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    Margot Robbie é confirmada como Sharon Tate no novo filme de Quentin Tarantino

    13 de maio de 2018 /

    O elenco de “Once Upon A Time In Hollywood”, o próximo filme de Quentin Tarantino, teve novos nomes anunciados. O grande destaque é a confirmação de Margot Robbie no papel de Sharon Tate. A atriz, indicada ao Oscar 2018 por “Eu, Tonya”, estava cotada para viver a ex-mulher do diretor Roman Palanski desde que Tarantino revelou o projeto. A personagem é central para a trama, tanto que o filme será lançado nos Estados Unidos no dia em que seu assassinato completará 50 anos. Para quem não lembra, Sharon Tate era uma atriz belíssima, que vivia o auge da carreira e esperava o primeiro filho de seu casamento com o diretor Roman Polanski quando foi assassinada pelos seguidores de Charles Manson em 1969. Ela foi eviscerada de forma sádica pela “Família” do psicopata em seu oitavo mês de gravidez, após Manson ordenar que um grupo de seus seguidores atacassem os moradores de uma casa em Los Angeles, acreditando que era propriedade de um produtor de discos que o rejeitara. Não era. Mesmo assim, quatro integrantes da “Família” torturaram e mataram Tate e outras quatro pessoas no local, em 9 de agosto de 1969. “Tarantino é um dos diretores que está na minha lista de coisas a realizar”, disse a atriz ao site IndieWire no início desta semana. “Desde que me lembro, sou um grande fã de Tarantino”, completou. Também se juntaram à produção os atores Tim Roth, Michael Madsen e Kurt Russel, que assim reprisam a parceria com Tarantino após a participação em “Os Oito Odiados”. Seus papéis não tiveram maiores detalhes divulgados. Eles se juntarão a Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, anteriormente anunciados. O release da Sony Pictures descreve a produção como “uma história passada em Los Angeles em 1969, no auge da era hippie de Hollywood. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate.” Pitt e DiCaprio já tinham trabalhado antes com o diretor, respectivamente em “Bastardos Inglórios” (2009) e “Django Livre” (2012). Mas nunca estiveram no mesmo longa em suas carreiras. A única vez que contracenaram foi num curta, “The Audition” (2015), interpretando a si mesmos para Martin Scorsese.

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  • Série

    Vídeo legendado de Sense8 destaca gravações em São Paulo e alegria do elenco por poder encerrar a trama

    13 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo legendado do episódio especial de duas horas que encerrará a série “Sense8”. A prévia destaca as cenas gravadas em São Paulo para a 2ª temporada, que foi um dos pontos altos da atração, para ilustrar, acompanhada por depoimentos do elenco, como a série os levou ao redor do mundo e os conectou de forma inesperada, numa experiência que prometem nunca esquecer e que estão felizes em poder encerrar de forma apropriada. A produção deste episódio especial foi uma conquista dos fãs da série. A Netflix chegou a cancelar “Sense8” de forma abrupta, o que deixaria a história sem conclusão. Mas os fãs protestaram de forma ruidosa. Diante da campanha criativa e incessante para que a série não ficasse sem desfecho, o serviço de streaming deu meia volta e se comprometeu a produzir um episódio especial de duas horas para encerrar a história. O roteiro que conclui a trama foi escrito por Lana Wachowski, criadora da série, em parceria com David Mitchell, o autor do romance que foi adaptado no filme “A Viagem” (2012) pelas irmãs Wachowski, e por Aleksandar Hemon, escritor de best-sellers – que apareceu como si mesmo num episódio de “Sense8”. O final vai voltar a reunir todo os oito “sensates” da trama: Brian J. Smith (Will), Miguel Ángel Silvestre (Lito), Tina Desai (Kala), Jamie Clayton (Nomi), Tuppence Middleton (Riley), Max Riemelt (Wolfgang), Doona Bae (Sun) e Toby Onwumere (Capheus). E será disponibilizado na plataforma de streaming no dia 8 de junho. Recentemente, o ator Miguel Angel Silvestr compartilhou uma mensagem avisando que o episódio especial de encerramento teria uma pré-estreia mundial em São Paulo, no dia 30 de maio.

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  • Filme

    O Processo: Filme do Impeachment de Dilma vence festival de documentários de Madri

    13 de maio de 2018 /

    “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que retrata o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, venceu o principal troféu do Festival Documenta Madri, na Espanha, como Melhor Documentário Internacional. O júri justificou o prêmio “pela energia e tensão com que revela a teia de interesses que subjaz a uma situação de ressonâncias globais para as quais é dado um tratamento deliberadamente simples”. O filme já tinha levado o Prêmio Silvestre e o Prêmio do Público de Melhor Filme no Festival Indie Lisboa, em Portugal, e vencido o Festival Internacional de Documentários Visions du Reel em Nyon, na Suíça. Antes disso, tinha sido escolhido pelo público como o terceiro melhor documentário da mostra Panorama, durante o Festival de Berlim.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita vira maior filme de super-heróis de todos os tempos com US$ 1,6 bilhão

    13 de maio de 2018 /

    A Marvel quebrou seu próprio recorde de arrecadação. Neste fim de semana, “Vingadores: Guerra Infinita” atingiu impressionantes US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. Trata-se da 5ª maior arrecadação de cinema de todos os tempos. E a maior entre todos os filmes de super-heróis já lançados, superando o US$ 1,5 bilhão do primeiro “Os Vingadores”, de 2012. À frente de “Vingadores: Guerra Infinita” estão apenas quatro filmes, e o primeiro da lista deverá ser ultrapassado ainda nesta semana. É que a diferença para “Jurassic World” é de somente US$ 65 milhões. Os demais estão mais distantes, pois pertencem à elite absoluta, como os três únicos filmes que renderam mais de US$ 2 bilhões: “Star Wars: O Despertar da Força” (2B), “Titanic” (2,1B) e “Avatar” (2,7B). De forma avassaladora, o novo filme de super-heróis da Marvel faturou cerca de US$ 500 milhões na última semana. Grande parte deste valor foi obtido na China, onde a produção estreou na sexta (11/5) e registrou a segunda maior abertura internacional de todos os tempos – não teria conseguido quebrar o recorde de “Velozes e Furiosos 8”. Graças a este desempenho, o terceiro “Vingadores” atingiu US$ 1 bilhão somente no mercado internacional. O rendimento na América do Norte, por sua vez, chegou a US$ 547,8M, após três fins de semana seguidos como o filme mais visto dos Estados Unidos e Canadá. Este ímpeto contou com ajuda de um calendário repleto de lançamentos fracos. Prevendo seu sucesso, os estúdios rivais trataram de sair da frente, praticamente estendendo o tapete vermelho para a comemoração de recordes de bilheteria. Mas o vento vai parar de soprar a seu favor já no próximo fim de semana, quando enfrentará seu primeiro adversário à altura: nada menos que outro super-herói da Marvel, “Deadpool 2”. Ainda que tenha censura mais elevada, o que diminui seu público, a continuação de “Deadpool” deve tomar a liderança de “Vingadores: Guerra Infinita” em vários países, impossibilitando planos de maiores conquistas.

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    Vingadores: Guerra Infinita lidera bilheterias pela terceira semana na América do Norte

    13 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” manteve a liderança pela terceira semana consecutiva nas bilheterias da América do Norte. O filme de super-heróis da Marvel segue aumentando sua pilha de dinheiro com mais US$ 61,8M (milhões) arrecadados no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Já são US$ 547,8M somados no mercado doméstico, acumulados de forma rápida e relativamente fácil, graças não apenas ao marketing agressivo da produção, mas também a sua localização estratégica no calendário de lançamentos cinematográficos. Durante suas primeiras três semanas em cartaz, não enfrentou praticamente resistência, diante de estreias menores que preencheram poucos cinemas. No mercado internacional, o valor é ainda mais impressionante (veja no próximo post). Nesta semana, foram apenas duas estreias norte-americanas, que renderam muito pouco. “Alma da Festa”, a nova comédia da atriz Melissa McCarthy, abriu em 2º lugar com US$ 18,5M. E este desempenho já sugere que a atriz precisa de um divórcio para salvar sua carreira. Afinal, seu marido insiste em ser roteirista e diretor, tendo como cobaia apenas filmes dela. Este é o terceiro filme dirigido por Ben Falcone. A boa notícia é que a crítica o considerou apenas medíocre (41%), em vez de podre como “Tammy” (24%) e “A Chefa” (22%). A má notícia é que teve a pior abertura dentre os três, mostrando que o público já sabe o que a parceria do casal tem para oferecer. Estreia no Brasil em 30 de agosto, após a janela de vídeo e streaming dos Estados Unidos. A outra estreia, “Breaking In”, abriu em 3º lugar com US$ 16,5M. Suspense genérico que traz Gabrielle Union lutando pela vida numa casa nova, foi recebido com somente 27% de aprovação da crítica e ilustra o que virou a carreira de outro diretor ambicioso: James McTeigue, que abriu sua filmografia com nada menos que “V de Vingança” (2005). A produção é tão ruim que não deve ser exibida nos cinemas brasileiros. Como curiosidade, o Top 10 inclui, pela primeira vez no ano, um documentário. Exibido em apenas 180 salas, “RBG” conseguiu faturar US$ 1,1M e aparecer em 10º lugar. O filme conta a vida, as lutas e as realizações da juíza Ruth Bader Ginsburg, segunda mulher a participar da Suprema Corte dos Estados Unidos – o STF americano. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 61,8M Total EUA e Canadá: US$ 547,8M Total Mundo: US$ 1,6B 2. Alma da Festa Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,5M Total Mundo: US$ 21,4M 3. Breaking In Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: 16,5M Total Mundo: 17,5M 4. Overboard Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA e Canadá: US$ 29,5M Total Mundo: US$ 29,5M 5. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 169,5M Total Mundo: US$ 269,9M 6. Sexy por Acidente Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,8M Total Mundo: US$ 43,8M 7. Rampage Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 89,7M Total Mundo: US$ 397,1M 8. Tully Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 7,1M 9. Pantera Negra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 696,1M Total Mundo: US$ 1,3B 10. RBG Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M

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  • Série

    Elementary é renovada para a 7ª temporada

    13 de maio de 2018 /

    A rede americana CBS anunciou a renovação de “Elementary” para sua 7ª temporada. A decisão surpreendeu os próprios produtores da atração, diante do cancelamento de inúmeras séries de maior audiência no canal nas últimas 24 horas. “Elementary” estreou sua 6ª temporada há duas semanas na TV americana, registrando 4,6 milhões de telespectadores e 0,6 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. O desempenho é muito pior que o de todas as demais séries canceladas pelo canal. “Scorpion”, por exemplo, tinha média de 5,2 milhões de telespectadores ao vivo e 0,8 na demo, enquanto “Wisdom of the Crowd” atingia 6,9 milhões e 0,9 ponto. Isto comprova que audiência é importante, mas não é o único fator que determina renovações de séries hoje em dia. No caso de “Elementary”, contou a seu favor o fator “casa”. A produção é da CBS Television, ou seja, do mesmo conglomerado, o que rende lucro para a empresa em licenciamentos, quando a série é negociada para outros canais e plataformas. E “Elementary” é um grande “player” no mercado internacional. Afinal, o negócio dos canais de TV não é realmente audiência, mas lucro, que pode vir atrelado à audiência, via contratos de publicidade – empresas buscam o público das séries mais assistidas – , mas também por meio de licenciamentos. Nos upfronts de 2016, o CEO da CBS, Les Moonves, apontou a série como um exemplo de bom negócio para o canal, dizendo que ela teria rendido US$ 80 milhões só de licenciamento para terceiros. Versão moderna de Sherlock Holmes, “Elementary” traz o ator Johnny Lee Miller (“Trainspotting”) como o personagem clássico de Arthur Conan Doyle, que se dedica a resolver crimes intrincados para a polícia de Nova York, como forma de lidar com seus vícios, na companhia da cuidadora contratada por seu pai, Joan Watson (vivida por Lucy Liu, de “Kill Bill”).

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  • Série

    CBS oficializa o cancelamento de mais quatro séries

    13 de maio de 2018 /

    A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries estreantes “9JKL”, “Me, Myself & I”, “Living Biblically” e “Wisdom of the Crowd”. Todas já se encontravam virtualmente canceladas, tendo sido retiradas da programação da estação. Metade teve sua exibição interrompida devido à baixa audiência. A outra metade simplesmente exibiu o que tinha em estoque, sem encomendas de capítulos adicionais – os chamados “back nine”, que completam uma temporada integral. Única atração dramática da lista, “Wisdom of the Crowd” tinha a maior audiência, com média de 6,9 milhões de telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Entretanto, teve contra si um escândalo sexual, após diversas denúncias contra seu astro, Jeremy Piven, por abusos cometidos na época da série “Entourage” (2004–2011), da HBO, trazidos à tona pelo movimento #MeToo. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmaram ter sido agredidas sexualmente quando figuraram em “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário brilhante do ramo de tecnologia (Piven), que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Ou seja, seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”. Dentre as comédias, “9JKL”, vista por cerca de 5,2 milhões de telespectadores por episódio, só perdeu para “Inhumans”, da Marvel, a disputa da pior avaliação da temporada, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “Living Biblically” teve o pior desempenho do quarteto, com média de 4,2 milhões de telespectadores, e foi arrancada da programação do canal após a exibição de apenas oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, de “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. Por fim, “Me, Myself & I” foi a que durou menos, saindo do ar após seis episódios e média de 4,9 milhões de telespectadores. Idealizada como um sitcom 3-em-1, sua trama era parte nostalgia, parte comédia familiar e parte história de recomeço. Para isso, acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes de sua vida – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. A premissa era novidade na TV aberta americana. Geralmente, as produções do gênero se concentram nas memórias da infância de um narrador, como “Young Sheldon”, lançamento do mesmo canal, mas em “Me, Myself & I” o foco era bem mais abrangente. A prévia mostra uma relação de causa e efeito que perpassava as épocas abordadas, fazendo com que um evento de 1991 fosse relembrado em 2042 – sim, da nostalgia pulava para o futurismo sci-fi. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), a série era estrelada por Jack Dylan Grazer (do vindouro “It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) como as versões jovem, adulta e idosa de Alex Riley.

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  • Série

    The Blacklist é renovada para a 6ª temporada

    13 de maio de 2018 /

    A rede americana NBC anunciou a renovação de “The Blacklist” para a 6ª temporada. A série do supervilão Reddington (James Spader) sobreviveu a inúmeras reviravoltas, inclusive à perda de um integrante importante de seu elenco na atual temporada, que se encerra na quarta (16/5) com a promessa de encerrar o mistério da maleta de ossos. Segundo o criador da atração, Jon Bokenkamp, isso irá modificar completamente o universo do programa daqui pra frente. Mais uma vez. Todas as reviravoltas mirabolantes da trama têm sido muito boas para a produção, que aumentou sua audiência. De uma média de 5,2 milhões de telespectadores no ano passado, a série subiu para 5,6 milhões e manteve a pontuação da demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) em torno de 0,9. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A 6ª temporada terá 22 episódios, com início previsto para o outono norte-americano (entre setembro e novembro). A série é exibida pelo canal pago AXN no Brasil, também está disponível na Netflix e já chegou à TV aberta com o nome “Lista Negra”.

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  • Série

    Série com atores de Star Wars vai se passar entre O Retorno de Jedi e O Despertar da Força

    12 de maio de 2018 /

    O diretor e produtor Jon Favreau, responsável pelo desenvolvimento da primeira série com atores derivada da galáxia de “Star Wars”, revelou a linha temporal em que a trama estará situada. Durante entrevista ao site Nerdist, Favreau revelou que a história vai se passar sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e os de “O Despertar da Força”, o que deixa em aberto muitas possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Favreau também adiantou que a série será concentrada em novos personagens, excluindo teorias de que seria baseada em alguns heróis conhecidos dos fãs da saga espacial. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado no final de 2019.

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  • Música

    Minissérie sobre a banda Mamonas Assassinas volta a vida na Record

    12 de maio de 2018 /

    A rede Record desengavetou a minissérie sobre a banda “Mamonas Assassinas”, após um novo roteiro de Carlos Lombardi (da novela “Pé na Jaca”). A informação é da coluna de Flavio Ricco no Uol. A produção ia começar há dois anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre a abordagem da história, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção. Inicialmente, será uma missérie em cinco capítulos que, depois, compactada, dará origem a um filme. Ou seja, o contrário do que a Globo faz em suas coproduções – como “Gonzaga: De Pai pra Filho”, que foi filme antes de virar minissérie. A produtora Total Filmes vai começar, a seguir, a definir elenco e equipe, inclusive diretor. Mas ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Primeiras impressões do filme de Han Solo são positivas

    12 de maio de 2018 /

    A tumultuada produção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, com direito a demissão de diretores e substituição no comando da produção, além de boatos sobre dificuldades do protagonista para interpretar o herói do título, foram superados por elogios rasgados ao longa, após a première em Los Angeles. As críticas ainda estão embargadas, porque “Han Solo” só estreia em 25 de maio (data do Brasil), mas o fato de a Disney programar sua sessão de gala para imprensa e convidados com tanta antecedência demonstra a confiança do estúdio na produção. As primeiras reações nas redes sociais refletem esse otimismo, revelando que o ator Alden Ehrenreich não tem problemas para assumir o papel consagrado por Harrison Ford e que, após um começo lento, o filme dispara com ação ininterrupta e muita diversão. Confira alguns tuítes abaixo. Solo: A Star Wars Story is a goddamn delight. It’s a non-stop adventure packed with way more emotion than your expecting. You’ll have a smile on your face the whole time and leave eager for more. pic.twitter.com/fOsF7Tr95L — Germain Lussier (@GermainLussier) 11 de maio de 2018 “O filme é um encanto. É uma aventura sem parar, com mais emoção do que você estava esperando. Você terá um sorriso no rosto durante o filme inteiro e sairá querendo mais” – Germain Lussier, do site Gizmodo. #SoloAStarWarsStory is reaaaaalllly good. Fun as hell. It’s a straight intergalactic heist movie, kind of refreshing to see a Star Wars movie w/o a Death Star or the rebellion’s fate at stake. Alden Ehrenreich is super impressive as Han, but L3 might be my favorite new character. — Kevin Polowy (@djkevlar) 11 de maio de 2018 “Muuuuuuito bom. Divertido para caramba. É um simples filme de roubo intergaláctico, é refrescante ver um filme de ‘Star Wars’ sem uma Estrela da Morte ou uma rebelião em risco de vida. Alden Ehrenrich está super impressionante como Han, mas L3 pode ser minha nova personagem favorita” – Kevin Polowy, do portal Yahoo. ALDEN EHRENREREICH IS HAN SOLO! The movie is an absolute blast to hyperspace! #SoloPremiere #SoloAStarWarsStory #Solomovie — Umberto Gonzalez (@elmayimbe) 11 de maio de 2018 “ALDEN EHRENREICH É HAN SOLO! O filme é uma explosão para o hiperespaço!” – Umberto Gonzalez, do site The Wrap. #Solo was a blast. The Kasdans nail the character of Han Solo. Yes, the story is a series of expected events (Han meets chewie….etc) but none of them happen as expected. Stay away from spoilers, big Marvel-level shit that will make you wonder where Lucasfilm is headed next. — Peter Sciretta (@slashfilm) 11 de maio de 2018 “Solo foi um estouro. Os Kasdans acertaram o personagem de Han Solo em cheio. Sim, a história foi uma série de eventos que eu já esperava (Han conhece Chewie, etc) mas nada acontece como esperado. Fique longe de spoilers porque há acontecimentos nível Marvel que lhe fará questionar para onde Lucasfilm está indo” – Peter Sciretta, do site Slash Film. Last thoughts: True surprises. ? Especially Emilia Clarke’s Qi’ra and Phoebe Waller-Bridges L3. Not what I expected from them, and unexpected is always welcome. pic.twitter.com/uwtsYtrvhu — Anthony Breznican (@Breznican) 11 de maio de 2018 “Sim, o Lando impera. Mas você já sabia disso. “Últimas considerações: surpresas de verdade. Especialmente Emilia Clarke como Qi’Ra e Phoebe Waller Bridge como L3. Não é o que eu esperava delas, e o inesperado é sempre bem-vindo” – Anthony Breznican, da revista Entertainment Weekly. SOLO was SO much better than I was expecting! It balanced fan service w/ meaningful storytelling, and it’s an absolute blast. Full of Easter eggs & deep cut references. The cast oozed charisma, especially Donald Glover as Lando & Phoebe Waller-Bridge as L3-37. #HanSolo #StarWars pic.twitter.com/xzXNWleU15 — Dan Casey (@DanCasey) 11 de maio de 2018 “Solo foi TÃO melhor do que eu esperava! Ele equilibra fan service com história real, e é uma diversão. Cheio de easter eggs e referências. O elenco tem muito carisma, especialmente Donald Glover como Lando e Phoebe Waller Bridge como L3-37” – Dan Casey, do site The Nerdist. #SoloAStarWarsStory: It takes a bit for it to find its feet and for AE to turn on enough charm to make you forget he’s not HF. But once it kicks into its hey-let’s-make-a-crew and yes-also-do-a-heist stuff, it totally flies. — Kate Erbland (@katerbland) May 11, 2018 “Demora um pouco para se encontrar e para Alden Ehrenreich ter charme o suficiente para fazer você esquecer Harisson Ford. Mas, uma vez que engata em ei-vamos-juntar-uma-equipe e vamos-também-fazer-um-assalto flui totalmente” – Kate Erbland, do site IndieWire. Solo: A Star Wars Story is… fine. It’s slow to find its footing, but picks up in the second act, and it’s definitely fun. Has the occasional prequel problem answering questions I didn’t need answers to, but also some fun references. Overall I liked it, didn’t love it pic.twitter.com/dV02yRYueA — Eric Eisenberg (@eeisenberg) 11 de maio de 2018 “Solo: Uma História Star Wars é… legal. Demora para achar seu ritmo mas acelera no segundo ato, e é definitivamente divertido. Tem o problema ocasional de ser um prólogo que responde perguntas para as quais eu não precisava de respostas, mas tem referências divertidas. De modo geral, eu gostei, não amei” – Eric Eisenberg, do site Cinema Blend. There’s some fun to be had with #SoloAStarWarsStory. Ehrenreich was solid and really enjoyed Glover and Waller-Bridge as L3, but not convinced we needed a young Han Solo movie. Was really hoping for higher stakes, more energy and depth. — Perri Nemiroff (@PNemiroff) 11 de maio de 2018 “Tem diversão no filme. Ehrenreich é consistente e adorei a dupla de Glover e Waller Bridge como L3, mas não estou convencida de que precisávamos de um filme de jovem Han Solo. Estava esperando mais riscos, mais energia e mais profundidade” – Perri Nemiroff, do site Collider.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita fatura US$ 500 milhões em 15 dias nas bilheterias da América do Norte

    12 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” continua seu rolo compressor, ao atingir US$ 500 milhões de arrecadação na América do Norte, apenas 15 dias depois de sua estreia. A marca foi superada na sexta (11/5), quando o longa da Marvel somou mais US$ 16 milhões nos Estados Unidos e no Canadá, chegando a um total de US$ 502 milhões de faturamento doméstico. O feito colocou o filme dirigido pelos irmãos Russo entre os que mais rapidamente atingiu este valor no mercado norte-americano. Na verdade, foi o segundo mais rápido de todos os tempos. O blockbuster dos super-heróis só perde para outra produção da Disney, “Star Wars: O Despertar da Força”, que levou apenas 10 dias para alcançar a marca. Em compensação, “Guerra Infinita” já tinha tirado outros recordes de “O Despertar da Força”, como maior fim de semana de estreia de todos os tempos na América do Norte. A expectativa é que o blockbuster arrecade pelo menos US$ 2 bilhões em todo o mundo.

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  • Série

    Kevin Can Wait é cancelada na 2ª temporada

    12 de maio de 2018 /

    A rede CBS anunciou o cancelamento de “Kevin Can Wait”, após sua 2ª temporada. “Kevin Can Wait” marcava o retorno do ator Kevin James (“O Zelador Animal”) à televisão, nove anos após o final da série que o popularizou, “The King of Queens” (1998-2007). A reverência àquela série era tanta que a atração até passou por uma reestruturação em sua 2ª temporada para incluir a atriz Leah Remini e, assim, restabelecer o casal clássico de “The King of Queens”. Mas, para isso, os produtores precisaram “matar” a esposa do personagem de James na 1ª temporada, vivida por Erinn Hayes (de “Childrens Hospital”), o que acabou se provando uma medida extrema e responsável por afastar o público. A série perdeu mais de 1 milhão de telespectadores entre suas duas temporadas, desabando para mais de 2 milhões na reta final. O último episódio, exibido na segunda (7/5), foi assistido por 5,4 milhões de pessoas e registrou 1 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Criada pelo produtor-roteirista Barton Dean (“Newhart”), que não emplacava nenhum sucesso desde os anos 1990, em parceria com o próprio Kevin James, “Kevin Can Wait” era uma das sitcoms mais antiquadas da TV americana, gravada em palco e diante de uma claque, como ainda se fazia na época em que o ator esteve na TV pela última vez. O corte de “Kevin Can Wait” reflete a decisão da CBS de reinventar suas noites de segunda-feira, onde atinge suas piores audiências. Não por acaso, todas as séries que recebem más notícias do canal neste sábado (12/5) iam ao ar às segundas. A rede também cancelou “Scorpion” e “Superior Donuts”, que atingiam médias similares de publico.

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