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    Coisa Mais Linda: Veja as primeiras fotos da série Bossa Nova da Netflix

    25 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou as três primeiras fotos de cenas da nova série brasileira “Coisa Mais Linda”, que se passa num clube de Bossa Nova, durante os anos 1960. A data para a divulgação das imagens não é casual: 25 de janeiro é o dia da Bossa Nova, também conhecido como data de aniversário do maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, Tom para os fãs. Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpreta a protagonista da atração, Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração também conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série terá sete episódios escritos por Pati Corso e Leo Moreira. Ainda não há previsão de estreia.

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    Netflix fecha acordo para produzir uma série baseada em Resident Evil

    25 de janeiro de 2019 /

    A Netflix está desenvolvendo uma série baseada na franquia “Resident Evil”. A plataforma fechou contrato com o estúdio alemão Constantin Film, que detém os direitos de adaptação dos jogos da Capcom e foi responsável pelos seis filmes estrelados por Milla Jovovich no cinema. Ainda em busca de um showrunner, a ideia é manter a premissa básica, que também foi usada nos filmes. A história irá explorar as experiências sombrias da corporação da Umbrella e a nova ordem mundial causada pelo surto do T-vírus. Antes de fechar com a Netflix, a Constantin chegou a contratar o cineasta inglês Johannes Robers (“Medo Profundo”) para dirigir um reboot com novos atores no cinema. Este projeto pode ter sido abandonado. A notícia da série coincide com o lançamento do novo game “Resident Evil 2” para PS4, Xbox One e PC, que aconteceu nesta sexta (25/1). E também reflete o interesse da Netflix em desenvolver séries inspiradas em jogos, como “Castlevania” e a vindoura “The Witcher”, atualmente em produção, com Henry Cavill no papel principal de Geralt de Rivia. Além destas, o produtor do desenho de “Castlevania”, Avi Arad, também negociou com a Capcom os direitos para realizar uma série baseada em “Devil May Cry”

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  • Filme

    Apesar das denúncias de assédio, Bryan Singer está garantido como diretor de Red Sonja

    25 de janeiro de 2019 /

    As novas acusações de assédio e abuso de menor feitas contra o diretor Bryan Singer (de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”) não deverão impedi-lo de dirigir o filme da guerreira dos quadrinhos “Red Sonja” para a Millennium Films. Quem confirmou sua contratação foi o produtor executivo Avi Lerner, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Eu continuo trabalhando em ‘Red Sonja’ e Bryan Singer está escalado no projeto”. “Os mais de US$ 800 milhões arrecadados por ‘Bohemian Rhapsody’ são uma prova de sua notável visão e perspicácia. Eu sei a diferença entre fake news e realidade, e estou muito confortável com a decisão. Nos Estados Unidos, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário”, completou o produtor. A permanência de Singer no projeto é uma decisão rara no clima que reina atualmente em Hollywood, considerando os inúmeros atores, produtores e executivos que foram demitidos após acusações menos graves ou similares. Singer fechou um contrato milionário para dirigir “Red Sonja” e deverá receber em torno de US$ 10 milhões pelo trabalho. Ele se defendeu das acusações publicadas nesta semana pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Responsável pelo sucesso dos filmes dos “X-Men”, Singer pode agora iniciar uma nova franquia baseada em quadrinhos. O filme da “Red Sonja” se tornou prioridade da Millennium após o sucesso de “Mulher-Maravilha” nos cinemas. Apesar das aventuras da guerreira se passarem no mesmo universo hiboriano de Conan, a personagem não é uma criação literária de Robert E. Howard, o autor de Conan. Red Sonja foi criada pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de uma história em quadrinhos de “Conan”, desenhada por Barry Windsor-Smith em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição do espanhol Esteban Maroto, que mais tarde desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a Guerreira Hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e ela acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Neste período, Sonja também ganhou seu primeiro filme, “Guerreiros de Fogo” (Red Sonja) de 1985, vivida por Brigitte Nielsen. Uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. O projeto de refilmar Red Sonja começou a tomar corpo por volta de 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé, com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não contavam com o fracasso daquele filme, que fulminou a produção. Uma ironia é que, anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça” e estourar juntos em “Aquaman”. Quem está escrevendo a nova versão do roteiro é Ashley Miller, de “Thor” e “X-Men: Primeira Classe”. Fontes ouvidas pelo THR justificaram a insistência da Millennium com Singer por considerarem que ele seja capaz de atrair os fãs dos “X-Men” para “Red Sonja”, apesar dos problemas que cercam o cineasta. Além das denúncias de abuso sexual de menores, o diretor sumiu durante as filmagens de “Bohemian Rhapsody” e foi demitido pela Fox.

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    Governo americano impede ator de Roma de ir ao Oscar 2019

    24 de janeiro de 2019 /

    O governo dos Estados Unidos negou visto de entrada no país ao ator mexicano Jorge Antonio Guerrero, que interpreta o personagem Fermín no longa-metragem “Roma”. Assim, ele não poderá comparecer à cerimonia do Oscar, onde o filme disputa 10 prêmios. As autoridades de migração americanas negaram o visto a Guerrero apesar de o ator ter um convite da Netflix, produtora de “Roma”, para participar do evento da Academia. Segundo revelou o ator em entrevista para a revista mexicana Quién, os funcionários da embaixada dos EUA no México não quiseram nem ler a carta da Netflix e proibiram sua viagem. Esta não é a primeira vez que Guerrero tem problemas para viajar aos EUA. No início de 2018, o ator tentou e não conseguiu tirar um visto de turista. Ele passou pelo mesmo problema durante a época da première de “Roma” nos cinemas, quando foi impedido de frequentar os tapetes vermelhos americanos, e nem tentou ir ao Globo de Ouro. Além de ter o principal papel masculino de “Roma”, Jorge Antonio Guerrero também participou de “Narcos: México” e da série sobre o cantor mexicano Luis Miguel, que obteve grande sucesso internacional. O problema do ator mexicano é reprise das confusões dos dois anos passados. Desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, integrantes de equipes de filmes estrangeiros vêm tendo seus vistos recusados. Em 2017, a proibição de Donald Trump a viajantes de sete países de maioria muçulmana impediram que duas pessoas envolvidas no documentário britânico “Os Capacetes Brancos”, indicado para Melhor Curta Documentário, pudessem comparecer à cerimônia, simplesmente porque eram sírios, e esse país estava na lista de Trump. O filme venceu o Oscar. A proibição também resultou na ausência do diretor Asghar Farhadi, que desistiu de obter um visto especial após ser barrado por ser iraniano, quando seu filme “O Apartamento” venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A atriz do filme, Taraneh Alidoosti, desabafou no Twitter ao afirmar que “a proibição de visto de Trump para os iranianos é racista”. Atualmente, o projeto político de Trump está voltado a construir um muro na fronteira com o México para barrar imigrantes latinos. Com este objetivo, campanhas televisivas recentes do governo federal americano têm descrito esses imigrantes como assassinos, ladrões, traficantes e estupradores.

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  • Série

    Mark Hamill aparece irreconhecível no teaser da 2ª temporada de Knightfall

    24 de janeiro de 2019 /

    O canal pago americano History Channel divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Knightfall”, que destaca a estreia de Mark Hamill caracterizado como seu personagem. Irreconhecível, o intérprete de Luke Skywalker nos filmes de “Star Wars” ficou parecendo o Gandalf de “O Senhor dos Anéis”, com barba e cabelos longos e grisalhos, além de exibir uma cicatriz no rosto. O personagem de Hamill é Talus, um cavaleiro veterano da Ordem dos Templários, que se torna mentor do protagonista Landry (Tom Cullen, visto em “Downton Abbey”). “Knightfall” foi um dos lançamentos mais bem-sucedidos da TV paga americana em 2017, com uma média de 2 milhões de telespectadores por episódio (durante três dias contínuos de exibição), mas por ser uma produção de época é demorada para ser gravada e finalizada, fazendo com que o hiato entre as temporadas ficasse maior que o previsto. A série conta a história da ordem dos Templários, formada por cavaleiros das Cruzadas com o propósito original de libertar a Terra Santa e, após a conquista de Jerusalém, proteger os cristãos que faziam peregrinações ao local. Ficaram conhecidos como Templários em decorrência do local em que se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa). O fervor religioso os tornou poderosíssimos, aumentando seus seguidores e riquezas, por meio de doações de terras e financiamento de suas campanhas. Mas isto causou inveja entre os monarcas da Europa, que alimentavam rumores sobre suas supostas atividades secretas, envolvendo relíquias descobertas na Terra Santa. Como mostrou a 1ª temporada, sua principal missão é encontrar o Cálice Sagrado, também conhecido como Santo Graal, que teria sido usado por Jesus Cristo durante a Santa Ceia. O destino desses guerreiros religiosos foi trágico, como a série começa a demonstrar, após o rei Filipe IV de França passar a persegui-los para apossar-se de suas riquezas e aumentar seu próprio poder. A traição aconteceu numa sexta-feira 13 de 1307, razão pela qual as sextas-feiras 13 têm sido lembradas, mais de 700 anos depois, como amaldiçoadas. Curiosamente, a série foi concebida pelo ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”) em parceria com o produtor Don Handfield (do thriller “O Mensageiro”, estrelado por Renner) e o roteirista Richard Rayner (“Absolutamente Los Angeles”). O elenco também contra com Pádraic Delaney (“O Homem que Viu o Infinito”), Sarah-Sofie Boussnina (série “Bron/Broen”), Simon Merrels (série “Spartacus”), Olivia Ross (minissérie “War and Peace”), Julian Ovenden (“Amor e Revolução”), Ed Stoppard (“Juventude”), Sabrina Bartlett (série “Da Vinci’s Demons”) e Bobby Schofield (“Mar Negro”). A 2ª temporada de “Knightfall” ainda não tem previsão de estreia. A série também é exibida pelo History Channel no Brasil.

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  • Série

    She-Ra vai continuar a luta das Princesas do Poder em sua 2ª temporada

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder” para sua 2ª temporada. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”) para a DreamWorks Animation, chamou atenção por incluir personagens LGBTs, mas gerou bem menos protestos que a série brasileira “Super Drags”, cancelada na 1ª temporada. As maiores reclamações foram apenas marginalmente ligadas a inclinação sexual das personagens, já que o visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980, foi considerado pouco “feminino” pelos fãs do desenho original. Além de uma aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização de She-Ra, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta, refletindo sua idade como adolescente. Para quem é muito jovem para lembrar, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas de She-Ra, sendo descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”. A variedade das Princesas guerreiras embute uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção traz em seu elenco de dubladores originais diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreou na Netflix em 13 de novembro e sua 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. A Rebelião vai continuar. She-Ra e as Princesas do Poder está renovada para a segunda temporada! pic.twitter.com/FYVJGeEUIl — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 24, 2019

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  • Série

    F Is for Family é renovada para sua 4ª temporada

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix renovou “F Is for Family” para sua 4ª temporada. A série animada, que lembra uma mistura de “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”, acompanha a família Murphy, bem mais desbocada que os personagens das animações da Fox. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“Big Little Lies”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin. A 3ª temporada foi disponibilizada em 30 de novembro e não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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    Universo de Riverdale deve ganhar nova série derivada

    24 de janeiro de 2019 /

    A rede CW encomendou o piloto de um spin-off de “Riverdale” para sua próxima temporada. O projeto é “Katy Keene”, baseado na personagem-título criada por Bill Woggon em 1945 e que já apareceu em várias publicações de quadrinhos da Archie Comics. Ela é uma modelo, atriz e cantora que estudava na Riverdale High School na época de Archie e seus amigos. Graças a sua sensualidade, ela ficou conhecida como a “rainha das pin-ups da América” nos anos 1940. Mas virou uma beatnik (inspirada por Audrey Hepburn) em 1960. Até basicamente tornar-se Barbie nas décadas seguintes, com direito a revistinha para cortar e montar seus figurinos. A versão clássica, porém, é apontada como grande influência no visual da cantora Katy Perry – na época das madeixas longas. O piloto está sendo descrito como um drama musical passado em Nova York e, além de Katy Keene, também contará com mais três “personagens icônicos” dos quadrinhos da Archie Comics, que não foram revelados, todos tentando o sucesso na metrópole. “Katy Keene” será o segundo spin-off de “Riverdale”, após a produção de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Originalmente, a série da aprendiz de feiticeira foi concebida para acompanhar “Riverdale” na rede CW, mas o canal percebeu que teria três séries de bruxas e preferiu ficar só com “Legacy” e Charmed”, deixando “Sabrina” se tornar um dos maiores sucessos da Netflix. O roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, que criou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, também será responsável por “Katy Keene”. Ele descreve o novo projeto como completamente diferente dos outros dois, com um tom mais leve. O piloto precisará ser aprovado para o spin-off se materializar como série de TV. Mas, como as séries da Archie Comics estão em alta, caso a CW não queira ficar com ela, “Katy Keene” poderá virar companheira de “Sabrina” em streaming. Além de “Katy Keene”, os outros pilotos encomendados pela CW para a próxima temporada são “Batwoman” (sobre a heroína da DC Comics introduzida no crossover “Elseworlds”), “The Lost Boys” (adaptação do filme de vampiros “Os Garotos Perdidos”, de 1987), “Jane the Novela” (spin-off de “Jane the Virgin”) e “Nancy Drew” (nova atração da famosa detetive-mirim literária). Clique no título de cada piloto para saber mais sobre cada um deles.

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  • Filme

    Fernanda Gentil descobre que filme não é gravação em sua estreia num set de cinema

    24 de janeiro de 2019 /

    O Instagram do filme “Ela Disse, Ele Disse” divulgou perfis de seus personagens, revelando detalhes de cada um deles. E a atriz de primeira viagem Fernanda Gentil aproveitou para extrapolar um pouco mais em sua própria página na rede social, comentando, ao lado da foto de seu perfil, a experiência de estrear no cinema. Além de falar da personagem, ela revelou em seus comentários que sequer sabia que filme se filmava. Só agora, em seu debut num set de cinema, é que foi aprender a diferença entre gravação (vídeo) e filmagem (filme). “Tô amando essa brincadeira séria!!!!!”, ela escreveu, sem economizar exclamações. “Hoje foi o meu primeiro dia de filmagens (eu falava gravação mas aprendi que para filme é ‘filmar’ e acho muito chique portanto usarei sempre) do ‘Ela Disse, Ele Disse’ como Paloma, mãe da Rosa!!!”, acrescentou, pontuando da mesma forma. Ela também falou da personagem: “Paloma é uma mãe protetora/coruja/brincalhona/séria/grude/esforçada-para-ser-moderna-e-acompanhar-o-mundo-da-filha-mas-raramente-consegue-e-quase-sempre-paga-mico e por isso está sendo um enorme desafio porque ela tem muito a ver comigo na primeira parte dessa legenda porém nessa última não mais já que sou realmente moderna antenada e super cool”, completou, engolindo as vírgulas para compensar o excesso de exclamações. Já a ficha original do filme descreve Paloma como uma mãe “que oferece sempre os melhores conselhos e melhores piadinhas, dessas que toda filha fica envergonhada”. Sua filha no filme é vivida por Duda Matte (“Carinha de Anjo”). Rosa é a protagonista da história ao lado de Leo, vivido por Marcos Bessa (também de “Carinha de Anjo”). São os dois que inspiram o título de “Ela Disse, Ele Disse”. Trata-se da quarta adaptação recente de um livro infantil de Thalita Rebouças para o cinema – após “É Fada!” (2016), “Fala Sério, Mãe!” (2017) e “Tudo por um Popstar” (2018). O elenco também destaca Maisa Silva (de “Tudo por um Popstar”) em seu primeiro papel de vilã, além de Maria Clara Gueiros (“Detetives do Prédio Azul – O Filme”) e a blogueira Bianca Andrade. A direção é de Claudia Castro (diretora assistente de “Tim Maia”), que já comandou alguns trabalhos televisivos. E ainda não há previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. To A-MAAAANNNNN-DO essa brincadeira seria!!!!! Hoje foi o meu primeiro dia de filmagens (eu falava gravação mas aprendi que para filme é “filmar” e acho muito chique portanto usarei sempre) do @eladisseeledisseofilme como Paloma, mãe da Rosa!!! Paloma é uma mãe protetora/coruja/brincalhona/séria/grude/esforçada-para-ser-moderna-e-acompanhar-o-mundo-da-filha-mas-raramente-consegue-e-quase-sempre-paga-mico e por isso está sendo um enorme desafio porque ela tem muito a ver comigo na primeira parte dessa legenda porém nessa última não mais ja que sou realmente moderna antenada e super cool e in e turblr (tumblr?) das paradas ou seja QUERO VOCÊS NOS CINEMAS em breve obrigada beijo. Uma publicação compartilhada por Fernanda Gentil – Oficial (@gentilfernanda) em 24 de Jan, 2019 às 9:37 PST

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    Jeff Bridges vai retomar personagem de O Grande Lebowski no Super Bowl

    24 de janeiro de 2019 /

    Jeff Bridges vai voltar ao papel de The Dude, seu personagem clássico de “O Grande Lebowski” (1998). O próprio ator compartilhou um teaser, em suas redes sociais, assumindo novamente o visual inconfundível do personagem, sem dar maiores detalhes. “Não dá para viver no passado, cara. Fiquem ligados”, escreveu apenas. Mas o projeto não é uma continuação da comédia dos irmãos Joel e Ethan Coen. O pequeno vídeo, que pode ser visto abaixo, não dá nem tempo para criar suspense, ao terminar com a revelação de uma data: o dia do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, que costuma render a maior audiência televisiva anual dos Estados Unidos e, por isso, vira alvo de grande investimento publicitário. The Dude deve ressurgir numa propaganda criada para o intervalo do Super Bowl, em 3 de fevereiro. A marca responsável pelo revival ainda não foi revelada. Curiosamente, uma espécie de continuação de “O Grande Lebowski” foi filmada por John Turturro no ano passado. Intitulado “Going Places”, o longa é centrado no personagem do ator no filme dos Coen, o jogador de boliche Jesus Quintana, e ainda não tem previsão de estreia. Can’t be living in the past, man. Stay tuned. pic.twitter.com/zL2CLYhGAM — Jeff Bridges (@TheJeffBridges) January 24, 2019

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    Fotos do novo filme de Pedro Almodóvar reúnem Antonio Banderas e Penélope Cruz

    24 de janeiro de 2019 /

    A produtora El Deseo divulgou as primeiras fotos do novo trabalho do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, “Dolor y Gloria”, que reúne dois atores que marcaram, em filmes diferentes, a carreira do diretor: Antonio Banderas e Penélope Cruz. São imagens de bastidores e cenas do filme, que mostram Banderas numa vida de rico, nadando numa piscina e frequentando uma galeria de arte, enquanto Cruz aparece pobre, na beira de um rio e em frente a varais de roupa. O figurino também sugere que os dois vivem em épocas diferentes da trama. A descrição oficial do projeto tem tom autobiográfico. O filme seguirá um famoso cineasta numa “série de encontros”, até seu declínio. Alguns dos temas abordados serão “primeiros amores, segundos amores, mortalidade, os anos 1960, os anos 1980 e o presente”. Antonio Banderas será o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997) – e que ainda inclui um curta. Até então, Banderas e Cruz vinham se alternando entre os filmes de Almodóvar, à exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram figurações. Nenhum deles, contudo, estava a tanto tempo sem trabalhar com o diretor quanto a terceira colaboradora histórica resgatada na produção: Julieta Serrano, que começou a filmar com Almodóvar em “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980) e interrompeu a parceria em “Ata-me” (1989). O elenco também inclui Raúl Arévalo (“Os Amantes Passageiros”), Asier Etxeandía (“A Porta Aberta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”). A estreia de “Dolor y Gloria” está marcada para 22 de março na Espanha e ainda não há previsão para o resto do mundo.

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    Caio Castro é condenado por agressão a fotógrafo

    24 de janeiro de 2019 /

    O ator Caio Castro (“Novo Mundo”) foi condenado a pagar R$ 7 mil de indenização para o fotógrafo André Ligeiro, que o processou por agressão durante festa de Réveillon em Trancoso, na Bahia, em 2016. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (24/1) no Diário Oficial do Estado de São Paulo. Segundo o UOL, os advogados do fotógrafo afirmaram que vão recorrer do valor da sentença, por ela não observar “a gravidade da lesão e a capacidade econômica das partes”. Já a assessoria do ator afirmou que ele não vai se manifestar, usando a explicação-padrão de que a ação tramita em segredo de Justiça. O tom do comunicado, porém, foi de ameaça. “A assessoria do ator Caio Castro afirma que a ação tramita em segredo de Justiça e, por isso, respeitando uma decisão judicial, não iremos nos pronunciar sobre o caso e os advogados do ator estão em busca do responsável pelo vazamento das informações que serão responsabilizados nos termos da Lei”, informou o comunicado. Caio Castro agrediu André Ligeiro com um cabeçada ao perceber que estava sendo fotografado durante uma festa de Réveillon em Trancoso, na Bahia, em 2016. O ator teria pedido para que não fosse fotografado, mas André Ligeiro decidiu registrar as imagens. Irritado, ele agrediu o fotógrafo e acabou expulso da festa pelos seguranças do evento. Em vídeo publicado nas redes sociais dias depois do ocorrido, Caio Castro admitiu o erro e se desculpou pela agressão. Na época, o advogado de Ligeiro, Henrique Ventureli, disse que tentou acordo extrajudicial com o ator, mas, como não obteve resposta, abriu o processo judicial.

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  • Série

    Série dos quadrinhos da Academia Umbrella ganha novo trailer legendado e 20 fotos

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou 20 fotos e o segundo trailer legendado da série “The Umbrella Academy”, baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (My Chemical Romance) ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. A prévia resume a origem dos protagonistas e sua missão, que é basicamente a mesma de todo grupo de super-heróis: salvar o mundo. Os quadrinhos, publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”, acompanham um grupo de crianças que nasceu misteriosamente com poderes especiais e são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e percebem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. O elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”). A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulou por pelo menos dois anos até chegar na Netflix. A estreia está marcada para 15 de fevereiro.

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