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  • Filme

    Netflix vai produzir novo longa animado das Tartarugas Ninja

    5 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix fechou um contrato com a Nickelodeon para produzir um novo longa animado das “Tartarugas Ninja”. Segundo a revista Variety, o filme será ligado à mais recente série de animação dos personagens produzida pelo canal pago infantil, “Rise of The Teenage Mutant Ninja Turtles”. A série estreou em 2018, recomeçando a história das quatro tartarugas mutantes que são treinadas pelo Mestre Splinter para se tornam defensores de Nova York. O reboot também é responsável por mudar a etnia de April O’Neil, personagem vivida por Megan Fox nas recentes versões live action de cinema. Na série, ela é negra e dublada pela atriz Kat Graham (“The Vampire Diaries”). Os personagens originais foram criados em 1984, nos quadrinhos de Kevin Eastman e Peter Laird, e já passaram por várias encarnações na TV e no cinema. Antes das versões live-action mais recentes, a franquia teve seu primeiro longa animado, “As Tartarugas Ninja: O Retorno” (2007), criado por computação gráfica e com um elenco de dubladores famosíssimos – de Chris Evans (o Capitão América) a Patrick Stewart (o Professor X). O contrato da Nickelodeon com a Netflix também prevê a realização de um filme inspirado em “The Loud House”, outra série da emissora. No ar desde 2016, a atração animada traz a história do garoto Lincoln, que vive com seus dez irmãos na “casa barulhenta” do título. A série ficou conhecida por mostrar pela primeira vez um casal gay na emissora infantil. Howard e Harold são os pais de Clyde, amigo do protagonista de “The Loud House”.

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  • Filme

    Stallone apresenta a “família adotiva” de Rambo em novas fotos no Instagram

    5 de fevereiro de 2019 /

    Sylvester Stallone revelou em seu Instagram que John Rambo terá uma “família adotiva” em “Rambo 5”. Ele postou imagens do filme em que apresenta “as pessoas que Rambo ama e vive para proteger”. As fotos registram o ator ao lado de Adriana Barraza (indicada ao Oscar por “Babel”), que vive María, e de Yvette Monreal (“The Fosters”), intérprete da jovem Gabriella. Embora não haja sinopse oficial, detalhes da produção confirmaram que o roteiro é o mesmo de quando “Rambo 5” foi anunciado pela primeira vez, lá em setembro de 2009. Na ocasião, o personagem enfrentaria bandidos mexicanos para salvar uma jovem sequestrada na fronteira. A premissa é simplória – além de reciclar um enredo do primeiro “Os Mercenários” (2010), é basicamente “Busca Frenética” (2008). Mas o visual de cowboy que vem sendo divulgado para o personagem-título traz à tona outra comparação interessante. Troque Stallone por John Wayne e traficantes mexicanos por índios, e a referência western fica mais clara: o clássico “Rastros de Ódio” (1958). Stallone escreveu o roteiro do filme com Matthew Cirulnick (“Absentia”), a direção ficou a cargo de Adrien Grunberg (“Plano de Fuga”) e o elenco ainda inclui os espanhóis Paz Vega (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), Óscar Jaenada (“Escobar: A Traição”), Sergio Peris-Mencheta (“Resident Evil 4”), o mexicano Joaquín Cosio (“Narcos: México”) e a americana Jessica Madsen (“Massacre no Texas”). Com o título original de “Rambo: Last Blood”, o filme ainda não tem previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. Rambo and his “adopted” family, Gabriella @yvettemonreal and Maria @adrianabarrazaoficial …. The people he loves and lives to protect ….#rambo5 #yvettemonreal Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em 3 de Fev, 2019 às 10:55 PST

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    Versão sobrenatural do assassinato de Sharon Tate ganha novo trailer

    5 de fevereiro de 2019 /

    A Saban Films divulgou um novo trailer de “The Haunting of Sharon Tate”, uma versão sobrenatural do assassinato da atriz Sharon Tate pelos seguidores do psicopata Charles Manson em 1969. É a mesma história que inspira o próximo filme de Quentin Tarantino, “Era uma vez em Hollywood”, só que abordada como uma produção trash de terror. A prévia é repleta de gritos, sustos e outros clichês, demonstrando claramente o baixo orçamento e o fato de a produção ter durado apenas duas semanas. Hilary Duff (série “Younger”) vive Sharon Tate, que sofre com pesadelos e visões de sua morte, enquanto ouve mensagens subliminares numa música de Manson. A ideia foi inspirada por uma entrevista real de Sharon Tate, publicada um ano antes de sua morte. Nela, a atriz revelou ter sonhos sobre fantasmas que assombravam sua casa e previu sua própria morte nas mãos de um culto satânico. Roteiro e direção são de Daniel Farrands, que escreveu “Halloween 6: A Última Vingança” (1995) e dirigiu diversos documentários sobre franquias de terror. O elenco também inclui Jonathan Bennett (série “Awkward”), Lydia Hearst (série “South from Hell”) e o estreante Ben Mellish como Charles Mason. “The Haunting of Sharon Tate” estreia em 4 de abril nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Ator de Game of Thrones será o Professor Xavier na série Legion

    5 de fevereiro de 2019 /

    Vai acontecer. Ainda que a 3ª temporada seja a última de “Legion”, a série apresentará o pai de David Haller (personagem de Dan Stevens), que é, como nos quadrinhos, o Professor Charles Xavier. O canal pago FX anunciou que Harry Lloyd, que ficou conhecido por viver Viserys Targaryen em “Game of Thrones” e atualmente estrela a excelente série “Counterpart”, viverá o Professor X. Além dele, também foi escalada Stephanie Corneliussen (a Joanna de “Mr. Robot”) como Gabrielle, mãe de David Haller. A idade dos intérpretes sugere que suas participações vão acontecer em flashbacks. O criador da série Noah Hawley revelou ter tido falou sobre as dificuldades de obter a permissão para usar o personagem de Xavier na série. “É uma decisão criativa, mas é também uma decisão corporativa”, disse, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “O estúdio está sempre pensando no que eles querem proteger e deixar apenas para os filmes”. Lloyd será o primeiro ator a interpretar o Professor Xavier numa série, mas o personagem já teve duas versões no cinema, vivido por Patrick Stewart e James McAvoy. Stewart, por sinal, chegou a sugerir aos produtores que poderia voltar a vivê-lo em “Legion”, mas o caminho escolhido foi outro.

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    Netflix compra filme do serial killer Ted Bundy estrelado por Zac Efron

    5 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix comprou os direitos do drama indie “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, em que Zac Efron (“Baywatch”) interpreta o serial killer Ted Bundy. O filme teve sua première mundial no Festival de Sundance 2019, onde chamou atenção pela força da interpretação do ator, sendo considerado pela crítica americana o melhor trabalho da carreira de Efron. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, a plataforma adquiriu a produção por US$ 9 milhões, quantia bastante elevada para o padrão das negociações de Sundance. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” foi o único filme de ficção adquirido pela Netflix no festival deste ano, após a plataforma privilegiar a compra de documentários. E, curiosamente, o negócio também reflete o investimento da Netflix em documentários, já que serve de acompanhamento para a bem-sucedida série documental “Conversations with a Killer: The Ted Bundy Tapes”, sucesso em streaming criado pelo mesmo diretor do filme, Joe Berlinger. A obra de ficção traz uma perspectiva diferente para a história de Bundy, já que é filtrada pelo olhar de sua namorada, Elizabeth Kloepfer, vivida por Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”). Kloepfer demorou a acreditar que Bundy era um serial killer, mesmo diante dos fatos trazidos à tona durante seu julgamento. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. O THR afirma que a intenção da Netflix é tentar emplacar o filme no Oscar 2020, dando ênfase ao desempenho de Efron na busca de prêmios. Por conta disso, o longa não deve ser imediatamente disponibilizado em streaming. Para entrar na temporada de premiações, tende a ser guardado para o final do ano. Em 2017, a Netflix adquiriu “Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo” e disponibilizou o longa um mês após sua vitória no Festival de Sundance. Como resultado, ninguém lembrou dele na temporada de premiações daquele ano.

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  • Filme

    Liam Neeson faz revelação polêmica sobre seu passado violento e racista

    5 de fevereiro de 2019 /

    O ator Liam Neeson virou um dos tópicos mais comentados do Twitter no começo da semana, graças a uma entrevista ao jornal britânico The Independent, em que admitiu já ter sentido desejo real de matar… um negro. E não ficou na vontade. Ele se armou com um cassetete e foi para a rua procurar o primeiro negro que encontrasse para encher de porrada. A história aconteceu em sua juventude e ele afirma não ter o menor orgulho dela. Ao contrário, o fato o enche de vergonha. E foi a primeira vez que ele a contou na vida. Promovendo o filme “Vingança a Sangue Frio”, seu novo thriller de ação, em que interpreta um homem em busca de vingança pela morte de seu filho, Neeson puxou, por conta própria, paralelos em sua vida real. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou Neeson, dizendo que “conseguia entender” o desejo de vingança de seu personagem. Foi quando o ator contou que, certa vez, voltou para sua casa em Londres após uma viagem e descobriu que uma de suas melhores amigas havia sido estuprada. “Ela lidou com tudo de forma extraordinária, foi muito forte”, comentou. “Mas minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem foi, e ela disse que não. Perguntei se era alguém branco ou negro, e ela disse negro”, continuou Neeson. “Eu fui para a rua com um cassetete, esperando que alguém me abordasse”. “Eu sinto vergonha de dizer isso hoje em dia. Eu fiquei andando pela rua todas as noites por uma ou duas semanas, esperando que algum negro viesse para cima de mim ou algo assim. Para que eu pudesse… mata-lo”, completou. “Eu nunca disse isso para a minha amiga. Ela me perguntava: ‘Onde você está indo?’. E eu dizia que ia dar uma volta. Ela perguntava se havia algo errado, e eu dizia que não”, disse ainda. “Foi horrível, horrível, horrível que eu tenha feito isso”, confessou o ator. “Eu nunca admiti isso para ninguém, e agora estou falando para um jornalista. Deus me perdoe”. Ele ainda mencionou que cresceu na Irlanda do Norte, na época dos conflitos violentos contra militares britânicos, e que isso alimentou seu impulso para a vingança. Mas que ele aprendeu que isso “só leva a mais vingança, a mais mortes e a Irlanda do Norte é a prova disso”. A repercussão foi enorme.

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    Capitã Marvel divide novo pôster com coadjuvantes do filme

    5 de fevereiro de 2019 /

    A Marvel divulgou um novo pôster de “Capitã Marvel”, que também ganhou versão nacional. O cartaz é o primeiro em que a heroína vivida por Brie Larson (“O Quarto de Jack”) divide espaço com os coadjuvantes do filme, em particular Samuel L. Jackson (“Capitão América: Soldado Invernal”) e Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). Primeiro filme da Marvel protagonizada por uma super-heroína, o longa se passa nos anos 1990 e vai mostrar a chegada da personagem na Terra. Ela acha que faz parte da civilização kree, mas aos poucos começa a lembrar ter um passado humano e, com a ajuda de Nick Fury (Samuel L. Jackson), começa a resgatar sua memória, enquanto combate invasores skrulls. O elenco também inclui Gemma Chan (da série “Humans”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”), os retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como seus personagens de “Guardiões da Galáxia” (2014), além de Clark Gregg como o agente Coulson, da série “Agents of SHIELD”. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    The Walking Dead é renovada para a 10ª temporada

    5 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago AMC anunciou a renovação de “The Walking Dead” para sua 10ª temporada. A confirmação foi feita uma semana antes da estreia da segunda parte da 9ª temporada, e não causou surpresa, considerando que a série se mantém como a mais vista do canal, apesar de ter perdido milhões de telespectadores. A atração, que já originou o spin-off “Fear the Walking Dead”, também está sendo expandida numa série de filmes, que retomarão a história de Rick Grimes (Andrew Lincoln), personagem dado como morto nos episódios do ano passado. “The Walking Dead” vai introduzir novos vilões em seus próximos capítulos. Considerados as maiores ameaças dos quadrinhos de Robert Kirkman, os Sussuradores já causaram uma baixa importante no elenco da série, e terão ainda mais destaque daqui em diante. Eles têm este nome por caminhar disfarçados de mortos-vivos em meio aos infectados, comunicando-se apenas por sussurros. Graças a esse artifício, conseguem conduzir hordas de zumbis em ataques coordenados contra comunidades para ficar com os espólios. “The Walking Dead” retorna no domingo, dia 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    New Amsterdam é renovada para a 2ª temporada

    4 de fevereiro de 2019 /

    A rede americana NBC renovou a série “New Amsterdam” para sua 2ª temporada. O drama médico estrelado por Ryan Eggold (o Tom Keen de “The Blacklist”) foi um dos maiores sucessos televisivos do último outono norte-americano, atingindo impressionantes 11,9 milhões de telespectadores e 2,5 pontos na medição acumulada semanal da empresa Nielsen. Na série, Eggold vive o Dr. Max Goodwin, descrito na sinopse como um homem determinado ao ponto da exaustão – dele mesmo e de todos ao seu redor, incluindo sua ex-esposa. Recém-contratado como diretor médico do hospital Bellevue, em Nova York, ele quer restaurar o local, atualmente em situação precária, à sua antiga glória… ou brigar com todos e ser expulso de tanto tentar. O projeto tinha o título provisório de “Bellevue” e é baseado no livro de memórias do Dr. Eric Manheimer, intitulado “Doze Pacientes: Vida & Morte no Hospital Bellevue”. A adaptação foi escrita e produzida por David Schulner (criador da série “Do No Harm”) com consultoria do próprio Manheimer. Localizado em Manhattan, o Bellevue é o mais antigo hospital dos Estados Unidos e teve papel importante no tratamento de diversas epidemias, incluindo a Aids e o ebola. Além de Eggold, o bom elenco também inclui Janet Montgomery (série “Salem”), Freema Agyeman (série “Sense8”), Tyler Labine (série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), Jocko Sims (série “The Last Ship”) e o indiano Anupam Kher (“Doentes de Amor”).

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    Julie Adams (1926 – 2019)

    4 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Julie Adams, que marcou época como a bela que encantou “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), morreu na manhã de domingo (3/2) em Los Angeles, aos 92 anos. Apesar de ter sido lançada ao estrelado no clássico da Universal de 1954, ela já tinha, àquela altura, uma carreira expressiva em westerns da Paramount. Mas, curiosamente, até então era conhecida como Betty Adams, seu nome real. Ela nasceu Betty May Adams em 17 de outubro de 1926, em Waterloo, Iowa. Seu pai era um comprador de algodão e a família se mudava com frequência enquanto ela crescia. Dois anos depois de se formar na Little Rock High School, em Arkansas, a jovem Betty foi coroada Miss Little Rock em 1946. Com a coroa de miss à tiracolo, ela decidiu se mudar para Los Angeles e tentar a sorte como atriz. Precisou passar dois anos como secretária enquanto aprendia seu ofício. Sua primeira oportunidade aconteceu em 1949, quando ela conseguiu uma pequena figuração na série da NBC “Your Show Time”. Depois de fazer sua estréia no cinema em um papel não creditado em “Brasa Viva” (1949), da Paramount, Adams fechou contrato com o estúdio e foi escalada numa sequência de westerns, iniciada pela “A Gangue dos Daltons” (1949), até chegar ao papel da “mocinha” em seis filmes do cowboy James Ellison. Ela virou Julia Adams a partir do western de prestígio “E o Sangue Semeou a Terra” (1952), de Anthony Mann, seguido por outro bangue-bangue célebre, “Bando de Renegados” (1953), de Raoul Walsh. E foi com este nome que estampou o pôster de seu célebre filme de monstro. Concebida como uma versão subaquática de “A Bela e a Fera”, “A Criatura da Lagoa Negra” acompanhava uma expedição científica nos rios da Amazônia. Adams interpretava Kay Lawrence, a namorada de um dos cientistas, que se torna o objeto de desejo da criatura ao decidir nadar em seu habitat. Ela, porém, considerou que o projeto representava um passo atrás em sua carreira. “Eu pensei: ‘A criatura de quê? O que é isso?'”, ela contou em uma entrevista para a Horror Society em 2013. Ao mesmo tempo, ela temia recusar o papel num filme de grande estúdio, porque “estava trabalhando com algumas grandes estrelas” e se desistisse “além de ficar sem salário, poderia ser suspensa”. “Então pensei: ‘Que se dane! Pode ser divertido’. E, claro, de fato foi. Foi um grande prazer fazer o filme”. A bela de maiô encantou a fera aquática e o público mundial, criando uma das imagens mais icônicas do cinema, ao ser transportada, desacordada, nas garras da criatura. Outra cena famosa mostrava o monstro tentando agarrar seus pés, enquanto ela nadava alheia ao perigo. Como golpe de publicidade, a Universal declarou na ocasião que as pernas da atriz eram “as mais perfeitamente simétricas do mundo” e assegurou-as por US$ 125 mil – uma fortuna na época. Mas, apesar da popularidade conquistada pelo longa dirigido por Jack Arnold – até hoje, a ponto de inspirar diretamente “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro – , “O Monstro da Lagoa Negra” foi uma exceção na carreira de Adams, que não voltou mais ao terror, mantendo uma filmografia focada em comédias e dramas. Até para se dissociar da sombra da criatura, ela decidiu mudar de nome pela terceira vez, passando a ser creditada como Julie Adams a partir do ano seguinte, no filme noir “Dominado pelo Crime” (1955). Ela se casou logo em seguida, ao se apaixonar pelo ator Ray Danton, seu parceiro em “Hienas Humanas” (1955). Mas decidiu não mudar mais seu nome artístico. Antes de se divorciarem nos anos 1980, os dois também contracenaram no filme de guerra “Mensagem Fatal” (1958), num episódio da série “Galeria do Terror”, de 1972, e ele a dirigiu em “Psychic Killer” (1975). Em mais de seis décadas no cinema e na televisão, a atriz também contracenou com Elvis Presley em “Cavaleiro Romântico” (1965), com Dennis Hopper em “O Último Filme” (1971) e com John Wayne em “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974). Ela ainda voltou ao fundo do mar na sci-fi “A Cidade Submarina” (1962), que não fez o mesmo sucesso, apareceu em “Atraída pelo Perigo” (1990), filme estrelado por Jodie Foster, em “As Torres Gêmeas” (2006), de Oliver Stone, e foi ouvida, ao telefone, em “Deus da Carnificina” (2011), de Roman Polansky. Também fez muitas participações em séries. Muitas mesmo, contando mais de 100 aparições em produções tão diferentes quanto “Bonanza”, “A Garota da UNCLE”, “O Incrível Hulk”, “Barrados no Baile” e “CSI: New York”. Entre seus papéis mais memoráveis na TV estão o da corretora Eve Simpson em 10 capítulos de “Assassinato por Escrito” (Murder She Wrote) nos anos 1990, o de esposa de James Stewart em “The Jimmy Stewart Show” na década de 1970 e como uma das raras clientes do advogado Perry Mason a ser considerada culpada, num episódio de 1963 da famosa série jurídica. Em 2011, Adams publicou sua biografia, “The Lucky Southern Star: Reflections From the Black Lagoon”. E se despediu do público num curta do ano passado, inspirado em seu livro.

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    Arrow: Vídeos do episódio 150 revelam estilo diferenciado de documentário

    4 de fevereiro de 2019 /

    A rede CW divulgou as fotos, duas cenas e o trailer do 150º episódio de “Arrow”, que ai marcar a data com abordagem diferenciada e uma estrutura completamente diferente da que os espectadores estão acostumados. Intitulado “Emerald Archer” (Arqueiro Esmeralda, em tradução literal), o capítulo terá como fio condutor um documentário fictício, realizado por uma equipe de reportagem, que consegue autorização da polícia de Star City para acompanhar o dia-a-dia de Oliver Queen (Stephen Amell) como vigilante a serviço da lei. Conforme mostrou o final da primeira parte da 7ª temporada, Oliver Queen deixou a prisão e passou a atuar como consultor e auxiliar da polícia de Star City. As prévias confirmam que o episódio seguirá um estilo de documentário, contando com entrevistas e até mesmo narração, fornecida pelo ator Kelsey Grammer (“Frasier”). “Emerald Archer” vai ao ar nesta segunda (4/2) nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Série baseada no filme O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer completo

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago FX divulgou três fotos e o trailer completo da série baseada na comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows). A atração foi criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série em 27 de março, nos Estados Unidos. Além desta série, “O que Fazemos nas Sombras” também rendeu um spin-off na TV neozelandesa: “Wellington Paranormal”, que acompanha os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), responsáveis por manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Foi ao ar no ano passado no canal neozelandês TVNZ 2.

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    Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem é finalmente confirmada pelo FX

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano FX confirmou a produção da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, o projeto finalmente ganhou sinal verde para sua 1ª temporada. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Diane Lane (“Batman vs Superman”), Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas agora aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). A estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.

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