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  • Série

    Dois Tempos: Star+ anuncia fim das gravações de mais uma série brasileira

    17 de janeiro de 2022 /

    A plataforma Star+ anunciou o fim das gravações de “Dois Tempos”, nova série brasileira com selo Star Original Productions. As gravações aconteceram, sob esquema de sigilo, nas cidades de Santos e São Paulo com direção de Vera Egito (“Todxs Nós”). A trama da série gira em torno de duas mulheres que trocam de corpos em épocas diferentes, uma em 1922 e outra em 2022. Paz é uma influencer famosa de 2022, mas seu mundo muda quando é cancelada na internet e começa a perder seguidores nas redes sociais. Já Cecília é uma escritora de 1922, que se vê forçada a se casar com o filho do homem que está tentando dar um golpe em sua família. Sem perspectiva de escapar de seus destinos, ambas desejam fugir de suas realidades para serem livres e felizes de verdade. O que elas não sabem é que as forças do universo vão dar uma ajudinha e elas terão seus desejos atendidos: vão viajar no tempo, acordando uma no corpo da outra. As atrizes Sol Menezzes (“Irmandade”) e Mari Oliveira (“Mate-me Por Favor”) interpretam as protagonistas e o elenco também inclui Martha Nowill (“Todas as Mulheres do Mundo”), Paulo Rocha (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”), Luiza Nery (“Todxs Nós”), Dadá Coelho (“Correndo Atrás”), Leonardo Bianchi (“Simples Assim”), Bel Moreira (“É Fada!”) e a cantora Letícia Letrux (“Qualquer Gato Vira Lata”), entre outros. Realizada pela Cinefilm, a série tem previsão de estreia no segundo semestre de 2022.

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  • Série

    Star+ produz série brasileira de viagem no tempo

    24 de dezembro de 2021 /

    A plataforma Star+ prepara nova série brasileira, desta vez com trama de viagem no tempo. “Dois Tempos” contará a história de duas jovens que trocam de corpos em épocas diferentes, uma em 1922 e outra em 2022. As atrizes Sol Menezzes (“Irmandade”) e Mari Oliveira (“Mate-me Por Favor”) interpretam as protagonistas e o elenco também inclui Paulo Rocha (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”), Dadá Coelho (“Correndo Atrás”) e a cantora Letrux. As gravações já estão acontecendo, sob esquema de sigilo, nas cidades de Santos e São Paulo com direção de Vera Egito (“Todxs Nós”).

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  • Série

    Todxs Nós: HBO estreia primeira série com personagem não binário da TV brasileira

    22 de março de 2020 /

    A HBO estreia neste domingo (22/3) “Todxs Nós”, série nacional que tem como gancho a questão da identidade de gênero e apresenta o primeiro personagem não binário da TV brasileira. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Todxs Nós” é bastante didática ao abordar o não-binarismo, também conhecido como gênero neutro, mas não se resume a isso. Em tom francamente engajado, também discute feminismo e igualdade racial em seus oito episódios de 30 minutos, que acompanham o cotidiano dos personagens vividos por Clara Gallo (“Mãe Só Há Uma”), Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”) e Juliana Gerais (do vindouro “Selvagem”). Clara vive Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e não-binário que decide deixar a família no interior de São Paulo e mudar-se para a casa de seu primo gay, Vini (Kelner Macêdo), na capital. Vini, que já divide o espaço com Maia (Julianna Gerais), fica surpreso ao descobrir que Rafa se identifica com o pronome neutro e não com o gênero feminino ou masculino. Enquanto isso, uma denúncia de assédio acontece no ambiente de trabalho de Maia. A série foi realizada com recursos próprios da HBO Latin America – em outras palavras, sem apoio do governo. Veja o trailer oficial abaixo e também um vídeo em que os temas propostos pelos roteiros são apresentados.

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  • Série

    Todxs Nós: Vídeos de bastidores apresentam a nova série brasileira da HBO

    21 de fevereiro de 2020 /

    A HBO divulgou vários vídeos de bastidores de “Todxs Nós”, nova série brasileira, que tem como gancho a questão da identidade de gênero. Os vídeos trazem entrevistas com o elenco e os diretores, além de evidenciar os temas abordados com cenas da atração. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Todxs Nós” é a primeira produção nacional a tratar claramente de não-binarismo, também conhecido como gênero neutro, mas não se resume a isso. Também o feminismo e a igualdade racial embalam os oito episódios de 30 minutos da atração, ao acompanhar o cotidiano dos personagens vividos por Clara Gallo (“Mãe Só Há Uma”), Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”) e Julianna Gerais (do vindouro “Selvagem”). Clara vive Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e não-binário que decide deixar a família no interior de São Paulo e mudar-se para a casa de seu primo gay, Vini (Kelner Macêdo), na capital. Vini, que já divide o espaço com Maia (Julianna Gerais), fica surpreso ao descobrir que Rafa se identifica com o pronome neutro e não com o gênero feminino ou masculino. Enquanto isso, uma denúncia de assédio acontece no ambiente de trabalho de Maia. Realizada com recursos próprios da HBO Latin America – em outras palavras, sem apoio do governo – , a série tem estreia marcada para 22 de março.

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  • Série

    Todxs Nós: Trailer de nova série brasileira da HBO discute identidade de gênero

    12 de fevereiro de 2020 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Todxs Nós”, nova série brasileira, que tem como gancho a questão da identidade de gênero. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Heitor Dhalia (“Tungstênio”) e Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), a série também abordará, ao longo de oito episódios de 30 minutos, questões como racismo e assédio. A prévia dá uma mostra de como esses temas são colocados no cotidiano dos personagens vividos por Clara Gallo (“Mãe Só Há Uma”), Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”) e Julianna Gerais (do vindouro “Selvagem”). Clara vive Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e não-binário que decide deixar a família no interior de São Paulo e mudar-se para a casa de seu primo gay, Vini (Kelner Macêdo), na capital. Vini, que já divide o espaço com Maia (Julianna Gerais), fica surpreso ao descobrir que Rafa se identifica com o pronome neutro e não com o gênero feminino ou masculino. Enquanto isso, uma denúncia de assédio acontece no ambiente de trabalho de Maia. Realizada com recursos próprios da HBO Latin America – em outras palavras, sem apoio do governo – , a série tem estreia marcada para 22 de março.

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  • Série

    Todxs Nós: Nova série brasileira da HBO ganha primeiro teaser

    2 de fevereiro de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser de “Todxs Nós”, nova série brasileira, que apresenta o trio de protagonistas dançando de forma descontraída. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Heitor Dhalia (“Tungstênio”) e Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), a série abordará, ao longo de oito episódios de 30 minutos, a temática LGBTQIA+ e questões como racismo e assédio. O elenco é encabeçado por Clara Gallo (“Mãe Só Há Uma”), Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”) e Julianna Gerais (do vindouro “Selvagem”). Clara vive Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e não-binário que decide deixar a família no interior de São Paulo e mudar-se para a casa de seu primo, Vini (Kelner Macêdo), na capital. Vini, que já divide o espaço com Maia (Julianna Gerais), fica surpreso ao descobrir que Rafa se identifica com o pronome neutro e não com o gênero feminino ou masculino. Realizada com investimentos próprios da HBO Latin America, a série tem estreia marcada para 22 de março.

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  • Série

    Todxs Nós: Clara Gallo é jovem não binário na primeira foto da série da HBO

    14 de agosto de 2019 /

    A HBO divulgou a primeira foto de “Todxs Nós”, sua nova série original brasileira. Nela, a atriz Clara Gallo (“Califórnia”) aparece como a protagonista Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e de gênero não-binário que decide deixar a vida e a família no interior e mudar-se para São Paulo. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Heitor Dhalia (“Tungstênio”) e Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), a série abordará, ao longo de oito episódios de 30 minutos, a temática LGBTQIA+ e questões como racismo e assédio. Além de Clara Gallo, o elenco contará também com Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”), Juliana Gerais (“Selvagem”) e Gilda Nomacce (“Trabalhar Cansa”). Em fase final de gravações em São Paulo, a série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    HBO anuncia nova série brasileira de temática LGBTQIA+

    24 de abril de 2019 /

    A HBO anunciou, durante painel no evento Rio2C, a produção de uma nova série original brasileira, que tem o título provisório de “TODXS”. O uso do x na palavra “todos” já entrega que a trama vai abordar identidade sexual. A produção contará a história de Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e de gênero não-binário (indefinido), que decide largar a vida e a família no interior e se mudar para a capital de São Paulo. Além da temática LGBTQIA+, a série vai abordar questões como racismo e assédio. “A HBO é reconhecida por abordar os mais diversos assuntos dentro de inúmeros gêneros, prezando sempre pela originalidade e qualidade da produção. Em ‘TODXS’, discutiremos questões importantes da atualidade, com o objetivo de gerar ainda mais reflexão sobre as minorias”, explicou Roberto Rios, vice-presidente corporativo de Produções Originais da HBO Latin America, durante painel no Rio2C 2019. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e Heitor Dhalia (“Serra Pelada”), a série terá tom de comédia dramática e será composta por 8 episódios de 30 minutos. Sem apoio de lei de incentivo, a produção será realizada integralmente com investimentos próprios da HBO Latin America.

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  • Música

    Novo clipe de Karol Conka faz ode ao sexo oral feminino

    8 de junho de 2017 /

    A rapper Karol Conka divulgou seu novo clipe, “Lalá”, uma ode ao sexo oral feminino, que usa flores como metáfora visual e explora a ineficácia masculina na hora do “lalá”. Isto é, de lamber lá. “Não sabe a diferença de um clitóris para um ovário”, canta Karol, de forma crítica. “Escrevi essa música na intenção de informar as pessoas da necessidade da prática e da técnica do sexo oral na mulher. Tive a ideia de fazer um clipe com uma equipe toda formada por mulheres de forte posicionamento”, explicou a artista no release que acompanha o lançamento. “Tivemos ideias coletivas que mostram o universo feminino de uma maneira doce e ao mesmo tempo divertida. A intenção é passar a mensagem quebrando o tabu de maneira informativa e criativa.” A letra, que trata do assunto de forma direta e sem pudor, ganhou um vídeo lúdico dirigido por Vera Egito (roteirista de “Elis” e diretora de “Amores Urbanos” e “Restless Love”) e Camila Cornelsen (cinematógrafa de “Restless Love”), na mesma linha colorida, repleta de figurinos e glitter, que tem marcado os clipes da nova geração de funkeiras. O detalhe é que, para ilustrar com línguas e virilhas a mensagem de empoderamento, o vídeo empregou uma alarmante quantidade de atores de pele clara em sua produção, deixando Karol como a única pessoa de pele escura falando sobre igualdade de direitos e prazeres. Pois é.

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  • Música

    Elis: Trailer do filme de Elis Regina já foi visto mais de 2 milhões de vezes

    23 de outubro de 2016 /

    O trailer do filme “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina, está despertando grande curiosidade do público brasileiro. Ele já se tornou o mais rápido trailer brasileiro a ultrapassar a marca de 1 milhão de visualizações na internet, feito atingido em menos de 24 horas apenas com o vídeo disponibilizado no Facebook. Além disso, deixou para trás outra marca, de 2 milhões de visualizações em três dias, somando o público da rede social e do YouTube. O trailer também foi compartilhado mais de 50 mil vezes no Facebook. Vencedor de três Kikitos no 44º Festival de Gramado – Melhor Filme pelo júri popular, Melhor Atriz para Andréia Horta, intérprete de Elis, e melhor montagem para Tiago Feliciano -, o longa resume a carreira e a vida pessoal da artista gaúcha como a chegada ao Rio de Janeiro no dia do Golpe de 1964, o primeiro contato com o boa praça Luiz Carlos Miéle e o charmoso Ronaldo Bôscoli, seu primeiro marido, o rápido sucesso e amadurecimento musical, o terror imposto pelos militares, a parceria amorosa e artística com o pianista César Camargo Mariano, que rendeu espetáculos históricos como “Falso Brilhante”, a maternidade e o fim da vida. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. A estreia está marcada para 24 de novembro. Para aumentar ainda mais as visualizações do trailer oficial, dê play no vídeo abaixo.

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  • Música

    Cinebiografia da cantora Elis Regina ganha trailer e fotos

    19 de outubro de 2016 /

    A Downtown Filmes divulgou o primeiro trailer, as fotos e o pôster de “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina. A prévia chama logo atenção para o desempenho de Andréia Horta (de “Liberdade, Liberdade”), que fisicamente não é parecida com a diva da MPB, mas se transforma nela conforme incorpora o gestual, a atitude e o riso gengival que virou marca registrada da cantora. Não por acaso, ela venceu o Kikito de Melhor Atriz pelo papel, no Festival de Gramado deste ano. O vídeo também pincela alguns momentos marcantes de sua carreira, do deboche sofrido como “cantora de churrascaria” – preconceito por ser gaúcha – até a consagração com a criação de um novo gênero musical para classificar seu talento, uma tal de MPB. Também há passagens de explosões de seu gênio difícil, que lhe rendeu o apelido de “Pimentinha”, e sua difícil relação com a ditadura militar. “Elis” também foi eleito o Melhor Filme na votação do público de Gramado, e ainda venceu o Kikito de Melhor Montagem (Tiago Feliciano). O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. A estreia está marcada para 24 de novembro.

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  • Filme

    X-Men: Apocalipse é o blockbuster da vez no circuito de estreias

    19 de maio de 2016 /

    Mais uma semana, mais um blockbuster para ocupar cerca de 40% de todos os cinemas disponíveis no Brasil. Desta vez, a iniciativa é da Fox, que lança “X-Men: Apocalipse” em 1.276 salas nesta quinta (19/5), com 814 telas 3D e domínio do circuito IMAX (12 salas). O longa completa o reboot da franquia – um reinicio que rendeu trilogia, com “X-Men: Primeira Classe” (2011) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) – e reintroduz, em suas versões juvenis, alguns dos mutantes mais famosos da Marvel, Cíclope, Jean Grey, Tempestade e Noturno, interpretados por jovens em ascensão – respectivamente, Sophie Turner (série “Game of Thrones”), Tye Sheridan (“Amor Bandido”), Alexandra Shipp (“Straight Outta Compton”) e Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”). O elenco é impressionante, com James McAvoy (“Victor Frankenstein”), Michael Fassbender (“Macbeth”), Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e, desta vez, faz bom uso do status de estrela de Jennifer Lawrence (franquia “Jogos Vorazes”) como líder dos X-Men. O que atrapalha é o tema que se repete pelo terceiro filme de super-herói consecutivo do ano: o conflito entre os “mocinhos” – justificando os 49% (melhor que “Batman vs. Superman”) de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme só estreia na próxima semana nos EUA. Espera-se que, esgotado o assunto, Fox, Marvel e Warner descubram logo outras histórias. Como ainda há salas lotadas com a briga de “Capitão América: Guerra Civil”, a sequência de outro sucesso tem que se contentar com módicas 250 salas. É o tamanho da distribuição reservada para a comédia “Vizinhos 2”, que volta a juntar Seth Rogen e Zac Efron, desta vez contra uma república de garotas bagunceiras comandada por Chlöe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). O humor é grosseiro como o filme anterior, mas tem seu apelo. 62% dos críticos americanos aprovaram. Todos os demais lançamentos disputam o já saturado circuito limitado. Mas não são exatamente clássicos, exceto por um, que é de, de fato, um marco de 1982. Os maiores entre os pequenos são dois dramas com astros famosos, o australiano “A Vingança Está na Moda”, estrelado por Kate Winslet (“O Leitor”), que venceu diversos prêmios em seu país de origem, e “Pais & Filhas”, em que Russell Crowe (“Noé”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”) enfrentam seus demônios pessoais, separados por uma geração. Ambos ocupam em torno de 45 telas, mas apenas o primeiro vale o ingresso. Para se ter noção, “Pais & Filhas”, dirigido pelo ex-superestimado Gabriele Muccino (“Sete Vidas”), foi considerado podre, com 18% no Rotten Tomatoes. Dois filmes brasileiros entram na faixa seguinte, com 19 e 17 salas, respectivamente. “Amores Urbanos”, estreia na direção de Vera Egito (assistente de “A Deriva”), tenta retratar as crises da geração que cresceu com a MTV, com roqueiros indies atrás e diante das câmeras, mas a cenografia supera a dramaturgia, deixando sua história de adultos imaturos muito abaixo de, por exemplo, “Califórnia”, sobre o amadurecimento de uma adolescente, feito por uma ex-VJ com sangue de cineasta. Já o documentário “Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil” explora a relação artística e espiritual da artista com o país. Os menores lançamentos inéditos são o drama francês de época “Os Anarquistas” (em 12 salas), mais um romance convencional que uma obra sobre o assunto de seu título, e o exercício sul-coreano “Certo Agora, Errado Antes” (3 salas), em que o diretor Hong Sang-soo se mostra mais Hong Sang-soo que nunca, contando duas vezes a mesma história com pequenas diferenças. Seriam dois filmes pelo preço de um único ingresso? Meio filme pelo preço de um ingresso inteiro? Uma lição sobre contemplação zen? Uma pegadinha que deixa críticos teorizando como trouxas? Ah, as reflexões filosóficas profundas que Hong Sang-soo enseja… Fãs paulistas e cariocas de clássicos ainda tem a opção de assistir à versão remasterizada do imponente “Fitzcarraldo”, de Werner Herzog, um desastre amazônico com tantas histórias de bastidores quanto as que foram eternizadas na tela. O relançamento chega a duas salas, uma em São Paulo e outra no Rio.

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