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    Morgan Woodward (1925 – 2019)

    27 de fevereiro de 2019 /

    O ator Morgan Woodward, que apareceu em mais de 250 filmes e episódios de séries ao longo de quatro décadas de carreira, morreu na sexta (22/2) em Paso Robles, na Califórnia, aos 93 anos. A maioria de seus papéis foram em produções de faroeste. Mas ele também teve desempenhos importantes em sci-fis e integrou a série de maior audiência da década de 1980, além de ter ofuscado Paul Newman com o brilho de seus óculos icônicos em “Rebeldia Indomável”. Woodward nasceu em 1925 no Texas e foi piloto da Força Aérea dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial. Ele também serviu durante a Guerra da Coréia. Mas seu sonho era virar cantor. Ao se mudar para Los Angeles em 1955, sua intenção era arranjar trabalho em musicais de Hollywood. Mas os primeiros papéis que conseguiu foram em produções de western da Disney, “Têmpera de Bravos” (1956) e “A Odisseia do Oeste” (1956), que direcionaram sua carreira para o gênero. Ele emendou mais dois westerns, “Chuva de Balas” (1957), com Joel McCrea, e “Na Rota dos Proscritos” (1958), estrelado por Audie Murphy, e passou a aparecer em diversas séries de cowboys – “Cheyenne”, “O Texano”, “Bat Masterson”, etc. Até pendurar as esporas em “Wyatt Earp” em 1958, estrelando quatro temporadas como Shotgun Gibbs, o ajudante do delegado do título. Com o fim de “Wyatt Earp” em 1961, Woodward continuou fazendo aparições em faroestes televisivos – “O Paladino do Oeste”, “Daniel Boone”, “Gunsmoke”, “Caravana”, “Big Valley”, “O Homem de Virgínia”, “Chaparral”, etc – e filmes de bangue-bangue – “O Revólver é a Minha Lei” (1963), com Rory Calhoun, e “Matar ou Cair” (1966), novamente com Audie Murphy. Mas, ao final dos anos 1960, os westerns saíram de moda. E precisando encarar seu primeiro drama contemporâneo, Woodward acabou conquistando seu papel de mais destaque no cinema. Ele viveu o antagonista de Paul Newman em “Rebeldia Indomável” (1967), como um dos guardas mais temidos da prisão rural da trama, conhecido como “o homem sem olhos” graças aos seus óculos refletivos e habilidade de acertar tiros certeiros. Sua interpretação “sem olhos” e poucas palavras foi literalmente tiro e queda, materializando um dos vilões mais frios e imprevisíveis de Hollywood. Ainda mantinha uma dieta de westerns – “O Último Tiro” (1968), com James Stewart, “Só Matando” (1969), com Richard Widmark, etc – , quando começou a se adaptar para acompanhar a nova tendência televisiva dos anos 1960: as séries de ficção científica. Woodward deixou sua marca na história da sci-fi ao aparecer em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, tornando-se o primeiro humano a compartilhar a mente com o Sr. Spock (Leonard Nimoy), e integrar o elenco recorrente de “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run) como o misterioso Ancião Morgan. Ele também participou de “Planeta dos Macacos” e “Project U.F.O.”, culminando sua fase espacial com o filme “Mercenários das Galáxias” (1980), um – cultuado – “Star Wars” dos pobres do rei dos filmes B Roger Corman. Nos anos 1980, aumentou ainda mais seu status televisivo com uma sequência de papéis recorrentes em “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues) e “Esquadrão Classe A” (The A Team), mas principalmente por seu personagem fixo em “Dallas”. Ele viveu Marvin “Punk” Anderson, integrante do cartel petroleiro e conselheiro dos Ewins por 55 episódios, entre 1980 e 1987, na série líder de audiência da década. O astro veterano ainda participou de um telefilme de reunião da série “Gunsmoke” em 1992 – com um personagem diferente dos 17 que viveu no programa original. E encerrou a carreira com participações nas séries sci-fi “Arquivo X” (num episódio de 1995) e “Millennium” (em 1997), ambas criadas por Chris Carter. Em reconhecimento a seus papéis em séries e filmes de western, ele foi premiado pelo Golden Boot Awards (o “Oscar dos faroestes”) em 1988 e entronizado no Hall of Great Western Performers do Museu Nacional do Velho Oeste.  

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  • Filme

    Chris Pratt aparece irreconhecível como vilão em trailer de western

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “The Kid”, western que acompanha o começo da lenda do fora-da-lei Billy the Kid. Mas o Kid do título é outro. Se refere a um garoto que cruza o caminho do pistoleiro por acaso e se torna seu protegido. A trama é apresentada pelo ponto de vista do jovem, vivido pelo estreante Jake Schur, e traz Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como Billy, Ethan Hawke (“Boyhood”) como o xerife Pat Garrett e um irreconhecível Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia), barbudo e violento, como o tio vilão do protagonista. “The Kid” tem direção do ator Vincent D’Onofrio (o Rei do Crime de “Demolidor”), que também aparece no filme, escrito por Andrew Lanham (“A Cabana”). A estreia está marcada para 8 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Tom Hanks fará novo filme com o diretor de Capitão Phillips

    16 de fevereiro de 2019 /

    O cineasta Paul Greengrass (“Jason Bourne”) planeja voltar a dirigir o astro Tom Hanks (“The Post”), após o premiado thriller “Capitão Phillips”, lançado em 2013. Intitulado “News of the World”, o novo projeto é uma adaptação do best-seller homônimo de Paulette Jiles, com roteiro de Luke Davies (“Lion”). A trama se passa no período pós-Guerra Civil Americana e acompanha o capitão Jefferson Kyle Kidd, que viaja anunciando as notícias da época, de cidade em cidade, num Texas em que a imprensa ainda engatinhava. Por sua profissão itinerante, ele aceita o compromisso de levar uma garotinha órfão de 10 anos pelas trilhas selvagens do Velho Oeste para entregá-la a seus parentes. Mas essa missão é posta à prova conforme os dois desenvolvem laços de amizade e ele descobre que os parentes da menina não só não a querem como tem planos perversos para ela. Além de viver Kidd, Hanks será coprodutor do filme, em desenvolvimento no estúdio Fox 2000. Mas ainda não há cronograma de filmagem nem previsão de estreia.

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  • Série

    Quentin Tarantino pode lançar série “derivada” de Era uma Vez em Hollywood

    7 de dezembro de 2018 /

    Um detalhe do novo filme de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, chamou atenção da revista The Hollywood Reporter. O longa, que se passa em 1969 na cidade de Los Angeles, tem entre seus personagens principais um antigo astro de série de western, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Mas embora os personagens sejam inventados, eles vão contracenar com figuras reais do período. E é significativo que o papel de Luke Perry (o pai de Archie em “Riverdale”) se chame Scott Lancer. O nome é o mesmo do protagonista da série “Lancer”, exibida entre 1968 e 1970 nos Estados Unidos. A série girava em torno do fazendeiro, que convoca seus filhos Johnny e Scott Lancer (de duas mães diferentes), vividos por James Stacy e Wayne Maunder, para ajudar a salvar a propriedade da família. Pois o THR descobriu que Tarantino negociou um acordo com a viúva do criador de “Lancer”, Samuel A. Peeples, pelos direitos da série e estaria planejando um reboot, como uma série ou filme. O diretor não faz segredo sobre sua paixão por westerns, já que realizou dois filmes no gênero, “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2016). Mas apesar da apuração do THR, não há nenhum projeto oficial em desenvolvimento para reviver a série clássica. Por enquanto.

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  • Filme

    A Balada de Buster Scruggs é uma aula de estilo dos irmãos Coen

    23 de novembro de 2018 /

    “A Balada de Buster Scruggs”, novo filme dos irmãos Joel e Ethan Coen, produção realizada pela Netflix que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, apresenta uma antologia formada por seis curtas/médias-metragens com histórias que se passam no Velho Oeste americano. O filme vem sendo comparado ao sucesso argentino “Relatos Selvagens” por conta da estrutura semelhante e pela inevitável violência com que seus conflitos e imbróglios são resolvidos. Embora o filme dos Coen tenha uma roupagem mais clássica comparada ao estilo mais anárquico de Damián Szifron. As seis histórias que compõem a trama trazem características marcantes dos diretores: o senso de humor estranho, às vezes escrachado, beirando a escatologia; a já citada violência, que surge de maneira inesperada, resolvendo conflitos em que aparentemente haveria outros métodos para solucionar as questões em si; personagens excêntricos, mas que à sua maneira possuem coerência dentro do universo estabelecido pelo filme; ritmo cadenciado, em que o local em que a trama acontece conta a história, com os personagens respeitando esse tempo; e um tom nefasto para tratar de histórias que podem sugerir maior leveza, ou vice-versa. Ethan e Joel são cineastas que não fazem muitas concessões à audiência, e tal característica se comprova como uma qualidade em Buster Scruggs. Trata-se de um exercício de estilo, em que a ambientação do local, personagens, tramas já são o filme, sem “nada além disso” por trás, ou sem nenhum maior objetivo. Ao mesmo tempo que as tramas se fecham em si, e como um todo, claramente não existe interesse dos diretores/roteiristas para que o filme se feche redondamente com uma história sendo facilmente reconhecível na outra. É outro tipo de coesão que é buscada aqui, mais interessada em seguir uma linha mestra estilística que é maior que as próprias histórias isoladamente. Somando-se a isso há a direção de fotografia de Bruno Delbonnel, que explora grandes cenários criando um visual arrebatador, com planos com grande profundidade de campo, estabelecendo um universo próprio de cores, sombras, sol escaldante, para auxiliar decisivamente na ambientação desse Velho Oeste que não se parece com outros, e que esconde perigos à espreita o tempo inteiro. O elenco, numeroso mas milimetricamente harmônico, tem função importante no filme. Todas as tramas trazem atuações destacadas, pois realmente cada personagem tem uma maneira própria de existir naquele tempo, naquele lugar, em atuações sucintas, evidentemente técnicas, precisas. Desde o ótimo Tim Blake Nelson, divertido, cafona na medida certa como o personagem título; James Franco e Stephen Root que fazem a dobradinha mais engraçada do filme; Zoe Kazan e Bill Heck criam uma forte relação entre seus personagens e com a plateia, na trama mais emocional; além do sempre excelente Brendan Gleeson, acompanhado de Jonjo O’Neill, Tyne Daly, Saul Rubinek e Chelcie Ross, que criam a única cena basicamente focada em diálogos, e fazem isso parecer fácil. Mas duas histórias se destacam: “Meal Ticket”, com Liam Neeson e Harry Melling, e “All Good Canyon”, com Tom Waits e Sam Dillon. Esses dois trechos são especiais por contarem com direção bastante econômica, com as informações relevantes sendo exibidas apenas visualmente, sem diálogos, e também por terem as melhores atuações do filme. Melling, o Duda da série “Harry Potter”, cria uma figura sensível, resvalando na autopiedade, mas que, pelo contraponto de Neeson, fica num meio termo dificílimo de ser alcançado. A cena em que Neeson assiste ao show da galinha, e conclui o óbvio, é o melhor momento do filme, uma aula de concisão de planos para passar uma informação interior do personagem. Já o outro trecho traz um verdadeiro exercício de paciência cinematográfica (para o lado bom), quando nos faz compreender seu ritmo, e que essa trama não teria metade do impacto se fosse decupada e montada de maneira mais ágil. A entrada do personagem de Sam Dillon é a chave para o entendimento de que filme (cena) estamos vendo, e o que se deve buscar. Tom Waits traz um peso diferente para este momento, e me faz torcer pra que ele retorne em breve para frente da câmera. Se for no próximo filme dos Coen, melhor ainda. Aliás, esses diretores já estão com o nome garantido na história, e para a nossa sorte parecem com lenha pra queimar por muito tempo ainda.

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  • Série

    Frontier: 3ª temporada da série estrelada por Jason Momoa ganha trailer

    15 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou quatro fotos e o trailer da 3ª temporada de “Frontier”, série passada na América colonial e estrelada por Jason Momoa (“Liga da Justiça”). A prévia é repleta de cenas de ação e lutas pela sobrevivência na neve, evocando a trama de “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. A trama de “Frontier” acontece em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Katie McGrath (série “Supergirl”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e Jessica Matten (série “Blackstone”). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” é uma coprodução com o canal pago Discovery Canada. A atração teve seis episódios em sua 1ª temporada, que foram disponibilizados na plataforma de streaming no final de 2016. Também com seis episódios, a 2ª temporada estreou em outubro na TV canadense e chegou na Netflix em 24 de novembro do ano passado. O terceiro ano tem mais seis episódios, que estreiam em streaming em 23 de novembro.

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  • Filme,  Série

    HBO confirma elenco e anuncia começo das gravações da volta de Deadwood

    5 de novembro de 2018 /

    A HBO anunciou o começo da produção do telefilme que vai retomar a série “Deadwood”, confirmando a participação de praticamente todo o elenco original. “Deadwood” narrava a origem de uma cidade no Velho Oeste americano, mostrando seus moradores implacáveis e violentos enquanto tentavam estabelecer uma comunidade. A série era protagonizada por Timothy Olyphant (hoje em “Santa Clarita Diet”) como o xerife brutal Seth Bullock e Ian McShane (hoje em “Deuses Americanos”) como o dono de saloon Al Swearengen, que marcou os telespectadores com seu jeito irascível e palavrões constantes. A série durou três temporadas, entre 2004 e 2006, e seu cancelamento foi marcado por protestos dos fãs. O criador da série, David Milch (de “Nova Iorque Contra o Crime”), será o responsável pelo roteiro do telefilme, que trará novamente Olyphant e McShane aos papéis que redefiniram suas carreiras. Além dos dois protagonistas, retornam Molly Parker (Alma Ellsworth), Paula Malcomson (Trixie), John Hawkes (Sol Star), Anna Gunn (Martha Bullock), Dayton Callie (Charlie Utter), Brad Dourif (Doc Cochran), Robin Weigert (“Calamity” Jane Canary), William Sanderson (E.B. Farnum), Kim Dickens (Joanie Stubbs) e Gerald McRaney (George Hearst). Ficaram de fora Titus Welliver (hoje em “Bosch”), além de Powers Boothe, que faleceu no ano passado, e Ralph Richeson, morto em 2015. Boothe interpretava um dos personagens principais da trama, Cy Tolliver, dono do saloon Bella Union e rival de Al Swearengen. As gravações já estão acontecendo, com direção de Daniel Minahan, que comandou quatro episódios da série original, e a previsão é para uma estreia em 2019.

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  • Filme

    The Ballad of Buster Scruggs: Comédia western dos irmãos Coen ganha segundo trailer e 13 fotos

    5 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou 13 fotos e o segundo trailer de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Ainda sem legendas, o vídeo também reforça que o lançamento vai chegar aos cinemas americanos uma semana antes do streaming. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.

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  • Filme

    The Sisters Brothers: Western premiado com Joaquin Phoenix ganha pôsteres de personagens e trailer final

    25 de setembro de 2018 /

    A Annapurna Pictures divulgou quatro pôsteres de personagens e o trailer final de “The Sisters Brothers”, western que rendeu o prêmio de Melhor Diretor ao francês Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”) no Festival de Veneza 2018. A prévia destaca a conquista e vários elogios da crítica internacional ao longa, que traz Joaquin Phoenix (“Ela”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) como irmãos pistoleiros. Baseado no livro homônimo de Patrick Dewitt (roteirista de “Terri”), “The Sisters Brothers” é o primeiro filme de Audiard desde sua conquista da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2015 com o drama de imigrantes “Dheepan – O Refúgio”. Na trama com tom de humor negro, os irmãos chamados Sisters (irmãs, em inglês) são contratados para matar um prospector de ouro (papel de Riz Ahmed, de “Rogue One”), que desenvolveu uma fórmula química revolucionária para o garimpo. Por conta disso, ele é protegido por outro pistoleiro (vivido por Jake Gyllenhaal, de “Animais Noturnos”). O filme estreou em circuito bem limitado (quatro salas) no fim de semana nos Estados Unidos, conquistando 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, e deverá ampliar sua presença nos cinemas americanos nos próximos dias. Por enquanto, porém, segue sem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Mel Gibson vai dirigir remake do western clássico Meu Ódio Será Sua Herança

    24 de setembro de 2018 /

    O cineasta Mel Gibson vai escrever e dirigir um remake do western clássico “Meu Ódio Será Sua Herança”. O original de 1969, dirigido por Sam Peckinpah, é um marco do cinema e um dos primeiros filmes a impactar Hollywood com cenas descritas como ultraviolentas. Sua estética de tiroteio e mortes elaboradas em câmera lenta influenciou meio mundo, dos filmes de ação de John Woo a “Matrix”, e reverbera até hoje. O novo filme será produzido pela Warner, responsável pelo original, que anteriormente chegou a encomendar roteiros para David Ayer (“Esquadrão Suicida”) e Brian Helgeland (“Robin Hood”). Mas Gibson vai descartar esses scripts e trabalhar na sua própria história com o inexpressivo Bryan Bagby, que escreveu e dirigiu um único longa há 18 anos, “L.I.N.X.”. “Meu Ódio Será Sua Herança” se passa em 1913 e acompanha uma quadrilha de foras da lei envelhecidos, que planejam um último assalto para se aposentarem, mas acabam caindo numa armadilha. Após o massacre da maioria de seus integrantes, os remanescentes fogem pela fronteira, apenas para verem em meio a outro conflito, durante a revolução mexicana. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original, o longa tinha no elenco nomes como William Holden, Ernest Borgnine, Robert Ryan, Edmond O’Brien, Warren Oates e Ben Johnson. A produção não tem cronograma de filmagens ou previsão de estreia. E vale lembrar que, após concorrer ao Oscar por “Até o Último Homem” (2016), Gibson anunciou a continuação de seu sucesso religioso “A Paixão de Cristo” e um novo filme passado na 2ª Guerra Mundial, “Destroyer”.

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    Primeiro filme dos irmãos Coen para a Netflix ganha trailer legendado

    12 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Desta vez, o título não foi traduzido para o lançamento nacional. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.

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    The Wind: Terror passado no Velho Oeste ganha primeiro trailer

    11 de setembro de 2018 /

    A Soapbox Films divulgou o pôster e o trailer de “The Wind”, terror passado numa fazenda do Velho Oeste. A prévia mostra como o isolamento e o vento constante parece enlouquecer uma mulher do local, e quando vizinhos se estabelecem na região, duvidam quando ela afirma que algo terrível espreita na escuridão. O filme marca a estreia na direção de Emma Tammi e é estrelado por Caitlin Gerard (“Sobrenatural: A Última Chave”) e Julia Goldani Telles, filha de mãe brasileira, nascida e criada em Los Angeles, que está atualmente em cartaz em outro terror, “Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”. O elenco também inclui Ashley Zukerman (“Succession”), Dylan McTee (“Sweet/Vicious”) e Miles Anderson (“Doctors”). A première mundial aconteceu na segunda (10/9) na seção Midnight Madness do Festival de Toronto 2018 e ainda não há previsão de lançamento comercial.

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    HBO confirma telefilme baseada na série clássica Deadwood

    25 de julho de 2018 /

    Depois de anos de especulação e desenvolvimento, a HBO confirmou nesta quarta-feira (25/7) que a série “Deadwood” vai ganhar um telefilme, que voltará a reunir o elenco original. O chefe de programação da HBO, Casey Bloys, confirmou a produção durante o evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos), ao comentar os projetos do canal para 2019. “Deadwood” narrava a origem de uma cidade no Velho Oeste americano, mostrando seus moradores implacáveis e violentos na tentativa de estabelecer uma comunidade. A série era protagonizada por Timothy Olyphant (hoje em “Santa Clarita Diet”) como o xerife brutal Seth Bullock e Ian McShane (hoje em “Deuses Americanos”) como o dono de saloonAl Swearengen, que marcou os telespectadores com seu jeito irascível e palavrões constantes. A série durou três temporadas, entre 2004 e 2006, e seu cancelamento foi marcado por protestos dos fãs. O criador da série, David Milch (de “Nova Iorque Contra o Crime”), será o responsável pelo roteiro do telefilme. Ainda não há confirmação de quais atores da série voltarão para seus personagens, mas Bloys revelou que a demora para colocar o projeto em produção foi justamente para “conciliar as agendas” do elenco, que inclui ainda atores como Molly Parker (hoje em “Perdidos no Espaço”), Jim Beaver (hoje em “Supernatural”), Titus Welliver (hoje em “Bosch”), Paula Malcomson (até recentemente em “Ray Donovan”), Kim Dickens (até recentemente em “Fear the Walking Dead”), Dayton Callie (idem) e Garret Dillahunt (hoje em “Fear the Walking Dead”), entre outros. Dillahunt, por sinal, estava em campanha desde 2016 pelo filme do western e chegou postar no seu Twitter a seguinte mensagem: “Vamos HBO, vocês fizeram o filme de ‘Entourage’… Deem um encerramento aos fãs de ‘Deadwood’, vocês podem”. As filmagens vão começar em outubro para uma estreia estre entre março e junho nos Estados Unidos.

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