Homem-Formiga e a Vespa ultrapassa bilheteria mundial do primeiro filme
Com um empurrão da China, onde finalmente estreou neste fim de semana, “Homem-Formiga e a Vespa” ultrapassou a bilheteria do primeiro filme da franquia. O longa da Marvel faturou US$ 68 milhões entre sexta e domingo (26/8) em sua abertura chinesa, elevando o montante mundial da produção para US$ 544 milhões, acima dos US$ 519,3 milhões de “Homem-Formiga” em 2015. “Homem-Formiga e a Vespa” também fez mais que “Homem-Formiga” no mercado doméstico. O novo longa estrelado por Paul Rudd e Evangeline Lilly já rendeu US$ 211,4 milhões nos Estados Unidos e Canadá, enquanto o anterior atingiu um total de US$ 180,2 milhões em toda a sua temporada em cartaz. Desde “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011), a Marvel não faz filmes que rendam menos de US$ 500 milhões mundiais. A produção do casal 20 dos super-heróis ainda não estreou no Japão, onde chegará na próxima sexta (31/8), com previsão de aumentar mais seus rendimentos internacionais.
Comercial do revival de Last Man Standing chama quem cancelou a série de idiota
A rede Fox divulgou o pôster e um novo comercial do revival de “Last Man Standing”, que volta à TV em novo canal, um ano após ter sido cancelada pela rede ABC. E o vídeo deixa clara a insatisfação da produção com seu antigo lar. “Por que eles cancelariam um programa popular que todo mundo ama?”, pergunta o personagem Kyle (Christoph Sanders), como escada para o protagonista Mike Baxter (Tim Allen) arrematar: “Talvez eles sejam um bando de idiotas!”. Nunca é demais lembrar que “Last Man Standing” fazia muito sucesso desde seu lançamento em 2011 e só perdia em audiência para “Modern Family” quando foi cancelada na ABC – vista em média por 6,4 milhões de telespectadores ao vivo em 2017. Muitos críticos comentaram, há um ano, que a ABC tinha realmente cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), em particular porque ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Mas “Last Man Standing” também era completamente ignorada pela crítica, a ponto de não possuir avaliação média no site Rotten Tomatoes. Sua volta pela Fox é estimulada por dois fatores. Trata-se de uma produção da casa, mais especificamente da 20th Century Fox Television, o que facilitou o acordo. O outro detalhe determinante foi o enorme sucesso do revival de “Roseanne”, sitcom que compartilha o mesmo viés político conservador de “Last Man Standing”. Por outro lado, “Roseanne” foi cancelada, apesar do sucesso, por conta da boca grande de sua protagonista, extremamente reacionária, que postou um comentário racista em seu Twitter contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. A série de comédia protagonizada por Tim Allen voltará para sua 7ª temporada em 28 de setembro
Bilheterias: Podres de Ricos impressiona na segunda semana de liderança na América do Norte
A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo segundo fim de semana consecutivo, mostrando um fôlego que chama atenção de Hollywood. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) fez mais US$ 25,2 milhões em seu segundo fim de semana. O valor impressiona por ser apenas 6% menor que o valor arrecadado na estreia. Trata-se da menor queda registrada entre a primeira e a segunda semana de exibição de um filme desde o fenômeno “Forest Gump” (1994) há quase um quarto de século. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Ao todo, “Podres de Ricos” soma US$ 77 milhões em dez dias em cartaz na América do Norte e, graças a esse sucesso, já ganhou encomenda de continuação. O público brasileiro, porém, só vai poder conferir se é para tanto depois do resto do mundo. O país será o último mercado a receber o filme, em 25 de outubro. “Megatubarão” também manteve bom desempenho em 2º lugar. Ao arrecadar mais US$ 13 milhões, ultrapassou os US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas seu verdadeiro sucesso se dá no mercado internacional, que responde pela maior parte de sua arrecadação, atualmente acima dos US$ 400 milhões. Profetas apocalípticos previram seu fracasso e o filme está praticamente pago em três semanas. Quem gosta de rir de fracassos deve ter achado muito engraçado “Crimes em Happytime”, pior estreia ampla da carreira de Melissa McCarthy. O filme em que a atriz contracena com marionetes drogados e ejaculadores rendeu apenas US$ 10 milhões no fim de semana, abrindo em 3º lugar. Para completar, a baixaria foi destruída pela crítica, com 25% de aprovação, índice que mantém o nível dos filmes recentes da atriz. A diferença é que, antes, seus filmes ruins pareciam um favor para o marido, que resolveu virar diretor – e deu ao mundo coisas como “Tammy” (2014) e “A Chefe” (2016). Agora, porém, ela demonstra que também topa porcarias dos outros. O público brasileiro poderá conferir daqui a um mês, em 20 de setembro. Pior que esta, só a estreia de “A.X.L.”, uma versão de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986), onde, além de robô, o protagonista também é cachorro. Uau… uau! Fez US$ 2,9 milhões em 9º lugar e não deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: 76,8m Total Mundo: US$ 83,9m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 105,3m Total Mundo: US$ 408,6m 3. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 10m Total EUA e Canadá: US$ 10m Total Mundo: US$ 10m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 193,9m Total Mundo: US$ 538,7m 5. Christopher Robin Fim de semana: US$ 6,3m Total EUA e Canadá: US$ 77,6m Total Mundo: US$ 112,7m 6. 22 Milhas Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 25,1m Total Mundo: US$ 31,4m 7. Alfa Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 20,1m Total Mundo: US$ 27,4m 8. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 5,3m Total EUA e Canadá: US$ 32m Total Mundo: US$ 40,3m 9. A.X.L. Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 2,9m Total Mundo: US$ 2,9m 10. Slender Man Fim de semana: US$ 2,7m Total EUA e Canadá: US$ 25,4m Total Mundo: US$ 33,4m
Henrique Martins (1933 – 2018)
Morreu o ator e diretor Henrique Martins, que estava internado no hospital Samaritano, em São Paulo, após cair em casa e quebrar duas costelas. Ele faleceu neste domingo (26/8), aos 84 anos, por falência múltipla de órgãos. Nascido em Berlim, na Alemanha, com o nome de Heinz Schlesinger, ele tinha três anos de idade quando se mudou com a família para o Brasil. A longa carreira de mais de seis décadas de Martins é um recorte da história da TV brasileira, com passagens pelos canais Excelsior, Tupi, Globo, Band, Manchete, Record e SBT, e participações que se estendem de novelas clássicas a sucessos contemporâneos, como “O Sheik de Agadir” (1966), “A Sombra de Rebeca” (1967), “O Meu Pé de Laranja Lima” (1970), “Pão Pão, Beijo Beijo” (1983), “Ribeirão do Tempo” (2010) e o remake de “Carrossel” (2012). O ator estreou na TV no elenco de “Os Anjos Não Tem Cor”, novela exibida pela Tupi em 1953. Chegou a participar de um seriado de aventura aos moldes do Zorro, chamado “Falcão Negro” (1954), que ganhou até revista em quadrinhos. E, em 1964, foi para trás das câmeras, dirigindo sua primeira novela, “Quem Casa com Maria?” (1964). Martins permaneceu na Tupi até 1966, quando se transferiu para a Globo para exercer função dupla, na frente e atrás das câmeras, em “O Sheik de Agadir”, um dos primeiros fenômenos de audiência do canal. Ele dirigiu outras novelas famosas, como “O Direito de Nascer” (1964), “Anastácia, A Mulher Sem Destino” (1967), “Rosa-dos-Ventos” (1973), “A Barba Azul” (1974), “Um Sol Maior” (1977), “Roda de Fogo” (1978), “Os Imigrantes” (1982), “A História de Ana Raio e Zé Trovão” (1990), “Éramos Seis” (1994), “Fascinação” (1998), “Pequena Travessa” (2002), “Os Ricos Também Choram” (2005) e “Amigas e Rivais” (2007). A dedicação à TV resultou numa filmografia curta, de apenas quatro trabalhos no cinema, todos como ator: “O Sobrado” (1956), de Walter George Durst e Cassiano Gabus Mendes, futuros profissionais da Globo, a comédia “Casei-me com um Xavante”, de Alfredo Palácios (1957), o drama criminal “A Lei do Cão” (1967), de Jece Valadão, e a pornochanchada “Império das Taras” (1980), de José Adalto Cardoso. Seus últimos trabalhos foram como diretor da novela “Revelação”, exibida pelo SBT em 2008, e como ator em “Carrossel”, sucesso do mesmo canal, no papel do Sr. Lourenço em 2012, um viúvo de bom coração.
Neil Simon (1927 – 2018)
Um dos criadores mais importantes da História do teatro americano, Neil Simon morreu neste domingo (26/8), aos 91 anos. Com suas peças, o autor ajudou a redefinir o humor americano, enfatizando os problemas da vida urbana e os conflitos de intimidade familiar, fosse por meio do romance, do musical, da catástrofe ou do mais completo absurdo. Antes de se tornar um dramaturgo famoso, Simon se destacou como roteirista de televisão, escrevendo episódios de séries de comédias estreladas por grandes nomes do humor dos anos 1950, como Sid Caesar, Phil Silvers e Garry Moore. Esta experiência marcou seu estilo de humor, ao criar obras tão populares que eram chamadas de “máquinas de riso”, pois faziam o público gargalhar do começo ao fim da apresentação. Suas peças redefiniram as comédias da Broadway e reinaram absolutas em bilheteria entre os anos 1960 e 1970 — só em 1966, ele teve quatro montagens simultâneas nos principais teatros de Nova York. A maioria das peças foi levada para os cinemas. A primeira adaptação foi “O Bem Amado” (1963), estrelada por Frank Sinatra, seguida por “O Fino da Vigarice” (1966), com Peter Sellers. Mas ninguém imaginaria o sucesso que viria a partir de “Descalços no Parque” (1967), que marcou as carreiras de Robert Redford e Jane Fonda. Muito menos o impacto cultural causado pelo filme seguinte, “Um Estranho Casal” (1968), que transformou o nome de Neil Simon em estrela de Hollywood. A trama dos dois solteiros, vividos por Jack Lemmon e Walter Matthau, que decidem dividir um apartamento e se revelam neuróticos como um casal, virou um fenômeno. Acabou inspirando série de TV em 1970, que durou cinco temporadas bem-sucedidas, e até remake televisivo recente, com Matthew Perry e Thomas Lennon, entre 2015 e 2017. Jack Lemmon estrelou outro clássico absoluto inspirado em obra de Simon, “Forasteiros em Nova Iorque” (1970), sobre a viagem de um casal que se vê perdido em Nova York durante uma viagem repleta de contratempos. A trama inspirou incontáveis variações cinematográficas e ganhou remake em 1999, com Steve Martin e Goldie Hawn. Outras peças famosas de Simon levadas para o cinema incluem “Charity, Meu Amor” (1969), com Shirley MacLaine, “Hotel das Ilusões” (1971), estrelado por Matthau, “O Prisioneiro da Segunda Avenida” (1975), novamente com Lemmon, “Uma Dupla Desajustada” (1975), outra vez com Matthau, o cultuadíssimo “Assassinato por Morte” (1976), com Peter Sellers, Peter Falk e David Niven, e “A Garota do Adeus” (1977), que rendeu o Oscar de Melhor Ator para Richard Dreyfuss. Alguns diretores se tornaram especialistas em suas adaptações, como Arthur Hiller, Herbert Ross e Gene Saks. Mas, a partir dos anos 1980, nem eles conseguiam mais repetir o mesmo tipo de sucesso unânime conquistado pelos clássicos com as novas peças de Simon. Mesmo assim, as adaptações não pararam, testemunhando uma troca de guarda nas gerações do humor americano, com a entrada em cena de Steve Martin, Goldie Hawn, Chevy Chase, Matthew Broderick, e depois, nos anos 1990, de Alec Baldwin, Ben Stiller, Sarah Jessica Parker, Kelsey Grammer e Julia Louis-Dreyfus. Até Woody Allen estrelou uma adaptação de Simon, “Feitos Um para o Outro” (1996), e a saudosa dupla Jack Lemmon e Walter Matthau se reuniu pela última vez em “Meu Melhor Inimigo” (1998), continuação, 30 anos depois, do clássico de 1968. Sua última adaptação cinematográfica foi “Antes Só do que Mal Casado” (2007), remake de seu roteiro original para “Corações em Alta” (1972) com direção dos irmãos Farrelly (“Débi & Lóide”), cujo tipo de humor escatológico não poderia passar mais longe do estilo de Simon. Popular no passado, Simon acabou se distanciando dos gostos contemporâneos, o que também joga nova luz sobre suas comédias, altamente refinadas na comparação com os temas líquidos (mijo, sêmen, diarreia) do humor americano no século 21. Na introdução de uma antologia de suas peças, Simon citou uma frase do crítico Clive Barnes para refletir como sua contribuição artística seria avaliada pela posteridade: “Neil Simon está destinado a permanecer rico, bem-sucedido e subestimado”.
Ferrugem vence o Festival de Gramado, que também destacou Benzinho com quatro prêmios
O filme “Ferrugem”, de Aly Muritiba, conquistou o troféu de Melhor Filme no 46º Festival de Gramado, encerrado na noite de sábado (25/8) no Rio Grande do Sul. Mas “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, levou os prêmios do Público e da Crítica e a maior quantidade de Kikitos – quatro, ao todo. Curiosamente, os dois filmes tiveram première mundial em janeiro no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, e disputam a vaga para representar o Brasil no Oscar 2019 O longa de Muritiba, que retrata bullying virtual e o impacto do vazamento de um vídeo íntimo de uma garota, já tinha sido premiado também no Festival de Seattle. Na noite de sábado, além do Kikito principal, venceu os prêmios de Melhor Roteiro, dividido entre Muritiba e Jessica Candal, e Desenho de Som (Alexandre Rogoski). A estreia comercial está marcada para a próxima quinta-feira (30/8) nos cinemas brasileiros. Já o filme de Gustavo Pizzi, co-escrito e estrelado por Karine Teles, entrou em cartaz na quinta-feira passada (23/8) e também tem troféus internacionais em sua bagagem, como os prêmios da Crítica e de Melhor Filme Ibero-Americano do Festival de Málaga, na Espanha. O filme repete a qualidade da parceria anterior do casal, o drama “Riscado” (2010). O fato de dramatizar o cotidiano familiar, com situações aparentemente banais, pode soar pouco atraente para o grande público. No entanto, nas mãos de Pizzi e Karine, “Benzinho” alcança profundidade poética e transforma a crise de uma mãe sufocada pela família em algo tocante, que sensibilizou público e crítica de Gramado a lhe darem troféus. Além destes Kikitos, também venceu nas categorais de Melhor Atriz (Karine Teles) e Atriz Coadjuvante (Adriana Esteves). Única animação na competição, “A Cidade dos Piratas”, de Otto Guerra, baseado nos quadrinhos de Laerte, recebeu uma Menção Honrosa. A cinebiografia do boxeador Eder Jofre, “10 Segundos para Vencer” conquistou os dois prêmios de interpretação masculina: Osmar Prado venceu como Melhor Ator e Ricardo Gelli como Melhor Ator Coadjuvante. André Ristum foi considerado o Melhor Diretor por “A Voz do Silêncio”, que também recebeu o Kikito de Melhor Montagem, e “Simonal” conquistou outros três prêmios técnicos, entre eles o de Trilha Sonora, criada pelos filhos do biografado, Simonia e Max de Castro. Vale lembrar que a diretora Daniela Thomas retirou “O Banquete” da competição, devido à morte do jornalista Otávio Frias. A assessoria de imprensa justificou a atitude como uma manifestação de respeito, por a trama retratar uma carta aberta como a publicada pelo publisher do jornal Folha de S. Paulo nos anos 1990, dirigida ao então presidente do Brasil. Já a esvaziada competição de filmes latinos – uma disputa entre cinco títulos – foi dominada por “As Herdeiras”, do paraguaio Marcelo Martinessi, que arrebatou seis troféus: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Atriz (compartilhado entre suas três intérpretes principais) e os prêmios da Crítica e do Público. O longa já tinha recebido o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim. Discursos políticos marcaram os agradecimentos, com aplausos e vaias de acordo com a filiação partidária do público, bem como a defesa do curta-metragem como formato a ser considerado no novo sistema de pontuação da Agência Nacional de Cinema (Ancine). Vários cineastas vestiram na premiação a camiseta “Ancine, Eu Existo” como parte da manifestação. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do festival, inclusive os curtas premiados. Longas Brasileiros Melhor Filme: “Ferrugem”, de Aly Muritiba Prêmio da “Benzinho” Prêmio do Júri Popular: “Benzinho” Menção Honrosa: “A Cidade dos Piratas” Melhor Direção: André Ristum (“A Voz do Silêncio”) Melhor Atriz: Karine Teles (“Benzinho”) Melhor Ator: Osmar Prado (“10 Segundos para Vencer”) Melhor Roteiro: Jessica Candal e Aly Muritiba (“Ferrugem”) Melhor Fotografia: Pablo Baião (“Simonal”) Melhor Atriz Coadjuvante: Adriana Esteves (“Benzinho”) Melhor Ator Coadjuvante: Ricardo Gelli (“10 Segundos para Vencer”) Melhor Montagem: Gustavo Giani (“A Voz do Silêncio”) Melhor Direção de Arte: Yurika Yamazaki (“Simonal”) Melhor Trilha Sonora: Max de Castro e Simoninha (“Simonal”) Melhor Desenho de Som: Alexandre Rogoski (“Ferrugem”) Longas Estrangeiros Melhor Filme: “As Herdeiras”, de Marcelo Martinessi Prêmio da “As Herdeiras” Prêmio do Júri Popular: “As Herdeiras” Prêmio Especial do Júri: “Averno” Melhor Direção: Marcelo Martinessi (“As Herdeiras”) Melhor Atriz: Ana Brum, Margarita Irún e Ana Ivanova (“As Herdeiras”) Melhor Ator: Nestor Guzzini (“Mi Mundial”) Melhor Roteiro: Marcelo Martinessi (“As Herdeiras”) Melhor Fotografia: Nelson Wainstein (“Averno”) Curtas-Metragens Melhor Filme: “Guaxuma”, de Nara Normande Prêmio da “Torre” Prêmio do Júri Popular: “Torre” Prêmio Canal Brasil: “Nova Iorque” Prêmio Especial do Júri: “Estamos Todos Aqui” Melhor Direção: Fábio Rodrigo (“Kairo”) Melhor Atriz: Maria Tujira Cardoso (“Catadora de Gente”) Melhor Ator: Manoel do Norte (“A Retirada para um Coração Bruto”) Melhor Roteiro: Marco Antonio Pereira (“A Retirada para um Coração Bruto”) Melhor Fotografia: Beto Martins (“Nova Iorque”) Melhor Montagem: Tiago Kistenmacker (“Aquarela”) Melhor Direção de Arte: Pedro Franz e Rafael Coutinho (“Torre”) Melhor Trilha Musical: Manoel do Norte (“A Retirada para um Coração Bruto”) Melhor Desenho de Som: Fabio Carneiro Leão (“Aquarela”)
Foto registra volta de Connie Britton e Dylan McDermott à casa mal-assombrada de American Horror Story
Depois de revelar a imagem das bruxas de “Coven”, Ryan Murphy voltou a usar as redes sociais para mostrar o retorno de outros personagens de “American Horror Story” para a próxima história da antologia, batizada de “Apocalypse”. Desta vez, a imagem mostra o reencontro de Connie Britton e Dylan McDermott, estrelas da 1ª temporada da série, no cenário da produção. “Connie e Dylan. Os Harmons em sua casa eterna em ‘American Horror Story’… ‘Murder House”, escreveu Murphy ao lado da foto, citando o título do primeiro arco da produção. A participação do casal foi oficialmente confirmada no começo da semana. Eles reprisão seus papéis como Ben e Vivien Harmon em “Apocalypse”. Na temporada inaugural, eles se mudaram com a filha para uma casa mal-assombrada, conhecida por ter sido palco de muitas matanças. Taissa Farmiga, intérprete da filha, também está no elenco da nova história, que vai continuar a trama original. Para quem não lembra, a 1ª temporada terminou com Constance Langdon (Jessica Lange) assumindo a criação de seu neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Britton), que será o anticristo na nova história. Além de viver Violet Harmon, Taissa Farmiga também reprisará seu papel como uma de bruxas da 3ª temporada, junto de Sarah Paulson, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Lily Rabe, Emma Roberts e até a cantora Stevie Nicks. Atores de outras temporadas, como Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, também aparecerão no novo arco, que ainda irá promover a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na série.. A estreia de “American Horror Story: Apocalypse” está marcada para 12 de setembro. A série é exibida pelo canal pago FX no Brasil. Connie and Dylan. The Harmon’s in their forever AHS home…Murder House. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 25 de Ago, 2018 às 9:04 PDT
A Freira: Novo filme do universo de Invocação do Mal ganha 12 fotos em clima de terror gótico
A Warner divulgou 12 novas fotos do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. As imagens destacam a criatura diabólica e os dois protagonistas, vividos por Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) e Demián Bichir (de “Os Oito Odiados”), numa atmosfera gótica, sob luz de velas e em meio a muitas cruzes. Na trama, Taissa Farmiga vive uma jovem noviça atormentada por visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre, vivido por Bichir. A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), que é novato na franquia. “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Dave Bautista posta vídeo repugnante para mostrar à Disney quem criou a campanha que demitiu James Gunn
Dave Bautista, astro de “Guardiões da Galáxia”, publicou um post para lembrar à Disney quem é pessoa responsável pela campanha de extrema direita que levou o presidente do estúdio a demitir o diretor James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. “Ei, Disney, eis o seu cara. Que inspiração para a humanidade!”, escreveu Bautista, incluindo no post um vídeo bizarro, escroto e repugnante do jornalista Mike Cernovich, em que ele aparece se gabando de ter inventado uma mentira a respeito de um blogueiro que ousou falar mal dele, espalhando que ele tinha feito doxxing (significa revelar dados privados, geralmente num assédio virtual) num adolescente de 15 anos, e exultando por o rival ter recebido ameaças de morte e quase ser linchado por sua mentira no Twitter. “Eu consigo fazer os artigos mais nojentos que existem contra qualquer um”, proclama Cernovich no vídeo virulento. Ele conclui, entre muitos palavrões e dedos do meio erguidos para sua vítima de fake news, que “ninguém se importa se é verdade ou não, essa é a narrativa agora”. Mike Cernovich foi o principal responsável pela campanha contra James Gunn, distorcendo, redimensionando e denunciando antigos tuítes ofensivos do diretor, posts de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Gunn pediu desculpas pelos comentários e disse que eram piadas feitas quando ele estava em uma fase diferente da vida. Mas a Disney engoliu a isca. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, que classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Para piorar, a demissão validou Mike Cernovich. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também lançou campanha para que o FBI analisasse o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. Como a tática deu resultado, Cernovich passou a vasculhar tuítes antigos de outros “inimigos”. Os comediantes Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Dan Harmon (criador de “Rick and Morty”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”) estão entre os que foram intimidados pelo fã de Trump, buscando forçar novas demissões. Ele começou a postar tuítes e até um vídeo controverso dos artistas, feitos há vários anos atrás. Mas nenhuma outra produtora lhe deu bola. Na verdade, Cernovich é um falso moralista. Se não tem piadas de estupro em sua timeline, ele possui uma condenação criminal. O jornalista foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”. Hey @Disney ! Here’s your guy!! What an inspiration to humanity! https://t.co/vBW7s1ZtQx — Dave Bautista (@DaveBautista) August 24, 2018
Spike Lee é acusado de inventar fatos em Infiltrado na Klan para favorecer imagem da polícia
O cineasta Spike Lee envolveu-se numa polêmica com outro diretor afro-americano, Boots Riley (de “Sorry to Bother You”), por conta de seu novo filme, “Infiltrado na Klan” (BlacKkKlansman). Numa longa crítica publicada nas redes sociais, Riley desancou o filme de Lee, acusando-o de mudar eventos históricos para retratar a policia americana de uma forma mais positiva. Ele alega ainda que Lee teria recebido US$ 200 mil da polícia de Nova York para dirigir uma campanha publicitária para melhorar a sua imagem junto das comunidades minoritárias e que “Infiltrado na Klan” se assemelha a uma espécie de extensão desse trabalho. Riley ainda comparou o novo filme de Lee ao anterior, “Chi-Raq”, afirmando que o diretor bate na tecla de que “os negros devem deixar de se preocupar com a violência policial e preocuparem-se com o que fazem uns aos outros, pois a policia é contra o racismo”. E isto acontece enquanto o movimento Black Lives Matter denuncia a violência policial contra os negros nos Estados Unidos, que só tem aumentado. O diretor ainda afirma que a história supostamente real de Ron Stallworth, um ex-detetive que se infiltrou na Ku Klux Klan nos anos 1970, tem várias partes inventada, com o único objetivo de pintar uma imagem positiva da polícia. “É uma história inventada em que as partes falsas tentam fazer do policial o protagonista na luta contra a opressão racial”, diz. Ele chama atenção para o fato de que, na vida real, Stallworth fez parte da COINTELPRO, uma série de operações secretas e muitas vezes ilegais conduzidas pelo FBI para atacar organizações políticas, entre elas os militantes dos Pantera Negras. Stallworth chegou a se infiltrar por três anos no grupo para sabotá-lo, atuando contra a luta pela igualdade racial. “Sem as coisas inventadas e com o que sabemos da história real do trabalho policial em grupos radicais, e como eles se infiltraram e conduziram organizações de Supremacia Branca para atacar esses grupos, Ron Stallworth é na verdade um vilão”, afirma Riley. “Spike lançar um filme em que pontos da história são fabricados para fazer um policial negro e seus colegas parecerem aliados na luta contra o racismo é realmente decepcionante, para dizer o mínimo”, concluiu. Durante a divulgação de “Infiltrado na Klan”, Lee tentou evitar a polêmica, mas acabou comentando, rapidamente, numa entrevista ao jornal britânico The Times. “Vejam os meus filmes, eles têm sido muito críticos em relação à polícia, mas, por outro lado, nunca direi que todos os policias são corruptos, que todos os policias detestam as pessoas de cor. Eu não vou dizer isso. Quer dizer, nós precisamos da polícia. Infelizmente, a polícia, em muitos casos, não aplica a lei; eles quebraram a lei”. Lee ainda frusiy que “os negros não são um grupo monolítico”, e citou algumas críticas que recebeu quando anunciou “Malcom X”. “Como pode um burguês como Spike Lee fazer ‘Malcolm X?’”, lembrou, citando comentários negativos que ouviu antes das filmagens. “Infiltrado na Klan” rendeu o Grande Prêmio do Juri do Festival de Cannes 2018 para Spike Lee. O filme, que já está em cartaz nos Estados Unidos, tem estreia marcada no Brasil apenas para novembro. Ok. Here's are some thoughts on #Blackkklansman. Contains spoilers, so don't read it if you haven't seen it and you don't wanna spoil it. pic.twitter.com/PKfnePrFGy — Boots Riley (@BootsRiley) August 17, 2018
Teaser da série Siren avisa que mais sereias vão chegar na 2ª temporada
O Twitter oficial da série “Siren” divulgou um teaser, que anuncia a estreia da 2ª temporada em janeiro e avisa: “Mais sereias estão vindo”. Uma das surpresas positivas do canal Freeform, a série voltará maior em 2019, com 16 episódios, e pelo teaser deverá lidar com uma invasão marinha, após a decisão da sereia Ryn de não voltar ao mar. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa na fictícia Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores trazidas à tona pela pesca que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Além deles, integram a produção Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). More mermaids are coming. #Siren Season 2 premieres January 2019 on @FreeformTV. pic.twitter.com/Uhfc1n2qpx — Siren (@SirenTV) August 22, 2018
Pôster da 3ª temporada de The Good Place indica que os personagens voltarão para a Terra
A rede NBC divulgou o pôster da 3ª temporada de “The Good Place”. E a imagem indica que os personagens vão conseguir retornar para a Terra, após passarem duas temporadas no inferno. A imagem traz os personagens maravilhados ao abrirem uma porta em que está escrito Terra (Earth, em inglês). Com 100% de aprovação em sua 2ª temporada no Rotten Tomatoes, “The Good Place” é a série mais bem-avaliada da TV aberta americana. Criada por Michael Schur (que também criou “Parks and Recreation” e “Brooklyn 9-9”), a atração gira em torno de Eleanor Shellstrop, personagem de Kristen Bell (série “House of Lies”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas do personagem de Ted Danson (série “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu também pode ser um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” é na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Essa história tem uma grande reviravolta na 2ª temporada. Uma não, várias, com uma revelação surpreendente atrás da outra, até os antagonistas originais se unirem para evitar ir para o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, e negociarem sua salvação. O elenco central também inclui William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”), D’Arcy Carden (“Barry”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. “The Good Place” retorna com novos episódios em 27 de setembro nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Elle Fanning pode estrelar sua primeira série como a imperatriz Catarina, a Grande
O súbito interesse na vida da imperatriz russa Catarina, a Grande, pode render duas séries simultâneas nos Estados Unidos. Os atores Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) e Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”) lideram o elenco do piloto do mais recente projeto, focado na juventude da monarca do século 18 e escrito por Tony McNamara (“A Grande Virada”) para a plataforma de streaming Hulu. A trama vai se centrar na ascensão ao trono de Catarina II (Fanning) e sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III (Hoult), imperador da Rússia. Caso a produção seja encomendada, representará o primeiro papel significativo de Fanning numa série e um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção a partir de “Skins”, em 2007. Além desse projeto, a HBO já aprovou “Catherine the Great”, uma minissérie sobre o final do reinado da imperatriz, realizada em parceria com o canal pago britânico Sky Atlantic, que será estrelada por Helen Mirren (“A Rainha”).












