Trailer do novo filme de Gus Van Sant traz Joaquin Phoenix como cartunista quadriplégico
O Amazon Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot”, cinebiografia do cartunista John Callahan, que traz Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) no papel principal. O filme narra como Callahan superou abusos sexuais, vícios e um acidente de carro que o deixou quadriplégico para virar cartunista nos anos 1970. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Com o projeto, Joaquin Phoenix volta a ser dirigido por Van Sant, após os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites” (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. Marcante para o jovem, a produção foi o primeiro trabalho em que ele foi creditado como Joaquin Phoenix, já que até então era chamado de Leaf Phoenix. O elenco do filme também inclui Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Jack Black (“Jumanji”) e Rooney Mara (“Lion”) com figurino e penteados de 40 anos atrás. A première vai acontecer no fim de semana no Festival de Sundance 2018 e a estreia comercial está prevista para maio nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Série do herói Raio Negro estreia com 100% de aprovação e grande audiência nos EUA
A estreia de “Black Lightning”, a série do super-herói Raio Negro, demonstrou que o público da rede CW não se cansou das adaptações da DC Comics. Exibido na noite de terça (16/1), o primeiro episódio registrou a maior audiência de uma estreia da rede nos últimos dois anos – desde “Legends of Tomorrow”, outra série da DC Comics. Ao todo, 2,3 milhões de telespectadores sintonizaram a nova atração, numa diferença de apenas 100 mil pessoas em relação ao público de “The Flash”, a série de maior público da CW, que foi exibida uma hora antes de “Black Lightning”. O desempenho das duas séries juntas foi tão forte que fez a CW ultrapassar o público a rede CBS, algo raro na dinâmica televisiva americana. Mas não foi apenas o público que aprovou. “Black Lightning” ganhou 100% de aprovação da crítica, segundo levantamento do site Rotten Tomatoes. A nova série é a quinta atração de super-heróis do canal, mas se diferencia das demais por ser a primeira protagonizada por um ator negro (Cress Williams, de “Code Black”). Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, Raio Negro também foi o primeiro herói negro da DC Comics a ter sua própria revista nos anos 1970. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. A série estreia no Brasil com uma semana de diferença em relação aos Estados Unidos, pelo serviço de streaming da Neflix. O primeiro episódio será disponibilizado na próxima terça, dia 23 de janeiro.
Supergirl vira fenômeno na Globo com mais audiência que novelas da Record
A série “Supergirl” começou a ser exibida em janeiro na TV aberta brasileira e, apesar do horário bizarro, tem se mostrado um fenômeno, com mais audiência que as principais atrações dos outros canais – em qualquer horário. A Globo começou a exibir “Supergirl” em 1 de janeiro, em formato de maratona diária, todos as madrugadas da semana. E mesmo indo ao ar muitas vezes após a 1h da manhã vem registrando em média 8,5 pontos de audiência, a maior de uma série da madrugada da Globo desde “Agentes Fora da Lei” (“Breakout Kings”), no início de 2012. Para se ter ideia, as novelas da Record dão 5,5 pontos no horário nobre. O sucesso, porém, não vai durar muito. Os episódios da 1ª temporada acabam em 26 de janeiro. “Supergirl” está atualmente na 3ª temporada e também é exibida no Brasil pelo canal pago Warner, com poucos dias de atraso em relação aos Estados Unidos. Lá, a série também está em alta, após seu episódio mais recente registrar a segunda maior audiência da atual temporada.
Homem-Formiga e a Vespa aparecem uniformizados em nova foto oficial
A Marvel divulgou uma nova foto com os protagonistas de seu próximo filme “Homem-Formiga e a Vespa”. A imagem traz os personagens vividos por Paul Rudd e Evangeline Lilly com seus uniformes de super-heróis. Diversas fotos tiradas por paparazzi durante as filmagens já tinham adiantado o visual dos dois, inclusive como a roupa da Vespa é diferente do traje original (de sua mãe), visto na cena pós-créditos de “Homem-Formiga” (2015). Mais escuro, ele não inclui a cor amarela que caracteriza a Vespa nos quadrinhos. Entre as novidades da continuação estão as presenças de Laurence Fishburne (“Matrix”, série “Hannibal”) e Michelle Pfeiffer (“A Família”), respectivamente como o Dr. Bill Foster, também conhecido como o herói Golias Negro, e Janet Van Dyne, a Vespa original. Outros atores confirmados são Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Randall Park (protagonista da série de comédia “Fresh Off the Boat”) e Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), intérpretes de Sonny Burck, CEO da empresa Cross Technologies, do agente da SHIELD Jimmy Woo e da vilã Fantasma, uma hacker brilhante capaz de ficar invisível – e que é um homem nos quadrinhos do Homem de Ferro. Eles se juntam aos dois protagonistas e outros personagens importantes do primeiro filme, como Hank Pym (interpretado por Michael Douglas), Luis (Michael Peña), Dave (T.I.), Maggie Lang (Judy Greer) e Cassie (Abby Ryder Fortson), a filha de Scott Lang, a identidade civil do Homem-Formiga. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
J.J. Abrams cria sua primeira série desde Fringe e leva Apple e HBO à guerra para exibi-la
O cineasta J.J. Abrams, criador de “Lost” e diretor das franquias “Star Trek” e “Star Wars”, desenvolveu uma nova série sci-fi, e a definição de quem irá exibi-la está gerando uma guerra entre a Apple e a HBO, segundo a revista Variety. Detalhes sobre o projeto estão sendo mantidos em segredo, mas a premissa incluirá a batalha de um mundo contra uma força invasora monstruosa. A atração será a primeira série criada por Abrams desde “Fringe”, em 2008. Neste meio tempo, ele assinou a produção executiva de diversas séries, como “Westworld”, da HBO, mas tem se dedicado mais ao cinema, sendo responsável por relançar “Star Trek” e “Star Wars”. Atualmente, ele trabalha nos próximos filmes de ambas as franquias. Está escrevendo e vai dirigir “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido, e trabalha na pré-produção do próximo “Star Trek”, que será dirigido por Quentin Tarantino.
Matt Damon lamenta comentários polêmicos sobre assédio e diz que vai calar a boca por um tempo
O ator Matt Damon resolveu fazer controle de danos, retratando-se pelos seus comentários sobre as denúncias de assédio na indústria de entretenimento. Em entrevista ao programa “Today”, da rede NBC, na terça-feira (16/1), ele reconheceu que deveria “ter ouvido mais” antes de se posicionar sobre o assunto. “Eu não quero aumentar a dor de ninguém com qualquer coisa que eu faça ou fale”, resumiu Damon. Ele acrescentou que há muitas amigas suas envolvidas com a iniciativa Time’s Up, que luta contra o assédio sexual. “Eu apoio o que elas estão fazendo e quero ser parte dessa mudança, mas devo ir para o banco de trás e calar a minha boca por um tempo”. O ator foi criticado por declarações polêmicas sobre a assunto. Em uma entrevista, chegou a propor que as punições refletissem os “níveis” de assédio, e que houve perdão para os assediadores menos graves. “Há uma diferença entre acariciar a bunda de alguém e estuprar ou abusar de crianças, certo? Ambos os comportamentos precisam ser confrontados e erradicados, sem dúvida, mas eles não devem ser considerados iguais”, disse na ABC News. Para Damon, estupro deve ser tratado com cadeia, porque é comportamento criminoso, mas outras atitudes devem ser consideradas apenas “vergonhosas” e “nojentas”. “Não conheço Louis C.K., mas não imagino que ele vá fazer aquelas coisas de novo”, disse o ator, referindo-se às acusações de masturbação do comediante diante de mulheres com quem trabalhou. Minnie Driver, que já namorou Damon, ficou tão chocada que escreveu “Deus, isto é sério?” no Twitter. Ela respondeu ao jornal The Guardian que os homens “simplesmente não conseguem entender o que é o abuso cotidiano” e não devem, portanto, tentar diferenciar ou explicar o que seria uma má conduta sexual contra as mulheres. “Não há hierarquia em referência a abusos. Não se pode dizer que uma mulher estuprada tem direito a se sentir pior que outra para quem só mostraram o pênis. Muito menos um homem. E se bons homens como Matt Damon pensam desta maneira, temos um problema. Precisamos de homens bons e inteligentes que digam que tudo isto é mau, que condenem isto tudo e recomecem do zero”, acrescentou. Por sua vez, Alyssa Milano foi ao Twitter desabafar. “Estamos numa ‘cultura de indignação’ porque o tamanho da raiva é, de fato, revoltante. E é justa”, ela começou. “Eu fui vítima de cada componente do espectro de agressão sexual do qual você fala. Todos machucaram. E todos estão ligados a um patriarcado entrelaçado com uma misoginia considerada normal, aceita e até bem-recebida”, apontou. “Não estamos indignadas porque alguém agarrou nossas bundas em uma foto. Estamos indignadas porque fomos forçadas a crer que isso era normal. Estamos indignadas porque formos submetidas à abuso psicológico. Estamos indignadas porque fomos silenciadas por tanto tempo”. Além disso, o comentário de Damon rendeu um abaixo-assinado pedindo o corte do ator de “Oito Mulheres e um Segredo”, filme de empoderamento feminino, em que ele filmou uma participação especial.
Mãe de Selena Gomez revela ter tentado convencê-la a não filmar com Woody Allen
A mãe da cantora e atriz Selena Gomez, Mandy Teefey, escreveu em uma postagem no Instagram que desaconselhou a filha a trabalhar no filme de Woody Allen, “A Rainy Day in New York”. O diretor está na mira do movimento #Metoo, graças à campanha de sua filha Dylan Farrow, que mantém na mídia a polêmica de seu suposto abuso sexual pelo pai, quando tinha sete anos de idade. Respondendo a um internauta em sua página oficial, Mandy, que já foi empresária de Selena, disse ter desaprovado a escolha da filha. “Desculpa. Ninguém pode forçar Selena a fazer algo que ela não quer. Eu tive uma longa conversa com ela sobre não trabalhar com ele [Woody Allen] e não funcionou”, escreveu Mandy. Mandy também disse que Selena “toma suas próprias decisões” e não adiantaria aconselhá-la. Seria como “falar com surdos”, disse. Veja abaixo. A cantora, que ainda não fez nenhuma declaração pública sobre Allen, vem recebendo críticas de seus fãs por não se posicionar. Dois de seus colegas de trabalho no filme do diretor, Timothee Chalamet e Rebecca Hall, renegaram publicamente Allen, anunciando que doariam os salários que receberam por participar de “A Rainy Day in New York” para instituições que combatem o assédio sexual. Mas, segundo a revista People, Selena teria feito uma doação anônima, maior do que o cachê recebido com o filme, para a iniciativa Time’s Up, que recebeu doações dos dois. No começo do mês, ela fez uma postagem em apoio ao movimento organizado por atrizes de Hollywood para combater o assédio sexual.
Hugh Wilson (1943 – 2018)
O cineasta e roteirista Hugh Wilson, diretor das comédias “Loucademia de Polícia” (1984) e “O Clube das Desquitadas” (1996), faleceu no fim de semana aos 74 anos de idade em sua casa, no interior da Virgína, nos Estados Unidos. A causa da morte foi divulgada como “doença”. Nascido em Miami, em 1943, Wilson começou sua carreira como roteirista das séries de comédia “The Bob Newhart Show” e “The Tony Randall Show” em meados da década de 1970. E em 1978 criou sua primeira série, a influente sitcom “WKRP in Cincinnati”, passada nos bastidores de uma estação de rádio. A série durou quatro temporadas na rede CBS, entre 1978 e 1982, e disputou o Emmy de Melhor Série de Comédia por três anos consecutivos. Um dos episódios, com tema do Dia de Ação de Graças, entrou numa lista de revista TV Guide entre os 100 Melhores Episódios de Todos os Tempos da TV. Ele criou outras séries nos anos 1980, que não tiveram o mesmo impacto, mas acabou influenciando o cinema ao mudar de mídia. Após estrear como roteirista cinematográfico com “O Imbatível” (1983), comédia estrelada por Burt Reynolds, ele fez sua estreia como diretor à frente de “Loucademia de Polícia” (1984), um besteirol desvairado que fez enorme sucesso e virou franquia. Além de dirigir, Wilson também ajudou a escrever a história sobre como um grupo de cadetes incompetentes que se tornavam policiais. A produção fez tanto sucesso que acabou dando o tom do humor da década. Wilson não participou das sequências de “Loucademia de Polícia” e levou mais 12 anos para emplacar um novo sucesso, após diversas comédias sem graça. Mas voltou a marcar época com “O Clube das Desquitadas” (1996), em que três mulheres divorciadas (e não “desquitadas” como no título nacional) se unem para se vingar dos ex-maridos que as trocaram por garotas mais novas. Estrelado por Goldie Hawn, Bette Midler e Diane Keaton, a produção foi pioneira do humor feminino que apenas recentemente passou a ser incentivado entre as comédias de Hollywood. O diretor ainda comandou duas comédias estreladas por Brendon Fraser, “De Volta para o Presente” (1999) e “Polícia Desmontada” (1999). A última, baseada num desenho animado, era uma grande aposta da Universal Pictures, e seu fracasso de público e crítica causou estrago na carreira de todos os envolvidos. Wilson só fez mais um filme depois disso. E, curiosamente, seu primeiro e único drama: “Mickey” (2004).
Filha de Woody Allen volta a acusá-lo de abuso sexual em sua primeira entrevista televisiva
Dylan Farrow, filha de Woody Allen com Mia Farrow, voltou a afirmar que foi abusada sexualmente pelo pai em 1992, quando tinha apenas sete anos. A nova denúncia foi feita no programa “This Morning”, da rede CBS, na primeira entrevista de Dylan para a TV. A entrevista completa será exibida na quinta (18/1), mas já na prévia adiantada pelo programa (veja abaixo) a jovem assume que está em campanha para derrubar Allen. “Por que eu não deveria derrubá-lo? Por que não deveria estar com raiva? Por que não deveria estar ferida? Por que não deveria sentir algum tipo de ultraje, após todos estes anos sendo ignorada, desacreditada e descartada?” “Tudo o que posso fazer é contar minha verdade e esperar. Esperar que me acreditem, em vez de apenas me ouvirem”, ela completa. A campanha de Dylan se tornou pública em 2014, quando ela escreveu uma carta aberta para o jornal The New York Times, denunciando Woody Allen, e ganhou força após o movimento #Metoo. Há algumas semanas, ela publicou uma nova carta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado entre Allen e outros predadores de Hollywood. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou. Embora a pergunta seja retórica, a grande diferença entre Allen e os demais é que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto os demais casos têm mais de uma acusadora. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. A história divide os próprios irmãos de Dylan. Enquanto Ronan Farrow defende a irmã e cobra publicamente atrizes que trabalham com Woody Allen, Moses Farrow já disse que se alguém era abusivo nos anos 1990 era sua mãe, a atriz Mia Farrow, que teria coagido os filhos a mentirem e acusarem Woody Allen durante as audiências de guarda das crianças no processo de separação. Mia se separou de Woody Allen após ele se envolver, de forma escandalosa, com sua enteada Soon-Yi Previn, que a atriz tinha adotado quando era casada com André Previn. Nenhuma atriz filmada por Woody Allen ao longo de meio século de carreira o acusou de qualquer coisa. Mas a campanha de Dylan começa a ter resultados. Mia Sorvino, que venceu um Oscar ao estrelar “Poderosa Afrodita” (1995) de Allen, disse que não voltaria a trabalhar mais com ele, assim como Greta Gerwig, que estrelou “Para Roma com Amor” (2012). E Timothee Chalamet e Rebecca Hall renegaram publicamente o diretor, anunciando que doariam os salários que receberam por participar de seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, para instituições que combatem o assédio sexual.
Mary Elizabeth Winstead vai estrelar sci-fi com Will Smith
A atriz Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) entrou no elenco de “Gemini Man”, primeira sci-fi do diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), sobre um assassino que precisa enfrentar um clone de si mesmo. Por ironia, ela superou a concorrência de Tatiana Maslani, uma especialista em clones (na série “Orphan Black”), para conquistar o principal papel feminino. Will Smith (“Bright”) interpreta os dois papéis principais, como Henry, um assassino idoso que quer se aposentar, e também seu oponente, um clone 25 anos mais jovem e no auge da forma física, que tem a missão de matá-lo. Mary Elizabeth Winstead viverá uma agente da mesma empresa, com ordens para vigiar a Henry. Mas, em vez disso, ela resolve se juntar a ele. O elenco também pode contar com Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), que negocia viver um dos vilões da trama, o chefe do programa de clonagem. “Gemini Man” está sendo tratado como prioridade pela Skydance, após passar anos parado na Disney, num pacote de projetos do produtor Jerry Bruckheimer (“Piratas do Caribe”).
The Shannara Chronicles é cancelada e deixa fãs sem conclusão
Os fãs da série de fantasia “The Shannara Chronicles” ficarão sem saber o que aconteceu com Wil Ohmsford (Austin Butler) na dimensão dos demônios, situação introduzida no final da 2ª temporada. A produção não recebeu encomenda para a 3ª temporada e foi cancelada pelo canal pago Paramount (o antigo Spike). A 1ª temporada foi exibida na MTV, após a aprovação do piloto mais caro já produzido pelo canal – com direção do cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). Concebida como uma combinação de “Game of Thrones” e “O Senhor dos Anéis”, a série atraiu um bom público e críticas positivas, sendo renovada para a 2ª temporada. Mas uma reformulação geral da Viacom, dona da MTV, fez a produção mudar de canal. Foi para o Spike, que deveria virar a vitrine do conglomerado, ao se transformar em Paramount em janeiro. Infelizmente, o público não foi avisado e a série não repetiu a mesma audiência, apesar de sua 2ª temporada receber 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “The Shannara Chronicles” era a adaptação de uma franquia literária escrita desde 1977 pelo escritor Terry Brooks, o segundo autor de fantasia mais vendido no mundo, atrás apenas de J.K. Rowling (“Harry Potter”). E foi desenvolvida pelos criadores de “Smallville” Al Gough e Miles Millar, em parceria com o diretor Jon Favreau.
Intérprete de Hodor em Game of Thrones vai estrelar série sci-fi
O ator norte-irlandês Kristian Nairn, que viveu Hodor em “Game of Thrones”, vai estrelar uma nova série fantasiosa. Ele fará parte do elenco de “The Outpost”, que teve sua 1ª temporada encomenda pelo canal pago Syfy. Trata-se de uma produção do roteirista Dean Devlin, criador das franquias cinematográficas “Stargate” e “Independence Day”, em parceria com o produtor-roteirista Jonathan Glassner (criador de “Stargate SG-1”), sobre a última sobrevivente de uma raça alienígena. “The Outpost” vai acompanhar a vingança de Talon, última de sua espécie, que viaja ao limite da civilização para rastrear os assassinos de sua família, ao mesmo tempo em que descobre possuir um misterioso poder sobrenatural que precisa aprender a controlar. A modelo australiana Jessica Green (que fez uma figuração em “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) tem o papel principal. A história foi desenvolvida pelos roteiristas Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia que rendeu quatro filmes lançados direto em DVD. Kristian Nairn participou de um desses filmes, “Mythica: The Godslayer”, em 2016. As gravações começam nesta semana no estado americano de Utah, para uma estreia no final do ano. Recentemente, Devlin estreou como diretor de cinema, comandando “Tempestade: Planeta em Fúria”, que fracassou nas bilheterias. Ele também assina a produção da série “The Librarians”, no canal pago TNT.
Finn Wolfhard entra na adaptação do best-seller O Pintassilgo com Ansel Elgort
O ator Finn Wolfhard, uma das estrelas da série “Stranger Things”, entrou no elenco de “The Goldfinch”, adaptação do best-seller “O Pintassilgo”, de Donna Tartt. Ele vai se juntar a Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), que vive o protagonista Theo Decker, jovem que sobrevive a um atentado terrorista num museu, mas perde sua mãe. Entre várias reviravoltas, ele vai parar em Las Vegas, morando com seu pai vagabundo e envolvido com falsificações de arte. Wolfhard terá o papel de Boris, um estudante ucraniano que também perdeu a mãe e se torna amigo de Decker, apresentando-o ao álcool e às drogas. A trama se passa em dois tempos, mostrando o jovem Theo lutando para lidar com a perda da mãe, paralelamente a uma correria do Theo adulto para recuperar uma pintura famosa. O elenco também vai incluir Sarah Paulson (“American Horror Story”), Jeffrey Wright (“Westworld”), Luke Wilson (“Roadies”), Willa Fitzgerald (“Scream”) e Aneurin Barnard (“Dunkirk”). O projeto é uma coprodução da Warner Bros. e do Amazon Studios, e tem filmagens marcadas para o fim do mês, com roteiro de Peter Straughan (“O Espião que Sabia Demais”) e direção de John Crowley (“Brooklyn”). A estreia está prevista para outubro de 2019.












