Doris Day (1922 – 2019)
A lendária atriz Doris Day, que estrelou dezenas de comédias clássicas, morreu nesta segunda (13/5) em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia, cercada por amigos. No último dia 3 de abril, ela havia completado 97 anos. “Ela estava com saúde física excelente para sua idade, até recentemente contrair um caso sério de pneumonia”, informou um comunicado da fundação Doris Days, que a atriz criou para defender animais. Uma das estrelas de cinema mais adoradas de todos os tempos, Doris Day ficou marcada por papéis sempre otimistas e pelo charme inocente. Daí, veio seu apelido de “A Rainha Virgem”, pela pureza de seus papéis. Mas ela também era referida como “A Garota da Vizinhança”, por representar mulheres trabalhadoras nas telas, e não beldades glamourosas. Nascida Mary Ann Von Kappelhoff, Doris era filha de um músico talentoso e professor de canto, mas sonhava em seguir carreira como dançarina. O destino lhe reservou outro caminho. Aos 12 anos, ela se envolveu em um acidente de carro quase fatal e passou muitos meses entrando e saindo de hospitais, interrompendo sua vontade de dançar. Durante sua convalescença, ela começou a cantar, logo se apresentando no rádio e em clubes com um nome artístico emprestado de sua música favorita, “Day by Day”. Doris não demorou a se destacar como cantora, atraindo a atenção dos músicos Bob Crosby (irmão de Bing) e Les Brown. Ela excursionou o país por cerca de oito anos com cantora de big bang e, aos 23 anos, gravou seu primeiro grande hit com Brown, “Sentimental Journey”. A canção se tornou uma das favoritas dos soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial e atingiu o 1º lugar nas paradas de sucesso em 1945. Sua carreira musical acabaria ofuscada pela cinematográfica, mas ela recebeu reconhecimento com um Grammy especial por sua discografia em 2008. A transição para o cinema aconteceu em 1948, quando foi convidada a fazer um teste para a Warner Bros. O diretor Michael Curtiz ficou tão impressionado que a escolheu como substituta de última hora de Betty Hutton no musical “Romance em Alto-Mar” (1948). O sucesso da produção a transformou em estrela de Hollywood, levando-o a filmar em média três títulos por ano. Já em seu quinto filme, “No, No, Nanette” (1950), seu nome passou a ter o maior destaque nos cartazes. Além disso, seu par romântico naquele longa, Gordon McRae, se tornou seu primeiro grande parceiro nas telas. Os dois contracenaram em mais quatro produções. Ela era uma artista completa, capaz de interpretar e cantar. E sua interpretação de “Secret Love” no musical “Ardida como Pimenta” (1953), em que viveuu a pistoleira Jane Calamidade, rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Canção – um prêmio destinado apenas aos compositores, embora o maior atrativo fosse sua voz na gravação. Após contracenar com Frank Sinatra em “Corações Enamorados” (1954), Doris partiu para a MGM, onde estrelou “Ama-me ou Esquece-me” (1955), uma versão romanceada da vida da cantora de jazz Ruth Etting. Cheio de canções memoráveis, o filme se tornou o favorito da atriz. Mas ela não se acomodou como estrela de musicais. Também viveu personagens dramáticas, com destaque para sua participação em “Dilema de uma Consciência” (1951), que denunciava a violência racial da Ku Klux Klan. Isso chamou a atenção de ninguém menos que Alfred Hitchcock, que cinco anos depois a escalou como esposa de James Stewart no famoso suspense “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ironicamente, o filme de Hitchcock rendeu à Doris sua música mais conhecida, “Que Sera, Sera”, que venceu o Oscar. Em 1957, ela retomou seu antigo prazer de dançar, ao trabalhar com o renomado coreógrafo Bob Fosse em “Um Pijama para Dois” (1957), adaptação de um sucesso da Broadway, em que interpretava a líder sindical de uma fábrica de pijamas. A obra virou um de seus maiores sucessos, repletos de hits musicais e coreografias inesquecíveis. E também serviu de padrão para os filmes seguintes, em que Doris sempre vencia, com doçura, as artimanhas masculinas. A partir daí, a atriz se especializou em comédias românticas, contracenando com Clark Gable em “Um Amor de Professora” (1958), Richard Widmark em “O Túnel do Amor” (1958), Jack Lemmon em “A Viuvinha Indomável” (1959) e David Niven em “Já Fomos tão Felizes” (1960). Mas foi em “Confidências à Meia-Noite” (1959) que ela encontrou seu principal par. A comédia em que se apaixona por um mulherengo, vivido por Rock Hudson, forjou um dos mais célebres casais românticos de Hollywood. Doris Day acabou recebendo sua única indicação ao Oscar como atriz por esse filme. Os dois voltaram a contracenar em “Volta Meu Amor” (1961). Mas os produtores de Hollywood sabiam de um segredo que o público desconhecia. Hudson era gay. E, assim, Cary Grant apareceu como o mulherengo da vez em “Carícias de Luxo” (1962), sucedido por James Garner em “Tempero do Amor” (1963) e “Eu, Ela e a Outra” (1963). O público, porém, queria mais Doris e Rock Hudson. Tanto que a volta da parceria em “Não me Mandem Flores” (1964) estourou as bilheterias da época. Doris Day já tinha mais de 40 anos e ainda mantinha sua distinção como protagonista de comédias românticas, num período em que Hollywood supervalorizava juventude e beleza. Por isso, ela se esforçava em acompanhar os modismos da época, das sátiras de 007 em “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966) às paródias de Hitchcock em “Capricho” (1967). Ela até voltou a seus dias de pistoleira no western “A Indomável” (1967). Contudo, depois de aparecer como mãe de filhos bem crescidos em “Tem um Homem na Cama da Mamãe” (1968), sua carreira cinematográfica acabou. Em 1968, ela fez sua transição para a TV, estrelando “The Doris Day Show”, sitcom que a trazia como uma viúva de cidade grande decidida a viver no campo com os filhos. A série foi muito importante para a atriz, pois, após anos interpretando uma viuvinha alegre, seu marido Marty Melchen morrera de verdade. Ela também descobriu que estava falida, abrindo – e vencendo – um processo contra seu ex-advogado e empresário por negligência. A produção televisiva lhe deu um objetivo e ajudou-a a recuperar suas finanças. “The Doris Day Show” durou cinco temporadas, até 1973. Depois disso, ela ainda apresentou “Doris Day’s Best Friends” num canal evangélico, em 1985. Mas queria fazer mais. Em seu discurso de agradecimento ao prêmio Cecil B. DeMille por sua carreira, no Globo de Ouro de 1989, ela disse: “Eu estive longe por muito tempo” e “o melhor ainda está por vir, eu quero fazer mais”. Ela só fez mais um disco, em 2011. Longe da mídia, Doris passou seus últimos anos como ativista dos direitos dos animais, à frente de sua fundação.
Daenerys é a rainha louca de Westeros no trailer do final de Game of Thrones
A HBO divulgou o trailer do episódio final de “Game of Thrones”. Sem revelar muito, a prévia mostra a recepção calorosa das tropas de Daenerys (Emilia Clarke) à nova rainha (louca) de Westeros, que fez aquilo que seu pai foi impedido de materializar: transformar Porto Real num inferno. Enquanto ela é consagrada, Jon Snow (Kit Harington), Davos (Liam Cunningham), Tyrion (Peter Dinklage) e Arya (Maisie Williams) se aproximam com expressões aturdidas, após as atrocidades que presenciaram. O episódio final, que deve trazer o confronto entre Jon Snow e Daenerys, vai ao ar no próximo domingo (19/5) no canal pago HBO.
Criadores de Game of Thrones comentam episódio infernal de domingo
A HBO divulgou um novo vídeo em que os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, comentam as cenas mais importantes do penúltimo episódio da série, “The Bells”, que transformou Porto Real num inferno. Tudo, claro, é spoiler. O título se refere aos sinos de Porto Real, que sinalizaram a rendição da cidade. Um detalhe prontamente ignorado pela nova rainha louca, Daenerys (Emilia Clarke). Os produtores, que escreveram esse episódio, abordam outros momentos-chaves, como detalhes das mortes de personagens e o resultado da batalha entre Daenerys e Cersei (Lena Headey). Batalha? Foi um massacre. Com a exibição de “The Bells”, faltam só um episódio na série. O final vai ao ar no próximo domingo (19/5) no canal pago HBO.
Evil: Série de terror com astro de Luke Cage ganha primeiro trailer
A rede americana CBS divulgou fotos e o primeiro trailer de “Evil”, série de terror que fará parte da programação da próxima temporada. “Evil” é o novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”. A trama acompanha um funcionário da Igreja Católica, encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja e a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga. O elenco também destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como assistente do personagem de Colter. Além deles, a produção traz Michael Emerson (“Person of Interest”) no papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Outros coadjuvantes incluem a adolescente Brooklyn Shuck (“Rise”) e a menina Skylar Gray (“Married”).
Kal Penn quer salvar o sonho americano no primeiro trailer da série Sunnyside
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Sunnyside”, série de comédia que fará parte da programação da próxima temporada. A premissa de “Sunnyside” é politizada, por abordar os chamados “dreamers”, filhos de imigrantes que têm sua permanência nos EUA questionada pelo governo americano. Ela foi criada pelo ator Karl Penn (“House”) em parceria com Matt Murray (produtor-roteirista de “The Good Place”). Além de produzir e escrever, Kal Penn estrela a atração como Garrett Modi, um ex-vereador da cidade de Nova York, descendente de imigrantes, que perdeu o rumo e foi preso por intoxicação pública. Agora, ele vive com sua irmã, Mallory, e tenta entender como tudo deu errado. Quando é abordado para ajudar um grupo diversificado de imigrantes que sonham em se tornar cidadãos americanos, Garrett encontra um novo objetivo e uma chance de redenção. O elenco também inclui Diana Maria Riva (“Man with a Plan”), Joel Kim Booster (“Funemployed”), Kiran Deol (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”), Poppy Liu (“Mercy Mistress”), Moses Storm (“Youth & Consequences”) e Samba Schutte (“The Grind”).
Primeiro trailer da série Perfect Harmony revela Glee da meia-idade
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Perfect Harmony”, série prevista para a próxima temporada. Combinando comédia, drama e musical, a produção pode ser descrita como um “Glee” da meia-idade. Ou, ainda, como um “Glee” evangélico. “Perfect Harmony” acompanha o ex-professor de música de Princeton Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz ressoar um coral sacro. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. A prévia promete muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. A série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e a produção inclui Jason Winer (também de “Life in Pieces”), que dirigiu o episódio piloto. Já o elenco desafinado destaca Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”).
Trailer de Bluff City Law revela volta de Jimmy Smits às séries jurídicas
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Bluff City Law”, série prevista para a próxima temporada. Trata-se de mais um drama jurídico que segue advogados de uma firma de elite. O diferencial é que a equipe é liderada por pai e filha, que tem um relacionamento tumultuado. A atração representa uma volta às tramas jurídicas para o veterano Jimmy Smits (“Nova York Contra o Crime” e “Sons of Anarchy”), que nos anos 1980 estrelou a série clássica “L.A. Law” (1986–1994). Já Caitlin McGee (vista em dois episódios de “Grey’s Anatomy”) terá o principal papel de sua carreira como Sydney, a filha do personagem de Smits. A advogada Sydney Strait costumava trabalhar na firma do pai, Elijah, até que as diferenças de opiniões e atitude – ela é conservador, ela é arrojada – os afastaram. Mas, após anos de distância, a morte inesperada de sua mãe volta a aproximar Sydney do pai, que a convence a retornar para a empresa em Memphis. Ela concorda porque, apesar de seu ressentimento e desconfiança, sabe que trabalhar ao lado do pai é sua melhor chance de vencer casos controversos de direitos civis e, assim, mudar o mundo, se ao menos eles conseguirem se entender. Criada por Dean Georgaris (criador de “The Brave” e roteirista do filme “Megatubarão”), “Bluff City Law” ainda traz em seu elenco de apoio os atores Scott Shepherd (“True Detective”), Barry Sloane (“Revenge”), Michael Luwoye (“The Gifted”) e Jayne Atkinson (“House of Cards”).
Crystal Reed se apaixona pelo Monstro do Pântano em novo teaser da série
A plataforma DC Universe divulgou um novo teaser de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. A prévia traz a personagem Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), envolvida por galhos, folhas e mergulhada no pântano de forma sensual, revelando a seu lado, nas sombras, a companhia do monstro do título. Na narração, ela comenta “coisas estranhas que acontecem no pântano” e que “às vezes o homem dos seus sonhos acaba sendo um monstro”. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, para enfatizar a protagonista feminina. Abby Arcane também terá sua introdução modificada, como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”) como o Monstro do Pântano. Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação do 10º capítulo. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” tem produção do cineasta James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) e seu episódio de estreia é assinado por outro diretor de cinema, Len Weiseman (“Anjos da Noite”). A estreia está marcada para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos.
Novo trailer de Krypton destaca os vilões Zod, Brainiac, Apocalipse e Lobo
A DC divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Krypton”, série sobre os antepassados de Superman, exibida pelo canal pago SyFy. A prévia destaca os vilões da história: o infame General Zod (Colin Salman), o alienígena Brainiac (Blake Ritson), o monstro Apocalipse e o mercenário Lobo (Emmett J. Scanlan). A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado por um viajante do futuro com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu famoso neto. A 2ª temporada de “Krypton” examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman e Supergirl. A volta de “Krypton” está marcada para 12 de junho nos Estados Unidos.
This Is Us é renovada para mais uma, duas… três novas temporadas!
A rede americana NBC anunciou a renovação da série “This Is Us”. E não apenas para a 4ª temporada, mas para mais três anos completos de produção. O programa continua sendo um dos maiores sucessos de audiência da emissora, com 8,3 milhões de telespectadores semanais e média de 2.0 pontos na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. Assim como as três temporadas iniciais, os próximos três anos de “This Is Us” terão 18 episódios cada. A expectativa é que a série seja encerrada com a encomenda desses episódios, ao final da 6ª temporada, prevista para 2022. Mas nenhuma decisão oficial foi tomada nesse sentido. O que sugere isso é uma declaração do showrunner da atração, Isaac Aptaker, que em fevereiro revelou já saber exatamente como a série vai acabar. “Nós temos o final em mente há muito tempo, então somos capazes de planejá-lo e tentar fazer com que tudo se complete, ao invés de deixar ‘This Is Us’ como uma série que se estende eternamente”. “This Is Us” é uma criação de Dan Fogelman (criador de “Galavant” e “The Neighbors”) e acompanha as vidas de três irmãos durante épocas diferentes de suas vidas: na infância, na adolescência e na vida adulta, em tramas paralelas. Seu grande elenco destaca Justin Hartley (“Smallville”), Chrissy Metz (“American Horror Story”), Sterling K. Brown (“American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”), Milo Ventimiglia (“The Whispers”) e Mandy Moore (série “Red Band Society”).
Whiskey Cavalier é cancelada e Lauren Cohan deve voltar a Walking Dead
A rede americana ABC anunciou o cancelamento de “Whiskey Cavalier” em sua 1ª temporada. A decisão foi tomada antes do final da exibição dos episódios produzidos, restando dois capítulos para a conclusão da série. “Whiskey Cavalier começou com grande audiência e expectativa, com 4,7 milhões de espectadores ao vivo, mas não conseguiu sustentar o público inicial, perdendo metade dos telespectadores ao longo da temporada. Seu episódio mais recente, exibido na quarta (8/5), foi visto por 2,4 milhões e marcou 0,4 ponto na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. O ator Scott Foley (o Jake de “Scandal”) comentou o cancelamento por meio de um vídeo no Instagram, em que se dirigiu aos fãs, acompanhado de sua esposa Marika Dominczyk, que também atuava na série. Veja abaixo. Na comédia de ação criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, também cancelada na 1ª temporada – , Scott Foley dividia o protagonismo com Lauren Cohen (a Maggie de “The Walking Dead”). Os dois encarnavam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, que ao competirem entre si para resolver o mesmo caso inspiram a formação de uma equipe multi-agências, que juntava os dois agentes para lidar com ameaças contra o mundo – embora a maior ameaça que precisassem enfrentar fosse a dificuldade de lidar um com o outro. O fim de “Whiskey Cavalier”, porém, é uma boa notícia para os fãs de “The Walking Dead”, pois Lauren Cohan ficou com sua agenda livre para retornar à série. A aposta dos produtores da atração de zumbis, que prefiram esperar para ver, sem “matar” a personagem da atriz, acabou compensando. A intérprete de Maggie já vinha conversando com a equipe de “The Walking Dead” sobre seu retorno, conforme revelou no mês passado. “Jamais senti como se tivesse ficado no passado. É uma coisa muito estranha, mas penso em Maggie o tempo todo. Ela está sempre dentro de mim. Em parte, porque sei que a história está inacabada. Converso o tempo todo com os produtores”, contou, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. “Definitivamente, há muitas maneiras interessantes de retornar. Ainda faço parte desse universo. E não acabou. Então, para mim, é empolgante. Fico muito animada ao falar dessas diferentes possibilidades”, acrescentou. Visualizar esta foto no Instagram. Thanks to all who watched and enjoyed and believed in our show. RIP #whiskeycavalier Uma publicação compartilhada por Scott Foley (@scottkfoley) em 12 de Mai, 2019 às 11:07 PDT
Ministra Damares diz que Frozen é do diabo, porque Elza é uma princesa lésbica
A ala circense do governo Bolsonaro voltou a chamar atenção com o compartilhamento do vídeo de uma palestra da ministra Damares Alves, em que ela ataca a animação “Frozen”, comparando-a a um trabalho do diabo – ou do “cão”, em sua linguagem característica. O desenho seria responsável por seduzir “menina de três anos” para o mal, porque Elza acaba sozinha e sem precisar de príncipe encantado. O que, segundo a Ministra, é uma apologia ao estilo de vida gay. No vídeo, que começou a circular no sábado (11/5), Damares aparece cantando a música-tema do filme (“Livre Estou”) e diz: “Sabe por que ela [Elsa] termina sozinha em um castelo de gelo? Porque é lésbica! O cão está muito bem articulado e nós estamos alienados”. Ela ainda afirma que Elsa “vai acordar a Bela Adormecida com um beijo gay”. “Isto aqui é muito grave, sabe por quê? Porque eu fui menina e sonhei em ser princesa. Eu sonhei com o meu príncipe encantado. A gente tá abrindo uma brecha na cabecinha da menina de três anos pra sonhar com princesa! Isto aqui é indução!” O vídeo foi compartilhado nas redes sociais pelo líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta, que acrescentou: “Eis o pensamento de uma ministra de estado dos Direitos Humanos. Disseminando ódio e preconceito contra um segmento social que já enfrenta todo tipo de estigma e preconceito”. Damares respondeu no Instagram algumas horas depois. Ela afirmou se tratar de uma “polêmica que tem como base novamente uma pequena parte recortada de um vídeo que foi gravado durante uma de minhas palestras na igreja”. “Eu critico é a tentativa de interferência dos ideólogos de gênero na identidade de nossas crianças”, escreveu. A ministra ainda lançou uma de suas frases de efeito moralistas em letras maiúsculas: “VAI UM RECADO: CRIANÇA NÃO NAMORA!! CRIANÇA BRINCA E ESTUDA”. E acrescentou: “Minha posição é contrária principalmente contra a erotização e adultizaçäo de crianças. DEIXEM NOSSAS CRIANÇAS SEREM CRIANÇAS!! Que estudem e brinquem sem que ninguém as incentivem a pular fases”. Em “Frozen”, Elza não namora nem é erotizada. A moral da história é que princesas modernas não dependem de príncipes encantados para serem felizes para sempre, uma mensagem defendida por muitos psicólogos. Mas há, sim, fãs que gostariam de ver Elza caracterizada como uma princesa lésbica, chegando a realizar campanha para a diretora do filme confirmar essa tendência na continuação, prevista para o fim do ano. A justificativa é que a Disney vem representando diversas minorias em suas animações recentes. Algo que, inclusive, tem tornado a empresa cada vez mais popular. Porém, ainda não lançou uma princesa lésbica. A defesa da diversidade é uma dos pilares dos Direitos Humanos, como a ministra com certeza sabe – todos são iguais, todos tem os mesmos direitos, etc. Já o ataque à produção cultural infantil tem como base um discurso que culpa a cultura popular por todos os males da civilização. A origem disso vem dos anos 1950, quando um psicólogo americano chamado Fredric Wertham publicou um dos livros mais infames de todos os tempos. Em “Sedução dos Inocentes”, Wertham lançou as bases do discurso de Damares, dizendo que quadrinhos eram responsáveis pelos desvios de comportamento das crianças americanas. Entre outras coisas, a obra afirmava que a força e a independência da Mulher-Maravilha a caracterizavam como lésbica. Na época, os americanos levaram a sério e Wertham foi responsável por quase falir a indústria dos quadrinhos, gerando uma quebradeira no mercado e o fechamento de editoras importantes, além de “demonizar” a chamada nona arte. Passados 65 anos, os personagens de quadrinhos se tornaram a principal produção cultural dos EUA, rendendo bilhões em bilheterias de cinema, e Wertham passou a ser citado apenas como parâmetro de pensamento antiquado. Vale lembrar que, na mesma época de Wertham, a igreja evangélica americana também considerava rock uma música do diabo, porque vinha dos negros e inspirava desejos espúrios. Vários discos foram queimados na campanha do pastor Jimmy Swaggart, primo do roqueiro Jerry Lee Lewis e um dos televangelistas mais famosos de todos os tempos. E que acabou se envolvendo num escândalo sexual com uma prostituta, 30 anos depois. Durante o nazismo, a queima pública de livros na Alemanha também teve como base uma defesa da moral e dos bons costumes – “contra a decadência e a corrupção moral”, nas palavras de outro ministro famoso, Joseph Goebbels. “Em defesa da decência e a moralidade da família e do estado”. O poeta Heinrich Heine logo avisou: “Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas.” E não deu outra. Eis o pensamento de uma MINISTRA DE ESTADO dos DIREITOS HUMANOS. Disseminando ódio e preconceito contra um segmento social que já enfrenta todo tipo de estigma e preconceito. No vídeo Damares Alves diz que a princesa Frozen vive sozinha no castelo de gelo porque ela é lésbica pic.twitter.com/cqehitc793 — Paulo Pimenta (@DeputadoFederal) May 11, 2019 Visualizar esta foto no Instagram. Fui surpreendida com mais esta polêmica que tem como base, novamente, uma pequena parte recortada de um vídeo que foi gravado durante uma de minhas palestras na igreja. Minha critica é conhecida de todos, eu critico é a tentativa de interferência dos ideólogos de gênero na identidade de nossas crianças. VAI UM RECADO : CRIANÇA NÃO NAMORA!! CRIANÇA BRINCA E ESTUDA. Minha posição é contrária principalmente contra a erotização e adultizaçäo de crianças. DEIXEM NOSSAS CRIANÇAS SEREM CRIANÇAS!! Que estudem e brinquem sem que ninguém as incentivem a pular fases. Uma publicação compartilhada por Damares Alves (@damaresalvesoficial1) em 11 de Mai, 2019 às 7:07 PDT
Vingadores: Ultimato chega a 2,4 bilhões de bilheteria mundial
“Vingadores: Ultimato” segue na liderança das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo terceiro fim de semana, com arrecadação de US$ 63M (milhões) apenas nos últimos três dias. O sucesso sem precedentes aproxima o filme da Marvel de um alvo considerado insuperável até seu lançamento. Ao somar US$ 2,4B (bilhões) em todos os mercados, já está somente 300M atrás de “Avatar” (US$ 2,7B). É questão de tempo até assumir o topo do ranking como a maior bilheteria de todos os tempos. Na América do Norte, porém, “Vingadores: Ultimato” ainda tem um degrau a mais para subir. De seu total, US$ 723,4M foram somados nos cinemas norte-americanos, o que equivale à 3ª maior bilheteria doméstica, ainda atrás de “Avatar” (US$ 760,5M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936,6M). Ninguém apostava num fenômeno tão grande. Prova disso é que os estúdios rivais marcaram nada menos que quatro estreias amplas para essa semana nos Estados Unidos e Canadá. E, apesar de enfrentar uma superpotência, uma delas se saiu melhor que o esperado. “Pokémon: Detetive Pikachu” impressionou com um desempenho consistente, rendendo US$ 58M na América do Norte. O valor representa a maior estreia doméstica de uma adaptação de videogame – US$ 11M acima da abertura de “Lara Croft: Tomb Raider” (2001), com Angelina Jolie. Mesmo assim, ficou em 2º lugar. O resultado foi muito melhor no exterior, onde somou 103M em 62 países. O total supera em 300 mil a soma internacional de “Vingadores: Ultimato” nos últimos três dias, fazendo do filme de “Pokémon” o líder do mercado internacional no fim de semana. Juntando tudo, sua bilheteria mundial está em US$ 170,4M. Parece muito, mas será preciso triplicar esse valor para compensar o investimento em sua produção. O público norte-americano adorou o filme, dando-lhe nota A- no CinemaScore. Já a críticas ficaram divididas, resultando numa média de 64% no site Rotten Tomatoes. O 3º lugar coube à outro lançamento: a comédia “As Trapaceiras”, com Anne Hathaway e Rebel Wilson. O rendimento de US$ 13,5M deixou a desejar. Mas nem foi a pior consequência da produção, que enfrentou críticas extremamente negativas. A avaliação de 16% no Rotten Tomatoes foi uma das mais baixas do ano. Já candidato ao Framboesa de Ouro, o lixão será despejado em 25 de julho no Brasil. As outras duas estreias amplas da semana também apanharam nas bilheterias e na imprensa. A comédia da Terceira Idade “As Rainhas da Torcida” abriu em 6º lugar e foi trucidada com 29% no Rotten Tomatoes, enquanto “Tolkien”, a cinebiografia do autor de “O Senhor dos Anéis”, teve um desempenho assustador em 9º lugar. Ao menos, a crítica não considerou um lixo completo, apenas um filme medíocre (49%). “Tolkien” tem estreia marcada no Brasil para a próxima semana, em 23 de maio, mas “As Rainhas da Torcida” foi jogada para daqui a cinco meses, em outubro. Não será surpresa se sair direto em VOD e vídeo. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 63M Total EUA e Canadá: US$ 723,4M Total Mundo: US$ 2,4B 2. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 58M Total EUA e Canadá: US$ 58M Total Mundo: US$ 170,4M 3. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 13,5M Total Mundo: US$ 27,2M 4. The Intruder Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 20,9M Total Mundo: US$ 21,3M 5. Casal Improvável Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 19,7M Total Mundo: US$ 22,9M 6. As Rainhas da Torcida Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA e Canadá: US$ 5,1M Total Mundo: US$ 5,1M 7. Uglydolls Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 14,2M Total Mundo: US$ 15,8M 8. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 37,1M Total Mundo: US$ 45,8M 9. Tolkien Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 2,1M Total Mundo: US$ 2,1M 10. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 423,7M Total Mundo: US$ US$ 1,1B











