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    Ryan Reynolds revela que Deadpool 3 já está em desenvolvimento

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator Ryan Reynolds revelou, durante sua participação na edição natalina do programa “Live with Kelly and Ryan”, que o terceiro filme do mercenário Deadpool está em produção. “Estamos trabalhando nisso neste momento, com o time todo”, comentou ele. “Estamos na Marvel agora. É como se fôssemos da primeira divisão, de repente. É meio louco”, começou a explicar, antes da apresentadora Kelly Ripa mudar de assunto sem aprofundar nada. O “time todo” deve significar que os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick estão de volta, e muito provavelmente também o diretor David Leitch, que assinou o segundo longa – e sua edição natalina, “Era uma Vez um Deadpool”. Como Reynolds ressaltou, “Deadpool 3” será o primeiro filme do herói produzido pela Marvel Studios, após a Disney comprar o estúdio 20th Century Fox, responsável pelos longas iniciais do personagem. Com isso, o mercenário falastrão poderá contracenar com outros heróis dos quadrinhos, além dos X-Men que apareceram anteriormente. A Disney ainda não anunciou uma data de estreia oficial para a produção, mas reservou várias datas de filmes misteriosos da Marvel (isto é, sem títulos divulgados) até 2023. Veja abaixo a entrevista completa.

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    Mark Ruffalo sugere filme do Hulk vs. Wolverine, que pode acontecer

    26 de novembro de 2019 /

    O ator Mark Ruffalo já sugeriu para a Marvel como gostaria de voltar ao papel de Hulk no cinema. Durante participação na Comic Con de Tóquio, ele disse que quer ver o herói esverdeado lutando contra Wolverine. “Hulk vs. Wolverine. Eu gostaria de ver isso. Acho que seria uma ótima combinação”, disse no evento. Ruffalo confirmou que já conversou com o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, sobre as ideias para o futuro de Hulk. Ele ainda se disse disposto a aparecer na já anunciada série da Mulher-Hulk (She-Hulk). Nos quadrinhos, Jennifer Walters, a Mulher-Hulk, é prima de Bruce Banner, o Hulk. Também vale lembrar que Wolverine apareceu pela primeira vez numa edição do Hulk, em 1974, como antagonista do herói (veja a capa abaixo). Criado pelo editor Roy Thomas, o roteirista Len Wein e os desenhistas John Romita e Herb Trimpe, o personagem fez tanto sucesso que acabou entrando nos X-Men no ano seguinte. Esta cronologia parece bastante apropriada para um novo filme, já que o personagem vai ganhar um reboot na Marvel Studios, após a compra da Fox pela Disney. Conhecido por deixar escapar spoilers das produções da Marvel, será que Mark Ruffalo soltou o maior de todos?

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    Disney anuncia mais Marvel. Serão 13 filmes de super-heróis nos próximos 4 anos

    16 de novembro de 2019 /

    Prestes a entrar em sua Fase 4, a Marvel Studios adicionou cinco novos filmes ao seu calendário de lançamentos. As novas datas, divulgadas pela Disney na sexta-feira (15/11), incluem os lançamentos de mais um longa em 2022 e quatro em 2023. Isto significa que o estúdio vai lançar mais 13 filmes de super-heróis nos próximos quatro anos. A lista oficial dos próximos filmes da Marvel, com as datas de estreia nos Estados Unidos, é a seguinte: 1 de maio de 2020 – Viúva Negra (Black Widow) 6 de novembro de 2020 – Os Eternos (The Eternals) 12 de fevereiro de 2021 – Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings 7 de maio de 2021 – Doctor Strange in the Multiverse of Madness 5 de novembro de 2021 – Thor: Love and Thunder 18 de fevereiro de 2022 – Sem Título 6 de maio de 2022 – Pantera Negra 2 (Black Panther 2) 29 de julho de 2022 – Sem Título 7 de outubro de 2022 – Sem Título 17 de fevereiro de 2023 – Sem Título 5 de maio de 2023 – Sem Título 28 de julho de 2023 – Sem Título 3 de novembro de 2023- Sem Título Sete filmes, mais da metade da lista, não foram identificados, mas devem ser projetos que já estão em desenvolvimento, como “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, “Homem-Formiga 3”, “Capitã Marvel 2”, “Deadpool 3”, um filme de (ou com) “Blade” estrelado por Mahershala Ali (“Green Book”) e as novas versões de “X-Men” e “Quarteto Fantástico”. Além destes, ainda há “Homem-Aranha 3”, que apesar de integrar o MCU tem seu cronograma atrelado à programação da Sony – como os vindouros “Venom 2” e “Morbius”. Até o momento, o Universo Cinematográfico da Marvel já lançou 23 filmes conectados. A Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) começará oficialmente com “Viúva Negra”, que tem estreia marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Além disso, os filmes também terão conexão com as séries live-action da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus) – “Falcão e o Soldado Invernal” (Falcon and the Winter Soldier), “Loki”, “WandaVision” e “Gavião Arqueiro” (Hawkeye) – , que estreiam a partir de 2020.

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    Marvel é processada por plágio na trilha da série animada dos X-Men

    9 de outubro de 2019 /

    A Marvel Television e todas as empresas envolvidas na produção e distribuição da série animada clássica dos X-Men, grande sucesso dos anos 1990, estão sendo processadas por plágio do compositor de trilhas sonoras György Vukán (1941–2013). O húngaro Zoltan Krisko, que administra o legado de Vukan, acusa a série de se apropriar do tema composto por Vukan para a série policial “Linda”, que foi sucesso na Hungria entre 1984 e 1991, e reciclá-lo na abertura de “X-Men: A Série Animada”, lançada em 1992. Krisko alega que Ron Wusserman, que assina o tema de abertura de X-Men, chegou a se reunir com produtores de TV húngaros na época em que “Linda” podia ser ouvida numa das séries mais populares no país. A má notícia para a Marvel é que, de fato, as duas músicas são muito parecidas, como se pode verificar abaixo. Em seu processo, Krisko quer que a Marvel e seus parceiros de produção, como a Disney e a Fox, além de Apple e a Amazon, que a distribuíram, paguem direitos autorais e de exibição para a família do compositor original. Apesar de já terem decorrido 27 anos do lançamento de “X-Men: A Série Animada”, a lei americana protege os direitos de obras originais por até 70 anos. Krisko justificou a demora para entrar com o processo, dizendo que a série animada dos mutantes não foi amplamente exibida na Hungria.

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    Brasil entra na lista de países intolerantes em nova HQ dos X-Men

    22 de setembro de 2019 /

    A mais nova edição de “House of X”, publicação que marca a volta dos X-Men aos quadrinhos da Marvel, coloca o Brasil entre as nações inimigas e hostis aos mutantes. O país foi listado ao lado de Rússia, Venezuela e Irã como o grupo mais intolerante, que não se dispõe a aceitar o reconhecimento de uma nação mutante na ONU. Na trama concebida por Jonathan Hickman, Charles Xavier luta na ONU para que a Ilha de Krakoa, povoada apenas por mutantes, seja considerada uma nação soberana. Para convencer os outros países, o Professor oferece remédios feitos a partir de uma planta nativa. O Brasil rejeita a proposta, ao lado dos países citados. Sem entrar em detalhes, a recusa é resumida a um quadro que ilustra o mapa da rejeição. Veja abaixo. Como todo fã dos X-Men sabe, os personagens são metáforas para minorias perseguidas. O registro acontece após o prefeito do Rio de Janeiro tentar censurar uma publicação da editora, por conter um beijo gay entre dois super-heróis. A notícia repercutiu nos Estados Unidos. A trama de “House of X” parece refletir uma mudança mundial de percepção sobre o país. Antes celebrado por sua aparente tolerância generalizada, o país passou a ser encarado como um dos mais intolerantes do mundo. Para demonstrar que os quadrinhos não estão exagerando, nesta semana vieram à tona na imprensa os planos do Brasil para comandar uma reação conservadora na ONU, visando impedir que minorias tenham seus direitos reconhecidos. Usando a defesa da família como escudo, o país se juntou ao Egito e aos regimes mais conservadores do Oriente Médio e do mundo islâmico para evitar que direitos LGBTQs e femininos apareçam em documentos da ONU. No Brasil, ONGs solicitaram acesso aos documentos do Itamaraty sobre o assunto, e o acesso foi negado.

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    Final alternativo de Homem de Ferro citava X-Men, Hulk e Homem-Aranha

    18 de setembro de 2019 /

    A Marvel revelou uma cena pós-crédito alternativa do filme “Homem de Ferro” (2008), que fazia referência a super-heróis da editora que já tinham aparecido em filmes de outros estúdios. A cena, que não foi utilizada no filme, foi compartilhada pelo chefão do MCU, Kevin Feige, durante uma premiação. Na cena alternativa, Nick Fury (Samuel L. Jackson) aparece diante de Tony Stark (Robert Downey Jr.) para falar sobre a iniciativa Vingadores, mencionando a existência de outros heróis. “Se acidentes com raio gama, picadas de insetos radioativos e diversos mutantes não fossem suficientes, eu tenho de lidar com um menino mimado que não sabe brincar com os outros e quer manter todos os seus brinquedos para si próprio”, diz Fury. Embora não cite o nome dos personagens, as referências são claras ao Hulk (acidente com raio gama), ao Homem-Aranha (picada de inseto) e aos X-Men (mutantes). À época do lançamento do filme, os direitos dos X-Men e do Homem-Aranha estavam com a Fox e a Sony, respectivamente. Por conta disso, a Marvel decidiu não utilizar a cena. Três meses depois, a Marvel lançou “O Incrível Hulk”. Em 2016 foi a vez de o Homem-Aranha ser integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). E agora, após a Disney comprar a Fox, os X-Men também serão introduzidos nos filmes do estúdio. This newly-released 'never-before-seen' deleted alternate scene from 2008's #IronMan reveals Nick Fury mentioning "radioactive bug bites" and "mutants" in his Avengers Initiative dialogue! (via @SaturnAwards) pic.twitter.com/n75fGeQB4S — MCU Direct (@MCU_Direct) September 14, 2019

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    Harry Potter e filmes de quadrinhos alimentam fake news da cultura pop

    14 de setembro de 2019 /

    Isto é um serviço de utilidade pública para o leitor ocasional da Pipoca Moderna. Lembra das notícias mais empolgantes de produções de filmes que surgiram nos últimos dias? Harry Potter ia ganhar um novo filme com o elenco original. Professor X e Magneto seriam negros no X-Men da Disney. Keanu Reeves faria outro filme como Constantine. Etc. Você não leu nada disso na Pipoca Moderna. Mas pode ter encontrado com alguma facilidade na internet. A gente não publicou porque é tudo invenção e depois teria que fazer novas matérias desmentindo. Trata-se de click bait pura e simples. E tem endereço conhecido: o site We Got This Covered. Em julho, o cineasta Guillermo Del Toro usou o Twitter para avisar seus seguidores que o site estava mentindo ao dizer que ele faria uma versão live-action de “Atlantis: O Reino Perdido”(2001), da Disney. Veja abaixo. Os mesmos redatores desse endereço também inventaram diversas notícias sobre adaptações da DC Comics: o astro de “Aladdin” seria o Gavião Negro no cinema, Michael B Jordan interpretaria o Raio Negro, Rihanna seria Hera Venenosa no novo filme do Batman, Emilia Clark estaria cotada para viver Zatanna, a Warner estaria planejando um filme da Vixen, etc. A propósito, Colin Farrell seria Constantine em junho, três meses antes de o site mudar de ideia e definir que Keanu Reeves voltaria ao papel. Você acreditou em alguma dessas notícias? Não deveria. Sempre que ler We Got This Covered como fonte, na melhor das hipóteses é só rumor. Mas a repetição constante sugere má fé mesmo. O pior é que muitos sites brasileiros reverberam tudo o que eles plantam. E é tudo fake news. Fica a dica. via MEME

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    Disney planeja diminuir lançamentos de filmes da Fox

    7 de agosto de 2019 /

    O fracasso das produções recentes da Fox acenderam sinal vermelho na Disney. Em conferência com acionistas na terça-feira (6/8), o CEO da Disney, Bob Iger, prometeu cortes e mudanças no cronograma de lançamentos do estúdio recém-adquirido. O fracasso de todos os filmes da Fox em 2019, de “Alita: Anjo de Combate” a “X-Men: Fênix Negra”, fez a Disney sofrer uma perda de US$ 170 milhões no período fiscal, mesmo com o sucesso das produções da Marvel. E Iger foi claro a respeito disso. “Um dos grandes problemas foi que o desempenho do estúdio da Fox ficou abaixo do que costumava ser, e muito abaixo de onde esperávamos que ficasse quando fizemos a aquisição”, disse o executivo, para justificar o prejuízo de sua divisão cinematográfica. Por enquanto, Iger não deve mudar os planos de lançamento das continuações de “Avatar”, de James Cameron, e as produções do selo independente Fox Searchlight. Mas todos os demais projetos serão reavaliados. A ideia, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, é diminuir os lançamentos da Fox, que no ano passado produziu 12 longa-metragens (sem contar os títulos da Fox Searchlight e da agora extinta Fox 2000), passando o montante total para 5 filmes anuais. Entretanto, o estúdio não ficaria ocioso, produzindo pelo menos mais 5 filmes por ano para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). “Provavelmente levará um ano ou dois anos antes que possamos ter um impacto – obviamente, há filmes que já estão em produção. Estamos todos confiantes de que vamos ser capazes de mudar a sorte da Fox e você verá esses resultados em alguns anos”, acrescentou o executivo. Iger também reforçou que os filmes dos X-Men e do Quarteto Fantástico, que eram lançados pela Fox, serão agora integrados ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e estarão sob responsabilidade de Kevin Feige, não fazendo mais parte da lista de produções daquele estúdio.

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    Marvel omite planos para Homem-Aranha, Homem-Formiga e Deadpool

    21 de julho de 2019 /

    Além dos filmes e séries que tiveram suas estreias anunciadas durante a participação da Marvel Studios na Comic-Con International, em San Diego, o presidente do estúdio, Kevin Feige, revelou que outros projetos também estavam em produção, mas ainda não tinham previsão de lançamento. As produções especificamente citadas por Feige foram “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, “Pantera Negra 2”, “Capitão Marvel 2” e os primeiros filmes baseados em franquias que estavam com a Fox, “Quarteto Fantástico” e “X-Men”. Em entrevista ao site IGN, Feige falou que o relançamento dos heróis da Fox irá integrá-los ao MCU (sigla, em inglês, do Universo Cinematográfico da Marvel), mas não deu detalhes. “O que faremos será diferente do que já foi feito antes”, resumiu-se a dizer. Por outro lado, o executivo omitiu continuações de outros sucessos do estúdio, como “Homem-Formiga e a Vespa”, “Homem-Aranha: Longe de Casa” e, claro, “Vingadores: Ultimato”, sem tampouco mencionar outro título herdado da Fox, “Deadpool”. Questionado, ele comentou apenas que a nova fase era sobre recomeços e novos personagens. A falta de projeto para o Homem-Aranha alimenta rumores sobre clausula contratual da parceria entre Marvel e Sony. Segundo esses boatos, se “Homem-Aranha: Longe de Casa” não atingisse US$ 1 bilhão nas bilheterias, a parceria seria desfeita e o herói voltaria a ser exclusivo da Sony, para ajudar o estúdio a lançar um universo de personagens encabeçado pelo Aranha. Entretanto, o filme já está com US$ 970,7M mundiais e a suposta meta de US$ 1 bilhão é questão de dias. O que parece mais preocupante é o caso da franquia do Homem-Formiga. Em agosto do ano passado, Paul Rudd, intérprete do herói, chegou a dizer que os fãs deveriam fazer campanha para a Marvel produzir uma sequência de “Homem-Formiga e a Vespa”. Aparentemente, ele não estava brincando.

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    Olivia Munn diz que diretor e produtor de X-Men não conheciam os quadrinhos

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Olivia Munn, que interpretou Psylocke em “X-Men: Apocalipse”, jogou mais lenha na fogueira que carbonizou a franquia dos heróis mutantes nas bilheterias. Em um vídeo gravado para a revista GQ, ela manifestou sua decepção com a falta de conhecimento dos responsáveis pelos filmes que adaptaram os quadrinhos da Marvel. Respondendo perguntas feitas pelas redes sociais, a atriz, que é geek de carteirinha e apresentava programa de games antes de fazer filmes, assumiu se identificar com a reação apaixonada dos fãs sobre as adaptações de quadrinhos no cinema. Por isso, se disse frustrada com o diretor Bryan Singer e o produtor-roteirista Simon Kinberg (supostamente responsável por todo o universo dos X-Men na Fox) durante a filmagem de “X-Men: Apocalipse”, porque eles não sabiam nada sobre sua personagem. “Quando eu estava filmando ‘X-Men’, eu fiquei surpresa que o diretor e o roteirista não sabiam que a Psylocke tinha um irmão gêmeo”, contou a atriz. “Eu tive de conversar com eles sobre várias coisas de quem era Psylocke e outras sobre esse mundo que eles não conheciam e, como fã, foi bem frustrante”, desabafou. Depois dessa experiência, Olivia Munn foi deixada de lado e não apareceu mais na franquia. O que talvez tenha sido bom pra ela, já que o lançamento seguinte foi “X-Men: Fênix Negra”, um grande fracasso comercial que ganhou a fama de pior título dos “X-Men” no cinema. De todo modo, a reclamação se soma a outras que deram à Olivia Munn uma fama de “atriz problema” entre certos produtores de Hollywood. Mas sua atitude de não aceitar desaforos também é bem vista por fatia significativa do meio artístico. Ela foi responsável por denúncias sérias em sets de filmagem, como uma das primeiras atrizes a acusar o diretor Brett Ratner (“X-Men: Conflito Final”) de assédio, o que acabou implodindo uma parceria milionária do cineasta com a Warner. Também apontou que um amigo pessoal trazido pelo diretor Shane Black para uma participação especial em “Predador” era simplesmente um pedófilo condenado. O escândalo ajudou o filme a fracassar nas bilheterias. Atualmente, Munn pode ser vista na nova série de ação sobrenatural “The Rook”, que estreou em 30 de junho nos Estados Unidos. Ela também estará em quatro filmes previstos para 2020, mostrando que os tempos mudaram após o #MeToo e as atrizes podem falar o que pensam sem colocar suas carreiras em risco.

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    Legion: Herói vira vilão no novo trailer da última temporada

    22 de junho de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou o novo trailer e um pôster da 3ª e última temporada de “Legion”, série derivada do universo dos “X-Men”, criada por Noah Hawley (“Fargo”). A prévia aprofunda a revelação de que o protagonista David Haller (Dan Stevens) não é o herói que os telespectadores imaginavam, mas o vilão da série. “Legion” também traz em seu elenco Rachel Keller, Aubrey Plaza, Bill Irwin, Amber Midthunder e Jeremie Harris. A estreia dos novos capítulos está marcada para terça-feira (24/6) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Premium.

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    Diretor de X-Men: Fênix Negra assume culpa pelo fracasso do filme

    16 de junho de 2019 /

    O diretor Simon Kinberg fez um mea culpa público sobre o fracasso de “X-Men: Fênix Negra” nas bilheterias. Em entrevista ao programa do radialista Kim Masters, o cineasta disse que o filme não se conectou com o público, o que justificaria a arrecadação baixa de US$ 146 milhões e a recepção negativa por boa parte da crítica e dos fãs. “Claramente é um filme que não se conectou com o público que não o viu, e que não se conectou o suficiente com o público que o viu. Então, isso é culpa minha”, disse Kinberg. De fato é. Kinberg escreveu, dirigiu e produziu o longa, tomando as decisões sobre que história contar e como contá-la. E sua escolha foi por um remake de “X-Men: O Confronto Final”, até então o pior filme da franquia. Que ele também tinha escrito. Mas ele dá de ombros, já que estaria demitido de qualquer forma, após a compra da Fox pela Disney. Kinberg não continuaria como produtor da franquia nem que o filme fosse um sucesso. Mas aproveitou para virar diretor com esse último capítulo. “Adorei fazer o filme e amei as pessoas com quem fiz o filme”, ​​ele disse. E explicou que o processo de aceitação do fracasso foi mais fácil graças a uma conversa que teve com Ridley Scott durante as filmagens de “Perdido em Marte” (2015). O cineasta revelou revelou ao então produtor que tem um carinho especial pelo filme “Até o Limite da Honra” (1997), mesmo que tenha arrecadado menos de US$ 100 milhões nas bilheterias. “Ele disse que é o seu filme preferido, porque foi um processo divertido e aprendeu muito nas filmagens. Eu pensei muito nisso ao longo dos anos, e fiquei com isso na cabeça na última semana”, refletiu. “X-Men: Fênix Negra” teve uma aprovação de apenas 33% das críticas internacionais no Rotten Tomatoes e registrou a pior abertura de um filme da franquia nas bilheterias. Projeções do mercado estimam que o filme dará um prejuízo mínimo de US$ 100 milhões à Disney, que herdou o problema ao comprar a Fox.

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    Fênix Negra encerra saga dos X-Men de qualquer jeito

    14 de junho de 2019 /

    “X-Men: Fênix Negra” é o último “X-Men” da Fox. Depois disso, a franquia será comandada pela Marvel (em outras palavras, Disney). Portanto, era de se esperar um final digno, afinal a série rendeu grandes momentos e proporcionou alguns filmes realmente muito bons, como “X-Men 2” e “X-Men: Primeira Classe”, além de “Logan”. Sem esquecer que não teríamos a onda atual de filmes de super-heróis sem o “X-Men” de 2000 e, sem ele, Hugh Jackman jamais teria se tornado um astro. Então, não foi pouca coisa. Mas o roteirista Simon Kinberg, promovido a diretor em “X-Men: Fênix Negra”, tratou não só este filme, como toda a franquia, como qualquer coisa. E entregou um episódio final horroroso, pior que o fraco “X-Men: Apocalipse”. Kinberg deveria entender mais a respeito dos personagens, não? Ele escreveu diversos filmes da franquia e até o terrível “X-Men: O Confronto Final”, que é (pasmem) a base deste último ato da saga. Giramos, giramos e giramos para cair no mesmo lugar. Ironicamente, no mesmo ponto em que a Fox se viu obrigado a recomeçar a saga, depois que Brett Ratner destruiu o que Bryan Singer construiu com “X-Men” e “X-Men 2”. O estúdio precisou rejuvenescer os personagens, brincar com a timeline e criar uma espécie de universo paralelo misturado com passado, mas sem a mesma destreza narrativa de J.J. Abrams, que inaugurou essa tendência em “Star Trek”. Até que o recomeço foi promissor com “Primeira Classe”, em que o cineasta Matthew Vaughn conseguiu inserir ideias novas muito bem-vindas. Mas a verdade é que ele só esquentou a cadeira de diretor até Bryan Singer retornar e estragar tudo com seu ego. Com ajuda, claro, de Kinberg, que demonstrou ego ainda maior, ao assumir roteiro, direção e produção do último filme. Os quatro filmes que ele escreveu estão entre os piores da saga, salvando-se apenas “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” pela premissa original – de Chris Clarement nos quadrinhos. Se você viu “O Confronto Final” e conseguiu a proeza de guardar algo na memória, “Fênix Negra” é uma versão, digamos, mais barulhenta e com mais efeitos digitais distribuídos por metro quadrado. Mas igualmente estúpida no quesito desenvolvimento da trama. Acredite: o público não tempo de chorar pela morte de uma personagem principal, enquanto é arremessado num festival de lutas e CGI com personagens encarando uns aos outros com raios lasers nos olhos. O que conduz ao olhar de Jessica Chastain, representando o do público em sua maioria. Entre a sucessão exagerada de encaradas entre personagens, o espectador só precisa encarar a atriz para notar a pergunta jogada no ar: “o que estou fazendo aqui?”. Sua personagem, Vuk (!), que parece a irmã dos gêmeos albinos de “Matrix Reloaded”, entra para levantar uma discussão sobre a força da mulher, mas o papo não decola em meio à ação visualmente constrangedora. Comparar o final da saga dos “X-Men” com a espetacular conclusão orquestrada pela Marvel para “Vingadores: Ultimato” é até covardia. Então, boa sorte, Marvel Studios, com a missão de limpar essa zona. Sobram os agradecimentos, apesar de tudo, ao elenco dessa nova velha geração. Especialmente a Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy, Nicholas Hoult, Evan Peters e Sophie Turner pelo tremendo esforço em dar vida e alguma alegria aos fãs dos quadrinhos. E vale dar também um grande adeus a Simon Kinberg. Tchau.

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