Amazon encomenda duas temporadas de nova série de terror antológico com temática racial
A Amazon deu sinal verde para a produção da uma nova série de antologia de terror. Intitulada “Them”, a série terá matizes raciais ganhou encomenda de duas temporada, com roteiro do estreante Little Marvin, produção de Lena Waithe (criadora de “The Chi”, foto acima) e execução da Vertigo, uma divisão da Sony. A 1ª temporada vai se chamar “Them: Covenant” e será ambientada em 1952. A trama acompanhará Alfred e Lucky Emory, que se mudam com sua família da Carolina do Norte para um bairro predominantemente branco em Los Angeles, onde sua nova casa marca o ponto de partida de terrores sobrenaturais e da vida real que eles deverão enfrentar. Waithe falou sobre o trabalho de Little Marvin, que atuará na série como roteirista e produtor-executivo. “O roteiro do Little Marvin ficou comigo por semanas depois de eu tê-lo lido. Ele escreveu algo que é provocativo e aterrorizante. A 1ª temporada fala sobre o quão assustador era ser negro em 1953. Também nos lembrará que ser negro em 2018 segue sendo horripilante.” A presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke, comemorou a novidade durante sua participação no evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). “A série é assustadora e viciante, além de ser provocativo e socialmente relevante. Estamos entusiasmados por estar trabalhando com a incrivelmente talentosa Lena Waithe”, disse, em tom de comunicado para a imprensa. Ainda não há data de lançamento para a nova série de terror.
Diretores dos Vingadores vão criar uma “franquia global” para a Amazon
A Amazon aproveitou o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos) para anunciar uma parceria com a produtora AGBO Studios, dos irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. Pelo acordo, Joe e Anthony Russo vão desenvolver “uma franquia global inovadora”, definida como “um conceito ambicioso destinado a cativar a audiência do Prime Video e redefinir os limites da arte narrativa”. “Os irmãos Russo tiveram um impacto significante de excelência na cultura pop com ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Capitão América: Guerra Civil”, disse Jennifer Salke, presidente do Amazon Studios. “Eles trouxeram um nível de escala e execução para estes filmes que elevaram o nível de expectativa do público em todo o mundo e mal podemos esperar que eles façam o mesmo por nós neste projeto para nossos clientes e assinantes. Estamos entusiasmados em trabalhar com Joe e Anthony Russo enquanto eles constroem essa incrível e multifacetada franquia internacional”. Em vídeo exibido no evento da TCA, os diretores-produtores acrescentaram que estariam “contratando talentos de todo o mundo” para seu projeto, que chamaram de “uma grande aventura global”. Soa misterioso, e fica ainda mais com a comparação da produção a uma nave-mãe que dará origem a várias outras atrações realizadas em diferentes países, criando um universo interligado de “múltiplas camadas”. Nada mais se sabe a respeito desse projeto, ainda sem título ou cronograma de produção.
Roteiristas de Star Trek vão desenvolver a série do Senhor dos Anéis para a Amazon
A Amazon anunciou os nomes dos encarregados por desenvolver a série baseada em “O Senhor dos Anéis. A dupla John D. Payne e Patrick McKay, que trabalhou em “Star Trek: Sem Fronteiras” e em sua vindoura continuação, foi escolhida para levar “fãs, elfos e os assinantes” do Amazon Prime Video para uma jornada inédita pela Terra Média. Sobre o envolvimento no projeto, Payne e McKay comentaram, em comunicado: “Estamos extremamente felizes em fazer uma parceria com a Amazon para dar vida a este projeto. Nós nos sentimos como Frodo, partindo do Condado, com uma grande responsabilidade aos nossos cuidados – é o começo da aventura de uma vida”. Mais detalhes sobre esta jornada ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake do filme, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke. Ela também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que também serviu de locação para as adaptações cinematográficas de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. “Acho que devemos filmar na Nova Zelândia. Eu não sei, mas ter que ir em algum lugar interessante, que possa fornecer essas locações de uma maneira realmente autêntica, porque queremos que pareça incrível. Não há escassez de ambição para esse projeto. Nós vamos aonde precisarmos ir para que isso aconteça”. O projeto está orçado em cerca de US$ 1 bilhão, com previsão para ter cinco temporadas.
Globo anuncia concorrência com a Netflix no Brasil, mas projeto de streaming é de “terceira”
A Globo apresentou mais detalhes de seu projeto de streaming. Durante o Pay-TV Forum 2018, evento destinado a discutir rumos para a TV paga no Brasil, João Mesquita, diretor-geral do Globo Play, revelou que a estratégia é muito mais ambiciosa que oferecer produções exclusivas da emissora. Ele apresentou o projeto como se fosse supostamente um serviço para rivalizar com a Netflix no Brasil, com um grande catálogo de filmes e séries internacionais dos principais estúdios de Hollywood. “Vamos ser tão grandes quanto qualquer player internacional”, exaltou Mesquita. O discurso impressionou os repórteres presentes ao evento, que repercutiram a comparação com a Netflix em vários artigos publicados nesta terça (31/7). Entretanto, obstáculos do mercado e falta de prioridade interna na própria Globo impedem a materialização desta ambição. O negócio é, no fundo, o que o Globo Play já oferece – sem impressionar – , com um pouco de gordura para aumentar o caldo. Para começar, os filmes não seriam inéditos para quem tem TV paga. Mesquita informou que eles passariam primeiro no Telecine e na plataforma online do Telecine, que também pertencem ao conglomerado Globo. Assim, o “novo” serviço de streaming seria, na verdade, uma “terceira janela” para filmes, à frente apenas da exibição na TV aberta. A maioria das séries também seriam reprises de programas da TV paga. À exceção de “The Good Doctor”, que o Globo Play adquiriu com exclusividade, as demais citadas no evento são produções antigas. “The Big Bang Theory”, “House” e “Arquivo X” já foram inclusive exibidas na TV aberta, embora duas ainda tenham episódios novos em produção. Outros títulos citados foram a badalada “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, e a série de super-heróis “The Gifted”, ambas disponíveis em canais por assinatura. Séries produzidas pela Globosat (Multishow, GNT e Gloob) estariam no projeto, mas enfrentam a mencionada falta de prioridade do serviço no organograma da Globo. Assim como no caso do Telecine, que continuará sendo o principal destino dos filmes, cada canal decidirá internamente se aceita ter seus produtos adiantados no streaming. “A decisão de quem vai exibir primeiro vem depois”, disse o diretor-geral. Mas a informação é que os canais pagos do grupo só cederão programas antigos, para não canibalizar as assinaturas de TV. Restariam, portanto, as produções exclusivas da TV aberta. Séries como “Ilha de Ferro” e “Assédio”, que chegariam primeiro ao streaming, antes de passar na TV. O Globo Play atual já tem feito isso com atrações da Globo desde “Supermax” e chegou a exibir “Carcereiros” com nove meses de antecedência. Mas isto não rendeu audiência significativa. Segundo o executivo, o Globo Play é acessado todo mês por mais de 20 milhões de usuários. A maioria busca conteúdo gratuito, como o acesso online à programação ao vivo e trechos de novelas e programas. A quantidade de pagantes pelo serviço, contudo, é “irrelevante”, ele revelou. A aposta é que isso mude com a nova programação. Ou seja, no fundo, o objetivo desse reforço no catálogo de séries e filmes não visa realmente concorrer com a Netflix – nem poderia ser, da forma como foi apresentado – , mas convencer os usuários a assinar o serviço, que atualmente custa R$ 18,90 mensais e quase não tem atrativos exclusivos. Entretanto, se não receber maior prioridade na Globosat, dificilmente conseguirá ser mais que o primo pobre que fica com as sobras da empresa – um streaming de “terceira” janela. Um último detalhe diz respeito ao nome do serviço. Embora tenha apresentado o serviço como um Globo Play vitaminado, Mesquita não descartou levar a sério a piada do nome Globoflix. A Globo chegou a registrar este nome, que tem sido usado na mídia de forma pejorativa para se referir ao negócio. Mas, no ano passado, a Netflix começou a processar todas as empresas que usam o sufixo flix em algum tipo de serviço de streaming. A Sexflix, da produtora Brasileirinhas, foi a primeira a receber notificação no Brasil.
Jennifer Lopez vai receber homenagem do VMA 2018, a premiação de clipes da MTV
A cantora e atriz Jennifer Lopez será a grande homenageada da próxima premiação de clipes da MTV, o VMA (Video Music Awards) 2018. Ela foi a escolhida para receber o troféu Michael Jackson Video Vanguard Award. Além de receber o prêmio, ela deve apresentar um medley com os seus maiores sucessos na cerimônia, marcada para 20 agosto. A participação marcará um retorno de Jennifer Lopez ao maior evento da MTV, após 17 anos. A última vez que ela apareceu no VMA foi em 2001. O Video Vanguard Award é concedido desde 1984, e foi rebatizado em homenagem a Michael Jackson a partir de 1991. P!nk, Rihanna, Kanye West, Beyoncé, Justin Timberlake e Britney Spears foram alguns dos artistas anteriormente agraciados com o troféu. Com uma carreira que abrange quase três décadas, iniciada como dançarina no palco do programa humorístico “In Living Colour” em 1991, Jennifer Lopez estourou na música, no cinema e na televisão, e atualmente se destaca também longe dos holofotes, como produtora de séries como “Shades of Blue”, “Os Fosters – Família Adotiva” e o spin-off desta, a vindoura “Good Trouble”, além do reality “World of Dance”. Entre um e outro hit, ela ainda apadrinhou alguns diretores que depois estouraram no cinema, como Francis Lawrence (das duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”), e na TV, como Melina Matsoukas (da série “Insecure”), graças a clipes de sucesso. De fato, tantas atividades paralelas não impediram sua videografia de se tornar bastante extensa e influente, de “Baila”, em 1998, até “Dinero (song)” neste ano – títulos que, de certo modo, também ajuda a resumir sua carreira, dos passos de dança à fortuna conseguida com a consagração profissional.
Foto do filme da Turma da Mônica revela visual de Paulo Vilhena como pai do Cebolinha
A produção do filme “Turma da Mônica: Laços” divulgou a primeira foto de Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como Seu Cebola, o pai de Cebolinha. Irreconhecível, ele aparece na foto com os tradicionais fios de cabelo arrepiados do personagem e uma toalha no ombro enquanto faz ovos mexidos. O elenco adulto também inclui Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”), Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) e Rodrigo Santoro (série “Westworld”). O longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura do trabalho original de Mauricio de Sousa, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi com uma trama mais adulta e repleta de referências à cultura pop dos anos 1980. Os autores da graphic novel assinam o roteiro da adaptação, que tem direção de Daniel Rezende (de “Bingo, o Rei das Manhãs”) e acompanha Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali na pré-adolescência, durante uma jornada de perigos e aventura em busca do cão Floquinho, que fugiu. O elenco infantil foi escolhido após uma longa seleção, que chegou a ter mais de 7,5 mil inscritos. As crianças são Giulia Benite como Mônica, Laura Rauseo como Magali, Kevin Vecchiato como Cebolinha e Gabriel Moreira como o Cascão. Todos são estreantes. As filmagens se encerram nesta semana, mas a estreia só vai acontecer em 2019.
Filme Tubarão pode ajudar a polícia a solucionar assassinato misterioso dos anos 1970
O clássico “Tubarão” (1975) pode conter pistas sobre um crime não solucionado dos anos 1970, que ficou conhecido como o assassinato da “Senhora das Dunas” (Lady of the Dunes). Em 1974, uma mulher foi assassinada em Provincetown, no Estado de Massachusetts. Seu corpo foi descoberto das dunas da praia da região e sua identidade jamais foi descoberta pela polícia. O caso voltou à tona nos Estados Unidos em 2006, ao ser resgatado na série de TV “Haunting Evidence”. Mas o escritor Joe Hill, filho de Stephen King, autor de livros de terror e roteirista de cinema, acredita ter desvendado parte do mistério em 2015, quando reviu o filme de Steven Spielberg. Ele havia acabado de ler “The Skeleton Crew”, da autora Deborah Halber, livro sobre crimes não resolvidos, que abordava o caso da “Senhora das Dunas”, quando foi assistir a uma sessão da versão restaurada do longa. E durante uma cena, percebeu uma figurante extremamente parecida com a mulher misteriosa, inclusive usando roupas similares às que a polícia encontrou com o corpo da vítima. “‘A Senhora das Dunas’ ainda estava viva em junho, e as filmagens de ‘Tubarão’ foram um grande negócio localmente”, escreveu Hill em um post de 2015. “Não seria nenhuma surpresa se uma garota local decidisse tirar alguns dias para explorar a Vineyard.” Esta teoria foi resgatada no recente podcast “Inside Jaws”, dedicado aos bastidores do filme “Tubarão”. Durante sua participação, Hill voltou a chamar atenção para a coincidência entre as duas mulheres. Segundo o escritor, a cena foi filmada em Martha’s Vineyard, a uma curta distância de Provincetown, e as roupas da figurante coincidem com as da vítima, que foi encontrada seminua vestindo calça jeans e uma bandana azul dobrada sob a cabeça. Joe Hill relatou a teoria à polícia de Provincetown, que afirmou estar interessada no assunto e que continuaria investigando o caso. Compare abaixo a representação artística da vítima e a imagem da figurante de “Tubarão”.
Encontro às Escuras: Primeiro filme estrelado por Bruce Willis vai ganhar remake da Sony
A Sony Pictures está desenvolvendo um remake de “Encontro às Escuras” (Blind Date), comédia estrelada por Bruce Willis e Kim Basinger em 1987. Segundo o site Deadline, a nova versão tentará trazer a trama para o século 21, incorporando novidades dos aplicativos de encontros como o Tinder. “Encontro às Escuras” foi o primeiro filme protagonizado por Willis e seu sucesso projetou a carreira do ator, até então conhecido apenas pela série “A Gata e o Rato” (Moonlighting). Por isso, quem aparecia em maior destaque no marketing da produção era a atriz Kim Basinger, no auge de seu status como sex symbol da década de 1980 – um ano após estrelar “9 1/2 Semanas de Amor”. Dirigido pelo mestre Blake Edwards (“A Pantera Cor-de-Rosa”), o filme original trazia Willis como Walter Davis, um viciado em trabalho que só se lembra da vida amorosa quando descobre que será obrigado a levar uma acompanhante para uma reunião com um importante cliente japonês. É quando o seu irmão arranja um encontro com Nadia (Basinger), prima de sua esposa, recém-chegada na cidade, que por acaso é linda e deslumbrante. Mas há uma ressalva: basta ela beber um pouco para ficar doidona. E, obviamente, o caos acontece. A adaptação está sendo escrita por Chris Hazzard e Michael Fontana, dupla que trabalhou na sitcom “Swedish Dicks”. Ainda não há um diretor ou elenco definidos, e tampouco um cronograma para a produção.
Fenômeno da era das discotecas, a história de Sister Sledge vai virar filme
Responsável por alguns dos hits mais contagiantes da era das discotecas, o quarteto feminino Sister Sledge terá sua trajetória transformada em filme, segundo as próprias irmãs contaram à revista Variety. Com o título de “Life Song”, o filme vai abordar a ascensão das irmãs Kim, Debbie, Joni e Kathy Sledge ao estrelato após uma juventude humilde na Filadélfia. Graças a produção do lendário guitarrista da banda Chic, Nile Rodgers, elas estouraram no mundo inteiro com canções que viraram clássicos dançantes, como “We Are Family”, “He’s the Greatest Dancer”, “As”, “All American Girls”, “Thinking of You” e “Lost in Music”. O filme vai adaptar uma autobiografia ainda não publicada, escrita por Kim Sledge, que recebeu apoio de duas das irmãs sobreviventes. As três ainda fazem shows juntas. A quarta, Joni, morreu em 2017 aos 60 anos de idade. O projeto deve registrar não apenas a história da irmãs Sledge, mas também a época em que o soul se tornou a música mais proeminente dos Estados Unidos, ao mostrar o encontro das cantores com lendas do gênero, como James Brown, Stevie Wonder e os Jackson Five – e até Elton John. “Sister Sledge participou de alguns dos momentos mais importantes do país, tanto política quanto culturalmente”, apontou Kim em entrevista para a Variety. Ainda não há previsão de estreia. Relembra abaixo os maiores sucessos das cantoras.
Os Incríveis 2 atinge US$ 1 bilhão nas bilheterias em tempo recorde
O filme “Os Incríveis 2” atingiu a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação mundial com a soma dos ingressos vendidos na segunda-feira (30/7). Trata-se da quarta estreia de 2018 a bater a marca, após “Pantera Negra” (US$ 1.34 bilhão), “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2.04 bilhões) e “Jurassic World: Reino Ameaçado” (US$ 1.23 bilhão). Ou seja, dos quatro filmes bilionários de 2018, três são da Disney. E esses três também são filmes de super-heróis. Entretanto, a produção da Disney-Pixar impressiona mais por ser apenas a sétima animação da História a entrar no clube dos bilionários. Mais que isso, chama atenção pela rapidez com que juntou o montante: apenas sete semanas – ou 47 dias. A velocidade para atingir a quantia bilionária representa um recorde no gênero, considerando que os demais títulos levaram dois meses para chegar neste valor. Por exemplo, o campeão de arrecadação “Frozen: Uma Aventura Congelante” (o atual recordista da categoria, com US$ 1.276 bilhão) levou o dobro do tempo, 14 semanas, para superar a marca. Os outros cinco filmes animados que ultrapassaram a quantia são “Minions”, “Toy Story 3”, “Procurando Dory”, “Meu Malvado Favorito 3” e “Zootopia”. “Os Incríveis 2” também é a animação de maior bilheteria de todos os tempos nos cinemas norte-americanos, com US$ 572,8 milhões arrecadados no mercado doméstico. Isto significa que o sucesso do filme foi muito maior na América do Norte, de onde vem 57% de sua bilheteria total. Contudo, “Os Incríveis 2” ainda não estreou em 14 países, incluindo grandes mercados como Japão, Itália, Espanha e Alemanha. Ou seja, sua bilheteria mundial ainda vai crescer muito.
Atores de GLOW e American Horror Story entram no filme do Coringa
O elenco do filme solo do Coringa começa a se materializar. Após a confirmação de Joaquin Phoenix (“O Mestre”) no papel-título, e de Robert De Niro (“O Mago das Mentiras”) e Zazie Beetz (“Deadpool 2”) como coadjuvantes, a produção da Warner acrescentou o comediante Marc Maron (série “GLOW”) e a atriz Frances Conroy (“American Horror Story”). Segundo a “Variety”, Maron interpretaria um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de Robert De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman. Apenas o papel de Zazie Beetz segue em segredo. A cada novo personagem revelado, mais distante a história se mostra dos quadrinhos. A Warner ainda não divulgou a sinopse oficial. Dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que também assina o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”), o filme do Coringa é considerado um projeto independente da cronologia principal das produções da DC Comics. Por isso, Jared Leto permanece como Coringa nos spin-offs de “Esquadrão Suicida”. O filme tem estreia marcada para outubro de 2019.
Dwayne Johnson dá um carrão de presente para seu dublê de 17 anos
Dwayne “The Rock” Johnson fez uma boa ação como marketing pessoal. O ator resolveu presentear seu dublê, que também é seu primo, com um carrão novo. Mas não foi nada sutil, ao transformar tudo num “evento”, gravado em vídeo, compartilhado no Instagram e com direito a textão que, além de homenagear o primo e ressaltar a importância dos dublês, serve como oportunidade para exaltar que Johnson busca a excelência em todos os filmes. Tanoai Reed trabalha como dublê de Johnson há 17 anos, desde “O Retorno da Múmia” (2001). E, segundo o ator, “já teve inúmeros ossos quebrados, muitos tendões e ligamentos torcidos”. Em reconhecimento, recebeu uma pick-up novinha como presente. “Eu te amo, irmão, e aproveite seu carro! Ao longa da minha carreira, tudo o que fiz foi com um objetivo – entregar o melhor filme possível para o mundo. E ele não apenas representa nossa família e minha carreira com carinho extremo, ele também representa uma comunidade de Hollywood que é uma espinha dorsal da nossa profissão”, escreveu o astro. O carrão chega após Tanoai ter se machucado em seu trabalho mais recente. Além dos filmes do primo, ele trabalha em blockbusters da Marvel e até na franquia “Star Trek”. A homenagem também acontece após o filme mais recente de Johnson, e provavelmente o que mais teve necessidade do trabalho do dublê, fracassar nas bilheterias. Há um mês em cartaz, “Arranha-Céu: Coragem sem Limite” fez US$ 255,9 milhões em todo o mundo e dará prejuízo, devido ao custo de US$ 150 milhões apenas com sua produção. Mas ele já tem mais nove projetos engatilhados para manter o ritmo de lançamento de três filmes por ano. SURPRISE! I love handing over keys?? I love you brother and enjoy your new truck! Over the course of my career, my stunt double (and cousin) Tanoai Reed @samoanstuntman has broken multiple bones, severed tendons, torn ligaments & just been an overall dominating bad ass achieving several “Stuntman of the Year” honors. All done with one goal in mind – deliver the best movie possible to the world. I had this custom pick up truck delivered just in time to surprise him (he’s still recovering from a stunt injury) while we give what he thought was going to be an interview about our careers together. As you’ll see the moment I put my hands on my hips, that’s the drivers cue to pull away and reveal the big surprise. Not only does Tanoai represent our family and my career with relentless commitment and passion. He also represents an entire Hollywood stunt community that is truly the backbone of our business. Love you uso and thank you for the blood, sweat, tears and years. We’re just getting started. Enjoy your new truck! #LetsRoll ?? Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 30 de Jul, 2018 às 4:55 PDT
Alan Alda, astro da série clássica M*A*S*H, revela sofrer do Mal de Parkinson
O ator Alan Alda, até hoje lembrado pelo papel de Capitão “Falcão” Pierce na série “M*A*S*H” (1972-1983), pela qual venceu cinco dos seus seis Emmys, revelou ter sido diagnosticado com Mal de Parkinson. Em entrevista ao programa “CBS This Morning”, o ator de 82 anos disse que convive com a doença já há três anos e meio, e decidiu tornar o problema público após perceber os primeiros efeitos físicos graves. “Eu tenho levado uma vida plena desde o meu diagnóstico”, ele assegurou. “Eu tenho atuado, dado palestras, ajudado da forma que eu posso no Centro Alan Alda de Ciência da Comunicação, na Universidade Stony Brook. Eu até comecei um novo podcast! Enquanto dava entrevistas promovendo tudo isso, eu comecei a perceber que estava ficando difícil controlar o movimento do meu corpo e pensei: ‘Bom, é uma questão de tempo até alguém perceber’. Eu não quero que isso seja visto como uma história triste, eu não estou triste.” Além do sucesso absoluto na televisão, Alda também teve uma indicação ao Oscar, por seu papel em “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese. Suas aparições mais recentes nas telas foram no filme “Ponte dos Espiões” (2015), de Steven Spielberg, e, neste ano, em dois episódios da série “The Good Fight”. Veja a entrevista com a revelação abaixo.












