Veronica Mars ganha prévia de novo tema, cantado por Chrissie Hynde
A plataforma Hulu divulgou um novo vídeo do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. A prévia mostra a atriz e o criador da atração, Rob Thomas, discutindo sobre a música-tema. Ao final, ele recria a cena clássica do gravador do filme “Digam o que Quiserem” (1989) para tocar a nova versão de “We Used to Be Friends”, gravada por Chrissie Hynde, a líder dos Pretenders. A versão original é da banda The Dandy Warhols e marcou época como identificação da série – além de fazer parte de um dos melhores álbuns dos anos 2000, “Welcome to the Monkey House” (2003). Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando o tom de produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars (Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars, o pai de Veronica), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs III (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas), sem esquecer dos novos suspeitos investigados pela agora detetive adulta Veronica Mars, entre eles o ator J.K. Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”). Vale lembrar que o elenco original já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho. Recorde abaixo também as aberturas das três temporadas originais da série clássica.
Criadora de Transparent substitui Bryan Singer na direção de Red Sonja
A cineasta indie Jill Soloway, mais conhecida como criadora da série “Transparent”, vai escrever e dirigir seu primeiro filme de grande orçamento. Ela foi contratada para substituir o cineasta Bryan Singer (“Bohemian Rhapsody”) à frente da adaptação dos quadrinhos de “Red Sonja”. Singer foi dispensado pelos produtores no começo do ano, após o surgimento de novas acusações de assédio sexual contra ele. O presidente da produtora Millennium, Avi Lerner, chegou a garantir a manutenção do diretor no projeto. Mas depois voltou atrás, quando o BAFTA (a Academia Britânica das Artes Cinematográficas e Televisivas) retirou o nome de Singer das indicações do filme “Bohemian Rhapsody” em seu prêmio anual. A mudança deve impactar a abordagem do filme. Os quadrinhos da Marvel já tiveram uma adaptação convencional em 1985, chamada de “Guerreiros de Fogo”, que foi estrelada por Brigitte Nielsen e Arnold Schwarzenegger. “Eu mal posso esperar para trazer o mundo épico de ‘Red Sonja’ para a tela”, disse Soloway em comunicado oficial. “Explorar essa mitologia poderosa, e poder evoluir o significado do heroísmo, é um sonho realizado para mim”. Apesar de viver no mesmo universo hiboriano de Conan, a guerreira ruiva não é uma criação literária de Robert E. Howard, o autor de Conan. Red Sonja foi criada pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de uma história em quadrinhos de “Conan”, desenhada por Barry Windsor-Smith em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição do espanhol Esteban Maroto, que mais tarde desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a Guerreira Hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e ela acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Vale observar que uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. O projeto de refilmar Red Sonja começou a tomar corpo em 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé, com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não contavam com o fracasso daquele filme, que fulminou a produção. Uma ironia é que, seis anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça”. Quem estava escrevendo a nova versão do roteiro era Ashley Miller, de “Thor” e “X-Men: Primeira Classe”. Mas Jill Soloway deve filmar sua própria história. A contratação de Soloway representa uma reviravolta completa no filme, já que a personagem, que luta em trajes mínimos, é musa de fantasias adolescentes masculinas. Soloway é conhecida por trazer uma forte perspectiva feminina e por temas de gênero e inclusão em seus projetos. Além de criar “Transparent” e já cancelada “I Love Dick”, ambas na plataforma da Amazon, ela produziu várias séries, mas tem apenas um longa-metragem em seu currículo de direção: “As Delícias da Tarde” (2013), em que uma dona de casa estabelece amizade com uma adolescente dançarina de striptease.
DC Comics anuncia o fim do selo Vertigo
A DC Comics anunciou nesta sexta-feira (21/6) que vai fechar seu tradicional selo de quadrinhos adultos, Vertigo, além das marcas Zoom e DC Ink. O objetivo é desfazer a separação de títulos, passando a lançar todos os quadrinhos como o nome da editora. Para isso, a DC irá estabelecer um novo sistema de classificação etária, que irá identificar o conteúdo das publicações – se foi feito para crianças, adolescentes ou adultos. Os rótulos etários serão nomeados como DC Kids (foco em leitores de 8 a 12 anos), DC (para o público-alvo de 13 anos em diante) e DC Black Label (com conteúdo apropriado para leitores com mais de 17 anos). Este último rótulo substitui o selo Vertigo com o nome criado no ano passado para a linha de publicações criadas fora da continuidade da DC, e incluirá material já anunciado para essa linha. Todas as revistas atualmente publicadas pela Vertigo serão atribuídas à classificação DC Black Label a partir de janeiro de 2020, quando as mudanças entram em vigor. “Estamos voltando para uma representação única da marca DC que esteve presente durante a maior parte de nossa história até 1993, quando lançamos a Vertigo para fornecer uma opção para material mais ousado”, disse o editor da Dan DanDio em um comunicado sobre a mudança. “Esse tipo de material agora é mainstream em todos os gêneros, então achamos que era o momento certo para trazer mais clareza à marca DC e reforçar nosso compromisso com a narrativa para os nossos fãs em todas as faixas etárias. Este novo sistema também substituirá as classificações etárias que usamos atualmente em nosso material. ” O selo Vertigo foi lançado em 1993 sob comando da editora executiva Karen Berger e revolucionou os quadrinhos, ao lançar publicações como “Sandman”, “Preacher”, “Y: O Último Homem”, “Fábulas”, “Hellblazer” (Constantine) e muitas mais, que abriram espaço para a imaginação de criadores como Neil Gaiman, Garth Ennis, Grant Morrison, Peter Milligan, Jason Aaron e Brian K. Vaughan, entre outros.
Tubarão artificial do filme de Spielberg é restaurado pelo museu da Academia de Cinema dos EUA
O tubarão artificial usado em cenas do clássico “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, foi incorporado ao acervo do museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em Los Angeles, que ainda está em construção. Batizado de “Bruce”, ele é último sobrevivente entre os vários tubarões artificiais diferentes usados durante as filmagens do longa de 1975, muitos dos quais simplesmente entraram em curto e afundaram no mar. O tubarão artificial foi doado à instituição por Nathan Adlen, que por sua vez o herdou do seu pai, Sam, que o conseguiu quando o estúdio jogou fora vários carros antigos e acessórios usados em filmes. “Bruce” foi totalmente restaurado para a exibição. E o museu postou algumas fotos do processo (veja abaixo), mostrando o antes e depois dos trabalhos de restauração, a cargo do especialista Greg Nicotero, conhecido por criar as maquiagens dos zumbis de “The Walking Dead”. Apesar de a restauração estar completa, “Bruce” só poderá ser visto de perto a partir de 2020. O museu da Academia ainda foi oficialmente aberto para o público, e isso só deve acontecer após a cerimônia do Oscar do ano que vem, que ocorre em 9 de fevereiro. Just in time for the 44th anniversary of #Jaws (1975)…?An update on Bruce the shark's restoration! Special effects legend @G_Nicotero, his studio KNB EFX, and the #AcademyMuseum conservation team have fully transformed this undersea giant.Photos by Greg Nicotero. pic.twitter.com/np2SEzPkld — Academy Museum of Motion Pictures (@AcademyMuseum) June 20, 2019
Sean McCann (1935 – 2019)
O ator canadense Sean McCann morreu no dia 13 de junho por problemas cardíacos. A informação foi confirmada nesta sexta (21/6) pela revista The Hollywood Reporter com sua agente. Ele tinha 83 anos. McCann era prolífico e acumulou mais de 150 créditos em filmes e séries de TV, ao longo de quase 60 anos de carreira. Entre eles, estão papéis em filmes tão diferentes quanto o suspense “Mistérios e Paixões” (1991), de David Cronenberg, a comédia “Mong e Lóide” (1995), o musical “Chicago” (2002) e o drama esportivo “Desafio no Gelo” (2004). Ele também estrelou as quatro temporadas série policial canadense “Night Heat” (1985–1989), na pele do Tenente Jim Hogan, e dublou a série animada “O Pequeno Urso” (1995–2003), como o vovô urso. Sean McCann nasceu em 1935, no Canadá, e além de ator também foi scout de atletas para o time de baseball Toronto Blue Jays. Um de seus últimos trabalhos foi “Goalie” (2019), em que interpretou Red Storey, árbitro da NHL (liga de hóquei americana) que entrou para o hall da fama do esporte. Ativo até o fim, ainda terminou o inédito “Defining Moments”, que traz no elenco outro ator recentemente falecido, Burt Reynolds.
Gravação “perdida” de Freddie Mercury ganha clipe inédito
A Universal Music divulgou um clipe inédito de Freddie Mercury para a música “Time Waits For No One”, recém-descoberta nos arquivos do estúdio Abbey Road. A música é uma versão despojada de “Time”, gravada em 1986. No vídeo, o vocalista do Queen apresenta-se acompanhado apenas pelo piano de Mike Moran, em franco contraste com a gravação que foi lançada na época – que tinha banda, orquestra e coro vocal épico. O clipe, por sinal, usa imagens do vídeo feito originalmente para divulgar a canção original. “Time” era uma composição solo de Mercury para a ópera rock teatral homônima de Dave Clarke, exibida durante dois anos no West End londrino. O cenário do clipe de Mercury é justamente o Dominion Theatre, em Londres, onde a peça foi encenada de 1986 a 1988. Foi o próprio Clark quem achou a gravação da versão alternativa e tratou de disponibilizá-la. “É só Freddie e o piano e isso realmente mostra um artista incrível e o alcance incrível que ele tinha”, disse o músico para a agência Reuters. Clark, que liderou a banda Dave Clark Five nos anos 1960, trabalhou com vários cantores para o álbum “Time”. Mercury cantou duas músicas, a faixa-título e “In My Defense”. Mas ele se sembrava que o cantor gravou um ensaio acompanhado apenas pelo piano. Durante anos, tentou encontrar aquela versão, sem sucesso. Chegou a achar que ela estava perdida. Até poucos dias atrás. “Trata-se de uma celebração do Freddie. Que contribuição maravilhosa ele deu à nossa indústria musical”, concluiu Clark, sobre o lançamento. Compare abaixo os clipes e as gravações de “Time Waits For No One” e “Time”.
Stranger Things ganha seu trailer mais sinistro centrado no monstro da 3ª temporada
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 3ª temporada de “Stranger Things”. E é a prévia mais sinistra já feita para a atração, com narração ameaçadora da criatura da trama e clima extremamente sombrio. O vídeo é centrado na vingança do monstro do Mundo Invertido, que vai possuir um personagem conhecido – é spoiler, veja o vídeo se quiser saber – , tocar o terror na cidadezinha de Hawkings e, segundo seus planos, matar todo mundo. O clima é apocalíptico, com direito a blecaute na cidade inteira. Arrepiante feito terror clássico de John Carpenter. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.
Grupo evangélico faz campanha para Netflix cancelar série da Amazon
O grupo evangélico americano “Return To Order” resolveu protestar contra a exibição da série “Good Omens” e reuniu mais de 20 mil assinaturas para pedir para a Netflix cancelar a produção. O detalhe é a série é produzida por outra plataforma: a Amazon. “Eu amei que eles vão escrever para a Netflix para que ‘Good Omens’ seja cancelado”, manifestou-se o escritor Neil Gaiman em seu Twitter. “Isso diz tudo”. O texto da petição acusa a série de ser “mais um passo para fazer com que o satanismo pareça normal, leve e aceitável”, além de “ofender a sabedoria de Deus”. A organização ainda criticou o fato de Deus ser dublado por uma mulher (a vencedora do Oscar Frances McDormand). Para completar a falta de informação, o grupo pede que o cancelamento da série. Só que se trata de uma minissérie. Que teve todos os episódios disponibilizados na estreia e não produzirá 2ª temporada. Ou seja, além de mobilizar seus seguidores para atacarem a plataforma errada, o grupo pede o fim de uma série que já acabou. O Twitter da plataforma Amazon Prime Video brincou com a situação: “Ei, Netflix, eu cancelo ‘Stranger Things’ se você cancelar ‘Good Omens'”. E a Netflix também entrou na piada, comprometendo-se a não produzir mais a série. Adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett, a série estreou em 31 de novembro e acompanha um anjo e um demônio que, após séculos em lados opostos, resolvem se aliar para impedir o apocalipse. Para isso, precisam encontrar o anticristo adolescente, que desapareceu, além de lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse, anjos dissimulados e o arcanjo Gabriel, obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”), e o elenco ainda conta com Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”), Mireille Enos (“Guerra Mundial Z”), Yusuf Gatewood (“The Originals”), Lourdes Faberes (“Knightfall”), Sam Taylor Buck (“Medici”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman assina a série como roteirista e showrunner. @neilhimself pic.twitter.com/XYbtfivKk1 — Walter de Bruin (@wdebruinjr) June 19, 2019 Hey @netflix, we'll cancel Stranger Things if you cancel Good Omens. ? https://t.co/EJPmi9rL7g — Amazon Prime Video US (@PrimeVideo) June 20, 2019 Best reply ever. #GoodOmens https://t.co/eiU8g7POMz — Neil Gaiman (@neilhimself) June 20, 2019
Kit Harington termina seu período de internação em clínica
O ator Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, deixou a a luxuosa clínica Privé-Swiss, em Connecticut (EUA), após permanecer internado por mais de um mês, desde o final da série da HBO. Segundo a revista People, o astro foi visto na Inglaterra no início desta semana. A internação foi descoberta pelo site Page Six, que pertence ao jornal New York Post, no final de maio. “Kit decidiu utilizar esse intervalo em sua agenda como uma oportunidade para passar um tempo num retiro saudável para lidar com alguns problemas pessoais”, disse um representante do ator, em comunicado propositalmente vago. Harington se internou por volta do dia da exibição do último episódio de “Game of Thrones”, que foi ao ar em 19 de maio no canal pago HBO. Ele chegou a comentar o final da série para a revista Entertainment Weekly, especificamente a transformação de Daenerys (Emilia Clarke), mas não deu mais entrevistas desde então. Segundo o Page Six, o ator estaria com dificuldades para lidar com abuso de álcool e estresse, e o final de “Game of Thrones” teria lhe impactado “profundamente”. A clínica que o recebeu é um local luxuoso em Connecticut, que famosos costumam usar para se tratar de vícios longe da mídia, ao custo de US$ 120 mil por mês. Durante sua internação, o astro britânico de 32 anos passou por acompanhamento psicológico, meditação consciente e terapia comportamental. Fontes ouvidas pelo PageSix ainda informaram que a mulher do ator, Rose Leslie, que viveu Ygritte em “Game of Thrones”, esteve ao seu lado durante todo o período da internação.
Morena Baccarin se junta a Mel Gibson e Charlie Hunnan em thriller criminal
A atriz brasileira Morena Baccarin (de “Gotham” e “Deadpool”) entrou no elenco do thriller criminal “Waldo”, juntando-se a Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”), Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”). O filme é uma adaptação do best-seller “Last Looks”, de Howard Michael Gould (criador da série “Instant Mom”). O livro gira em torno de Charlie Waldo (Hunnam), um ex-detetive da polícia de Los Angeles que se tornou recluso, vivendo na mata, mas que é tirado da aposentadoria para trabalhar de forma privada na investigação do assassinato da esposa de um astro excêntrico da TV (Gibson), que tem como principal suspeito seu próprio empregador. O longa será dirigido pelo britânico Tim Kirkby, responsável por alguns episódios de comédias como “Veep” e “Fleabag”, e que estreou no cinema no ano passado com a comédia “Action Point”, um fracasso de crítica e bilheteria estrelado por Johnny Knoxville (“Jackass”). As filmagens começaram nesta semana, mas ainda não há previsão de estreia.
Dinheiro Fácil: Trilogia sueca de ação vai continuar como série na Netflix
A Netflix vai adaptar a trilogia sueca “Dinheiro Fácil” (Snabba Cash) numa minissérie de ação criminal. O projeto está a cargo do roteirista Oskar Söderlund (criador de “Greyzone”) e do escritor Jens Lapidus, que assinou os livros em que a trama se baseia. Todos os três longas da franquia foram estrelados por Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) no papel de JW, um jovem que vira traficante para manter uma vida de luxo e acaba se envolvendo com criminosos perigosos. O anúncio não menciona se o ator permanecerá no papel ou se um novo elenco será escalado. A série será uma continuação e vai passar em Estocolmo dez anos depois dos eventos mostrados nos longas-metragens. É um ambiente movimentado onde o desejo por status e dinheiro está mais forte do que nunca. O jet set empreendedor e o mundo do crime se tornaram ainda mais brutal, caóticos e implacáveis. Quando esses dois mundos colidirem, a lealdade, as amizades e os parceiros de negócios serão todos testados na incessante busca por dinheiro fácil. “Eu tenho esperado por uma oportunidade para continuar ‘Snabba Cash’. As histórias ainda são épicas, mas também retratam nosso tempo sem filtro. Vai ser incrível ”, disse Lapidus, em comunicado, sobre a produção. Ainda não há previsão de estreia.
Comédia A Mentira vai ganhar continuação dez anos após lançamento original
A divertida comédia “A Mentira” (Easy A, 2010), estrelada por Emma Stone, vai ganhar um filme derivado. A continuação está sendo escrita pelo mesmo roteirista, Bert V. Royal, e vai chegar aos cinemas dez anos após o lançamento do filme original. O filme de 2010, dirigido por Will Gluck, foi um dos primeiros sucessos da ainda jovem Emma Stone. Na trama, ela vivia uma estudante de Ensino Médio que, inspirada pela leitura de “A Letra Escarlate”, espalha uma mentira negativa sobre si mesma para melhorar sua situação social e financeira. O projeto ainda está em desenvolvimento inicial no estúdio Screen Gems e marcará a estreia na direção de Royal. A trama vai se passar na mesma escola e explorará os mesmos temas vistos em “A Mentira”, mas seguirá uma nova classe de alunos. Não está descartada, porém, a volta de algum integrante do elenco do longa original, que também incluiu Penn Badgley (“Gossip Girl”), Aly Michalka (“iZombie”), Cam Gigandet (“Crepúsculo”), Amanda Bynes (“Ela É o Cara”), Lisa Kudrow (“Friends”), Thomas Haden Church (“Divorce”), Patricia Clarkson (“Maze Runner”), Malcolm McDowell (“Mozart in the Jungle”) e Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”),
Yellowstone: Série de Kevin Costner é renovada para 3ª temporada com novidades no elenco
O canal pago Paramount renovou “Yellowstone” para sua 3ª temporada. O anúncio coincidiu com a estreia do segundo ano da produção, vista por 2,4 milhões de telespectadores – só perdeu para a audiência de estreia da série no ano passado (2,8 milhões). Além da renovação, a série vai receber o ator Josh Holloway (das séries “Colony” e “Lost”) no elenco da 3ª temporada. Fenômeno de audiência na TV paga americana, “Yellowstone” é a primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A 2ª temporada estreou na quarta-feria (19/6) nos Estados Unidos.









