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    DC FanDome ensinou como se faz uma “Comic Con” online

    23 de agosto de 2020 /

    Em sua primeira convenção online para fãs, a DC Comics corrigiu vários erros da Comic-Con@Home, dando uma lição de organização e promoção. As principais lacunas da primeira iniciativa do gênero durante a pandemia foram resolvidas, ao transformar a DC FanDome num evento de streaming, que conseguiu monopolizar o noticiário do entretenimento e as redes sociais durante todo o sábado (22/8). Em vez de pulverizar os diversos painéis de suas atrações em vídeos distintos, a DC FanDome foi basicamente um programa ao vivo, com exibição ininterrupta e contínua de conteúdo relacionado ao universo de quadrinhos da editora DC Comics. Embora os filmes da Warner fossem as estrelas, a programação também serviu para lançar games, conversar sobre séries e chamar atenção para os próprios quadrinhos. Alguns painéis, claro, funcionaram melhor que outros. Se os seis minutos desperdiçados pelo elenco de “Shazam!” com pouco a dizer foram constrangedores, a participação de Matt Reeve, diretor de “Batman”, empolgou com detalhes e paixão por seu filme “noir”. Cada painel teve um formato diferente e as exibições foram intercaladas por apresentadores escolhidos entre representantes da cultura geek mundial. Os brasileiros, vindos da CCXP, foram os únicos a participar em dupla e também a se envolver num painel propriamente dito, mediando as entrevistas do elenco, da diretora e de convidados de “Mulher-Maravilha 1984”. Considerando que a aparição “surpresa” de Linda Carter, a Mulher-Maravilha original, tornou-se o ponto alto da conversa, a condução foi das menos relevantes. De fato, os apresentadores geeks, tão entusiasmados que só faltavam pular como cheerleaders, exageram o tom, ao tratar cada detalhe da programação como se fosse a revelação do primeiro trailer de “Batman”. Faltou modulação. E esse entusiasmo forçado ameaçou transformar a DC FanDome num grande infomercial. A situação foi contornada pelo envolvimento dos criadores em vários painéis. James Gunn foi seu próprio apresentador no divertido trecho de “O Esquadrão Suicida”, comandando, como mestre de cerimônias, a revelação dos personagens do filme, o trailer e até uma brincadeira de trívia da DC com o elenco. E Neil Gaiman contou tantas histórias dos bastidores de “Sandman” que deixou os fãs com ainda mais admiração por seu trabalho. Mesmo conversas genéricas, como a discussão temática do Multiverso, renderam detalhes deliciosos, graças ao encontro de pesos-pesados do conglomerado, como Jim Lee, que manda nos quadrinhos, Greg Berlanti, o chefe do Arrowverso, e Walter Hamada, responsável pelas adaptações da DC nos cinemas. Ao contrário da Comic-Con@Home, os fãs foram lembrados com sessões dedicadas a cosplay, fanart e até tatuagens relacionadas aos heróis dos quadrinhos. Como os painéis foram pré-gravados, não houve interações diretas, mas o público registrou suas reações instantâneas num shoutbox com a hashtag da DC FanDome no Twitter. Os organizadores ainda incluíram perguntas de fãs e celebridades aos debatedores. Algumas boas, outras bobas, como da tenista Venus Williams, sobre quem venceria uma partida de tênis entre Mulher-Maravilha e Mulher Leopardo – variação do eterno “quem é mais forte”, questão favorita das crianças. A Warner mobilizou suas equipes externas para acompanhar as apresentações, liberando trailers, vídeos e pôsteres na internet minutos após a exibição de cada painel, de forma a alimentar a cobertura do evento. Deu certo. Cada painel foi seguido por cobertura instantânea na mídia com o material disponibilizado. A transmissão ocorreu melhor em PC, rendendo alguns problemas de acesso em mobile. Mas a equipe técnica mostrou-se eficiente para resolver rapidamente os bugs. Dividido em dois dias, o evento será retomado no dia 12 de setembro, desta vez enfatizando as produções televisivas da DC e prometendo mais “experiências” para os fãs. É uma chance extra de contornar outro detalhe questionável da produção: o tom chapa branca. Afinal, o entusiasmo forçado dos apresentadores contrastou com o noticiário de dias antes, quando a DC Comics encolheu com demissão de vários profissionais e a decisão de desmontagem da plataforma DC Universe pela WarnerMedia. Nada disso sequer foi mencionado. A primeira série da DCU, “Titãs”, apresentou seu bloco sem revelar onde a 3ª temporada seria disponibilizada. Da mesma forma, também foi gritante a falta de referência a Hartley Sawyer no encontro do elenco de “The Flash”. O ator foi demitido por antigas postagens polêmicas no Twitter, situação que rendeu comentários até de Grant Gustin (o Flash) na ocasião. No entanto, quem acompanhou o bloco dedicado à série no evento pode ter ficado com a impressão de que ele nunca participou da produção. Ótima iniciativa, a DC Fandome merece virar um evento anual, mas precisa definir melhor sua identidade, decidir se é suficiente ser um infomercial de luxo ou se pretende virar uma convenção legítima para os fãs.

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    Continuação de Shazam! anuncia título e novo integrante do elenco

    22 de agosto de 2020 /

    O painel da continuação de “Shazam!” foi um dos mais curtos da DC FanDome, com apenas seis minutos! Mesmo assim, revelou duas informações importantes. Primeiro, o título oficial. O filme será oficialmente chamado de “Shazam: Fury of the Gods” (Shazam: Fúria dos Deuses, na tradução literal). E, segundo, o comediante Sinbad se juntará ao elenco em um papel ainda não revelado. A participação rendeu várias brincadeiras envolvendo uma antiga “teoria de conspiração”. Muitas pessoas acreditam que Sinbad estrelou um filme chamado “Shazaam” nos anos 1990. Na verdade, confundem com “Kazaam”, estrelado por Shaquille O’Neal. O tal “Shazaam” nunca existiu, apesar da “lembrança coletiva” de sua produção. Sinbad aproveitou para dizer que, a partir de agora, todos acertarão quando falarem que ele está na franquia “Shazam”. Presente no painel, o diretor David F. Sandberg apenas acenou negativamente com a cabeça quando questionado se aquilo era sério. A sequência de “Shazam!” tem previsão de estreia para novembro de 2022.

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    Primeiro trailer de Batman tem climão, Mulher-Gato, serial killer e Nirvana

    22 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer legendado do novo filme de Batman. A prévia tem climão noir, com investigação de serial killer e trilha de “Something in the Way”, do Nirvana. O diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) confirmou que a trama vai se passar no Ano 2 de Batman, antes de sua fama se solidificar no submundo do crime, e mostrará a origem de vários personagens dos quadrinhos. O vídeo, por exemplo, revela uma luta entre Batman e a Mulher-Gato, em que a vilã/anti-heroína ainda não veste seu uniforme tradicional. Segundo Reeves, Oswald Cobblepot tampouco surgirá como o Pinguim – na verdade, ele odeia ser chamado assim – , mas o Charada já estará em atividade. A introdução do vídeo com uma investigação criminal ainda reflete a ideia do diretor de explorar o fato de que Batman também é conhecido como o maior detetive do mundo, algo nunca aprofundado no cinema. Escrito e dirigido por Reeves, “Batman” (The Batman, em inglês) marca a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) no papel do super-herói dos quadrinhos. E ele terá que enfrentar, de cara, uma galeria de supervilões famosos. O elenco da produção inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, além de Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público de nome genérico, que não existe nos quadrinhos de Batman – mas seu equivalente mais conhecido é Harvey Dent/Duas Caras. As filmagens encontram-se paralisadas pela pandemia, mas devem ser retomadas brevemente no Reino Unido, tanto que a Warner não alterou a estimativa de estreia, que continua marcada para outubro de 2021.

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    Filme do Adão Negro revela duas prévias narradas por Dwayne Johnson

    22 de agosto de 2020 /

    A Warner produziu dois teasers de “Black Adam” especialmente para a DC FanDome, que dão uma mostra do tom do filme do anti-herói Adão Negro. As prévias são artes bastante detalhistas e animadas, que acompanham uma narração poderosa de Dwayne “The Rock” Johnson, intérprete de Adão Negro no cinema. A primeira apresenta a origem do personagem, enquanto a outra revela a participação de quatro super-heróis da Sociedade da Justiça no longa. Apenas um deles teve intérprete confirmado até o momento. Inclusive, o jovem galã Noah Centineo fez uma participação especial na apresentação do filme – impedindo o painel de ser um grande monólogo de Johnson. Centineo viverá o Esmaga-Átomo (Atom Smasher), um super-herói com a capacidade de se tornar gigante – e que é neto de um supervilão e afilhado do herói clássico Átomo. Além dele, o filme contará com as presenças do Gavião Negro (Hawkman), Sr. Destino (Dr. Fate) e Ciclone (Cyclone). Esta última personagem é relativamente recente e, como o Esmaga-Átomo, descende de um criação clássica da DC – o Tornado Vermelho. Os quatro integram uma versão da Sociedade da Justiça que deverá contar com outros membros no filme. Testes e negociações para preencher os papéis devem estar acontecendo no momento, mas as filmagens ainda estão longe de começar. Por isso, é tão impressionante que eles tenham produzido material visual para apresentar aos fãs. As prévias foram as primeiras revelações sobre a trama, que até então estava sendo mantida em sigilo. O roteiro foi escrito por Adam Sztykiel, que trabalhou com Johnson em “Rampage: Destruição Total”. A direção, por sua vez, está a cargo de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), outro parceiro recente do ator. Os dois filmaram “Jungle Cruise”, da Disney, que a pandemia de covid-19 adiou para 2021. Por conta disso, “Black Adam” não tem data realista de lançamento, apesar da Warner ainda não ter revisto sua previsão antiga de estreia em dezembro de 2021.

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    Liga da Justiça: Primeiro trailer oficial do Snyder Cut revela personagens inéditos

    22 de agosto de 2020 /

    A HBO Max divulgou o primeiro trailer da nova versão de “Liga da Justiça”, reeditada pelo diretor Zack Snyder. A prévia assume o nome “Snyder Cut”, celebrado pela campanha dos fãs que possibilitou a produção, para apresentar muitas cenas e até personagens não vistos no cinema, como Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), e o supervilão Darkseid. Tudo ao som de “Hallellujah”, de Leonard Cohen, celebrando a realização como um milagre – materializado pela força de vontade dos fãs. Vale reparar também o formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que ela não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição nos cinemas. Durante sua participação no evento online DC FanDome, neste sábado (22/8), Snyder também confirmou a duração do filme. Serão quatro horas, que serão apresentadas como uma minissérie de quatro episódios. De qualquer forma, será um produção não apenas maior, mas muito bem diferente da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter os pedidos pela versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. E a inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.

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    O Esquadrão Suicida ganha primeiro vídeo de bastidores e artes de todos os personagens

    22 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou artes oficiais e a primeira prévia legendada de “O Esquadrão Suicida”. Trata-se de um vídeo de bastidores apresentado pelo diretor James Gunn durante o painel mais divertido do DC FanDome, que contou com participação de todo o elenco. O evento também revelou – em alguns casos, confirmou – os personagens que os atores vão interpretar na segunda missão da Força Tarefa X. Confira abaixo as artes que identificam cada um, seguidas pelo vídeo e dois pôsteres (similares, mas com ligeiras diferenças). “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada para agosto de 2021. Viola Davis: Amanda Waller Joel Kinnaman: Coronel Rick Flag Margot Robbie: Arlequina Jai Courtney: Capitão Bumerangue Idris Elba: Sanguinário (Bloodsport) John Cena: Pacificador (The Peacemaker) Michael Rooker: Savant Flula Borg: Dardo (Javelin) Mayling Ng: Mongal Peter Capaldi: O Pensador (Thinker) Daniela Melchior: Caça-Ratos II (Ratcatcher 2) David Dastmalchian: Bolinha Alice Braga: Sol Soria Pete Davidson: Blackguard Nathan Fillion: TDK Intérprete Misterioso: Tubarão Rei Sean Gunn: Doninha (Weasel)

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    Filme do Flash ganha artes conceituais e confirma trama com Batman e o multiverso

    22 de agosto de 2020 /

    O diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”) divulgou as primeiras artes conceituais do filme “The Flash” durante o evento DC FanDome neste sábado (22/8). As imagens destacam o novo visual do herói no filme. Muschietti confirmou que Barry Allen receberá um novo traje, mais minimalista, criado por Bruce Wayne (a versão de Ben Affleck, presumivelmente). Além disso, uma das imagens confirma sua interação com Batman no filme. A participação de Affleck foi revelada na quinta-feira passada, mas, além dele, o ator Michael Keaton também se encontra escalado para retomar o papel de Batman, que ele interpretou em dois filmes de 1989 e 1992. Isto será possível porque o filme será o ponto de entrada do multiverso nas produções cinematográficas da DC. Muschietti e a roteirista Christina Hodson confirmaram que o filme trará o multiverso e viagem no tempo, adiantando, durante o DC FanDome, que o ponto de partida é realmente a trama de “Flashpoint” (Ponto de Ignição), um das histórias mais famosas do herói. A premissa mostra Barry Allen voltando no tempo para salvar a vida de sua mãe, mas, ao fazer isso, ele modifica completamente a realidade que conhece. Nos quadrinhos, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas – , as amazonas e os atlantes estão guerra e o Ciborgue se tornou o principal super-herói do mundo. O painel, que também contou com a participação do ator Ezra Miller, intérprete do Flash, deixou claro que são as ações do herói que levam à criação do multiverso cinematográfico. Não só isso. O multiverso terá grande impacto na narrativa do chamado DCEU (Universo Expandido da DC, em inglês) no cinema.

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    Tenet: Críticos não se empolgam com filme ambicioso e confuso de Christopher Nolan

    22 de agosto de 2020 /

    Com a desistência da Disney de lançar “Mulan” nos cinemas, o misterioso “Tenet”, produção da Warner dirigida por Christopher Nolan (“A Origem”), ficou com a missão de reabrir e atrair o público de volta às salas de projeção. O filme estreia quarta-feira (26/8) na Europa e no Canadá e até o fim de semana que vem terá entrado em cartaz na maioria dos mercados internacionais. O lançamento nos EUA está marcado para 3 de setembro e há a ilusão de que ele chegará no dia 10 de setembro ao Brasil, mas, por enquanto, os cinemas continuam fechados tanto lá quanto aqui. Imagina-se que os exibidores agora aumentem a pressão pela reabertura, conforme essas datas se aproximam. Mas todas as apostas em torno da obra depende da repercussão crítica. Só elogios muito positivos devem animar parte do público a bancar cobaias, como os primeiros a ir ao cinema com máscaras de proteção. Pois bem, as críticas começaram a ser publicadas neste fim de semana nos EUA e no Reino Unido. E não há unanimidade em torno do filme. O site Rotten Tomatoes registra uma média de 80% de aprovação, que é elevada, mas não chega a ser cotação de, digamos, Oscar. E uma olhada nas resenhas destacadas chega, inclusive, a passar a impressão que essa percentagem está superestimada, já que há muitos senões na maioria dos textos considerados “positivos”. Em geral, os críticos americanos gostaram, sim, do filme, mas não acharam tudo aquilo que o marketing vendia. Confirmando comentários do próprio elenco de que o filme é difícil de entender, as resenhas apontam que o roteiro é o ponto fraco da produção. Já o forte são as cenas de ação, supostamente entre as melhores filmadas pelo diretor. “Quando terminar, você pode não saber totalmente o que diabos aconteceu, mas é emocionante mesmo assim”, resume a revista Empire. Por outro lado, a crítica do jornal inglês The Guardian, ainda não computada pelo Rotten Tomatoes, define o filme, em seu título, como “um fracasso com formato de palíndromo”. Confira abaixo algumas frases que expressam a opinião de publicações importantes sobre o filme. Variety “A pura meticulosidade da estética de ação de Nolan é cativante, como se para compensar os fios soltos e os paradoxos de seu roteiro – ou talvez simplesmente para sublinhar que eles não importam tanto. Tenet não é o Santo Graal, mas apesar de todas as suas caras sérias e solenes, é um entretenimento estonteante, caro e barulhento da velha e da nova escola de cinema. Empire “Tenet mais uma vez prova o compromisso perene de Nolan com a emoção da tela grande. Há muito em jogo neste filme, para ressuscitar o cinema, para afastar as pessoas de suas televisões, máscaras e tudo. Pode muito bem funcionar. Se você busca um bom e velho orgasmo cerebral explosivo feito por Nolan, é exatamente isso que você vai conseguir. Quando terminar, você pode não saber totalmente o que diabos aconteceu, mas é emocionante mesmo assim. É ferozmente divertido.” IndieWire “Grande, certamente: em escala IMAX e 150 minutos de duração, mesmo depois de uma edição visivelmente implacável. É inteligente, também – sim, o título palíndromo tem uma correlação narrativa – , mas de uma forma exaustiva e sem contagiar. Ver ‘Tenet’ é como testemunhar um Sermão da Montanha pregado por um salvador que fala exclusivamente em enigmas rígidos e sérios. Qualquer temor é anulado por perguntas subsequentes.” The New York Times “‘Tenet’ deslumbra os sentidos, mas não comove o coração — uma crítica comum a todos os filmes originais de Nolan. Mas não é apenas a falta de ânimo que impede ‘Tenet’. Nolan imagina tecnologias impossíveis, mas não explora suas implicações mais profundas. Isso é frustrante, porque, com Sator (Kenneth Branagh), ele chega tão perto. A motivação de Sator em trazer o futuro para a guerra com o passado tem ramificações assustadoras. Em vez disso, no ápice, Nolan recua para a relativa segurança da convenção de filmes de espionagem.” The Hollywood Reporter “Se parece que esta crítica está se esquivando de descrever o enredo, isso não é apenas uma preocupação em evitar spoilers. Assisti ao filme duas vezes e ainda me sinto muito confusa sobre o que deveria estar acontecendo e por que […]. Ao final, torna-se frio e cerebral — fácil de admirar, especialmente por ser tão rico em audácia e originalidade, mas quase impossível de amar, pela falta de certa humanidade.” The Guardian “Você sai do cinema com um pouco menos de energia do que estava entrando. Há algo desagradável em um filme que insiste em detalhar sua pseudociência, ao mesmo tempo em que assume que você provavelmente não terá entendido nada. Ficamos sobrecarregados com o enredo, então nos confortamos com homilias que simplificam o que aconteceu como algo que aconteceu. O mundo está mais do que pronto para um blockbuster fabuloso, especialmente um que apresenta máscaras e fala sobre voltar no tempo para evitar uma catástrofe. É uma pena que ‘Tenet’ não seja isso.”

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    Warner investiga denúncias de Ray Fisher sobre bastidores de Liga da Justiça

    21 de agosto de 2020 /

    A WarnerMedia iniciou uma investigação sobre os bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”. A decisão foi tomada após repetidas declarações públicas de uma das estrelas do filme, Ray Fisher, alegando má conduta do cineasta Joss Whedon e dos produtores Geoff Johns e Jon Berg durante a produção do filme. Na quinta-feira (20/8), Fisher escreveu no Twitter que, após cinco semanas de entrevistas com o elenco e a equipe, a WarnerMedia “lançou uma investigação independente de terceiros para chegar ao cerne do ambiente de trabalho tóxico e abusivo criado durante as refilmagens da Liga da Justiça”. Apesar dessa informação, a Variety e o Hollywood Reporter apuraram que as entrevistas não revelaram nada. A fonte das publicações também ressaltou que a WarnerMedia não pré-julga Whedon, Johns ou Berg, que a investigação não se limita a eles e que, para preservar a integridade da investigação, a empresa não a conduzirá em público. As denúncias começaram num tuíte do começo de julho, no qual Fisher definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que assumiu a produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso e, na semana passada, denunciou que Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Whedon e Berg permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher, enquanto Berg as negou publicamente. Ele ainda acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se devem ao descontentamento do Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021.

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    Ben Affleck voltará a viver Batman no filme do Flash

    21 de agosto de 2020 /

    O diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”) revelou que Ben Affleck voltará a viver Batman mais uma vez, no filme do herói Flash, que servirá de sequência para “Liga da Justiça”. “The Flash” será estrelado por Ezra Miller, que apareceu como o herói do título ao lado de Affleck em “Liga da Justiça”. Em entrevista para a revista Vanity Fair, Muschietti contou que a participação de Affleck “é uma parte muito importante do impacto emocional do filme”. “A interação e relacionamento entre Barry Allen e Wayne de Affleck vai trazer um nível emocional que não vimos antes”, disse o cineasta argentino. “É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Os dois perderam as mães num assassinato, e esse é um dos vasos emocionais do filme. É aí que o Batman de Affleck entra em ação.” Affleck vai se juntar a Michael Keaton, outro ator que interpretou Batman no passado, para dar vida ao super-herói na primeira produção que vai tentar materializar o “multiverso” da DC Comics no cinema. Por enquanto, a ideia de realidades alternativas, vindas de Terras paralelas, só foi explorada na TV, nas séries do Arrowverso. Mas o conceito original vem dos quadrinhos de “The Flash”. Tudo começou num exemplar de 1961, quando Barry Allen encontrou Jay Garrick, o Flash dos anos 1940, graças a um ajuste narrativo: Garrick habitava um mundo de realidade paralela, chamado de Terra 2. Há um tempo atrás, o filme do Flash chegou a ser batizado de “Flashpoint”, revelando a inspiração para sua história. Publicada em 2011 pela DC Comics, a saga “Flashpoint” foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Por sinal, a história já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. Nos quadrinhos, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – , a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas Wayne, e o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo. E essas são apenas algumas das alterações que Barry tem que encarar e buscar reverter, apesar de se encontrar subitamente sem poderes. Mas desde que o projeto do filme foi anunciado, a equipe mudou várias vezes, assim como o roteiro. Christina Hodson (“Aves de Rapina”) é responsável pela nova versão da história, que, segundo Muschietti já adiantou, não será uma adaptação literal de “Flashpoint”, mas conterá alguns elementos daquela história. Sem previsão para começar a ser filmado, devido à pandemia de coronavírus, “The Flash” tem previsão de estreia para junho de 2022.

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    Novo filme de Batman ganha primeiro pôster

    20 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster do novo filme de Batman. O cartaz traz apenas o logotipo do longa, chamado em inglês de “The Batman”. A arte inclui o desenho de um morcego estilizado entre as letras vermelhas do título da produção. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme marca a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) no papel do super-herói dos quadrinhos. Ele terá que enfrentar, de cara, uma galeria de supervilões famosos. O elenco da produção inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, além de Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público de nome genérico, que não existe nos quadrinhos de Batman – mas seu equivalente mais conhecido é Harvey Dent/Duas Caras. “The Batman” tem estreia marcada para outubro de 2021.

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    Zack Snyder revela novo teaser da sua versão de Liga da Justiça

    20 de agosto de 2020 /

    Zack Snyder segue divulgando a nova versão de “Liga da Justiça”, que estreará na HBO Max no próximo ano. O diretor revelou um novo teaser do “Snyder Cut” para antecipar o lançamento do trailer, que vai acontecer no sábado (22/8) durante o evento DC FanDome da Warner Bros. Recentemente, ele contou como o projeto surgiu. Tudo começou com a hashtag #ReleaseTheSnyderCut, que se manteve entre os principais tópicos do Twitter por meses, levando os novos chefes da Warner a contatá-lo. Snyder e sua esposa então prepararam uma apresentação da versão do diretor para uma seleta plateia, que incluiu o presidente da Warner, Walter Hamada, e o chefe dos quadrinhos da DC, Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. E logo a produção foi confirmada para a HBO Max. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max. E será bem diferente do filme exibido nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Teaser Premiere 8/22 2:30pm (PDT) #DCFanDome pic.twitter.com/bxxPLuCyv3 — Zack Snyder (@ZackSnyder) August 20, 2020

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    DC FanDome: Evento online da DC Comics cresce para dois dias

    19 de agosto de 2020 /

    O DC FanDome, espécie de Comic Con online da DC, sofreu alterações em seu cronograma e agora vai acontecer ao longo de dois dias diferentes. Originalmente previsto para durar 24 horas neste sábado (22/8), com atrações de todos os segmentos relacionados aos quadrinhos da editora, a programação acabou virando dois eventos globais. O primeiro, DC FanDome: Hall of Heroes, continua marcado para 22 de agosto, enquanto o segundo, DC FanDome: Explore the Multiverse, vai acontecer em 12 de setembro. Embora a divulgação não tenha primado pela clareza, aparentemente o evento original terá exibição contínua, como num programa de TV de oito horas de duração, e será repetido três vezes no sábado, completando assim as 24 horas divulgadas. O anúncio foi acompanhado por um vídeo, em que Aisha Tyler (“Criminal Minds”) apresenta uma breve prévia de convidados, notícias e vídeos exclusivos preparados para este sábado. Que continua a ser a data da convenção propriamente dita. Veja abaixo. Como relatado anteriormente, o DC FanDome: Hall of Heroes terá painéis de alguns dos filmes mais esperados da DC, incluindo “Mulher Maravilha 1984”, “Esquadrão Suicida”, “Adam Negro”, o novo “Batman” e o Snydercut da “Liga da Justiça”. Isto foi mantido e será acompanhado por apresentações dedicadas a títulos de quadrinhos, games, animações e duas séries: “The Flash” e “Titãs” (Titans). Já o segundo evento vai concentrar as apresentações das demais séries dos heróis da DC, assim como o encontro entre a Turma da Mônica e os Jovens Titãs, que integra uma lista de painéis internacionais. O detalhe é que a programação de 12 de setembro é bem mais ampla que entrevistas, trazendo vídeos de bastidores das mais diferentes produções, documentários, debates temáticos, passatempos (incluindo filtros de realidade aumentada da DC para celular) e até concurso de cosplay! A WarnerMedia, dona da DC, também programou um DC Kids FanDome para 12 de setembro, que terá seu próprio site, DCKidsFanDome.com. Todo o conteúdo dos eventos estará disponível em nove idiomas, incluindo português, inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, japonês, coreano e chinês. Para assistir ao DC FanDome ao vivo, basta ir no endereço https://www.dcFanDome.com/ e preencher seus dados. A programação começa a ir ao ar às 14h (horário de Brasília) de sábado. E atenção: o primeiro painel será sobre o filme “Mulher Maravilha 1984”.

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