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  • Filme

    Primeiro sex symbol de Hollywood, Clara Bow vai virar filme

    6 de julho de 2016 /

    A vida da atriz Clara Bow vai virar filme. A produtora indie Silver Bullet anunciou ter adquirido os direitos do livro “Clara Bow: Runnin’ Wild”, de David Stenn, e o próprio biógrafo ficou responsável pelo roteiro. A produção está a cargo de David Silver, proprietário da Silver Bullet, e Mike Witherill, produtor de “De Volta ao Jogo” (2014). Ela saiu dos cortiços do Brooklyn e conseguiu escapar a sina de alcoolismo e insanidade de sua família ao ganhar um concurso de talentos aos 16 anos, que premiava com um papel num filme. Ela estreou em Hollywood em 1922 e logo se destacou pela beleza, estrelando diversos clássicos do cinema mudo. Seu maior sucesso foi o filme “O Não Sei Que das Mulheres” (1927), cujo título original, “It”, lhe rendeu o apelido pelo qual entrou para a posteridade: a “it girl” – a garota com um “não sei quê”. Clara também estrelou “Asas” (1927), vencedor da primeira edição do Oscar em 1929, e foi uma das poucas estrelas a conseguir fazer a transição do cinema mudo para o falado nos anos 1930 sem perder público, por isso também era referida, em seu auge, como a “Rainha de Hollywood”. Conhecida por interpretar mulheres espirituosas, ela acabou se resignando, na vida real, a desempenhar o papel de esposa recatada e do lar, abandonando o cinema após se casar com o ator Rex Bell. Clara se aposentou aos 24 anos, com o lançamento de “Lábios de Fogo (1933). Ela teve dois filhos, mas o afastamento de Hollywood a levou à depressão e ao desenvolvimento de fobia social, que culminou numa tentativa de suicídio em 1944. Internada numa clínica, foi diagnosticada como esquizofrênica e tratada à base de eletrochoques, e ao ter alta se recusou a voltar a viver com sua família, passando o resto da vida isolada, até falecer em 1965, aos 60 anos.

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  • Série

    Frontier: Série western estrelada por Jason Momoa ganha primeiro teaser

    5 de julho de 2016 /

    O canal pago Discovery Canadá divulgou o primeiro teaser de “Frontier”, série limitada de western estrelada por Jason Momoa (“Game of Thrones”) e dirigida pelo cineasta Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”). A prévia destaca apenas um close do ator. A atração vai se passar em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que atração foi filmada no Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), a minissérie terá seis episódios e ainda inclui em seu elenco Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”) e Allan Hawko (série “Republic of Doyle”). A série é uma coprodução com o Netflix e estreia na TV canadense em 6 de novembro. Ainda não foi divulgado quando a atração chegará ao serviço de streaming.

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  • Série

    Matthew Goode vai estrelar piloto baseado na sci-fi clássica que originou o filme Stalker

    5 de julho de 2016 /

    O canal WGN America encomendou o piloto de sua primeira série sci-fi, “Roadside Picnic”. Trata-se da adaptação da clássica obra homônima dos irmãos russos Arkady e Boris Strugatsky, que já foi transformada em filme, no cultuadíssimo “Stalker” (1979), de Andrei Tarkovsky. A história acontece no futuro próximo, quando a humanidade tenta desvendar os mistérios deixados por alienígenas que visitaram a Terra. Os seis lugares por onde eles passaram são agora conhecidos como Zonas, onde ocorrem fenômenos inexplicáveis. Os governos de diferentes países, com a ajuda das Nações Unidas, tentam manter o controle desses locais, evitando que artefatos sejam levados, o que poderia provocar consequências inesperadas. Isto não impede a ação de caçadores de relíquias alienígenas, conhecidos como “stalkers”, entre eles o protagonista, Redrick “Red” Schuhart, que vende os artefatos no mercado negro e cuja filha sofre preconceito por ter nascido numa dessas Zonas. O ator Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”) vai interpretar Red na produção, que foi desenvolvida por Jack Paglen, roteirista de “Transcendence: A Revolução” (2014) e do vindouro “Alien: Covenenant” (2017). A direção do piloto está a cargo de Alan Taylor (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), que também divide a produção com Paglen e Neil Moritz (produtor da franquia “Velozes e Furiosos”). Por enquanto, o WGN America encomendou apenas o piloto, que precisará ser aprovado para a série se materializar na TV.

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  • Série

    The Secret Agent: Minissérie de época com Toby Jones ganha comercial

    5 de julho de 2016 /

    A rede britânica BBC divulgou o comercial da minissérie “The Secret Agent”, adaptação do livro “O Agente Secreto”, de Joseph Conrad. Passada em Londres, no ano de 1886, a minissérie acompanha um comerciante (Toby Jones, da série “Wayward Pines”) que esconde da esposa (Vicky McClure, da série “Line of Duty”) ser um agente secreto russo. Até o dia em que ele recebe a missão de destruir o Observatório Real de Greenwich e precisa lidar com as consequências de seu ato. Se a trama lembra “The Americans” é porque influenciou a série do FX. A obra original de Conrad tem mais de 100 anos e já ganhou duas versões cinematográficas. A primeira foi dirigida por Alfred Hitchcock em 1936. Intitulada originalmente “Sabotage”, o longa ganhou um título em português que parece piada: “O Marido Era o Culpado”. A segunda versão foi lançada em 1996 com o título original, “O Agente Secreto”, e Bob Hoskins (“Mona Lisa”) no papel principal. Adaptada por Tony Marchant (criador de “Garrow’s Law”), a minissérie terá três episódios, com estreia prevista para o dia 17 de julho no Reino Unido.

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  • Série

    Van Helsing: Atriz de True Blood vai caçar vampiros em nova série

    5 de julho de 2016 /

    O canal pago americano Syfy divulgou um novo pôster da série “Van Helsing”, que destaca a intérprete da personagem-título. A atriz escolhida para viver a filha do lendário caçador de monstros Abraham Van Helsing foi Kelly Overton, que já enfrentou vampiros antes, como uma lobisomem na série “True Blood”. A série foi desenvolvida pelo cineasta Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que retorna ao terror após o filme “O Sacrifício” (2006), remake do terror clássico “O Homem de Palha” (1973), que marcou o início da decadência do ator Nicolas Cage. Sem abandonar a carreira no cinema, LaBute tem se aventurado pelas séries nos últimos anos, tendo escrito cinco episódios do western “Hell on Wheels” e criado a comédia “Billy & Billie”. Além de Kelly Overton, o elenco vai incluir Jonathan Scarfe (série “Perception”), Christopher Heyerdahl (série “Hell on Wheels”), Paul Johansson (série “One Tree Hill”), David Cubbit (série “Medium”), Aleks Paunovic (série “iZombie”) e Tim Guinee (série “Revolution”). A trama vai acompanhar Vanessa Van Helsing, que é ressuscitada em 2020 e descobre que os vampiros tomaram conta do planeta — e que ela possui um poder único sobre eles. Assim, a herdeira de Van Helsing se torna a última esperança da humanidade para recuperar o mundo destes seres sanguinários. A premissa lembra filmes B recentes, como “2019 – O Ano da Extinção” (2009) e “Padre” (2011). Mas também pode ser resumida como “Dominion” com vampiros, em referência à série de anjos apocalípticos recentemente cancelada pelo SyFy. Com 13 episódios, “Van Helsing” tem estreia marcada para 22 de setembro nos EUA.

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  • Filme

    A Comédia Divina: Trailer de novo besteirol traz Murilo Rosa como o diabo

    5 de julho de 2016 /

    Se Deus é brasileiro, o inferno fica em São Paulo. Ao menos, a capital paulista serve de cenário para “A Comédia Divina”, novo besteirol brasileiro, que teve seu pôster e trailer divulgados. A prévia resume o samba enredo, mostrando como o diabo, vivido por Murilo Rosa (“Área Q”), resolve melhorar sua imagem com o projeto de abrir sua igreja na Terra e ocupar um canal de TV para conquistar mais fiéis. Para isso, conta com a ajuda de uma repórter ambiciosa, vivida por Monica Iozzi (“Superpai”). Completa a alegoria Zezé Motta (a eterna “Chica da Silva”) no papel de Deus. Primeira comédia de Toni Venturi, que até então tinha feito só filmes sérios como “Cabra-Cega” (2004) e “Estamos Juntos” (2011), além de documentários premiados, “A Comédia Divina” não tem relação com “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, mas com outra obra literária, o conto de Machado de Assis “A Igreja do Diabo”, atualizado para os dias de hoje – embora a “atualização” ignore que a Igreja do Diabo já existe há bastante tempo na vida real, fundada em 1966 em Nova York. O elenco traz ainda Thiago Mendonça (“Somos Tão Jovens”), Juliana Alves (“Made in China”), Dalton Vigh (“Meu Amigo Hindu”), Thogun Teixeira (“O Escaravelho do Diabo”) e Débora Duboc (“Estamos Juntos”), entre outros. “A Comédia Divina” é uma produção da Olhar Imaginário e Aurora Filmes, em coprodução com a Globo Filmes. A distribuição é da Imagem Filmes e a estreia está prevista para setembro.

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  • Filme

    Imperium: Daniel Radcliffe enfrenta a supremacia branca em trailer de suspense

    5 de julho de 2016 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer do suspense “Imperium”, em que Daniel Radcliffe combate o racismo da supremacia branca. A prévia é carregada de tensão, mostrando como o personagem do ator, um jovem agente do FBI, infiltra-se numa organização de extrema-direita, buscando impedir um ataque terrorista. Para isso, ele precisa preservar sua identidade real, ao mesmo tempo em que luta para não comprometer seus princípios morais. Inspirado em fatos reais, o longa também inclui em seu elenco Toni Collette (“A Hora do Espanto”), Tracy Letts (série “Homeland”), Nestor Carbonell (série “Bates Motel”), Burn Gorman (série “Torchwood”), Sam Trammell (série “True Blood”) e Chris Sullivan (série “The Knick”). Com roteiro e direção do estreante Daniel Ragussis, “Imperium” estreia em 19 de agosto nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Diretores de Capitão América farão série baseada no filme cult Warriors – Os Selvagens da Noite

    5 de julho de 2016 /

    Os irmãos Anthony e Joe Russo, diretores de “Capitão América: Guerra Civil”, estão desenvolvendo uma série baseada no cultuadíssimo filme de gangues “Warriors – Os Selvagens da Noite” (1979) para o serviço de streaming Hulu. Segundo o site Deadline, os Russos vão produzir a série e dirigir o piloto, que será escrito pelo estreante Frank Baldwin (do vindouro filme “The Godmother”). O projeto será financiado pela Paramount Television e contará com participação do produtor original do filme, Lawrence Gordon (também da franquia “Duro de Matar”). Dirigido por Walter Hill, “Warriors” se tornou um dos filmes mais cultuados dos anos 1970, e até hoje é lembrado com carinho, a ponto de ter virado um videogame em 2005 e rendido uma revista em quadrinhos que continuou a história do longa em 2009. Um dos motivos de sua permanência no imaginário popular foi o modo como sua trama fantasiosa refletiu como poucas a realidade de Nova York, no auge da explosão de violência que deu ao Bronx a fama de ser o lugar mais perigoso do mundo. Amplificando o caos numa história distópica, adaptada do romance homônimo de Sol Yurick, o filme criou cenas antológicas, frases de efeito famosas e influenciou gerações com sua brutalidade pós-punk estilizada – influenciada por “Laranja Mecânica” (1971). O filme acompanhava uma gangue chamada Warriors (guerreiros), que comparece a um encontro marcado entre todas os criminosos da cidade, visando formar uma união capaz de colocar Nova York de joelhos. Mas o líder do movimento é assassinado em plena reunião, num complô que incrimina os Warriors. Perseguidos por todas as gangues rivais, eles fogem do Bronx em desespero, buscando sobreviver até encontrar refúgio em seu território, na distante Coney Island. Ainda não há data definida para a estreia da série.

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    Novela Cheias de Charme será reprisada na véspera de virar filme

    5 de julho de 2016 /

    A Globo descobriu a força da sinergia e programou uma reprise da novela “Cheias de Charme”, sucesso da faixa das 19h em 2012, para após as Olimpíadas do Rio, em setembro, dentro do “Vale a Pena Ver de Novo”. No embalo, o elenco original foi às redes sociais celebrar a notícia. E não é para menos. Afinal, o núcleo central está retomando as mesmas personagens da novela num filme atualmente em desenvolvimento, numa coprodução da Globo Filmes. O marketing, claro, já começa a mostrar serviço com o encaixe da reprise. O filme foi anunciado há exatamente um ano e voltará a reunir Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Taís Araújo (série “O Dentista Mascarado”), Isabelle Drummond (novela “Geração Brasil”), Claudia Abreu (“Rio, Eu Te Amo”), Ricardo Tozzi (novela “Amor à Vida”) e Humberto Carrão (novela “Sangue Bom”). “A quadrilha estará completa nas filmagens!”, postou Leandra há exatamente em julho de 2015 em seu Instagram. As filmagens têm direção de José Henrique Fonseca, que já comandou bons dramas, como “O Homem do Ano” (2003) e “Heleno” (2011), além de episódios da série criminal “Mandrake”. Para completar, ele é casado com uma das estrelas da novela, a atriz Claudia Abreu. Criada por Izabel de Oliveira e Filipe Miguez, a trama da novela acompanhava as três domésticas vivida por Taís, Leandra e Drummond, que, cansadas da vida dura, resolvem formar um grupo musical. Claudia Abreu interpretava uma cantora brega decadente que foi patroa de duas delas. E Ricardo Tozzi vivia um ídolo brega que Leandra idolatrava. A repercussão foi tanta que “as personagens” até gravaram discos, fizeram shows, escreveram livros e viraram brinquedos. Em breve, terão também um filme para recomeçar o ciclo. A data de estreia do longa-metragem só deve ser divulgada após o retorno da novela à televisão.

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    Gay Talese renega próprio livro, que seria filmado pelo diretor de 007 Contra Spectre

    5 de julho de 2016 /

    O projeto da adaptação do vindouro livro “The Voyeur’s Motel”, que seria o próximo filme de Sam Mendes (“007 Contra Spectre”), sofreu um grande revés público. O próprio autor da obra, o famoso escritor Gay Talese, repudiou o que escreveu, dizendo-se enganado pelo homem que ele transformou em protagonista de sua história, cujos relatos foram tidos como verdadeiros. Em comunicado, Talese afirmou, de forma dramática, que não ajudará a promover seu livro. “Eu não deveria ter acreditado no que ele me contou”, escreveu. “Como posso promovê-lo, quando sua credibilidade está no esgoto?” “The Voyeur’s Motel” conta a suposta história real de Gerald Foos, homem que decidiu comprar e gerenciar um motel no Colorado em 1966 para satisfazer seu voyeurismo, assistindo a seus hóspedes fazerem sexo e descrevendo os atos num diário mantido até 1995. Só que ele acabou vendo bem mais que isso – como, por exemplo, um assassinato, que suas próprias ações precipitaram. Talese entrou em contato com Foos ainda em 1980, mas ele só aceitou permitir a publicação de sua história sem censura em 2013, quando vendeu o motel. O primeiro trecho do livro causou furor ao ser publicado em abril, como história verídica, na revista The New Yorker, levando Steven Spielberg a adquirir os direitos de adaptação para o cinema. Spielberg pretendia produzir o filme pela DreamWorks, e negociou com Sam Mendes para assumir a direção. Mas logo o jornal The Washington Post começou a encontrar furos na história, revelando que pelo menos parte do relato de Foos tinha sido inventado. Diante do questionamento de sua fonte, Talese resolveu renegar a obra. Apesar da controvérsia, o lançamento de “The Voyeur’s Motel” está mantido. O livro chega às lojas americanas na próxima terça, dia 12 de julho.

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  • Série

    Efeito borboleta de The Flash também afetará a série Arrow

    5 de julho de 2016 /

    Ao voltar no tempo para salvar a vida de sua mãe, o super-herói Flash pode ter bagunçado toda a cronologia das séries da DC Comics na rede CW. A criação de uma linha de tempo alternativa já estava confirmada na série “The Flash”. Mas o impacto será muito maior que o imaginado pelos fãs, segundo revelou o ator Stephen Amell. O intérprete do Arqueiro Verde disse que as repercussões também atingirão a série “Arrow”. Durante um painel num evento de fãs (Heroes & Villains Fan Fest), realizado no fim de semana em Nova Jersey, Amell foi perguntado se a atitude impulsava do Flash afetaria “Arrow”. E a resposta foi “Com certeza”. Em busca de mais detalhes, um fã questionou se as consequências seriam extremas. “Pode apostar”, afirmou o ator. Para confirmar a informação, o terceiro ano de “The Flash” começará com um episódio intitulado “Flashpoint”, mesmo título de uma minissérie que apresentou um universo alternativo e distópico nos quadrinhos. A convergência entre a série e a publicação foi estabelecida nos instantes finais da 2ª temporada, quando Flash voltou no tempo para salvar a vida de sua mãe, morta quando ele era uma criança. A partir desse evento, inicia-se um “efeito borboleta”, que altera toda a realidade conhecida. A chegada dos novos capítulos de “The Flash” está marcada para 4 de outubro na rede americana CW, seguida, no dia seguinte, pela estreia da 5ª temporada de “Arrow”. No Brasil, ambas as séries são exibidas pelo canal pago Warner.

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    Romance entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West vai virar filme

    5 de julho de 2016 /

    O romance entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West vai virar filme, informou o site Deadline. As duas se relacionaram ao longo dos anos 1920, quando eram casadas, e do affair resultou uma obra-prima literária, “Orlando”, escrito por Woolf em 1928 e inspirado em Vita, sobre um poeta que viveu por muitos séculos, mudando de sexo conforme as décadas passavam. O roteiro foi escrito pela veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”) e a direção está a cargo da cineasta Chanya Button, cujo elogiado filme de estreia “Burn Burn Burn” (2015) foi indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico.

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    Namoro de Taylor Swift e Tom Hiddleston seria armação?

    5 de julho de 2016 /

    As novas fotos que mostram como a cantora Taylor Swift e o ator Tom Hiddleston (“Thor”) estão assumindo o namoro fez surgir teorias de conspiração na imprensa, de que o relacionamento seja golpe de marketing. Isto porque o casal não esconde seu afeto em público. A coluna Page Six, uma das mais tradicionais publicações voltadas ao universo das celebridades, classificou os recentes flagras de Tom com camiseta com o nome da cantora e tatuagem falsa como “bizarros”. Já o site E! News chegou a fazer uma lista de razões que levam a crer que tudo não passa de uma armação para um novo clipe da cantora. Segundo a publicação, as suspeitas começaram porque todos os flagras foram divulgados pela mesma agência de fotos, o que seria coincidência demais. Em um dos flagras, também foi possível notar o ator e a cantora lendo um caderninho de anotações juntos, o que poderia ser o roteiro disfarçado de um clipe, que estaria sendo rodado diante de todos, via câmeras de celular das testemunhas da felicidade do casal. Alimentando ainda mais a conspiração, faz dois anos que Taylor lançou seu último disco. E ela costuma lançar seus álbuns de dois em dois anos. É namoro ou atuação? Veja as novas fotos do affair para tirar suas conclusões?

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