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  • Série

    Ewan McGregor negocia voltar a viver Obi-Wan Kenobi em série do Disney+ (Disney Plus)

    16 de agosto de 2019 /

    Ewan McGregor entrou em negociações para reprisar o papel de Obi-Wan Kenobi numa nova série da plataforma Disney+ (Disney Plus). Será a terceira série live-action de “Star Wars” desenvolvida pelo serviço de streaming da Disney, que já estão fazendo “The Mandalorian”, uma atração baseada na classe de guerreiros e caçadores de recompensas primeiramente personificada por Boba Fett, e um prólogo de “Rogue One” (2016) com o oficial da Aliança Rebelde Cassiano Andor, em que Diego Luna irá reprisar o papel. Nenhum cronograma ou talento criativo ligado ao projeto Kenobi foi revelado. Obi-Wan Kenobi é uma figura central no mito de “Star Wars”. Ele foi introduzido no filme original de 1977 como um eremita do deserto, cansado da guerra, que logo se mostra um sábio, poderoso guerreiro e um mestre Jedi para o jovem Luke Skywalker, até ser morto por Darth Vader, seu ex-aluno. Alec Guinness interpretou o personagem no longa clássico, ganhando uma indicação ao Oscar. O personagem voltou ao universo “Star Wars” com papel ainda mais central nos prólogos dirigidos por George Lucas, que contaram a origem de Darth Vader e como ele traiu Kenobi e os Jedis. McGregor viveu o “jovem” Kenobi nos três filmes lançados entre 1999 e 2005. A Disney e a Lucasfilm chegaram a desenvolver um filme solo para o personagem, que teria sido dirigido por Stephen Daldry (“Trash: A Esperança Vem do Lixo”). No entanto, esse e outros filmes derivados da franquia central foram arquivados após o fraco desempenho de outro spin-off, “Han Solo: Uma História Star Wars”, no ano passado. O filme mais recente de McGregor foi uma produção da Disney, “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” (2018), mas ele será visto ainda este ano em “Doutor Sono”, continuação do terror clássico “O Iluminado”, e viverá o vilão da adaptação de quadrinhos “Aves de Rapina”, prevista para 2020.

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  • Filme

    Festival de Gramado reúne a indústria cinematográfica sob ataque de Bolsonaro

    16 de agosto de 2019 /

    O Festival de Gramado nasceu durante o boom do cinema brasileiro produzido na era de ouro da Embrafilme, sobreviveu à destruição daquela época pelo governo Collor, quando praticamente não foram lançados longas, e chega a sua 47ª edição nesta sexta (17/8) em meio a ataques do presidente Bolsonaro aos filmes feitos no país. A concentração da indústria cinematográfica na serra gaúcha, neste momento histórico, é garantia de repercussão. Os discursos de protestos são mais que esperados durante a abertura do evento às 18h, que apresentará “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, em sua primeira exibição no Brasil após vencer o prêmio do júri no Festival de Cannes. Kleber Mendonça Filho, como todos lembram, protestou contra o “golpe” sofrido por Dilma Rousseff com cartazes no tapete vermelho de Cannes em 2016, quando lançou “Aquarius”. E até hoje se fala disso. Bolsonaro fez tudo para acirrar os ânimos ao máximo com uma live na noite de quinta, afirmando que tinha barrado a liberação de incentivos para filmes de temática LGBTQIA+ e que já teria “degolado todo mundo” se as cabeças da Ancine “não tivessem mandato”, utilizando-se da linguagem violenta para ameaçar o órgão responsável pelo incentivo à produção do cinema brasileiro. Por conta do governo extremamente ideológico de Bolsonaro – um PT ao avesso – , a política deve roubar a cena dos próprios filmes no evento, que vai acontecer até o dia 24 de agosto. Ainda assim, há muitos filmes. Ao todo, 19 longas e 34 curtas. Entre os sete longa-metragens da mostra competitiva nacional incluem-se a cinebiografia “Hebe — A estrela do Brasil”, de Maurício Farias, com Andréa Beltrão na pele da famosa apresentadora da TV brasileira, a dramédia “Veneza”, de Miguel Falabella, que acompanha a viagem dos sonhos de uma cafetina à cidade italiana, e “O Homem Cordial”, de Iberê Carvalho, suspense no qual Paulo Miklos interpreta um cantor de rock envolvido na morte de um policial. Além disso, o festival também homenageará quatro personalidades: o ator Lázaro Ramos, a atriz e cineasta Carla Camurati, o ator argentino Leonardo Sbaraglia e o artista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. As homenagens serão acompanhadas pelos devidos discursos, alguns mais contundentes que outros. Confira abaixo a lista dos longas selecionados para as mostras competitivas do evento gaúcho. Filmes Brasileiros “Hebe – A Estrela do Brasil” (São Paulo) Direção: Maurício Farias “O Homem Cordial” (Distrito Federal) Direção: Iberê Carvalho “Pacarrete” (Ceará) Direção: Allan Deberton “Raia 4” (Rio Grande do Sul) Direção: Emiliano Cunha “Veneza” (Rio de Janeiro) Direção: Miguel Falabella “Vou Nadar Até Você” (São Paulo) Direção: Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick “30 Anos Blues” (São Paulo) Direção: Andradina Azevedo e Dida Andrade Filmes Latino-Americanos “A Son of Man – La Maldición del Tesoro de Atahualpa” (Equador) Diretor: Jamaicanoproblem “Dos Fridas” (México e Costa Rica) Direção: Ishtar Yasin “El Despertar de las Hormigas” (Costa Rica) Direção: Antonella Sudasassi Furnis “En el Pozo” (Uruguai) Direção: Bernardo e Rafael Antonaccio “La Forma de las Horas” (Argentina) Direção: Paula de Luque “Muralla” (Bolívia) Direção: Rodrigo Alfredo Alejandro Patiño Sanjines “Perro Bomba” (Chile) Direção: Juan Caceres

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  • Filme

    Ingressos de Nada a Perder 2 estariam sendo distribuídos de graça

    16 de agosto de 2019 /

    O jornal O Globo e o portal UOL foram conferir o novo sucesso nacional, “Nada a Perder 2”, que não teve sessões exibidas para a crítica, mas esgotou ingressos na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural. E o fenômeno do primeiro “Nada a Perder”, maior bilheteria do cinema brasileiro, voltou a se repetir. Tanto o jornal do Rio quanto o portal sediado em São Paulo relataram a presença de pessoas distribuindo ingressos gratuitos para as sessões na frente das salas de cinema. E também ouviram testemunhas de quem foi ver o filme após ganhar ingressos numa sede da Igreja Universal. O filme é uma cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Universal. Os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Em nota, a Igreja disse ao jornal que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo.

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  • Série

    Ator jovem de Annabelle 3 vai estrelar série baseada no filme Com Amor, Simon

    16 de agosto de 2019 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou o protagonista da série baseada em “Com Amor, Simon”. O ator Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”) foi escalado no papel principal, que não será o de Simon, mas de Victor, jovem recém-chegado na escola onde se passa a trama. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. A trama é ambientada no mundo do filme e vai seguir Victor em sua própria jornada de descoberta, enquanto ele enfrenta desafios em casa, ajusta-se a uma nova cidade e luta para aceitar sua sexualidade. Quando tudo parece demais, ele procura Simon para ajudá-lo a sobreviver ao ensino médio. Além de Cimino e Robinson, o elenco inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Johnny Sequoyah (“Believe”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A atração é a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus). A adaptação está a cargo de Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, que escreveram o filme da Fox dirigido por Greg Berlanti. O cineasta, porém, não faz parte do projeto, já que fechou um contrato milionário de exclusividade com a Warner, que o impede de desenvolver séries para estúdios rivais. Relembre “Com Amor, Simon” com o trailer abaixo. E leia aqui a crítica da Pipoca Moderna sobre o filme.

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  • Etc

    Bolsonaro diz que já teria “degolado todo mundo” da Ancine se as cabeças não tivessem mandato

    15 de agosto de 2019 /

    O presidente Jair Bolsonaro, vulgo Johnny Bravo, voltou a ameaçar a existência da Ancine, entidade que regula e incentiva o cinema brasileiro. Desta vez, usou de violência verbal, com uma expressão que remete à assassinatos brutais, ao se dirigir aos integrantes da agência, num vídeo transmitido ao vivo nas redes sociais. Bolsonaro afirmou que já teria “degolado todo mundo” caso as cabeças da Ancine “não tivessem mandato”. Hoje, a diretoria colegiada da agência tem três pessoas com mandatos de quatro anos. Apesar do nível dos ataques baixar cada vez mais, o diretor-presidente do órgão, Christian de Castro, mantém o silêncio desde que Bolsonaro começou a cuspir contra o cinema brasileiro e especialmente a Ancine, em julho. Em sua nova manifestação de agressividade, o presidente voltou a dizer que não vai impor censura no cinema brasileiro, mas vai, em outras palavras, censurar as verbas públicas destinadas ao cinema brasileiro. “Fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para captar recurso no mercado”, disse Bolsonaro, passando a citar títulos e temas que considerava absurdos. “Um aqui se chama ‘Transversais”, disse, demonstrando horror ao citar que seu tema era transexualidade. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, acrescentou. “Outro filme aqui, ‘Sexo Reverso'”, seguiu, dizendo que o filme abordava sexo grupal e oral com índios, concluindo é “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” Outro nome que ele achou ofensivo foi o do curta-metragem universitário “Afronte”, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal. “Mais um filme aí que foi para o saco”, decretou. Curiosamente, o filme não só não foi pro saco como passou no Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade e no Festival de Brasília… em 2017! Seu trailer pode ser visto aqui. Bolsonaro se equivocou. Ele também atacou séries, como “Religare Queer”, sobre uma “ex-freira lésbica”, que descreveu como um filme com “dez episódios”, pois realmente não entende do que fala. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, insistiu, sobre a série. “O que vai agregar?”, afirmou, considerando produções com temática LGBTQIA+ “impróprias”. “Não estou perseguindo ninguém, cada um faça o que bem entender do seu corpo para ser feliz, agora, gastar dinheiro público para fazer esse tipo de filme [sim, é uma série]…” E arrematou: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto que representa o assassinato por meio de degola. A lista apresentada foi fornecida pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra, com quem Bolsonaro teve uma reunião na quarta sobre o tema. Na ocasião, ele ainda não sabia dizer nenhum título visado e usou novamente o subterfúgio de não citar os nomes porque eles lhe davam vergonha. “Não vou falar aqui porque estou com vergonha, talvez eu fale na live de quinta-feira a proposta de uns filmes para fazer via Ancine, que, pelo amor de Deus…”, ele observou. Como o presidente usa de subterfúgio, é necessário estabelecer a verdade e frisar que nenhum filme brasileiro feito nos últimos anos tem título impróprio, nem mesmo os citados por Johnny Bravo em sua live. Impróprias e de baixíssimo calão são as palavras que Bolsonaro tem proferido para os brasileiros via imprensa, que não vamos repetir porque temos vergonha.

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  • Filme

    Para Todos os Garotos Que Já Amei 2 ganha data de estreia e Netflix anuncia terceiro filme

    15 de agosto de 2019 /

    A Netflix anunciou a data de estreia da continuação de “Para Todos os Garotos que já Amei” em suas redes sociais. Mas tem mais. Também confirmou a produção de um terceiro filme baseado nos livros de Janny Han, que também será estrelado por Lana Condor e Noah Centineo. Veja abaixo. O próximo lançamento, “Para Todos os Garotos: P.S Eu Ainda Amo Você” vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro de 2020. E embora o terceiro filme, “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, Lara Jean”, ainda não tenha previsão de lançamento, já começou a ser rodado. O casal de atores tem sido visto gravando em universidades e locais famosos de Nova York. “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para o cinema pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, que acabou vendendo seus direitos para a Netflix numa negociação envolvendo vários projetos. A história sobre a garota tímida que escreve cartas secretas para seus crushes sem intenção de enviá-las, e que é obrigada a lidar com a situação quando as cartas vão parar no correio, tornou-se um dos maiores sucessos da plataforma. Os três filmes vão contar toda a trilogia literária assinada por Jenny Han. #ToAllTheBoys: P.S. I Still Love You premieres February 12! And a third film —To All The Boys: Always And Forever Lara Jean — is already in production!!! pic.twitter.com/EPfUYbOaKl — See What's Next (@seewhatsnext) August 15, 2019 Para Todas As Vezes Que Vocês Me Perguntaram Sobre Para Todos Os Garotos: PS. Ainda Amo Você: o filme novo chega dia 12 de fevereiro <3 pic.twitter.com/GklKxUnKao — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) August 15, 2019

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  • Filme

    Reese Witherspoon vai estrelar e produzir sci-fi para a Netflix

    15 de agosto de 2019 /

    A atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) vai estrelar e produzir uma ficção científica para a Netflix. A plataforma venceu a disputa contra vários outros estúdios e adquiriu os direitos do filme “Pyros”. O projeto tem coprodução de Simon Kinberg (diretor de “X-Men: Fênix Negra”) e adapta um conto de Thomas Pierce intitulado “Tardy Man”. A trama segue um grupo de funcionários de uma companhia de seguros, que usam um traje de proteção à fogo indestrutível e fundido às suas espinhas para de entrar em áreas de desastre (como zonas de incêndios florestais) e extrair com segurança itens pertencentes aos clientes ricos da empresa. Eles são estritamente proibidos de desviar de suas missões, mesmo quando vidas humanas estão em perigo. Mas o personagem principal resolve descumprir essa ordem. As produtoras de Witherspoon e Kinberg enviaram o projeto para vários estúdios e optaram pela oferta da Netflix, que ofereceu melhores condições financeiras. Ainda em estágio inicial, a produção não tem previsão de estreia.

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    Toy Story 4 é o quinto filme da Disney a superar US$ 1 bilhão de bilheteria em 2019

    15 de agosto de 2019 /

    O filme “Toy Story 4” atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria mundial na noite de quarta-feira (15/8), tornando-se o quinto lançamento da Disney a bater esta marca no ano. O longa lançado em junho se junta a O “Rei Leão”, “Alladin”, “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato” na lista dos bilionários do estúdio em 2019. “Vingadores: Ultimato”, claro, virou a maior bilheteria mundial de todos os tempos ao ultrapassar “Avatar” no mês passado – com 2,79 bilhões de arrecadação. Na verdade, a Disney tem 5,5 filmes entre as seis maiores bilheterias de 2019. É que “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que também ultrapassou US$ 1 bilhão, é uma coprodução com a Sony – que detém a exclusividade de sua distribuição. Até metade de agosto, nenhum outro estúdio atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria em 2019. Apenas a Disney e sua parceria com a Sony tiveram esse nível de sucesso. Trata-se de um fenômeno histórico. Até 2019, nenhum ano tinha registrado cinco filmes com faturamento superior a US$ 1 bilhão. Já foram seis. E a Disney ainda tem para lançar “Malévola: Dona do Mal” (em outubro), “Star Wars – A Ascensão Skywalker” (dezembro) e “Frozen 2” (novembro nos EUA, mas apenas em janeiro de 2020 no Brasil). A marca celebrada por “Toy Story 4” também representa o quarto filme da Pixar a ingressar no clube dos bilionários, junto a “Os Incríveis 2”, “Toy Story 3” e “Procurando Dory”. De seu total, “Toy Story 4” faturou US$ 421,8 milhões no mercado interno e US$ 579,9 milhões internacionalmente, totalizando US$ 1,002 bilhão.

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  • Série

    La Casa de Papel: Diretor anuncia final das gravações da Parte 4

    15 de agosto de 2019 /

    O diretor Koldo Serra, um dos responsáveis pelas gravações de “La Casa de Papel”, anunciou no Instagram que a última cena da Parte 4 da série da Netflix foi finalizada. O cineasta fez dois posts sobre o fim das gravações. Em um deles, mostrou as claquetes da última cena, indicando que se tratava do oitavo episódio da quarta parte. Ao mesmo tempo, confirmou que as Partes 3 e 4 foram gravadas em sequência, como se fossem uma única temporada. “Depois de quase um ano, terminou esta louca aventura que foram as gravações de ‘La Casa de Papel’. Possivelmente o projeto mais exigente, mais espantoso, e um dos mais divertidos que já participei”, escreveu. “Exausto, quero agradecer mil vezes a esta equipe incrível (que bons vocês são!), e este elenco maravilhoso (sou muito sortudo!), e a todo mundo que me ligou com esta série”, completou. Alguns dos integrantes do elenco também se despediram dos seus personagens, como Pedro Alonso (Berlim) e Álvaro Morte (Professor), indicando que os próximos episódios representarão realmente o fim da série. A Parte 4 de “La Casa de Papel” ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Ver essa foto no Instagram Poco a poco se va terminando el rodaje de la cuarta temporada de #lacasadepapel Aunque la foto es de la tercera temporada, ayer fue el último día de rodaje de estos dos cracks a los que quiero! Muchas gracias por todo @estheracebo & @jaimelorentelo !! . #lacasadepapel3 #LCDP #lcdp3 #moneyheist #moneyheist3 @vancouvermedia_ @lacasadepapel #vivirrodando #misfotosdelrodajedelacasadepapel #denver #estocolmo Uma publicação compartilhada por Koldo Serra (@koldo_serra) em 12 de Ago, 2019 às 10:22 PDT Ver essa foto no Instagram Después de casi un año (desde que arrancó), ayer terminó para mí esta loca aventura que ha sido el rodaje de #lacasadepapel Posiblemente el proyecto más exigente, más bestia y uno de los más divertidos en los que he participado. Exhausto, quiero dar Mil gracias a ese equipazo tan máquina (que buenos sois!!!), ese pedazo de casting (lujazo no, lo siguiente! ❤️) y a @vancouvermedia_ @migueamoedo y @jesus_colmenar por liarme en ello!. Ánimo con esos dos dias que quedan!!!! ?????? . JARANA!!!! . Ahora a montar y a sonorizar la cuarta temporada! . @lacasadepapel @netflixes #LCDP #lcdp3 #lcdp4 #moneyheist #moneyheist3 #shooting #vivirrodando #behindthescenes #misfotosdelrodajedelacasadepapel #bellaciao #bumbumciao #claqueta #itsawrap #seacabó Uma publicação compartilhada por Koldo Serra (@koldo_serra) em 15 de Ago, 2019 às 3:28 PDT Ver essa foto no Instagram Último día de rodaje #parte4 @lacasadepapel Brindo por todos. Por vosotros, equipo (los mejores @vancouvermedia_ ) y por vosotros que nos veis en todo el planeta. Gracias a todos… Larga vida! #elprofesor Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte) em 9 de Ago, 2019 às 12:43 PDT Ver essa foto no Instagram Bye, bye, Berlín. Corazón loco. ??? @lacasadepapel Uma publicação compartilhada por Pedro Alonso (@pedroalonsoochoro) em 9 de Ago, 2019 às 10:02 PDT

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    Olivia Newton-John revela que câncer chegou a tirar capacidade de andar

    15 de agosto de 2019 /

    A cantora e atriz Olivia Newton-John revelou que chegou a perder a capacidade de andar durante sua atual batalha contra o câncer, mas garantiu aos fãs que, agora, “está se sentindo muito melhor”. “Eu tive um ano desafiador, porque fraturei o meu sacro, e precisei aprender a andar de novo”, ela assumiu, durante entrevista ao programa Entertainment Tonight. O sacro é um osso triangular, que faz a ligação entre a coluna vertebral e a bacia. Olivia Newton-John acrescentou, durante a entrevista, que sempre se sente “emocionada” com as mensagens de apoio que recebe dos fãs e que isso a ajuda a se fortalecer. “Eu estou forte agora, e me sentindo bem, e amando cada minuto da minha vida. Quero que todo mundo saiba disso. Estou saudável”. De fato, ela foi andando e deu a entrevista sorridente no tapete vermelho do Industry Dance Awards, onde foi homenageada com um prêmio pela carreira em musicais que marcaram época, como “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978) e “Xanadu” (1980). O evento também ajuda a angariar fundos para financiar pesquisas e apoiar a luta contra o câncer. Veja o vídeo abaixo. “Eu sinto uma responsabilidade de me manter positiva sobre a minha vida, e a minha jornada, e espero que possa tocar as pessoas, levá-las a fazer o mesmo. Estou feliz se as pessoas estão se divertindo comigo, mas mais feliz ainda se sou capaz de ajudá-las”, comentou. O tumor em sua coluna é seu terceiro diagnóstico de câncer desde a década de 1990. O primeiro foi um câncer de mama em 1992. Ela passou por uma mastectomia parcial e, depois, por uma reconstrução do seio. Em 2013, ela lutou contra uma reincidência da doença. E em 2017 descobriu que a doença não só tinha voltado como se espalhado dos seios para os ossos. No começo deste ano, ela precisou vir à público dizer que não tinha morrido, após surgirem notícias de que estaria em estado crítico e com apenas “algumas semanas de vida”.

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    Medo Profundo: Filha de Stallone diz que foi jogada pelo pai em mar cheio de tubarões

    15 de agosto de 2019 /

    Sistine Rose Stallone revelou que seu famoso pai, Sylvester Stallone, a preparou para estrelar “Medo Profundo: O Segundo Ataque” desde a adolescência. Em seu filme de estreia, a atriz interpreta uma mulher que fica presa no fundo do mar com tubarões. Em entrevista ao jornal USA Today, Sistine disse que seu pai literalmente a preparou para a trama do filme. Quando tinha apenas 17 anos e a família fazia uma viagem para Bora Bora, ela foi jogada por Stallone no mar, que estava cheio de pequenos tubarões naturais do arquipélago. “Ele achou que seria engraçado me atirar ao mar. Eu conseguia ver os tubarões ao meu redor. Tive um ataque de pânico de verdade”, contou a atriz. “Eu não sabia que era possível pular da água para o barco, mas consegui. Nunca me movi tão rápido na minha vida”, continuou. No entanto, ela não perdoou. “Eu empurrei ele para a água. Se eu nadei com os tubarões, ele também ia nadar!”, afirmou. “Quando eu cito essa história hoje em dia, ele diz que estava me preparando. Como se soubesse que eu ia fazer um filme como este no futuro”, completou a atriz. Em “Medo Profundo: O Segundo Ataque”, Sistine contracena com outra estreante de sobrenome famoso, Corinne Foxx, filha do ator Jamie Foxx. A trama se passa supostamente em Pernambuco, mas foi filmada na República Dominicana e retrata uma caverna submarina com relíquias maias. A estreia acontece na sexta (16/8) nos Estados Unidos, mas só vai ofender os brasileiros com sua Pernambuco gringa em 7 de novembro.

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    Filha de Bruce Lee diz que Tarantino deveria calar a boca

    15 de agosto de 2019 /

    A produtora Shannon Lee, filha do ator Bruce Lee, retrucou as declarações de Quentin Tarantino sobre a forma como ele retratou o icônico astro dos filmes de ação em “Era Uma Vez em Hollywood”. “Ele deveria calar a boca sobre isso”, disse Shannon para a revista Variety. “Isso seria ótimo. Ou ele apenas poderia pedir desculpas pelo que disse: ‘Eu não sabia como Bruce Lee era de verdade. Eu apenas escrevi meu filme, mas isso não deveria refletir sobre como ele era mesmo”. A briga entre Shannon Lee e Tarantino se tornou pública quando ela reclamou do tratamento dado a seu pai pelo novo filme do diretor. Ela disse que não gostou de ver Bruce Lee representado como arrogante, já que, na década de 1960, o mercado do cinema para asiáticos era complicado, diferentemente do retratado no filme. Na história de seu pai, foram comuns casos em que atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. Tarantino não aceitou a crítica e respondeu, durante o lançamento do filme na Rússia, que “Bruce Lee era meio que um cara arrogante mesmo”. “O jeito que ele falava… Eu não inventei, ouvi ele falar coisas como essas. As pessoas me dizem ‘Ele nunca disse que poderia derrotar Muhammad Ali’, mas ele disse sim. E não foi só ele quem disse isso, sua esposa também. A primeira biografia dele que li foi ‘Bruce Lee: The Man Only I Knew’, de Linda Lee, e ela absolutamente disse isso.” A aparição de Bruce Lee (vivido por Mike Moh) no filme incluiu uma luta contra Cliff Booth, o dublê fictício interpretado por Brad Pitt. A cena também gerou controvérsia, já que Lee é conhecido como um dos maiores mestres das artes marciais, o que deixa a ideia de que um dublê estaria a sua altura um tanto quanto “irreal”. Entretanto, Tarantino afirmou que seu personagem é fictício e que a ficção aceita tudo. O detalhe é que a cena seria ainda mais polêmica, se Brad Pitt não tivesse se sentido incomodado e pedido para Tarantino mudá-la. No roteiro original, o dublê vencia o mestre, em vez da luta ser interrompida enquanto estava empatada. A informação foi compartilhada pelo coordenador de dublês do filme, Robert Alonzo, que revelou, em entrevista ao HuffPost, que a cena original traria uma luta muito maior, em que o personagem de Pitt acabaria dando um golpe baixo e vencendo a briga. “Sei que Brad expressou sua preocupação, e nós todos tínhamos preocupação com a derrota de Bruce. Especialmente para mim, que sempre idealizei Bruce Lee como um ícone, não apenas no reino das artes marciais mas também do modo que ele via a vida e a filosofia. Ver seu ídolo perder é muito triste”. “Todos os envolvidos ficaram ‘como que isso vai acontecer?’ Brad foi muito contra. Ele falava ‘é Bruce Lee, cara!'”, contou o coordenador. Apesar da polêmica, “Era uma Vez em Hollywood” se tornou o quarto filme de Tarantino a faturar mais de US$ 100 milhões na América do Norte, e deve se tornar a 3ª maior bilheteria doméstica do diretor no próximo fim de semana. Passado em Los Angeles no ano de 1969, o filme acompanha personagens fictícios e reais, retratando os bastidores de Hollywood no período. A estreia no Brasil acontece nesta quinta-feira (15/6).

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    Benzinho é o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    15 de agosto de 2019 /

    Realizado pela primeira vez em São Paulo, a premiação da ABC (Academia Brasileira de Cinema) consagrou “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, como principal vencedor da noite. Foram, ao todo, seis prêmios. Além de Melhor Filme, o longa venceu as categorias de Direção, Atriz (Karine Teles), Atriz Coadjuvante (Adriana Esteves), Roteiro Original e Montagem de Ficção. Com igual número de troféus, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, dominou os prêmios técnicos: Fotografia, Roteiro Adaptado, Direção de Arte, Figurino, Maquiagem e Efeito Visual. A ironia é que, na hora de indicar o candidato brasileiro ao Oscar, a mesma ABC ignorou “Benzinho”, que tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi premiado em vários festivais, e preferiu “O Grande Circo Místico”, que foi destruído pela crítica internacional e conquistou na noite de quarta (14/8) os primeiros prêmios de sua trajetória. A vitória do filme de Gustavo Pizzi demonstra que arrependimento não mata, mas rende um karma forte. Terceiro filme mais premiado da noite, “Chacrinha: O Velho Guerreiro” venceu a Votação Popular, além das categorias de Melhor Ator (Stepan Nercessian) e Som. A cerimônia do chamado Grande Prêmio do Cinema Brasileiro foi marcada por protestos contra o governo e por discursos em defesa do audiovisual brasileiro, numa reação ao tratamento dado por Jair Bolsonaro ao cinema nacional. O presidente cortou verbas e não perde a oportunidade de falar mal dos filmes feitos no país. “Mesmo com um cenário positivo para o cinema brasileiro, com filmes sendo premiados em Cannes e com nossos cineastas recebendo convites para a Academia de Hollywood, estamos sob ataque. E, quando se ameaça a nossa existência como setor, ameaça-se a identidade cultural. É preciso manter a serenidade e o trabalho que está sendo feito”, disse Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema, em seu discurso de abertura da cerimônia, que foi acompanhado por vários gritos de protesto contra o presidente Bolsonaro vindos da plateia. Até o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, reafirmou a intenção de seu governo de aumentar o investimento no cinema e rebateu afirmação de Bolsonaro de que a produção precisa de “filtros”. “Não se pode admitir qualquer tipo de filtro (no cinema brasileiro). Até porque filtro em Cultura tem nome, e é censura”, disse ele, arrancando aplausos. Ao receber um dos prêmios de “O Grande Circo Místico”, o veterano diretor do filme, Cacá Diegues, disse que o cinema feito no país não pode refletir o gosto de uma pessoa apenas e deu seu testemunho de resistência. “Ninguém vai conseguir acabar com o cinema brasileiro. Eu tenho 57 anos de carreira cinematográfica e vivi momentos muito piores do que este. E estou aqui”. Confira abaixo todos os premiados da ABC. PRÊMIOS DA ACADEMIA Melhor Longa-Metragem de Ficção Benzinho Melhor Longa-Metragem Documentário Ex Pajé Melhor Longa-Metragem Infantil Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano Melhor Longa-Metragem Comédia Minha Vida em Marte Melhor Direção Gustavo Pizzi, por Benzinho Melhor Atriz Karine Teles, por Benzinho Melhor Ator Stepan Nercessian, por Chacrinha: O Velho Guerreiro Melhor Atriz Coadjuvante Adriana Esteves, por Benzinho Melhor Ator Coadjuvante Matheus Nachtergaele, por O Nome da Morte Melhor Direção de Fotografia Gustavo Hadba, por O Grande Circo Místico Melhor Roteiro Original Karine Teles e Gustavo Pizzi, por Benzinho Melhor Roteiro Adaptado Carlos Dieges e George Moura, por O Grande Circo Místico Melhor Direção de Arte Artur Pinheiro, por O Grande Circo Místico Melhor Figurino Kika Lopez, por O Grande Circo Místico Melhor Maquiagem Catherine LeBlanc Caraes e Emmanuelle Fèvre, por O Grande Circo Místico Melhor Efeito Visual Marcelo Siqueira e Thierry Delobel, por O Grande Circo Místico Melhor Montagem em Ficção Livia Serpa, por Benzinho Melhor Montagem em Documentário Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira, por Todos os Paulos do Mundo Melhor Som Christophe Penchenat, Simone Petrillo e Emmanuel Croset, por O Grande Circo Místico Melhor Trilha Sonora Original Elza Soaes e Alexandre Martins, por My Name is Now, Elza Soares Melhor Trilha Sonora Zeca Baleiro, por Paraiso Perdido Melhor Longa-Metragem Estrangeiro Infiltrado na Klan Melhor Longa-Metragem Ibero-americano Uma Noite de 12 Anos (Argentina, Espanha, Uruguai) Melhor Curta-Metragem de Animação Lé Com Cré Melhor Curta-Metragem Documentário Cor de Pele Melhor Curta-Metragem de Ficção O Órfão Melhor Série Brasileira de Animação Irmão do Jorel Melhor Série Brasileira Documentário Inhotim Melhor Série Brasileira de Ficção Escola de Gênios PRÊMIOS DO PÚBLICO Melhor Longa-Metragem de Ficção Chacrinha: O Velho Guerreiro Melhor Longa-Metragem Documentário My Name is Now, Elza Soares Melhor Longa-Metragem Estrangeiro Nasce uma Estrela Melhor Longa-Metragem Ibero-americano Uma Noite de 12 Anos (Argentina, Espanha, Uruguai)

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