Disney prepara série de Ms. Marvel, sua primeira heroína muçulmana, para plataforma de streaming
A Ms. Marvel, primeira super-heroína muçulmana da Marvel, vai ganhar uma série live-action na Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A novidade vazou durante o evento D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a Marvel vai confirmar o desenvolvimento do projeto num painel do evento. A responsável pela adaptação dos quadrinhos é a roteirista Bisha K. Ali, que faz parte da equipe de “Four Weddings and a Funeral”, série baseada no filme “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994), atualmente exibida na plataforma Hulu, que pertence à Disney. Criada em 2013, a personagem é uma das mais novas criações da Marvel. Kamala Khan, jovem de ascendência paquistanesa, adotou o nome de Ms. Marvel inspirada em Carol Danvers – a atual Capitã Marvel, que também já foi chamada de Miss Marvel nos quadrinhos. Sua origem, porém, está associada aos Inumanos. Seus poderes destacam a habilidade de alterar seu corpo (elasticidade, tamanho e aparência) e foram despertados em contato com uma névoa terrígena, uma substância mutagênica que ativa capacidades extraordinárias em pessoas que possuam gene inumano. A série “Agents of SHIELD” já demonstrou como isso acontece na televisão.
Kit Harington vai entrar no Universo Cinematográfico da Marvel
O ator Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, vai entrar para o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A informação foi publicado pelo site Deadline, que nesta semana já tinha dado o furo sobre o fim da parceria entre Disney e Sony nos filmes do Homem-Aranha. Segundo o jornalista Mike Fleming Jr, o ator vai se juntar a um dos filmes da Marvel em desenvolvimento, mas ainda o estúdio ainda guarda a sete chaves qual projeto irá recebê-lo, inclusive se é alguns dos já anunciados ou se a participação vai acontecer na próxima fase. Desde o final de “Game of Thrones”, Harington não fechou contrato com nenhuma outra produção e chegou a passar um tempo em uma clínica de reabilitação para tratar do estresse causado pela produção da HBO. Entre os filmes anunciados oficialmente pela Marvel estão “Viúva Negra”, “Eternos”, “Thor: Love and Thunder”, “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” e “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. Além disso, o MCU vai se expandir em séries da plataforma Disney+ (Disney Plus). De todo modo, vale lembrar que Richard Madden, intérprete de Robb Stark em “Game of Thrones”, já tem um dos principais papéis de “Eternos”, e que o filme de Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, deve incluir diversos atores britânicos, já que a trama dos quadrinhos envolve o serviço secreto do Reino Unido.
Diretor de Bumblebee assume a atrapalhada adaptação do game Uncharted
O pastelão dos bastidores de “Uncharted” continua. Mais um diretor atrelado à produção pisou na casca de banana e caiu. E já tem novo cineasta esperando o contínuo jogar a próxima casca de banana no chão. Travis Knight, que fez sua transição da animação para o cinema live-action com “Bumblebee”, no ano passado, é o novo contratado para comandar a adaptação do videogame. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta na Sony desde 2010. Por conta disso, seu diretor mais recente, Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), desistiu da produção há poucos dias. Ele já tinha substituído Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixou o projeto em dezembro por conflitos de agenda. Mas os problemas vem de muito antes. Recordar é viver. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que se focaria na família do protagonista, também incinerado após “mudança de direção criativa”. Isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“Operação Fronteira”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há dois anos, também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, após ver “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. É que o personagem do roteiro era um adulto veterano. De fato, fãs do jogo do PlayStation 3 podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes do Homem-Aranha. Mas pelo jeito que a coisa vai, logo logo ele terá a idade de Harrison Ford e pronto para fazer do filme uma “homenagem” à Indiana Jones. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados da franquia. Em vez disso, pretende fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro dessa versão foi escrito por uma dupla menos conhecida do que todos os que a antecederam no projeto, Jonathan Rosenberg e Mark Walker, que não tem sequer currículo de roteiristas. Ops, esquece. Já foi pro lixo. A dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “MIB: Homens de Preto – Internacional”) juntou-se a Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”) para assinar o “novo” roteiro final. Detalhe: todo esse trabalho de pré-produção é pago. Todos os roteiros descartados custaram dinheiro. E a despesa vai entrar no orçamento final da produção. Ainda não há, óbvio que não há, previsão de estreia.
Em evento da Disney, Robert Downey Jr revela ter sido preso com maconha na Disneylândia
Robert Downey Jr. foi homenageado pela Disney nesa sexta-feira (23/8), em uma cerimônia na D23 Expo, a “Comic Con da companhia”, que acontece até domingo em Anaheim, na Califórnia. O ator recebeu o título de Disney Legend (Lenda da Disney, em tradução literal) por seu papel como o Homem de Ferro nos filmes da Marvel. Em um painel apresentado por Bob Iger, o CEO da empresa, Downey aproveitou para fazer um discurso bem-humorado, em que lembrou quando a Disney não gostava tanto assim dele. “Na primeira vez em que fui à Disney, eu fui transportado para outro lugar… minutos depois de ser preso”, brincou, arrancando risadas do público. “Estou guardando essa vergonha há muito tempo. Quero me redimir com quem me prendeu por fumar maconha na Disneylândia sem uma licença. Não que seja permitido fumar com uma licença”. Ele não deu maiores detalhes, como a época em que foi detido. Esta história nunca tinha sido mencionada antes, nem sequer pela imprensa sensacionalista, apesar da ficha corrida do ator, que chegou a passar quase um ano na prisão devido a seu vício em drogas. Ele está sóbrio há muitos anos. Downey Jr. deu vida a Tony Stark, o Homem de Ferro, ao longo de 11 anos nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), do primeiro filme solo do herói, que lançou a era Marvel nos cinemas em 2008, até encerrar sua trajetória com o personagem em “Vingadores: Ultimato”, que se tornou a maior bilheteria mundial da história do cinema em 2019. “Fazer Tony ao longo desses anos, com essa ideia de que a tecnologia pode nos guiar para a iluminação ou para a destruição, foi um grande presente, então quero agradecer aos fãs que tornaram isso possível”, continuou. O ator ainda prometeu que continuará acompanhando os filmes da Marvel como um fã. “Eu vou continuar um fã do maior e mais inclusivo universo cinematográfico que já existiu. Ao futuro!”, disse, ao se despedir. Seu discurso deixou as outras lendas da Disney com dificuldades para falar diante da platéia do evento. “É realmente difícil falar sobre sua primeira experiência na Disneylândia depois do que Robert disse”, disse a jornalista Robin Roberts, que também foi presenteado com um prêmio Disney Legend. Christina Aguilera foi outra visivelmente emocionada ao receber seu troféu, depois de cantar uma versão animada de seu “Reflection”, da trilha sonora de “Mulan”. “Isso é muito mais legal que um Grammy”, disse Aguilera, ex-integrante do Clube do Mickey e cinco vezes vencedora do Grammy. “Eu amo isso, é tão especial. Eu estou tremendo. Eu tenho segurado as lágrimas o dia todo”.
Plataforma de streaming da Disney vai chegar ao Brasil em 2020
A página oficial de “Star Wars” no Facebook revelou que o serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) vai chegar à América Latina, inclusive no Brasil, em 2020. A data complementa informação do novo pôster de “The Mandalorian”, série live-action da saga que fará parte do catálogo exclusivo da plataforma da Disney. O cartaz confirma que a série será lançada junto da plataforma, no próximo 12 de novembro, nos Estados Unidos. Veja abaixo. Além de “The Mandalorian”, a Disney+ (Disney Plus) contará com muitos outros conteúdos exclusivos, incluindo séries da Marvel, como “Loki” (com Tom Hiddleston), “WandaVision” (com Elizabeth Olsen e Paul Bettany), “Falcão e o Soldado Invernal” (com Anthony Mackie e Sebastian Stan) e “Gavião Arqueiro” (com Jeremy Renner). A plataforma também terá filmes inéditos, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, um dos maiores clássicos animados da Disney. Sem esquecer o catálogo de produções de filmes e séries da Disney, Fox (incluindo todos os episódios dos “Simpsons”), Marvel, Pixar e Lucasfilm. Mais detalhes destes e de outros projetos devem ser revelados ao longo da convenção D-23, a “Comic Con da Disney”, que começa nesta sexta (23/3) em Anaheim, na Califórnia. #TheMandalorian, primeira série live-action de Star Wars, somente no #DisneyPlus. Disney+ (Disney Plus) estará disponível na América Latina a partir de 2020. Para receber novidades, inscreva-se em disneyplus.com Publicado por Star Wars em Sexta-feira, 23 de agosto de 2019
Mostra do Filme Marginal sofre censura no Rio de Janeiro
A 3ª Mostra do Filme Marginal sofreu censura do Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro. Os organizadores do evento foram comunicados que três curtas da programação tinham sido vetados e não poderiam ser exibidos. “Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, acusaram os curadores da mostra em comunicado, destacando que sofreram censura. Os três filmes proibidos foram “Mente Aberta”, “Rebento” e “Nosso Sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro. “Mente Aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”. Nele, Getúlio usa três declarações do Bolsonaro, não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”. “O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”, disse o diretor Getúlio Ribeiro ao jornal O Globo. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar. Mas os curadores da mostra foram incisivos, aptando por cancelar todo o evento na CCJF por não aceitarem censura. Isso não significa que as forças obscuras venceram. Ao contrário. Toda a mostra, inclusive com os “proibidões”, será exibida na íntegra em novo local, o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Em resposta à polêmica, o Centro Cultural da Justiça Federal emitiu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”. E lista: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado”. O país não via um filme ter sua exibição proibida por motivo estritamente político desde “Pra Frente Brasil”, de 1982, durante a ditadura militar.
Kito Junqueira (1948 – 2019)
O ator Kito Junqueira morreu nesta sexta (23/8) aos 71 anos em Curitiba, após sofrer um infarto de madrugada. Nascido em 15 de maio de 1948, em São Paulo, Heráclito Gomes Pizano adotou o nome artístico Kito Junqueira em seus diversos trabalhos no teatro, cinema e TV. A carreira artística começou em 1973 na extinta TV Tupi, na qual participou das novelas “As Divinas & Maravilhosas”, “Vila do Arco”, “Tchan, a Grande Sacada” e “Como Salvar Meu Casamento”, todas na década de 1970. Ele também teve trabalhos na Globo (“Espelho Mágico” em 1978, “Vereda Tropical” em 1984 e “Por Amor” em 1997), na extinta Manchete (“Tudo ou Nada” em 1986 e “Pantanal” em 1990), SBT (“Jogo do Amor”, em 1985), Bandeirantes (“Cavalo Amarelo” em 1980, “Os Adolescentes” em 1981 e “Ninho da Serpente” em 1982) e Record (“Vidas Opostas” em 2007 e “Chamas da Vida” em 2008). Ele também atuou no filme “Eternamente Pagu” (1987), teve participações em programas como “Você Decide” e “Carga Pesada” (ambas na Globo), além de ter integrado os elencos centrais da minissérie “Chapadão do Bugre” (na Bandeirantes) e da série “A Lei e o Crime”, seu último trabalho nas telas, em 2009 (na Record). Fora das telas, Junqueira ainda estrelou diversas peças de teatro e se destacou na peça “Bent”, na qual recebeu prêmios da APCA, Moliére e Mambembe por sua atuação e produção. O ator também teve atuação política, sendo eleito deputado estadual em São Paulo pelo PV em 1994. Ele acabou mudando de partido, filiando-se ao PP, pelo qual concorreu ao cargo de deputado federal pelo Paraná nas Eleições de 2018, mas desta vez sem conseguir ser eleito.
Iza celebra o amor e a vida simples em clipe repleto de positividade
A cantora carioca – e jurada do “The Voice Brasil” – Iza lançou o clipe de “Meu Talismã”, dirigido por Felipe Sassi, responsável por seus principais vídeos (“Brisa”, “Dona de Mim”, “Ginga” e “Pesadão”). No vídeo, Iza anda de moto, come espetinho, usa uma câmera antiga, sempre ao lado do seu par romântico. “Você me traz sorte, é meu talismã”, diz a canção, que celebra a união de um casal diante das diferentes adversidades da vida. Há cenas de trabalho duro em um salão de beleza e de dificuldades para pagar as contas, com direito a corte de energia. “Mas se a gente tem amor /A gente tá no lucro”, diz a letra, enquanto o clipe apresenta o outro lado da moeda, com dança, cervejinha e felicidade. A positividade da canção, celebrando o amor e a vida simples nos subúrbios, é embalada por um ritmo de R&B moderno, puxado para o pop, que é novidade no repertório da cantora, e tem tudo para dar sequência ao sucesso de “Brisa” na rádios e paradas de streaming.
Taylor Swift lança clipe da faixa-título de Lover, seu novo álbum
A cantora Taylor Swift lançou o clipe da música “Lover”, terceiro single do álbum homônimo, que está sendo lançado para venda e streaming a partir desta sexta (23/8). No clipe dirigido por Drew Kirsch e pela própria cantora, Taylor contracena com Christian Owens, um dos dançarinos da sua mais recente turnê, a Reputation Stadium Tour. Diretor e cantora tinham colaborado anteriormente no vídeo de “You Need to Calm Down”, lançado em junho. A nova produção estreou durante uma transmissão ao vivo de Taylor Swift em seu canal oficial no YouTube, em que a cantora deu mais informações sobre seu novo disco e mostrou uma colaboração com a estilista Stella McCartney, inspirada em “Lover”. Sobre a faixa-título, ela falou: “Essa é uma música que escrevi para dois amigos que estavam apaixonados. É um conceito pelo qual estou muito orgulhosa”.
Ballers: Série de Dwayne Johnson vai acabar na 5ª temporada
A HBO anunciou que a série “Ballers”, estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson, vai acabar em sua 5ª temporada, que estreia no próximo domingo (25/8). O astro comentou o final da produção em seu Instagram. “Meu coração está cheio de gratidão a todos vocês por ficarem conosco a cada temporada. Vocês nos transformaram na comédia de maior audiência da HBO por anos e, o mais importante, ajudaram a criar e sustentar uma plataforma para que outros atores tivessem a oportunidade de trabalhar duro, crescer e se tornarem nomes familiares”, disse. “Para mim, a oportunidade que ‘Ballers’ criou para tantas outras pessoas é o verdadeiro ouro da nossa série”, completou. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os produtores da série já imaginavam que ela não teria vida longa, por isso conceberam a 5ª temporada como uma conclusão, cuja estreia está marcada para dia 25 de agosto. Em “Ballers”, Johnson interpreta um ex-astro do futebol americano que, ao se aposentar, transforma-se em empresário de outros prodígios do esporte. John David Washington (“Infiltrado na Klan”) e Rob Corddry (“Childrens Hospital”) também fazem parte do elenco fixo da série, criada por Steve Levinson (produtor de “Entourage”). Ver essa foto no Instagram My heart ? is full of gratitude to all of you for rockin’ with us every season. You made us HBO’s highest rated comedy for years and most importantly, you helped create and sustain a platform for other actors to have the OPPORTUNITY to work hard, grow and become household names. To me, the opportunity Ballers created for so many others, is the real gold of our show. I love you, I thank you and enjoy our final season of BALLERS. This SUNDAY on @HBO. @SevenBucksProd Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 22 de Ago, 2019 às 5:21 PDT
Atriz acusa diretor do filme de Bruna Marquezine de assédio
A atriz e produtora Talita Coling, de 24 anos, acusou o fotógrafo e cineasta Klaus Mittledorf, de 66 anos, de assédio sexual. Ele está lançando seu primeiro longa, “Vou Nadar Até Você”, que também é a estreia de Bruna Marquezine no cinema, nesta semana na competição do 47º Festival de Gramado. A acusação contra o diretor do longa de Marquezine foi revelada na quinta (23/8) pelo jornal O Dia e em seguida os fãs de Bruna Marquezine começaram a atacar Talita no Twitter, onde ela também falou sobre o caso. “Na intenção de defendê-la [Marquezine], eles se põem contra mim. Dizem: ‘Está querendo aparecer’, ‘Está usando o nome da Bruna’. Não é isso. Tive que falar no momento certo. Se o filme não tivesse sido lançado, você, como repórter, ia me ouvir? Ninguém sabia do filme, agora ele existe. Há dois anos eu não ia falar nada, não tinha uma carreira. Hoje tenho coragem, mais maturidade, mas ainda fico nervosa. Falo com você tremendo”, explicou Talita à reportagem do portal Uol. Talita revelou que conheceu Mitteldorf entre 2015 e 2016, quando participou de um teste para o papel de Ophelia, que acabou sendo feito por Marquezine. Depois da filmagem, recebeu convite para trabalhar na pós-produção do filme, em 2017, quando teria ocorrido o assédio. Ela afirma que Mitteldorf tentou beijá-la à força e chegou a deixar seu rosto e seu pescoço cheios de saliva. O advogado do diretor nega as acusações. “Estudo roteiro, produção. Nessa época já tinha gravado ‘Carcereiros’ [série da Globo], mas não tinha ido ao ar ainda. Eu estava em outros trabalhos como assistente de roteiro, produção e fazendo curtas. Para mim seria muito interessante a oportunidade de trabalhar na pós-produção do filme. Tudo aconteceu na produtora dele. Tenho fotos da gente trabalhando juntos”, contou. Segundo Talita, a abordagem de Mitteldorf começou com elogios, até o dia em que ele tentou o contato físico. “Ele sempre elogiava. É desconfortável, mas ok, dá para aguentar. Estava ali, precisando da grana, fazendo meu trabalho. Mas teve esse dia em que ele tentou me beijar e fiquei toda babada. Foi o ápice. Falei para mim mesma: ‘Não volto mais’.” “Saí de lá voada. Tinha um teste, estava nervosa, foi horrível. Entrei no Uber em estado de choque. Ele babou em meu pescoço, no rosto. Eu não me limpei. Quando cheguei no teste, com cara de pânico, a maquiadora ainda brincou comigo: ‘Ih, estava na pegação’. Em pânico, dei um risinho amarelo sem entender ainda o que tinha acontecido.” Talita registrou boletim de ocorrência e entrou com uma ação trabalhista contra o diretor, já que não recebeu pelos dias trabalhados na produtora. “No processo trabalhista, citei o assédio. Não voltei mais [na produtora], e ele não queria me pagar pelo que eu tinha trabalhado, mas tinha minha rescisão para pagar. Ele sumiu, não me respondia nada. Óbvio que eu não ia pisar mais lá depois do que aconteceu”, afirma. No dia em que ocorreu o episódio, segundo Talita, ela parou para pensar em como iria provar que havia sido assediada por Mitteldorf. Ela, então, resolveu mandar uma mensagem de WhatsApp para ele. “Quando sofremos assédio, é difícil provar. Assim que saí de lá, mandei uma mensagem: ‘Klaus, nunca mais tente me beijar à força’. Ele respondeu: ´Prometo’. Pensei: ‘Vou provar o que ele fez comigo’.” Apesar de mencionar o ocorrido na ação trabalhista, ela não foi indenizada pelo assédio, apenas recebeu a rescisão a que tinha direito. “O assédio ficou ali e dói. Infelizmente, não conseguimos ser indenizadas por assédio, passa batido.” Em nota à imprensa, o produtores de “Vou Nadar Até Você”, responsáveis por toda a execução do projeto, afirmam não conhecer Talita Coling. Como atriz, não foi convidada a fazer nenhum teste para papel no filme. Também nunca trabalhou na produção, nem está ligada à obra sob qualquer tipo de vínculo ou contrato. A assessoria de imprensa do filme revela ter a informação de que ela realizou trabalhos como free lancer na produção de fotografias feitas pelo diretor Klaus Mitteldorf. O advogado do cineasta, dr. Roberto Soares Garcia, destaca que “Klaus Mitteldorf é profissional respeitado e conhecido internacionalmente. Trabalhou com inúmeros profissionais de renome, homens e mulheres que jamais tiveram motivo para reclamar de sua conduta”. Ele reforça que “Tallita Colling jamais teve relação com o filme ‘Vou Nadar Até Você'” e que, entretanto, entrou com ação trabalhista e recebeu valores por outro trabalho, relacionado à produção de fotografias. “Não é verdade também que Klaus tenha sido condenado em ação proposta por Tallita. O que de fato se deu foi que Tallita entrou com ação trabalhista, a qual terminou num acordo entre eles, no valor de R$ 5 mil. Tallita não foi forçada a fechar o acordo, mas a ele anuiu livremente”, disse Garcia. O advogado ainda afirma que “na verdade, Klaus foi vítima de crimes praticados por Tallita, que são apurados pela Polícia Civil de São Paulo desde agosto de 2017 (DIPO 3.1.2, inquérito policial nº 0089724-69.2017.8.26.0050). Nos autos do referido inquérito, fica claro que ela, que prestou serviços (não relacionados ao filme) a Klaus por curto período, praticou desvios indevidos e praticou extorsão contra Klaus”. Garcia conclui dizendo que “Klaus é vítima de condutas criminosa praticadas por Tallita, e não o contrário. A irresponsável e indigna propagação de mentiras contra Klaus Mitteldorf será objeto das ações cabíveis”.
Revival de The L Word ganha primeiro teaser
O canal pago Showtime divulgou o primeiro teaser de “The L Word: Generation Q”, revival da série “The L Word”, uma das mais famosas produções LGBTQIA+ da TV americana. A prévia revela a data de estreia, mostra o retorno de algumas personagens da série original e apresenta a “geração Q”, que batiza a nova atração. A letra Q do subtítulo se refere à “queer”, uma das palavras da sigla LGBTQIA+, que reflete a fluidez sexual da atual geração. As estrelas da série original são Jennifer Beals (Bette Porter), Katherine Moennig (Shane McCutcheon) e Leisha Hailey (Alice Pieszecki), que retomam seus papéis dez anos depois do fim de “The L Word”, em 2009. Já as novas intérpretes são Jacqueline Toboni (a Trubel da série “Grimm”), Arienne Mandi (“In the Vault”), Sepideh Moafi (“The Deuce”), Rosanny Zayas (“The Code”) e Leo Sheng (“Adam”). Elas serão acompanhadas pela criadora da série, Ilene Chaiken, que produzirá o reboot. Mas o cargo de showrunner ficou com Marja-Lewis Ryan (“The Four-Faced Liar”), devido ao comprometimento de Chaiken com a produção da série “Empire”, na Fox. Com oito episódios, o revival vai estrear em 8 de dezembro nos Estados Unidos.
Ministro da Cidadania revela que pretende acabar com cinema de arte do Brasil
O ministro da Cidadania Osmar Terra alimentou mais o fogo que queima o Brasil com ódio ao dizer que apenas filmes populares deveriam receber financiamento público. Ele foi além, revelando, ao participar de evento do grupo Voto, em São Paulo, que pretende acabar com o cinema de arte no Brasil. Para o ministro, só filmes que lotarem cinemas devem ser apoiados pelo governo. “O cinema tem que buscar o público, não pode ser uma coisa só autoral para os amigos que gostam muito do cineasta gostarem do filme”, atacou. Para o ministro, os filmes que têm recebido recursos públicos não têm apresentado resultados à altura dos investimentos. “No ano passado, foram 151 filmes totalmente financiados pelo fundo do audiovisual. A média de R$ 4,5 milhões por filme. E o público é menos de mil pessoas por filme. Metade dos filmes não teve mil espectadores”, contabilizou. A partir desse silogismo, Terra disse que é preciso haver uma revisão dos mecanismos de financiamento para o cinema, incluindo a exigência de que parte do dinheiro tenha que ser devolvida com arrecadação em bilheteria. “Nós temos que rever a forma de fazer o financiamento. Transformar em um financiamento que tem que ser devolvido. Criar uma forma de buscar o público, se não ficam filmes que ninguém assiste. É um gasto enorme com filmes que ninguém vai ver”, propôs. E para quebrar de vez a indústria cinematográfica brasileira, deu uma sugestão que permitiria a produção apenas de filmes da Igreja Universal, com pré-venda garantida: acabar com a cota de filmes nacionais. A reserva de um espaço mínimo em salas de cinema para filmes nacionais foi alvo de críticas ferozes do ministro. “Aí é obrigado a ter cota para filme nacional no cinema, também não pode durar muito. É uma lei que até ano que vem tem cota. Depois tem que rever isso”, disse, relacionando a reserva de salas para filmes brasileiros com salas de cinemas vazias. Ou seja, o ministro quer tirar o financiamento para a produção de filmes independentes e dificultar que os poucos que consigam ser produzidos sejam exibidos nas salas do circuito cinematográfico nacional. E ainda buscará transformar empresas privadas em sócias do Estado para permitir que realizem filmes com incentivos fiscais. É tanto equívoco, que só poderia vir mesmo do governo Bolsonaro. A lógica deste governo é a lei das selvas, também conhecida como lei dos mais fortes. Nesta lógica, apenas os fortes sobrevivem e os fracos devem morrer. Na teoria, parece justo: todos são tratados iguais, sem vantagens na disputa pelas mesmas vagas/emprego/tratamento/salas de cinema. Na prática, porém, se alguns tem mais condições (dinheiro, educação, contatos, etc) prosperam. Os que não tem, fracassam. E o Estado não se mete para equilibrar as desigualdades. Trata-se de pura e simples aplicação política da seleção natural das espécies, conforme estudada por Charles Darwin, e que está na base da visão de que “o governo é para a maioria e a minoria tem que se conformar”, expressada por vários integrantes da cúpula bolsonarista. Trata-se também da antítese de um conceito chamado civilização – aquilo que diferencia os homens dos animais. Ao contrário da tese defendida pelo sofisma bolsonarista, as leis existem justamente para proteger as minorias perseguidas. Senão, voltamos à barbárie. O holocausto foi uma aplicação da mesma política, que começou retirando direitos de minorias em prol dos bons costumes e boas famílias arianas, e seguiu censurando as artes que não refletiam a visão de mundo de seus líderes. O Estado, vale lembrar, tem como função ajudar os mais fracos a ter melhores condições de competir num mundo desigual, seja com assistência médica para quem não pode pagar, escola pública, segurança contra valentões armados, saneamento básico e, sim, até com incentivos específicos para produtores independentes realizarem filmes que não poderiam fazer de outra forma. É para isso que existem impostos e taxas (no caso do cinema, a Condecine). Não é para pagar corrupção. Os incentivos também alimentam a economia, pois geram empregos. O que é outra função do Estado. Enfim, em vez de adentrar nesse debate filosófico sobre “o que é o Estado”, é menos desgastante lembrar apenas o básico para um governo que não sabe o mínimo: 1) o Estado é fomentador, não investidor em Cultura, portanto não pode exigir lucro nem compartilhar dele; 2) o principal equívoco das leis de incentivo é justamente dar dinheiro a quem não precisa, pois quem é popular pode se bancar sozinho; 3) todos os países de mercado cinematográfico relevante, que não são os Estados Unidos, têm cotas de telas; 4) todos os países de mercado cinematográfico relevante, inclusive os Estados Unidos, incentivam filmes de arte, que trazem prestígio a seus países por meio de participação em festivais internacionais; 5) o Brasil acaba de vencer dois prêmios importantes no Festival de Cannes, o mais prestigioso do mundo, com filmes incentivados, que os critérios de popularidade do ministro não permitiriam que fossem feitos. O ministro ainda defendeu seu ato de censura, ao suspender um edital para a produção de séries de diversidade sexual para TVs públicas, dizendo que o governo deve decidir quais as temáticas que serão incentivadas na produção audiovisual. “Se é um recurso público, é uma exibição em rede pública, o governo pelo menos quer opinar sobre os temas. E esse governo tem proposta para a TV pública, sobre valores que são importantes de serem ressaltados”, disse, esquecendo que uma mudança de governo não pode alterar edital já publicado, com prazo vencido e inscritos que obedeceram as regras claras. O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro abriu inquérito nesta quinta (22/8) para investigar o ato de censura e homofobia do ministro e do governo Bolsonaro ao suspender o edital. Em sua manifestação, o Ministério Público deixa claro que “tal ameaça ou discriminação podem importar em inobservância das regras editalícias, de caráter vinculante para a administração pública, bem como em discriminação constitucional vedada”. O comunicado dos promotores diz que “o MPF expediu ofícios ao Ministério da Cidadania e à Ancine, requisitando informações, no prazo de dez dias, sobre a suspensão do edital, bem como sobre suposta decisão governamental de não aprovar projetos audiovisuais relacionados a temáticas LGBTQIA+”. No evento em que pregou a destruição do cinema de arte nacional, o ministro expôs seus argumentos para exercer censura em editais. “Todo mundo pode fazer o filme que quiser, mas se vai receber recurso público, nós temos direito de opinar sobre os temas que são mais importantes. Até para ter um filme que vai receber um recurso e não tem importância nenhuma para a sociedade”, disse Terra. Por filmes que “não tem importância nenhuma para a sociedade”, deve-se entender, conforme demonstrado ativamente pelo governo Bolsonaro, qualquer um que tenha tema LGBTQIA+.






