Nathan Fillion vai estrelar nova série policial ao estilo de Castle
Nathan Fillion vai estrelar e produzir uma nova série policial ao estilo de “Castle” (2009-2016). A rede americana ABC, que transmitiu “Castle” nos Estados Unidos, encomendou a produção de 13 episódios de “The Rookie”, que vai combinar a estrutura processual de uma trama policial com um leve toque do humor, exatamente como “Castle”. Os produtores executivos, inclusive, são os mesmos: Mark Gordon e Alexi Hawley. Na nova série, Fillion vai interpretar John Nolan, o novato mais velho da Delegacia de Polícia de Los Angeles. Numa idade em que outros atingem o auge das carreiras, ele resolveu recomeçar sua vida, deixando para trás a pequena cidade em que vivia para realizar seu sonho de ser um policial em Los Angeles. Agora, cercado por novatos de 20 anos, Nolan deve lidar com um mundo imprevisível, perigoso, mas também divertido, ao virar um policial novato com mais de 40 anos. Ainda não há uma data prevista para o lançamento de “The Rookie”.
Astro da série Chuck vai estrelar o filme do super-herói Shazam!
O mortal mais poderoso da Terra perdeu peso e massa muscular. Segundo o site The Hollywood Reporter, Zachary Levy, astro da série “Chuck”, vai estrelar o filme do super-herói Shazam!, antigamente conhecido como Capitão Marvel. Entre outros, ele venceu o musculoso lutador John Cena (“Pai em Dose Dupla”) na disputa pelo papel. Nos quadrinhos originais, o personagem era um menino chamado Billy Batson, que se transformava num adulto superfortão proferindo a palavra mágica “Shazam!”, um acrônimo formado pelas iniciais de deuses, semideuses e profetas do mundo antigo – Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio -, que conferem ao jovem seus atributos heroicos. Chamado originalmente de Capitão Marvel, o herói foi criado em 1939 por Bill Parker e C.C. Beck, e chegou a ser o personagem de quadrinhos mais popular da década de 1940, com vendas mensais de 1,3 milhão de exemplares e vários spin-offs centrados na chamada “Família Marvel” – Mary Marvel, Capitão Marvel Jr., etc. Todo esse sucesso incomodou a DC Comics, que entrou com um processo contra sua editora, a Fawcett Comics, por considerar que Capitão Marvel era plágio do Superman. Apenas os poderes eram similares, como os juízes que julgaram o caso atestaram, mas a DC recorreu por mais de uma década, aumentando os custos do processo, ao mesmo tempo em que os super-heróis saíam de moda e as publicações começavam a encalhar nos anos 1950. Endividada, a Fawcett resolveu abandonar os quadrinhos e encerrar a disputa com a DC, concordando em pagar uma compensação financeira e desistir de publicar o herói em 1954. Anos depois, quando os super-heróis voltaram à moda, a Fawcett vendeu os direitos do personagem à única editora que poderia publicá-lo após seu acordo legal, e assim a DC reviveu o super-herói em 1972, numa edição com participação de Superman. A ironia é que outra editora ameaçou processar o personagem. Em 1967, a Marvel tinha registrado o nome Capitão Marvel para batizar outro herói. E embora o editor Carmine Infantino tenha publicado o revival sob o título “Shazam!”, trazendo o nome do herói apenas no subtítulo, como “o Capitão Marvel original”, a Marvel exigiu que as referências a este nome fossem abandonadas. E assim, o antigo Capitão Marvel virou Shazam!, com o subtítulo de “o mortal mais poderoso da Terra”. Estabelecido no universo DC, o personagem até virou integrante da Liga da Justiça. Mas suas histórias sempre foram mais leves que as dos outros heróis, por sua característica única: ser apenas uma criança, sob a aparência de um adulto superfortão. Isto abre caminho para a criação de uma comédia. E a escalação de Zachary Levi, se não reflete os músculos do personagem, ao menos aponta este caminho. Curiosamente, ele também tem passagens pelos filmes de super-heróis da Marvel, no papel do asgardiano Frandal, que pode ser visto atualmente em “Thor: Ragnarok”. O roteiro de “Shazam!” está sendo escrito por Darren Lemke (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”), Henry Gayden (“Terra para Echo”) e Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), mas a direção é de um especialista em terror: David F. Sandberg (“Quandos as Luzes se Apagam” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”). O filme não deve trazer participação do astro Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”), escalado há vários anos para viver o vilão Adão Negro, um dos principais antagonistas do Capitão… Shazam!. Johnson deve estrelar só o spin-off de seu personagem. “Shazam!” é o terceiro filme na fila de estreia dos heróis da DC, após “Liga da Justiça”, que chega aos cinemas já em novembro, e “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018. As filmagens vão começar em fevereiro em Toronto, no Canadá, com uma estimativa de lançamento para abril de 2019.
Preacher é renovada para a 3ª temporada
O canal pago americano AMC renovou a série “Preacher” para sua 3ª temporada. O anúncio foi compartilhado pelo produtor Seth Rogen em sua conta no Twitter. Veja abaixo. A série é baseada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics) criados por Garth Ennis e Steve Dillon, e foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). A trama gira em torno do pastor Jesse Cutler (Dominic Cooper), que, após ser atingido por uma entidade sobrenatural, adquire o poder da Palavra de Deus, que é a capacidade de ser obedecido por todos. Isto também o torna alvo de burocratas violentos do Céu. Em busca de respostas, Jesse se junta ao vampiro bêbado Cassidy (Joseph Gilgun) e a sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e parte em busca de Deus, com uma primeira parada em Nova Orleans. A 2ª temporada da série registrou uma audiência média de 1,1 milhão de telespectadores ao vivo e 0,4 na demo, mas o número dobra com a soma de outras plataformas no período de sete dias após a exibição original. Além disso, também aumentou sua aprovação entre a crítica, registrando 90% de jornalistas satisfeitos no site Rotten Tomatoes (contra 89% na temporada inaugural). Os novos episódios devem ser exibidos durante o verão norte-americano de 2018. Season 3!!!! #Preacher pic.twitter.com/Pdd9RBdkrQ — Seth Rogen (@Sethrogen) October 26, 2017
Evan Peters, Kate Mara, James Van Der Beek e Tatiana Maslany vão estrelar Pose, nova série de Ryan Murphy
Após bater o recorde de integrantes transexuais numa única série, o elenco de “Pose”, nova produção de Ryan Murphy (“American Horror Story”, “Feud”) para o canal pago FX, inclui mais quatro atores. Foram escalados no programa Evan Peters (série “American Horror Story”), Tatiana Maslany (série “Orphan Black”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”). Peters e Mara vão interpretar o casal Stan e Patty, de New Jersey, que são sugados para o glamour e a intriga da cidade de Nova York na década de 1980. Van Der Beek será o chefe de Peters e Maslany vai viver uma professor de dança contemporânea. “Pose” retratará a Nova York dos anos 1980, mostrando o cruzamento entre os vários estratos sociais que formam a metrópole: do mundo luxuoso que deu luz a Donald Trump aos clubes gays da periferia. Murphy criou a série em parceria com seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”). Ainda não há previsão para a estreia.
Vídeos de bastidores mostram que mistério de Blindspot se torna global na 3ª temporada
A rede NBC divulgou dois vídeos de bastidores e uma cena da estreia da 3ª temporada de “Blindspot”, que vai ao ar nesta sexta (27/10) nos Estados Unidos. Além de depoimentos do elenco e do criador Martin Gero (série “The L.A. Complex”), as prévias mostram que a trama se tornou global, com gravações em vários países. O primeiro episódio, por exemplo, passa-se em Veneza. A série gira em torno do mistério da personagem de Jaimie Alexander (a Lady Sif de “Thor”), batizada de Jane Doe após ser encontrada nua e desmemoriada no centro de Nova York, e com o corpo coberto de tatuagens que viram o centro de uma investigação do FBI, revelando pistas de crimes em cada um dos desenhos em sua pele. Aos poucos, o segredo por trás das tatuagens se mostra uma grande conspiração, alimentada por uma organização secreta, que visa denunciar a corrupção das agências federais americanas. Mas o final da temporada passada acrescentou novas tatuagens e uma vingança contra a protagonista, que inclui o desaparecimento de três agentes do FBI, além, claro, de um marido – o agente Kurt Weller, personagem de Sullivan Stapleton (“300: A Ascensão do Império”). Principal lançamento da TV americana em 2015, “Blindspot” perdeu fôlego na 2ª temporada ao aprofundar a conspiração de sua trama e correu risco de cancelamento, com seus 10 milhões de telespectadores encolhendo pela metade – 4,9 milhões. E agora vai lutar pela sobrevivência nas noites de sexta-feira, que tradicionalmente registram as piores audiências da TV aberta dos Estados Unidos. No Brasil, “Blindspot” é exibido pelo canal pago Warner.
Gérard Depardieu lança livro amargo com reflexões sobre sua vida
O lendário ator francês Gérard Depardieu lançou um livro de memórias, intitulado “Monstre” (Monstro), em que faz um balanço amargo de sua vida. Lançado na quinta (26/10), o livro mistura relatos sobre suas relações com mestres do cinema a reflexões sobre textos de alguns de seus escritores prediletos, e é repleto de comentários pessimistas sobre a humanidade. “Como podemos continuar avançando em uma civilização que pouco a pouco está perdendo suas razões de ser?”, questiona o ator num trecho, retomando uma reflexão do autor austríaco Stefan Zweig, que se suicidou em fevereiro de 1942, atormentado pela agonia do mundo. Depardieu fala também da sua infância miserável em Berry, no centro da França, e de seu pai, “Dédé”, que “nunca tinha visto o mar”. Conta como descobriu o teatro, seu encontro com figuras como Claude Régy e Marguerite Duras, e como os cineastas Bernardo Bertolucci, Marco Ferreri e François Truffaut mudaram a sua vida. Ele descreve a si próprio, aos 68 anos, como um homem cansado das “normas”, que celebra “a violência dos excessos”. E fala sobre a morte, que define como “um belo ponto de exclamação sobre o que foi vivido”.
Academia do Oscar terá código de conduta após escândalo sexual de Harvey Weinstein
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidiu tomar algumas providências para impedir novos escândalos sexuais, como os casos de abuso e até estupro denunciados por atrizes contra o produtor Harvey Weinstein. A CEO do Oscar, Dawn Hudson, revelou que serão criados novos códigos de conduta para os membros da organização, em comunicado divulgado nesta sexta-feira (27/10). “Assim como você, o Conselho dos Governadores [os diretores da Academia] está preocupado sobre o assédio sexual e o comportamento predatório no local de trabalho, especialmente na nossa indústria. Acreditamos que a nossa Academia tem a obrigação de trazer uma atmosfera respeitosa e segura para os profissionais que fazem filmes”, Hudson disse na nota divulgada para a imprensa. “Para este fim, estamos avançando para estabelecer um código de conduta aos nossos membros, o que irá incluir política para avaliar as alegadas violações e determinar ações de desfiliação da Academia”, completou. No dia 14 de outubro, os 54 membros do conselho decidiram expulsar Weinstein, após o jornal The New York Times revelar alegações de assédio sexual contra o produtor. A reportagem inspirou dezenas de atrizes a romperem o silêncio para se juntarem às denúncias, alegando até estupro. Mais de 50 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. E nesta semana o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e também pelo BAFTA, a Academia britânica, e o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. A repercussão do caso fez com que várias outras estrelas relatassem suas experiências de abuso em Hollywood. E o diretor James Toback foi acusado por quase 40 atrizes em uma reportagem do jornal Los Angeles Times. Em menos de uma semana, o número saltou para mais de 200, entre elas algumas famosas, como Selma Blair e Rachel McAdams. “Estamos consultando especialistas em leis e ética para ter um melhor entendimento do que mais podemos e deveríamos fazer. Apesar de não termos a intenção de funcionar como um corpo investigativo, temos o direito e obrigação como uma associação voluntária de manter padrões limpos de conduta em ambiente de trabalho para aqueles que aceitamos como membros”, acrescentou Dawn Hudson.
Altas Expectativas: Trailer revela primeiro besteirol politicamente correto
Até que enfim, um besteirol nacional politicamente correto. A comédia “Altas Expectativas” ganhou pôster, fotos e seu primeiro trailer, que usa piadas para contar uma história de superação e romance. Talvez besteirol não seja a definição correta, apesar das caretas típicas do “gênero” demonstradas por alguns coadjuvantes, pois a trama tem momentos dramáticos. A história gira em torno do personagem de Leonardo Reis, conhecido em shows de stand-up como Leo Gigante. Ele vive um treinador de cavalos anão que se apaixona por uma barista, mas sua baixa autoestima lhe impede de se declarar. Cansado de ser humilhado pela estatura, ele acaba revidando um comediante durante uma apresentação de stand-up e impressiona pelo humor autodepreciativo, iniciando uma nova carreira. E um dia faz a jovem melancólica, que ele adora, rir pela primeira vez em muito tempo, abrindo as portas para seu coração. Este resumo é praticamente a história completa do filme, que não esconde sua estrutura de fábula da Disney, com direito até a rival vilão playboy (o Gaston da vez), vivido pelo canalha favorito do cinema brasileiro, Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”). Já a bela da história é interpretada por Camila Márdila, que dividiu com Regina Casé o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Sundance 2015 por “Que Horas Ela Volta?”. O elenco do filme ainda inclui Maria Eduarda de Carvalho (novela “Sete Vidas”), que interpreta a melhor amiga do treinador de cavalos, e ainda há participações especiais de Tiago Abravanel (novela “Salve Jorge”), Fabiana Karla (“Loucas pra Casar”), Felipe Abib (“Vai que Dá Certo”) e do veterano do besteirol Agildo Ribeiro (“Casa da Mãe Joana”). O roteiro e a direção são assinados pela dupla Pedro Antônio (“Tô Ryca!”) e Alvaro Campos (“Leo & Carol”), e a estreia está marcada para 30 de novembro.
Mudbound: Aposta da Netflix no Oscar 2018 ganha novo trailer épico
A Netflix divulgou o segundo trailer de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, que a prévia ajuda a delinear. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso já conquistou antecipadamente o primeiro troféu do Gotham Awards, evento do cinema indie americano, que abre a temporada de premiações de Hollywood. Ele inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto, de Londres e de Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.
Veja uma prévia de Beyond Stranger Things, o programa que discute a série Stranger Things
A Netflix divulgou uma prévia do programa dedicado aos bastidores da série “Stranger Things”. O vídeo mostra a abertura e revela que Jim Rash (“Girlboss”) será o apresentador de “Beyond Stranger Things”, atração que funcionará como os “extras” da nova leva de episódios, com entrevistas, cenas de gravações e comentários sobre a trama dos episódios – um “aftershow” ao estilo de “Talking Dead”, sobre a série “The Walking Dead”. No entanto, a plataforma aconselha a seus espectadores a não assistir “Beyond Stranger Things” antes de verem todos os novos capítulos da série, pois o programa contém spoilers. A programa e a 2ª temporada de “Stranger Things” estreiam nesta sexta-feira, dia 27 de outubro.
Justin Lin vai voltar a dirigir a franquia Velozes e Furiosos
O ator Vin Diesel, protagonista e produtor da franquia “Velozes e Furiosos”, anunciou pelo Facebook que o diretor Justin Lin voltará para dirigir os próximos dois filmes. O cineasta, a quem Diesel chamou de “progenitor” da saga, o “arquiteto” do seu sucesso e o “responsável pelo renascimento” da franquia, dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida: “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). “Vocês queriam que o nono e o décimo fossem incríveis. Ouvimos os comentários de vocês sobre a saga e sobre o que precisa acontecer nos capítulos finais”, disse o ator em vídeo em que aparece ao lado de Lin. Veja abaixo. Diesel também anunciou o retorno à franquia da atriz Jordana Brewster, que interpretava a irmã de Dominic e se ausentou em “Velozes e Furiosos 8” (2017). Ela é casada com o personagem de Paul Walker e seu sumiço tem a ver com o fato do ator ter falecido em meio à produção de “Velozes e Furiosos 7”. “Velozes e Furiosos 9” chegará aos cinemas americanos apenas em 10 de abril de 2020, durante o feriado da Páscoa. Antes disso, a franquia ganhará seu primeiro spin-off, centrado nos personagens de Dwayne Johnson e Jason Statham, com estreia agendada para julho de 2019. Publicado por Vin Diesel em Quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Olivia Colman vai substituir Claire Foy como a rainha Elizabeth II na série The Crown
A atriz Olivia Colman (da série “Broadchurch”) vai substituir Claire Foy como a rainha Elizabeth II na série “The Crown”. Segundo o site da revista Entertainment Weekly, a troca acontecerá nas 3ª e 4ª temporadas da produção da Netflix, que mostrará a rainha mais velha. Clare Foy ainda aparecerá como Elizabeth no segundo ano da produção, passado na década de 1960. Cada temporada da premiada “The Crown”, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama em 2017, deve seguir uma década diferente da vida da rainha. Com isso, produtores já planejavam a troca de protagonistas depois da 2ª temporada, que estreia no dia 8 de dezembro. Curiosamente, Colman interpretou a mãe da Rainha Elizabeth, também chamada de Elizabeth, no filme “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012). Ela também poderá ser vista em breve em “Assassinato no expresso do Oriente”, que estreia no Brasil em 23 de novembro.
Taylor Swift vira ciborgue no impressionante clipe sci-fi de …Ready For It
Taylor Swift vira ciborgue em “…Ready For It?”, novo clipe impressionante dirigido por Joseph Kahn, que desde “Bad Blood” transforma os vídeos da cantora num catálogo de efeitos visuais. Fortemente influenciada pelo filme “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”, o vídeo traz Taylor num corpo cibernético de design similar ao aspecto digital de Scarlett Johansson na produção cinematográfica lançada neste ano, além de fazer referências a animes e produções sci-fis – como “Ex-Machina”, “Blade Runner”, “Tron” e a recente série “Star Trek: Discovery”. Em meio às referências e efeitos cinematográficas, o clipe também alude à própria trajetória de Taylor. Mas não se trata de auto-citações explícitas, como em “Look What You Made Me Do”. Há, por exemplo, os números “89” e “91” grafitados, aludindo ao disco “1989”, que também é o ano de nascimento da cantora. Seu atual namorado, o Joe Alwyn, nasceu em 1991 (“Younger than my exes but he act like such a man, so…”). Até o nome “Joseph” aparece, escrito em chinês – numa alusão ao diretor ou a Alwyn. Assim como referências ao Ano da Serpente, que no calendário chinês também caiu em 1989. E os oito ex-namorados são contados como os guardas encapuzados do bunker onde a Taylor cibernética está presa. O número favorito de Swift, “13”, é outro detalhe rabiscado nas paredes do bunker, ao lado de algumas frases, como “UR Gorgeous”, “All Eyes On Us”, “I Love You In Secret” e “This Is Enough”. A primeira remete ao single “Gorgeous”, que a cantora lançou na semana passada, o que pode significar que as demais sejam músicas de seu novo disco, “Reputation”. Há ainda um cavalo branco, que evoca a música “White Horse”, e muitos raios, reminiscentes do clipe de “This Is What You Came For”, música do então namorado Calvin Harris que ela secretamente compôs sob o pseudônimo Nils Sjöbot – nome que Joseph Kahn twittou antes da estreia do clipe. Esse arsenal de referências serve para transmitir uma mensagem difusa, em que a Taylor ciborgue, presa num campo de força, vira analogia para a forma como a fama desumaniza as pessoa. O campo de força, por sua vez, remete a uma expressão em inglês, “colocar pessoas em caixas”, que significa rotular. Deste modo, o tema sci-fi expressa o tema do álbum, em que Taylor pretende abordar e se desvencilhar de sua reputação, quebrando a caixinha em que foi colocada – ou o campo de força – para destruir a imagem pública – ou desumanizada – de si mesma. Seja como for, o modo como ela mantém seus fãs entretidos, tentando adivinhar significados mais profundos em seus vídeos não tem paralelos na música pop. Seu sexto álbum de estúdio, “Reputation”, será lançado em 10 de novembro.












