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    City on a Hill: Nova série estrelada por Kevin Bacon ganha trailer repleto de testosterona

    5 de maio de 2019 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e trailer de “City on a Hill”, nova série criminal estrelada por Kevin Bacon (“The Following”) e Aldis Hodge (“Estrelas Além do Tempo”). A prévia é repleta de ação e testosterona, com tiroteios, olhares duros e conversas de machos alfa. A série é baseada em uma ideia original do ator Ben Affleck (“Liga da Justiça”), que assina a produção com seu parceiro Matt Damon (“Jason Bourne”). O piloto, por sua vez, foi comandado por Gavin O’Connor, que dirigiu Affleck no suspense “O Contador” (2016). “City On A Hill” é uma versão ficcional do chamado “Milagre de Boston” dos anos 1990, nome dado à queda vertiginosa de homicídios na cidade de Boston, até então uma das mais violentas dos Estados Unidos, submersa na corrupção desenfreada, racismo escancarado e juventude armada. A trama gira em torno da chegada de Decourcy Ward (Aldis Hodge), um jovem promotor idealista que vem do Brooklyn, em Nova York, decidido a transformar a cidade, mas que, para isso, precisa primeiro se transformar e formar uma improvável aliança com um veterano agente corrupto do FBI, Jackie Rhodes (Kevin Bacon). Juntos, eles prendem uma família de criminosos em um caso com muitas ramificações, que acaba por subverter todo o sistema de justiça criminal de Boston. O elenco da produção também conta com Jonathan Tucker (“Westworld”, “Kingdom”), Mark O’Brien (“Halt and Catch Fire”), Jill Hennessy (“Crossing Jordan”) e Lauren E. Banks (“Maniac”). A produção tem estreia marcada para 16 de junho nos Estados Unidos.

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    Série de comédia It’s Bruno! ganha divertido primeiro trailer da Netflix

    5 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de sua nova série de comédia “It’s Bruno!”, centrada num homem que só gosta de seu cachorro, o Bruno do título. A prévia é bastante divertida, graças ao jovem misantropo e seu cachorro sem treino algum. A série foi criada e é estrelada pelo rapper, escritor e diretor nova-iorquino Solvan “Slick” Naim (que já dirigiu episódios de “Blacklist” e “Power”). Na trama, ele vive Malcolm, cuja rotina consiste em levar seu cão Bruno para passear na região do Brooklyn, em Nova York. Em cada passeio, ele encontra conhecidos que odeia e potenciais novos inimigos, graças a seu mau-humor constante. Até que uma beldade latina (Shakira Barrera, da série “GLOW”) cruza seu caminho e ele muda completamente de tom. “It’s Bruno!” estreia no dia 17 de maio na plataforma de streaming.

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    The Spanish Princess: Conheça a nova minissérie sobre a monarquia britânica

    5 de maio de 2019 /

    O canal pago americano Starz estreia neste domingo (5/5) “The Spanish Princess”, a terceira minissérie baseada na franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil). E seu serviço de streaming divulgou um novo trailer, acompanhado pelo pôster oficial da produção. Novamente escrita por Emma Frost, a minissérie condensa dois livros de Gregory, lançados no Brasil como “A Princesa Leal” e “A Maldição do Rei”. A princesa espanhola do título é Catarina de Aragão, que se torna a primeira das seis esposas de Henrique VIII. A trama é basicamente o prólogo imediato da série “The Tudors” – e da minissérie “Wolf Hall”, entre outras – , revelando os esforços da jovem princesa espanhola Catarina para virar Rainha da Inglaterra, após a morte precoce de seu primeiro amor, o príncipe herdeiro Arthur, e como ela consegue convencer a corte inglesa de sua virgindade para casar-se com seu cunhado, o próximo monarca na linha de sucessão. Já o segundo livro reflete a parte mais conhecida da história, com a entrada em cena de Anna Bolena e o desejo do rei de se divorciar de Catarina. Sendo proibido pelo Papa, ele decide criar uma nova religião – o anglicanismo, seguido até hoje no Reino Unido. A série é continuação de “The White Queen”, cujo papel-título tornou a atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) conhecida em 2013, e “The White Princess”, com Jodie Comer (“Killing Eve”), que estreou após hiato de quatro anos – o que levou à mudança completa do elenco em relação à primeira série, embora os personagens fossem os mesmos. “The Spanish Princess” chega depois de mais dois anos e muda novamente todo o elenco, com a italiana Alexandra Moen (“Fortitude”) no papel da Rainha Elizabeth, que foi vivida por Jodie Comer na 2ª temporada e Freya Mavor (“Skins”) na minissérie inaugural. A personagem é filha da protagonista da 1ª temporada, que também se chamava Rainha Elizabeth (Rebecca Ferguson na estreia e Essie Davis na continuação). O grande espaçamento entre os lançamentos e a mudança constante de elenco prejudica a clareza da trama, repleta de personagens de nomes iguais, o que pode se tornar um problema nos países em que a História da Inglaterra não é tão conhecida. De todo modo, se a terceira parte manter a tradição de consagrar a intérprete do papel-título, é bom prestar atenção em Charlotte Hope, que viveu Myranda, a amante do vilão Ramsay Bolton em “Game of Thrones”. O resto do elenco destaca Elliot Cowan (de “Da Vinci’s Demons”) como o Rei Henry Tudor, Harriet Walter (“Black Sails”) como sua mãe Margaret Beaufort e Ruairi O’Connor (“Delicious”) como o Príncipe Henry Tudor – o futuro Rei Henrique VIII. As duas primeiras minisséries renderam grande audiência para o Starz. “The White Queen” atraiu uma média de 4,8 milhões de espectadores por episódio, enquanto “The White Princess” foi visto por 3,8 milhões. Ambas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Fox Premium.

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    HBO vaza episódio inédito de Game of Thrones na Ásia

    5 de maio de 2019 /

    “Game of Thrones” vazou de novo. E novamente em cópia oficial. Por volta das 10h, o quarto episódio da 8ª e última temporada da série ficou disponível para assinantes da HBO Asia, a divisão do sudeste asiático do canal pago, localizada em Singapura. Ainda não há confirmação oficial se foi um descuido do próprio canal. Mas o episódio já começou a se espalhar por toda a Internet. Inúmeros videos e gifs já estão se propagando em todas as redes sociais, mostrando um spoiler gigantesco. Uma morte tão significativa que tem gente dizendo que a série acabou depois disso – e ainda faltam dois episódios. Não é a primeira vez que um episódio da série é vazado por uma das divisões internacionais da HBO. Durante a temporada anterior, houve muito barulho em torno de um ataque hacker contra o canal pago. Mas quem liberou um episódio inteiro antes de sua exibição oficial foram duas sucursais europeias do próprio canal, a HBO Espanha e a HBO Nórdica, sem esquecer que a Star India, rede do antigo conglomerado Fox, também foi fonte de vazamento de outro capítulo inédito na internet. Na reta final, a estreia da 8ª temporada foi vazada pela Direct TV na Inglaterra. Não só isso: o aplicativo da plataforma ainda avisou aos usuários que o capítulo já estava disponível. O segundo episódio também saiu antes da hora, desta vez por iniciativa da Amazon Prime Video, que antecipou o episódio na Alemanha. Em todos os casos, os links piratas se multiplicaram antes das 22h no horário de Brasília, momento em que o episódio é exibido pela HBO em todo o mundo. Mas tem o seguinte detalhe: a maioria das supostas cópias de episódios que aparecem na internet antes da exibição oficial são falsas e contém atalhos para vírus.

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    Vingadores: Ultimato bate Titanic e já é a 2ª maior bilheteria mundial

    5 de maio de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” é o novo “rei do mundo”. Com US$ 2,1 bilhões de arrecadação em apenas dois fins de semana, o filme dos irmãos Russo superou “Titanic”, o blockbuster de James Cameron, e virou a 2ª maior bilheteria mundial de todos os tempos. Só na América do Norte, a produção da Marvel já faturou US$ 619 milhões. Mas o que impressiona é seu desempenho na China, onde atingiu US$ 576M, a maior bilheteria de um filme estrangeiro no país. Curiosamente, o quarto “Vingadores” ainda está longe de dominar a bilheteria doméstica – aparece apenas em 9º lugar, muito atrás do líder “Star Wars: O Depertar da Força” (US$ 930M). Mas já bateu recordes nacionais em vários países, incluindo Indonésia, Malásia, Filipinas, Vietnã, Egito, Etiópia, Omã, Catar, Arábia Saudita, Ucrânia, México, Colômbia, América Central e Paraguai. Outros recordes que “Vingadores: Ultimato” derrubou neste fim de semana foram: maior bilheteria mundial de IMAX de todos os tempos e primeiro filme a faturar US$ 1 bilhão somente em salas com projeção 3D. Apesar desse fenômeno, os distribuidores norte-americanos arriscaram realizar três estreias no fim de semana. Elas ocuparam do 2º ao 4º lugares, faturando apenas entre US$ 11M e 8,5M nos Estados Unidos e Canadá. Quem se deu melhor foi um suspense B orçado em US$ 5M, que inverte clichês raciais, escalando o veterano Dennis Quaid para aterrorizar um casal negro de classe média. Sem previsão de estreia no Brasil, “The Intruder” abriu na frente dos mais badalados “Casal Improvável”, comédia com Seth Rogen e Charlize Theron, e “Uglydolls”, animação repleta de cantores famosos. Os dois últimos podem até dar prejuízo para seus respectivos estúdios. A comédia conseguiu agradar à crítica, com 83% de aprovação, o que pode ajudar em sua desempenho futuro e servir de incentivo para o lançamento internacional. No Brasil, a previsão de estreia é apenas para 20 de junho. Por outro lado, “Uglydolls” foi considerado horroroso, com 33%. A estreia no Brasil é na próxima semana, em 15 de maio. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 145,8M Total EUA e Canadá: US$ 619,6M Total Mundo: US$ 2,1B 2. The Intruder Fim de semana: US$ 11M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ US$ 11M 3. Casal Improvável Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 13,3M 4. Uglydolls Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ 8,5M Total Mundo: US$ 8,5M 5. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 420M Total Mundo: US$ 1,1B 6. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 33,2M Total Mundo: US$ 41M 7. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 48,1M Total Mundo: US$ 103,5M 8. Shazam! Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 135,1M Total Mundo: US$ 355,5M 9. A Chefinha Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 38,5M Total Mundo: US$ 46M 10. Dumbo Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 109,7M Total Mundo: US$ US$ 338,7M

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    Vince Vaughn é condenado por dirigir embriagado

    4 de maio de 2019 /

    O ator Vince Vaughn, de “Os Estagiários” e “Penetras Bons de Bico” e da série “True Detective”, foi condenado na sexta-feira (3/5) por dirigir embriagado. De acordo com a promotoria de Los Angeles, ele resolveu não contestar a acusação, que o levou a ser detido em junho passado em Manhattan Beach, uma praia que fica aproximadamente a 30 minutos de Los Angeles. Originalmente, Vaughn também foi acusado de se recusar a obedecer à polícia. Vaughn foi preso depois de se recusar a sair de seu carro, quando foi parado por suspeita de estar bebendo e dirigindo. O exame toxicológico registrou álcool em seu sangue. Entretanto, essa acusação foi retirada do processo após o ator não contestar a acusação de dirigir imprudentemente, ainda de acordo com as autoridades. O resultado disso foi que Vaughn pegou uma condenação leve. Ele pagará uma multa de US$ 390, participará de um curso obrigatório de educação sobre o álcool e ficará em liberdade condicional durante três anos.

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    Amanda reflete perda e inconformidade com o mundo atual

    4 de maio de 2019 /

    Amanda é o nome de uma garota de 7 anos de idade (Isaure Multrier), que terá de encarar uma mudança muito grande de vida, já tão cedo. Elaborar uma grande perda, realizar novas adaptações e reconstruir a existência é algo exigente demais para uma criança dessa idade, por mais viva e inteligente que ela seja. Na dimensão do adulto jovem, o filme trabalha a questão da identidade ainda em construção de David (Vincent Lacoste), de 20 anos, que terá de deixar um jeito blasé de lidar com a vida, quando uma exigência incontornável o fará assumir alguma coisa para a qual decididamente não está preparado. Seus modestos trabalhos como podador de árvores e entregador de apartamentos alugados para turistas, enquanto tenta conquistar a bela locadora Lena (Stacy Martin), serão atropelados pelo destino. Destino não é bem a palavra. O que abala sua vida é um atentado terrorista realizado por um atirador numa praça de Paris, sem motivação conhecida. Desses que têm mesmo acontecido por lá e em várias outras partes do mundo. E que de maneira inesperada e violenta atingem a população civil, produzindo o caos na vida das pessoas e na sua comunidade mais próxima. E gerando medo em todos. No entanto, a vida sempre continua e, com os recursos que cada um já tem ou procura adquirir, ela se reorganiza, podendo gerar novas descobertas e impulsionar o crescimento das pessoas. A crise pode realmente produzir novas e surpreendentes situações, que são transformadoras. “Amanda” é um filme de afetos e de drama, com respiros de leveza, apesar do tema dolorido. Sua narrativa é envolvente, realista, surpreendente. Sem pieguismo, sem lições de moral, o que seriam iscas fáceis de serem perseguidas num assunto como esse. O elenco tem um ator extraordinariamente natural e convincente, Vincent Lacoste (de “Primeiro Ano”), a quem acompanhamos o tempo todo, vivendo suas aflições, mas também sua forma simples de se relacionar com os outros, numa interpretação em baixo tom, mas sem peso, até alegre. Entre risonha e envergonhada, eu diria. A menina estreante Isaure Multrier é viva, exuberante, esperta, mas também capaz de nos transmitir a dor e o incômodo que sente nos momentos mais dramáticos do filme. O elenco é complementado por duas atrizes jovens muito expressivas e de interpretações firmes: a mais conhecida Stacy Martin (a “Ninfomaníaca”) e Ophélia Kolb (“A Incrível Jornada de Jacqueline”. Ao vê-las, no auge da juventude, marcadas por momentos trágicos, o sentimento é de inconformidade com o mundo violento em que vivemos. Afinal, o filme de Mikhaël Hers (“Aquele Sentimento do Verão”) fala de hoje e da mítica cidade-luz, farol do mundo.

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    Tudo o que Tivemos dramatiza dilema familiar diante do Alzheimer

    4 de maio de 2019 /

    Uma mulher idosa sai de casa a pé e caminha por uma nevasca. O passo seguinte é a família, marido e dois filhos, um que vive próximo ao casal e outra, que vem de cidade diferente, entrarem em pânico e fazerem buscas para encontrar a idosa desaparecida. Claro, o que está em jogo aqui é um comportamento determinado pela doença de Alzheimer, que envolve conflitos e decisões difíceis a afetar toda a família. Em “Tudo o que Tivemos”, Blythe Danner (“Entrando numa Fria”) é a idosa com Alzheimer. Robert Forster (“Jackie Brown”) é o marido com quem ela viveu 60 anos de amor e que crê que pode continuar cuidando dela e amando-a como sempre aconteceu, em casa, sem mudanças. O filho que está sempre com eles, porque vive próximo, Michael Shannon (“A Forma da Água”), já encontrou a saída, um lugar muito apropriado para internar a mãe, enquanto o pai ficaria próximo, em outro local apropriado. Será preciso vender a casa onde vivem. Hilary Swank (“Menina de Ouro”) encarna o papel da filha mais distante, que pode se permitir parar para pensar e considerar todas as possibilidades. O que mais interessa na trama do filme é esse conflito básico que hoje muitas famílias enfrentam, no mundo todo, e que não é nada fácil. Não há muita novidade na narrativa, concebida e conduzida pela diretora estreante Elizabeth Chomko, nem qualquer inovação a apontar. O filme é uma boa produção independente, convencional na forma, que vale por um ótimo elenco e um tema cada vez mais presente e relevante nos dias atuais, em que a longevidade alcançada pela medicina exige novos approaches humanos.

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    O Último Lance coloca arte e afeto em primeiro plano

    4 de maio de 2019 /

    “O Último Lance” é uma das poucas possibilidades para se assistir a filmes finlandeses na tela grande (ou em qualquer tela, na verdade) no Brasil. É um bom trabalho, que dá chance para pensarmos em questões de relacionamento familiar e geracional e nas relações da arte com o mercado. O personagem Olavi (Heikki Nousiainen), de 72 anos, é marchand, dono de uma antiga loja de arte figurativa em Helsinki. Ele cuida da loja, como sempre fez há muitos anos, no estilo mais tradicional, mas com muito cuidado e carinho. É um amante das artes, muito dedicado a elas. Dedicação que falta em relação a sua própria família, filha e neto. Pressionado a admitir seu neto de 15 anos, Otto (Amos Brotherus), como estagiário em seu negócio, ele aprenderá a conviver, mesmo que inicialmente a contragosto, com as novidades tecnológicas, o informalismo e o dinanismo do jovem. O que acabará por lhe ser muito útil, quando ele resolver tentar um lance arriscado, que sua experiência lhe recomenda. Mas que pode ser o fim de seu comércio, já cambaleante há tempos. Será também uma oportunidade de rever erros passados e encontrar novos caminhos para o relacionamento familiar conturbado, especialmente com a filha Léa (Pirjo Lonka). A injeção de sangue jovem de seu neto será reveladora de que sempre é preciso estar aberto ao mundo, superar preconceitos, aceitar e valorizar a ajuda, ao mesmo tempo em que também é necessário defender–se da malandragem e da falta de ética que pululam no chamado mercado. Bem turbinado nos dias atuais. O valor da arte, no caso da pintura, no mercado tem muito de especulativo na venda de coisas como confiança, autenticidade, assinaturas legítimas ou ausentes. Tal como ações na Bolsa, os leilões podem trazer grandes ganhos ou grandes prejuízos. Enriquecimento ou ruína. O filme do diretor Klaus Härö (“O Esgrimista”) desenvolve uma narrativa tradicional, acompanhando seu protagonista. Mas tem uma bela fotografia, em tons dourados e escuros, que remete à arte pictórica que é o centro da trama. Tem um grande ator no papel central, um jovem ator que dá conta do recado e uma atriz intensa nas emoções. Enfim, um elenco capaz de nos transmitir a importância e o significado do afeto nas vidas humanas. Todo o suspense que o filme apresenta está escorado na questão afetiva, enquanto a pintura ocupa o primeiro plano, especialmente a de Ilya Repin (1844-1930), um dos mais importantes artistas do realismo russo.

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    Em Trânsito transforma Europa numa distopia de extrema direita

    4 de maio de 2019 /

    Alguns dos grandes autores do cinema já trazem em sua primeira obra a semente da grandeza. É o que acontece, por exemplo, com o alemão Christian Petzold, que desde “Pilotinnen” (1995), feito para a televisão, já antecipava temas de suas obras mais consagradas, como a trilogia do amor em tempos de opressão, composta por “Barbara” (2012), “Phoenix” (2014) e o novo “Em Trânsito” (2018). O novo filme, inclusive, retoma a encenação de personagens tristes e largados em cafés como ponto de partida – também presente no segundo filme do diretor, “Cuba Libre” (1996). E busca o mesmo aspecto mais ensolarado, no modo como destaca as principais cenas à luz do dia, para servir de contraste à tramas influenciadas pelo cinema noir, inclusive com o uso de voice-overs, dando um ar de fábula às narrativas. O mais curioso na trama de “Em Trânsito” é que sua sinopse sugere um drama de época. Mais especificamente dos tempos da ocupação alemã na França, durante a 2ª Guerra Mundial. Afinal, a história é baseada no romance homônimo de Anna Seghers, escrito em 1944. Mas Petzold fez um filme contemporâneo, em clima de distopia, passada num presente possível ou futuro muito próximo da França, repleto de detalhes modernos, como carros e tecnologia do século 21. A escolha busca refletir o período de ascensão da extrema direita e do neonazismo em todo o planeta, além da falta de sensibilidade de muitos governos sobre a situação dos refugiados, vistos como ameaças. É fácil estabelecer uma conexão entre o mundo ensolarado em que uns vivem e a realidade sombria dos demais, endurecida por abusos diários. Há uma cena no filme em que alemães buscam uma mulher refugiada num apartamento e a arrastam pelo corredor enquanto várias pessoas apenas testemunham, de certa forma aliviadas por aquilo não estar acontecendo com elas. Ninguém protesta. A violência estatal se tornou a norma. A trama acompanha Georg (Franz Rogowski, ator que lembra fisicamente Joaquin Phoenix), um homem que vive uma vida despida de muito sentido. Quando ele entra em um apartamento e se apossa dos manuscritos e dos documentos de um escritor que cometeu suicídio, consegue a chance de mudar de identidade e finalmente escapar para outro lugar do mundo – o México ou os Estados Unidos. Até que Georg conhece e se apaixona por uma mulher (Paula Beer, de “Frantz”), que embora viva com outro homem, busca encontrar o marido desaparecido – justamente a identidade roubada pelo protagonista. O triângulo amoroso confere à obra um tom mais universal, embora se distancie bastante das histórias de amor mais usuais. Petzold prefere apostar na melancolia dos personagens à deriva no velho novo mundo, pouco admirável, desse início de milênio.

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    Vingadores: Ultimato atinge US$ 2 bilhões de bilheteria

    4 de maio de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” ultrapassou os US$ 2 bilhões de bilheteria mundial neste sábado (4/5), conforme apontavam as projeções da semana. A velocidade com que a produção da Marvel atingiu este valor é recorde – 11 dias, considerando o lançamento nos primeiros países. O filme foi o quinto lançamento a atingir essa marca em todos os tempos. E continua a ser o mais visto do mundo em seu segundo fim de semana em exibição. Apesar de a contagem de ingressos do sábado ainda estar em andamento, as bilheterias de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2,04 bilhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 2,06 bilhões) já devem ter sido superadas. “Titanic” (US$ 2,1 bilhões) é o próximo filme a ser ultrapassado na lista, o que deve acontecer até domingo (5/5), restando apenas “Avatar” (US$ 2,7 bilhões) como último obstáculo para a consagração da Marvel como produtora mais bem-sucedida de cinema de todos os tempos.

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    Johnny Depp pode sair da franquia Animais Fantásticos

    4 de maio de 2019 /

    Segundo o site The Blast, Johnny Depp não deve repetir o papel de Gellert Grindelwald no terceiro filme da franquia “Animais Fantásticos”. Uma fonte próxima ao ator revelou ao site que ele ainda não foi procurado pela Warner para atuar no novo filme do spin-off de “Harry Potter”. Depp teria um acordo para cinco filmes de “Animais Fantásticos”, mas, assim como o restante do elenco, precisa assinar com o estúdio antes de cada filme. Alguns executivos da Warner estariam em campanha para que ele deixasse a franquia por conta da grande negatividade ligada a seu nome. Ele próprio tratou de ampliar o problema ao processar sua ex-mulher, Amber Heard, devido à alegações de violência doméstica, o que devolveu à mídia um assunto aparentemente encerrado com seu divórcio. Claro que a falta de um contrato, a esta altura, não significa muita coisa. A produção do terceiro “Animais Fantásticos” só deve começar nos primeiros meses de 2020. O filme foi adiado pela Warner, após o fraco desempenho de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” nas bilheterias. O segundo longa da franquia se tornou o menos lucrativo de todo o universo Potter, arrecadando US$ 653 milhões ao redor do mundo. Um dos motivos apontados para a performance abaixo do esperado foi o destaque dado a Depp, que vive o vilão do título. A escritora J.K. Rowling chegou a defender Depp publicamente na ocasião de sua escalação, o que lhe traria dificuldades para justificar qualquer mudança no papel. Oficialmente, o presidente da Warner, Toby Emmerich, disse em um comunicado que o espaçamento maior entre os lançamentos da franquia tinha o objetivo de “dar aos cineastas a chance de deixar sua arte fluir de verdade”. Detalhe: o ator Dan Fogler, intérprete de Jacob, revelou em entrevista que a história de “Animais Fantásticos 3” vai se passar no Brasil. O filme tem estreia marcada para novembro de 2021.

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    Cristiano Ronaldo vira super-herói no trailer da série animada Striker Force 7

    4 de maio de 2019 /

    “Striker Force 7”, série animada que transforma Cristiano Ronaldo em super-herói, ganhou seu primeiro trailer. Na prévia, o camisa 7 do Juventus e da seleção de Portugal aparece com traje heroico e demonstra como seu chute é super-poderoso, enfrentando robôs gigantes com bolas de futebol capazes de congelar e explodir seus oponentes. Além de CR7, os membros da “Striker Force 7” (Força Atacante 7) incluem meninas e mutantes, cada um especialista num tipo de esporte diferente. Veja a ilustração oficial abaixo. “Da mesma forma que o futebol conecta cultura e pessoas ao redor do mundo, acredito que personagens de desenho animado e heróis fazem o mesmo. Por isso estou animado em trazer essas duas paixões, futebol e heróis, neste projeto para compartilhar com meus fãs”, disse o jogador na ocasião do anúcio do projeto, no ano passado. Criada pelo próprio Cristiano Ronaldo em parceria com Sharad Devarajan (“Astra Force”), “Striker Force 7” também terá conteúdos em outras plataformas, como jogos de videogame e quadrinhos. Um exemplar piloto foi disponibilizado de graça nas comic shops americanas neste sábado (4/5). A produção da série é da Graphic India, que faz muito sucesso com animações indianas, e o lançamento da 1ª temporada está previsto para o dia 30 de maio.

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