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  • Filme

    Presidente da Warner admite que estúdio precisa melhorar seus filmes de super-heróis

    21 de setembro de 2016 /

    O presidente e CEO da Time Warner, Jeff Bewkes, admitiu que o estúdio Warner Bros. precisa melhorar a qualidade de seus filmes de super-heróis, baseados nos quadrinhos da DC Comics. “Existe espaço para melhorias. Os personagens da DC Comics tem um pouco mais de leveza do que talvez mostramos nos filmes, por isso estamos pensando como consertar isso”, ele disse, em entrevista para a revista Variety. Entretanto, ele ressaltou que os dois filmes lançados nesse ano foram bem sucedidos financeiramente, alcançando o objetivo estratégico de reapresentar os personagens clássicos da DC para o público de uma nova geração. “Nosso objetivo principal era revigorar esses personagens para novos fãs. A reinicialização do Batman com Ben Affleck (no papel) foi um grande sucesso”, ele acredita. Há controvérsias, claro, já que “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” não acompanharam o desempenho de outros filmes de super-heróis lançados este ano, como “Deadpool” e “Capitão América: Guerra Civil”. Além disso, receberam as críticas mais negativas dedicadas ao gênero em 2016. A autocrítica de Bewkes não tranquiliza os fãs, especialmente porque ele faz sua avaliação de forma autocomplacente. “Estamos no caminho certo”, resume.

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  • Série

    The Walking Dead: Novo trailer apresenta o Reino do Rei Ezekiel

    21 de setembro de 2016 /

    Após divulgar uma coleção de pôsteres com pequenos detalhes do Reino, o canal pago americano AMC postou um novo trailer para finalmente apresentar a comunidade e seu Rei Ezekiel (Khary Payton), que ainda não apareceu na série. Além do contato feito por Morgan (Lennie James), a prévia também mostra Tara (Alanna Masterson) e Jesus (Tom Payne) em meio a zumbis. Além disso, foram divulgados novos banners, que destacam Negan (Jeffrey Dean Morgan). O vídeo demonstra que a 7ª temporada renderá muitos outros assuntos, além da revelação de quem foi a vítima de Negan, no instante final da temporada passada. “The Walking Dead” retorna no dia 23 de outubro. No Brasil, a série tem estreia praticamente simultânea pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Power Rangers: Novos pôsteres confirmam que os heróis usarão Zords no filme

    21 de setembro de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou os novos cartazes nacionais de “Power Rangers – O Filme”. As imagens destacam individualmente cada um dos Rangers ao lado de seus Zords, os robôs biomecânicos gigantes que eles usam para combater monstros colossais. Imagina-se que o filme também terá um Megazord, resultado da combinação dos cinco robôs. A versão de cinema da série dos anos 1990 é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon e Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Moana
    Filme

    Moana: Versão dublada do novo trailer tem trilha de comercial do McDonald’s

    21 de setembro de 2016 /

    A Disney divulgou o trailer dublado de “Moana: Um Mar de Aventuras”, que explica melhor a aventura da personagem-título, a primeira princesa polinésia do estúdio. A prévia mostra sua jornada para encontrar o semideus Maui, com quem se alia para cruzar o Oceano Pacífico numa jangada, enfrentar criaturas terríveis – mas fofas – e realizar feitos heroicos. O detalhe intrigante é que, além das vozes brasileiras, a música que acompanha o vídeo também é diferente do trailer americano. Enquanto a trilha divulgada por lá era mais, digamos, original, a versão disponibilizada no Brasil revisita um velho hit de boy band, “Glad You Came”, cantado pela banda The Wanted, que tocou até enjoar como a trilha de “lambada” do comercial do McDonald’s feito para a Copa do Mundo de 2014. Nos EUA, Maui e Moana são dublados, respectivamente, pelo astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”), que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema, e a estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. Já as vozes nacionais não foram divulgadas. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys neste domingo), escreveu algumas das canções da trilha sonora. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.

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  • Etc

    Fofoca: Ryan Gosling e Eva Mendes estariam casados desde o começo do ano

    21 de setembro de 2016 /

    Enquanto um casal famoso se separa, outro dá um passo mais sério em relação a seu compromisso. Os atores Ryan Gosling e Eva Mendes estão oficialmente casados, revelou a revista US Magazine. Eles teriam trocado alianças numa cerimônia secreta no início deste ano. Os atores começaram a namorar a sério há cinco anos e a relação já rendeu duas filhas: Amanda, de quatro anos, e Esmeralda, de dois. “Eva e Ryan sempre se sentiram casados. Eles são loucos um pelo outro”, disse uma fonte próxima ao casal à publicação.

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  • Etc

    Fofoca: Marion Cotillard estaria devastada pelos boatos de ser responsável pela separação de Brad Pitt e Angelina Jolie

    21 de setembro de 2016 /

    A atriz Marion Cotillard estaria “absolutamente devastada” por conta dos boatos de ser a pivô do divórcio de Brad Pitt e Angelina Jolie. Uma fonte ouvida pelo tabloide inglês Daily Mail garante que, apesar da intriga, o relacionamento da atriz francesa com ator Guillaume Canet é sólido. “Marion e Guillaume estão muito felizes e estes rumores não são o que Marion gostaria de ter ouvido. Os boatos de que ela estaria traindo Guillaume com Brad deixaram ela absolutamente devastada. Isso realmente não é a cara dela”, disse a fonte, que seria próxima à família da atriz. Cotillard e Canet vivem juntos há uma década e tem um filho de 5 anos. “Ela adora sua família e toda essa comoção está sendo um grande choque para ela”, completou a fonte. Segundo o tabloide americano New York Post, Angelina Jolie teria contratado um detetive para investigar se Brad estava sendo infiel e conseguido a prova. Marion e Brad Pitt conviveram juntos durante as filmagens do thriller de espionagem “Aliados” (veja o trailer). Antes da fofoca vir a tona, a química entre eles vinha sendo descrita como “elétrica”. De acordo com o produtor do filme, Graham King, Pitt e Cotillard tiveram uma conexão imediata. “Brad e Marion tiveram imediatamente o maior respeito um pelo outro, então mergulharam em seus personagens, a química entre eles foi elétrica”, ele disse à revista People em agosto. “Foi crucial para Brad e Marion não só começar a ensaiar juntos antes das filmagens, como também passaram muito tempo desenvolvendo seus personagens com o diretor, Robert Zemeckis. No momento em que chegamos ao set, foi realmente incrível ver esses personagens parecendo reais”, adicionou o produtor. Eles começaram as filmagens na Inglaterra em fevereiro deste ano e também viajaram para Casablanca e Ilhas Canárias com toda a equipe para algumas cenas. Na trama, os dois se conhecem durante uma missão para eliminar um embaixador nazista, em Casablanca, durante a 2ª Guerra Mundial, mas após se apaixonarem e decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para outro país e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia está marcada para 1 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Música

    Lady Gaga vira roqueira no clipe de Perfect Illusion

    21 de setembro de 2016 /

    A cantora Lady Gaga divulgou o clipe de “Perfect Illusion”, primeiro single de seu novo álbum, “Joanne”. O vídeo registra sua transformação em roqueira, rodando microfone pelo fio, batendo cabeça, chutando areia e até pulando com integrantes de uma banda. Mas é tudo miragem, porque ela continua a ser uma cantora solo de música pop, e está mesmo é delirando sozinha no meio do deserto-metáfora do clipe, dirigido pelas fotógrafas de moda Ruth Hogben e Andrea Gelardin (responsáveis pelo visual de “Joanne”). Por incrível que pareça, alguns fãs de Madonna acusaram Gaga de plagiar “Papa Don’t Preach”, especialmente no refrão. Mas a música está mais para uma versão dubstep de Pat Benatar, que fez muito sucesso com essa fórmula híbrida de melodias pop e pose roqueira. O DNA é o mesmo, com batidas dançantes, refrão gritado e guitarras distorcidas – tocadas pelo coautor da música, Kevin Parker, o homem por trás da banda Tame Impala. Para completar, a atmosfera de “rock” e “ilusão” do clipe também é do tempo da MTV. “Perfect Illusion” é apenas o aperitivo de “Joanne”, que terá várias outras participações roqueiras, como Father John Misty, líder da banda Fleet Foxes, Josh Homme, do Queens of The Stone Age, Florence Welch e Beck. A conversão roqueira de Lady Gaga é mais uma curva numa carreira que jamais seguiu linha reta, do começo mais ligado ao hip-hop, passando pelo pop dançante, o flerte com o pop gótico e quase parando no lounge dos duetos com Tony Bennett. Sem identidade clara, ela lança “Joanne”, intitulado com seu nome do meio, no dia 21 de outubro.

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  • Curtis Hanson
    Etc,  Filme

    Curtis Hanson (1945 – 2016)

    21 de setembro de 2016 /

    Morreu o diretor Curtis Hanson, um dos diretores mais interessantes do cinema americano dos últimos anos, embora só tenha sido reconhecido pela Academia com um Oscar, pelo roteiro do brilhante “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997). Ele faleceu na noite de terça-feira (20/9) em sua casa, em Hollywood, aos 71 anos. Autoridades policiais informaram que paramédicos foram chamados até sua residência e ele já estava morto quando chegaram. Aparentemente, a causa da morte do diretor, que há anos sofria com Alzheimer, foi um ataque do coração. Hanson nasceu em Reno, Nevada, mas cresceu em Los Angeles. Apaixonado pela sétima arte desde muito jovem, abandonou o colegial para trabalhar como fotógrafo freelance e, posteriormente, editor de uma revista de cinema. A experiência lhe permitiu estrear como roteirista aos 25 anos, assinando a adaptação de um conto clássico de H.P. Lovecraft no terror barato “O Altar do Diabo” (1970), produzido pelo rei dos filmes B Roger Corman, que acabou cultuado por reunir a ex-surfista e boa moça Sandra Dee com o hippie Dean Stockwell. Corman estimulou Hanson a passar para trás das câmeras, e ele estreou como diretor dois anos depois com outro terror, desta vez uma obra original que ele próprio imaginou. “Sweet Kill” (1972) era a história de um desajustado que descobre ser, na verdade, um psicopata, ao matar acidentalmente uma jovem e gostar. O ex-ídolo juvenil Tab Hunter tinha o papel principal. Ele ainda rodou o trash assumido “Os Pequenos Dragões” (1979), sobre karatê kids que tentam salvar uma jovem sequestrada por uma mãe e seus dois filhos maníacos, antes de subir de degrau e trabalhar com um dos pioneiros do cinema indie americano, o cineasta Samuel Fuller. Hanson escreveu o clássico thriller “Cão Branco” (1982), dirigido por Fuller, sobre uma atriz que resgata um cachorro sem saber que ele foi treinado para ser violento e atacar negros. Comentadíssima, a obra lhe rendeu os primeiros elogios de sua carreira. A boa receptividade a “Cão Branco” abriu-lhe as portas dos grandes estúdios. A Disney lhe encomendou o roteiro de um filme na mesma linha, “Os Lobos Nunca Choram” (1983), em que um pesquisador, enviado pelo governo para verificar a ameaça dos lobos no norte do país, descobre que eles são benéficos para a região. E a MGM lhe entregou a direção de “Porky 3” (1983), que, apesar do título nacional, não tinha relação alguma com a famosa franquia canadense de comédias sexuais passadas nos anos 1950 – “Porky’s 3” (com o detalhe da grafia correta) foi lançado dois anos depois! Mas é fácil entender porque a distribuidora quis passar essa falsa impressão. A trama acontecia no começo dos anos 1960 em torno de quatro adolescentes americanos, entre eles um certo Tom Cruise, que viajam até Tijuana, no México, querendo cair na farra, num pacto para perder a virgindade. Hanson não escreveu “Porky 3”, mas histórias de apelo adolescente se tornaram frequentes em sua filmografia. Tanto que seu trabalho seguinte foi um telefilme teen, “The Children of Times Square” (1986), uma espécie de “Oliver Twist” contemporâneo, sobre jovens sem-teto nas ruas de Nova York. Ele completou sua transição para o cinema comercial especializando-se em suspenses, numa sequência de lançamentos do gênero que fez a crítica compará-lo a Alfred Hitchcock. “Uma Janela Suspeita” (1987), inclusive, devia sua premissa a “Janela Indiscreta” (1954), mostrando um crime testemunhado a distância, por um casal que não deveria estar junto naquele momento. A testemunha era interpretada por ninguém menos que a fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert. “Sob a Sombra do Mal” (1990) também tinha premissa hitchockiana, evocando “Pacto Sinistro” (1951), mas ganhou notoriedade pelo timing, lançado logo após o vazamento de sex tapes de seu protagonista, o ator Rob Lowe. Ele aparecia no filme num raro papel de vilão, ironicamente chantageando o futuro astro de “The Blacklist”, James Spader, por conta de gravações sexuais. Foi o melhor papel da carreira de Lowe e o empurrão definitivo para Hanson se tornar conhecido. Seu filme seguinte estabeleceu sua fama como mestre do suspense, num crescendo assustador. “A Mão Que Balança o Berço” (1992) fez bastante sucesso ao explorar um tema que marcaria a década: a mulher simpática, que abusa da confiança de suas vítimas. Poucas psicopatas foram tão temidos quanto a babá vivida por Rebecca De Mornay, que em pouco tempo se viu acompanhada por Jennifer Jason Lee em “Mulher Solteira Procura…” (1992) e Glenn Close em “Atração Fatal” (1987), na lista das mulheres que transformaram intimidade em ameaça. O quarto thriller consecutivo, “O Rio Selvagem” (1994), trouxe Meryl Streep como uma mãe que leva sua família para navegar nas corredeiras de um rio, apenas para ver todos sequestrados por Kevin Bacon, armado. Mas foi o quinto suspense que o transformou definitivamente num cineasta classe A. Obra-prima, “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997) inspirava-se na estética do cinema noir para contar uma história de corrupção policial e brutalidade, repleta de reviravoltas, tensão e estilo, passada entre a prostituição de luxo, disputas mafiosas e os bastidores de Hollywood nos anos 1950. O filme resgatou a carreira de Kim Basinger, sex symbol da década anterior, como uma garota de programa que passou por plástica para ficar parecida com uma estrela de cinema, e ajudou a popularizar seu par de protagonistas, recém-chegados do cinema australiano, Russell Crowe e Guy Pearce, como policiais que precisam superar seu ódio mútuo para não acabar como Kevin Spacey, que mesmo saindo cedo da trama, também já demonstrava o talento que outros cineastas viriam a explorar. Hanson venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme, baseado no livro homônimo de James Ellroy, e Basinger o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Mas “Los Angeles: Cidade Proibida” foi indicado a mais sete prêmios da Academia, inclusive Direção e Melhor Filme do ano, e só não venceu tudo porque havia um “Titanic” em seu caminho. A boa fase seguiu com o drama “Garotos Incríveis” (2000), reconhecido pela ótima atuação de Michael Douglas e por render um Oscar ao cantor Bob Dylan, de Melhor Música Original. E rendeu outro espetáculo cinematográfico contra todas as apostas, quando Hanson decidiu dirigir Eminem no filme “8 Mile – Rua das Ilusões” (2002). Baseada na vida real do rapper, a produção conquistou elogios rasgados e um Oscar (de Melhor Canção) para Eminem, que teve sua carreira impulsionada. Seus filmes finais não foram tão brilhantes. Ele tropeçou ao tentar fazer sua primeira comédia romântica, ainda por cima de temática feminina, “Em Seu Lugar” (2005), que mesmo assim teve bons momentos com Cameron Diaz e Toni Colette. Mas a insistência em emplacar um romance fez de “Bem-Vindo ao Jogo” (2007), em que Eric Bana se dividia entre o poker e Drew Barrymore, o pior desempenho de sua carreira. O telefilme “Grande Demais Para Quebrar” (2011), sobre a depressão financeira de 2008, rebateu a maré baixa com nada menos que 11 indicações ao Emmy. Infelizmente, as ondas foram altas demais em “Tudo por um Sonho” (2012), sua volta ao cinema. Ele não conseguiu completar o filme, que tinha Gerard Butler como surfista, após sofrer um colapso no set. Michael Apted foi chamado às pressas para finalizar o longa e Hanson nunca mais voltou a filmar. O Alzheimer tomou conta e, embora o estúdio não comentasse qual doença tinha levado o diretor ao hospital, aquele foi o fim da sua carreira.

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  • Filme

    Jumanji: Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan se juntam na primeira foto

    21 de setembro de 2016 /

    O astro Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) divulgou em seu Instagram a primeira foto de “Jumanji”, continuação da aventura clássica homônima, estrelada por Robin Williams em 1995. A imagem reúne elenco central, formado pelo próprio Johnson, Jack Black (“Goosebumps”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”) e Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) no meio de uma floresta – possivelmente, a floresta mágica do jogo que dá título à produção. “Trabalhando pesado e me divertindo no primeiro dia de gravação na floresta com essa talentosa e louca turma. Jack é brilhante, Karen é durona, Kevin é hilário e cheiroso. É extremamente difícil manter uma cara séria nessas cenas. Muito divertido. Estamos fazendo um bom trabalho. Tem mais por vir”, ele escreveu na legenda da foto. No longa, The Rock vai interpretar o Dr. Smolder Bravestone, Kevin será Moose Finbar, Karen interpretará Ruby Roundhouse e Jack dará vida ao professor Shelly Oberon. Não há muitas outras informações sobre a produção, além do fato de Nick Jonas (série “Scream Queens”) também fazer parte do elenco. Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), o filme tem estreia marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Brad Pitt diz estar “muito triste” com o divórcio de Angelina Jolie

    21 de setembro de 2016 /

    O ator Brad Pitt disse à revista People que está triste com a decisão de Angelina Jolie de encerrar seu casamento. “Estou muito triste com isso, mas o que mais importa agora é o bem-estar de nossos filhos. Peço à imprensa que respeite o espaço para passarmos por esse momento difícil”, declarou ele. Segundo o documento do divórcio, o casal está separado desde o dia 15 de setembro e Angelina alegou como causa da separação “diferenças irreconciliáveis”. Segundo o site TMZ, Brad estaria fumando muita maconha e Angelina resolveu agir antes que isto influenciasse seus filhos, mas, para o jornal New York Post o verdadeiro motivo foi uma traição de Brad Pitt com Marion Cotillard, durante as filmagens do vindouro thriller “Aliados” (foto acima). Em resposta a um pedido de declaração da revista People, o advogado de Jolie afirmou que a atriz não falará sobre o assunto no momento. “Angelina entrou com pedido de dissolução do casamento para cuidar da saúde da família. Ela não fará comentários neste momento, e pede que privacidade de sua família seja preservada”, disse ele.

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    Maggie Smith quer “resgatar” seu Emmy da seção de Achados e Perdidos

    21 de setembro de 2016 /

    A veterana atriz britânica Maggie Smith, que venceu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Emmy Awards deste ano por seu papel na série inglesa “Downton Abbey”, mostrou esportiva, ao entrar na brincadeira do apresentador Jimmy Kimmel, após ele sequestrar seu troféu em protesto contra a sua ausência na premiação. Antes mesmo dela ser premiada, Kimmel já se pronunciara. “Se você não conhece Maggie Smith, ela foi indicada ao Emmy nove vezes e ganhou três. Quantas vezes você acha que ela veio receber o prêmio? Isso mesmo. Nenhuma vez”, ele declarou durante a cerimônia, lembrando que a atriz já foi ao Oscar e até ao Tony. Por isso, assim que Maggie Smith se saiu vencedora mais uma vez, ele agarrou a estatueta e disse que, se quisesse seu Emmy, ela deveria vir resgatá-lo na seção de achados e perdidos. Com bom humor, a atriz, que tem 82 anos de idade, respondeu através do Twitter da emissora PBS, que exibe “Downton Abbey” nos EUA. “Eu fiquei muito espantada e honrada por ganhar o prêmio. Sinto que o Emmy tem sido extremamente generoso comigo. Se o Sr. Kimmel puder me direcionar ao escritório do achados e perdidos, eu vou tentar estar no próximo voo. Amor, Velha Maggie.” Dame #MaggieSmith graciously accepts her #Emmy award — @jimmykimmel, please advise on the location of the lost and found! #DowntonPBS pic.twitter.com/veQ6shRmxA — Masterpiece PBS (@masterpiecepbs) September 19, 2016

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  • Filme

    Escritora de A Garota no Trem concorda que Emily Blunt é bonita demais para estrelar a adaptação

    21 de setembro de 2016 /

    A escritora do best-seller “A Garota no Trem”, Paula Hawkins concordou com os críticos que afirmam que a atriz britânica Emily Blunt é muito bonita para viver a personagem principal na adaptação de seu livro para o cinema. Blunt vai interpretar Rachel, que é descrita no livro como uma alcoólatra acima do peso. Sua aparência dificilmente poderia ser comparada com a média das estrelas de Hollywood. Por conta disso, sua escalação para o papel não foi bem recebida pelos fãs do livro. “Todos estão reclamando como Emily é bonita para interpretar a Rachel”, disse Hawkins no Festival do Livro de Chiswick. “Mas a parte mais importante da personagem é sua aversão por si mesma. E a equipe também fez de tudo para que Emily parecesse feia, mas você sabe…”, declarou a autora, dando de ombros, ainda que elogiasse o desempenho da atriz no longa. “Sempre achei que ela fosse uma atriz de comédia, lembro dela em “O Diabo Veste Prada”, mas acho que ela fez um ótimo trabalho neste filme”, disse Hawkins. Como se sabe, Hollywood não se preocupa muito com a aparência dos personagens na hora de escalar elencos para suas adaptações. Seja com astros brancos em papéis de asiáticos, seja com atores negros vivendo personagens originalmente brancos. E os fãs das obras originais já estão ficando de saco cheio. Será que não é para eles que os filmes são feitos? A estreia de “A Garota no Trem” acontece em 27 de outubro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Festa da Salsicha: Porta dos Fundos vai adaptar e dublar a versão brasileira da animação

    21 de setembro de 2016 /

    A animação para adultos “Festa da Salsicha” chegará ao Brasil com dublagem da trupe do canal Porta dos Fundos. A parceria firmada pela Sony Pictures visa garantir que o tom sacana e sarcástico das piadas originais se mantenha, com um temperinho brasileiro. Além da dublagem, o time de comediantes será responsável pela tradução, adaptando o roteiro para incluir um pouco de malícia nacional. “Tudo continua bastante politicamente incorreto. Do mesmo jeitinho que chamou a atenção originalmente. Ou seja, nada de chamar ‘bunda’ de ‘traseiro’”, disse Antonio Tabet, em comunicado. Além de Tabet, estão no elenco de vozes Gregorio Duvivier, Fábio Porchat, Thati Lopes, Rafael Portugal, Luis Lobianco, Karina Ramil, Gabriel Totoro e João Vicente de Castro, marcando a estreia dos quatro últimos como dubladores. “Festa da Salsicha” foi uma das melhores surpresas da Sony nas bilheterias dos EUA. Orçado em apenas US$ 15 milhões, o filme arrecadou mais de US$ 95 milhões somente nos EUA. Mas demorou para o estúdio tomar coragem e investir nele. O projeto levou oito anos para sair do papel devido ao conteúdo controverso. O filme revela o destino de salsichas e outros petiscos felizes, após serem comprados num supermercado. Achando que vão para uma festa, eles descobrem a terrível verdade ao chegarem na cozinha e verem uma batata ser “despelada” viva. O trauma aumenta mais, conforme cenouras são devoradas e outros amiguinhos sofrem tortura. É puro terror entre os comestíveis, que entram em completo desespero. Tudo isso sem perder de vista as piadas de duplo sentido, com salsichas querendo penetrar em pãezinhos fresquinhos. A premissa só poderia vir das mentes perturbadas da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, os mesmos degenerados por trás de “É o Fim” (2013) e “A Entrevista” (2014), que assinam roteiro e produção. O elenco de dubladores originais, por sua vez, reuniu toda a trupe de amigos famosos de Rogen, inclusive o próprio. A maioria deles também participou de “É o Fim”, como James Franco, Jonah Hill, Paul Rudd, Michael Cera, David Krumholtz, Danny McBride e Craig Robinson. Outros chegaram especialmente para a “Festa”, como Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Bill Hader (“Descompensada”), Salma Hayek (“Gente Grande”) e Edward Norton (“Birdman”). Dirigido por Conrad Vernon (“Shrek”) e Greg Tiernan (série animada “Thomas e seus Amigos”), o filme chega aos cinemas brasileiros em 6 de outubro, quase dois meses depois do lançamento nos EUA.

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