Nada a Perder 2 já tem sessões de estreia esgotadas
“Nada a Perder 2”, sequência da cinebiografia do bispo Edir Macedo, já tem várias sessões lotadas, a dois dias da estreia, prevista para quinta-feira (15/8). O primeiro filme esgotou as bilheterias de seu fim de semana inaugural com vários dias de antecedência, batendo recorde de pré-venda, com 4 milhões de ingressos vendidos antes da estreia. Acabou virando a maior bilheteria nacional de todos os tempos, somando 12 milhões de ingressos. Apesar da procura antecipada, o fenômeno não deve se repetir na continuação. A diferença começa pelo lançamento em circuito menor. “Nada a Perder 2” será exibido em 600 salas, enquanto a primeira parte foi distribuída em 1,1 mil. Além disso, o site Ingresso.com revela que a pré-venda, iniciada em 15 de de junho, é 4,5 vezes menor do que o montante do filme anterior. O site não divulga números exatos. Segundo o jornal O Globo, boa parte das sessões apresenta características de ingressos comprados em pacotes, ou seja, adquiridos por uma mesma pessoa com o intuito de distribuir para outros espectadores. Isso porque a ocupação se dá em bloco, com fileiras inteiras compradas de uma vez. Tática semelhante aconteceu com “Os Dez Mandamentos” (2016) e no primeiro “Nada a Perder” (2018). Em ambos os casos, salas com todos os ingressos vendidos ficaram vazias na estreia. O número expressivo de bilheteria não se refletiu na ocupação, fazendo dos filmes curiosos sucessos de vendas, mas não de público. Ainda de acordo com O Globo, parte dos bilhetes foi comprada pela Igreja Universal e distribuída aos fiéis, que não necessariamente foram ao cinema. A Igreja Universal sempre negou ter comprado bilhetes em massa, embora reportagens de diversos veículos tenham flagrado tíquetes sendo distribuídos em cultos, igrejas e cinemas no ano passado. A instituição alega que a iniciativa partiu de líderes religiosos. Assim como no primeiro filme, “Nada a Perder 2” também não terá sessões antecipadas para a imprensa, visando impedir que os críticos escrevam sobre o filme antes da estreia. Carregando o subtítulo “Não se Pode Esconder”, a segunda parte cobre os anos entre a saída do bispo Edir Macedo (interpretado por Petrônio Gontijo) da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014, explorando a expansão da Universal pelo mundo. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção, o filme também responde às denúncias contra o bispo Edir Macedo, fundador e líder da entidade, envolvendo lavagem de dinheiro e intolerância religiosa. Está lá, por exemplo, o incidente conhecido como “chute na santa”, em que um bispo da Universal criticou, ao vivo na TV, a adoração de santas católicas. Juntos, os dois filmes têm orçamento de R$ 40 milhões, bancados, segundo o estúdio Paris Filmes, por empresas privadas.
Festival de Toronto seleciona três filmes brasileiros em sua mostra principal
A organização do Festival de Toronto 2019 divulgou uma lista abrangente de filmes que integrarão sua programação oficial. E entre os títulos estão três filmes brasileiros. Dois deles já foram premiados em Cannes, “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz. O terceiro é “Três Verões”, de Sandra Kogut, estrelado por Regina Casé (“Que Horas Ela Volta?”), que inicia sua carreira no circuito dos festivais. Os três integrarão a mostra World Contemporary Cinema, a principal de Toronto. No ano passado, o vencedor do evento (que é escolhido pelo público) foi “Green Book”, que acabou levando o Oscar de Melhor Filme. Estrelado por Sonia Braga (“Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), “Bacurau” venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes e retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. A partir daí, se torna alvo de atentados. Considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, “A Vida Invisível” acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) e quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. “Três Verões”, por sua vez, reflete a situação política do Brasil acompanhar o impacto de operações como a Lava Jato numa família envolvida em esquemas de corrupção, apresentando a situação com um viés de luta de classes, pelo olhar de seus empregados. O foco é na personagem de Casé, caseira de uma casa de praia pertencente a uma família rica, na qual os proprietários só aparecem durante os fins de ano. Além destes filmes, Toronto também selecionou “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, que tem produção do brasileiro Rodrigo Teixeira. O filme será exibido fora de competição, em sessão especial. Por fim, a mostra Wavelengths, dedicada a filmes mais experimentais, vai contar ainda com mais dois títulos nacionais: “Sete Anos em Maio”, de Affonso Uchôa, e “A Febre”, de Maya Da-Rin. O Festival de Toronto vai acontecer entre os dias 5 e 15 de setembro no Canadá.
João Carlos Barroso (1950 – 2019)
O ator João Carlos Barroso morreu na noite de segunda-feira (12/8), aos 69 anos, após travar uma batalha contra um câncer. Ele teve uma longa carreira em novelas e humorísticos da Globo. Nascido em 1950, no Rio de Janeiro, Barroso sonhava em virar jogador de futebol. E estava fazendo justamente isso, numa pelada na praia, quando chamou atenção de produtores para trabalhar na coprodução do Brasil com a Argentina “Pedro e Paulo”, em 1961. Aos 11 anos de idade, contracenou com Jardel Filho e Francisco Cuoco. A partir daí, virou astro mirim, participando de teatro, programas de TV e até fez dublagens, virando a voz nacional do jovem rei Arthur na animação da Disney “A Espada Era Lei” (1963). A fase mais popular de sua carreira começou após os 21 anos, quando entrou na Globo e estrelou novelas que marcaram época. Ele se tornou parte da História da TV brasileira ao participar da última novela em preto e branco, “Estúpido Cupido” (1976), como Tavito, um dos jovens rebeldes da trama, e da primeira a cores, quando se tornou filho de Lima Duarte, o Eustórgio, em “O Bem Amado” (1973). Também se destacou como o Toninho Jiló em “Roque Santeiro” (1985), a novela de maior audiência de todos os tempos. A desenvoltura humorística com que retratou seu personagem, um guia turístico que se aproveitava da boa fé dos romeiros para vender objetos que dizia terem pertencido a Roque Santeiro, acabou direcionando sua carreira para programas do gênero, como “Os Trapalhões” e, mais tarde, “Zorra Total”. Ele só fez mais dois filmes, “O Pistoleiro” (1976) e o clássico da pornochanchada “Nos Tempos da Vaselina” (1979). E seu último papel na TV foi como o delegado Mesquita na novela “Sol Nascente”, em 2016 e 2017. Com quase 60 anos de carreira, ainda era lembrado como um jovem no imaginário coletivo, inclusive por colegas e amigos, que, desde a madrugada, começaram a prestar homenagens nas redes sociais, lembrando do futebol que ele praticou até não poder mais, e chamando-o pelo apelido do início de sua trajetória, Barrosinho.
Teen Choice Awards tem pior audiência de todos os tempos
A premiação do Teen Choice Awards foi um fracasso de público na rede americana Fox. Apenas 721 mil pessoas sintonizaram a atração na noite de domingo (11/8) nos Estados Unidos, o que rendeu 0,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. Os números representam uma queda de 30% e 50% em audiência geral e demográfica, respectivamente, em relação ao ano passado. E totalizam a pior audiência de todos os tempos para a atração, que passa a ter seu futuro questionado. O baixo interesse também coloca em dúvida os dados de engajamento da premiação, que supostamente teria recebido mais de 55 milhões de votos online. Onde foi parar esse público? Alguns dos resultados bizarros dão pistas sobre o que aconteceu com o público invisível. Os vários troféus vencidos por “After”, grande fracasso de bilheteria nos Estados Unidos e desastre de crítica, e “Shadowhunters”, série cancelada por baixa audiência, indicam manipulação de fã-clubes, com muitos votos repetidos para forçar vitórias improváveis, que não refletem realmente o gosto médio dos adolescentes americanos. Importante considerar que a catástrofe de público do Teen Choice Awards se manifestou dois meses após o MTV Movie & TV Awards também registrar a pior audiência de sua História, visto por apenas 434 mil pessoas na MTV – uma queda de mais de 60% em relação à sintonia do programa no ano passado. Ambas as premiações tem o mesmo público-alvo e enfrentam a mesma desvalorização. Mas não estão sozinhas na falta de credibilidade. O People Choice Awards, exibido pelo canal pago E!, foi outro fiasco no ano passado, atraindo 580 mil espectadores em novembro. Em contraste, premiações da crítica, como o Globo de Ouro e o Critics Choice (exibida pela mesma Fox), foram assistidas por 18,6 milhões e 14,9 milhões de espectadores, respectivamente. Vale refletir.
Disney cancela Duro de Matar 6, Flash Gordon e mais de 200 filmes da Fox
A Disney caiu matando em cima do calendário de produções da 20th Century Fox, cancelando vários projetos que estavam sendo desenvolvidos. Estima-se que mais de 200 filmes foram enterrados pelos novos donos do estúdio, entre eles o sexto “Duro de Matar”, uma adaptação rival de “Pinóquio”, a versão feminina da “Liga Extraordinária”, um novo “Flash Gordon”, terrores baseados em livros de Stephen King, continuações de “Assassin’s Creek”, “Hitman” e “Poder sem Limites” e filmagens dos games “Megaman”, “The Sims” e “Magic: The Gathering”. Os cortes são consequência do fracasso de todos os filmes da Fox em 2019, de “Alita: Anjo de Combate” a “X-Men: Fênix Negra”, que fizeram a Disney sofrer uma perda de US$ 170 milhões no período fiscal, mesmo com o sucesso das produções da Marvel. Em conferência com acionistas, o CEO da empresa, Bob Iger, foi claro a respeito disso. “Um dos grandes problemas foi que o desempenho do estúdio da Fox ficou abaixo do que costumava ser, e muito abaixo de onde esperávamos que ficasse quando fizemos a aquisição”, disse o executivo. A ideia é que a Fox, que no ano passado produziu 12 longa-metragens (sem contar os títulos da Fox Searchlight e da agora extinta Fox 2000), passará a produzir apenas 5 lançamentos anuais para o cinema. Entretanto, o estúdio não ficaria ocioso, já que passaria a produzir também para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus).
Marlon Wayans surpreende público ao invadir exibição de seu filme em São Paulo
No Brasil para promover “Seis Vezes Confusão”, o ator Marlon Wayans invadiu uma sessão sessão especial do filme em São Paulo e surpreendeu o público. A “invasão” aconteceu nesta segunda (12/8) no cinema do Shopping Eldorado, na Zona Oeste da cidade, e Wayans aproveitou para brincar com o público e ensaiar algumas frases em português. O evento foi uma ação promocional da Netflix. Até a exibição do filme em sala cinematográfica fez parte do arranjo, porque, na verdade, o filme não será lançado nos cinemas. A estreia vai acontecer na sexta-feira (16/8) direto em streaming. Em “Seis Vezes Confusão”, Wayans replica Eddie Murphy em “Professor Aloprado” (1996), multiplicando-se em vários parentes. No caso, seis irmãos gêmeos, separados no nascimento e diferentes em tudo. Vale lembrar que, em “Professor Aloprado”, Eddie Murphy interpretava sete integrantes da mesma família. A historinha gira em torno do Wayans que sempre achou que fosse filho único, até encontrar um irmão e descobrir que, na verdade, eles são sêxtuplos. A partir daí, parte em busca do paradeiro dos demais, arriscando uma decepção atrás da outra. O filme permite a Wayans usar a fantasia de homem gordo que Eddie Murphy popularizou em “Professor Aloprado” e voltar a se vestir de mulher como em “As Branquelas”, com direito a muitas piadas de bundas. O nível é exatamente o que se espera de uma comédia do ator e roteirista. “Seis Vezes Confusão” tem direção de Michael Tiddes, que filma todos os filmes de Wayans desde “Inatividade Paranormal” (2013). Veja o trailer legendado abaixo.
Jamie Dornan será o Dr. Morte em série baseada em fatos reais
A Universal está desenvolvendo uma série baseada na história real de Christopher Duntsch, um médico do Texas que se tornou conhecido como Dr. Morte, pela quantidade de pacientes que matou. Sua rotina de assassinatos só foi interrompida após dois colegas cirurgiões e um jovem promotor público se unirem para denunciá-lo, perplexos com número de mortos e mutilados em suas cirurgias de rotina. Ainda sem canal definido e com o título provisório de “Dr. Death”, a série vai trazer Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como o infame cirurgião, e ainda contará em seu elenco com Alec Baldwin (“30 Rock”) e Christian Slater (“Mr. Robot”), nos papéis dos médicos que o denunciam. A trama, por sua vez, será baseada num podcast do site/produtora Wondery, que já inspirou duas outras séries de sucesso: “Homecoming” na plataforma de streaming da Amazon e “Dirty John” no canal pago Bravo. O projeto ainda está em fase muito inicial e não tem previsão de lançamento.
Tarantino defende versão arrogante de Bruce Lee em Era uma Vez em Hollywood
O diretor Quentin Tarantino aproveitou uma entrevista coletiva em Moscou, acompanhando o lançamento de “Era uma Vez em Hollywood” nos cinemas russos, para defender a forma como retratou Bruce Lee no filme, representado como um ator arrogante. A filha do astro falecido, Shannon Lee (produtora da série “Warrior”), fez duras críticas ao diretor após ver a representação de seu pai nas telas (leia aqui). Tarantino se defendeu afirmando que se baseou em entrevistas e relatos de pessoas próximas ao ator. “Bruce Lee era meio que um cara arrogante mesmo. O jeito que ele falava… Eu não inventei, ouvi ele falar coisas como essas. As pessoas me dizem ‘Ele nunca disse que poderia derrotar Muhammad Ali’, mas ele disse sim. E não foi só ele quem disse isso, sua esposa também. A primeira biografia dele que li foi ‘Bruce Lee: The Man Only I Knew’, de Linda Lee, e ela absolutamente disse isso.” A aparição de Bruce Lee (vivido por Mike Moh) no filme incluiu uma luta contra Cliff Booth, o dublê fictício interpretado por Brad Pitt. A cena também gerou controvérsia, já que Lee é conhecido como um dos maiores mestres das artes marciais, o que deixa a ideia de que um dublê estaria a sua altura um tanto quanto “irreal”. Entretanto, Tarantino afirmou que seu personagem é fictício e que a ficção aceita tudo. “Brad não poderia derrotar Bruce Lee, mas Cliff talvez pudesse. Então se pergunte: quem ganharia em uma briga, Bruce Lee ou Dracula? É a mesma pergunta. São personagens fictícios. E eu digo, Cliff poderia derrotá-lo, ele é um personagem fictício.” O diretor justificou o resultado da luta (um empate), afirmando que o passado de Cliff Booth como veterano de guerra deixaria as chances equilibradas. “A realidade da situação é essa: Cliff é um Boina Verde. Ele matou muitos, muitos homens na 2ª Guerra Mundial em combates mano-a-mano. É um assassino. O que Bruce Lee está falando na coisa toda é que ele admira guerreiros e combates, e boxe é uma aproximação de combate. Mais até do que lutas em torneios de artes marciais. Cliff não é parte de um esporte que parece combate, ele é um guerreiro. Se Cliff estivesse lutando contra Bruce Lee em um torneio de artes marciais no Madison Square Garden, Bruce Lee poderia matá-lo. Mas se eles estivessem lutando em uma selva nas Filipinas, em uma luta mano-a-mano, Cliff o mataria.” O detalhe é que a cena seria ainda mais polêmica, se Brad Pitt não tivesse se sentido incomodado e pedido para Tarantino mudá-la. No roteiro original, o dublê vencia o mestre, em vez da luta ser interrompida enquanto estava empatada. A informação foi compartilhada pelo coordenador de dublês do filme, Robert Alonzo, que revelou, em entrevista ao HuffPost, que a cena original traria uma luta muito maior, em que o personagem de Pitt acabaria dando um golpe baixo e vencendo a briga. “Sei que Brad expressou sua preocupação, e nós todos tínhamos preocupação com a derrota de Bruce. Especialmente para mim, que sempre idealizei Bruce Lee como um ícone, não apenas no reino das artes marciais mas também do modo que ele via a vida e a filosofia. Ver seu ídolo perder é muito triste”. “Todos os envolvidos ficaram ‘como que isso vai acontecer?’ Brad foi muito contra. Ele falava ‘é Bruce Lee, cara!'”, contou o coordenador. Apesar da polêmica, “Era uma Vez em Hollywood” se tornou o quarto filme de Tarantino a faturar mais de US$ 100 milhões na América do Norte, e deve se tornar a 3ª maior bilheteria doméstica do diretor no próximo fim de semana. Passado em Los Angeles no ano de 1969, o filme acompanha personagens fictícios e reais, retratando os bastidores de Hollywood no período. A estreia no Brasil está marcada para esta quinta (15/6).
HBO revela primeiras cenas de Avenue 5, Run, The Undoing e várias séries inéditas
A HBO divulgou um vídeo de apresentação de sua programação com cenas inéditas de suas próximas séries. Além das que já tiveram trailers divulgados, como “Watchmen”, “His Dark Materials” e a 3ª temporada de “Westworld”, o vídeo revela as primeiras cenas da sci-fi “Avenue 5”, estrelada por Hugh Laurie (“House”), “The New Pope”, com John Malkovich (“Billions”), “The Ousider”, com Ben Mendelsohn (“Rogue One”), “Run”, com Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), “The Plot Against America”, com Winona Ryder (“Stranger Things”) e John Torturro (“Transformers”), “I Know This Much Is True”, com Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), e “The Undoing”, com Nicole Kidman (“Big Little Lies”), entre outras atrações. Confira abaixo.
Brie Larson lembra seus dias de cantora teen com vídeo de cover de Ariana Grande
Pouca gente lembra que, antes de ser Capitã Marvel, Brie Larson tentou ser uma cantora adolescente. Ela chegou a lançar um disco e emplacar músicas em trilha sonoras, mas não fez muito sucesso. Agora que cresceu, poucos lembram dessa fase. Mas isso não a impediu de lembrar seu talento e gosto musical no Instagram. Durante a madrugada desta segunda (12/8), Brie postou um vídeo em que canta trechos de “God Is a Woman”, hit da cantora pop Ariana Grande, acompanhada apenas por uma guitarra. Ao se declarar fã de Ariana, ela também lembrou o tipo de musiquinha que gravava. Enquanto o mundo ganhou uma Capitã Marvel, perdeu uma cantora pop descartável iguais a trocentas outras só nos Estados Unidos e Canadá. Outro detalhe que a exaltação de Ariana evidenciou foi uma certa falta de cortesia. É que ela agradeceu a Nancy Wilson pela guitarra, no mesmo fôlego em que cantou o hit da diva dos adolescentes. “Ariana para sempre! Muito obrigada à lendária Nancy Wilson por me mandar sua guitarra Gibson personalizada. Eu nunca vou me cansar dela”, escreveu a atriz ao postar o vídeo. Para quem não sabe, Nancy Wilson é a guitarrista, cantora e compositora da banda Heart, uma das primeiras lideradas por mulheres, que lançou seu primeiro álbum em 1976. Ver essa foto no Instagram *~*ariana forever*~* (big big thank you to the legend @nancywilson for sending me her custom @gibsonguitar – I will never get over it ????) Uma publicação compartilhada por Brie (@brielarson) em 12 de Ago, 2019 às 6:20 PDT
Sucesso de Aladdin faz Disney planejar sequência
O sucesso de bilheteria da versão live-action de “Aladdin”, que arrecadou mais de US$ 1 bilhão, já anima conversas da Disney sobre a produção de uma continuação. De acordo com produtor do filme, Dan Lin, há mais histórias para contar em uma possível sequência. “Eu ainda não posso falar muito sobre a continuação, mas saibam que estamos ouvindo os desejos dos fãs de assistirem a outro ‘Aladdin’, e sinto que há mais histórias para contar”, disse o executivo em entrevista ao site Insider. Vale lembrar que a Disney produziu duas sequências da animação original de 1992: “O Retorno de Jafar” (1994) e “Aladdin e o Rei dos Ladrões” (1996). Neste último, Aladdin descobre que seu pai está vivo. “Eu posso dizer que, como no primeiro ‘Aladdin’, não vamos fazer apenas um remake direto”, disse Lin. “Estamos vendo qual é a história certa para contar”, revelou, confirmando os planos da produção. Neste ano, por sinal, a Disney lança a primeira continuação de um de seus “remakes” de fábulas encantadas. “Malévola: Dona do Mal”, em que Angelina Jolie retoma o papel da bruxa incompreendida de “A Bela Adormecida”, vai estrear em 17 de outubro no Brasil.
The Deuce: Pornografia entra na era do vídeo no trailer da última temporada
A HBO divulgou o trailer da 3ª e última temporada de “The Deuce”, série sobre a indústria pornográfica estrelada por James Franco (“Artista do Desastre”). A prévia revela a entrada da pornografia na era do VHS, responsável por uma revolução no setor. Criada por David Simon e George Pelecanos (respectivamente criador e roteirista de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), “The Deuce” conta a história da legalização e do crescimento da indústria pornográfica em Nova York, abordando também a epidemia da Aids, a violência resultante do aumento do tráfico de cocaína e a especulação imobiliária que acabou mudando a cidade. A produção chegou a ser paralisada entre a 1ª e a 2ª temporada, ocasião em que quase foi cancelada graças às acusações de assédio sexual contra James Franco, trazidas à tona após ele vencer o Globo de Ouro 2017 por seu papel no filme “Artista do Desastre”. Além de interpretar irmãos gêmeos na série, Franco é produtor e dirigiu dois episódios. A HBO declarou ter conduzido uma investigação interna sobre o comportamento do ator no set e, após constatar ausência de reclamações contra o astro, deu prosseguimento à produção. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). Os novos episódios começarão a ser exibidos no dia 9 de setembro.
Selma Blair confessa estar perdendo a visão em sua luta contra a esclerose múltipla
A atriz Selma Blair usou seu Instagram para desabafar e atualizar seus fãs sobre seu tratamento contra a esclerose múltipla, que tem afetado intensamente sua saúde. Ela apareceu careca após passar por quimioterapia e afirmou estar com problemas para enxergar. E confessou que, ao perceber, isso “o pânico se instala”, mas mostra ter esperanças de reverter o quadro. “Domingo. Descanso. Gratidão. Eu escrevo isso tendo em mente ajudar outras pessoas… Desde a quimioterapia e altas doses de prednisona, eu perdi qualquer habilidade de focar com os meus olhos. (Eu acho difícil ficar no telefone, então não estou ficando muito nas redes sociais ou me comunicando com meus amigos de forma escrita)”, contou ela, no Instagram. “O pânico se instala. Isso será permanente? Como vou chegar a mais uma consulta médica? Como vou trabalhar e escrever quando não consigo ver e é tão doloroso? Então, um lapso de conhecimento. Por baixo de todas as dúvidas. Eu vou ficar OK”, disse Selma. A estrela de 47 anos revelou em outubro, no mesmo Instagram, que tinha sido diagnosticada com esclerose múltipla e já vinha sofrendo com problemas motores e de memória. Na ocasião, ela confessou que precisava de ajuda para realizar seu trabalho na série “Outra Vida” (Another Life), produção de ficção científica lançada em 25 de julho na Netflix. No dia de estreia da série, ela cortou o cabelo, com ajuda do filho de 8 anos de idade. Agora, ela conta que está se sentindo melhor, em termos de coordenação motora, por tomar medicamentos que têm substâncias derivadas da maconha. “Estou me sentindo bem mais aliviada”. “Deixe o corpo sarar. Exploda em uma gargalhada. Dar a meu sistema nervoso uma chance. Eu vejo como as pessoas podem ser lindas e carinhosas. Vejo como pode ser assustador. Incerto. Eu escolho dizer que isso deve passar. Nós podemos passar por isso. Respire. Minha perna esquerda está sentindo o chão”, continuou ela, no post. Ver essa foto no Instagram Sunday. Rest. Gratitude. I write this with helping someone else in mind… Since chemotherapy and high doses of prednisone I have lost any ability to focus with my eyes.(I find it difficult to be on phone so I am not on social media or communicating w friends through writing very much). Panic sets in. Will this be permanent? How do I get to one more doctor appointment? How will I work and write when I can’t see and it’s so painful? And then a simmering of knowing. Underneath all the doubt. It will be ok. Take it smaller to each moment. Let the body heal. Nourish. Walk slowly. Burst into laughter. Give my nervous system a chance. I see how wonderful and kind people can be. I see how frightening it can be. Uncertainty. I am choosing to say this too shall pass. And my word… it’s so beautiful today. Still cool in the shade and the whole day before us… we can do it. Breathe . ? ps. My left leg is feeling the ground!!! #hsct Also… I have found much relief in settling my system with @montelbyselect #relax #hempextractcapsules . Thank you @montel_williams ? Uma publicação compartilhada por Selma Blair (@selmablair) em 11 de Ago, 2019 às 11:01 PDT







