Rihanna volta à música na trilha de “Pantera Negra 2”
A cantora Rihanna gravou sua primeira música inédita em seis anos e meio para a trilha sonora do filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Intitulada “Lift Me Up”, a canção será lançada na próxima sexta (27/10) e será um tributo ao ator Chadwick Boseman (protagonista do primeiro “Pantera Negra”), morto em 2020. “Lift Me Up” foi escrita pela própria Rihanna em parceria com a cantora Tems, o compositor Ludwig Göransson (vencedor do Oscar pela trilha de “Pantera Negra”) e o diretor Ryan Coogler (responsável pelos dois filmes do herói). Gravada em cinco países e produzida por Göransson, a música será o primeiro lançamento de Rihanna desde 2016, quando ela lançou o single “Love on the Brain”. “Depois de conversar com Ryan e ouvir sua direção para o filme e para a música, eu queria escrever algo que retratasse um abraço caloroso para todas as pessoas que perdi na minha vida. Tentei imaginar como seria se eu pudesse cantar para eles agora e expressar o quanto sinto falta deles”, disse Tems em comunicado oficial. “Rihanna tem sido uma inspiração para mim, então ouvi-la interpretar essa música é uma grande honra.” Os rumores sobre a participação de Rihanna na trilha sonora do filme já circulam há algum tempo. E nessa quinta (26/10), a cantora postou um teaser da canção na sua conta do Instagram. Além do lançamento de “Lift Me Up”, Rihanna também se prepara para voltar aos palcos. Nos últimos anos, a cantora se dedicou ao lançamento de projetos não musicais, como sua marca de maquiagens, a Fenty Beauty, e a marca de lingeries, a Savage X Fenty, além de ter dado à luz ao seu primeiro filho em maio passado. Para marcar seu retorno, ela vai se apresentar durante o intervalo do próximo Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, marcada para o dia 12 de fevereiro. “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por badgalriri (@badgalriri)
Trailer mostra cenas inéditas das heroínas de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”
A Marvel divulgou novos pôsteres e trailer de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. A prévia traz muitas cenas inéditas, incluindo das novas heroínas e do “vilão” da trama. Como tem sido regra na divulgação do filme, o vídeo também inclui referências a T’Chala, o personagem vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu de câncer em 2020. Mas o povo da nação de Wakanda não tem muito tempo para homenagear seu antigo rei, pois rapidamente as cenas se tornam tensas com a ameaça de uma invasão comandada por Namor, o Príncipe Submarino. A urgência do enfrentamento faz surgir novas heroínas em cena: a Pantera Negra e a Coração de Ferro. Novamente dirigido por Ryan Coogler, o filme conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Personagens de “Pantera Negra 2” ganham pôsteres e teaser em clima de guerra
A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres de “Pantera Negra: Wakanda Forever”, que destaca os vários personagens, e um novo teaser que foca a guerra entre as forças de Namor e a defesa de Wakanda. Na trama, o povo submarino aproveita a morte do Pantera Negra original, vivido por Chadwick Boseman – que, na vida real, morreu de câncer em 2020 – para tentar invadir o país africano. Mas logo descobre que Wakanda tem um novo guardião. O elenco da continuação volta a contar com Letitia Wright, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Michaela Coel viverá lésbica em “Pantera Negra 2”: “Papel importante”
A personagem Aneka, interpretada pela atriz Michaela Coel (“I May Destroy You”) no filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, será lésbica. A informação foi divulgada pela própria atriz em entrevista à revista Vogue. A escolha de mostrar a personagem como lésbica reforça o esforço da Marvel de ampliar a representatividade dos seus personagens. Além dela, recentemente foi mostrado que o personagem Phastos (Brian Tyree Henry), em “Os Eternos” (2021), é gay. Segundo Coel, foi justamente a sexualidade da sua personagem – que estará apaixonada pela guerreira Ayo (Florence Kasumba) no filme – que lhe fez aceitar o convite. “Isso me vendeu no papel, o fato de que minha personagem ser queer”, disse Coel. “Pensei: gosto disso, quero mostrar isso para Gana.” Coel é natural de Londres, mas seus pais nasceram em Gana. Atualmente, o parlamento de Gana está avaliando um novo projeto de lei que, caso seja aprovado, vai colocar em vigor algumas das leis anti-LGBTQIAP+ mais opressivas da história do pais. “As pessoas dizem: ‘Ah, tudo bem, é apenas política’, mas não acho que seja apenas política quando afeta como as pessoas vivem suas vidas diárias”, disse Coel. “É por isso que me pareceu importante intervir e fazer esse papel, porque sei que apenas por ser ganense, os ganenses verão.” Durante a sua entrevista, a atriz também falou sobre o sentimento de luto no set, por causa da morte do protagonista Chadwick Boseman. “Parecia que todo o elenco estava processando o luto”, contou Coel. “Havia uma sensação de que tínhamos que realizar isso em nome de Chadwick. Pensei comigo mesma, estou arregaçando as mangas e entrando. Não preciso estar na frente e no centro, estou aqui para apoiar”. Coel estrela o filme ao lado de atores veteranos do primeiro “Pantera Negra”, como Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Winston Duke, Martin Freeman e Angela Bassett, além de Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) como Namor, o Príncipe Submarino, e Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Novamente dirigido por Ryan Coogler, o filme estreia em 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Assista ao trailer.
Trailer de “Pantera Negra 2” revela nova versão do herói
A Marvel divulgou um novo trailer de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, em versões dublada e legendada em português. A prévia destaca a chegada de Namor e mostra Wakanda se organizando para a batalha, com direito à introdução da nova Pantera Negra, que é uma mulher, e aparições de Coração de Ferro em sua armadura. O estúdio também liberou cinco novos pôsteres e todos destacam Letitia Wright de forma bastante evidente. Segundo boatos, o diretor-roteirista Ryan Coogler teria escalado a atriz como substituta de Chadwick Boseman. Esta trajetória refletiria os quadrinhos, onde a princesa Shuri, personagem da atriz, já trajou o uniforme do herói. Mas após Wright entrar em polêmica contra a vacinação nas redes sociais, esta opção foi considerada arriscada. A atriz também sofreu um acidente durante as filmagens, que a deixou afastada de boa parte da produção. Por isso, a identidade da nova Pantera Negra segue misteriosa por mais alguns dias. O trailer faz menções à morte de T’Chala, o personagem vivido por Chadwick Boseman, mas não fornece nenhuma explicação sobre como ele faleceu na trama. Na vida real, o ator morreu de câncer em 2020. O filme ainda conta com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“Pantera Negra 2” será segundo maior filme da Marvel de todos os tempos
“Pantera Negra: Wakanda para Sempre” terá 2 horas e 41 minutos de duração. Com isso, será o segundo maior filme do Marvel Studios, atrás apenas de “Vingadores: Ultimato”, que teve pouco mais de 3 horas em 2019. Mas apesar de longa, a sequência de “Pantera Negra” não é o filme de super-herói de maior duração do ano. “Batman”, do diretor Matt Reeves, teve 2 horas e 56 minutos. Lançado em 2018, o primeiro “Pantera Negra” teve quase meia hora a menos – 2 horas e 14 minutos. A diferença de tamanho pode ser explicada pela decisão de dividir a ação entre vários protagonistas para suprir a ausência de Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra no primeiro filme, que morreu de câncer em 2020. Além disso, o filme introduz um novo reino, Talocan (que substitui a Atlântida dos quadrinhos para se diferenciar dos filmes de “Aquaman”) e um novo antagonista: Namor. O filme conta com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Letitia Wright, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer da produção.
Morte de Chadwick Boseman é base de “Pantera Negra 2”: “Está na história”
A equipe do vindouro filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” enfrentou o desafio de produzir uma continuação de “Pantera Negra” (2018) sem o ator principal, Chadwick Boseman, morto em 2020 de câncer. Em entrevista à revista Empire, diretor, produtor e equipe afirmaram que o choque de perder o protagonista norteou toda a concepção de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. “As conversas eram inteiramente sobre ‘o que vamos fazer a seguir?’ E como isso poderia fazer o legado de Chadwick – e o que ele fez para ajudar Wakanda e o Pantera Negra a se tornarem essas ideias incríveis, inspiracionais e icônicas – continuar?”, explicou o produtor Kevin Feige. Feige também disse que eles nunca consideraram substituir Chadwick Boseman no papel e continuar sem que nada tivesse acontecido – como aconteceu com o Hulk, por exemplo. “Parecia que era muito cedo para escalar outro ator. Stan Lee sempre disse que a Marvel representa o mundo fora da sua janela. E conversamos sobre como, por mais extraordinários e fantásticos que sejam nossos personagens e histórias, há um elemento relacionável e humano em tudo o que fazemos. O mundo ainda está processando a perda do Chad. E [o diretor] Ryan Coogler fez com que isso estivesse na história”, explicou ele. Coogler explicou que o filme vai tratar de “como você consegue seguir em frente diante de probabilidades aparentemente intransponíveis”. Essa ideia já estava presente no roteiro original, mas “tornou-se superrelevante quando perdemos nosso irmão.” O diretor também revelou que foi difícil encontrar o tom certo da adaptação. “Para mim, foi tipo, ‘como eu faço para descobrir uma música que eles ainda podem chegar lá e cantar’, à luz do que estávamos lidando?”, explicou o diretor. A solução foi focar nos personagens ao redor de T’Challa, incluindo sua irmã Shuri (Letitia Wright), sua mãe Ramonda (Angela Bassett) e sua parceira Nakia (Lupita Nyong’o). Ainda assim, a ideia parecia impossível. “Uma vez que o perdemos, o pensamento de que poderíamos continuar, era simplesmente insondável para mim”, disse a atriz Lupita Nyong’o. Seus receios só foram aplacados depois que Coogler explicou sua visão para o filme, que homenagearia Boseman e T’Challa, algo que ela própria chamou de “totalmente verdadeiro e bonito. No final, eu estava em lágrimas.” O elenco do novo filme também vai contar com os retornos de Winston Duke, Danai Gurira, Florence Kasumba e Martin Freeman, além das novas adições de Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) como o vilão Namor e Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Assista ao trailer do filme.
Namor invade Wakanda no trailer do novo “Pantera Negra”
A Marvel divulgou o pôster e o trailer de “Pantera Negra: Wakanda Forever” na internet, simultaneamente ao painel do filme na Comic-Con Internacional, em San Diego. Ao som de “No Woman no Cry”, clássico de Bob Marley, a prévia investe num forte clima emocional de luto, mas não explica como T’Chala, o personagem vivido por Chadwick Boseman, faleceu na trama. Na vida real, o ator morreu de câncer em 2020. Mas o povo da nação de Wakanda não tem muito tempo para homenagear seu antigo rei, pois rapidamente as cenas se tornam tensas com a ameaça de uma invasão comandada por Namor, o Príncipe Submarino. A cerimônia em homenagem a T’Chala e as lutas grandiosas rendem cenas belíssimas no vídeo, com ênfase para a ação das guerreiras de Wakanda. O final, porém, apresenta um novo personagem usando a roupa de Pantera Negra. Sem closes que revelem muito, é possível que M’Baku, antigo rival que se tornou aliado de T’Challa no primeiro filme, tenha virado o substituto do herói. Segundo boatos, o diretor-roteirista Ryan Coogler chegou a considerar Letitia Wright como substituta de Boseman. Esta trajetória refletiria os quadrinhos, onde a princesa Shuri, personagem da atriz, já trajou o uniforme do herói. Mas após Wright entrar em polêmica contra a vacinação nas redes sociais, esta opção foi descartada. A atriz também sofreu um acidente durante as filmagens, que a deixou afastada de boa parte da produção. O filme também conta com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Winston Duke terá maior destaque em “Pantera Negra 2”
O ator Winston Duke negociou um aumento salarial expressivo para voltar na continuação de “Pantera Negra”. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, seu personagem M’Baku, antigo rival que tornou-se aliado de T’Challa no primeiro filme, terá uma participação de destaque em “Pantera Negra: Wakanda Forever”. Sem se aprofundar em detalhes, a informação reflete boatos sobre a trama do novo filme, que terminaria – spoiler! – com M’Baku assumindo o papel de novo Pantera Negra. Sem Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra original, que faleceu em agosto de 2020, a sequência de um dos maiores sucessos do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) optou por enfatizar os demais personagens. Mas a história precisará lidar com a ausência de T’Challa, a sucessão do trono de Wakanda e o legado do Pantera Negra. Segundo boatos, o diretor-roteirista Ryan Coogler chegou a considerar Letitia Wright como substituta de Boseman. Esta trajetória refletiria os quadrinhos, onde a princesa Shuri, personagem da atriz, já trajou o uniforme do herói. Mas após Wright entrar em polêmica contra a vacinação nas redes sociais, esta opção foi descartada. A atriz também sofreu um acidente durante as filmagens, que a deixou afastada de boa parte da produção. Os trabalhos chegaram a ser interrompidos em novembro e estão sendo retomados só agora em janeiro, após Wright se recuperar. As filmagens também contam com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Florence Kasumba e Daniel Kaluuya. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda Forever” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Michaela Coel entra na continuação de “Pantera Negra”
A atriz, roteirista e diretora Michaela Coel foi escalada na continuação de “Pantera Negra”. A Marvel não fez um anúncio oficial, portando os detalhes de sua personagem não foram revelados. Mas a estrela e criadora da minissérie “I May Destroy You” foi vista com o diretor Ryan Coogler no estúdio em Atlanta, onde as filmagens do longa começaram no mês passado. Os detalhes da trama, que tem estreia marcada para 8 de julho de 2022, também permanecem em segredo. Entretanto, o título escolhido, “Black Panther: Wakanda Forever” em inglês, transmite a ideia de apresentar melhor os personagens secundários do filme original e destacar a nação africana governada pelo herói, como forma de compensar a ausência do personagem-título, devido à morte do ator Chadwick Boseman de câncer. A sequência contará com os retornos de Angela Bassett, Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Winston Duke e Martin Freeman, já confirmados na produção. Além disso, o Marvel Studios planeja estender seu universo de heróis africanos com o lançamento de uma série sobre Wakanda, que será estrelada por Danai Gurira (Okoye em “Pantera Negra”) após o lançamento do longa nos cinemas. Lançado em 2018, “Pantera Negra” foi um dos maiores sucessos a Marvel nos cinemas, vencendo três Oscars e arrecadando mais de US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais.
Veja o trailer de Nine Days, dirigido por brasileiro e premiado no Festival de Sundance
A Sony Pictures Classics divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de “Nine Days”, longa de estreia do paulista Edson Oda, que tem premissa metafísica e venceu o prêmio de roteiro no Festival de Sundance deste ano. Escrito e dirigido por Oda, o filme é uma produção americana, que conta com o cineasta Spike Jonze (“Ela”) entre seus produtores e com um elenco hollywoodiano, encabeçado por Winston Duke (de “Nós” e “Pantera Negra”) e Zazie Beetz (de “Deadpool 2” e “Coringa”). A sinopse oficial explica a história assim: “Will (Winston Duke) passa seus dias em um posto remoto assistindo a vida ao vivo pela TV, até que uma pessoa morre, abrindo uma vaga para uma nova alma na Terra. Vários candidatos – almas não nascidas – chegam até ele para se submeter a entrevistas que determinam sua aptidão e precisam encarar o esquecimento quando não passam no teste. Mas Will logo encara seu próprio desafio existencial na forma de Emma (Zazie Beetz), uma candidata de espírito livre que não é como os outros, forçando-o a voltar-se para dentro e encarar seu próprio passado tumultuado. Alimentado por um poder inesperado, ele descobre um novo e ousado caminho em sua própria vida”. Os demais integrantes da produção são Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Tony Hale (“Veep”), Arianna Ortiz (“Jane the Virgin”) e David Rysdahl (“Dead Pigs”). Com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção segue sendo exibida em festivais e ainda não tem previsão de estreia comercial.
Nós é a nova obra-prima intrigante do diretor de Corra!
O comediante Jordan Peele achou inspiração no terror para virar diretor. E não veio para brincar. Em “Corra!” (2017), começa sua história de forma convencional, usa um ou outro clichê, mas somente para capturar a atenção do espectador até finalmente puxar a cortina que divide a realidade da fantasia e mostrar algo que nunca vimos antes. Seu novo trabalho, “Nós”, anda nos mesmos trilhos. Ambos exploram um horror social enraizado na América, que explora a verdadeira natureza do ser humano. Em “Corra!”, o mal é representado pelo racismo. Em “Nós”, a discussão está voltada para as diferenças entre classes e como tratamos os outros. Só que, apesar desse dialogo temático, os dois filmes são completamente diferentes e igualmente brilhantes. Assim como “Corra!”, “Nós” tem um prólogo. Em 1986, acompanhamos uma garotinha, Adelaide, entrando numa sala de espelhos, atração de um parquinho numa praia de Santa Cruz, Califórnia (a mesma dos vampiros de “Os Garotos Perdidos”). Lá, ela se depara com um trauma que carregará pelos próximos 30 anos. É com esse salto no tempo que passamos pelos créditos iniciais e conhecemos Adelaide adulta (Lupita Nyong’o) ao lado dos filhos, Zora (Shahadi Wright Joseph) e Jason (Evan Alex), e do marido Gabe (Winston Duke). Eles decidem aproveitar o sol nas areias da mesma Santa Cruz, onde encontram um casal de amigos ricos e esnobes (e suas filhas). Mais tarde, relaxando na casa de praia, recebem a visita de uma família praticamente idêntica a eles próprios (com a diferença de suas aparências mais desgastadas), vestindo roupões vermelhos e trazendo imensas tesouras douradas em mãos. Enfim, sinal de boa coisa não é. Se você pensa que virá algo parecido com “Os Estranhos” ou “Uma Noite de Crime”, esqueça. Jordan Peele é um cineasta que tem coragem de expor a teoria das sombras, trazendo à luz atitudes doentias que escondemos, mas que se manifestam às vezes, mesmo que de forma inconsciente, quando julgamos, desdenhamos, ignoramos ou até mesmo maltratamos algumas pessoas simplesmente porque não as consideramos do mesmo nível que o nosso. O elenco estupendo contribui para gerar o resultado aterrador. Principalmente, Lupita Nyong’o na melhor atuação de sua vida, em dois papéis poderosos, que ora se separam, ora se completam. Ideia que reflete no jogo de espelhos proposto pelo diretor durante todo o filme para demonstrar como não conhecemos profundamente diversas pessoas, incluindo membros de nossas famílias. Segundo o diretor, somos heróis e vilões alternando cada face na velocidade de uma dança. Numa impressão inicial, parece que nem tudo é o que parece. Mas nenhuma cena é colocada no filme à toa (como a primeira delas, que leva ao final). Hitchcock é a grande referência. O mestre que em “Psicose” e “Um Corpo que Cai” conduz o público a acreditar que o mistério ultrapassará a fronteira do território sobrenatural, sempre acabava trazendo uma explicação com os dois pés fincados no mundo real. Peele flerta com o mesmo conceito, porém adicionando elementos de ficção científica – tanto em “Corra!” quanto em “Nós” – , sem assumir o horror sobrenatural, mas deixando entrelinhas de sua mitologia para a imaginação do público. E é nisto que “Nós” tende a dividir opiniões entre os que amaram e os que “não acharam tudo isso”. É um risco, porque Peele não tem receio de pisar no freio do terror. O importante, porém, não é saber se “Nós” é melhor ou não que “Corra!”. É aproveitar um espetáculo de horror contemporâneo, que não cai na tentação dos sustos fáceis de hoje em dia, fazendo brotar o medo do ambiente e da sensação de impotência, diante da falta de controle em uma situação fora do comum. Além disso, dá para cansar de procurar significados dentro dessa obra-prima intrigante, que expande temas explorados em “Corra!” numa escala bíblica e com fôlego para ser discutido pelos próximos anos.
“Nós” é aclamado pela crítica americana: “Jordan Peele é o novo Spielberg”
“Nós”, o novo terror do cineasta Jordan Peele (“Corra”), teve sua première mundial na noite de sexta (8/3), durante a abertura do Festival SXSW (South By South West) em Austin, no Texas. E após ser longamente aplaudido, o filme passou a receber um mar de elogios da imprensa. Aparentemente, trata-se de uma obra-prima, a ponto de Peele ser chamado de “o novo Spielberg” e “novo mestre do suspense” (segundo a rede CNN). Um detalhe que chama atenção nestes comentários é que, ao contrário das babas superlativas que costumam vazar após sessões de imprensa de filmes de super-heróis, os elogios não são jorrados por críticos geek nas redes sociais, mas sim publicados pelos chamados críticos “top” na imprensa profissional. A exceção é do crítico da revista Variety, que foi ao Twitter anunciar uma coroação. “É oficial: Jordan Peele é o novo Spielberg. ‘Nós’ vai ser um dos maiores filmes do ano”, ele exaltou. Os demais elogios fazem parte das críticas oficiais do filme – não são “primeiras impressões” – e já renderam nota no site Rotten Tomatoes: 100% de aprovação. A maioria dos textos atendeu ao pedido feito por Peele após a exibição, para que não contassem spoilers sobre as reviravoltas da trama – mas revelaram que são muitas. “Gênio”, “hipnotizante”, “soberbo” e “arrepiante” são alguns dos elogios publicados pelo Los Angeles Times. “Divertido e perturbador ao mesmo tempo. Jordan Peele tem um verdadeiro domínio de imagens”, descreveu o Observer. “Peele cementa seu lugar como um dos maiores criadores de horror do nosso tempo”, elogiou o site The Wrap. “Concebido para deixar o público perturbado, avança tão rápido que suas consequências profundas só podem ser consideradas quando os créditos começam a aparecer na tela”, descreveu o site IndieWire “È uma porrada”, resumiu a revista The Hollywood Reporter. “Nós” conta a velha história da viagem de fim de semana que acaba mal, mas de forma bastante inesperada. Na trama, um casal leva os filhos para um passeio no litoral, esperando curtir um momento em família. A tranquilidade da viagem é interrompida quando visitantes não convidados aparecem, instaurando o caos. O detalhe é que os visitantes são eles mesmos (“nós”) em versões distorcidas, sobrenaturais e sedentas por sangue. O elenco destaca Lupita Nyong’o e Winston Duke (ambos de “Pantera Negra”) como os pais, além de Elizabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Anna Diop (“Titãs”), Tim Heidecker (“Homem-Formiga e a Vespa”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”) e o estreante Duke Nicholson, neto do lendário ator Jack Nicholson (“O Iluminado”). A estreia no Brasil foi marcada para 21 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











