Os Simpsons: Mercadinho do Apu e cinema de Springfield ganham réplicas reais em cidade americana
Quem disse que Springfield não existe? Dois marcos arquitetônicos importantes da série animada “Os Simpsons” saíram da TV para se materializar na cidade litorânea de Myrtle Beach, na Carolina do Sul. O famoso Aztec Theater, sala de cinema vista na série, e o ainda mais icônico Kwik-E-Mart, a lojinha de Apu, ganharam réplicas perfeitas, que foram inauguradas na semana passada na cidade, conhecida por ser ponto turístico do veraneio americano. As duas construções foram feitas para serem idênticas aos desenhos. O Kwik-E-Mart inclusive vende cachorros-quentes, donuts, cervejas Duff (a favorita de Homer) e lembrancinhas dos Simpsons. “Eu acho que os Simpsons viriam a Myrtle Beach para umas férias”, disse Mark Cornell, responsável pelo empreendimento, em entrevista para a TV. “Uma senhora de 54 anos, seu filho e sua cunhada e três filhos entraram na loja dizendo ser fãs. Ver três gerações que amam os Simpsons entrando por esta porta? O que mais eu poderia dizer sobre isso”, completou Cornell. Já o Aztec Theater deverá exibir em breve um filme em 4D dos personagens da TV. Em abril deste ano, “Os Simpsons” se tornou a série mais longeva da História da TV americana. Ao todo, já foram exibidos 636 episódios e a série vai entrar em sua 30ª temporada em setembro. Veja o interior do Kwik-E-Mart real no vídeo abaixo.
Ryan Reynolds encarna humor de Deadpool para zoar Paul McCarney nas redes sociais
Não é à toa que Ryan Reynolds ganhou créditos de roteirista em “Deadpool 2”. O humor ácido do ator e do personagem se confundem, acompanhando Reynolds mesmo fora das telas, como comprova um post de segunda-feira (20/8) em seu Instagram, no qual ele zoou simplesmente Paul McCarney. “Você já teve o sonho de conhecer alguém, e então de alguma forma isso se torna realidade? Bom, de nada, Paul”, brincou o ator, na legenda de uma foto em que abraça o ex-Beatle. Reynolds vai voltar a viver Deadpool, após encarnar Pikachu nos cinemas. Esta, sim, será uma transição digna de zoação. O próximo filme do ator, “Detective Pikachu”, tem estreia marcada para 9 de maio de 2019 no Brasil. Já Paul McCartney vai lançar o seu 17º álbum solo, “Egypt Station”, em 7 de setembro. Have you ever had a dream to meet someone so badly and somehow it comes true? You’re welcome, Paul. Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 20 de Ago, 2018 às 7:45 PDT
Novo filme de 007 perde o diretor por “diferenças criativas”
Por essa bomba nem James Bond esperava. O cineasta britânico Danny Boyle não vai mais dirigir a próxima aventura de 007. O Twitter oficial da franquia confirmou a saída do diretor, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser Um Milionário?”, a poucos meses do começo das filmagens. A mensagem veio “assinada” pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, veteranos da franquia, além do astro Daniel Craig. “Michael G. Wilson, Barbara Broccoli e Daniel Craig anunciaram hoje que, devido a diferenças criativas, Danny Boyle decidiu não dirigir mais o 25º filme de James Bond”. O tuíte não esclarece se a produção vai usar o roteiro que Boyle desenvolveu para o filme, em conjunto com John Hodge, seu parceiro em títulos como “Trainspotting: Sem Limites” e “A Praia”. Vale lembrar que uma das condições impostas por Boyle para dirigir o filme, conforme apurado pela imprensa, incluía liberdade para criar um roteiro próprio. Segundo o site Deadline, o diretor já planejava fazer um thriller de espionagem quando foi sondado para assumir a franquia de 007. Sua proposta para os produtores consistia em transformar sua ideia original num filme de James Bond. O problema é que o estúdio já tinha um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Isto originou um impasse, porque Boyle informou que não pretendia filmar se não fosse o seu roteiro. Após ouvir a premissa do cineasta, os produtores teriam lhe dado um tempo específico para finalizar o roteiro, antes de decidir o que fazer. Caso preferissem o roteiro de Purvis e Wade, buscariam outro diretor. A produção marcaria um reencontro de Boyle com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, o diretor comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. A busca por um novo diretor para o filme deve começar em breve. Por enquanto, as filmagens seguem marcadas para começar em dezembro, visando uma estreia em 14 de novembro de 2019. Mas o recente anúncio de lançamento de um “modelo 007” do carro Aston Martin, marcado para 2020, sugere que um adiamento já pode ter sido decidido – afinal, é um caso de produto baseado em filme. Michael G. Wilson, Barbara Broccoli and Daniel Craig today announced that due to creative differences Danny Boyle has decided to no longer direct Bond 25. pic.twitter.com/0Thl116eAd — James Bond (@007) 21 de agosto de 2018
Ator do Disney Channel assume relacionamento com outro homem
O ator Garrett Clayton, que ficou conhecido pelo público do Disney Channel como o Tanner da franquia “Teen Beach”, assumiu publicamente sua sexualidade no Instagram. Evitando rótulos, ele revelou que está em um relacionamento “de longa data” com um homem chamado Blake Knight. A revelação foi motivada pelo tema do próximo filme do ator, “Reach”, em que Clayton interpreta um garoto introvertido de uma escola no interior dos EUA. O filme explora temas atuais como bullying e suicídio, que o ator abordou em sua postagem na rede social. “‘Reach’ lida com assuntos muito sérios e urgentes, que me afetaram pessoalmente, e provavelmente influenciaram as vidas de muitos de vocês”, escreve. “Eu prefiro dividir esse tipo de coisa com vocês pelo Instagram ao invés de em algum artigo de revista, porque vocês são aqueles que tem torcido por mim e me seguido nessa jornada pessoal e profissional”. “Quando li o roteiro de ‘Reach’, imediatamente sabia que tinha que fazer parte desse filme”, continua o longo texto. “Eu tive que lidar com o suicídio na minha família, e com muito bullying no ensino médio – acima de tudo isso, tanto eu quando o homem com quem estou em um relacionamento há um longo tempo, Blake Knight, testemunhamos tiroteios em escolas das nossas cidades natais”. “Esses tópicos, nem sempre fáceis de se discutir, são todos profundamente pessoais para mim. Sabendo quão sérios eles são, eu queria dividir isso com todos vocês. Este filme tem as perspectivas de pessoas que se importam muito com tudo isso, e se assisti-lo ajudar uma pessoa sequer, valeu a pena”, concluiu. Repercutindo o post, o namorado de Clayton fez sua própria declaração no Instagram. “Tão orgulhoso de Garrett Clayton hoje!”, escreveu o rapaz, que se identifica como roteirista de Los Angeles em sua página. “Ele superou muito e ainda tem um dos maiores corações de alguém que eu já conheci. Bonito, talentoso, hilário, gentil… o que não amar?! Tem sido uma jornada incrível até agora, e estou ansioso para muitos mais anos e viagens e cachorrinhos e filmes e sonecas e jantares e amigos! Eu amo você, Gary!” “Reach” estreia em outubro nos Estados Unidos. Além de dois telefilmes da franquia “Teen Beach”, Clayton participou do terror “Não Desligue”, da série “Os Fosters: Família Adotiva”, do especial musical “Hairspray Live!”, e do drama indie “King Cobra”, no qual viveu o astro da pornografia gay Brent Corrigan. Em 2016, quando estava promovendo seu papel em “King Cobra”, Clayton se recusou a discutir sua sexualidade. “Não acho pertinente falar sobre minha vida pessoal. Isto não acrescenta nada, apenas tira o foco do trabalho”, disse na ocasião. With the release of my new movie REACH coming up, I thought it was important to explain why I took on this project in the first place. REACH deals with some very serious and timely topics that have affected me personally, and have likely influenced many of your lives as well. (I also prefer to share things that are particularly important for me here on my IG) instead of in some random magazine or online article – because you are the ones that have been rooting for me and following me on my professional and personal journey in life. When I read the script for REACH, I immediately knew it was a film I had to be a part of. I have personally dealt with suicide within my own family, intense bullying in high school, and – on top of it all – myself and the man I’ve been in a relationship with for a long time (@hrhblakeknight) have both experienced shootings within our hometown school systems, and have witnessed the heartache that takes place in affected communities after such tragic events. These topics – not always easy to discuss- are all close to my heart, and, knowing how serious they are, I wanted to share this with you all. This film has come from the perspectives of people who care deeply about these issues, and if watching it helps even one person… then it was all worth it. ♥️ Uma publicação compartilhada por Garrett Clayton (@garrettclayton1) em 20 de Ago, 2018 às 10:01 PDT So proud of @garrettclayton1 today! He’s overcome a lot, and still has one of the biggest hearts of anyone I’ve ever met. Handsome, talented, hilarious, kind… what’s not to love?! It’s been an awesome journey all over the world together so far, and I’m looking forward to many more years and trips and puppies and movies and naps and dinners and friends! I love you, Gary! ❤️?? #ManCrushMonday #ManCrushEVERYDAY Uma publicação compartilhada por Blake Knight (@hrhblakeknight) em 20 de Ago, 2018 às 12:58 PDT
Festival de Toronto inclui animação brasileira Tito e os Pássaros
O Festival de Toronto anunciou novos filmes em sua programação. E uma das novidades, dentro da seção Discovery (destinada a cineastas relativamente desconhecidos, apostas da curadoria), é a animação brasileira “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. O longa foi premiado no recente Festival Anima Mundi e destaque no Festival de Annecy, em junho, na França. Na animação, o menino Tito se junta ao pai para buscar a cura de uma doença misteriosa, que é contraída após uma pessoa tomar um susto. O evento contará ainda com duas coproduções brasileiras: “Diamantino”, dos portugueses Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, que venceu a mostra Semana da Crítica no Festival de Cannes, e “Sueño Florianópolis”, da argentina Ana Katz, com Andréa Beltrão e Marco Ricca no elenco, que venceu o Prêmio Especial do Júri no Festival Karlovy Vary. Além disso, os organizadores deram um tapa de luva de pelica no Festival de Veneza, que insiste em incluir poucos filmes de cineastas femininas em sua seleção, ao celebrar uma divisão igualitária de gênero na seções Discovery. “Este ano, 48% dos títulos em nossa seção de Descobertas será de diretoras. Espero que estejamos dando um sinal de que mudanças são inevitáveis no horizonte da indústria de cinema mundo afora”, afirmou Kerri Craddock, diretora de programação do TIFF, abreviatura em inglês do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
Asia Argento rechaça acusações de abuso sexual de menor
A atriz Asia Argento negou que tenha mantido relações sexuais com o ator Jimmy Bennett quando ele ainda era menor de idade. Num longo comunicado à imprensa, ela acusou o jovem de tentar extorqui-la e afirmou que a ideia de fazer um acordo financeiro foi de seu então namorado, o falecido apresentador e chef Anthony Bourdain. “Eu nego e rechaço o conteúdo do artigo publicado no ‘New York Times’ que circula em vários veículos internacionais”, afirmou a atriz de 42 anos. “Jamais mantive relações sexuais com Bennett”, completou. No último domingo, o jornal The New York Times publicou que Asia Argento fez um acordo de US$ 380 mil com o ator e músico Jimmy Bennet, após ele alegar ter sido abusado sexualmente pela atriz em 2013, em um hotel na Califórnia. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett pediram indenização contra uma “agressão sexual” traumática para seu cliente. O ator tinha 17 anos no momento do suposto incidente e teria sido embebedado por Argento, que depois o levou para um quarto para fazer sexo oral. Nove anos antes, ele tinha vivido o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração” (de 2004). Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do #MeToo, mas nos últimos dias se viu alvo do próprio movimento, assim que a reportagem começou a repercutir. “Violência sexual é sobre poder e privilégio. Isso não muda quando a criminosa em questão é sua atriz, ativista ou professora favorita”, disse Tarana Burke, que criou a hashtag #MeToo. Em seu comunicado, Argento disse que permaneceu em contato com Bennet “por vários anos, somente por amizade”. Segundo a atriz, a amizade chegou ao fim quando o ator “inesperadamente exigiu uma quantia exorbitante de dinheiro”, após ela ganhar projeção como uma das principais acusadoras do megaprodutor Harvey Weinstein. Na época, afirma ela, Bennet enfrentava “severos problemas financeiros” e havia processado a própria família, pedindo uma indenização milionária. Argento ainda citou a reputação de Bourdain como um dos fatores que teria atraído Bennet: “Ele sabia que meu namorado, Anthony Bourdain, era tido como um homem muito rico e tinha uma reputação a proteger, como uma figura muito amada pelo público”. O chef e apresentador, então, teria insistido para que o assunto fosse tratado “em particular”. “Anthony tinha medo da possível repercussão negativa que tal pessoa, que ele considerava perigosa, poderia trazer sobre nós”, escreveu a atriz. Os dois teriam decidido então pagar o rapaz. “Anthony se encarregou pessoalmente de ajudar Bennet financeiramente, sob a condição de que não teríamos mais intrusões em nossas vidas”. Ela encerrou sua declaração chamado as alegações de abuso de “falsas” e disse que tomará medidas contra a reportagem. “Este é mais um desenvolvimento de eventos que me traz profunda tristeza e que constitui uma longa perseguição”, concluiu ela no texto. “Não tenho outra opção a não ser me opor a tais acusações falsas e tomar todas as medidas necessárias antes de recorrer a outras instâncias.”
VMA 2018: Camila Cabello é a grande vencedora da premiação de clipes da MTV
Evento mais badalado da MTV, o Video Music Awards, que premia os melhores clipes do ano, aconteceu na noite de segunda-feira (20/8) na tradicional casa de espetáculos nova-iorquina Radio City Music Hall. Entre muitos shows e participações de artistas famosos, a edição 2018 do troféu Astronauta de Prata deixou claro que o pop atual pertence às mulheres, ao consagrar a cantora Camila Cabello – ao mesmo tempo em que ignorou as contribuições dos principais artistas masculinos do ano. A jovem cubana venceu os dois principais troféus da noite, como Artista do Ano e Melhor Clipe do ano, por “Havana”. O último foi entregue simplesmente por Madonna, que a ex-Fifth Harmony fez questão de reverenciar de joelhos. A vitória de “Havana” (reveja o clipe aqui) também foi a segunda consecutiva do diretor Dave Meyers, que tinha conquistado o VMA do ano passado com o clipe de “Humble”, de Kendrick Lamar. A artista mais premiada, por sua vez, foi rapper Cardi B. Líder em indicações, concorria a dez prêmios e levou três, incluindo Revelação do Ano. Mas, na categoria de hip-hop, perdeu para sua concorrente Nicki Minaj. Incrível é que o espetacular clipe de “This Is America”, do rapper Childish Gambino (mas pode chamar de Donald Glover), nem tenha concorrido nesta categoria, ainda que tenha sido lembrado como “Clipe com Mensagem”. O fenômeno Drake? A MTV até sabe quem é, mas não reconheceu em nenhuma categoria sequer. Entre os poucos homens premiados, o DJ Avicii levou um troféu póstumo de Melhor Clipe de Música Eletrônica por “Lonely Together”, pareceria com Rita Ora, e o rapper Post Malone, conquistou o Astronauta de Prata de Música do Ano, por “Rockstar”, mas chamou mais atenção ao se apresentar com a banda Aerosmith… tocando guitarra! Faz sentido, já que Imagine Dragons é o que passa por rock na MTV hoje em dia. Ariana Grande, que venceu a disputa de Melhor Clipe Pop com “No Tears Left To Cry”, foi responsável pela performance mais impactante da noite, ao fazer uma recriação da Santa Ceia, em versão feminina, durante a apresentação da música “God Is A Woman”. Madonna também representou um ponto bastante comentado da premiação com uma homenagem a Aretha Franklin, que morreu no último dia 16 aos 76 anos. Em um longo discurso, a rainha do pop destacou como a rainha do soul foi indiretamente responsável pelo começo de sua carreira. Em vez de destacar a importância de Aretha, falou de si mesma, lembrou de sua própria trajetória e usurpou a homenagem. As redes sociais bufaram de raiva. Faltou R-E-S-P-E-C-T. Ao menos, a garota material evitou cantar um cover da mulher natural, o que seria um sacrilégio completo. A festa ainda teve show de Shawn Mendes, que abriu a cerimônia – e introduziu a homenageada da noite, Jennifer Lopez – , fazendo chover literalmente no palco, durante sua performance de “In My Blood”. Veja abaixo a lista dos principais vencedores do VMA 2018. Artista do Ano: Camila Cabello Clipe do Ano: “Havana”, de Camila Cabello Música do Ano: “Rockstar”, de Post Malone & 21 Savage Melhor Clipe Pop – “No Tears Left To Cry”, de Ariana Grande Melhor Clipe de Hip-Hop: “Chun-Li”, de Nicki Minaj Melhor Clipe Latino: “Mi Gente”, de J Balvin & Willy William Melhor Clipe Eletrônico: “Lonely Together” , de Avicii & Rita Ora Melhor Clipe de Rock: “Whatever It Takes”, de Imagine Dragons Melhor Clipe do Verão: “I Like it”, de Cardi B Melhor Clipe com Mensagem: “This Is America”, de Childish Gambino Revelação do Ano: Cardi B Artista Emergente do Ano: Hayley Kiyoko Melhor Colaboração: Jennifer Lopez, DJ Khaled & Cardi B – “Diñero” Melhor Direção: Hiro Murai – “This Is America”, de Childish Gambino Melhor Direção de Fotografia: Benoit Debie – “Apeshit”, de The Carters Melhor Direção de Arte: Jan Houlevigue – “Apeshit”, de The Carters Melhores Efeitos Visuais: Loris Paillier – “All The Stars”, de Kendrick Lamar & SZA Melhor Coreografia: Sherrie Silver – “This Is America”, de Childish Gambino Melhor Edição: Taylor Ward – “Lemon”, de N.E.R.D & Rihanna Michael Jackson Video Vanguard (Prêmio pela carreira): Jennifer Lopez
Tom Ellis manda recado para os fãs brasileiros de Lucifer
A Netflix divulgou um vídeo de “Lucifer”, em que Tom Ellis e Aimee Garcia mandam uma mensagem aos fãs da atração no Brasil, agradecendo o apoio na campanha que resgatou a série e prometendo que, apesar da espera ser maior que o costume, a 4ª temporada da série “vai ser muito boa”. A plataforma de streaming resgatou a série, que foi cancelada pela Fox em maio, devido a uma ruidosa campanha de fãs, que colocou a hashtag #SafeLucifer entre os principais tópicos do Twitter. Os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deverá permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi anunciada. Por baixo dos ternos caros do Lucifer bate um coraçãozinho brasileiro! pic.twitter.com/LNrWLXEtU1 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) August 20, 2018
Hit Girl vai caçar predadores sexuais de Hollywood em quadrinhos do diretor de O Balconista
O criador da heroína Hit Girl, Mark Millar revelou a primeira capa da nova minissérie da personagem saída das páginas de “Kick-Ass”. A história foi escrita pelo cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), que revelou alguns detalhes sobre sua produção. “Eu escrevi a maior parte da série enquanto me recuperava do meu susto de saúde, então Mindy McCready e sua sede sangrenta por justiça me ajudou a consertar meu coração partido”, disse Smith ao escrever o arco, lembrando seu recente ataque cardíaco. “Contar histórias com os brinquedos de Mark foi um prazer absoluto”, acrescentou, elogiando também a arte de Pernille Orum, que, ele lembrou no Twitter, é a primeira mulher a desenhar Hit Girl. Já a capa, que pode ser vista abaixo, foi desenhada pelo artista Francesco Francavilla . Popularizada em dois filmes de “Kick-Ass”, na pele da atriz Chloë Grace Moretz, Hit Girl é uma heroína sanguinária de 12 anos de idade, que sabe como usar uma lâmina e não tem medo de palavrões. Na nova minissérie, batizada de “Hit Girl: The Golden Rage of Hollywood”, ela chega em Hollywood para caçar predadores sexuais. A ideia do lançamento é ecoar as acusações do movimento #MeToo e o escândalo de Harvey Weinstein, e cada edição irá evocar uma era diferente do cinema americano. O primeiro exemplar tem lançamento marcado para janeiro de 2019 nos Estados Unidos, pela editora Image Comics. HIT-GIRL ANNOUNCEMENT! Genius director @ThatKevinSmith brings Mindy to Hollywood in a biting new story that's never been more timely! @Pernilleoe on art. @f_francavilla cover at the link!!!! https://t.co/2z2wo9Iev8 — Mark Millar (@mrmarkmillar) August 20, 2018 My HIT-GIRL arc for @mrmarkmillar will be drawn by genius @Pernilleoe – the first woman published to ever draw Hit-Girl interiors! And this image is Pernille’s first-ever drawing of Hit-Girl! Read all about our “Golden Rage of Hollywood” story here: https://t.co/5G5F4cNRP2 pic.twitter.com/XhpyknNVf6 — KevinSmith (@ThatKevinSmith) August 21, 2018
Figurante de The Walking Dead vai caçar zumbis em Z Nation
A atriz Katy O’Brian, que figurou como um dos Salvadores prisioneiros em Hilltop na recente 8ª temporada de “The Walking Dead”, vai ganhar mais destaque no mundo do apocalipse zumbi. Ela entrou no elenco fixo da 5ª temporada de “Z Nation”, a série trash de zumbis do canal pago Syfy. O’Brian vai interpretar Georgia (também conhecido como George) St. Clair, uma jovem heroína que não passava de uma caloura da faculdade há oito anos, durante o começo do surto zumbi, mas ajudou a conduzir um grupo de colegas e professores para a Newmerica, onde se tornou uma líder política, tentando formar um novo país para sobreviver ao apocalipse. Bem diferente de “The Walking Dead”, “Z Nation” gira em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. A missão foi abandonada há duas temporadas, quando a série assumiu que o objetivo de seus episódios é apenas mostrar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendem uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora que faz a série, Asylum, é a mesma da franquia “Sharknado”. “Z Nation” foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) e o elenco ainda inclui Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”) e o estreante Nat Zan. A 5ª temporada estréia no final deste ano no Syfy.
Demitido pela Disney, James Gunn vai lançar terror “surpresa” ainda este ano
Demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, James Gunn já tem filme novo em andamento. Ele está dando os toques finais num longa de terror “surpresa”, que será lançado pela Sony Pictures ainda neste ano. A Screen Gems, divisão da Sony, agendou um filme ainda sem título oficial do cineasta para o dia 30 de novembro. Pelo cronograma, a obra foi filmada em segredo, antes mesmo da polêmica envolvendo o cineasta. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Originalmente, o projeto seria anunciado durante o painel do estúdio na San Diego Comic-Con deste ano, mas foi retirado de última hora, quando a direita atacou o diretor, levando a Disney a implodir os planos da Marvel. Não há qualquer informação disponível sobre a trama ou o elenco do filme, mas não faltam boatos, desde uma adaptação do mangá “Berseck” até uma versão de cinema do game “Bloodborne”, do Playstation 4.
Trailer de documentário reflete sobre a carreira e a agitada vida pessoal de Jane Fonda
A HBO divulgou o trailer do documentário sobre a atriz Jane Fonda. Intitulado “Jane Fonda in Five Acts”, o filme reflete a vida e a obra da estrela, que já nasceu sob os holofotes de Hollywood, como filha do lendário ator Henry Fonda, foi “Barbarella”, venceu dois Oscars na década de 1970, virou sex symbol da esquerda americana e se casou com o milionário dono do império de comunicação da Turner. A prévia mostra imagens raras de sua infância, em registros em super-8 da família, cenas de filmes e de sua agitada vida pública, destacando sua fase de rebelião, quando se tornou o rosto mais célebre dos protestos contra a Guerra do Vietnã, o que a levou a ser presa em 1970, e sua reinvenção como ícone da saúde nos anos 1980. O documentário da diretora Susan Lacy (“Spielberg”) é conduzido por depoimentos da própria atriz, que completou recentemente 80 anos, e de velhos amigos, como Robert Redford, seu par em quatro filmes, e Lily Tomlin, com quem divide atualmente a série “Grace and Frankie”, na Netflix, além de dois de seus ex-maridos, Tom Hayden e Ted Turner. A exibição está prevista para 24 de setembro na HBO americana.
Eva Longoria será a mãe de Dora, a Aventureira no cinema
A atriz Eva Longoria (de “Desperate Housewives”) entrou no elenco de “Dora, a Aventureira”, versão de cinema para a série animada do canal Nickelodeon. Ela será a mãe da jovem protagonista, vivida por Isabela Moner (de “Transformers: O Último Cavaleiro”) na produção. A adaptação tem produção de Michael Bay, diretor da franquia “Transformers”, que tem apostado na carreira de Moner, e seu elenco também inclui Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), Adriana Barraza (“Babel”) e Temuera Morrison (“Lanterna Verde” e “Aquaman”). O roteiro foi escrito por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que voltam a se juntar após a parceria de “Os Muppets” (2011). As filmagens já começaram na Austrália e mostrarão Dora iniciando uma aventura diferente: o ensino médio. A previsão de estreia é para agosto de 2019.












