Lily James se apaixona por desconhecido em trailer de romance de época britânico
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society”, drama romântico britânico estrelado por Lily James (“Em Ritmo de Fuga”). Baseado no best-seller homônimo, a história começa em janeiro de 1946, quando a escritora Juliet Ashton (Lily James), em busca de inspiração, passa a se corresponder com um homem que ela nunca conheceu pessoalmente, um morador da ilha de Guernsey, localizada no Canal da Mancha, um dos poucos territórios britânicos que chegou a ser invadido pelos nazistas, e decide escrever sobre as experiências dos habitantes locais na 2ª Guerra Mundial. Para isso, Juliet resolve ir até a pequena comunidade dos ilhéus, onde descobre que seu correspondente desconhecido é um rapaz jovem e belo (vivido por Michiel Huisman, da série “Game of Thrones”). Entretanto, essa atração coloca sua vida do avesso, já que ela está de casamento marcado. O filme tem roteiro final de Kevin Hood (“Amor e Inocência”), direção do veterano Mike Newell (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”) e um elenco com Matthew Goode (série “The Crown”), Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Tom Courtenay (“45 Anos”), Katherine Parkinson (série “Humans”) e Penelope Wilton (“O Exótico Hotel Marigold”). Já exibido nos cinemas britânicos em abril, tem 79% de aprovação no Rotten Tomatoes e chega ao streaming em 10 de agosto.
Após pedir boicote de YouTuber por racismo, Bruno Gagliasso vira alvo por piadas homofóbicas
Como no ditado da pedra e do teto de vidro. Pouco dias após conclamar boicote de patrocinadores ao YouTuber Júlio Cocielo por piada racista, o ator Bruno Gagliasso teve piadas antigas de cunho homofóbico descobertas em sua timeline. Questionadas por internautas por veicularem comerciais com o ator, tanto a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, da Prefeitura do Rio, quanto o banco Itaú se pronunciaram. O órgão municipal afirmou que a campanha na qual Bruno aparecia, com o slogan “Homofobia é uma violência de ódio”, foi veiculada em 2015, durante o evento Rio Sem Preconceito, feita pela gestão passada, e que agora “aposta em militantes e ativistas para trazer visibilidade para a causa”. O atual coordenador de diversidade sexual do Rio, Nélio Georgini, falou sobre o caso em seu Facebook: “Não me colocarei juiz do ato do ator (que me parece ser um cara do bem que errou)”. No Twitter, uma usuária identificada como Chris Delgado cobrou um posicionamento do Itaú a respeito de campanhas publicitárias envolvendo Gagliasso. O perfil oficial do banco respondeu: “Nós repudiamos todo tipo de preconceito e discriminação. Esse vai ser sempre o nosso posicionamento. O ator citado não faz mais parte das nossas campanhas.” Após a repercussão de publicações feitas há quase uma década, Bruno usou seu perfil no Twitter para se justificar: “Estou aqui em 2018 respondendo com minhas ações e atitudes por quem já fui também em 2009 e mesmo antes disso. De alguma forma, todos estamos. Não é passando o pano no preconceito, mas sim passando tudo a limpo, que o mundo vai se tornar um lugar melhor”, ele explicou. Veja abaixo. Questionado por usuários se não era exatamente o mesmo caso de Cocielo, ele e sua mulher, a também atriz Giovanna Ewbank, excluíram de suas contas nas redes sociais os posts em que acusavam o YouTuber de racismo e cobravam ação de patrocinadores. Por sua vez, além de pedir desculpas, Cocielo chegou a apagar 50 mil tuítes preconceituosos, sendo o mais recente da semana passada. Estou aqui em 2018 respondendo com minhas ações e atitudes por quem já fui também em 2009 e mesmo antes disso. De alguma forma todos estamos. Não é passando o pano no preconceito, mas sim passando tudo a limpo, que o mundo vai se tornar um lugar melhor. — Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) 5 de julho de 2018
Maisie Williams dá adeus a Arya dizendo que é a última remanescente de Game of Thrones
A atriz Maisie Williams, que interpreta a corajosa Arya Stark, postou uma despedida de “Game of Thrones” em seu Instagram, indicando que suas gravações na Irlanda do Norte chegaram ao fim. “Adeus, Belfast. Adeus, Arya. Adeus, Game of Thrones. Que alegria eu tive. Agora é pelas aventuras que virão”, declarou ela em seu Instagram, na legenda de uma imagem em que destaca seus pés com tênis brancos, sugestivamente sujos com respingos de sangue cenográfico. Veja abaixo. De acordo com informações do site de fãs Watchers on The Wall, todas as gravações da série se encerram na sexta-feira (6/7) e as últimas cenas aconteceram no set da cidade fictícia de Porto Real (King’s Landing). Fotos feitas muito à distância revelaram que a cidade ficará danificada por conta de um combate intenso. As gravações não seguiram, obrigatoriamente, a ordem dos episódios. Mas isso não impede especulações em torno do fato de Arya ser a última personagem do elenco central a encerrar suas gravações – Sansa, Jon Snow, Jamie e até Daenerys acabaram antes. E este fato é amplificado pela hashtag que Maisie postou junto de sua despedida: #lastwomanstanding (última mulher remanescente). O que isso significa só será confirmado quando os episódios forem exibidos. Mas ainda vai demorar. A 8ª e derradeira temporada de “Game of Thrones” só chegará no canal pago HBO em 2019, em data ainda não definida. goodbye belfast. goodbye arya. goodbye game of thrones. what a joy i’ve had. here’s to the adventures to come #lastwomanstanding #barely #immasleepforthenextfouryears #justkiddingidontsleep Uma publicação compartilhada por Maisie Williams (@maisie_williams) em 7 de Jul, 2018 às 4:53 PDT
Nicolas Cage vai dublar herói da animação Homem-Aranha no Aranhaverso
Depois de dar voz ao Superman no longa animado “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, o ator Nicolas Cage vai dublar um herói da Marvel em outra animação para os cinemas: “Homem-Aranha no Aranhaverso”. O novo filme da Sony Pictures promete reunir diversas versões do herói que já apareceram nos quadrinhos. Os primeiros trailers já revelaram Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”) e até a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”). Cage viveria um personagem que ainda não pareceu no material de divulgação: o Homem-Aranha Noir, uma versão alternativa do herói, parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Trata-se de um criação recente – lançado numa minissérie de 2009. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Keanu Reeves revela título oficial do terceiro filme da franquia John Wick
O ator Keanu Reeves revelou o título oficial do terceiro filme da franquia “John Wick”. A produção será chamada “John Wick: Parabellum”. Ele explicou o sentido do nome, em entrevista ao site ComingSoon, traduzindo o termo em latim. “Prepara-se para a guerra. É parte daquela frase famosa, ‘Si vis pacem, para bellum’, que traduzido significa, ‘Se você quer paz, prepara-se para a guerra'”, disse o ator. A história do terceiro filme mostrará a fuga de John Wick, que teve a cabeça colocada à prêmio por quebrar uma regra dos assassinos profissionais: tirar uma vida no interior do Hotel Continental. Ele vai usar a indústria de assassinos para se manter vivo enquanto luta e mata para sair de Nova York. O elenco do novo filme inclui Angelica Huston (“A Família Adams”), Halle Berry (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Hiroyuki Sanada (visto num arco recente da série “Westworld”) e o jogador sérvio basquete Boban Marjanovic, além de trazer de volta os atores Laurence Fishburne, Ruby Rose, Common, Lance Reddick e Ian McShane. A estreia de “John Wick: Parabellum” vai acontecer em maio de 2019.
Steve Ditko (1927 – 2018)
O desenhista Steve Ditko, co-criador de “Homem-Aranha” e do “Doutor Estranho”, morreu aos 90 anos. A polícia de Nova York confirmou a morte do artista, que foi encontrado morto no seu apartamento em 29 de junho. A causa da morte ainda não foi confirmada, mas as autoridades acreditam que ele tenha felicido dois dias antes. Stephen J. Ditko nasceu em Johnstown, Pensilvânia, em 2 de novembro de 1927. Ele começou a se interessar por quadrinhos ainda criança por causa de seu pai, um operário de usina siderúrgica que era fã das histórias do “Príncipe Valente”. Depois de servir no exército na Alemanha do pós-guerra, ele se mudou para Nova York em 1950 e estudou com o famoso artista de Batman Jerry Robinson na Escola de Ilustradores e Cartunistas (que anos depois virou a Escola de Artes Visuais de Nova York). E começou a trabalhar como artista de quadrinhos profissional em 1953 no estúdio dos criadores do Capitão América, Joe Simon e Jack Kirby. Sua colaboração bem-sucedida com Stan Lee teve início dois anos depois, em várias histórias de ficção científica publicadas pela Atlas Comics, que posteriormente viraria a Marvel. A dupla criou o Homem-Aranha em 1961, e foi Ditko quem pensou no lançador de teias e no uniforme do herói, desde as cores até o design que popularizou o personagem. Apesar disso, Ditko não foi a primeira opção de Lee, então editor-chefe da recém-rebatizada Marvel Comics. Jack Kirby fez os primeiros esboços do herói, mas não conseguiu agradar ao chefe com um Homem-Aranha musculoso. Lee queria um visual de nerd e Ditko acertou em cheio ao apresentar um adolescente franzino e tímido como um super-herói com poderes de aranha. Ele inventou tudo, sem aproveitar os esboços de Kirby – que na época assinava a maioria dos desenhos da Marvel. A primeira aparição de Peter Parker foi na 15ª edição da revista de quadrinhos sci-fi “Amazing Fantasy”. O sucesso foi imediato e totalmente inesperado pela Marvel, o que levou o herói a ganhar uma revista própria, “The Amazing Spider Man”. E Ditko ajudou a povoar a publicação com personagens cativantes como a Tia May, J. Jonah Jameson, Mary Jane e Gwen Stacy, e vilões famosos, vistos até hoje no cinema – do Abutre ao Elektro, sem esquecer, claro, do Duende Verde. Em 1963, ele criou mais um super-herói com Stan Lee, o surreal e psicodélico Doutor Estranho. E desta vez surpreendeu por desenhos ousados, que sugeriam viagens lisérgicas. Ditko comandou a revista do personagem até julho de 1966, quando uma briga com Lee, cujas causas permanecem obscuras até hoje, levaram-no a abandonar a Marvel. Os dois ficaram sem falar por vários anos. Ditko nunca contou sua versão da briga e Lee alegou não saber realmente o que motivou a saída de Ditko da Marvel. Rumores sugeriam que Ditko estava frustrado com a supervisão de Lee e o fato dele levar crédito por todas as suas contribuições, já que também escrevia as histórias do Homem-Aranha e do Doutor Estranho sem ser reconhecido por isso. O carismático Lee sempre foi o rosto da Marvel Comics, mas Ditko (e Jack Kirby) achavam que o escritor estava se autopromovendo às custas de seu talento, embora trabalhasse cada vez menos na criação dos quadrinhos. O artista passou então a criar para a Charlton, DC Comics e outras pequenas editoras independentes, finalmente sendo reconhecido como autor de suas histórias. E as criações se radicalizaram de vez, como o Sr. A em 1967, que personificava a filosofia objetivista de Ayn Rand, na qual Ditko era um adepto fervoroso em meados dos anos 1960. Outros personagens inspirados nesta filosofia foram o Questão, o Rastejante e a dupla Rapina e Columba – todos da DC Comics. Ele também criou os heróis Capitão Átomo, Besouro Azul e voltou à mergulhar na psicodelia cósmica com o Mutante (Shade, the Changing Man), que continuam a ser publicados em diferentes encarnações na DC. Ele retornou à Marvel em 1979, após a saída de Stan Lee, onde trabalhou em quadrinhos do Homem-Máquina e dos Micronautas. Entre suas últimas criações destaca-se a Garota-Esquilo (Squirrel Girl) em 1992, que se tornou uma heroína cultuada. Ao contrário da popularidade de seus personagens, Ditko tinha uma vida reclusa, tanto que era conhecido como o “JD Salinger” dos quadrinhos. Ele raramente atendeu a imprensa ao longo da vida, recusando diversos pedidos de entrevistas, mesmo diante do interesse despertado pelos lançamentos dos filmes do Homem-Aranha e do Doutor Estranho. Tanto que até virou tema de um documentário da BBC, “In Search of Steve Ditko” (2007), em que o apresentador inglês Jonathan Ross tentou inutilmente encontrar o artista, sem conseguir. Mesmo assim, o diretor de “Doutor Estranho”, Scott Derrickson, disse na véspera do lançamento que esperava que Dikto pudesse ver o filme do herói por conta própria, porque considerava a produção “uma homenagem ao seu trabalho genial”.
Círculo de Fogo vai virar série animada com produção de Guillermo del Toro
A Netflix se prepara para soltar monstros gigantes em streaming, com um trio de produções animadas baseadas em franquias famosas do popular subgênero dos kaiju. São duas novas versões de personagens icônicos e uma adaptação de um saga recente do cinema. A série “Pacific Rim” vai transformar em desenhos o universo dos dois filmes de “Círculo de Fogo”. Ainda não está confirmado, mas o projeto pode marcar o retorno de Guillermo del Toro à franquia. O cineasta, que dirigiu o primeiro filme de 2013, seria um dos produtores da nova atração, que mostrará os Jaegers, robôs gigantes, enfrentando uma invasão dos Kaiju, os grandes monstros que surgem do mar. Del Toro já tem uma relação com a Netflix como produtor da série animada “Caçadores de Trolls” (Trollhunters). Entre as releituras de clássicos, o herói dos anos 1960 “Ultraman” voltará em nova identidade, um homem que possui o espírito e o DNA do lendário personagem, que se transforma quando usa o uniforme ultra metálico para enfrentar o mal – isto é, kaijus. Para completar, a plataforma vai lançar mundialmente o novo longa animado do mais famoso kaiju do cinema. “Godzilla: City on the Edge of Battle” é o segundo longa da franquia e continua a história de “Godzilla: Planet of Monsters”, passado no futuro distante, quando a Terra foi devastada pelo rei dos monstros. A animação foi lançada em maio nos cinemas do Japão e já chega em 18 de julho na Netflix.
Confusões de Stan Lee ficam mais bizarras com disputa de advogados em sua defesa
As confusões envolvendo a vida de Stan Lee, criador dos principais heróis da Marvel, tiveram mais um lance bizarro nesta sexta (6/7). Durante uma audiência em Los Angeles, a juíza Ruth Kleman decidiu não renovar a ordem de restrição contra o empresário do escritor, Keya Morgan, acusado de abuso de idoso, e que chegou a ser preso por ter apresentado falsa denúncia policial no mês passado. O motivo foi simples: a juíza descobriu que o advogado que pediu a ordem original não é representante legal do escritor de 95 anos. Tom Lallas foi demitido por Stan Lee em fevereiro, após registrar um documento em que o escritor acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (sócio de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. Mas poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Lallas disse ter entrado com o pedido de restrição para proteger Lee, que estava sendo controlado por pessoas interesseiras. A decisão da juizá aconteceu após dois advogados apareceram na corte se dizendo representantes de Stan Lee. Além de Lallas, que tinha pedido a ordem de restrição no mês passado, Robert Reynolds veio ao tribunal com uma carta em que Stan Lee afirma que ele é seu único representante legal. Os dois advogados entraram em conflito. Com isso, a ordem contra Morgan foi suspensa. Mas Reynolds alegou que está preparando para seu cliente sua própria ordem de restrição. Advogados da filha de Lee também afirmaram que fariam o mesmo. Já o advogado de Morgan, Alex Kessel, disse que o relacionamento de Lee e de seu cliente continuava a existir “apesar da ordem de restrição” e ainda que “Lee jamais foi ameaçado pelo Sr. Morgan em qualquer sentido”. Morgan, por sua vez, lida com seu próprio problema legal, por denúncia falsa. De acordo com a transcrição de uma chamada telefônica feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, o empresário ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Mas documentos do processo contra o empresário revelaram que os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. O empresário ainda fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que fez com que um helicóptero e cinco carros de patrulha fossem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e estava autorizado a fazer negócios em seu nome. Este vídeo ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee.
Zac Efron é acusado de “apropriação cultural” por foto com dreadlocks
O ator Zac Efron (“Baywatch”) postou uma foto em seu Instagram apresentando um novo visual, que dividiu opiniões. A imagem traz Efron com dreadlocks no cabelo. “Apenas por diversão”, ele escreveu na legenda. A postagem, que já teve mais de 1,4 milhão de curtidas, rendeu quase 17 mil comentários, com muitos usuários acusando o ator de “apropriação cultural”. “Honestamente, ele pode ter dread, mas não deve ser algo por ‘diversão’. Deveria ser porque ele conhece a significância cultural e está se juntando à cultura ao virar rastafari”, escreveu um usuário. “Vocês devem perceber que os dreadlocks têm uma importância cultural e religiosa. Então, não é apenas arrumar o cabelo”. Uma garota retrucou o comentário anterior. “Mas Kim Kardashian e o seu clã têm trancinhas e tudo bem? Apropriação cultural é quando alguém tira sarro de uma cultura. Não há nada de errado em tentar algo novo… além disso, dreads possuem diversos significados no seu lugar de origem”. Outro ainda ironizou: “Não temos nada mais importante para nos preocupar que os cabelos de alguém???” A “guerra de comentários” que começou na foto segue crescendo, mas o ator ainda não se pronunciou sobre o assunto. Just for fun ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 5 de Jul, 2018 às 10:24 PDT
Atriz de The Americans vai estrelar Star Wars: Episódio IX
A atriz Keri Russell, grande destaque atual da TV americana pelo papel de Elizabeth Jennings na série “The Americans”, juntou-se ao elenco de “Star Wars: Episódio IX”, próximo filme da saga intergalática, que ainda não tem título oficial. A produção vai marcar o reencontro da atriz com o diretor J.J. Abrams, que vai comandar as filmagens, retornando à franquia após “O Despertar da Força” (2015). Abrams foi quem lançou Russell para o estrelato ao escalá-la no papel-título da série “Felicity” (1998-2002). Depois disso, ele também a contratou para participar de “Missão Impossível III” (2006). Há poucos detalhes sobre o papel da atriz no “Episódio IX”, mas a revista Variety apurou que sua personagem exigirá “muita habilidade em cenas de ação e luta”, algo que ela demonstrou dominar na série “The Americans”, recém-concluída nos Estados Unidos. Por causa de “The Americans”, Russell vinha fazendo poucos trabalhos no cinema. Nos últimos anos, estrelou apenas “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014) e “Um Estado de Liberdade” (2016). Ela é a primeira novidade no elenco anunciada para o “Episódio 9”. Com roteiro de Abrams e Chris Terrio (“Batman vs Superman”), o filme tem estreia marcada para 19 de dezembro de 2019 nos cinemas brasileiros.
Jurassic World: Reino Ameaçado ultrapassa US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Jurassic World: Reino Ameaçado” ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação na bilheteria mundial. O valor foi superado na quinta-feira (5/11) com grande empurrão da China, onde a produção já se tornou a quinta maior bilheteria de todos os tempos. A produção da Universal, filmada com um orçamento de US$ 170 milhões, soma até o momento US$ 1,05 bilhão em todo o mundo. Deste total, US$ 304,8 milhões foi faturado na América do Norte e US$ 245,2 milhões na China. O restante do planeta completa a diferença de US$ 450 milhões. Por sinal, o filme é sucesso também no Brasil, onde já vendeu cerca de 3,1 milhões de ingressos desde a estreia, em 21 de junho. O longa dos dinossauros é o 35º a entrar no clube dos bilionários na história do cinema e o terceiro a conseguir a façanha neste ano, após “Pantera Negra” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O primeiro “Jurassic World” também teve um faturamento bilionário, arrecadando um total de US$ 1,67 bilhão mundialmente. Graças a esse sucesso, o terceiro “Jurassic World” já está garantido – com direção de Colin Trevorrow, diretor do primeiro filme, e lançamento marcado para 11 de junho de 2021.
Novo projeto de Sacha Baron Cohen é “o programa mais perigoso da história da televisão”
Dois dias depois de postar um teaser provocativo no Twitter, que sugeria um projeto envolvendo o presidente Donald Trump, surgem mais detalhes da próxima investida humorística de Sacha Baron Cohen. Segundo fontes ouvidas pela revista Variety, o criador do personagem “Borat vai estrelar, para o canal americano Showtime, uma série no estilo do programa de esquetes/talk show com entrevistas que o tornou famoso. Entre 2000 e 2004, ele apresentou o programa “Da Ali G Show”, exibido no Channel 4 no Reino Unido, onde a maioria dos seus personagens famosos foram apresentados ao público. A nova série ainda não tem título ou data de estreia, mas a Variety acredita que pelo menos dois episódios já tenham sido gravados, no esquema “de guerrilha” que é tradicional das produções de Cohen, que sempre busca pegar seus entrevistados desprevenidos, sem saber que fazem parte de um programa de humor. O Showtime não confirmou o projeto. Entretanto, nos últimos dias tem divulgado vídeos aludindo a uma nova produção misteriosa, que seria “o programa mais perigoso da história da televisão”. Os vídeos explicam que o Showtime ainda não pode revelar do que se trata por causa de acordos de não divulgação. Os vídeos prometem que “algo enorme está chegando em 15 de julho”. Isto mesmo, já na próxima semana. Veja abaixo. Esse é o segundo projeto televisivo anunciado por Cohen nos últimos meses. Ele também estará numa série dramática, “The Spy”, onde interpretará um agente secreto israelense numa história baseada em fatos reais para a Netflix.
Charlie Sheen faz participação em clipe de rapper sobre viciados em drogas
O ator Charlie Sheen voltou a explorar sua imagem de “doidão” ao participar do clipe de “Drug Addicts” (“viciados em drogas”, em tradução literal), do rapper Lil Pump. No vídeo, o ator interpreta o médico de uma clínica de reabilitação que, ao invés de ajudar os pacientes, fica “chapado” com eles. Antes mesmo de ser demitido de “Two and a Half Men”, em meio a uma briga com o criador Chuck Lorre, seguida por um mergulho público nas drogas, Sheen já tinha diversas vezes por clínicas de reabilitação graças ao seu vício. Mais recentemente, ele revelou ter sido diagnosticado com HIV positivo. “Drug Addicts” é a primeira música do segundo álbum de Lil Pump, que estreou no mercado fonográfico em 2017.












