Christopher Robin: Nova fábula com atores da Disney ganha vídeos fofinhos
A Disney divulgou um trailer e um vídeo de bastidores de “Christopher Robin”, a próxima fábula com atores baseada no catálogo de animações clássicas do estúdio, com personagens de “O Ursinho Pooh”. A prévia é fofinha e repete uma mensagem que a Disney reprisa desde “Mary Poppins” (1964), sobre a importância de adultos não esquecerem como é ser criança. A diferença para outras versões live action recentes da Disney é que desta vez a trama não recicla a história de um desenho animado ou de um dos livros de A.A. Milne, criador de Pooh. A premissa é inédita, ainda que remeta a um filme de Steven Spielberg: “Hook” (1991), sobre o Peter Pan adulto. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano de Milne, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo por ter que demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. A prévia mostra que Robin aceita a aventura e é bem-sucedido, mudando sua visão de mundo. Mas ainda assim os bichinhos acham que precisam ajudar o velho amigo e decidem ir todos juntos procurar a família de Christopher Robin. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Curiosamente, os dois já tinham participado de outras fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). O elenco ainda inclui os dubladores dos bichinhos: Jim Cummings (Pooh), Peter Capaldi (Abel), Chris O’Dowd (Tigrão), Nick Mohammed (Leitão) e Toby Jones (Corujão). A produção da Disney é o segundo filme recente sobre Christopher Robin. “Adeus Christopher Robin” mostrava a infância real do menino e trazia Domhnall Gleeson e Margot Robbie no papel de seus pais. Apesar desse elenco e do apelo da produção, foi lançado em março diretamente em streaming no Brasil. “Christopher Robin” tem direção de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e estreia marcada para 2 de agosto no país, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Produtores de Hollywood “atropelam” resgate por direito de filmar tragédia dos meninos da Tailândia
Dois produtores de Hollywood foram até a Tailândia para acompanhar o resgate dos meninos que ficaram presos em uma caverna no Norte do país junto com o treinador do time de futebol do qual fazem parte. Os americanos Michael Scott e Adam Smith planejam um filme sobre a tragédia da equipe dos Wild Boars (Javalis Selvagens). “Haverá outras empresas de produção chegando, por isso temos que agir muito rapidamente”, disse Smith a um site australiano de notícias, quando foi perguntado se suas ações podem ser vistas como insensíveis em um momento tão delicado. Enquanto mergulhadores enfrentavam o difícil percurso para trazer os garotos, com idades entre 11 e 16 anos, à segurança, durante a operação de resgate, os produtores realizavam entrevistas preliminares nos arredores da caverna de Tham Luang e buscavam registrar os direitos exclusivos das suas histórias. Scott, sócio-direitor da produtora cristã Pure Flix, afirmou que a empresa também já pensa em levar um roteirista ao local. “Eu vejo isso como um grande filme de Hollywood com os maiores astros do Cinema”, disse Scott à agência Australian Associated Press. A empresa Pure Flix é conhecida por produzir filmes cristãos maniqueístas, que fazem propaganda de uma agenda evangélica de direita. Um de seus títulos mais famosos foi “Deus Não Está Morto” (2014), que ganhou uma sequência voltada a pressionar mudanças de leis no Congresso americano. A história do time de futebol, que passou 17 dias preso numa caverna submersa, teve uma repercussão mundial similar ao desastre dos mineiros do Chile, que ficaram soterrados durante 69 dias. Este desastre também virou filme, “Os 33”, estrelado por Antonio Banderas e Rodrigo Santoro em 2015. Mas, neste caso, o produtores esperaram os mineiros serem resgatados, reencontrarem suas famílias e retomarem suas vidas, antes de pensar em fazer dinheiro com suas tragédias.
Castle Rock: Trailer da série de terror inspirada em Stephen King destaca intérprete do palhaço Pennywise
A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia coloca foco no personagem de Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”), um prisioneiro encontrado sem registros num buraco da prisão de Shawshank, que quando começa a falar se torna ainda mais misterioso. Ao som do clássico “Lonesome Town”, de Ricky Nelson, o resto do vídeo passeia pela cidade que batiza a produção, em que cada centímetro “é manchado por seus próprios pecados” – e imagens sinistras reforçam a frase dita por um personagem. É a descoberta do prisioneiro sem nome que traz à cidade o personagem de André Holland (“Moonlight”), considerado o protagonista da série. E para obter respostas, ele também vai encontrar o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de nenhum livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. O elenco da atração também inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia marcada para 25 de julho.
Netflix testa assinatura mais cara e diminui capacidade de planos existentes
A Netflix incluiu o mercado brasileiro em seu teste de um novo plano mais caro do que os existem atualmente. Ele é chamado Ultra e se posiciona acima do Premium, que era o mais caro disponível. A empresa oferece duas opções diferentes de preços para o novo plano: R$ 45,90 e R$ 53,90. A diferença visa descobrir o quanto os usuários estariam dispostos a pagar por melhorias no streaming. No Ultra, os clientes teriam acesso a filmes e séries em resolução 4K com suporte para HDR, uma tecnologia presente nas TVs mais recentes que melhora brilho e contraste das imagens. E para tornar o plano ainda mais atrativo, a Netflix está “piorando” o que já oferece. A assinatura Premium, que já oferece resolução 4k e hoje sai por R$ 37,90 ao mês, passaria a permitir a reprodução simultânea de apenas duas telas, em vez das quatro que são oferecidas atualmente. Assim, quem quiser acessar Netflix por quatro dispositivos, precisará assinar o Ultra. Para aumentar ainda mais diferença, o pacote básico, cujo valor é de R$ 27,90, também sofrerá deterioração, passando a incluir apenas uma transmissão por vez, e não mais duas. Como trata-se de um teste, é possível que a nova política de preços não seja efetivamente aplicada ao mercado. A empresa constantemente realiza testes desse tipo que podem ou não se tornarem realidade, dependendo dos resultados. Em comunicado, a empresa afirmou: “Nós testamos continuamente novas coisas na Netflix e esses testes normalmente variam em duração. Nesse caso, estamos testando preços e recursos ligeiramente diferentes para entender melhor como os consumidores valorizam a Netflix. Nem todo mundo vai ver esse teste e talvez não possamos oferecer os preços ou recursos específicos contemplados”.
Festival de Gramado 2018 terá predomínio de filmes cariocas
A organização do 46ª edição do Festival de Gramado divulgou a seleção de suas mostras competitivas, chamando atenção para o predomínio de filmes cariocas. Dos nove títulos selecionados para competição de longas brasileiros, cinco vem do Rio de Janeiro – mais da metade. Os demais são dois filmes de São Paulo, um do Paraná e outro do Rio Grande do Sul. São dois títulos a mais que a competição do ano passado, mas sem incluir nenhuma produção das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste na disputa ao Kikito 2018. Também foram revelados os cinco títulos estrangeiros da disputa entre longas latinos – número ainda muito baixo para um festival que pretende ser referência sul-americana. Um deles, por sinal, é uma coprodução brasileira, “Las Herederas”, dirigida pelo paraguaio Marcelo Martinessi, que já venceu o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim. Entre os destaques da competição nacional, estão a animação “A Cidade dos Piratas”, do animador gaúcho Otto Guerra, que adapta as tiras dos “Piratas do Tietê”, de Laerte, a cinebiografia “Simonal”, dirigida por Leonardo Domingues, “O Banquete”, de Daniela Thomas, passado em um cenário fechado, e “Ferrugem”, de Aly Muritiba, premiado no Festival de Seattle e exibido no Festival de Sundance. Além dos filmes, também foram reveladas as homenagens deste ano. O Troféu Eduardo Abelin será entregue ao cineasta Carlos Saldanha, de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O touro Ferdinando”, indicado duas vezes ao Oscar. Já o Troféu Cidade de Gramado irá para ator Ney Latorraca, pela carreira de 23 filmes. O festival acontece entre 17 e 25 de agosto no Rio Grande do Sul, e sua abertura acontecerá com a première nacional de “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues. Veja abaixo a lista completa dos filmes selecionados para a competição. LONGAS BRASILEIROS “10 Segundos Para Vencer” (RJ), de José Alvarenga Jr. “O Banquete” (SP), de Daniela Thomas “Benzinho” (RJ), de Gustavo Pizzi “A Cidade dos Piratas” (RS), de Otto Guerra “Correndo Atrás” (RJ), de Jeferson De “Ferrugem” (PR), de Aly Muritiba “Mormaço” (RJ), de Marina Meliande “Simonal” (RJ), de Leonardo Domingues “A Voz do Silêncio” (SP), de André Ristum LONGAS ESTRANGEIROS “Averno” (Bolívia/Uruguai), de Marcos Loayza “Las Herederas” (Paraguai/Brasil/Uruguai/França/Alemanha), de Marcelo Martinessi “Mi Mundial” (Uruguai/Argentina/Brasil), de Carlos Morelli “Recreo” (Argentina), de Hernán Guerschuny e Jazmín Stuart “Violeta al Fin” (Costa Rica/México), de Hilda Hidalgo CURTAS BRASILEIROS “À Tona” (DF), de Daniella Cronemberger “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta V. Nunes “Aquarela” (MA), de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel “Estamos Todos Aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer “Guaxuma” (PE), de Nara Normande “Kairo” (SP), de Fabio Rodrigo “Majur” (MT), de Rafael Irineu “Minha Mãe, Minha Filha” (SP), de Alexandre Estevanato “Nova Iorque” (PE), de Leo Tabosa “Plantae” (RJ), de Guilherme Gehr “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira “Torre” (SP), de Nádia Mangolini CURTAS GAÚCHOS – PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA “À Sombra” (Canoas), de Felipe Iesbick “O Abismo” (Sapucaia do Sul), de Lucas Reis “Antes do Lembrar” (Porto Alegre), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes “Coágulo” (São Leopoldo), de Jéssica Gonzatto “O Comedor de Sementes” (São Leopoldo), de Victoria Farina “Um Corpo Feminino” (Porto Alegre), de Thais Fernandes “Entre Sós” (Porto Alegre), de Caetano Salerno “Fè Mye Talè” (Encantado), de Henrique Both Lahude “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina” (Pelotas), de Tiago Ribeiro “Gasparotto” (Porto Alegre), de Zeca Brito “Grito” (Santa Maria), de Luiz Alberto Cassol “Maçãs em Fogo” (Porto Alegre), de Bruno de Oliveira “Movimento à Margem” (Porto Alegre), de Lícia Arosteguy e Lucas Tergolina “Mulher Ltda” (Canoas), de Taísa Ennes “Nós Montanha” (Porto Alegre), de Gabriel Motta “Pelos Velhos Tempos” (Porto Alegre), de Ulisses da Motta “Sem Abrigo” (Porto Alegre), de Leonardo Remor “Subtexto” (Caxias do Sul), de Cristian Beltrán “Vinil” (Porto Alegre), de Catherine Silveira de Vargas e Valentina Peroni Freire Barata “O Viúvo” (Porto Alegre), de Luiz Carlos Wolf Chemale
Ghoul: Série de terror indiana da Netflix ganha trailer demoníaco
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Ghoul – Trama Demoníaca”, sua segunda série indiana. Trata-se de um terror sobrenatural, que mistura terrorismo e possessão demoníaca. A prévia revela como um interrogatório acaba dando terrivelmente errado, prendendo soldados com um demônio no interior de uma instalação militar. A 1ª temporada de “Ghoul” terá apenas três episódios, todos escritos e dirigidos por Patrick Graham (criador da série indiana “Phir Se”). A produção é do estúdio Blumhouse, responsável pelos sucessos de terror “Fragmentado” e “Corra!”, e é estrelada por astros indianos como Radhika Apte (de “Jogos Sagrados”, a primeira série indiana da plataforma) e Manav Kaul (“Maroon”). “Ghoul” é a mais recente aposta internacional da Netflix, após sucesso com produções alemãs (“Dark”), espanholas (“La Casa de Papel”), mexicanas (“Club de Cuervos”), francesas (“Marseille”), brasileiras (“O Mecanismo”) e dinamarquesas (“The Rain”). Todos os episódios serão disponibilizados em 24 de agosto.
Acionista minoritário da Fox entra com processo para impedir venda para a Disney
Um acionista da 21st Century Fox decidiu travar a venda da empresa para a Disney. Robert Weiss entrou com uma ação na Justiça americana para impedir a negociação, em nome de outros acionistas minoritários da companhia. Segundo o processo, dados financeiros da Fox foram omitidos ou exagerados no relatório enviado para o governo americano a fim de que a compra pela Disney fosse aprovada, o que aconteceu no último dia 27 de junho. Os dados estariam incompletos no que se referem a investimentos ou lucros previstos no serviço de streaming Hulu e no canal pago britânico Sky, por exemplo. O Departamento de Justiça dos EUA deu o aval para a transação e só fez uma exigência: de que a Disney abrisse mão das emissoras regionais esportivas da Fox, o que foi prontamente acatado pela empresa. O processo de Weiss pode atrasar e até bloquear a finalização da compra. Tudo depende da decisão do juiz, que não deve sair tão cedo. Isso também dá mais fôlego para a rival da Disney na aquisição, a Comcast, que já é dona da Universal. O lance final da Disney foi de US$ 71,3 bilhões e precisou ser aumentado após a Comcast oferecer US$ 65 bilhões. Analistas do mercado financeiro acreditam que a Comcast planejava um novo lance, mas foi atropelada pela decisão da Justiça americana. A aprovação da compra da Fox pela Comcast não seria fácil de ser aprovada, pois a empresa já teve grandes dificuldades e sofreu diversas restrições ao comprar a Universal. Isto porque, enquanto o negócio da Fox com a Disney é horizontal, entre empresas iguais, a negociação com a Comcast é vertical, entre uma empresa distribuidora (internet, acesso à cabo) e outra criadora de conteúdo e dona de canais, o que criaria um monopólio de serviços.
Janet Mock se torna primeira transexual negra a produzir, escrever e dirigir uma série de TV
A produtora Janet Mock entrou para a história da TV no domingo (8/7), quando o canal pago FX exibiu o sexto episódio da série “Pose”. Ela se tornou a primeira negra transexual a produzir, escrever e dirigir um episódio de uma série de TV. Ela comemorou o feito no Instagram. “Não deixe meu sorriso engá-lo. Estava muito nervosa por fazer algo que nunca tinha feito, um trabalho que parecia ser reservado para homens brancos, uma posição na indústria que raramente convida mulheres e/ou pessoas de cor para sentar em uma cadeira de direção”, opinou Mock. “Você escreveu este roteiro, você sabe os personagens. Você ajudou a moldá-los, fazê-los. Você consegue. E sua vida inteira como uma garota trans negra te prepara para tantos desafios.” “Ser a primeira da sua família a ir para a faculdade, conseguir um mestrado, trabalhar como jornalista, sair do conforto e segurança de contar outras histórias para realmente contar as suas próprias histórias, escrever dois livros de memórias, ser a primeira transexual de cor contratada entre roteiristas… e sim, ser a primeira a escrever e dirigir um episódio de televisão”, completou Mock. Vale lembrar que já houve uma transexual branca que fez tudo isso com sucesso em vários episódios de uma série, a cineasta Lena Wachowski, criadora de “Sense8” na Netflix. Por sinal, “Pose” estreou em junho nos Estados Unidos com outra marca para a comunidade LGBTQIA+, ao escalar o maior elenco com atores transgêneros na história da televisão. Criada por Steven Canals (série “Dead of Summer”), Brad Falchuk e Ryan Murphy (a dupla de “American Horror Story”), “Pose” se passa na cena dançante de Nova York entre os anos 1980 e 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca em sua época. A 1ª temporada se encerra em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+. This was taken under the amber light of the #posefx ballroom on my first shoot as a Director. Don’t let the smile fool you: I was nervous af about doing something I had never done before, a job that seemed to be reserved for white men, a position in the industry that rarely invited women and/or people of color to sit in the director’s chair. I doubted whether I had the skills and experience to be a director. But I was pushed by @mrrpmurphy who told me I could (“you’re naturally bossy…like me”) and used his Half Initiative to make it happen. But still I had to talk myself through self-doubt (like so many “firsts” have done before me) by saying, “You wrote this script. You know these characters. You helped shape them, make them, move them. You got this, and your whole life as a black trans girl with all your experiences have prepared you for so many unknowns — from being the first in your family to go to college, to get a masters, to work as a journalist, to leave the safety of telling others stories to actually tell your own story, to write two memoirs that centered #girlslikeus, to be the first trans woman of color to be hired in a writer’s room…and yes, the first to write and direct an episode of television. You can do this, will do this and are deserving.” I couldn’t do it alone — no director can. I thank my mentors @mrrpmurphy & @gwynethhorderpayton for pushing, nurturing and supporting me, my DP @simondennis_dop for making it all seem so easy, my first AD Deanna Leslie Kelly, my production designer @jame03, HMU @wigorama @barryleemoe @sherrilaurence, @eriberryk and @tanasepopa for being architects, my editor Shelly Westerman, the marvelous @alexisvmw, my ❤️ @svcanals and the entire crew and the cast especially @theebillyporter, @katemara, @indyamoore, @mjrodriguez7, @evanpeters, and our guest star @johnnysibilly who gave all of themselves to episode 6. LOVE IS THE MESSAGE — and there was no way to write, prep and shoot this script without that LOVE. I hope you enjoy “Love Is the Message” tonight on @fxnetworks. @poseonfx airs at 9PM. Uma publicação compartilhada por Janet Mock (@janetmock) em 8 de Jul, 2018 às 9:07 PDT
Djimon Hounsou viverá o Mago poderoso do filme Shazam!
Após viver um vilão da Marvel (Korath em “Guardiões da Galáxia”), o ator Djimon Hounsou vai se juntar aos heróis da DC. Ele entrou no elenco de “Shazam!”. No filme, Hounsou será o Mago (antigamente conhecido como Shazam) que concede ao jovem Billy Batson (Asher Angel, de “Andi Mack”) o poder de se transformar no super-herói musculoso (Zachary Levi, da série “Chuck”). Ele assume o papel após o ator Ron Cephas Jones (da série “This Is Us”), originalmente escalado como o Mago, deixar a produção em função de conflitos na sua agenda. Leitores eventuais dos quadrinhos devem lembrar que o personagem, introduzido há 79 anos por C. C. Beck, criador do Capitão Marvel (atualmente conhecido como Shazam), era um homem branco, de roupas brancas e longa barba branca. Mas o reboot mais recente da DC mudou tudo, transformando-o… não exatamente num negro, mas num aborígene. Veja acima. A trama também alterou seu nome, para diferenciá-lo do herói – Capitão Marvel virou Shazam após problemas com a editora Marvel. Ele revelou que na verdade era Mamaragan, o deus do trovão da mitologia aborígene. Por isso, a escalação de um ator africano para o papel é etnicamente incorreta. Enfim… O filme vai contar a nova versão da origem de Shazam, conforme apresentada nos quadrinhos a partir de 2011. Por isso, quem lembra do personagem como Capitão Marvel será surpreendido com uma trama completamente diferente da estabelecida nos anos 1940, quando ainda era publicado pela Fawcett Comics, e até mesmo de seu resgate nos anos 1970, quando virou herói da DC. Toda a trajetória do personagem foi zerada no evento “Novos 52”, que reformulou não só Shazam, mas também os coadjuvantes da sua família – antigamente chamada de Família Marvel. Pelo menos, o básico do personagem continua. Ele é um menino franzino chamado Billy Batson que vira um super-herói adulto e fortão ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” é o segundo filme na fila de estreias dos heróis da DC – após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. A previsão de estreia é para abril de 2019.
George Clooney sofre acidente de trânsito na Itália
O ator George Clooney passou por um susto na Itália, onde está gravando cenas para a minissérie “Catch-22” da HBO. De acordo com a imprensa italiana, ele sofreu um acidente ao ir para o set, envolvendo a colisão de sua scooter com um carro. Apesar de ter sido levado ao hospital, não houve lesões sérias. O canal pago americano NBC News informou nesta terça-feira (10/7) que Clooney foi liberado após passar por exames de rotina e por uma ressonância magnética. O acidente aconteceu em um intervalo da gravação da minissérie na Sardenha. “Segundo a polícia, às 8h da manhã, George Clooney estava andando em sua scooter na rodovia em direção à Olbia. O carro não respeitou a faixa e bateu nele. O motorista do carro chamou uma ambulância. A ressonância deu negativa e ele não teve lesões sérias”, informou a NBC News. Clooney relatou um impacto na pélvis e hematomas no joelho e no braço, segundo o jornal italiano La Nuova Sardenha e a agência de notícias EFE. Além de atuar, Clooney produz e estrela “Catch-22”, adaptação do famoso romance “Ardil-22” (1961) de Joseph Heller, que acompanha alguns pilotos americanos na ilha de Pianosa (Itália) durante a 2ª Guerra Mundial. Já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols, a nova versão do clássico pacifista foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). A trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também inclui Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista.
Nego do Borel se solta e impacta em clipe com beijão em modelo
O canal do produtor Kondzilla divulgou o novo clipe de Nego do Borel, “Me Solta”. E ele já é o número 1 entre os mais vistos no YouTube nacional. Não é à toa. No vídeo dirigido por Lucas Romor, a força do pancadão e o refrão contagiante colocam o morro para dançar, transformando em baile funk as ruas do Borel, no Rio, onde personagens coloridos se multiplicam em coreografias espontâneas. O mais colorido, claro, é o próprio Nego de cabelo tingido de loiro, batom, salto alto, bolsa e camiseta vermelha-cheguei bem justa, num modelito que exalta a vontade de dançar descrita pela canção, numa referência ao espírito alegre LGBT e às mulheres que querem ter direito de dançar sem ser importunadas – “me solta, p*rra”. A surpresa para quem acompanha a carreira do funkeiro, que já aprontou em outros clipes com Anitta, Maiara e Maraísa, é que Borel se soltou mesmo, com beijão na boca do modelo Jonathan Dobal, um dos bonitões que integram o programa “Ferdinando Show”, no Multishow. O resultado impactou. Os fãs curtiram, decoraram facinho o refrão e em poucos minutos lotaram a página do YouTube de comentários, falando principalmente do beijo. Preconceituosos formaram minoria pouco barulhenta, diante de quem saiu rindo do babado, ainda que atordoado pelo pancadão a 150 bpms. Mas também teve politicamente correto que achou uma afronta ao movimento LGBT – não pode, porque ele é hetero e tem foto com Bolsonaro, como se também não tivesse foto com a bandeira do arco-íris – , provando mais uma vez que a militância de esquerda é tão moralista quanto os movimentos mais reacionários de tradição, família e propriedade – se solta, p*rra.
Nicki Minaj vira sereia e rola seminua no mar em clipe com Ariana Grande
Nicki Minaj divulgou o clipe de “Bed”, sua nova parceria com Ariana Grande. Apesar do título falar em cama, a maioria das sequências se passam à beira-mar, onde Nicki rebola e rola seminua, até virar sereia. Já Ariana Grande passa o clipe inteira seca e comportada. A direção é de Hype Williams, que costumava ser literalmente o hype dos clipes de rap, mas desta vez entrega um trabalho bastante convencional, entre uma produção softcore e um comercial da Beats by Dre. Como curiosidade, os rapazes que aparecem ao final são jogadores do futebol americano – Odell Beckham Jr. e Brad Wing. A própria Nicki Minaj deve ter achado que o clipe podia ter ficado melhor, já que, junto da divulgação, anunciou nas redes sociais que em breve revelaria outra versão com outro diretor. “Bed” é o segundo clipe extraído do próximo álbum da rapper, “Queen”, que chega em 10 de agosto. Antes, ela lançou “Chun-Li”, que lhe rendeu um Top 10 na parada da Billboard.
Billy Dee Williams vai voltar a viver Lando Calrissian em Star Wars
O último dos rebeldes originais vai voltar à luta. Billy Dee Williams teve seu retorno confirmado a uma galáxia muito distante. O ator voltará a interpretar Lando Calrissian, papel que consagrou em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), no desfecho da nova trilogia, “Star Wars: Episódio IX”. Nos últimos anos, Williams voltou ao viver Calrissian em várias séries de desenhos animados e videogames. O personagem é uma dos mais populares no universo de Star Wars e apareceu de uma forma importante no prólogo “Han Solo: Uma História Star Wars” neste ano, em versão jovem interpretada por Donald Glover. Ainda sem título oficial, o “Episódio IX” é o próximo da franquia espacial e será dirigido por J.J. Abrams, que comandou “Star Wars: O Despertar da Força”. O filme voltará a reunir Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac e Adam Driver, entre outros, e recentemente anunciou Keri Russell (da série “The Americans”) como uma das novas adições ao elenco. A estreia está marcada para 19 de dezembro de 2019 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












