Viúva de Claudinho expõe luta por herança há 21 anos: “Justiça não vê isso”
Vanessa Alves, a viúva do funkeiro Claudinho, revelou que ainda não recebeu a herança, 21 anos depois da morte do marido. Em entrevista para o “Domingo Espetacular”, ela descreveu que a Justiça também não reconhece a filha, Andressa Mattos, como beneficiária direta. “Nós duas somos as herdeiras diretas e a Justiça não vê isso. Sempre tem uma coisinha aqui, outra coisinha ali que vai embargando, né. Dependemos disso, né?”, afirmou Vanessa. “Precisei me desfazer das coisas que tinha aqui porque precisava do dinheiro para manter a casa, manter minha filha.” A advogada de Vanessa contou que o inventário do artista demorou para ser concluído e acabou bloqueando os bens da família. “Tem um ano e meio mais ou menos que conseguimos pegar o inventário”, afirmou. A morte de Claudinho completou 21 anos na última quinta-feira (13/7). Carreira de cantora Em 2013, Andressa Mattos tentou seguir os caminhos do pai e iniciou sua carreira artística com uma produção feita por DJ Bolinha, responsável por alguns projetos de Claudinho. “A carreira dela não andou. Fiz o meu melhor em nome do pai dela, que é meu padrinho de casamento e eu trabalhava com ele na época do acidente, lá no estúdio na casa dele, produzindo as músicas”, contou o produtor, em entrevista ao jornal Extra. A jovem artista perdeu contato com Buchecha, seu padrinho, em 2017. Filme biográfico O romance de Claudinho e Vanessa deve ser mostrado no filme biográfico “Nosso Sonho”, que narra a história da dupla Claudinho e Buchecha. A trama de “Nosso Sonhos” retrata os desafios pessoais da dupla musical, bem como os bastidores da fama e as dificuldades vividas por Claudinho (Lucas Penteado) e Buchecha (Juan Paiva) rumo ao sucesso. A história será contada sob visão de Buchecha, que insistiu para que Claudinho aceitasse participar da icônica dupla. O destino dos artistas começa a ser traçado quando sua primeira música toca numa rádio local e eles assinam contrato nos anos 1990.
Globo é processada por caso de transfobia no “Fantástico”
A TV Globo foi processada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo sob acusação de transfobia em reportagem do “Fantástico”, exibida em fevereiro de 2019. A emissora tenta uma conciliação para não pagar uma indenização de R$ 1 milhão. Segundo a ação, o programa utilizou um termo preconceituoso para se referir a um homem transexual. A matéria explicava que o rapaz passou parte da vida se escondendo atrás de documentos falsos, porém sua identidade foi descoberta após ter um infarto fulminante em 2018. Durante a autópsia, descobriu-se que Louviral Bezerra de Sá tinha órgãos genitais femininos. Durante uma investigação, chegou-se à conclusão de que anteriormente ele tinha sido registrado como Enedina Maria de Jesus, mas também não tinha documentos verdadeiros. As investigações ainda estão em andamento e tentam esclarecer se ele tentou esconder algum crime ou se tratava de uma questão de identidade. O Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat) argumentou que a Globo teria desrespeitado Louviral Bezerra de Sá, quando a âncora Poliana Abritta se referiu a ele como “uma mulher que se passava por homem”. Neste caso, o termo adequado era “homem transexual”. Editou, mas nem tanto A edição do “Fantástico”, exibida em 3 de fevereiro de 2019, ainda está disponível no streaming Globoplay. Contudo, a reportagem polêmica foi deletada da programação. A plataforma emitiu um alerta de que a “versão foi modificada em sua versão web”, porém não especifica qual parte teria sido editada. Vale destacar que os rastros da reportagem não foram apagados, já que o telejornal Anhanguera 1ª Edição reprisou o conteúdo e o erro um dia depois do “Fantástico”. “Um segredo íntimo, guardado por muitos anos, traz problemas agora para uma mulher que passou a vida inteira vivendo como homem”, diz a jornalista Lilian Lynch. A edição da TV Anhanguera segue disponível na íntegra no Globoplay. A audiência de conciliação da Globo está marcada para 31 de agosto.
Rafa Kalimann expõe depressão após fracasso de “Casa Kalimann”
Rafa Kalimann revelou que teve um quadro depressivo após fracassar como apresentadora do “Casa Kalimann”, programa exibido na Globoplay. Na ocasião, a atração de entretenimento recebeu críticas intensas por falta de naturalidade. No videocast “PocCast”, Rafa explicou que a proposta inicial seria para trabalhar como atriz da Globo com termos de contrato previamente assinados. Contudo, a ex-BBB recebeu uma oportunidade inédita para trabalhar de apresentadora, da qual ela não pensou duas vezes antes de aceitar. “Tiveram uma reunião e eles apresentaram [o projeto e disseram]: ‘você vai apresentar’. Falei: ‘tá bom. Sei [apresentar]? Não sei. Vou? Vou, porque não sou boba’. Acho assim, tem essa oportunidade na sua frente, você acha que isso vai te agregar de alguma maneira, vai te dar experiência… se vai dar certo ou não, você só vai saber se fizer”, ela disse. “A condição que eu tinha de entregar naquele momento era aquela, e eu dei o meu máximo. Então foi muito bom viver essa experiência. Mas o pós-programa foi muito traumático. Eu buguei, entrei em depressão, foi muito ruim, porque eu virei motivo de chacota. Eu levei [toda a culpa] sozinha, e doeu muito”, acrescentou. Apesar das críticas, Rafa Kalimann destacou que não se arrependeu de ter participado do projeto. “Se eu tivesse recusado, teria me arrependido muito. Eu aprendi muito ali, descobri novos caminhos, conheci várias pessoas que são incríveis e me ajudam muito nesse processo [como atriz]”, ela pontou. “O ‘Casa’ foi desafiador. Tinham coisas que eu fazia e eu também não entendia, mas falava vou fazer porque a gente tem que ter a humildade de falar ‘essas pessoas [a produção] sabem o que estão fazendo’. Tenho certeza que dei tudo o que pude, dedicação, disciplina, o que me cabia”, completou. Críticas do “Casa Kalimann” O programa “Casa Kalimann” estreou em abril de 2021, porém teve curta duração no streaming do Globoplay por não passar credibilidade. Na época, os internautas apontaram que a atração feita por Boninho não era “natural” e que o excesso de roteirização atrapalhava a qualidade do entretenimento. “Já sabia que isso ia acontecer, porque a gente não agrada todo mundo” disse Rafa, na ocasião. “E a gente está vivendo um momento da nossa sociedade em que as pessoas buscam, cavucam, precisam encontrar motivos para criticar.”
A Grande Conquista: Saiba quem saiu na eliminação dupla
O reality show da Record “A Grande Conquista” surpreendeu seus telespectadores na noite de sábado (15/7) com a eliminação dupla de Ricardo Villardo e Daniel Toko. Eles deixaram a Mansão, aonde se desenrola a competição, a cinco dias da tão esperada final. Natália Deodato e Thiago Servo, que também estavam na zona de risco quádrupla, conseguiram se salvar e continuar no programa. Ricardo Villardo foi o primeiro a deixar o reality, recebendo apenas 3,90% dos votos do público para permanecer na competição. Aparentemente esperando o resultado, o ator manteve seu senso de humor. Ele brincou com Mariana Rios, uma das apresentadoras do programa, dizendo: “Depois me passa o contato do seu figurinista, porque tá babado”. Logo depois, foi a vez de Daniel Toko receber a notícia de sua eliminação. O jornalista agradeceu o carinho do público, que o manteve no jogo por quatro berlindas seguidas. “Talvez foi meio cansativo essas zonas de risco seguidas. Fiz o meu melhor, fui sincero, cantei, sorri, chorei. Deus sabe do melhor”, afirmou. Eliminados retornam para prova e última festa Apesar de se despedirem, os eliminados não ficarão afastados do programa por muito tempo. Ambos retornarão já neste domingo (16) para participar de uma prova que reunirá todos os eliminados da Mansão, com exceção de Faby Monarca, que deixou o programa devido à saúde de sua mãe. Todos os ex-participantes também marcarão presença na última festa da atração, agendada para a próxima quarta-feira (19). A 1ª temporada de “A Grande Conquista” se encerra na quinta-feira (20). Natália Deodato e Thiago Servo continuam na disputa, assim como os influenciadores Alexandre Suita e Gabriel Roza, a ex-BBB Gyselle Soares e a aposentada Sandra Melquiades, mãe de Rico Melquiades, vencedor de “A Fazenda”. Novas eliminações estão programadas para a segunda (17/7) e terça-feira (18/7), para que apenas quatro competidores cheguem à final – salvo ocorra alguma desistência ou expulsão nessa reta final.
Mel Maia é assediada por “homem tarado” antes de gravação de “Vai na Fé”
Mel Maia relatou na noite de quinta-feira (13/7) que teria sido vítima de assédio a caminho dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. Segundo a atriz, o caso ocorreu antes das gravações da novela “Vai na Fé”. No Instagram, Mel disse que notou as segundas intenções do homem após ter sido educada. “Boa noite. [Estou] vindo gravar uma hora dessa. Engraçado, né? Eu dou ‘boa noite’ para todo mundo que aparece na minha frente, tanto aqui dentro [da Globo] como lá fora”, ela iniciou. Diferença verbal “A gente sabe como é o ‘boa noite’ sincero e o ‘boa noite’ de tarado. Porque o que não falta é homem tarado na rua”, destacou a artista de 19 anos. Na sequência, Mel Maia mudou sua entonação para explicar as diferenças de tratamento: “[Quando dão] ‘boa noite’ normal é [somente um] ‘boa noite’. Aí você dá ‘boa noite’ para um tarado e ele: ‘Boaa noiteee’. Nossa, vai se ferrar.” Até o momento, a atriz não esclareceu se o assédio teria acontecido dentro ou fora da emissora, nem deu maiores detalhes.
A Grande Conquista: Giulia Garcia é eliminada e reality entra na reta final
A atriz Giulia Garcia, conhecida por sua participação na novela “Chiquititas”, foi a 11ª eliminada de “A Grande Conquista” na noite de quinta-feira (13/7), com apenas 21,73% dos votos para ficar. A atriz competiu com Daniel Toko e Gyselle Soares, dois dos favoritos na disputa, e não conseguiu superá-los na preferência do público. Conquistando uma vaga direta na Mansão logo no início do programa, Giulia prometeu participação ativa, sem se tornar uma planta. Apesar disso, evitou cultivar a fama de mal-educada, mesmo participando de embates com Thiago Servo, Natália Deodato e Gyselle. Contudo, ao longo da atração, a postura da atriz acabou despertando antipatia no público, que considerou suas discussões e opiniões forçadas e desnecessárias. Mesmo assim, Giulia alcançou uma posição avançada no jogo, chegando a uma semana da grande final. Após a eliminação, a atriz se mostrou grata pela experiência no programa. “Eu sou a pessoa mais grata do mundo. A gente sente quando é a nossa vez. Só tenho a agradecer essa oportunidade que a Record me deu. Eu sei que minha história teve altos e baixos. Foram os melhores dois meses da minha vida”, destacou. Rumo à grande final A Grande Conquista se prepara agora para sua grande final, que ocorrerá no dia 20 de julho. Com baixa audiência, a Record TV planeja uma série de eliminações nos próximos dias para definir os finalistas. Após a saída de Giulia Garcia, a próxima eliminação ocorrerá no sábado (15/7), com duas saídas previstas. Na segunda-feira (17/7) e terça-feira (18/7), os últimos dois eliminados deixarão o programa. Assim, quatro participantes restarão para a grande final, que acontecerá ao vivo às 22h30 do dia 20 de julho, na Record TV, sob comando da apresentadora Mariana Rios. O vencedor será escolhido pelo público por meio de votação no site R7 e levará o prêmio de R$ 1 milhão para casa.
Xuxa expõe abuso psicológico de Marlene Mattos: “Tem que morrer”
Xuxa revelou nesta quinta-feira (13/7) que sofreu abuso psicológico da ex-empresária Marlene Mattos. No programa “Mais Você”, a apresentadora lamentou ter que expor os bastidores de sua história. Em conversa com Ana Maria Braga, a artista disse ter sido vítima de “abuso psicológico, de poder e de confiança” por parte de Marlene. “As pessoas gostam de falar de um abusador bacana”, ela pontuou. “Eu vendo ela falando, eu reencontrando, eu reafirmei isso. A minha história é muito mais do que isso. Eu não queria que as pessoas vissem só isso, só esse olhar”, afirmou Xuxa. Desejo de morte A artista também contou outros casos de abuso durante a época em que trabalhou com a produtora, incluindo ofensas e cárcere privado. “Até hoje ela fala que os ídolos tinham que morrer cedo”, detalhou. “Lembro que a gente ia viajar e eu pegava uma maçã. Quando eu ia morder a maçã, ela falava: ‘Esse negocio de você ser saudável… Isso é tão ruim… Me dá um negócio’. ‘Você tem que morrer cedo, Xuxa. Você não bebe, não fuma, não quer se drogar. Um ídolo tem que morrer cedo, não pode envelhecer, e você está ficando velha’”, relatou a loira. Segundo Xuxa, Marlene Mattos chegava a citar outros grandes artistas que morreram cedo para tentar convencê-la. “Ela dava exemplo, Marilyn Monroe, Elvis Presley… Ela ficava muito chateada com isso, de eu ser saudável”, completou. Abuso psicológico A eterna Rainha dos Baixinhos contou que Marlene a manipulava para conseguir audiência para o programa. Um dos momentos em que sofreu maior abuso psicológico foi quando a empresária trouxe seu pai, sem avisar, ao “Xou da Xuxa”. “A Marlene fez de tudo para dar muito ibope. Ela chamou meu pai e fazia seis ou sete anos que eu estava sem falar com ele. Ela fez isso para dar ibope. Tive a dor de rever meu pai sem querer. Foi uma forçação de barra tão grande. Eu me senti invadida. Parece que tinha sido violentada”, contou. Xuxa explicou que se afastou do pai por conta da separação entre ele e Dona Alda, mãe da apresentadora. “Meu pai mentiu para a minha mãe e para mim descaradamente. Ele mentiu. Minha mãe sofreu muito, perdeu cabelo, pensou em se matar. E eu culpava meu pai por tudo, mas, depois, voltei a falar com ele”, disse. Luiz Floriano morreu em 2017 aos 85 anos. Relatos intensos Xuxa também destacou que os tempos na TV Globo eram diferentes e que teve seu nome envolvido em outros tipos de situações obscuras: “A televisão nos anos 1980 era completamente diferente do que é agora, eu era totalmente politicamente incorreta”, lembrou. “Até cortou essa parte do documentário, mas eu não sabia o motivo porque as paquitas eram todas brancas e loiras. Algumas, inclusive, nem eram loiras, mas depois que entravam pintavam o cabelo. Eu fiquei sabendo depois, que a Marlene mandava elas pintarem e não me contar. As paquitas sofreram muito, era uma pressão estar ao meu lado.” Ela ainda contou que o enceramento do “Xou da Xuxa” não foi por vontade dela, mas sim de Marlene: “Não queria parar o ‘Xou da Xuxa’, foi uma vontade da Marlene. Ela me disse que tinha muita gente copiando”. A entrevista de Xuxa tem como objetivo divulgar seu mais novo projeto: “Xuxa, o Documentário”, que chegou na Globoplay nesta quinta-feira (13/7).
Sabrina Sato terá quadro no “Fantástico”
Sabrina Sato fará parte de um quadro histórico-cultural no “Fantástico”, ainda sem data de estreia. No Instagram, a apresentadora deu alguns spoilers da participação no programa dominical. Em vídeo, Sabrina aparece se preparando para viajar à Itália, enquanto arruma as malas e se despede da família para seguir em direção ao aeroporto internacional. “Uma… Duas… Três… Esse é o menor número de malas que eu já viajei. Isso é ‘Fantástico’!”, ela brincou. A apresentadora também celebra as pequenas conquistas do dia, como pegar o trânsito livre e as peças icônicas de seu guarda-roupa. Nas imagens, ela ainda arranha a pronuncia de algumas palavras em italiano. Oportunidade Fantástica Em entrevista para o G1, Sabrina Sato se mostrou emocionada com a oportunidade de estrear um quadro no dominical. “Nem em meus sonhos mais ousados pensei que um dia faria parte do time ‘Fantástico’! É um privilégio?”, aponto. “Um presente da TV Globo e do ‘Show da Vida’ poder participar de um programa que acompanha os brasileiros todos os domingos, há cinquenta anos! Estou muito feliz e honrada! Me sentindo Fantástica!” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sabrina Sato (@sabrinasato)
Grag Queen será apresentadora da versão brasileira de “RuPaul’s Drag Race”
A Paramount+ anunciou Grag Queen, vencedora do “Queen of the Universe”, como apresentadora do “Drag Race Brasil”, versão nacional de “RuPaul’s Drag Race”. O reality show conquistou um enorme sucesso ao redor do mundo com sua competição entre drag queens. Com a novidade vindo à público, a artista brasileira comemorou a conquista nas redes sociais. Nos stories do Instagram, ela se abriu sobre a importância do programa. “Meu programa favorito da minha vida, a franquia favorita da minha vida, que mudou a minha vida”, declarou. “Agora, uma grande plataforma para talentos dos quais admiro e sou muito fã, que são os talentos brasileiros de drags brasileiras”. “Que delícia, que honra estar no comando dessa jornada que vai mudar o mundo, eu tenho certeza. Porque agora eles vão conhecer a excelência do Brasil”, comemorou para seus 512 mil seguidores. “E amor, só vem com a gente! Aqui estão os seus motores e simbora”. Em um comunicado divulgado pela imprensa, ela revelou que assiste o reality original há anos. “Eu acompanho Drag Race e seus derivados há mais de 11 anos, então, além de ter o prazer de vivenciar nossa própria franquia, ainda tenho a emoção de ocupar a cadeira principal como apresentadora”, afirmou “É simplesmente indescritível as sensações e a mistura de sentimentos que experimento nesse momento”. Vencedora do Queen of the Universe Grag Queen é o nome artístico de Gregory Crescencio da Silva Mohd, de 28 anos. Nascida na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul, ela começou a carreira em 2008 e logo de cara participou do “Xuxa Especial de Natal”, lançado em 2009. Já em 2014, mudou-se para Nova York, onde passou a estudar artes em uma renomada faculdade conhecida por lançar talentos na Broadway. Foi em 2021 que ela ganhou notoriedade global após derrotar as participantes de todo o mundo e se consagrar como vencedora da 1ª temporada do reality americano “Queen of the Universe”. O programa era uma competição de canto dedicada a drag queens e produzida por RuPaul Charles. Diante do sucesso internacional, ela participou de programas como “Domingão com Huck” e “Faustão na Band”. Além disso, Grag Queen tem investido na sua carreira musical e lançou dois EPs, intitulados “Desperta” (2021) e “Gente Crazy” (2023). Reality show mundialmente famoso Anunciada em dezembro de 2022, a versão brasileira será lançada no streaming da Paramount+ e no canal da MTV Brasil. Ela trará ao país o reality que é um enorme sucesso e campeão de premiações nos Estados Unidos, tanto que já inspirou projetos similares no Brasil, como “Caravana das Drags” na Amazon e a competição musical “Queen Stars Brasil” na HBO Max. O “Drag Race Brasil” vai se juntar às edições internacionais do programa, que já existem no Reino Unido, Canadá, Países Baixos, Espanha, Itália, França, Suécia, Bélgica, México, Filipinas, Tailândia, Austrália e Nova Zelândia. A previsão de estreia é para setembro deste ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paramount+ Brasil (@paramountplusbr)
Índia Potira, ex-dançarina do programa de Chacrinha, morre de câncer aos 76 anos
Índia Potira, uma das mais conhecidas dançarinas do programa de Chacrinha, faleceu na última terça-feira (11/7) aos 76 anos. A informação foi divulgada pelos familiares e amigos da ex-chacrete nas redes sociais. A dançarina enfrentava um câncer descoberto em 2010. O velório aconteceu nesta quarta-feira (12/7) no Cemitério do Caju, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. “Hoje, a noite perdeu o brilho, minha amiga Gloria Maria Aguiar da Silva, a eterna Índia Potira retornou para a fonte de luz eterna, a Aldeia Espiritual de seus Ancestrais”, escreveu uma amiga da dançarina nas redes sociais. Ela deixou suas duas filhas, netos e bisnetos. Na televisão, Maria da Glória Aguiar da Silva fez parte do “Cassino do Chacrinha” ao lado de nomes como Rita Cadillac, Estrela Dalva, Sarita Catatau, Fátima Boaviagem e Vera Furacão. Durante os anos 1980, elas estavam entre as mulheres mais desejadas do Brasil e estampava capas de revistas. Diante da popularidade entre o público, Potira fez participações especiais em novelas da rede Globo como “Beleza Pura” (2008) e “Amor à Vida” (2013), interpretando ela mesma. Apesar do sucesso, informações revelaram que ela estava enfrentando dificuldades financeiras e passou seus últimos anos vivendo na Comunidade da Babilônia, no bairro do Leme, Zona Sul carioca. Ao longo da vida, ela foi aberta com o público sobre suas polêmicas envolvendo drogas e prostituição. Quatro anos na prisão Índia Potira foi detida por quatro anos, ao ser associada a tráfico de drogas. A condenação aconteceu após ela ajudar na fuga de um traficante, por quem era apaixonada. Em 1990, ela saiu da cadeira e começou a trabalhar como auxiliar de serviços gerais. Anos mais tarde, a ex-dançarina revelou que precisou se envolver com a prostituição. “Na época de chacrete, saí com homens para ganhar dinheiro. Foi por necessidade. A gente tinha uma pessoa que ajudava, mantinha”, contou em 2014 durante entrevista ao programa Domingo Show, da Record. Ela também reconheceu sua luta causada pelo vício em drogas.
Deborah Secco relata dieta intensa antes de atuar em filme: “Fui parar no hospital”
Deborah Secco contou na terça-feira (11/7) sobre a dieta intensa que ela fez antes de atuar no filme “Boa Sorte” (2014). O relato polêmico aconteceu em uma entrevista no “Que História É Essa, Porchat?”, programa exibido no GNT. A atriz revelou que a preparação não havia sido por acaso, já que sua personagem Judite era uma portadora do vírus HIV em fase terminal. A história se passava na década de 1980, quando a doença ainda não era tratável. “Era uma personagem terminal de HIV, na época em que HIV matava rapidamente. Quando comecei a fazer a leitura do filme, a gente chegou à conclusão de que eu precisava emagrecer. Porque era uma personagem morrendo, mas com muita vida”, explicou Deborah. “Eu, como atriz, queria ficar visivelmente à beira da morte, para que pudesse ter muita vida interna. Era uma personagem cheia de emoções”, acrescentou ela, que se jogou de cabeça no papel. Dieta absurda Deborah contou que havia pouco tempo para emagrecer e que, por isso, passou a ingerir somente suco verde e mamão. “Tinha planejado perder 15 quilos, acabei perdendo 16. Tinha três semanas pré-filme e mais três filmando. Perdi 10 quilos nas três primeiras e cinco até a última semana, quando foi a gravação da morte”, ela lembrou. “Por dia, era um suco verde, um quarto de mamão e só. Estava muito empenhada, ia para a academia, malhava. Ficava duas, três horas na esteira. Comecei a filmar e todo mundo estava muito preocupado. Surpreendentemente, eu tinha uma vitalidade.” Apesar da empreitada, Deborah Secco alertou que as pessoas não deveriam reproduzir a dieta pesada da qual ela se submeteu. “Só que fui começando a ter muita fome e vontade de comer. Comecei a comprar comida e eu cheirava”, relatou. “Segunda coisa que aprendi: mastigava a comida e cuspia. Quando entro na composição do personagem, entro na loucura de fazer o máximo que posso. Era um filme muito importante para mim.” Após as filmagens, Deborah teria aproveitado para retomar a rotina alimentar, mas acabou hospitalizada por perder o costume. A atriz acrescentou ter dificuldade para conseguir comer normalmente até hoje. “Na penúltima semana de gravação, comecei a fazer uma lista do que ia comer quando acabasse. E fiz um dia de orgia alimentar. Comi tudo de uma vez e fui parar no hospital. Foi difícil voltar a comer normal.”
Grazi Massafera é confirmada como protagonista do remake de “Dona Beja”
A HBO Max confirmou nesta terça-feira (11/7) que a atriz Grazi Massafera (“Verdades Secretas”) será a protagonista do remake “Dona Beja”, novela criada na década de 1980 por Wilson Aguiar Filho. “Me sinto muito feliz e honrada em fazer parte dessa personagem histórica que é real, que inspirou livro, novela, que faz parte do imaginário brasileiro e agora vai ter uma releitura tão especial”, disse Grazi a Hugo Gloss. “Eu e a HBO já estávamos nos paquerando de longe, desde que começou a se falar da possibilidade de ‘Dona Beja’ existir, conversamos muito e agora finalmente assumimos esse namoro, rs. Vai ser lindo.” Remake de Dona Beja Na nova versão, Grazi Massafera dará vida à personagem Ana Jacinta, que perde sua virgindade em decorrência de um sequestro. A mulher acaba rechaçada pela sociedade do século 19, mas, a partir daí, decide se tornar a maior cortesã da região mineira, atingindo grande influência na região. A trama seguirá uma jornada moderna de empoderamento, onde Dona Beja expõe a hipocrisia da sociedade patriarcal e coloca os homens a seus pés. A releitura do folhetim terá 40 capítulos, que, além da novela clássica, terão como base os romances biográficos “A Vida em Flor de Dona Beja” (1966), de Agripa Vasconcelos, e “Dona Beija: A Feiticeira de Araxá” (1957), escrito por Thomas Leonardos. A nova versão será escrita por Daniel Berlinsky (“Êta Mundo Bom!”) e António Barreira (“Remédio Santo”), com colaboração de Maria Clara Mattos (“Tapas e Beijos”) e Clara Anastácia (“Negro Muro”), entre outros.
Manny Coto, showrunner de “24 Horas” e “American Horror Story”, morre aos 62 anos
Manny Coto, produtor-roteirista vencedor do Emmy pela série “24 Horas”, faleceu aos 62 anos no último domingo (9/7). De acordo com um comunicado de sua família, ele morreu em sua casa em Pasadena, cidade da Califórnia, após uma batalha de 13 meses contra um câncer no pâncreas. O produtor ficou conhecido por trabalhar em atrações do gênero do terror e ficção científica. Ele atuou como produtor executivo nas séries “American Horror Story” e “Star Trek: Enterprise”, além do drama “24 Horas”. “[Sua] paixão por ‘Star Trek’ permeou sua vida e sua visão de mundo”, disse o comunicado da família. “Além de ser conhecido por sua imitação perfeita de William Shatner, que arrancava gargalhadas de sua equipe de redação, ele acreditava na promessa do futuro e no potencial ilimitado da humanidade”. Seu irmão mais novo, Juan Carlos Coto, seguiu o caminho de Coto na indústria trabalhando como roteirista e produtor de séries como “Nikita” e “9-1-1”.”Comecei como assistente de produção em seus filmes Super-8″, escreveu no Instagram. “Ele foi minha inspiração e minha luz orientadora – na arte e na vida. Perdi um irmão e um melhor amigo”. Com o anúncio de seu falecimento, a 20th Televisione e a FX emitiram um recado em sua homenagem. “Manny foi um membro incrivelmente amado da família 20th Television e FX por quase duas décadas”, disseram. “Ele era brilhantemente criativo com uma profunda curiosidade intelectual, e sua lealdade e amizade tocaram muitos. Sua falta será imensamente sentida por todos que tiveram a sorte de conhecê-lo e trabalhar com ele ao longo dos anos, e nossas sinceras condolências vão para sua linda família neste momento tão difícil”. Diretamente de Cuba Nascido em Havana, Cuba, em 1961, Manuel Hector Coto era filho de um pai médico e uma mãe professora. Sua família decidiu se mudar para os EUA para criarem os filhos longe da ditadura recém-instaurada de Fidel Castro em Cuba. Embora seu pai não tenha conseguido ir na primeira tentativa, ele se reuniu com a família pouco tempo depois em Tampa, na Flórida. Com isso, Manuel foi criado em Orlando, próximo ao famoso Walt Disney World, aonde despertou seu interesse pelo audiovisual. Ainda jovem, ele usou uma câmera Super-8 de seu pai para fazer um filme caseiro de terror chamado “Flesh”, sobre uma mão desencarnada que perseguia seus irmãos mais novos, Jorge, Juan Carlos e Normi. Em seguida, ele gravou a paródia “The Incredible Bulk”, com seu amigo e colega de luta livre do Ensino Médio Tico Perez pintado de verde pulando pela Bishop Moore High School. Naquela época, ele também trabalhou nas férias de verão no parque da Disney. Após se formar na escola, ingressou na Universidade Loyola em Nova Orleans. Estreia em Hollywood Foi em 1983 que ele se mudou para Los Angeles, onde começou a trabalhar em comerciais. Na cidade, ele conheceu a veterana atriz Tippi Hedren (de “Os Pássaros”) e a convenceu a estrelar um curta-metragem que contava um mistério de assassinato chamado “Twist”. O projeto o fez ser admitido na American Film Institute (AFI), uma organização independente e sem fins lucrativos voltada para a área do audiovisual. Em 1988, ele fez sua estreia na televisão na série antológica “Alfred Hitchcock Presents” com seu curta de terror “Jack in the Box”. Ele também criou uma nova versão de “Twist” para a atração. No ano seguinte, dirigiu um episódio da série “Contos da Cripta”. Manny então trabalhou com o roteirista Brian Helgeland na história de “Ticking Man”, sobre um da equipe antibombas em busca de um ciborgue equipado com uma arma nuclear. O filme nunca foi produzido, mas seu roteiro entrou para a história como o primeiro a ser vendido por US$ 1 milhão. Legado no terror e ficção científica Atuando como diretor, ele foi responsável por diversos filmes de terror e ação, incluindo “O Perseguidor” (1990), “Força Vermelha” (1991) e “Dr. Giggles – Especialista em Óbitos” (1992). Manny também escreveu este último, que acabou ganhando um status de cult no subgênero “slasher”. Em seguida, ele dirigiu longas de ficção científica voltados para o público infantil como “Star Kid – Meu Amigo Espacial” (1997), “O Outro Eu” (2000) e “Zenon: A Zeqüência” (2001), no Disney Channel. A partir daí, Manny deixou a direção de lado, passando a se concentrar em produzir e escrever séries para televisão. Dando início ao seu legado na televisão, ele atuou como produtor executivo na série de ficção científica “Strange World” (1999) e, três anos depois, criou sua primeira série: “Odyssey 5” (2002). A produção contava a história de uma tripulação de ônibus espacial que voltava cinco anos no passado para evitar a destruição da Terra. Apaixonado pela franquia espacial “Star Trek” desde criança, Manny teve a oportunidade de trabalhar numa nova versão da série. Intitulada “Star Trek: Enterprise”, a série teve 14 episódios escritos por ele, que também acumulou a função de produtor entre 2003 a 2005, ao longo de 41 episódios. Não demorou muito e ele emplacou seu grande sucesso como showrunner da série “24 Horas”. Em 2006, o produtor conquistou o Emmy de Melhor Série Dramática pela 5ª temporada da série exibida pela Fox. Manny permaneceu na atração até a 8ª e última temporada, e depois ainda escreveu e produziu as sequências “24 Horas: Viva Um Novo Dia” (2014) e “24 Horas: O Legado” (2016). Na época, ele também atuou como showrunner na 4ª temporada de “Dexter”, onde permaneceu como produtor executivo até a última temporada. Alguns anos depois, ele assumiu o mesmo cargo em “American Horror Story”, que comandou entre 2018 a 2022, além de “American Horror Stories”, entre 2021 a 2022. Esta última ainda foi responsável por sua volta à direção, em 2021. Ele também criou a série de ficção científica “Next”, que teve apenas uma temporada em 2020. A trama acompanhava um CEO do Vale do Silício (John Slattery, de “Mad Men”), que descobre que uma de suas criações, uma poderosa inteligência artificial, poderia ser responsável por causar uma catástrofe global.












