Jim Parsons se casa com companheiro de 14 anos
O ator Jim Parsons, que interpreta o personagem Sheldon na série “The Big Bang Theory”, casou-se oficialmente com o designer gráfico Todd Spiewak neste domingo, em Nova York, nos Estados Unidos. Os dois estavam juntos há 14 anos. O casamento aconteceu no famoso restaurante Rainbow Room, ponto turístico e cenário de diversos eventos luxuosos da cidade americana. O astro divulgou uma foto da cerimônia em sua conta no Instagram. Nela, aparece de mãos dadas com o companheiro e avisa: “Mais fotos por vir”. Em seguida, ele postou imagens da recepção, em que o casal tem sua primeira dança oficial como recém-casados – em ternos luxuosos de Tom Ford. Parsons já havia declarado seu amor por Spiewak na mesma rede social, ao descrevê-lo como “a melhor coisa” que havia acontecido em sua vida, no aniversário de 14 anos do relacionamento. Fãs do ator aproveitaram a oportunidade para deixar mensagens parabenizando o casal. Veja abaixo. 5.13.17 ❤️Rainbow Room, NYC ? by @ambergressphotography ? by @melissamcneeley ???by @doan_ly (more pics to come) Uma publicação compartilhada por Jim Parsons (@therealjimparsons) em Mai 15, 2017 às 5:15 PDT Reception, first dance… (have to say thank you to #anniepsaltaris who was supposed to just be a guest but worked really hard to help us get the @tomford tuxes we loved so much AND she tied the bow ties of several guests that night. Annie is a champ and we love her ❤️) photos by @ambergressphotography (why can't I figure out how to tag @melissamcneeley and @doan_ly ??? Oh yeah, cuz I'm old. ?) Uma publicação compartilhada por Jim Parsons (@therealjimparsons) em Mai 15, 2017 às 8:48 PDT
Premiação da TV britânica repete tradição de consagrar produções da BBC
A Academia Britânica de Cinema e TV (BAFTA, na sigla em inglês) premiou os melhores programas e talentos de 2016 na televisão do Reino Unido, em cerimônia realizada em Londres na noite de domingo (14/5). E embora muitos esperassem uma vitória triunfal de “The Crown”, líder em indicações, a Netflix foi barrada da festa pela tradição de premiar atrações da BBC. O grande vencedor do BAFTA TV Awards foi o drama criminal “Happy Valley”, da BBC, que conquistou duas categorias importantes, com os troféus de Melhor Série de Drama e Melhor Atriz (Sarah Lancashire), numa disputa direta com “The Crown”. Apenas outra produção recebeu dois prêmios: “Damilola, Our Loved Boy”, que venceu como Melhor Telefilme e Melhor Atriz Coadjuvante (Wunmi Mosaku). Detalhe: também é uma produção da BBC. Assim como a Melhor Comédia, “People Just Do Nothing”. De fato, a BBC só não levou o troféu de Melhor Minissérie, conquistado por “National Treasure”, do Channel 4. Todas as demais atrações, inclusive a comédia “Fleabag”, exibida pela Amazon no resto do mundo, e a minissérie “Night Manager”, veiculada pelo canal pago AMC nos EUA, são produções ou coproduções da BBC. E adivinhem quem distribuiu na TV britânica o sucesso americano “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson”, vencedor do BAFTA TV de Melhor Série Internacional? Sim, a BBC. No modelo de negócios do Reino Unido, o estado não controla apenas a concessão, mas a própria programação da televisão, exercendo um monopólio com três canais diferentes para competir consigo mesmo. Não é à toa que suas produções vençam prêmios de seu próprio mercado. Especialmente quando quem vota são representantes deste mercado – atores, produtores e técnicos que trabalham, em sua esmagadora maioria, na BBC. Eis o “segredo” do sucesso da BBC no BAFTA TV. Confira abaixo a lista dos principais premiados. Vencedores do BAFTA TV Awards 2017 MELHOR SÉRIE – DRAMA “Happy Valley” MELHOR SÉRIE – COMÉDIA “People Just Do Nothing” MELHOR MINISSÉRIE “National Treasure” MELHOR TELEFILME “Damilola, Our Loved Boy” MELHOR ATRIZ – DRAMA Sarah Lancashire (“Happy Valley”) MELHOR ATOR – DRAMA Adeel Akhtar (“Murdered by My Father”) MELHOR ATRIZ – COMÉDIA Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) MELHOR ATOR – COMÉDIA Steve Coogan (“Alan Partridge’s Scissored Isle”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Wunmi Mosaku (“Damilola, Our Loved Boy”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Tom Hollander (“The Night Manager”) MELHOR SÉRIE INTERNACIONAL “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson” MELHOR NOVELA “Emmerdale” MELHOR PROGRAMA DE COMÉDIA OU VARIEDADES “Charlie Brooker’s 2016 Wipe”
Guardiões da Galáxia Vol. 2 lidera bilheterias do Brasil pela terceira semana
“Guardiões da Galáxia Vol. 2” segue em 1º lugar nas bilheterias nacionais em sua terceira semana em cartaz. O filme da Marvel levou cerca de 350 mil pessoas às salas de cinema brasileiras, com arredação de quase R$ 6 milhões só nos últimos quatro dias. Os super-heróis também lideram na América do Norte e no mercado internacional, e já somam US$ 630,6 milhões de arrecadação mundial. A maior estreia do Brasil na última semana, “Alien: Covenant”, abriu em 2º lugar, levando quase 300 mil pessoas aos cinemas, com um faturamento de mais de R$ 4,5 milhões. Ainda inédito nos EUA, o longa de Ridley Scott também ocupou o 2º lugar entre as bilheterias internacionais do fim de semana, tendo estreado na liderança em 19 países. Ao todo, a produção da Fox registrou US$ 42 milhões em 32 países, antes de chegar nos maiores mercados. A segunda maior estreia nacional do fim de semana não teve desempenho positivo. Estrelado por Mark Wahlbergh, o thriller dramático “O Dia do Atentado” abriu apenas em 6º lugar. Completam o Top 10 “A Cabana” (3º), “Velozes e Furiosos 8” (4º), “O Poderoso Chefinho” (5º), “A Autópsia” (7º), “Ninguém Entra, Ninguém Sai” (8º), “Norman: Confie em Mim” (9º) e a animação “Rock Dog: No Faro do Sucesso” (10º).
Alien: Covenant já é sucesso internacional
“Alien: Covenant” ainda não estreou nos EUA, mas já é um sucesso internacional, com US$ 42 milhões arrecadados em 32 países. A sequência de “Prometheus” (2012) abriu em 1º lugar em 19 desses mercados, mas mesmo assim não superou o desempenho de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. O filme da Marvel, que lidera as bilheterias dos EUA, está em sua terceira semana no exterior, rendendo US$ 52,2 milhões no mercado internacional. Ele já soma um total acumulado de 630,6 milhões mundiais. Vale observar que o alcance da distribuição internacional do novo “Alien” não é tão grande quanto o do longa de super-heróis. Não houve, por exemplo, lançamento na China, no Japão, na Rússia e em vários países da Europa. O parâmetro é, na verdade, “Mad Max: Estrada da Fúria”, que “Alien: Covenant” superou em 4%. A Coreia do Sul registrou o maior público para a sci-fi de Ridley Scott, com bilheteria de US$ 7,2 milhões, seguido pelo Reino Unido (US$ 6,4 milhões), França (4,5 milhões), Austrália (3,1 milhões) e México (2,5 milhões). No Brasil, o filme não foi tão bem, abrindo em 2º lugar (1,4 milhões). Estas aberturas estão de acordo com as projeções da Fox, o que deve representar a continuidade da franquia, salvo um fracasso nos mercados em que a produção ainda não estreou, especialmente EUA, Canadá e China, onde estreia no fim desta semana. Já “Rei Arthur: A Lenda da Espada” obteve pequenos avanços, após implodir nos EUA, mas não conseguiu mais que US$ 29,1 milhões. Apesar de abrir em 1º lugar em 29 países, o único mercado grande em que fez sucesso foi a Rússia. A China, que poderia compensar o fracasso norte-americano, não lhe deu maior importância, rendendo-lhe só US$ 5 milhões. Está claro que o filme medieval dará um prejuízo épico para Warner e definitivamente não terá continuação.
Daniel Radcliffe terá que lutar até a morte em comédia de ação
O ator Daniel Radcliffe vai estrelar a comédia de ação “Guns Akimbo”, mais um projeto incomum de sua filmografia indie. Segundo o site Variety, a trama vai trazer Radcliffe como uma espécie de gladiador, forçado a lutar até a morte contra um rival fortemente armado, numa luta transmitida por streaming para um site da Dark Web. Além de lutar pela própria sobrevivência, ele ainda terá que salvar a namorada sequestrada. Atualmente em pré-produção, o filme tem roteiro e direção de Jason Lei Howden, técnico de efeitos visuais da franquia “O Hobbit”, que estreou como diretor na comédia de terror “Deathgasm”, vencedora do Festival Toronto After Dark em 2015. “Guns Akimbo” ainda não tem previsão de estreia.
Julianne Moore será protagonista do remake americano de Gloria
A atriz Julianne Moore (vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice”) vai estrelar o remake americano de “Gloria”, comédia dramática do chileno Sebastián Lelio, que rendeu o Urso de Prata de Melhor Atriz a Paulina García no Festival de Berlim de 2013. Sebastián Lelio também vai escrever e dirigir a versão americana, situação que já rendeu saia justa para vários diretores. Ao menos, ele terá a companhia de um compatriota que já estreou em Hollywood. A produção está a cargo de Pablo Larraín, que estreou em inglês com “Jackie” no ano passado. Segundo o diretor, o filme não será um remake típico, mas uma reimaginação das situações vistas no longa original, a partir dos mesmos personagens, que podem tomar direções diferentes na nova produção. “Como uma das maiores atrizes do mundo, Julianne Moore dará suas próprias características para a personagem, sendo uma grande honra inesquecível para a gente. Será como um jazz: sentiremos o espírito do longa chileno, mas iremos revigorá-lo”, declarou Lelio, em comunicado. O longa de 2013 acompanhava Gloria, uma mulher solitária de 58 anos, cujos filhos já saíram de casa há algum tempo. Como se recusa a ficar sozinha em casa às noites, ela tem o hábito de ir a bailes dedicados à terceira idade. Lá, conhece vários homens, com quem costuma se empolgar e, logo depois, se decepcionar. A situação muda quando surge Rodolfo, um ex-oficial da Marinha, que a faz se apaixonar e imaginar um relacionamento permanente, mas também a obrigada a confrontar alguns dos seus segredos mais sombrios. As filmagens vão acontecer no final do ano.
Diretor de Casa Grande vai filmar seu primeiro longa internacional em inglês
O diretor Fellipe Barbosa (“Casa Grande”), que teve seu novo filme “Gabriel e a Montanha” selecionado para a Semana da Crítica no Festival de Cannes, vai filmar sua primeira produção internacional, falada em inglês. Segundo o site da revista Variety, ele vai dirigir “City of Alex”, uma produção de Lars Knudsen, o produtor responsável por “Toda a Forma de Amor” (2010), “A Bruxa” (2015) e “Docinho da América” (2016). Passado em Berlim, “City of Alex” acompanha um triângulo amoroso a partir do ponto de vista da personagem-título, uma pianista dividida entre o marido Eric e Sasha, uma paixão antiga. “O filme lida com um conflito entre amor e paixão, disciplina e liberdade, música clássica e jazz”, afirmou Barbosa à publicação americana. As filmagens estão previstas para o segundo semestre deste ano. Além deste filme, Fellipe Barbosa prepara um drama com toques políticos para o mercado brasileiro. “Domingo” vai acompanhar uma família conservadora, que celebra o Ano Novo assistindo à posse do populista (descrição da Variety) Luís Inácio Lula da Silva à Presidência da República. “O longa lida com o medo e preconceitos de uma decadente aristocracia do sul do Brasil, enquanto o Partido dos Trabalhadores chega ao governo”, descreveu o diretor.
Julia Roberts vai estrelar a adaptação do best-seller A Vida Aqui e Agora
Julia Roberts vai viver mais uma mulher sonhadora em sua carreira. A atriz será a protagonista de “The Bookseller”, adaptação do livro homônimo de Cynthia Swanson, lançado no Brasil com um título bem diferente (pensou que era só no cinema que isso acontecia?), “A Vida Aqui e Agora”. A trama de “The Bookseller” acompanha a vida de Kitty Miller, uma mulher solteira que trabalha numa livraria nos anos 1960, e que imagina uma realidade alternativa para si mesma, na qual é casada com o amor de sua vida e tem filhos lindos. Aos poucos, fantasia e cotidiano entram em colisão e ela passa a perder a noção do que é sonho e o que é verdade. Lançado em 2015, o livro de Cynthia Swanson entrou imediatamente na lista dos mais vendidos dos Estados Unidos. Segundo o site The Hollywood Reporter, além de estrelar, Julia Roberts também vai produzir o filme. “The Bookseleer” ainda não tem diretor definido, nem previsão de estreia.
Helen Mirren vai estrelar o primeiro terror de sua carreira
A atriz Helen Mirren vai estrelar o primeiro terror de sua longa carreira, iniciada há 50 anos. Segundo o site da revista Variety, ela será a protagonista do drama sobrenatural “Winchester”, ambientado em uma mansão mal-assombrada. Na trama, Mirren interpretará Sarah Winchester, herdeira do fabricante dos famosos rifles Winchester, popularizados no Velho Oeste, que acredita ser perseguida por fantasmas de todas as vítimas da arma. Após as súbitas mortes do marido e do filho, ela se dedica obcecadamente a construir e se trancar em uma mansão enorme e labiríntica para manter os espíritos distantes. O elenco também terá Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como o psiquiatra chamado para avaliar o estado mental da viúva, além de Sarah Snook (“O Predestinado”) e Angus Sampson (série “Shut Eye”). O roteiro e a direção são dos irmãos Michael e Peter Spierig (“O Predestinado”). E apesar de a história lembrar ligeiramente a série “Wynonna Earp”, a inspiração são fatos reais. A construção da mansão de Winchester em San Jose, na Califórnia, durou continuamente de 1884 a 1922, rendendo a casa mais incomum do mundo, em forma de labirinto, com 160 quartos, 2 mil portas, 10 mil janelas, 9 cozinhas, 13 banheiros e 47 escadas e lareiras. Na época, o custo foi de US$ 5 milhões. “Winchester” está previsto para estrear nos cinemas americanos no dia 23 de fevereiro, com produção da CBS Films.
Jack O’Connell e Chloe Moretz viverão romance em festa de Truman Capote
A vida animada do escritor Truman Capote vai virar filme. O autor de “Bonequinha de Luxo” e “A Sangue Frio” era conhecido por dar grandes festas e o longa vai se concentrar numa delas, no famoso baile em preto e branco realizado em 1966 no Plaza Hotel, em Nova York. A produção vai se chamar “Party of the Century” (festa do século) e trará Josh Gad (“A Bela e a Fera”) no papel do escritor. Mas seu personagem será secundário na trama, que usará a festa como pano de fundo para um romance, levado às telas por Jack O’Connell (“Invencível”) e Chloe Moretz (“A 5ª Onda”). Ele será um ascensorista de elevador e ela uma atriz ingênua de Hollywood, que se conhecerão e se apaixonarão durante o evento de gala. A direção está a cargo do casal Robert Pulcini e Shari Springer Berman, que sempre trabalha junto. Marido e mulher, eles dirigiram “Anti-Herói Americano” (2003), “Diário de uma Babá” (2007) e “Minha Vida Dava Um Filme” (2012), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia de Party of the Century
Bilheterias: Guardiões da Galáxia Vol. 2 lidera com folga após fiasco de Rei Arthur nos EUA
“Guardiões da Galáxia Vol. 2” não teve a menor dificuldade para manter o 1º lugar nas bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz na América do Norte. O novo filme de super-heróis da Marvel fez excelentes US$ 63 milhões nos últimos três dias, números que muitas estreias não são capazes de atingir. Para dar a dimensão do feito, bastaram dez dias para o longa superar toda a arrecadação de “Velozes e Furiosos 8” no mercado norte-americano. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” já soma US$ 246,1 milhões nos Estados Unidos e no Canadá, contra os US$ 215 milhões acumulados pelo oitavo “Velozes e Furiosos” em cinco semanas. A liderança do ranking doméstico, porém, continua nas mãos de “A Bela e a Fera”, que após nove semanas ainda está entre os filmes mais assistidos, chegando a impressionantes US$ 493,1 milhões. Trata-se da oitava maior bilheteria já registrada por um filme na América do Norte. “A Bela e a Fera” também lidera no mundo inteiro, com US$ 1,2 bilhão, mas a vantagem sobre “Velozes e Furiosos 8” é de apenas US$ 13 milhões. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” já é a terceira maior bilheteria mundial do ano, contudo ainda está muito longe da disputa pela ponta, com US$ 630,5 milhões. Já as estreias da semana foram tão insignificantes que chamam atenção apenas por seu fracasso. “Snatched”, a nova comédia repleta de palavrões de Amy Schumer, abriu em 2º lugar na América do Norte com apenas US$ 17,5 milhões e críticas muito negativas (36% de aprovação no site Rotten Tomatoes), o que não deve ajudar suas pretensões financeiras. A produção custou US$ 42 milhões, que apesar de módicos para os padrões de Hollywood podem não ser recuperados, devido ao reduzido apelo internacional da estrela. Não há, por exemplo, planos para lançamento nos cinemas brasileiros. Mas épico mesmo foi o fiasco de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Superprodução orçada em US$ 175 milhões, faturou pífios US$ 14,7 milhões e perdeu até para a comédia fraquíssima de Schumer. A Warner planejava construir uma franquia a partir deste filme, contando as aventuras dos cavaleiros da Távola Redonda. Faltou combinar com o público. Como o estúdio atrasou o lançamento em uma semana no Brasil, agora a viagem marcada do astro Charlie Hunnam a São Paulo serve apenas para aumentar o prejuízo. Fora o assunto do fracasso, não sobrou muito o que discutir a respeito do filme, que a crítica norte-americana fuzilou. A avaliação do Rotten Tomatoes foi impiedosa: míseros 28% de aprovação. O consenso é que o filme é muito muito ruim, repleto de efeitos e edição frenética que o deixam mais parecido com um videogame que uma encenação da lenda arthuriana original. É também o segundo prejuízo consecutivo que o diretor Guy Ritchie deixa para a Warner pagar, após o fracasso de “O Agente da UNCLE” (2015), outra produção que deveria virar franquia. E se não bastasse, o estúdio já tem outra superprodução encomendada para o ex-marido de Madonna: “Sherlock Holmes 3”. Como ele também assumiu “Aladdin” para a Disney, já deve ter executivo da Warner torcendo por conflito de agenda. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 63 milhões Total EUA: US$ 246,1 milhões Total Mundo: US$ 630,5 milhões 2. Snatched Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ US$ 17,5 milhões Total Mundo: US$ 20,7 milhões 3. Rei Arthur: A Lenda da Espada Fim de semana: US$ 14,7 milhões Total EUA: US$ 14,7 milhões Total Mundo: US$ 43,8 milhões 4. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 215 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 5. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 162,3 milhões Total Mundo: US$ 456,4 milhões 6. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 493,1 milhões Total Mundo: US$ 1,2 bilhão 7. Como se Tornar um Conquistador Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 26,1 milhões Total Mundo: US$ 26,1 milhões 8. Lowriders Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 2,4 milhões Total Mundo: US$ 2,4 milhões 9. O Círculo Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 18,9 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 10. Baahubali 2: The Conclusion Fim de semana: US$ 1,5 milhão Total EUA: US$ 18,9 milhões Total Mundo: US$ 126 milhões
Disney anuncia data de Frozen 2 e produtor dá pistas da trama
A Disney revelou a data de estreia da continuação da animação “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), que chegará aos cinemas em 2019, e um dos produtores já deu pistas sobre a trama, em entrevista ao site da revista Entertainment Weekly. “Agora que estamos envolvidos nesse projeto por algum tempo, o mais excitante é que ele parece um crescimento natural do primeiro filme”, disse o produtor Peter Del Vecho. “Você entende melhor as coisas do primeiro filme depois de ver a sequência.” O que isso significa? Provavelmente uma explicação sobre como a rainha Elsa conseguiu seus poderes, já que nem seus pais, nem sua irmã parecem possuir quaisquer dons sobrenaturais. Ou seria a revelação de que Anna também tem poderes? Como o segredo em torno da trama é grande, só resta especular. O que está garantido é a volta do elenco dos dubladores originais: Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Ana), Josh Gad (olaf) e Jonathan Groff (Kristoff). Os diretores Chris Buck e Jennifer Lee também têm seus retornos confirmados. Fenômeno de bilheteria, “Frozen” se tornou a animação mais bem-sucedida de todos os tempos ao render mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo. O recorde ainda não foi batido e o filme também é a 9ª maior arrecadação mundial entre todos os gêneros de produção cinematográfica. Tanto sucesso gerou uma infinidade de material derivado. A própria Disney desenvolveu um curta com os dubladores originais, “Frozen: Febre Congelante” (2015), e prepara outro para o fim do ano, “Olaf’s Frozen Adventure”, um especial natalino ainda sem título em português. Isso sem esquecer os inúmeros jogos de “Frozen” online. De fato, entre os jogos de filmes, os desenhos da Disney estão entre os que mais rendem uma infinidade de variações, e a popularidade de “Frozen” é atestada pela quantidade de jogos diferentes que proliferaram em torno de seus personagens. Mas há até mesmo um espetáculo de patinação no gelo baseado em “Frozen”. Essa variedade de produtos serve para manter “aquecida” a franquia, até o lançamento do próximo filme. Ainda sem título oficial, a continuação de “Frozen” tem estreia prevista para 27 de novembro de 2019 nos Estados Unidos.
Disney Channel prepara musical de zumbis adolescentes
O Disney Channel também vai entrar na onda dos zumbis. E a ideia é trash. O canal infantil da Disney está preparando um telefilme que vai juntar cheerleaders e zumbis. Claro que não vai ter violência, sanguinolência, nem nada do tipo. Em vez disso, haverá músicas e danças. Afinal, é para crianças. Mas musical zumbi é trash mesmo. Intitulado “Zombies”, o filme vai se passar numa cidadezinha suburbana, que tem orgulho de sua escola de Ensino Médio, a ponto de integrar a comunidade nas festas do time de futebol e nos bailes da high school. Os problemas começam quando chegam novos estudantes, transferidos de uma cidade suspeitamente chamada Zombietown. Logo, o time de futebol passa a ter como principal estrela um zumbi adolescente. A produção será estrelada por Meg Donnelly (série “American Housewife”) e Milo Manheim (série “Ghost Whisperer”). O roteiro foi escrito por David Light e Joseph Raso originalmente para uma série de TV do mesmo canal, intitulada “Zombies and Cheerleaders”. O piloto chegou a ser produzido e recusado em 2011. A Disney foi buscar a trama literalmente no lixo, e contratou Josh Cagan (“High School Band” e “Duff”) para reciclar como telefilme. A direção está a cargo de Jeffrey Hornaday, que também vai assinar as coreografias em parceria com Christopher Scott. Ambos trabalharam juntos no hit da Disney “Teen Beach Movie” (2013) e em sua continuação de 2015. “Estamos entusiasmados por trabalhar com Jeffrey Hornaday novamente para dar vida a este novo mundo de zumbis e cheerleaders”, disse Adam Bonnett, executivo de programação original do Disney Channel. “Jeffrey e Chris Scott entregaram algumas de nossas seqüências musicais mais memoráveis no Disney Channel e estamos empolgados em realizar esta história inspiradora sobre tolerância, inclusão, individualidade e convicção – temas importantes para os nossos telespectadores.” A Disney tem tradição de sucesso com seus musicais televisivos, que renderam franquias como a mencionada “Teen Beach Movie”, “High School Musical” e “Os Descendentes”. Por sinal, o mesmo diretor de “Zombies” está preparando “High School Musical 4”. E “Os Descendentes 2” já estreia em 21 de julho. “Zombies” ainda não tem previsão de estreia












