal do youtube de Felipe Neto. “Um cara que tem 34 milhões de seguidores no YouTube (público infantil) e quer influenciá-los com sua visão de mundo, contrariando as convicções morais dos pais e seu direito de educar seus filhos, é alguém perigoso. Não deixem que seus filhos assistam seus vídeos”, conclamou o político. Recebeu apoio de autodeclarados bolsominions convictos, que já não assistiam ao canal de Felipe Neto. E ajudou a aumentar, nas últimas 24 horas, em mais de 100 mil o número de inscritos no canal do jovem político em ascensão. Uma curiosidade. O cientista de dados Fábio Malini também observou que o PT, principal partido da esquerda brasileira, não se engajou na discussão sobre direitos LGBTQIA+ nem durante a ameaça de censura à Bienal. Houve raras exceções, e ainda assim marginais, como o retuíte de um post (de Marcelo Freixo, do PSOL) sobre o assunto por parte de Fernando Haddad, que não comentou diretamente a polêmica. Em contraste, Manuela d’Ávila (PCdoB), candidata a vice-presidente na chapa de Haddad, publicou vários comentários sobre o tema no fim de semana e até citou nominalmente Felipe Neto em ato de solidariedade. Terceiro colocado nas últimas eleições presidenciais, Ciro Gomes foi ainda mais incisivo ao chamar a tentativa de censura de fascista e em seus elogios à inciativa do youtuber. Já Marina Silva, candidata da Rede, que também é evangélica, foi mais petista que nunca, ignorando o assunto. O branco, o obscuro, é o pró-censura (7%). Contra, a maioria (93%). O Grafo possui 1.327.587 RTs feitos por 425.053 usuários. Ah! Deu branco no maior partido de esquerda do país, o PT, ausente da conversação no Twitter sobre a censura/homofobia de Crivella. pic.twitter.com/OJBmiZPJRB — Fabio Malini (@fabiomalini) September 8, 2019
Ad Astra: Veja cena de ação da nova sci-fi estrelada por Brad Pitt
A Fox divulgou um vídeo inédito e dois pôsteres internacionais da sci-fi “Ad Astra”, que no Brasil ganhou o subtítulo “Rumo às Estrelas”. A prévia destaca uma cena de ação intensa, em que astronautas em veículos lunares disputam uma corrida desesperada contra piratas assassinos na gravidade zero da lua. Primeira sci-fi do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), “Ad Astra” traz Brad Pitt como um astronauta que embarca numa viagem pelo sistema solar para reencontrar seu pai, 20 anos depois dele partir em uma missão para Netuno em busca de sinais de inteligência extraterrestre e desaparecer misteriosamente. Mudanças na Terra sugerem que ele possa estar vivo e fazendo experiências com consequências catastróficas para a sobrevivência da humanidade. Tommy Lee Jones (“James Bourne”) vive o pai de Pitt e o elenco ainda inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes), Ruth Negga (“Preacher”), Liv Tyler (“The Leftovers”), Kimmy Shields (“Insatiable”), Jamie Kennedy (“Pânico”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e Greg Bryk (“The Handmaid’s Tale”). O filme é uma coprodução internacional, que inclui até participação da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (“Me Chame pelo seu Nome”). Ele é um dos produtores, junto do próprio Brad Pitt e outros. Já o roteiro é do diretor James Gray em parceria com Ethan Gross (da série “Fringe”). “Ad Astra – Rumo às Estrelas” vai estrear em 26 de setembro no Brasil, seis dias depois do lançamento nos Estados Unidos.
American Horror Story presta homenagem ao terror dos anos 1980 em 21 pôsteres
O canal pago FX divulgou nada menos que 21 pôsteres de “American Horror Story: 1984”. As ilustrações prestam homenagem aos filmes slashers dos anos 1980 – aqueles em que serial killers mascarados atacam adolescentes com facas, machados ou serras-elétricas em punho. A iconografia se divide entre misoginia, opressão sexual e fetiche, como nos filmes da época. Numa referência explícita a “Sexta-Feira 13” (1980), a 9ª temporada da série de antologia de terror vai girar em torno de um acampamento à beira de um lago no interior, onde um grupo de adolescentes resolve passar suas férias, sem saber que um assassino irá atormentá-los. Os episódios voltarão a contar com Emma Roberts, Cody Fern, Billie Lourd e Leslie Grossman, astros habituais das temporadas da série, além de alguns novatos. O maior destaque é Matthew Morrison, que estreia no terror após protagonizar outra série famosa de Ryan Murphy, “Glee”. Mas há ainda o esquiador olímpico Gus Kenworthy, DeRon Horton (de “Cara Gente Branca”), Zach Villa (“Shameless”) e a atriz transexual Angelica Ross, que também faz parte da família de séries de Murphy, vinda de “Pose”. A estreia está marcada para 19 de setembro e terá exibição simultânea no Brasil e nos Estados Unidos. A transmissão nacional acontecerá à meia-noite do dia 19 (isto é, da quinta para a sexta-feira) no FX nacional.
American Horror Story: 1984 será exibida simultaneamente no Brasil e EUA
O canal pago FX vai estrear a nova temporada de “American Horror Story” no Brasil simultaneamente à sua exibição nos EUA. A transmissão nacional acontecerá à meia-noite do dia 19 de setembro (isto é, da quinta para a sexta-feira). A 9ª temporada da série de antologia de terror tem o título “American Horror Story: 1984” e presta homenagem aos filmes slashers dos anos 1980 – aqueles em que serial killers mascarados atacam adolescentes com facas em punho. Numa referência explícita a “Sexta-Feira 13” (1980), vai girar em torno de um acampamento à beira de um lago no interior, onde um grupo de adolescentes resolve passar suas férias, sem saber que um assassino irá atormentá-los. Os episódios voltarão a contar com Emma Roberts, Cody Fern, Billie Lourd e Leslie Grossman, astros habituais das temporadas da série. Entre as novidades, o maior destaque é Matthew Morrison, que estreia no terror após protagonizar outra série famosa de Ryan Murphy, “Glee”. Mas há mais novatos, como o esquiador olímpico Gus Kenworthy, DeRon Horton (de “Cara Gente Branca”), Zach Villa (“Shameless”) e a atriz transexual Angelica Ross, que também faz parte da família de séries de Murphy, vinda de “Pose”. Após a estreia, os episódios da temporada continuarão a ser exibidos as quintas-feiras à meia-noite no FX Brasil, com reprises aos domingos (10h), terças (03h30 – madrugada de terça para quarta-feira) e quintas-feiras (16h). Para promover a nova temporada, o canal também programou uma maratona de “American Horror Story: Apocalipse”, o ciclo anterior da antologia. A exibição acontecerá nos dias 14 e 15 de setembro, sábado e domingo, a partir das 10h30, no FX.
John Wesley (1947 – 2019)
O ator John Wesley, que participou da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel Air), morreu de complicações devido a uma longa batalha com câncer, confirmou sua família no domingo (8/9). Ele tinha 72 anos. Natural da Louisiana, Wesley estreou no cinema como figurante do western clássico “A Marca da Forca” (1968) e no mesmo ano virou coadjuvante em “O Poder Negro” (1968). Mas a guerra do Vietnã interrompeu sua carreira. Ele serviu no Exército dos EUA durante o conflito, quando começava a engatar diversos papéis. Ao voltar da guerra, demorou a reencontrar portas abertas, mas acabou emplacando participações em séries de sucesso, como “A Supermáquina”, “Os Jeffersons” e “O Poderoso Benson”, antes de reaparecer num pequeno papel em “48 Horas” (1982), que deu novo fôlego à sua carreira. Seguiram-se “Braddock 2: O Início da Missão” (1985), “Perfeição” (1985), “Resgate Infernal” (1986), “Querem me Enlouquecer” (1987). “Mudança do Barulho” (1988), “Nada Além de Problemas” (1991), “Pare! Senão Mamãe Atira” (1992), “Os Batutinhas” (1994) e muitos outros filmes e aparições em séries. Um de seus papéis mais lembrados é o de Dr. Hoover num episódio de “Um Maluco no Pedaço”, a série estrelada por Will Smith nos anos 1990. Mas Wesley também teve destaque como integrante recorrente de “Martin”, a sitcom da outra metade dos “bad boys”, Martin Lawrence, além de ter feito um arco na série “Medium” em tempos mais recentes – três episódios como um juiz em 2005. Ao todo, Wesley somou mais de 100 créditos em filmes e televisão. Mas seus principais trabalhos foram no teatro. Como diretor artístico da Black California Repertory Company, ele montou produções de autores negros. Também participou de uma companhia dedicada a obras de Shakespeare e ganhou um Atlas Awards de Melhor Ator Coadjuvante numa montagem de “Toys in the Attic”. Por seu último filme, “Second Acts”, um curta de Anya Adams lançado em janeiro deste ano, Wesley recebeu o prêmio de Melhor Ator do Hollywood Women’s Film Festival.
Doutor Sono: Continuação de O Iluminado ganha novo trailer legendado
A Warner divulgou um novo trailer legendado de “Doutor Sono”, aguardada continuação de “O Iluminado”, que traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. A prévia chega a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick, mas se dedica principalmente a explicar a nova trama e seus personagens. O filme é baseado em outro livro de Stephen King, sequência oficial da obra original e premiada com o Bram Stoker Award (o “Oscar” das publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, e a elogiada série “A Maldição da Residência Hill”. Ele também reescreveu o roteiro – originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King). O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). A estreia está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Hayley Atwell é confirmada no próximo Missão: Impossível
A atriz Hayley Atwell, que vive a Agente Carter no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), foi confirmada no próximo “Missão: Impossível”. O anúncio foi feito pelo diretor Christopher McQuarrie em seu Instagram, com a divulgação de uma foto da atriz inspirada nas antigas aberturas da série em que a franquia de filmes se baseia. O próximo “Missão: Impossível” vai chegar aos cinemas em 2021 e deverá ser rodado simultaneamente a mais um longa da franquia, com previsão de lançamento no ano seguinte. Christopher McQuarrie está encarregado escrever e dirigir os novos dois capítulos da saga do espião Ethan Hunt e sua equipe – completando assim quatro filmes da coleção, após assinar “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015) e “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018). Ele foi o primeiro cineasta a comandar dois “Missão: Impossível”. Os novos filmes também contarão com o retorno dos atores principais da saga, como Tom Cruise, Simon Pegg e Rebecca Ferguson, entre outros. O sexto “Missão: Impossível” foi considerado o Melhor Filme de Ação de 2018 na premiação do Critics Choice Awards. Ver essa foto no Instagram @wellhayley Should you choose to accept… Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 6 de Set, 2019 às 3:59 PDT
As Golpistas surpreende e Jennifer Lopez é cotada para o Oscar
O Oscar 2020 pode se tornar o mais bizarro de todos os tempos. O menos incrível, a essa altura, é uma adaptação de quadrinhos da DC Comics, “Coringa”, do diretor de “Se Beber, Não Case”, ser considerada favorita ao troféu principal da Academia após sua vitória no Festival de Veneza. Chama mais atenção o nome de Adam Sandler ser cotado à indicação, em meio a elogios no Festival de Telluride por seu desempenho em “Uncut Gems”. E também, como se não bastasse, Jennifer Lopez aparecer como “oscarizável”, graças à repercussão da première de “As Golpistas” (Hustlers) no Festival de Toronto neste fim de semana. Consagrada com oito indicações ao troféu Framboesa de Ouro de Pior Atriz de Hollywood, a cantora está sendo incensada pela crítica como a líder de uma gangue de strippers no filme de Lorena Scafaria (“A Intrometida”). Comparado aos dramas criminais de Martin Scorsese pelas resenhas de Toronto, “As Golpistas” mostra as strippers lideradas por Lopez aplicando golpes em seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro dos Estados Unidos, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. E não é uma comédia. O filme atingiu 94% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, onde a maioria dos textos indexados concentram elogios para a atuação de Lopez. “Jennifer Lopez deveria concorrer ao Oscar”, escreveu o site The Daily Beast. “Jennifer Lopez será indicada para um Oscar”, previu Hunter Harris, do Vulture, em seu Twitter. “A performance de força total de Jennifer Lopez genuinamente merece consideração para prêmios”, refletiu o site IndieWire. “Performance nocauteadora de Jennifer Lopez”, ecoou o site Splash Report. “Jennifer Lopez feroz”, adjetivou o site Slash Film. E a revista Variety ampliou o coro, ao destacar “Jennifer Lopez como você nunca viu antes”. Até o momento, apenas o desempenho de Renée Zellweger em “Judy”, drama sobre os últimos dias de Judy Garland, vinha aparecendo nas previsões de Oscar de Melhor Atriz. A falta de papéis femininos com a mesma repercussão pode realmente colocar Jennifer Lopez no páreo. Kristen Stewart também chegou a gerar expectativas, mas o filme “Seberg”, em que interpreta Jean Seberg, não se mostrou à altura da Academia no festival canadense – mesmo com elogios à interpretação, ficou com apenas 55% no RT. Uma coisa é certa: com Jennifer Lopez, “Coringa” e Adam Sandler, a transmissão do Oscar 2020 ganharia seu perfil mais popular dos últimos anos. O que lhe daria potencial de concentrar a maior audiência da cerimônia nesta década. A Academia pode levar isso em consideração.
It: Capítulo Dois registra segunda maior estreia de terror em todos os tempos
“It: Capítulo Dois” teve uma estreia grandiosa neste fim de semana na América do Norte, onde abriu com US$ 91M (milhões) de arrecadação. O valor representa a segunda maior abertura de um filme de terror no mercado norte-americano. Perde apenas para o primeiro longa da franquia, “It: A Coisa”, que fez US$ 123M em seu fim de semana inaugural em 2017. No restante do mundo, o filme arrecadou quase o mesmo valor, mais US$ 94M, posicionando-se também como a segunda maior estreia internacional de terror – de novo atrás de “It: A Coisa”. A Warner festejou a conquista congratulando o diretor Andy Muschietti e a equipe de marketing da New Line (estúdio do conglomerado que produziu o filme). A queda de desempenho da continuação em relação ao lançamento original foi considerada irrelevante diante dos números tradicionais do mercado de terror e o fato de o filme já ter chegado nos cinemas pago, graças a vários contratos de marketing e product placements, inéditos no gênero. Apesar disso, vale destacar que “It: Capítulo Dois” foi exibido em mais cinemas que “It: A Coisa”. Na verdade, o total de 4,5 mil salas representou a maior distribuição já feita pela Warner nos Estados Unidos e Canadá – maior que os lançamentos de filmes de super-heróis do estúdio. Sem outras estreias amplas, os títulos remanescentes tiveram desempenhos muito fracos. Para deixar evidente a dimensão da distância, o segundo filme mais visto do fim de semana, “Invasão ao Serviço Secreto”, faturou apenas US$ 6M. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos entre sexta e domingo (8/9) nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 91M Total EUA e Canadá: US$ 91M Total Mundo: US$ 185M 2. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 53,4M Total Mundo: US$ 53,4M 3. Bons Meninos Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 66,8M Total Mundo: US$ 82,4M 4. O Rei Leão Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 529,1M Total Mundo: US$ 1,5B 5. Mais que Vencedores Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 24,7M Total Mundo: US$ 24,7M 6. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 164,2M Total Mundo: US$ 719,7M 7. The Peanut Butter Falcon Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 12,2M Total Mundo: US$ 12,2M 8. Histórias Assustadoras para Contar no Escuro Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 62,1M Total Mundo: US$ 88,8M 9. Ready or Not Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 25,6M Total Mundo: US$ 35,5M 10. Dora e a Cidade Perdida Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 54,1M Total Mundo: US$ US$ 82,3M
Christian Bale e Matt Damon divertem-se com briga “patética” entre “Batman e Jason Bourne” em novo filme
Os atores Christian Bale (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Matt Damon (“Jason Bourne”) deram uma divertida entrevista em vídeo para a revista The Hollywood Reporter sobre novo filme, “Ford vs Ferrari”, dirigido por James Mangold (“Logan”), que será exibido em première na segunda-feira (0/9) no Festival de Toronto. O tema destacado pela publicação foi a luta de seus personagens, que se envolvem numa disputa física no meio da história, totalmente sem vontade e sem nenhuma violência efetiva. Enquanto Damon definiu a luta como “a mais patética” de sua carreira, Bale declarou que “foi a sequência de luta mais divertida que já fiz”, onde a maior dificuldade era não rir enquanto trocava socos fracotes. Ele ainda afirmou, com seu sotaque britânico original, que estava “entediado” de filmar lutas coreografadas de filmes de ação. O que inspirou Damon a declarar: “Teve um momento ali em que cheguei a pensar: ‘Não acredito que [os lutadores] são Batman e Jason Bourne'”, fazendo Bale cair na gargalhada. Veja o vídeo abaixo. No filme, Bale e Damon interpretam, respectivamente, o piloto britânico Ken Miles e o designer de carros americano Carroll Shelby. Juntos, os dois tentaram criar um carro que permitiria à Ford destronar a Ferrari na famosa corrida francesa de 24 Horas de Le Mans, em 1966. A missão era considerada impossível. Para o papel, Bale voltou a perder peso. E é curioso, nesse sentido, que ele também tenha sido cotado para estrelar uma cinebiografia de Enzo Ferrari, mas acabou desistindo por não querer engordar para viver o fundador da escuderia. Além de Bale e Damon, “Ford vs Ferrari” conta com Caitriona Balfe (“Outlander”), Tracy Letts (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Jon Bernthal (“O Justiceiro”) no elenco. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. "I can't believe that is #Batman and #JasonBourne." Matt Damon and Christian Bale discuss their "pathetic" fight scene in #FordvFerrari. #THRatTIFF pic.twitter.com/4w1tp9Wzkg — Hollywood Reporter (@THR) September 8, 2019
Diretora de Mulher-Maravilha fecha com a Netflix para produzir séries
A cineasta Patty Jenkins, responsável pelo blockbuster “Mulher-Maravilha”, assinou contrato com a Netflix para produzir novas séries. Segundo a revista Variety, o acordo foi fechado em US$ 10 milhões. “Estamos felizes em receber Patty Jenkins na Netflix”, disse Channing Dungey, nova vice-presidente de séries originais da plataforma. “Seu trabalho pioneiro ultrapassou fronteiras e ela conta histórias com personalidade que deixam uma marca inesquecível. Esperamos promover muitas ideias com ela e ajudá-las a ganhar vida”. “Estou muito empolgado em embarcar em uma grande jornada de desbravamento do novo mundo da televisão com uma empresa e um grupo de pessoas que admiro tanto quanto Ted, Cindy, Channing, Peter e a equipe da Netflix”, disse Jenkins, no mesmo comunicado. “Estou ansioso para começar um ótimo trabalho juntos em breve”. Jenkins demonstrou recentemente seu interesse no universo de séries ao produzir e dirigir a elogiada minissérie “I Am the Night”, escrita por seu marido, Sam Sheridan. Mas também vale lembrar que ela já venceu o DGA Award (prêmio do Sindicato dos Diretores) por comandar o piloto da série “The Killing”, em 2011. A cineasta está atualmente trabalhando na pós-produção com “Mulher-Maravilha 1984”, que ela dirigiu, produziu e co-escreveu. O filme estreia em junho de 2020.









