Novo filme animado da Mulher-Maravilha ganha trailer e cena inédita
A DC divulgou o pôster, o trailer e uma cena de seu novo longa animado, “Wonder Woman: Bloodlines”. As prévias mostram uma nova versão da origem da Mulher-Maravilha, recriando o momento em que Steve Trevor cai na ilha de Themyscera. O detalhe é que isso acontece nos dias atuais. O trailer também traz a heroína enfrentando diversos vilãs clássicas, como Tigresa, Cisne Prateado e Doutora Veneno. Com direção de Justin Copeland (“Batman: Silêncio”) e Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”), o filme é a sexta produção da DC em que Rosario Dawson (“Luke Cage”) dubla a heroína (desde “Liga da Justiça: Trono de Atlântida” em 2016). Steve Trevor, por sua vez, ganha a voz de Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e o elenco de apoio inclui Marie Avgeropoulos (“The 100”), Constance Zimmer (“UnReal”) e Nia Vardalos (“Casamento Grego”). A animação será lançada direto em VOD e Blu-ray, em data ainda não anunciada.
Ballers: Dwayne Johnson se acha o máximo no trailer da 5ª temporada
A HBO divulgou o trailer completo da 5ª temporada “Ballers”, série estrelada por Dwayne Johnson. A prévia mostra o artista antigamente conhecido como The Rock enfrentando a concorrência, enquanto confirma que se acha o máximo. “Ballers” foi criada por Steve Levinson (produtor da série “Boardwalk Empire”) e traz Johnson como um ex-jogador de futebol americano que ganha a vida como agente e conselheiro de outros atletas. O elenco ainda conta com Rob Corddry (“A Ressaca”), Omar Benson Miller (série “CSI: Miami”), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Troy Garity (série “Boss”), Dulé Hill (série “Psych”) e Arielle Kebble (“O Mistério das Duas Irmãs”). Os novos episódios estreiam em 25 de agosto.
Emmy copia Oscar e não terá apresentador em 2019
A rede Fox anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy 2019 não terá um apresentador fixo, a exemplo do que aconteceu com o Oscar neste ano. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação dos melhores trabalhos da televisão será realizada dessa forma. A última vez que a cerimônia foi realizada sem um apresentador fixo foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, o evento foi mais rápido, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Charlie Collier, presidente da Fox, confirmou que o sucesso do Oscar neste formato fez o canal “prestar atenção”. O produtor Don Mischer completou dizendo que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”.
Nickelodeon vai produzir nova série animada do Garfield
A Viacom adquiriu os direitos das tirinhas de Garfield, de Jim Davis, para lançar uma nova série animada do famoso felino, que será transmitida pelo canal pago infantil Nickelodeon. A produção marcará a volta do gato às séries animadas, uma década após “O Show do Garfield”, que estreou em 2009. Além da produção da série, o contrato permite o licenciamento de produtos e criação de experiências físicas. Esse acordo marca mais um passo rumo ao nosso objetivo de nos tornarmos a primeira opção em conteúdo infantil. Estamos muito felizes em ter Garfield como parte do nosso portfólio e mais felizes ainda em apresentá-lo para novas as gerações”, disse Brian Robbins, presidente da Nickelodeon. A previsão de estreia da nova série de “Garfield” é para 2020.
Alicia Silverstone entra na série do Clube das Babás
A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco de “Clube das Babás”, série que adapta os livros escritos por Ann M. Martin. “Quentinha de Stoneybrook: Alicia Silverstone foi escalada como a mãe de Kristy em Clube das Babás! Se junta ao elenco também Mark Feuerstein como o primeiro e único Watson Brewer. Levantem as mãos, quem ainda tem sua coleção de livros do CDB?”, a plataforma postou no Twitter. Alicia Silverstone (a eterna Cher de “As Patricinhas de Beverly Hills”) viverá Elizabeth Thomas-Brewer, mãe da protagonista Kristy Thomas, e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”) será Watson Brewer, interesse romântico de Elizabeth. O serviço de streaming celebrou a novidade em seu Twitter oficial, confira abaixo: A 1ª temporada da série terá 10 episódios e acompanhará um grupo de cinco melhores amigas da cidade de Stoneybrook que trabalham como babás. A adaptação está a cargo de Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”) e a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) dirigirá os episódios. Ainda não há previsão para a estreia. Hot from Stoneybrook: @AliciaSilv has been cast as Kristy’s mom in The Baby-Sitters Club! Also joining the cast is @markfeuerstein as the one and only Watson Brewer. Show of hands, who still has their BSC book collection? ?♀️ #BabySittersClub pic.twitter.com/1VdtjIEmBY — Netflix Family (@netflixfamily) 6 de agosto de 2019
Cinco filmes de produção brasileira para ver na Netflix
A produção cinematográfica brasileira está em alta. Prova disso foi a performance dos filmes brasileiros na 72ª edição do Festival de Cannes, a melhor de todos os tempos. E para celebrar a boa fase, nada melhor que checar as boas opções de filmes brasileiros disponíveis na Netflix. Confira abaixo cinco sugestões. Cidade de Deus (2002) Um dos filmes mais icônicos da indústria cinematográfica brasileira das últimas décadas, “Cidade de Deus” mostra como o crime organizado nasce, cresce e floresce na Cidade de Deus, a comunidade do Rio de Janeiro que virou um dos lugares mais perigosos da cidade durante a década de 1980. Podemos acompanhar várias personagens ao longo da produção, cujos eventos podem ser traçados ate aos anos 1960. A história é narrada por Buscapé, um jovem que consegue escapar de seu destino no mundo do crime e viver mais um dia. É o único filme brasileiro listado nos 100 Melhores Filmes da BBC. Tropa de Elite (2007) Mais uma icônica produção brasileira conhecida pelo mundo. É um filme que mostra como é o dia a dia de um grupo de soldados e do seu capitão do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais). O capitão do grupo encontra-se cansado e esgotado e pretende encontrar um substituto para o seu lugar, antes de se aposentar. Este filme foi vencedor do Urso de Ouro, o mais prestigioso prêmio do festival de Berlim. É um filme bastante impactante devido ás discussões que levanta sobre o mundo da droga, a forma como esta afeta a sociedade e a sociedade afeta o mundo da droga, bem como pelo levantamento de questões sobre os procedimentos dos policiais. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014) Um outro filme com uma marca forte, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, lançado em 2014, conta a história de um adolescente cego que necessita de ajuda para se deslocar. Devido à sua condição, sua mãe o superprotege, o que gera algum conflito com o jovem. Entretanto, na escola, conhece um novo colega de classe, pelo qual se apaixona, descobrindo a sua homossexualidade. Esta produção ganhou o prêmio da Crítica Internacional no Festival de Berlim. Temporada (2018) Este filme segue a aventura de Juliana, que se muda de Itaúna, no interior de Minas Gerais, para Contagem, na zona metropolitana de Belo Horizonte, como consequência de um concurso publico. Vai para trabalhar no combate de endemias, transmitidas por mosquitos e outros agentes transmissões. Mas acaba fazendo mais, pois vê a sua vida recomeçar em diversos níveis. Conhece pessoas novas, com quem vive o dia a dia. O filme segue estas personagens num retrato carinhoso sobre um segmento da sociedade brasileira que vai sobrevivendo o dia a dia, sem ilusões ou luxos. Mas sempre com muita alegria e garra. Mais Forte Que o Mundo: A História de José Aldo (2016) Uma história verídica, relata a jornada do lutador de MMA José Aldo, nascido e criado em Manaus numa família de pai alcoólatra e violento. Como escape para a realidade, Aldo recorre aos combates. Seguimos depois o seu caminho até ao Rio de Janeiro, onde junto do seu treinador Dedé, inicia finalmente a sua grande carreira de lutador.
Minissérie sobre os Mamonas Assassinas define elenco e marca data de gravações
A já “lendária” minissérie sobre os Mamonas Assassinas vai finalmente sair do papel. Além de ter escalado o elenco protagonista, a produção marcou o começo das gravações para setembro. O ator Ruy Brissac, que já atuou como o vocalista Dinho na versão teatral “O Musical Mamonas”, foi escalado como o protagonista, enquanto Alberto Hinoto, sobrinho do guitarrista Bento, interpretará o músico. Andrey Lopes será o tecladista Júlio Rasec e Júlio Oliveira atuará como o baterista Sérgio Reoli. O único nome não revelado foi o do ator que interpretará o baixista Samuel Reoli. Léo Miranda, conhecido pela novela “Jesus”, foi escolhido para comandar a minissérie, que é uma parceria entre a Record e a Total Filmes. Criada por Carlos Lombardi, a atração terá cinco capítulos, que depois serão reeditados em formato de filme. Curiosamente, isto é o contrário do que costuma acontecer com as coproduções da Globo Filmes – onde a ordem é: primeiro cinema, depois minissérie. Ainda não detalhes oficiais sobre a abordagem da produção, mas a trama não deve escapar do registro da meteórica carreira da banda de Garulhos, que surgiu com o nome Utopia fazendo covers de Legião Urbana, Titãs e Rush, e estourou como Mamonas Assassinas, com letras escrachadas e paródias que iam do metal ao pagode. No auge da carreira, em 1996, todos os integrantes morreram num acidente aéreo fatal. Vale lembrar que a minissérie foi anunciada há três anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre como a história seria contada, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção.
A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes
O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
A Vida Invisível: Drama brasileiro premiado no Festival de Cannes ganha novo trailer – e novo título
A Vitrine Filmes divulgou um novo trailer de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”). E a prévia revela que o longa simplificou seu título. Virou apenas “A Vida Invisível”, após passar com louvor pelo circuito dos festivais internacionais. O longa foi considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, na Austrália, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Jerusalém, em Israel. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível” também vem recebendo elogios da imprensa internacional, em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem o filme é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Definida como um “melodrama tropical”, a trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Com estreia marcada para o dia 31 de outubro no Brasil, o filme traz Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título.
Disney planeja diminuir lançamentos de filmes da Fox
O fracasso das produções recentes da Fox acenderam sinal vermelho na Disney. Em conferência com acionistas na terça-feira (6/8), o CEO da Disney, Bob Iger, prometeu cortes e mudanças no cronograma de lançamentos do estúdio recém-adquirido. O fracasso de todos os filmes da Fox em 2019, de “Alita: Anjo de Combate” a “X-Men: Fênix Negra”, fez a Disney sofrer uma perda de US$ 170 milhões no período fiscal, mesmo com o sucesso das produções da Marvel. E Iger foi claro a respeito disso. “Um dos grandes problemas foi que o desempenho do estúdio da Fox ficou abaixo do que costumava ser, e muito abaixo de onde esperávamos que ficasse quando fizemos a aquisição”, disse o executivo, para justificar o prejuízo de sua divisão cinematográfica. Por enquanto, Iger não deve mudar os planos de lançamento das continuações de “Avatar”, de James Cameron, e as produções do selo independente Fox Searchlight. Mas todos os demais projetos serão reavaliados. A ideia, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, é diminuir os lançamentos da Fox, que no ano passado produziu 12 longa-metragens (sem contar os títulos da Fox Searchlight e da agora extinta Fox 2000), passando o montante total para 5 filmes anuais. Entretanto, o estúdio não ficaria ocioso, produzindo pelo menos mais 5 filmes por ano para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). “Provavelmente levará um ano ou dois anos antes que possamos ter um impacto – obviamente, há filmes que já estão em produção. Estamos todos confiantes de que vamos ser capazes de mudar a sorte da Fox e você verá esses resultados em alguns anos”, acrescentou o executivo. Iger também reforçou que os filmes dos X-Men e do Quarteto Fantástico, que eram lançados pela Fox, serão agora integrados ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e estarão sob responsabilidade de Kevin Feige, não fazendo mais parte da lista de produções daquele estúdio.
Snowfall é renovada para sua 4ª temporada
O canal pago FX renovou a série dramática “Snowfall”, que conta a origem da explosão do consumo de crack, para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito durante a participação do presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Snowfall” foi criada por dois cineastas: Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em abril passado aos 51 anos, devido a um derrame. Passada em Los Angeles no começo dos anos 1980, a trama conta como os traficantes passaram da cocaína para o crack, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de drogas para financiar uma revolução no Irã. Contada por meio de tramas paralelas, a série segue numerosos personagens em curso de violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em uma busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. O FX está atualmente exibindo a 3ª temporada da atração, que só vai se encerrar em 11 de setembro.
Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA elege novo presidente
David Rubin foi eleito o novo presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos na noite de terça-feira (madrugada desta quarta no Brasil) pelo Conselho de Governadores da organização. Ele é o primeiro diretor de elenco a ocupar o cargo de presidente da Academia. Com mais de 100 créditos em filmes e programas de televisão, Rubin trabalhou em sucessos e filmes premiados como “O Paciente Inglês”, “Homens de Preto”, “O Talentoso Ripley”, “Quatro Casamentos e um Funeral”, “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, “Romeu + Julieta” e “Tomates Verdes Fritos”. Ironicamente, o Oscar não premia o trabalho dos diretores de elenco, mas Rubin já tem dois prêmios Emmy por seu trabalho em produções televisivas – pelo telefilme “Virada no Jogo” e pela série “Big Little Lies”. Rubin também é o primeiro homem assumidamente gay a presidir a instituição. Os membros da diretoria da Academia podem servir até três mandatos consecutivos de três anos, mas o diretor de fotografia David Bailey, que encerra sua presidência, cumpriu apenas um, após um mandato controvertido, que incluiu a expulsão de Roman Polanski por uma condenação por estupro dos anos 1970, após vencer o Oscar por “O Pianista” em 2003, ao mesmo tempo em que buscou o arquivamento de uma denúncia de abuso sexual contra si mesmo. O novo presidente será responsável por coordenar a premiação do Oscar 2020, que vai acontecer em 9 de fevereiro, em Los Angeles.
Bacurau é selecionado para o Festival de Nova York
Após vencer o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, “Bacurau” será exibido em outro festival internacional importante. O filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles foi selecionado para a mostra principal do 57º Festival de Nova York, que acontece de 27 de setembro a 13 de outubro. Será a pré-estreia americana do longa, que já tem distribuição comercial nos EUA e Canadá. O longa anterior de Mendonça Filho, “Aquarius”, também esteve na seleção de 2016 do festival americano. O festival deste ano será aberto pelo aguardado “O Irlandês”, de Martin Scorsese, e ainda exibirá os filmes “Parasita”, de Bong Joon-Ho, que conquistou a Palma de Ouro em Cannes, e “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar. “Bacurau” também vai abrir o Festival de Gramado, que acontece entre os dias 16 e 24 de agosto, e marcará presença na competição do 23º Festival de Lima, no Peru. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. E se torna alvo de atentados. A estreia comercial está marcada para o dia 29 de agosto no Brasil.










