A Vida Secreta dos Casais: 2ª temporada da série de Bruna Lombardi ganha pôster e trailer
A HBO divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série brasileira “A Vida Secreta dos Casais”. Com mais dez episódios, a produção dá sequência à série escrita, estrelada, produzida e dirigida pela família formada por Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli e o filho Kim Riccelli. A família já trabalhou junta em três filmes, sempre tendo São Paulo como quarto “integrante”. Trama de suspense, com toques de humor e sensualidade, “A Vida Secreta dos Casais” gira em torno da sexóloga e terapeuta Sofia, interpretada por Bruna Lombardi. Nos novos episódios, ela vai se unir ao investigador Luís (Carlos Alberto Ricelli) e ao jornalista Vicente (Alejandro Claveaux) para elucidar o assassinato de Daniel (João Paulo Lorezon), um de seus pacientes. Enquanto isso, um grupo de hackers executará uma série de manobras perigosas na tentativa de obter arquivos sigilosos sobre uma rede de corrupção comandada pelo banqueiro e empresário Edgar Eleno Andreazza (Paulo Gorgulho). E o elenco também conta com Leonardo Medeiros, Mayana Neiva, Virginia Cavendish, Fernando Alves Pinto, Ondina Clais, Hugo Bonemer, Camila dos Anjos, André Loddi, Mel Lisboa, Natallia Rodrigues e Wandi Doratiotto. A estreia dos novos episódios está marcada para 13 de outubro.
Rapper Wiz Khalifa vai viver a Morte na série Dickinson
O rapper Wiz Khalifa foi confirmado como a encarnação da Morte na série “Dickinson”. A plataforma Apple+ (Apple Plus) divulgou a primeira foto do cantor no papel, aproveitando a exibição do episódio piloto da produção no Festival de Tribeca, durante o fim de semana. Na imagem (acima), ele aparece caracterizado como seu personagem, com direito a cartola – num visual que lembra “Drácula de Bram Stoker” (1992) – , ao lado de Hailee Steinfeld (“Quase 18”), protagonista da série. A criadora da atração, Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), explicou que o rapper era seu intérprete dos sonhos para personificar a Morte. “Nós, literalmente, colocamos Wiz Khalifa em nosso quadro de inspiração e esse seria o sonho. Ele tem a estética que queremos para a Morte, e, de alguma forma, magicamente conseguimos que ele participasse, então isso foi incrível”, contou Smith em entrevista à revista Entertainment Weekly. A série é descrita como um olhar cômico no mundo de Emily Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família do século 19 na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. Apesar da atração ser de época, a narrativa possui tom contemporâneo, com gírias atuais, delírios, momentos musicais e trilha com pop e hip-hop atual. “Dickenson” tem produção do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e vai marcar o primeiro papel regular de Steinfeld em uma série de televisão. O elenco também inclui Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), Anna Baryshnikov (filha do bailarino Mikhail Baryshnikov e vista em “Manchester à Beira-Mar”), Ella Hunt (“Anna e o Apocalipse”), Gus Birney (“The Mist”) e Adrian Enscoe (“À Beira do Abismo”). A estreia está prevista para 1 de novembro, junto do lançamento mundial da plataforma de streaming Apple+.
Ford vs Ferrari: Drama esportivo com Christian Bale e Matt Damon ganha novo trailer, em versões legendada e dublada
A Fox/Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Ford vs Ferrari”, em versões dublada e legendada em português. O novo filme do diretor James Mangold (“Logan”) traz Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Pequena Grande Vida”) nos papéis principais. Apesar do título, Bale e Damon não interpretam os fundadores das famosas companhias automobilísticas. Os protagonistas, na verdade, são o piloto britânico Ken Miles (Bale) e o designer de carros americano Carroll Shelby (Damon). Juntos, os dois tentaram criar um carro que permitiria à Ford destronar a Ferrari na famosa corrida francesa de 24 Horas de Le Mans, em 1966. A missão era considerada impossível. “É uma história sobre dois amigos tentando descobrir como lidar com estes idiotas de terno que não sabem nada sobre o esporte”, comentou Bale para a revista Entertainment Weekly. “O filme vai além da corrida, e captura o espírito das pessoas que estão dispostas a arriscar tudo por sua paixão”. O elenco de “Ford vs Ferrari” também conta com Caitriona Balfe (“Outlander”), Tracy Letts (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Jon Bernthal (“O Justiceiro”) no elenco. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Atrizes de Pantera Negra vão trabalhar juntas em minissérie da HBO Max
As atrizes Lupita Nyong’o e Danai Gurira vão repetir a parceria de “Pantera Negra” numa minissérie. Trata-se da adaptação de “Americanah”, livro da premiada escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. O projeto veio à tona em março e foi oficializado neste fim de semana, com encomenda da produção pela HBO Max, vindoura plataforma de streaming da Warner. Nyong’o interpretará a personagem principal, enquanto Gurira vai escrever a adaptação e ambas vão compartilhar a função de produtoras. Embora seja mais conhecida por seus papéis em “Pantera Negra” e “The Walking Dead”, Gurira também é um escritora celebrada. Sua peça de 2009 “Eclipsed” foi nomeada para o Tony Award, e coincidentemente foi estrelada por Nyong’o na Broadway. Nyong’o tem os direitos do romance já há alguns anos e planejava, anteriormente, adaptá-lo para os cinemas com o ator David Oyelowo (“Selma”) como um dos protagonistas. Agora, o projeto será uma minissérie. Vencedor em 2013 do prêmio do National Book Critics Circle Award, o livro trata de questões de raça, gênero e identidade. A trama gira em torno do romance dos nigerianos Ifemelu e Obinze, que se separam em meio às agitações políticas de seu país. Enquanto a jovem migra para os Estados Unidos para estudar numa faculdade, ele não consegue o visto e vai parar em Londres. Mas durante todo o tempo em que ficam separados, sonham em se reencontrar. O protagonista masculino ainda não foi definido. E também não há previsão para a estreia da produção.
Dan Aykroyd e Ernie Hudson confirmam participação no novo Caça-Fantasmas
Os atores Dan Aykroyd e Ernie Hudson revelaram que voltarão a viver Caça-Fantasmas na continuação da franquia que será comandada por Jason Reitman, filho do diretor do filme original. Eles se juntam a Sigourney Weaver, outra integrante da comédia dos anos 1980, que já tinha vazado sua participação. Com isso, só falta Bill Murray confirmar sua presença no reencontro do elenco clássico, que ainda incluía o ator Harold Ramis, falecido em 2014. Aykroyd confirmou sua presença para o canal do YouTube Joe Rogan Experience. “Será todo ou quase todo o elenco original. E também jovens estrelas. Será ótimo. Estou muito animado com isso, e é realmente incrível poder voltar e revisitar tudo”, declarou o ator, durante entrevista. Já Ernie gravou um vídeo falando que está filmando o novo projeto. “Espero que vocês aproveitem este filme assim com os outros que fizemos”. Filho de Ivan Reitman, diretor dos primeiros “Caça-Fantasmas” – e que atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989 – , Jason Reitman já tinha afirmado que sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Ou seja, será uma continuação de “Os Caça-Fantasmas II”. Além do elenco clássico, a trama vai acompanhar uma família formada por Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”). A estreia está marcada para 10 de julho de 2020.
Jojo Rabbit: Comédia do diretor de Thor: Ragnarok vence o Festival de Toronto
O filme “Jojo Rabbit”, do cineasta neozelandês Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), foi o grande vencedor do Festival de Toronto. A comédia em que Waititi vive Adolf Hitler foi a obra favorita do público do festival canadense. Diferentemente de outras mostras de cinema, o vencedor de Toronto é escolhido pelo público e não por um júri. A vitória coloca a produção da Fox Searchlight na mira do Oscar, já que os ganhadores do prêmio de Toronto costumam se destacar no troféu da Academia. No ano passado, por exemplo, o vencedor de Toronto foi “Green Book: O Guia”, que também conquistou o Oscar de Melhor Filme. Curiosamente, “Jojo Rabbit” não foi unanimidade entre a crítica, atingindo 75% de aprovação no Rotten Tomatoes devido ao humor ultrajante da trama, que acompanha um menino da juventude hitlerista que sofre bullying e é confortado por seu amigo imaginário, ninguém menos que Adolf Hitler. Passada na Alemanha nazista, a trama se complica quando a criança descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia em sua casa. Por conta disso, o prêmio foi recebido com surpresa pela imprensa norte-americana, que considerava outros dois longas como favoritos: “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, e “Parasita”, de Bong Joon-ho, que venceu a Palma de Ouro em Cannes. Estes filmes acabaram ficando, respectivamente, com o 2º e o 3º lugar na premiação do público de Toronto. Também é muito interessante reparar que os dois melhores filmes são estrelados pela mesma atriz: Scarlett Johansson – que vive a mãe de “Jojo Rabbit” e a esposa de “História de um Casamento”. Um desses papéis pode lhe render a primeira indicação ao Oscar de sua carreira. “Jojo Rabbit” estreia comercialmente em 18 de outubro nos Estados Unidos, mas a previsão original de lançamento no Brasil é apenas para fevereiro de 2020. Após a vitória em Toronto, essa data pode ser antecipada.
Era uma Vez em Hollywood vira a 2ª maior bilheteria mundial de Quentin Tarantino
O mundo realmente ama Quentin Tarantino. O filme mais recente do diretor americano, “Era uma Vez em Hollywood”, superou neste fim de semana o sucesso mundial de “Bastardos Inglórios” e virou a segunda maior bilheteria do cineasta. Foram US$ 8,4M (milhões) arrecadados neste fim de semana em 60 mercados, o que elevou o total mundial a US$ 329,4M. O valor supera em US$ 8M a bilheteria total do filme de guerra de 2009. “Era uma Vez em Hollywood” também tem o segundo maior faturamento do diretor nos EUA e Canadá – US$ 136M. Apenas “Django Livre” rendeu mais: US$ 162,8M na América do Norte e US$ 425,3M em todo o mundo. A distância para o western de 2012 é grande, mas os números de “Era uma Vez em Hollywood” ainda não estacionaram. Eles continuarão aumentando nas próximas semanas, devido às estreias marcadas na Itália e na Coreia do Sul.
As Golpistas: Jennifer Lopez comemora recorde nas bilheterias dos EUA
Grande surpresa do final de semana nas bilheterias da América do Norte, o filme “As Golpistas” (Hustlers) fez US$ 33,2M (milhões) entre sexta e domingo (15/9), o que lhe garantiu o 2º lugar no ranking – atrás de “It: Capítulo Dois” – mas principalmente alguns recordes para seu estúdio e suas estrelas. O fato foi comemorado por Jennifer Lopez no Instagram, numa postagem em seu Stories com direito a bolo gigante. Veja abaixo. O valor representa a maior arrecadação de estreia de um filme estrelado pela atriz e cantora. O recorde anterior de Lopez pertencia à comédia “A Sogra”, que abriu com US$ 23,1M em 2005. Além disso, também marca um recorde pessoal para a coestrela Constance Wu, superando os US$ 26,5M de “Podres de Rico” no ano passado. O desempenho também é o melhor já registrado por um lançamento da produtora STX Entertainment, que tem apenas cinco anos de existência, mas vem conquistando cada vez mais espaço no mercado. Até então, a maior estreia do estúdio era a comédia “Perfeita É a Mãe!”, que abriu com US$ 23,8M em 2016. “As Golpistas” também agradou a crítica, atingindo 88% no Rotten Tomatoes. E diversas críticas chegaram a sugerir que Jennifer Lopez deveria ser indicada ao Oscar por seu papel, como a líder de uma gangue de strippers. Comparado aos dramas criminais de Martin Scorsese durante sua première no Festival de Toronto, o filme de Lorena Scafaria (“A Intrometida”) mostra as strippers aplicando golpes em seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro dos Estados Unidos, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. E não é uma comédia. O elenco também inclui Lili Reinhart (“Riverdale”), Julia Stiles (“Jason Bourne”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Trace Lysette (“Transparent”), Mette Towley (do vindouro “Cats”) e as rappers Cardi B e Lizzo, que fazem suas estreias como atrizes. A estreia no Brasil está prevista apenas para 5 de dezembro.
It: Capítulo Dois já é a 5ª maior bilheteria de terror dos EUA em todos os tempos
O terror “It: Capítulo Dois”, continuação de “It: A Coisa”, manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte, arrecadando mais US$ 40,7M (milhões) em seu segundo fim de semana em cartaz. Ao todo, o longa acumulou US$ 153,8M em dez dias nos Estados Unidos e Canadá. A rapidez com que a produção atingiu esse valor é impressionante para o gênero. Tanto que “It: Capítulo Dois” já é a 5ª maior bilheteria norte-americana de um filme de terror – atrás de “Revelação” (2000), “O Exorcista” (1973), “O Sexto Sentido” (1999) e, claro, o recordista “It: A Coisa” (2017). A quantia mais que dobra com os rendimentos do mercado internacional, atingindo US$ 323,3M em todo o mundo. Apesar desse sucesso, o filme dirigido pelo argentino Andy Muschietti tomou um susto nos cinemas norte-americanos, diante do desempenho acima do esperado de “As Golpistas”. O drama das strippers criminosas, estrelado por Jennifer Lopez, fez US$ 33,2 milhões em seu fim de semana de estreia e garantiu o 2º lugar – além de alguns recordes para seu estúdio e suas estrelas principais (saiba mais aqui). A programação norte-americana registrou apenas outra estreia ampla entre sexta e domingo (15/9). E foi um fracasso retumbante. Lançado em 2,5 mil telas, o drama “O Pintassilgo”, estrelado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Nicole Kidman (“Big Little Lies”) e grande elenco, rendeu apenas US$ 2,6M, pouco mais de mil dólares por cinema. O longa é uma coprodução da Warner Bros. e da Amazon Studios com roteiro de Peter Straughan (“O Espião que Sabia Demais”) e direção de John Crowley (“Brooklyn”), e adapta um romance de prestígio da escritora Donna Tartt, vencedor do Pulitzer. A trama segue Theo Decker (Elgort), jovem que sobrevive a um atentado terrorista num museu, mas perde sua mãe. Ao sair dos escombros, o garoto acaba levando consigo a obra de arte que dá nome ao filme – e que o acompanha durante anos. “O Pintassilgo” também foi destruído pela crítica, com apenas 25% de aprovação, enquanto “As Golpistas” agradou à imprensa, com 88% na média do site Rotten Tomatoes. Os dois filmes ainda vão demorar a chegar ao Brasil. O longa estrelado por Ansel Elgort tem estreia nacional marcada para 10 de outubro, enquanto o striptease de Jennifer Lopez está previsto apenas para 5 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 40,7M Total EUA e Canadá: US$ 153,8M Total Mundo: US$ 323,3M 2. As Golpistas Fim de semana: US$ 33,2M Total EUA e Canadá: US$ 33,2M Total Mundo: US$ 37,6M 3. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 60,3M Total Mundo: US$ 60,3M 4. Bons Meninos Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 73,3M Total Mundo: US$ 91,6M 5. O Rei Leão Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 533,9M Total Mundo: US$ 1,6B 6. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 168,3M Total Mundo: US$ 740,9M 7. Mais que Vencedores Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 28,9M Total Mundo: US$ 28,9M 8. O Pintassilgo Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 2,6M Total Mundo: US$ 2,6M 9.The Peanut Butter Falcon Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 15M Total Mundo: US$ 15M 10. Dora e a Cidade Perdida Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 56,7M Total Mundo: US$ US$ 90,4M
Aos 97 anos, Norman Lear se torna o mais velho vencedor do Emmy
O produtor-roteirista Norman Lear se tornou o vencedor mais velho do Emmy de todos os tempos, aos 97 anos, pela produção de “Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s ‘All in the Family’ and ‘The Jeffersons'”. O programa venceu o troféu de Melhor Especial de Variedades, Música ou Comédia do Emmy 2019, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, cuja primeira parte aconteceu na noite de sábado (14/9), em Los Angeles. Na ocasião, foram homenageados os melhores das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias mais técnicas, como edição, maquiagem, fotografia, dublagem, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. A conquista de Norman Lear aconteceu 46 anos depois dele vencer seu último Emmy – por “Tudo em Família”, Melhor Série de Comédia de 1973. Ao longo de sua carreira, Lear foi indicado 15 vezes, vencendo quatro Emmys por “Tudo em Familia”. Lear também também criou “Os Jeffersons”, “Maude” e “One Day at a Time”, que ganhou remake recente na Netflix, e foi homenageado pela Academia de Televisão com uma indução no Hall da Fama em 1984. O programa que lhe rendeu seu quinto Emmy foi um reencenamento, ao vivo, de roteiros clássicos de “Tudo em Família” e seu spin-off, “Os Jeffersons”, com atores contemporâneos. Desenvolvida em parceria com o apresentador Jimmy Kimell, a produção foi um sucesso fenomenal de audiência e já inspirou novos projetos similares. Conheça outros vencedores do Emmy 2019 nas categorias de animação, documentário e reality show clicando nos links. Novos prêmios serão entregues na noite deste domingo (15/9) e a parte televisionada da premiação vai acontecer no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Emmy 2019 premia Os Simpsons e Love, Death + Robots como as melhores séries animadas
A primeira parte do Emmy Awards 2019, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, homenageou na noite de sábado (14/9) os melhores das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias mais técnicas, como edição, maquiagem, fotografia, dublagem, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. Uma das disputas mais populares da noite aconteceu entre os indicados de animação. “Os Simpsons” venceu o prêmio de Melhor Série Animada pela 11ª vez e, por coincidência, 11 anos após conquistar a categoria pela última vez. Outra atração veterana, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), fez Seth MacFarlane empatar o recorde de maior quantidade de vitórias como dublador de série animada. O criador da atração foi premiado pela quarta vez pela dublagem do protagonista e de vários coadjuvantes da produção da Fox. É o mesmo número de troféus de Dan Castellaneta e Hank Azaria, vencedores, em outras ocasiões, por “Os Simpsons”. Mas o grande destaque da premiação animada do Emmy 2019 foi uma produção novata, a estreante “Love, Death + Robots”, da Netflix, que dominou sua categoria ao levar outros cinco troféus, entre eles os de Melhor Série Animada de Curtas. “Love, Death & Robots” é uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). Disponibilizada em março, chamou atenção por trazer, além dos três itens do título (amor, morte e robôs), muito sangue, sexo, monstros e violência. A produção também possui uma grande variedade de estilos entre os episódios, sem perder de vista um visual refinadíssimo e uma classificação para maiores. A série já se encontra renovada para sua 2ª temporada, e recentemente acrescentou em seu time a diretora Jennifer Yuh Nelson (da franquia “Kung Fu Panda”). Clique aqui para conhecer os vencedores das categorias de documentário e reality show do Emmy 2019. Outros prêmios serão entregues na noite deste domingo (15/9) e a parte televisionada da premiação vai acontecer no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Documentário sobre abusos de Michael Jackson vence o Emmy 2019
A Academia da Televisão dos Estados Unidos realizou na noite de sábado (14/9) a primeira parte da premiação do Emmy Awards 2019. O evento não televisionado aconteceu em Los Angeles e destacou os melhores das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias mais técnicas, como edição, maquiagem, fotografia, dublagem, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. Um dos resultados mais esperados da noite era o vencedor da disputa de Melhor Documentário. E deu o mais polêmico: “Deixando Neverland”. O filme de Dan Reed exibido pela HBO, após causar no Festival de Sundance deste ano, registra depoimentos de dois homens adultos que dizem ter sido abusados sexualmente por Michael Jackson quando tinham 7 e 10 anos de idade. A obra foi recebida com indignação pela família do cantor e gerou protestos entre os fãs. Para o bem e para o mal, deu o que falar. E agora recebeu a aprovação da Academia. Curiosamente, a produção mais premiada da noite foi outro documentário. “Free Solo”, produção da National Geographic que já tinha vencido o Oscar de Melhor Documentário, não disputou esta categoria no Emmy, mas venceu todos os sete prêmios a que concorria. O filme dirigido por Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi, sobre um alpinista determinado a bater um recorde de escalada solo numa montanha dos Estados Unidos, venceu as categorias de Direção de Documentário, Cinematografia, Montagem, Edição de Som, Mixagem, Trilha Sonora e Mídia Interativa. Em compensação, o documentário do show “Homecoming”, de Beyoncé, que concorria a seis troféus, saiu sem nenhum reconhecimento. A derrota em todas as categorias fez muitos fãs da cantora protestarem nas redes sociais. Beyoncé perdeu, entre outros, para James Corden, que venceu o prêmio de Melhor Especial de Variedades por seu programa “Carpool Karaoke”. “Beyoncé se esforça tanto para fazer um ótimo documentário e é vencida por um karaokê? Mulheres nunca podem vencer”, desabafou uma fã no Twitter. “O próprio James Corden entregaria esse prêmio para a Beyoncé!”, reclamou outro. Na verdade, é possível considerar que Beyoncé perdeu para Paul McCartney, já que o episódio de “Carpool Karoke” contemplado com o Emmy trazia o ex-Beatle de volta à sua cidade natal, Liverpool. Ela também perdeu para Bruce Springsteen na disputa de Melhor Direção de Especial, vencido por Thom Zimny, diretor de “Springsteen on Broadway”. Entre os programas de reality show, RuPaul conquistou pelo quarto ano consecutivo o Emmy de Melhor Apresentador de Programa de Competição, “Queer Eye” garantiu pelo segundo ano o prêmio de Melhor Reality Show Estruturado e “Anthony Bourdain Parts Unknown”, o programa de viagens e gastronomia apresentado pelo chef americano que se suicidou em 2018, ganhou dois Emmys. Clique aqui para conhecer os vencedores das categorias de série animada do Emmy 2019. Outros prêmios serão entregues na noite deste domingo (15/9) e a parte televisionada da premiação vai acontecer no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Party of Five: Cena mostra premissa dramática do remake de O Quinteto
O canal pago Freeform divulgou uma cena completa, de mais de três minutos, do remake de “Party of Five”. E é de partir o coração. A prévia apresenta a premissa dramática da nova versão, mostrando o momento da separação de pais e filhos por funcionários do serviço de imigração dos Estados Unidos. A série original dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”, mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, que lutam para se manter juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno das dificuldades dos mais velhos para criar os mais novos e as crises da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda detalhes cruciais. Os irmãos são latinos e não se tornam órfãos. Eles acabam ficando sozinhos, por conta própria, porque seus pais são deportados pela nova política migratória do governo de Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos originais eram interpretados por atores que ficaram famosos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf foi parar na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova geração é representada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão é um bebê. Já seus pais, que aparecem na cena abaixo, mas não tem participação ativa na história, são vividos por Bruno Bichir (“Absentia”) e Fernanda Urrejola (“Narcos: Mexico”). Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. A estreia está marcada para 8 de janeiro de 2020.











