The Walking Dead confirma atriz de Ela Quer Tudo em papel importante
A atriz Margot Bingham (“Ela Quer Tudo”, “The Family”) foi confirmada pela produção de “The Walking Dead” como integrante oficial da 11ª temporada. Na verdade, a atriz já foi ouvida na série, conversando com Eugene (Josh McDermitt) pelo rádio, como a voz de Stephanie. Por sinal, é graças a esta conversa que alguns personagens se arriscam a cruzar o país para encontrá-la e entrar em contato com uma nova comunidade. Stephanie tem uma participação muito importante no arco conhecido nos quadrinhos como “Nova Ordem Mundial”, ajudando os sobreviventes de Alexandria a integrarem-se na Commonwealth, considerada a maior comunidade dos quadrinhos criados por Robert Kirkman. O anúncio não deixa claro se ela vai aparecer no capítulo que faltou ser finalizado para encerrar a 10ª temporada. Com a suspensão dos trabalhos como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, o último episódio ficou sem pós-produção e acabou não sendo exibido. Chamado de “A Certain Doom”, este episódio marcará a volta de Maggie (Lauren Cohan) para a série, após se afastar por dois anos para estrelar “Whiskey Cavalier”. Assim que receber autorização, a equipe voltará para finalizar o capítulo. A expectativa é que ele seja exibido até o fim do ano.
La Révolution: Teaser anuncia série da revolução francesa com… “zumbis”
A Netflix divulgou oito fotos, o pôster e o primeiro teaser de “La Révolution”, série que se passa na época da Revolução Francesa, mas não é exatamente um drama histórico. A prévia mostra uma cabeça de estátua decapitada, pingando sangue azul, e revela que a estreia vai acontecer em outubro. A cabeça decepada é uma dica de seu tema. Trata-se, na verdade, de uma série francesa ao estilo da sul-coreana “Kingdom” sobre epidemia “zumbi” – ou um surto de raiva com efeitos similares. A sinopse oficial é bem curta, dizendo apenas: “Durante o século 18, uma nova doença faz o sangue da aristocracia ficar azul”. O que se sabe é que a série foi filmada em locais históricos, como o palácio de Versalhes, os castelos de Fontainebleau e Vaux-le-Vicomte e a Abadia de Chaalis no verão passado, passa-se em 1787 e acompanha uma descoberta do médico Joseph-Ignace Guillotin, cujo nome é associado à invenção da guilhotina. Ele descobre um vírus estranho infectando a aristocracia, que torna o sangue azul e leva os infectados a se tornarem violentos. O vírus faz as elites atacarem os mais fracos, que revidam, dando início a uma revolução. Além do personagem principal, outras figuras históricas devem aparecer ao longo dos oito episódios da série. A série foi criada por Aurélien Molas (“Trauma”), que também é o showrunner da produção, e a equipe ainda conta com a roteirista Gaia Guasti (“A Sala”). Já o elenco destaca Amir El Kacem (“Comboio Furioso”), um ator de origem árabe no papel de Guillotin, além de Marilou Aussilloux (“De Gaulle”), Julien Frison (“Amante por um Dia”) e diversos intérpretes pouco conhecidos.
The Walking Dead faz campanha pelo uso de máscaras de proteção
O universo zumbi do canal pago americano AMC se engajou numa campanha de prevenção contra a pandemia real. Dez personagens de “The Walking Dead”, “Fear the Walking Dead” e da vindoura “The Walking Dead: World Beyond” ganharam imagens em que aparecem usando máscaras — e pedindo que os fãs também usem, para se protegerem da covid-19. Nas ilustrações, os personagens aparecem com seus rostos cobertos, ao lado da recomendação, em inglês para que se “use uma máscara”. Os mascarados são Daryl (Norman Reedus), Carol (Melissa McBride) e Ezekiel (Khary Payton) de “The Walking Dead”, Victor (Colman Domingo) e o casal John (Garret Dillahunt) e June (Jenna Elfman) de “Fear The Walking Dead”, e Felix (Nico Tortorella), Huck (Annet Mahendru), Elton (Nicolas Cantu) e Silas (Hal Cumpston) da novata “The Walking Dead: World Beyond”. As três produções estão paralisadas desde março por conta da pandemia do novo coronavírus. “The Walking Dead” foi interrompido antes de gravar o final de sua 10ª temporada. As gravações devem ser retomadas nos próximos dias, para a season finale ser exibida como um especial até o fim do ano. “The Walking Dead: World Beyond” já tinha encerrado as gravações, mas não conseguiu finalizar os efeitos visuais, levando ao adiamento de sua estreia, prevista para abril passado. Com a reabertura dos estúdios de pós-produção, esta série deve estrear ainda em 2020. Já “Fear the Walking Dead” estava no começo da produção de sua 6ª temporada e só deve voltar no ano que vem. “Tem tantas pessoas trabalhando nessas séries. Entre as três, são milhares de pessoas. Queremos que todos estejam seguros e saudáveis. Esse é o acordo. Todos temos que nos juntar para garantir que todo mundo esteja seguro e saudável”, disse ao Hollywood Reporter o chefe de conteúdo do universo “The Walking Dead”, Scott Gimple.
The Last of Us: Part 2 bate recordes de venda e expõe vexame dos robôs extremistas
O sucesso sem precedentes do game “The Last of Us: Part 2” encerra de vez a discussão sobre a capacidade dos nerds da extrema direita de mobilizar qualquer boicote cultural. Eles já atacaram os filmes “Pantera Negra” (herói negro), “Capitã Marvel” (heroína feminina) e a nova trilogia “Star Wars” (falta de homens brancos heroicos), que se tornaram fenômenos de bilheteria. Agora, miraram em seu primeiro game, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. A se acreditar nessas resenhas, o jogo deve ter sido o maior fracasso de todos os tempos… Mas, graças a essa mobilização sem precedentes, os extremistas conseguiram apenas demonstrar o que não queriam. Barulhentos e armados com robôs para multiplicar suas opiniões, revelaram que, na prática, são muito poucos para fazer qualquer diferença no mundo real. Isto porque “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo, lançado em 19 de junho passado, já vendeu mais cópias no Reino Unido do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. O levantamento foi realizado pela GfK, empresa global que realiza estudos de mercado, e foi divulgado pelo site Games Industry. A continuação da história de Ellie e Joel ficou na frente de jogos como “Fifa 20” (2º), “Ring Fit Adventure” (3º), “Animal Crossing: New Horizons” (4º) e “Mario Kart 8: Deluxe” (5º). Só em seu primeiro fim de semana, “The Last of Us: Part 2” já tinha alcançado a marca de 4 milhões de cópias vendidas. Além disso, quebrou o recorde de estreia para o PlayStation 4. Perdidos no meio da gritaria extremista, alguns fãs verdadeiros realmente lamentaram o destino de um dos protagonistas da franquia. Mas a campanha fraudulenta abafou tanto as reclamações legítimas quanto os elogios rasgados, para fazer prevalecer apenas ataques homofóbicos – os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”. Sem cair nesta falsa polêmica, a crítica colocou a nota do game nas alturas, com 94% de aprovação no Metacritic. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, história de sobrevivência numa espécie de pós-apocalipse zumbi, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão na adaptação com o autor do game, Neil Druckmann.
#Alive: Filme sul-coreano de zumbis vira primeiro blockbuster mundial pós-pandemia
A covid-19 não foi capaz de deter os zumbis na Coreia do Sul. Depois do blockbuster “Invasão Zumbi” e da impressionante série da Netflix “Kingdom”, a indústria audiovisual sul-coreana lançou outro fenômeno de mortos-vivos, “#Alive” (#Saraitda), que bateu recorde de público em sua fim de semana de estreia nos cinemas recém-abertos do país. O primeiro filme escrito e dirigido por Il Cho (co-produtor de “Assassino Profissional”) atraiu mais de 200 mil espectadores só no dia de estreia, quarta-feira passada (24/6), e continuou lotando cinemas. Neste domingo, a soma superou a marca de 1 milhão de espectadores. Os números fazem de “#Alive” o maior lançamento sul-coreano de 2020 e o primeiro blockbuster do mundo após o começo da pandemia de coronavírus. Além do fascínio sul-coreano pelos zumbis, a produção contou a seu favor com dois jovens astros muito populares no país, Yoo Ah-In (o protagonista de “Em Chamas”) e Park Shin-Hye (da série “Memórias de Alhambra”). Eles vivem sobreviventes ilhados em seus apartamentos quando zumbis tomam conta das ruas da cidade. Na trama, até descobrir Park Shin-Hye num prédio vizinho, o personagem de Yoo Ah-In credita estar sozinho em meio à horda de mortos-vivos. A descoberta faz os dois abandonarem seus planos de isolamento social em seus apartamentos para tentarem um encontro arriscado. Veja o trailer e quatro pôsteres da produção abaixo, que ainda não tem previsão de estreia em outros países.
Invasão Zumbi 2 ganha fotos e trailer legendado
“Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016, ganhou fotos oficiais e um novo trailer legendado da Paris Filmes. A prévia é insana, com tensão do começo ao fim, ao mostrar a extensão do apocalipse zumbi. A trama se passa quatro anos após o começo da pandemia da ficção e mostra o mundo destruído por hordas vorazes de mortos-vivos, que levaram a humanidade praticamente à extinção. O vídeo também destaca os novos protagonistas, o ex-soldado Jung-Seok (Gang Dong-Won, de “Golden Slumber”), que lidera uma missão na terra infestada por zumbis e acaba encontrando sobreviventes, entre eles a corajosa Min Jung (Lee Jung-hyun, de “Gunhamdo”), além de um grupo de sádicos ensandecidos. Novamente dirigido por Yeon Sang-ho, o filme integra uma trilogia sobre o surto zumbi na Coreia do Sul. Entre os dois “Invasão Zumbi”, Sang-ho também assinou o longa animado “Seul Station” (2016), cuja trama acontece em paralelo aos eventos do primeiro filme. A estreia internacional deveria acontecer em agosto, mas está sendo remarcada devido à pandemia de coronavírus. A nova data prevista para o Brasil é 12 de novembro.
The Last of Us: Part 2 encanta crítica e desperta ódio de gamers homofóbicos
O aguardado lançamento do game “The Last of Us: Part 2” na sexta passada (19/6) encantou a crítica, mas também demonstrou mais uma vez o lado negro da força do universo geek. O jogo atingiu 95% de aprovação na média das avaliações críticas consideradas pelo site Metacritic. Mas apenas nota 3,7 (de 10) entre o público no mesmo site. No IMDb, a nota ficou em 5,3. O resultado da suposta decepção do público é fruto de uma campanha de um grupo pequeno mas ruidoso nas redes sociais, que usa robôs para manipular as votações. A tática é tão descarada que Neil Druckmann, criador do game, chegou a ironizar no Twitter: “Nossa… em poucas horas de lançamento já temos quase o dobro do número de críticas de usuários obtido pelo primeiro jogo… em sete anos! Adoro essa paixão!”. A mesma tática foi usada anteriormente e por motivos similares contra os filmes “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e a recente trilogia “Star Wars”, todas produções da Disney que se tornaram blockbusters, demonstrando quão minoritários são os descontentes. O motivo do descontentamento é o fato de “The Last of Us: Part 2” não ser conservador. Gamers homofóbicos odiaram o fato de a protagonista Ellie ter se tornado uma lésbica assumida, envolver-se com uma mulher e enfrentar outra, que é “puro músculo, um caminhão”, nas palavras da roteirista do game, Halley Gross. Para completar, a trama também inclui um personagem trans em fuga de uma seita de fanáticos religiosos e a presença de muitas mulheres boas de briga em posições de comando. Nas redes sociais, os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”, denominação da extrema direita para qualquer visão de visão de mundo fora da heteronormatividade. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão com o autor do game, Neil Druckmann. A trama começa cinco anos após a dupla Joel e Ellie iniciar sua jornada pelo que restou dos Estados Unidos, agora destruído por uma pandemia causada por um fungo zumbi. Se no primeiro game o foco era na relação quase de pai e filha entre os dois protagonistas, em “The Last of Us Part 2” Ellie já tem 19 anos e deixa claro que é sexualmente ativa – com outras mulheres. Enquanto as críticas da imprensa usam adjetivos como “perfeito”, “cinematográfico” e “excelente” – o jornal The Guardian achou o game “inovador e poderoso”, enquanto o Washington Post o chamou de “um dos melhores videogames já criados” – , as resenhas dos “fãs” se resumem a repetir que “lésbicas no apocalipse f****** a saga”. Em meio à polêmica, a intérprete de Ellie (via captura de movimentos), a atriz Ashley Johnson, disse que se sentia “incrivelmente orgulhosa de interpretar essa personagem”, numa reportagem feita pela BBC. “Eu amo Ellie e acho muito importante que as pessoas vejam personagens como ela nos videogames. Ter uma jovem líder feminina que é gay faz com que o jogo pareça mais real”, ela apontou. Disse mais: “Eu acho que é essencial ter representação feminina e LGBTQIA+ em todas as mídias, precisamos disso em todos os formatos. As coisas estão começando a mudar lentamente, mas adoraria chegar logo a um ponto no entretenimento em que isso não seja mais considerado algo ousado”. Na mesma reportagem, Neil Druckmann afirmou que sua produtora, Naughty Dog, está numa situação confortável, graças a uma série de sucessos comerciais que lhes “permite arriscar”. “Se ‘The Last of Us: Part 2″ for bem sucedido, e alguém quiser fazer um novo game com um elenco semelhante, pelo menos as equipes de marketing poderão olhar e ver: ‘Bem, isso funcionou’, então o medo [de preconceituosos] deixará de ser entrave para que possamos refletir mais as pessoas à nossa volta”. Veja o impressionante trailer legendado do game abaixo.
Quadrinhos de The Walking Dead voltam a ser publicados para contar destino de Negan
A revista em quadrinhos “The Walking Dead” virou zumbi. Ela acaba de voltar da morte, com um especial inédito focado em Negan, um ano após sua última edição. O autor Robert Kirkman e seu parceiro criativo, o artista Charlie Adlard, anunciaram a retomada a saga dos zumbis em quadrinhos por um motivo nobre. Eles acreditam que o título tem popularidade suficiente para ajudar a retomar as vendas das comic shops, que estão sofrendo com suas lojas fechadas durante a pandemia de coronavírus. Por conta disso, anunciaram que abriram mão dos lucros, permitindo que as lojas fiquem com todos os valores que retornariam para sua editora. “A comunidade varejista faz um trabalho árduo para colocar os quadrinhos nas mãos de nossos fãs amorosos. Todos nós deveríamos estar fazendo mais nestes tempos difíceis para mostrar a eles o quanto eles são apreciados”, disse Kirkman em comunicado. Por conta disso, não há planos de lançar o especial em formato digital. Intitulada “Negan Lives” (Negan Vive), a publicação chegará às comic shops americanas em 1º de julho e mostrará o que aconteceu com o personagem interpretado por Jeffrey Dean Morgan na televisão. A história vai contar o que aconteceu com o vilão, que não era visto nos quadrinhos há três anos, desde o fim da guerra dos Sussurradores. Não dá para saber se é spoiler da série, já que a produção televisiva mudou muita coisa em relação aos quadrinhos. Mas, em sua última aparição nas páginas impressas, Negan saiu de cena após ser procurado e confrontado por Maggie, que queria matá-lo pelo que ele fez – entre outras coisas, por assassinar Glenn. Ele aceita seu destino, dizendo-se arrependido e merecedor da morte. Mas Maggie prefere condená-lo a viver com o que fez, sozinho e esquecido por todos. Ele nunca mais foi visto até o fim da publicação, encerrada após a morte de Rick no ano passado. Apesar disso, Kirkman já tinha sugerido que, se um dia retomasse a revista, seria para contar o que houve com Negan. O momento chegou. Negan vive. Veja a capa do especial abaixo.
Invasão Zumbi 2 ganha novo trailer insano
A Well Go USA divulgou o novo trailer americano de “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016. A prévia é insana, com tensão do começo ao fim, ao mostrar a extensão do apocalipse zumbi. A trama se passa quatro anos após o começo da pandemia da ficção e mostra o mundo destruído por hordas vorazes de mortos-vivos, que levaram a humanidade praticamente à extinção. O vídeo também destaca os novos protagonistas, o ex-soldado Jung-Seok (Gang Dong-Won, de “Golden Slumber”), que lidera uma missão na terra infestada por zumbis e acaba encontrando sobreviventes, entre eles a corajosa Min Jung (Lee Jung-hyun, de “Gunhamdo”) e um grupo de sádicos ensandecidos. Novamente dirigido por Yeon Sang-ho, o filme integra uma trilogia sobre o surto zumbi na Coreia do Sul. Entre os dois “Invasão Zumbi”, Sang-ho também assinou o longa animado “Seul Station” (2016), cuja trama acontece em paralelo aos eventos do primeiro filme – além de ser um excelente exemplar de animação adulta. O diretor só fazia animações antes de estourar com “Invasão Zumbi”. A estreia internacional deveria acontecer em agosto, mas deve ser remarcada devido à pandemia do coronavírus.
Reality Z: Série de zumbis brasileiros divide opiniões do público internacional
Disponibilizado pela Netflix na quarta (10/6), “Reality Z” tem dividido opiniões em todo o mundo. A série de zumbis com Sabrina Sato atingiu nota 5,1 (numa escala até 10) dos resenhistas voluntários do site americano IMDb e, sem nenhuma crítica oficial indexada, 64% de aprovação dos usuários do Rotten Tomatoes. Um dos poucos sites internacionais que apresentou resenha no lançamento da atração, o Decider sugeriu a seus leitores evitarem perder tempo. O principal consenso é que “Reality Z” agrada mais quem não conhece “Dead Set”. Por outro lado, alguns fãs do original reclamam contra o que percebem como um plágio descarado, cena por cena. Muitos lamentam que haja personagens demais, que são rapidamente dispensados sem dar tempo para o público se importar com seus destinos. Mas há quem veja essa matança como ponto positivo. Outros tantos apontam para a forma como a metade final dos 10 episódios parece uma série diferente da metade inicial, inclusive com nova protagonista. O fato é que o público internacional percebeu a colagem narrativa da produção, que é uma adaptação bastante reverente de “Dead Set” até seu quinto episódio e uma série completamente diferente do sexto ao décimo capítulos. Houve quem apontasse que a segunda metade seria a 2ª temporada nunca produzida de “Dead Set”. Quem dera. Entre os pontos positivos destacados estão efeitos visuais superiores aos de “Dead Set”, com zumbis que não fariam feio em “The Walking Dead”, e a principal mudança em relação à história original, que substituiu um namorado traído por uma mãe e seu filho desesperados para chegar na casa mais segura do Brasil. Infelizmente, esse detalhe não é muito aproveitado na trama. Também disponível na Netflix, “Dead Set” foi uma minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A grande diferença em relação a “Reality Z” é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Como a marca Big Brother pertence à Globo no Brasil, a série teve que criar outro reality de confinamento, chamado “Olimpo, a Casa dos Deuses”, em que os concorrentes se vestem como gregos antigos – embora o visual lembre mais orgias romanas – e os paredões sejam chamados de “sacrifícios”. Isolada e autossustentável, a casa do reality logo se torna cobiçada para um punhado de pessoas que tenta escapar da pandemia zumbi no Rio de Janeiro. Mas enquanto o mundo acaba, os integrantes do reality seguem alheios ao que acontece do lado de fora, ignorando completamente o surto zumbi. Até ser tarde demais. Sabrina Sato vive a apresentadora do reality, o que permite uma ligação tênue com o Big Brother Brasil, já que ela foi revelada no programa. O elenco também inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação é assinada por Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de escrever os roteiros com João Costa, compartilhou a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes. Confira o trailer abaixo.
Criador e diretor de Chernobyl voltarão a se juntar na adaptação do game The Last of Us
O criador e o diretor de “Chernobyl” vão voltar a trabalhar juntos numa série da HBO: na atração baseada no game “The Last of Us”. Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”, vai dirigir “pelo menos” o episódio piloto da adaptação, que será escrito por Craig Mazin, o roteirista da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Ambos venceram o Emmy pela primeira parceria. Além de dirigir, Renck também será produtor-executivo da série, ao lado de Mazin e Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e também sua sequência, prevista para 19 de junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores poderão acompanhar a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.
Reality Z: Série de zumbis com Sabrina Sato ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Reality Z”, série com Sabrina Sato, em que o cenário de um reality show vira o único refúgio seguro durante um apocalipse zumbi. O projeto foi anunciado pela própria Sabrina, na companhia do diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em abril do ano passado. Mas a ideia não é nova. Trata-se, na verdade, de um remake de “Dead Set”, minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A diferença é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Como a marca Big Brother pertence à Globo, a série teve que criar outro reality de confinamento, chamado “Olimpo, a Casa dos Deuses”, em que os concorrentes se vestem como gregos antigos – embora o visual lembre mais orgias romanas. Isolada e autossustentável, a casa do reality logo se torna cobiçada para um punhado de pessoas que tenta escapar da pandemia zumbi no Rio de Janeiro. Mas enquanto o mundo acaba, os integrantes do reality seguem alheios ao que acontece do lado de fora, ignorando completamente o surto zumbi. Até ser tarde demais. Sabrina vive a apresentadora do reality, o que permite uma ligação tênue com o Big Brother Brasil, já que ela foi revelada no programa. O elenco inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação está a cargo de Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de assinar os roteiros com João Costa, vai compartilhar a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes. Com 10 episódios, a atração será lançada em 10 de junho.
Reality Z: Série de zumbis com Sabrina Sato ganha data de estreia na Netflix
A Netflix definiu a data de estreia de “Reality Z”, série com Sabrina Sato, em que o cenário de um reality show vira o único refúgio seguro durante um apocalipse zumbi. A atração será lançada em 10 de junho. O projeto foi anunciado por Sabrina Sato, na companhia do diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em abril do ano passado. Mas a ideia não é nova. Trata-se, na verdade, de um remake de “Dead Set”, minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A diferença é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Na trama, os integrantes da casa de estúdio ignoravam completamente que um surto zumbi estava causando o fim do mundo do lado de fora de seu isolamento. Até ser tarde demais. A Netflix não pode usar o nome do “Big Brother Brasil”, que está licenciado para a Globo, mas a participação de Sabrina permite uma ligação com o reality, já que ela foi revelada no programa. Serão cinco episódios, que vão acompanhar os bastidores de um reality fictício, chamado “Olimpo, A Casa dos Deuses”, durante uma noite de paredão. Em plena gravação, o estúdio se torna um abrigo para quem busca salvação do caos que tomou conta do Rio de Janeiro, após a proliferação de zumbis. O elenco inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação está a cargo de Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de assinar os roteiros com João Costa, vai compartilhar a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes.









