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  • Série

    Instagram registra Nina Dobrev no set de The Vampire Diaries

    29 de janeiro de 2017 /

    O elenco e os produtores de “The Vampire Diaries” estão usando o Instagram para documentar as gravações do episódio final da série. Uma nova leva de imagens foi postada sob a hashtag #TVDforever, e elas destacam a participação de Nina Dobrev. Apenas nesta semana foi confirmado que a atriz tinha assinado para gravar o último capítulo da atração. O criador de “The Vampire Diaries”, Kevin Williamson, e os fãs de Nina postaram fotos que comprovam sua presença. As demais imagens abaixo registram equipe e atores fazendo suas despedidas da atração, além de incluir uma homenagem da co-criadora Julie Plec à Sarah Jones, assistente de câmera da série, que morreu em 2014 de forma polêmica, ao ser atropelada por um trem durante a filmagem de um longa-metragem. Confira abaixo. O último episódio da série, após oito temporadas, irá ao ar no dia 10 de março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago MTV. Friday night with some old friends. @paulvedere @ninadobrev #tvdforever Uma foto publicada por Kevin Williamson (@kevwilliamson) em Jan 27, 2017 às 6:36 PST @sophiacohen : Paul Wesley, Nina Dobrev, and writer Kevin Williamson behind the scenes ??#TVD"}}]}, "environment_switcher_visible_server_guess": true, "activity_counts": null, "static_root": "//instagramstatic-a.akamaihd.net/h1 Uma foto publicada por NINA DOBREV (@ninadobrev30) em Jan 28, 2017 às 8:17 PST #TVDForever via @sophiacohen #IGStories #NinaDobrev #tvd Uma foto publicada por NINA DOBREV (@ninadobrev30) em Jan 28, 2017 às 5:10 PST ????? #stelena#ninadobrevfans #ninadobrev#elenagilbert #katherinepierce#thecwtvd #thefinalepisode#thelastseason #thecw#tvd#cw#tvdcw#cwtvd #tvdfamily#tvdforever#tvdfans #thevampirediaries#vampire #vampirediaries#delena#mtv #teenwolf#theoriginals#tw#to #tvdseason8 Uma foto publicada por TVD & TO 2,9k | 26.11.2016 (@tvdfamily8) em Jan 28, 2017 às 6:09 PST An official TBT! Pilot Episode on set with @katgraham and @ninadobrev #tvdforever Uma foto publicada por Kevin Williamson (@kevwilliamson) em Jan 26, 2017 às 9:58 PST Count down to the end starts now… with these two guys Uma foto publicada por iansomerhalder (@iansomerhalder) em Jan 23, 2017 às 9:26 PST Caroline, Stefan & Damon on a warm winter day… Uma foto publicada por iansomerhalder (@iansomerhalder) em Jan 24, 2017 às 11:13 PST That's a wrap on Caroline's house ? ? #tvdseason8 #tvdforever @julieplec Uma foto publicada por Candice King (@craccola) em Jan 26, 2017 às 3:58 PST Last scene in Damon's bedroom. #TVDforever Uma foto publicada por julieplec (@julieplec) em Jan 26, 2017 às 9:03 PST Last first take of the series. #tvdforever Uma foto publicada por julieplec (@julieplec) em Jan 25, 2017 às 8:19 PST

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  • Série

    Bruce Wayne e Jerome voltam a se enfrentar nos trailers do final da midseason de Gotham

    28 de janeiro de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou dois comerciais da midseason finale de “Gotham”, que marcam o reencontro entre Bruce Wayne (David Mazouz) e Jerome Valeska (Cameron Monaghan), desta vez num picadeiro, em situação que evoca os confrontos entre Batman e Coringa. Da última vez em que os dois estiveram juntos, Jerome estava prestes a matar Bruce, quando foi inesperadamente assassinado. A notícia de sua morte não foi exagerada. Ele simplesmente voltou do além no episódio anterior, mais enlouquecido que nunca e com o rosto retalhado, que lhe dá uma aparência de monstro de Frankenstein. O segundo vídeo resume toda essa história e mostra, em seus 3 minutos de duração, como ele acabou liderando um culto ensandecido e mergulhou Gotham City nas trevas. Intitulado “The Gentle Art of Making Enemies”, o episódio vai ao ar na próxima segunda (30/1) nos EUA, antes de um grande hiato. Depois dele, a série só vai retomar sua 3ª temporada em abril, com um capítulo que sugere mostrar a transformação de Ed Nygma no vilão Charada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner, tem duas temporadas disponíveis na Netflix e passa na TV aberta pela rede Globo.

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  • Série

    Arqueiro Verde busca uma nova Canário Negro em trailer e fotos de Arrow

    28 de janeiro de 2017 /

    A rede CW divulgou as fotos e o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que vai girar em torno da busca por uma nova Canário Negro. As imagens destacam a atriz Juliana Harkavy, já vista nas séries “The Walking Dead” e “Constantine”, como a principal candidata. Ela vai viver uma personagem chamada Tina Boland, que segundo os produtores tem conexões profundas com o universo dos quadrinhos, ainda que seu nome não aponte nenhuma. Além da nova vigilante, as fotos destacam Lexa Doig (séries “Andromeda”, “Stargate: SG1” e “Continuum”) como Talia al Ghul. A filha do demônio foi apresentada rapidamente no episódio anterior e faz parte da continuidade dos flashbacks de Oliver Queen (Stephen Amell). Vale lembrar que, no presente, ele é casado com a irmã dela, Nyssa al Ghul (Katrina Law), sumida da trama. Eis a sinopse oficial: “Em sua missão para derrubar Kovar, Oliver recebe ajuda de uma fonte surpreendente – Talia al Ghul. No entanto, quando ela revela o que quer dele em troca, Oliver fica em dúvidas se pode aceitar sua ajuda. Felicity (Emily Bett Rickards) tenta hackear a NSA para ajudar a libertar Diggle (David Ramsey), mas quando seus esforços on-line são descobertos, ela se vê confrontada por um adversário desconhecido. Enquanto isso, Curtis (Echo Kellum) conta à equipe sobre uma nova vigilante feminina, Tina Boland, que tem causado estragos em todo o país”. Intitulado “Second Chances”, o próximo episódio de “Arrow” será exibido na quarta (1/2) nos EUA. No Brasil, a série integra a programação do canal pago Warner.

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  • Série

    Legion ganha mais quatro comerciais que questionam a realidade

    28 de janeiro de 2017 /

    A Fox Internacional divulgou quatro novos comerciais de “Legion”, série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”, que questionam a realidade, a partir da sensação de desnorteamento do protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), incapaz de distinguir o que é verdadeiro e o que é imaginário, além de mostrar como isso afeta outros personagens. Na trama, Haller é atormentado por muitas vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em 8 de fevereiro no canal pago americano FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.

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  • Série

    Rick tenta convencer Ezekiel a enfrentar Negan em novo comercial de The Walking Dead

    28 de janeiro de 2017 /

    O canal Fox divulgou um novo comercial da volta de “The Walking Dead”. E se o tema da primeira parte foi a submissão de Rick (Andrew Lincoln) e demais sobreviventes à Negan (Jeffrey Dean Morgan), a segunda parte encaminha os personagens para o confronto, mostrando um apelo de Rick para Ezekiel (Khary Payton) se juntar à rebelião. Como a série vem seguindo bem perto os quadrinhos, a união das comunidades de Alexandria, Hilltop e o Reino contra os Salvadores de Negan conduz ao arco intitulado “All Out War” (guerra total), que entretanto levou dois anos para ser concluído. A segunda metade da 7ª temporada de “The Walking Dead” começa em 12 de fevereiro, com transmissão no Brasil pelo canal Fox e Fox Action (sem intervalos).

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  • Etc

    Mischa Barton diz que foi vítima de Boa Noite Cinderela

    28 de janeiro de 2017 /

    A atriz Mischa Barton, até hoje mais lembrada como a Marissa da série “The OC”, disse que foi vítima do golpe conhecido como “boa noite, Cinderela”. Ela chegou a passar uma noite internada para avaliação médica, após os vizinhos chamarem a polícia na quinta (25/1), preocupados com o fato dela ter se pendurado no muro de sua casa e falar frases desconexas. A princípio, o comportamento errático despertou desconfiança de ser um problema ligado à sua saúde mental. Em comunicado publicado pela revista People, Mischa afirmou não ter problemas mentais, relatando que estava involuntariamente sob efeito de drogas. Alguém teria colocado a substância GHB, conhecida como droga do estupro, em sua bebida, durante uma festa que celebrava seu aniversário. “Na noite do dia 25, eu saí com um grupo de amigos para comemorar meu aniversário”, disse Mischa. “Enquanto tomava alguns drinks, percebi que algo não estava bem, porque meu comportamento começou a se tornar cada vez mais errático e isso se intensificou nas horas seguintes. Eu voluntariamente procurei ajuda médica e fui informada pela equipe que haviam me dado GHB. Depois de uma noite no hospital, estou em casa e passando bem. Gostaria de agradecer aos profissionais do Cedars-Sinai pelo seu ótimo cuidado e profissionalismo. Esta é uma lição a todas as mulheres jovens, tomem cuidado com o que acontece ao seu redor”, afirmou.

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    Vic Militello (1943 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    A atriz Vic Militello, que marcou época na novela clássica “Estúpido Cupido” e conquistou novas gerações em “Florbella”, morreu neste sábado (28/1), aos 73 anos. Ela estava fazendo tratamento contra um câncer. Filha de artistas circenses, a paulistana Vicência Militello Martelli aprendeu a atuar no picadeiro, com os pais, Dirce Militello e Humberto Militello, apresentando-se em viagens pelo interior do Brasil. Não por acaso, firmou rapidamente sua carreira no teatro, destacando-se em “A Celestina” (1969) e “A Menina e o Vento” (1972), ao mesmo tempo em que dava os primeiros passos no cinema. A estreia na tela grande foi com participações em chanchadas de Fauzi Mansur, mas logo enveredou pelas pornochanchadas, sendo dirigida até por José Mojica Marin, o Zé do Caixão, no terror erótico “Como Consolar Viúvas (1976). Entre “O Poderoso Machão” (1974) e “Eu Faço… Elas Sentem” (1976), acabou encaixando um clássico do cinema brasileiro, “O Rei da Noite” (1975), de Hector Babenco, como uma das três irmãs apaixonadas pelo personagem-título, vivido por Paulo José. A repercussão do filme de Babenco lhe abriu as portas da rede Globo, onde foi logo escalada para viver seu papel mais famoso, como Joana D’Arc, a Daquinha, fazendo par romântico com Tony Ferreira na novela de época “Estúpido Cupido” (1976), sobre a juventude rebelde dos anos 1950. Sua carreira televisiva seguiu curiosa, indo enfrentar o Conde Drácula (ou melhor, Vladimir, vivido por Rubens de Falco) em “Um Homem Muito Especial” (1980), novela gótica romântica da Bandeirantes. Ao retornar para a Globo, conquistou destaque em parcerias com o autor de novelas Carlos Lombardi, que explorou seu lado cômico em papéis exóticos, como a enfermeira Theda Bara de “Vereda Tropical” (1984), a Dominatrix de “Uga Uga” (2000) e Vicky em “Kubanacan” (2003). Ela também participou das minisséries “Primo Basílio” (1988) e “Memorial de Maria Moura” (1994), antes de viver a governanta Helga da novela “Florbella” (na Band, em 2005) e a Mulher Barbada do “Sítio do Pica-Pau Amarelo” (2005-2007) Paralelamente, seguiu fazendo teatro e cinema, alternando dramas importantes como “Romance da Empregada” (1987), de Bruno Barreto, e “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca, com projetos mais comerciais, entre eles “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas” (2002), e “Mais Uma Vez Amor” (2005), em que voltou a se reunir com Lombardi. Seu último trabalho foi na comédia “Amanhã Nunca Mais” (2011), de Tadeu Jungle. Como a sogra do protagonista, vivido por Lázaro Ramos, foi responsável pelas melhores tiradas da produção.

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  • Filme

    Trump impede cineasta iraniano que já venceu o Oscar de participar da premiação de 2017

    28 de janeiro de 2017 /

    O decreto assinado por Donald Trump proibindo a concessão de visto a turistas e imigrantes de sete países muçulmanos por, pelo menos, 90 dias vai ter efeitos imediatos na cerimônia do Oscar. Um dos atingidos é Asghar Farhadi, cineasta iraniano que já venceu a estatueta de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Separação” (2011) e está concorrendo de novo por “O Apartamento”. Com a vigência da nova lei, ele não poderá participar da premiação, que acontece no dia 26 de fevereiro, em Los Angeles. Na semana passada, a atriz Taraneh Alidoosti, que estrela “O Apartamento”, já tinha anunciado sua decisão de boicotar a cerimônia em protesto contra as políticas do recém-empossado presidente dos Estados Unidos. “A proibição de visto para os iranianos é racista. Independente disso incluir ou não um evento cultural, não irei ao #AcademyAwards 2017 como protesto”, escreveu a atriz de 33 anos. Além do Irã, pessoas provenientes do Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen não terão acesso a vistos de entrada nos EUA. Como a Índia foi poupada, o menino Sunny Pawar, astro de “Lion”, que apesar de ter só 8 anos já teve anteriormente o visto negado pelos EUA, poderá participar do Oscar 2017.

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  • Etc

    Drew Barrymore diz que estava gorda e que Santa Clarita Diet recuperou sua autoestima

    28 de janeiro de 2017 /

    Drew Barrymore confessou que estava gorda e completamente largada antes de aceitar fazer a série “Santa Clarita Diet”, na Netflix. Tanto que, para fazer o papel, precisou emagrecer nove quilos, e foi ficando mais enxuta conforme as gravações foram acontecendo – o que combina perfeitamente com sua personagem. Em entrevista para a jornalista americana Natalie Morales, no programa “Today”, Drew confessou que estava com a autoestima muito baixo antes de começar este novo trabalho. “Eu tinha me abandonado por circunstâncias pessoais e eu pensei que poderia voltar a viver interpretando a Sheila”, disse a atriz, que se separou de Will Kopelman em abril de 2016. “Foi uma meta realmente grande para mim, porque, além da perda de peso, tudo foi muito sutil. Foi confiança, foi empoderamento, foi tudo isso que a personagem perdeu em sua vida, que eu também meio que sentia que havia perdido na minha. Foi uma bênção e muito positivo dar vida a essa personagem”, contou Drew. Em “Santa Clarita Diet”, ela interpreta Sheila, uma mãe que vivia normalmente com sua família, até que morre e volta como zumbi. A série estreia em 3 de fevereiro.

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  • Filme

    Atriz mirim de Stranger Things entra na continuação de Godzilla

    28 de janeiro de 2017 /

    A atriz mirim Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven (Onze) em “Stranger Things”, se prepara para fazer sua estreia no cinema. Ela foi anunciada no elenco de “Godzilla: King of Monsters”. A jovem de 12 anos é o primeiro nome divulgado do elenco da continuação de “Godzilla” (2014). Recentemente, a produtora Legendary confirmou que Gareth Edwards não voltará para a franquia, após o sucesso de “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016). Em seu lugar, o estúdio contratou Michael Dougherty, que tem dois filmes de terror no currículo, o cultuado “Contos do Dia das Bruxas” (2007) e o terrir “Krampus: O Terror do Natal” (2015). Dougherty também vai escrever o filme, em parceria com Zach Shields, com quem trabalhou em “Krampus”. Apesar de só ter dirigido filmes de terror, o cineasta tem experiência com grandes produções, tendo escrito o roteiro de três filmes de Bryan Singer: “X-Men 2” (2003), “Superman: O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016) A estreia de “Godzilla: King of Monsters” está previsto para 22 de março de 2019 no Brasil. Mas os fãs brasileiros de Millie Bobby Brown poderão ver a atriz antes, e ao vivo. Ela virá ao Brasil em maio, para participar de uma convenção de fãs de “Stranger Things”. Além disso, a 2ª temporada da série já começou a ser rodada e deve estrear ainda em 2017, com mais nove episódios.

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    Barbara Hale (1922 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu Barbara Hale, atriz da série “Perry Mason” e par romântico, no cinema, de alguns dos principais astros de Hollywood. Ela tinha 94 anos e faleceu na quinta (26/1) em sua casa, em Sherman Oaks, na California. Hale começou a carreira como modelo nos anos 1940, o que levou a um contrato para filmar produções do estúdio RKO, a partir de 1943. Diz a lenda que ela ouviu um diretor de casting fazer uma ligação desesperada em busca de uma substituta para uma atriz que estava doente, e foi assim que estrelou em Hollywood. “Claro que aumentaram a história, porque não era um papel importante e eu tinha só uma frase”, ela contou, anos depois. Mas esse começo modesto não demorou a colocá-la ao lado dos grandes astros da época, como Frank Sinatra (“A Lua a Seu Alcance”, 1943), Robert Mitchum (“A Oeste de Pecos”, 1945), Robert Young (“A Dama da Sorte”, 1946, e “Três é Demais”, 1949), Robert Ryan (“O Menino dos Cabelos Verdes”, 1948) e James Stewart (“Radiomania”, 1950). Os papéis românticos foram diminuindo com o passar dos anos, levando-a a explorar outras vertentes, o que lhe rendeu protagonismo num par de clássicos do cinema noir – “Ninguém Crê em Mim” (1949), de Ted Tetzlaff, e “Alma em Sombras” (1949), de Richard Fleischer – , mas principalmente em diversos westerns B, em que fez par com cowboys clássicos de Hollywood, como Broderick Crawford (“O Sabre e a Flecha”, 1953), Randolph Scott (“O Fantasma do General Custer”, 1956), Joel McCrea (“Na Sombra do Disfarce”, 1953, e “Quando as Pistolas Decidem”, 1957), Jock Mahoney (“Nos Degraus da Glória”, 1957) e até Rock Hudson (“Seminole”, 1953). Ela adorava westerns, porque foi no primeiro que estrelou que conheceu seu futuro marido, o ator Bill Williams, coadjuvante de “A Oeste de Pecos” (1945). Ela aceitou o convite do rapaz para tomar um café e um ano depois já estavam casados. O pai de seus três filhos também foi responsável por demonstrar que fazer séries de TV podia ser prazeroso. Após uma longa carreira cinematográfica, Bill Williams estrelou com sucesso a série “As Aventuras de Kit Carson”, que rendeu mais de 100 episódios entre 1951 e 1955. Em 1957, Hale se juntou ao elenco de “Perry Mason”, uma das séries jurídicas mais influentes da história da TV, no papel de Della Street, a secretária do protagonista interpretado por Raymond Burr. Ela era responsável por alguns insights importantes na resolução dos casos da semana, invariavelmente resolvidos num tribunal. “Quando começamos, ainda havia poucas mulheres na TV retratadas como profissionais, pois eram quase todas donas de casa”, disse Hale, numa entrevista dos anos 1990, sobre o revival da série, “Eu também gostava que ela fosse independente a ponto de não ser casada, porque meu marido, Bill, não precisava me ver casada com outro homem, e nossos filhos não tinham que me ver cuidando de outras crianças”. Pelo papel, Barbara Hale venceu o Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante de Série Dramática de 1959. Mas ela participou da série até 1966, aparecendo em todos os 271 episódios produzidos de suas impressionantes nove temporadas. Após o fim de “Perry Manson”, a atriz fez participações em algumas séries, inclusive “Têmpera de Aço”, a nova atração do ator Raymond Burr, e coestrelou o longa “Aeroporto” (1970), como a esposa do piloto vivido por Dean Martin. A produção, que incluía um terrorista a bordo de uma aeronave, gerou um frenesi tão grande que acabou responsável pela tendência dos filmes de desastre. A carreira cinematográfica só incluiu mais um filme relevante, “Amargo Reencontro” (1978), de John Millius, sobre surfistas, em que viveu a mãe de seu filho na vida real, William Katt. Por sinal, ela também fez uma participação num episódio da série que popularizou o filho, “Super-Herói Americano”, em 1982, e ainda atuou ao lado do marido no telefilme “Meu Amigo Lobo” (1976), da Disney. Enquanto isso, “Perry Mason” continuava a ser reprisada com sucesso em diversas estações americanas. A rede CBS tinha tentado se aproveitar disso ao lançar “The New Perry Mason”, uma série com outro elenco nos anos 1970, mas o público não aceitou Monte Markham como Perry Mason e Sharon Acker como Della Street. A novidade foi tão mal recebida que não passou dos 15 episódios. Curiosos para ver como o público reagiria à volta do elenco original, os produtores convidaram Burr e Hale a retomarem seus papéis num telefilme, que foi lançado com toda a pompa como “O Retorno de Perry Mason” em 1985. A produção bateu recorde de audiência. A repercussão foi tanta, que novos telefilmes foram encomendados, num total de 30, rendendo mais uma década de casos resolvidos. Nem a morte de Raymond Burr, em 1993, interrompeu a produção, mas deixou Della Street, a personagem de Hale, como a única que participou de todos casos originais de “Perry Mason”. Notadamente, o último telefilme, exibido em 1995, foi também o último trabalho da carreira da atriz.

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    Emmanuelle Riva (1927 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz francesa Emmanuelle Riva, ícone da nouvelle vague, que ganhou fama mundial como a protagonista de “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, e voltou a ter grande destaque recentemente com “Amor” (2012), do austríaco Michael Haneke, que lhe rendeu a sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Ela lutava havia anos contra um câncer e faleceu na sexta-feira (27/1), aos 89 anos. Nascida em 1927 em uma família de operários do leste da França, Paulette (seu nome real) declamava desde a adolescência as falas de personagens clássicos do teatro em seu quarto. Aos 19 anos, pouco depois do fim da 2ª Guerra Mundial, viajou a Paris para estudar artes dramáticas, mas só foi aparecer no cinema no final da década seguinte. Após figurar em “Volúpia de Prazer” (1958), topou o desafio de aparecer nua num filme de caráter poético-experimental, sobre o romance entre uma francesa e um arquiteto japonês de Hiroshima, a cidade devastada pelo primeiro ataque com bomba atômica da história. Sua nudez serviu de chamariz para o filme, que era extremamente intelectual. Mas se virou musa instantânea, também precisou lutar para não ficar marcada como sexy. Para tanto, tomou uma série de decisões ousadas, ilustrando o lado pouco sensual da prostituição em “Ádua e Suas Companheiras” (1960), de Antonio Pietrangeli, e aparecendo totalmente desglamourizada em “Kapò: Uma História do Holocausto” (1960), de Gillo Pontecorvo, como uma prisioneira de campo de concentração nazista. Em 1962, ela venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel em “Thérèse Desqueyroux”, como a fria personagem-título, suspeita de ter matado o próprio marido. Mas não voltar a receber maiores reconhecimentos por décadas, mesmo trabalhando com grandes cineastas, como André Cayatte em “Atentado ao Pudor” (1967), Fernando Arrabal em “Irei Como um Cavalo Louco” (1973), Marco Bellochio em “Olhos na Boca” (1982), Philippe Garrel em “Liberté, la Nuit” (1984) e Krzysztof Kieslowski em “A Liberdade É Azul” (1993). Passaram-se 50 anos até Riva voltar às cerimônias de premiação. Em “Amor” (2012), ela interpretou uma mulher doente, à beira da morte e em meio a grandes sofrimentos, compartilhados por seu marido, interpretado por Jean-Louis Trintignant, e a filha, vivida por Isabelle Huppert. Filmado nos cômodos de uma casa, de onde a personagem não conseguia sair, “Amor” se tornou o filme-sensação de 2012, iniciando uma carreira vitoriosa a partir de sua première com a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Ao ser indicada ao Oscar, Riva se tornou a atriz mais velha já reconhecida pela premiação. Não conquistou o troféu americano, mas venceu o César (o “Oscar francês”) e o BAFTA (o “Oscar inglês”). Ela também apareceu no simpático “O Verão do Skylab” (2011), de Julie Delpy, e viu aumentar os convites para filmar obras de cineastas dos mais diferentes países, enquanto buscava retomar a carreira no teatro, num surto de atividade com mais de 80 anos de idade. Em 2014, recebeu seu último prêmio, o Beaumarchais, entregue por um júri de críticos do jornal francês Le Figaro, por sua atuação na peça “Savannah Bay”, de Marguerite Duras. A atriz deixou um filme inédito, “Alma”, do islandês Kristín Jóhannesdóttir, e iria estrelar “Les Vacances”, do iraniano Mohsen Makhmalbaf. “Até o final permaneceu ativa”, declarou sua agente, Anne Alvares Correa. “Emmanuelle Riva era uma mulher comovente, uma artista de rara exigência”, afirmou Frédérique Bredin, presidente do Centro Nacional do Cinema (CNC) da França. “Foi-se uma voz inesquecível, habitada pelo amor das palavras e da poesia.”

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    John Hurt (1940 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu o ator inglês John Hurt, que marcou a história do cinema e da TV com personagens icônicos. Ao longo da carreira, ele enfrentou alienígenas e ajudou Indiana Jones, caçou espiões e foi caçado pelo Big Brother, viajou no tempo na Tardis e fabricou a varinha mágica de Harry Potter, deixando uma filmografia memorável de mais de cinco décadas de papéis inesquecíveis, vindo a falecer na sexta (27/1) em sua casa, em Norfolk, no interior da Inglaterra, aos 77 anos, após uma longa luta contra um câncer de pâncreas. Sua longa carreira começou nos anos 1960, com pequenos papéis em filmes como “O Homem que Não Vendeu sua Alma” (1966), “O Marinheiro de Gibraltar” (1967), “O Irresistível Bandoleiro” (1969) e “À Procura do Meu Homem” (1969), mas só foi se destacar na década seguinte por uma série de escolhas ousadas, a começar pelo papel de vítima do caso real de “O Estrangulador de Rillington Place” (1971) e o de canibal em “O Carniçal” (1975). O ponto de virada, porém, aconteceu na TV, no telefilme “Vida Nua” (1975) sobre a vida de Quentin Crisp. O escritor que exibia sua homossexualidade com orgulho, andando maquiado pelas ruas, era uma figura popular na Inglaterra, mas Hurt foi aconselhado por seus agentes a não vivê-lo na TV. Disseram que ficaria marcado como gay e nunca mais trabalharia novamente. Hurt ignorou os avisos e estrelou sua primeira obra como protagonista. Como resultado, ganhou seu primeiro reconhecimento da Academia britânica, o BAFTA de Melhor Ator. E, empolgado, assumiu em seguida um papel ainda mais controvertido, como o imperador Calígula na minissérie “Eu, Cláudio” (1976). O destaque obtido nas duas obras levou o diretor Alan Parker a escalá-lo em “O Expresso da Meia-Noite” (1978), como um prisioneiro viciado numa cadeia turca. A interpretação magistral lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e o seu segundo prêmio BAFTA. O papel pelo qual é mais lembrado, porém, não lhe rendeu troféus, mas fez sua popularidade atingir as estrelas. Em 1979, ele seguiu o diretor Ridley Scott para a morte certa, a bordo de uma nave espacial. Hurt foi a primeira vítima do que viria a se tornar uma franquia, dando “luz” ao terror de “Alien” (1979), literalmente com suas entranhas. A cena em que sua barriga explode, para o surgimento de um bebê alienígena, entrou para a história do cinema. Tornou-se tão famosa que rendeu até paródias – inclusive com o próprio Hurt revivendo o papel do astronauta Kane em “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), de Mel Brooks. Sua segunda e última indicação ao Oscar veio logo em seguida, desta vez na categoria de Melhor Ator, sob a maquiagem pesada de “O Homem Elefante” (1980), de David Lynch. Para viver John Merrick, Hurt precisou demonstrar capacidade de se comunicar sob as próteses que o deformavam, realçando seu enorme talento para transmitir emoções. Consagrado, foi coadjuvar o western épico “O Portal do Paraíso” (1980), de Michael Cimino, uma das obras mais caras da época. O fracasso do projeto faliu o estúdio United Artists e até hoje rende discussões apaixonadas entre cinéfilos. Mas representou o fim de uma era para o cinema americano. Não por acaso, os próximo trabalhos do ator em Hollywood foram comédias de estilo besteirol, vivendo Jesus Cristo em “A História do Mundo – Parte I” (1981), de Mel Brooks, e um policial gay em “Dois Tiras Meio Suspeitos (1982), de James Burrows. Após estrelar o suspense “O Casal Osterman” (1983), do mestre Sam Peckinpah, Hurt voltou a filmar com cineastas ingleses, rodando o thriller “O Traidor” (1984), com Stephen Frears, e a sci-fi “1984” (1984), com Michael Radford. Seu retorno à ficção científica novamente marcou época, dando à história clássica do Big Brother de George Orwell sua versão definitiva, com uma cenografia retrô, que entretanto não podia ser mais visionária. Hurt continuou se destacando também em produções de época, como “Incontrolável Paixão” (1987), passada na África colonial e dirigida por Radford, e “Escândalo: A História que Seduziu o Mundo” (1989), de Michael Caton-Jones, sobre um affair entre uma stripper e um ministro britânico nos anos 1960. Sua filmografia seguiu crescendo. Entre comédias americanas ligeiras como “Este Advogado É Uma Parada” (1987) e “Rei Por Acaso (1991), e dramas britânicos sérios, como “Terra da Discórdia” (1990), de Jim Sheridan, e “Uma Nova Chance” (1994), de Chris Menges, também encontrou espaço para um terror B, como “Frankenstein – O Monstro das Trevas” (1990), realizado por ninguém menos que Roger Corman, uma sci-fi sofisticada, como “Contato” (1997), de Robert Zemeckis, e um blockbuster épico, como “Rob Roy: A Saga de uma Paixão” (1995), de Caton-Jones. O século 21 ampliou sua galeria de blockbusters, com participações nas franquias “Harry Potter” (2001-2011) e “Hellboy” (2004-2008), na adaptação de quadrinhos “V de Vingança” (2005), na aventura “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), e mais recentemente no premiado suspense “O Espião Que Sabia Demais” (2011) e na sci-fi “Expresso do Amanhã” (2013). A voz rouca, capaz de soar serena ou ameaçadora, também lhe rendeu diversos trabalhos de dublagem e narração, em obras tão distintas quanto a versão animada de “O Senhor dos Anéis” (1978), de Ralph Bakshi, “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, e até “Dogville” (2003) e “Manderlay” (2005), de Lars Von Trier – sem esquecer a voz do dragão da série “As Aventuras de Merlin” (2008-2012). Entre seus últimos papéis, estão participações nas séries “Doctor Who” em 2013, como o personagem-título, e “The Last Panthers” (2015), além do filme “Jackie” (2016), indicado ao Oscar 2017. Incansável, Hurt deixou três filmes inéditos e trabalhava no quarto, a cinebiografia de Winston Churchill, “The Darkest Hour”, quando faleceu. Sua excepcional filmografia foi reconhecida com um BAFTA especial pela contribuição excepcional para o cinema britânico em 2012, além da distinção de ter sido nomeado cavaleiro da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II em 2015. Na mesma época, anunciou que lutava contra o câncer. John Hurt possui ainda a distinção de ter sido o ator que mais morreu em cena, na história do cinema. Mas sua lembrança permanecerá viva eternamente em papéis que encantaram gerações, e continuarão encantando por anos a fio. Nas redes sociais, os diversos artistas que se manifestaram sintetizaram suas homenagens basicamente numa palavra-chave: “Inspiração”.

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