Viola, Denzel e equipe do último filme de Chadwick Boseman homenageiam ator
A equipe de “A Voz Suprema do Blues”, título nacional de “Ma Rainey’s Black Bottom”, homenageou o ator Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8), que desempenhou seu último papel no filme. Produção da Netflix, “A Voz Suprema do Blues” trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). Em comunicado, Ted Sarandos, co-CEO e Diretor de Conteúdo da Netflix, saudou o ator como “um super-herói na tela e na vida” e elogiou sua dedicação ao trabalho. “É impossível imaginar trabalhar no nível que ele trabalhava enquanto lutava bravamente contra sua doença. Seu legado como pessoa e artista inspirará milhões. Nossos pensamentos e orações estão com ele e sua família durante este momento difícil”, disse o executivo em comunicado. “Trabalhar com Chadwick em ‘Ma Rainey’ foi uma experiência gloriosa. Todos os dias pudemos testemunhar a ferocidade de seu talento e a gentileza de seu coração. Um ser humano verdadeiramente abençoado, amoroso, dotado e generoso”, acrescentou o diretor Wolfe. Produtor do filme, Denzel Washington também prestou sua homenagem. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante que ficará conosco por toda a eternidade através de suas performances icônicas ao longo de sua curta mas ilustre carreira. Deus abençoe Chadwick Boseman”, disse o astro. Já Viola Davis se manifestou nas redes sociais. “Chadwick … sem palavras para expressar minha devastação por ter perdido você. Seu talento, seu espírito, seu coração, sua autenticidade… Foi uma honra trabalhar ao seu lado, conhecê-lo… Descanse em paz, príncipe… Que bandos de anjos te cantem até o teu descanso celestial. Eu te amo!” A Netflix planejava começar a divulgação do filme na segunda (31/8), como uma première digital para a imprensa, seguida por perguntas e respostas para o elenco e o diretor, mas este evento foi cancelado devido à morte inesperada de Boseman. A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Com os planos originais para o filme suspensos, não há, no momento, previsão para seu lançamento em streaming.
Netflix cancela divulgação do último filme de Chadwick Boseman
A Netflix cancelou os planos de divulgação de “Ma Rainey’s Black Bottom”, que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8) de câncer de cólon aos 43 anos. Uma première digital para a imprensa estava marcada para segunda-feira (31/8), que seria acompanhada por uma sessão de perguntas com o elenco e o diretor. “Estamos com o coração partido com a notícia do falecimento de Chadwick Boseman, um ‘verdadeiro lutador’, como sua família o chamou em tributo comovente”, disse a Netflix em comunicado. “Esta é uma perda incrível. Estamos cancelando o evento de pré-estréia de ‘Ma Rainey’s Black Bottom’. Junte-se a nós para enviar seus pensamentos ao dele.” “Ma Rainey’s Black Bottom”, título que faz trocadilho com o “fundo do poço” e a “bunda negra” de Ma Raney, será lançado no Brasil com o título de “A Voz Suprema do Blues”. Ele chegou a ser finalizado e encontra-se pronto para ser lançado. O filme trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Embora tenha planejado começar já a divulgação do filme, a Netflix teria adiado o lançamento devido à morte inesperada de Boseman e não há previsão para sua chegada ao streaming.
Chadwick Boseman (1977 – 2020)
O ator Chadwick Boseman, estrela do blockbuster “Pantera Negra”, morreu na noite de sexta (28/8) de câncer de cólon em sua casa, ao lado de sua família, aos 43 anos. Boseman manteve sua luta contra a doença em segredo do público, mas sua família revelou que ele tinha sido diagnosticado há quatro anos. “Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou em tudo e trouxe para vocês muitos dos filmes que vocês tanto amam”, disse sua família em um comunicado. “De ‘Marshall’ a ‘Destacamento Blood’ e vários outros, todos foram filmados durante e entre incontáveis cirurgias e quimioterapia. Mas a grande honra de sua carreira foi dar vida ao Rei T’Challa em ‘Pantera Negra’.” Kevin Feige, presidente da Marvel Studios e Chefe Criativo da Marvel, classificou o falecimento de Boseman de “absolutamente devastador. Ele era nosso T’Challa, nosso Pantera Negra e nosso querido amigo. Cada vez que ele pisava no set, ele irradiava carisma e alegria, e cada vez que ele aparecia na tela, ele criava algo verdadeiramente indelével”. “Ele incorporou muitas pessoas incríveis em seu trabalho, e ninguém era melhor em dar vida a grandes homens. Ele era tão inteligente, gentil, poderoso e forte quanto qualquer pessoa que retratou. Agora ele ocupa seu lugar ao lado deles como um ícone para todos os tempos. A família da Marvel Studios lamenta profundamente sua perda, e estamos de luto esta noite com sua família.” Robert A. Iger, presidente executivo e presidente do conselho da The Walt Disney Company, também emitiu uma declaração em luto por Boseman. “Estamos todos com o coração partido pela trágica perda de Chadwick Boseman – um talento extraordinário e uma das almas mais gentis e generosas que já conheci. Ele trouxe enorme força, dignidade e profundidade para seu papel inovador de Pantera Negra; destruindo mitos e estereótipos, tornando-se um herói tão esperado para milhões ao redor do mundo e inspirando todos nós a sonhar mais alto e exigir mais do que o status quo. “Ficamos tristes por tudo o que ele foi, assim como por tudo o que estava destinado a se tornar. Para seus amigos e milhões de fãs, sua ausência da tela é apenas eclipsada por sua ausência de nossas vidas. Todos nós da Disney enviamos nossas orações e sinceras condolências à família dele. ” Chadwick Boseman nasceu e foi criado na cidade de Anderson, na Carolina do Sul, e mais tarde estudou na Howard University, formando-se em 2000 com um Bacharelado de Belas Artes em Direção. Depois disso, fez cursos de teatro em Londres e conseguiu seu primeiro papel na TV em 2003, um episódio de “Third Watch”. Ele passou a aparecer em séries como “Law & Order”, “CSI: NY” e “ER”, até conseguir seu primeiro papel recorrente em 2008, na série “Lincoln Heights”. No mesmo ano, foi escalado no primeiro filme, “No Limite – A História de Ernie Davis”. A grande virada em sua carreira veio cinco anos depois, quando se tornou o protagonista de “42: A História de uma Lenda” (2013), cinebiografia do pioneiro do beisebol Jackie Robinson, o primeiro jogador negro a entrar na liga principal do esporte. O papel veio quando ele estava pensando em mudar de carreira e se tornar diretor, após assinar dois curta-metragens. “42” adiou definitivamente os planos de passar para trás das câmeras, tornando Boseman um ator requisitado. Em seguida, ele integrou o elenco de outro drama esportivo, “A Grande Escolha” (2014) e encarou mais uma cinebiografia, “Get on Up: A História de James Brown” (2014), encarnando o pai do funk. A mudança para as fantasias de ação com grandes orçamentos e muitos efeitos visuais se deu em “Deuses do Egito” (2016), filme que rendeu polêmica ao escalar atores brancos como egípcios. Ele não se esquivou da situação racista e foi incisivo durante as entrevistas de divulgação. “Quando me abordaram com o roteiro do filme, eu rezei para que essa polêmica acontecesse. E eu sou grato que aconteceu, porque, na verdade, eu concordo com ela”, disse na época à revista GQ, lamentando que Hollywood “não faz filmes de US$ 140 milhões estrelados por negros e pardos”. A atitude demonstrada durante o caos de “Deuses do Egito” poderia prejudicar um ator como ele em outros tempos. Mas em 2016 ajudou a mudar o jogo, encerrando a tradição de embranquecimento cinematográfico de Hollywood. Logo em seguida, Boseman jogaria a pá de cal no preconceito contra protagonistas negros em produções milionárias. Ele virou super-herói da Marvel em seu filme seguinte, “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo, num contrato para cinco produções, servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África de “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Entre as aparições como Pantera Negra, Boseman ainda estrelou “Marshall: Igualdade e Justiça” (2017), outra cinebiografia, desta vez de Thurgood Marshall, o advogado que se tornaria o primeiro juiz afro-americano da Suprema Corte dos EUA. Ele ainda voltou a se reunir com os diretores de “Vingadores: Ultimato”, desta vez como produtores, no thriller de ação “Crime sem Saída” (2019), mas seus últimos trabalhos foram com cineastas negros. Neste ano, ele posou novamente como um herói lendário no filme “Destacamento Blood”, de Spike Lee. E chegou a terminar sua participação em “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), como um trumpetista ambicioso da banda da rainha do blues Ma Rainey. Baseado numa peça de August Wilson (“Fences”), o filme do diretor George C. Wolfe é coestrelado por Viola Davis e ainda não tem previsão de estreia. “A Voz Suprema do Blues” será sua derradeira aparição nas telas, mas ele ainda poderá ser ouvido numa participação especial no lançamento da série animada “What If”, da Disney+ (Disney Plus), onde deixou registrada sua voz como Pantera Negra pela última vez. A morte do jovem astro no auge de sua carreira deixou o mundo do entretenimento atordoado e dominou as redes sociais na madrugada, com reações de surpresa e lamentações, inclusive uma declaração inédita da DC Comics, declarando “Wakanda Forever” para “o herói que transcende universos”. “Este é um golpe esmagador”, disse o cineasta Jordan Peele no Twitter, um dos muitos que expressaram choque quando a notícia foi confirmada. “Estou devastado”, afirmou Chris Evans, o Capitão América da Marvel, acrescentando que “ele ainda tinha tanto por criar”. “Isso me quebrou”, assumiu a atriz Issa Rae. “Uma perda imensa”, resumiu o Twitter oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA.
Viola Davis comemora 55 anos comprando a casa humilde em que nasceu
Viola Davis comprou a casa velha e humilde em que nasceu e passou boa parte da infância. A atriz se deu o imóvel de presente de aniversário, comemorado nesta terça (11/8). Hoje com 55 anos, a atriz deu seus primeiros passos na propriedade na Carolina do Sul (EUA), que anteriormente era uma plantação operada por escravos. “Está é a casa onde eu nasci, em 11 de agosto de 1965. É o local de nascimento da minha história. Hoje, no 55º ano da minha vida… Eu sou dona dela… Dela inteira. ‘Que você viva o bastante para saber por que nasceu'”, escreveu Viola nas redes sociais, incluindo um provérbio cherokee em sua mensagem. Em 2016, a atriz contou como descobriu a história do local. “Quando eu voltei para visitar a casa pela primeira vez desde que saímos, eu ainda não sabia qual era a história do lugar. Então eu li o relato de um escravo de lá, e foi horrível. 600 metros quadrados de terra, e meu avô era um arrendatário. A maioria dos meus tios e primos são fazendeiros, era a escolha que eles tinham”, revelou. Ela ainda disse que a casa não tinha água corrente e nem um banheiro propriamente equipado. “Minha mãe contava que, mesmo assim, quando eu nasci todos os meus tios vieram até a casa e fizeram uma grande festa. Eu amo essa história”, completou. The above is the house where I was born August 11, 1965. It is the birthplace of my story. Today on my 55th year of life….I own it….all of it. "May you live long enough to know why you were born.”-Cherokee Birth Blessing- pic.twitter.com/CatJK405BL — Viola Davis (@violadavis) August 11, 2020
Viola Davis será guerreira amazona no novo filme da diretora de The Old Guard
A diretora Gina Prince-Bythewood já definiu seu próximo projeto após lançar a adaptação de quadrinhos “The Old Guard” na Netflix com críticas positivas (82% de aprovação no Rotten Tomatoes). Ela vai dirigir Viola Davis no drama de ação “The Woman King” para o estúdio TriStar, da Sony. Inspirado em fatos reais, o filme vai contar a história de Nanisca (Davis), uma guerreira africana do século 18. Nanisca era general de uma unidade militar feminina, cujas guerreiras chegaram a ser chamadas de Amazonas pelos colonizadores. Durante dois séculos, elas defenderam o Reino de Daomé, uma das nações africanas mais poderosas da era moderna, contra os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, escravizar seu povo e destruir tudo o que representavam. As Agojie de Daomé são a inspiração das guerreiras Dora Milaje, vistas nos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Outra curiosidade de Daomé é o que o país foi o primeiro a reconhecer a independência do Brasil, em 1822, enviando representantes diplomáticos à corte imperial de Dom Pedro I. Infelizmente, o reino africano acabou conquistado pelos franceses no começo dos anos 1900, passando meio século como colônia, antes de retomar sua independência e virar a atual República de Benim. “The Woman King” vai se concentrar na relação de Nanisca e sua filha Nawi, que também foi uma guerreira amazona. A atriz Lupita Nyong’o (de “Pantera Negra”) negocia o papel de Nawi. Ainda não há previsão para as filmagens ou data de estreia da produção.
Mais de 300 artistas assinam manifesto para Hollywood abandonar visão policial das pessoas negras
Mais de 300 artistas, executivos e ativistas negros assinaram uma carta aberta aos grandes estúdios de Hollywood pedindo que eles quebrem parcerias de longa data com departamentos de polícia pelos EUA, abandonem a visão policial preconceituosa sobre as pessoas negras no cinema e invistam dinheiro em conteúdos antirracistas. Publicada no site da revista Variety, a carta é uma reação aos protestos que se seguiram ao assassinato de George Floyd por policiais brancos, que deram maior visibilidade ao já antigo movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) contra o racismo estrutural – manifestado especialmente na violência da polícia americana contra negros. O manifesto pede à indústria do entretenimento que se afaste da polícia, mude a perspectiva das histórias brancas sobre a aplicação da lei e valorize talentos, histórias, carreiras e salários negros. Também chama atenção da indústria do entretenimento por seu encorajamento à “epidemia de violência policial e cultura de anti-negritude”, através de inúmeros filmes e séries com foco na perspectiva da polícia. “A maneira como Hollywood e a grande mídia contribuíram para a criminalização do povo negro, a deturpação do sistema legal e a glorificação da corrupção e violência policial tiveram consequências terríveis na vida dos negros”, diz o documento. O ator Kendrick Sampson (de “Insecure”), que foi ferido por policiais em uma manifestação recente, e a atriz Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) ajudaram o movimento Black Lives Matter a elaborar o texto, que foi assinado pela maioria dos astros do filme “Pantera Negra”, como Michael B. Jordan, Chadwick Boseman, Angela Bassett e Danai Gurira, além de Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Viola Davis (“How to Get Away with Murder”), Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Cynthia Erivo (“Harriet”), Issa Rae (“Insecure”), Billy Porter (“Pose”), Idris Elba (“A Torre Negra”), David Oyelowo (“Selma”), Sterling K. Brown (“This Is Us”) e Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”).
Bryce Dallas Howard não recomenda Vidas Cruzadas como filme antirracista
Os protestos contra a brutalidade policial e o racismo estrutural ajudaram o drama “Vidas Cruzadas”, de 2011, a se tornar um dos filmes mais assistidos nos últimos dias na Netflix. Mas o longa – baseado em romance de Kathryn Stockett – também atraiu críticas por sua narrativa de “salvador branco”. E justamente uma de suas estrelas brancas, Bryce Dallas Howard, resolveu recomendar outros filmes para o público interessado em dramas sobre injustiça racial, que para ela são mais educativos e antirracistas que “Vidas Cruzadas”. “‘Vidas Cruzadas’ é uma história fictícia contada sob a perspectiva de uma personagem branca e foi criada por contadores de histórias predominantemente brancos”, escreveu Howard no Facebook. “Todos nós podemos ir além disso.” Howard, que interpretou um dos vilões racistas do filme, sugeriu que o público prestigiassem filmes e séries que contassem histórias de vidas negras com a perspectiva de roteiristas, cineastas e artistas negros. “As histórias são uma porta de entrada para a empatia radical e as melhores delas são catalisadoras de ações”, escreveu ela. Para aqueles que desejam aprender mais sobre o movimento dos direitos civis, linchamentos, segregação e leis racistas, Howard destacou os seguintes filmes: os documentários “A 13ª Emenda” (2016), de Ava DuVernay, “Eu Não Sou Seu Negro (2016), sobre James Baldwin, “Say Her Name: The Life and Death of Sandra Bland” (2018), a série documental “Eyes on the Prize” (1987–1990), sobre os Direitos Civis, os dramas biográficos “Luta por Justiça” (2019), “Malcolm X” (1992)” e “Selma” (2014), além das minisséries “Watchmen” e “Olhos que Condenam” (When They See Us), do ano passado. “Vidas Cruzadas” rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Octavia Spencer, que interpretava uma criada negra de família branca durante a era dos Direitos Civis. Outra intérprete de empregada no filme, Viola Davis, depois expressou seu arrependimento por estrelar a produção. “No fim das contas, senti que não eram as vozes das criadas que eram ouvidas”, disse Davis em entrevista de 2018. “Conheço Aibileen. Eu conheço Minny. Eles são minha avó. Eles são minha mãe. E sei que, se você faz um filme com toda essa premissa, quero saber como é trabalhar para pessoas brancas e criar crianças em 1963, quero ouvir como você realmente se sente sobre isso. Eu nunca ouvi isso no decorrer do filme”, ela declarou. Até Ava DuVernay, que, antes de virar cineasta, era assessora de imprensa, também manifestou arrependimento por ter relação com o longa. Promover “Vidas Cruzadas” foi o que a fez desistir de seu trabalho e a “empurrou” para começar a fazer seus próprios filmes.
The First Lady: Viola Davis será Michelle Obama em série sobre Primeiras-Damas dos EUA
O canal pago americano Showtime anunciou a produção da série “The First Lady”, sobre três importantes primeiras-damas dos EUA, Eleanor Roosevelt (1884-1962), Betty Ford (1918-2011) e Michelle Obama (1964-). Por ocasião do anúncio, apenas a intérprete de Michelle Obama está definida. A atriz Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) viverá a esposa de Barack Obama e também produzirá a atração. “Fazer Viola Davis interpretar Michelle Obama é um sonho tornado realidade, e não poderíamos ter mais sorte de ter seu talento extraordinário para ajudar a lançar esta série”, afirmou a presidente da Showtime Jana Winograde em comunicado. A série é uma criação do escritor Aaron Cooley (“Four Seats: A Thriller of the Supreme Court”) e vai focar na vida pessoal, atuação e influência política das primeiras-damas dos EUA. Caso se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos. Em fase inicial de produção, “The First Lady” vai agora completar seu elenco, antes de definir cronograma de gravações e sua data de estreia.
How To Get Away With Murder: Viola Davis compartilha fotos da leitura do capítulo final da série
Viola Davis registrou em seu Instagram a emoção do elenco com a leitura do roteiro do último capítulo de “How To Get Away With Murder”, série que vai acabar na atual 6ª temporada. “Seis temporadas de trabalho duro, vida, conexão. Muitas lágrimas de tristeza, mas o orgulho de criar algo corajoso, inovador, humano e profundamente honesto … um presente para toda a vida”, escreveu a atriz, compartilhando fotos e um vídeo do elenco, durante a leitura coletiva do roteiro final. No vídeo, é possível ver que ela consola Aja Naomi King, intérprete de Michaela Pratt, sua aluna na série. Atualmente em hiato, a 6ª temporada de “How To Get Away With Murder” retorna em 2 de abril para exibir seus seis episódios finais. A estreia do último capítulo está marcada para 14 de maio nos EUA. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil e também transmitida com o título de “Como Defender um Assassino” pela Globo. Ver essa foto no Instagram And so it goes….6 seasons of hard work, life, connection. Lots of tears of sadness but the pride of creating something brave, innovative, human, deeply honest….a lifetime gift.❤️❤️ #FinalTableRead #HTGAWM 📸@conradricamora, @karlasouza 🎥 @shondaland Uma publicação compartilhada por Viola Davis (@violadavis) em 24 de Jan, 2020 às 9:33 PST
Troop Zero: Mckenna Grace lidera rebelião de escoteiras em trailer de comédia
A Amazon divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Troop Zero”, que parece uma série, devido à quantidade de pontos narrativos e personagens apresentados, mas na verdade é uma comédia de longa-metragem. A trama acompanha a determinação de uma garotinha criada num estacionamento de trailers, que junta uma equipe de excluídas para participar de uma competição de escoteiras e realizar seus sonhos, enfrentando o preconceito das rivais e da adulta responsável por inscrevê-las. A história, que parece combinar “Moonrise Kingdom” (2012), “Bandeirantes de Beverly Hills” (1989) e “Garotos em Ponto de Bala” (1976), foi escrita por Lucy Alibar (roteirista de “Indomável Sonhadora”) e se passa em 1977. A aventura começa quando a garota chamada Christmas Flint descobre que um grupo de escoteiras tem a chance de enviar uma mensagem para o espaço. Vendo isso como uma oportunidade de se conectar com sua falecida mãe, a menina convoca as amigas para formar sua própria equipe de escoteiras. O grande problema é que as coisas se tornam mais difíceis do que ela imaginava. O elenco da produção destaca a precoce e brilhante Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”) no papel principal, que na trama conta com apoio de Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) para enfrentar a arrogância de Allison Janney (“Mom”). Jim Gaffigan (“Super Tiras 2”), Mike Epps (“Meu Nome É Dolemite”) e Edi Patterson (“The Righteous Gemstones”) também estão no elenco. Exibida no Festival de Sundance, a comédia dirigida por Bert & Bertie (“Dance Camp”) recebeu vários elogios e atingiu 73% de aprovação no Rotten Tomatoes – uma cotação elevada para o gênero. A estreia comercial vai acontecer em 17 de janeiro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Viola Davis se despede de How to Get Away with Murder com post sugestivo
Atenção: o texto a seguir tem um SPOILER GIGANTE. Do tipo que termina em choros e cabelos arrancados. Você foi avisado. A 6ª e última temporada de “How to Get Away with Murder” estreou na quinta-feira passada (26/9) nos Estados Unidos e chocou os espectadores logo no primeiro episódio. Afinal, o capítulo mostrou um funeral que, tudo indica, foi de ninguém menos que Annalise Keating. Enquanto os produtores provocam o público com um novo “quem morreu?”, sem deixar realmente claro se a personagem está sendo enterrada, a atriz Viola Davis, que interpreta Annalise, decidiu aumentar a expectativa com uma cartada muito convincente, mesmo se for puro blefe. Num post publicado no Instagram, a atriz escreveu uma mensagem de despedida para sua personagem. “Obrigada, Annalise, por compartilhar sua bagunça, sua força, sua inteligência… Você escancarou as portas e ajudou a redefinir o que significa ser negra. O que significa ser uma protagonista. Obrigada pela sua humanidade. Foi a experiência de uma vida te habitar. Com amor, Viola”. No Brasil, a atração é exibida pelo canal Sony. Além disso, suas temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix. Ver essa foto no Instagram Thank you Annalise for sharing your mess, your strength, your intelligence…. You have busted the door open and helped to redefine what it means to be Black. What it means to be a leading lady. Thank you for your humanness. It has been the experience of a lifetime inhabiting you. With love. Viola❤️ Uma publicação compartilhada por Viola Davis (@violadavis) em 26 de Set, 2019 às 2:54 PDT
How to Get Away with Murder: Trailer da temporada final mostra enterro misterioso
A rede ABC divulgou o pôster e o trailer da temporada final de “How to Get Away with Murder”. Além de recapitular os acontecimentos terríveis e assassinatos da trama estrelada por Viola Davis, a prévia apresenta um enterro, sugerindo um novo mistério de “quem morreu” (versão “quem está no caixão”) nos capítulos finais. A série é uma das últimas criações de Shonda Rhimes exibidas pela ABC. A produtora, que também concebeu a série médica “Grey’s Anatomy”, “Station 19” e a já encerrada “Scandal”, trocou no ano passado o canal da Disney por um contrato milionário com a Netflix. A 6ª e última temporada de “How to Get Away with Murder” estreia no dia 26 de setembro na TV americana. No Brasil, a atração é exibida pelo canal Sony. Além disso, suas temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix.
Viola Davis vai viver Michelle Obama em série de TV
A atriz Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) vai interpretar Michelle Obama em “The First Lady”, série do canal pago americano Showtime sobre três primeiras damas da história dos Estados Unidos. Além da mulher de Barack Obama, a primeira temporada vai focar também nas vidas de Eleanor Roosevelt (1884-1962), esposa de Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), e de Betty Ford (1918-2011), mulher de Gerald Ford (1913-2006). “Estou orgulhosa de trazer aos holofotes essas mulheres corajosas e extraordinárias!”, escreveu Davis em sua conta no Twitter. Além de estrelar a série, a atriz também vai produzir o projeto, desenvolvido pelo escritor Aaron Cooley (“Best. Worst. Weekend. Ever.”). Atualmente, Davis também está produzindo adaptações da peça “O Beijo no Asfalto”, do escritor brasileiro Nelson Rodrigues, para a Broadway e outras mídias nos Estados Unidos.










